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	<title>Wilson Arlindo Silva, Author at Blog da Engenharia</title>
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	<title>Wilson Arlindo Silva, Author at Blog da Engenharia</title>
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		<title>Me formei e quero trabalhar executando obras. Por onde começo?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wilson Arlindo Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Oct 2022 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Iniciei esse artigo com essa pergunta porque, durante os meus trabalhos, ela se repete a exaustão. E a&#8230;</p>
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<p>Iniciei esse artigo com essa pergunta porque, durante os meus trabalhos, ela se repete a exaustão. E a resposta, muitas vezes, foge completamente ao perfil esperado por quem conclui sua formação técnica e inicia no mercado de trabalho. <mark>Para trabalhar com execução de obras, é necessário, antes de tudo, gerar e desenvolver negócios, até que estes atinjam a maturidade necessária para se converter em obras.</mark></p>



<p>Ou, em linguagem de campo, é necessário “fechar obras”. Mas, para ter a segurança necessária para fechar obras, é importante que o profissional agregue ao seu perfil algumas ferramentas e algumas características. </p>



<p>No artigo <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-civil/qual-o-seu-pior-inimigo-para-fechar-uma-obra-com-seguranca/">https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-civil/qual-o-seu-pior-inimigo-para-fechar-uma-obra-com-seguranca/</a>, abordamos o medo que decorre do desconhecimento de estratégias e ferramentas comerciais pelo engenheiro. </p>



<p>Neste artigo, abordaremos algumas ferramentas visando dar subsídios que tragam segurança nesse processo.</p>



<p>Vamos lista-las a seguir, e entender cada uma, para que possamos traçar um perfil de resultados positivos. Dessa forma, será possível ter a segurança necessária para fechar obras.</p>



<h2 id="o-processo-de-fechamento-de-obras" class="wp-block-heading">O processo de fechamento de obras</h2>



<p>Para poder entender melhor qual perfil pode agregar os melhores resultados, é importante entender as etapas do processo de elaboração/desenvolvimento de negócios, para destas etapas deduzir as principais características do profissional que as lidera:</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-gray-50-background-color has-background"><tbody><tr><td>Processo</td><td>Perfil do profissional líder</td></tr><tr><td>Elaboração da planilha orçamentária</td><td>Embasamento técnico consistente, com domínio de ferramentas que lhe permita enxergar, nas quantidades apresentadas, eventuais falhas</td></tr><tr><td>Montagem da proposta técnica/comercial</td><td>Conhecimento do comportamento do mercado, dos concorrentes e das melhores alternativas para cada perfil de cliente/negócio</td></tr><tr><td>Apresentação da proposta técnica/comercial</td><td>Empatia/RapportPerfil profissional com postura proativaDress code alinhado com o perfil do cliente, mas sempre transmitindo segurança para elePerfil pessoal tendendo a uma postura neutra/discreta (seja em perfumes, roupas, discussões desnecessárias etc.)</td></tr><tr><td></td><td></td><td></td></tr></tbody></table></figure>



<p>Perceba que estou tratando do perfil do profissional que pretende assumir uma posição de liderança no processo, uma vez que esse perfil irradiará sua influência durante todo o processo. </p>



<p>Para ilustrar o que quero dizer, tomemos por exemplo o profissional de orçamentação, que tem um perfil mais discreto e extremamente minucioso e meticuloso. No levantamento de quantidades e na elaboração da planilha orçamentária, esse perfil traz mais segurança quanto ao produto ofertado. </p>



<p>Porém, por se apegar muito a detalhes, muitas vezes o orçamentista tem dificuldade de enxergar falhas que eventualmente surjam, ou vislumbrar estratégias comerciais que possam ser desenvolvidas com base nas planilhas apresentadas. E, convenhamos, revisar estratégias agrega muito mais resultado ao produto final do que o simples refinamento de quantitativos ou custos de insumos.</p>



<p class="has-white-color has-red-background-color has-text-color has-background has-medium-font-size">Vamos analisar cada um desses elementos, para entender a melhor como tratar cada perfil:</p>



<h2 id="embasamento-tecnico-consistente" class="wp-block-heading">Embasamento técnico consistente</h2>



<p>Quando falamos, neste item, de embasamento técnico consistente, nos referimos ao domínio de ferramentas específicas do processo orçamentário que permitam ao profissional trabalhar os ajustes de planilha mais adequados ao processo. </p>



<p>Esses ajustes vão desde a escolha de alternativas de produtos ou serviços economicamente mais viáveis, até a mudança do perfil de negociação com um fornecedor, mediante estabelecimento de parcerias mais efetivas. </p>



<p>Para tanto, podem ser utilizadas ferramentas como Curva ABC, faturamento direto de insumos/serviços, produção de insumos “in loco”ou até mesmo engenharias de valor com mudanças de métodos executivos que sejam tecnicamente equivalentes, com melhor resultado econômico.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/startup-3267505_1920-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-84744" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/startup-3267505_1920-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/startup-3267505_1920-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/startup-3267505_1920-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/startup-3267505_1920-1536x1024.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/startup-3267505_1920-18x12.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/startup-3267505_1920-380x253.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/startup-3267505_1920-800x533.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/startup-3267505_1920-1160x773.jpg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/startup-3267505_1920-600x400.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/startup-3267505_1920.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/startupstockphotos-690514/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=3267505">StartupStockPhotos</a> por <a href="https://pixabay.com/pt//?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=3267505">Pixabay</a></figcaption></figure>



<h3 id="conhecimento-do-comportamento-do-mercado-dos-concorrentes-e-das-melhores-alternativas-para-cada-perfil-de-obra-cliente-negocio" class="wp-block-heading">Conhecimento do comportamento do mercado, dos concorrentes e das melhores alternativas para cada perfil de obra/cliente/negócio</h3>



<p>Para ilustrar melhor a necessidade acima, tomemos por base o perfil de construção residencial para clientes com alto poder aquisitivo. </p>



<p>Neste tipo de cliente, é comum que as definições de acabamento se arrastem por muito tempo, podendo até mesmo prejudicar o início das atividades da obra. </p>



<p>Nestes casos, esperar o detalhamento dos projetos para iniciar as obras vai de encontro (contra) a expectativa da maioria dos clientes, que prefere ver a construção pronta em estágio “cinza” (rebocada, com contrapiso, mas sem os acabamentos), para, aí sim, definir os acabamentos com base em “mockups” (trechos da obra em que são feitos os acabamentos sugeridos, não como simples amostra, mas em condição final. É muito comum fazer, por exemplo, um lavabo para visualizar o acabamento final). </p>



<p>Neste tipo de cliente, por exemplo, a alternativa mais eficiente de elaboração de proposta consiste em dividir a proposta em duas, orçando, num primeiro momento, as obras “cinzas”, e deixando os acabamentos para orçar num segundo momento.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="512" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/05/265469-como-o-ambiente-pode-influenciar-em-uma-reuniao-de-negocios-1280x640-2-1024x512.jpg" alt="" class="wp-image-60361" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/05/265469-como-o-ambiente-pode-influenciar-em-uma-reuniao-de-negocios-1280x640-2-1024x512.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/05/265469-como-o-ambiente-pode-influenciar-em-uma-reuniao-de-negocios-1280x640-2-300x150.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/05/265469-como-o-ambiente-pode-influenciar-em-uma-reuniao-de-negocios-1280x640-2-768x384.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/05/265469-como-o-ambiente-pode-influenciar-em-uma-reuniao-de-negocios-1280x640-2-400x200.jpg 400w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/05/265469-como-o-ambiente-pode-influenciar-em-uma-reuniao-de-negocios-1280x640-2-600x300.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/05/265469-como-o-ambiente-pode-influenciar-em-uma-reuniao-de-negocios-1280x640-2-800x400.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/05/265469-como-o-ambiente-pode-influenciar-em-uma-reuniao-de-negocios-1280x640-2-1200x600.jpg 1200w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/05/265469-como-o-ambiente-pode-influenciar-em-uma-reuniao-de-negocios-1280x640-2.jpg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Cada perfil de obra e de cliente demanda um perfil de atuação comercial e o profissional responsável pelo fechamento de obras deve enxergar isso com muita clareza, sob pena de não conseguir fechar obras por desconhecimento do seu cliente alvo.</p>



<h2 id="empatia-rapport" class="wp-block-heading">Empatia/Rapport</h2>



<p>Em qualquer forma de relacionamento, buscamos, antes de tudo, afinidades. As divergências, apesar de naturais, muitas vezes retardam o processo de aproximação. Em atividades de cunho comercial, esta máxima é tão verdadeira quanto nas demais formas de relacionamento. Assim sendo, uma vez que o tempo de que dispomos para apresentar uma proposta de modo a deixar o cliente encantado por ela é muito exíguo, é fundamental gerarmos essa sintonia total do cliente para conosco e para com a nossa proposta. A essa sintonia fina, chamamos de rapport. </p>



<p>Fato é que a possibilidade de fechamento aumenta sobremaneira quando nosso cliente entra em rapport conosco, durante o processo de apresentação da nossa proposta. Ou seja, se queremos fechar obra, temos que gerar essa sintonia. E , apesar de em alguns essa capacidade ser nata, essa condição é totalmente possível de ser trabalhada em qualquer profissional que queira fechar obras.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="383" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/team-3530367_1920-1024x383.jpg" alt="" class="wp-image-84745" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/team-3530367_1920-1024x383.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/team-3530367_1920-300x112.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/team-3530367_1920-768x287.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/team-3530367_1920-1536x574.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/team-3530367_1920-18x7.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/team-3530367_1920-380x142.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/team-3530367_1920-800x299.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/team-3530367_1920-1160x434.jpg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/team-3530367_1920-600x224.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/team-3530367_1920.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/geralt-9301/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=3530367">Gerd Altmann</a> por <a href="https://pixabay.com/pt//?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=3530367">Pixabay</a></figcaption></figure>



<h2 id="perfil-profissional-com-postura-proativa" class="wp-block-heading">Perfil profissional com postura proativa</h2>



<p>No que tange ao projeto/produto ofertado, mostrar-se interessado, trazendo alternativas que agreguem valor e viabilizem o negócio, na maioria dos casos faz a diferença entre uma proposta comum e uma proposta campeã. Ao apresentar uma proposta, sempre tenha consigo algumas alternativas e possibilidades, caso o cliente demonstre insatisfação com algum detalhe ou ideia (algo muito comum).</p>



<h2 id="perfil-pessoal-tendendo-a-uma-postura-neutra-discreta" class="wp-block-heading">Perfil pessoal tendendo a uma postura neutra/discreta</h2>



<p>Já no que tange ao perfil pessoal, a descrição total sempre é a melhor alternativa. E essa descrição pode abranger aspectos os mais diversos. Seguem alguns exemplos:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Atender um cliente excessivamente alérgico usando um perfume intenso;</li><li>Expor, de maneira clara ou discreta, aspectos envolvendo religião, futebol, política e outros que ensejem polêmica;</li><li>Exposição de adornos como tatuagens, piercings e outros excessivamente chamativos.</li></ul>



<h2 id="dress-code-alinhado-com-o-perfil-do-cliente-mas-sempre-transmitindo-seguranca-para-ele" class="wp-block-heading">Dress code alinhado com o perfil do cliente, mas sempre transmitindo segurança para ele</h2>



<p>Por fim, o item que julgo mais polêmico: o dress code. Para que fique claro, dress code é o perfil de roupas mais alinhado com o perfil social de quem as usa. Alguns exemplos</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Advogados, quando não estão em traje social, geralmente usam o chamado “esporte fino”, que é uma roupa, ainda social, porém menos formal;</li><li>Em contrapartida, é comum para profissionais de startups o uso da combinação camiseta-calça de sarja-tênis, sendo que a camiseta, muitas vezes, é sempre de uma cor só;</li><li>Já em construtoras, o uso de camisas polo é muito usual;</li><li>Profissionais de saúde, por fim, não se apegam ao estilo de roupa, mas à cor (necessariamente clara, em geral branca).</li></ul>



<p>Ao atender um cliente, é importante atentar para esses detalhes, usando isso ao seu favor. Exemplo: se o meu cliente tem o perfil mais próximo de um profissional de startup, geralmente, podemos usar um perfil intermediário entre o esporte fino e o perfil despojado deles, de modo a não gerar confronto, mas apresentar mais seriedade (às vezes, eles mesmos não se veem com a seriedade que eles buscam em suas contratações).</p>



<h2 id="consideracoes-finais" class="wp-block-heading">Considerações finais</h2>



<p>Talvez alguns estejam se perguntando: por que respostas sobre perfil e posturas de venda, se a pergunta era sobre por onde começar, para trabalhar com obra? </p>



<p>Vou fazer um paralelo com um restaurante, para melhor ilustrar porquê.</p>



<p>É muito comum pessoas que cozinham MUITO bem se aventurarem no ramo de restaurantes, afinal de contas, a primeira coisa que se procura num restaurante é a qualidade da comida. Porém, um restaurante, por melhor que seja a comida, não sobrevive se não tiver:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>um cardápio constante e uniformemente bom;</li><li>rapidez no preparo dos pratos;</li><li>boa qualidade dos produtos utilizados no preparo;</li><li>um atendimento de salão excelente, com equipe focada em buscar do cliente não apenas o prato, mas a expectativa de atendimento que ele espera.</li></ul>



<p>Ou seja, a comida, é o que abre o restaurante, mas a EXPERIÊNCIA de compra que o perpetua.</p>



<p>Com engenharia, é a mesma coisa. Bons clientes te procuram pela sua capacidade de atendimento, mas passam a querer seus serviços, em detrimento dos seus concorrentes, quando a experiência na prestação do serviço, como um todo, supera as expectativas que eles têm.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/people-1979261_1920-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-84746" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/people-1979261_1920-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/people-1979261_1920-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/people-1979261_1920-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/people-1979261_1920-1536x1024.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/people-1979261_1920-18x12.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/people-1979261_1920-380x253.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/people-1979261_1920-800x533.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/people-1979261_1920-1160x773.jpg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/people-1979261_1920-600x400.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/people-1979261_1920.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/089photoshootings-4258482/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=1979261">Werner Heiber</a> por <a href="https://pixabay.com/pt//?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=1979261">Pixabay</a></figcaption></figure>



<p>Que tal, em vez de pensarmos em equipamentos, ou em formação, focarmos em superar as expectativas dos nossos clientes? A engenharia é um excelente negócio!</p>
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			</item>
		<item>
		<title>O orçamentista vai deixar de existir com o BIM?</title>
		<link>https://blogdaengenharia.com/engenharia/o-orcamentista-vai-deixar-de-existir-com-o-bim/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=o-orcamentista-vai-deixar-de-existir-com-o-bim</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wilson Arlindo Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jun 2022 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BIM]]></category>
		<category><![CDATA[Softwares para Engenharia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Muito se fala sobre o uso do BIM, em “substituição” às plataformas CAD. E uma das vantagens no&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Muito se fala sobre o uso do BIM, em “substituição” às plataformas CAD. E uma das vantagens no uso BIM, muito difundida por seus defensores, é que, se corretamente utilizado, o BIM gera tabelas de quantitativos que podem ser utilizadas na elaboração das planilhas orçamentárias. </p>



<p>O uso de plataformas BIM para modelagem permite, ainda, a vantagem de se exportar essas tabelas diretamente para muitas plataformas de orçamentação, que já correlacionam os dados das tabelas de quantitativos geradas em BIM com os bancos de dados das plataformas de orçamentação, gerando automaticamente as planilhas orçamentárias.</p>



<p>Com base no descrito acima, muitos creem que não haverá, num horizonte relativamente próximo, a necessidade de profissionais de orçamentação.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="640" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/meeting-2284501_1920-1024x640.jpg" alt="" class="wp-image-82728" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/meeting-2284501_1920-1024x640.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/meeting-2284501_1920-300x188.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/meeting-2284501_1920-768x480.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/meeting-2284501_1920-1536x960.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/meeting-2284501_1920-18x12.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/meeting-2284501_1920-380x238.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/meeting-2284501_1920-800x500.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/meeting-2284501_1920-1160x725.jpg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/meeting-2284501_1920-600x375.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/meeting-2284501_1920.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption><strong>Imagem de&nbsp;<a href="https://pixabay.com/pt/users/mwitt1337-889520/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=2284501">Malachi Witt</a>&nbsp;por&nbsp;<a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=2284501">Pixabay</a>&nbsp;</strong></figcaption></figure>



<p>A pergunta que se faz, no contexto acima, é: o uso combinado de plataformas de orçamentação e modelagem em BIM vai tornar o orçamentista desnecessário?</p>



<p>Neste artigo, vamos estudar as atividades que podem ser atingidas por esse processo de interação entre plataformas, e se, nesse contexto, restarão atividades que ainda dependerão de ação humana direta.</p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/woman-5723452_1920-1024x717.jpg" alt="" class="wp-image-82729" width="700" height="490" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/woman-5723452_1920-1024x717.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/woman-5723452_1920-300x210.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/woman-5723452_1920-768x538.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/woman-5723452_1920-1536x1075.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/woman-5723452_1920-18x12.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/woman-5723452_1920-380x266.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/woman-5723452_1920-800x560.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/woman-5723452_1920-1160x812.jpg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/woman-5723452_1920-600x420.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/woman-5723452_1920.jpg 1920w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /><figcaption><strong>Imagem de&nbsp;<a href="https://pixabay.com/pt/users/tumisu-148124/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=5723452">Tumisu, please consider ☕ Thank you! ?</a>&nbsp;por&nbsp;<a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=5723452">Pixabay</a></strong></figcaption></figure>



<h2 id="a-evolucao-das-tecnologias-e-a-intervencao-humana-na-operacao" class="wp-block-heading">A evolução das tecnologias e a intervenção humana na operação</h2>



<p>Para que possamos entender melhor como a evolução das tecnologias influencia na necessidade da intervenção humana em qualquer atividade, gosto de usar como exemplo a evolução das tripulações de avião.</p>



<p><strong>Nos aviões mais antigos, as tripulações eram compostas por:</strong></p>



<ul class="wp-block-list"><li>Comandante e copiloto, responsáveis pelo comando efetivo do equipamento e condução pela rota pré-determinada;</li><li>mecânico de voo, responsável pelo funcionamento dos sistemas de apoio e pelo controle dos motores e da manutenção dos status operacionais dos sistemas em voo e em solo;</li><li>navegador, responsável pela definição de rota e controle de rota em voo;</li><li>radiooperador de voo, responsável pela comunicação, com solo e entre aeronaves;</li><li>comissários, responsáveis pela segurança dos passageiros em cabine e pelo suporte de hospitalidade.</li></ul>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="612" height="612" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/Cabine-aviao-antigo.jpg" alt="" class="wp-image-82731" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/Cabine-aviao-antigo.jpg 612w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/Cabine-aviao-antigo-300x300.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/Cabine-aviao-antigo-150x150.jpg 150w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/Cabine-aviao-antigo-12x12.jpg 12w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/Cabine-aviao-antigo-80x80.jpg 80w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/Cabine-aviao-antigo-110x110.jpg 110w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/Cabine-aviao-antigo-380x380.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/Cabine-aviao-antigo-600x600.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/Cabine-aviao-antigo-100x100.jpg 100w" sizes="(max-width: 612px) 100vw, 612px" /><figcaption><strong>Imagem de </strong><a href="https://www.flickr.com/photos/25327514@N08/8301032129/">Constellation Flight Deck. #cockpit #flightdeck #avgeek&#8230;… | Flickr</a></figcaption></figure>



<h4 id="e-o-que-vemos-hoje" class="wp-block-heading">E o que vemos hoje?</h4>



<p>Atualmente, com a evolução dos sistemas de controle e de comunicação, e da própria engenharia aeronáutica, foram eliminados os profissionais que atuavam nas atividades de apoio (radio-operador de voo, depois o navegador e, por último, o mecânico de voo), restando piloto/copiloto e comissários. </p>



<p>Hoje, seria possível, a rigor, conduzir a operação da aeronave sem nenhum operador (vide os <em>drones</em>). Todavia, apesar de haver estudos no sentido de eliminar o co-piloto, deixando parte da operação&nbsp; a cargo de sistemas remotos, há forte resistência por parte dos operadores aeroportuários, em função de situações excepcionais durante o percurso. </p>



<p>Da mesma forma, a diminuição no número de comissários por voo é tratada com muito cuidado, justamente porque o comissário é a interface humana dentro do avião.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/new-york-3634623_1920-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-82730" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/new-york-3634623_1920-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/new-york-3634623_1920-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/new-york-3634623_1920-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/new-york-3634623_1920-1536x1025.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/new-york-3634623_1920-18x12.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/new-york-3634623_1920-380x254.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/new-york-3634623_1920-800x534.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/new-york-3634623_1920-1160x774.jpg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/new-york-3634623_1920-600x400.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/new-york-3634623_1920.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption><strong>Imagem de&nbsp;</strong><a href="https://pixabay.com/pt/users/imcockpit-9934276/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=3634623"><strong>Thomas Fengler</strong></a><strong>&nbsp;por&nbsp;<a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=3634623">Pixabay</a>&nbsp;</strong></figcaption></figure>



<p>Dessa forma, podemos entender, em situações análogas, que a tecnologia elimina atividades auxiliares, mas reforça a presença humana nas atividades principais. E aí, fica a pergunta: o que o BIM elimina (a necessidade de quantificação) pode ser entendido como atividade auxiliar ou como atividade principal?</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="706" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/iot-3337536_1920-1-1024x706.png" alt="" class="wp-image-82732" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/iot-3337536_1920-1-1024x706.png 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/iot-3337536_1920-1-300x207.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/iot-3337536_1920-1-768x530.png 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/iot-3337536_1920-1-1536x1059.png 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/iot-3337536_1920-1-18x12.png 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/iot-3337536_1920-1-380x262.png 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/iot-3337536_1920-1-800x552.png 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/iot-3337536_1920-1-1160x800.png 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/iot-3337536_1920-1-600x414.png 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/iot-3337536_1920-1.png 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>Imagem de&nbsp;<a href="https://pixabay.com/pt/users/tumisu-148124/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=3337536">Tumisu, please consider ☕ Thank you! ?</a>&nbsp;por&nbsp;<a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=3337536">Pixabay</a></figcaption></figure>



<p></p>



<h2 id="a-evolucao-das-plataformas-de-projeto-cad-x-bim" class="wp-block-heading">A evolução das plataformas de projeto (CAD x BIM)</h2>



<p>Neste momento, estamos vivenciando a transição entre dois modelos:</p>


<p><!-- [if gte mso 9]&gt;--></p>
<p><!-- [if gte mso 9]&gt;--></p>
<p><!-- [if gte mso 9]&gt;--></p>
<p style="margin-left: 36.0pt;text-align: justify;text-indent: -18.0pt"><!-- [if !supportLists]--><span style="font-family: Symbol">·<span style="font: 7.0pt 'Times New Roman'">&nbsp; </span></span>o vigente nas últimas décadas, em que se desenvolve o projeto/desenho no computador (AutoCAD, da AutoDesk, ou similares);</p>
<p style="margin-left: 36.0pt;text-align: justify;text-indent: -18.0pt"><!-- [if !supportLists]--><span style="font-family: Symbol">·<span style="font: 7.0pt 'Times New Roman'">&nbsp; </span></span>a nova fase, em que se modela a construção em meio virtual e, a partir dessa modelagem, gera-se o desenho (as plataformas BIM, dentre as quais destaca-se o REVIT, da AutoDesk).</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph {"canvasClassName":"cnvs-block-core-paragraph-1653514576459"} --></p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>
<p><!-- wp:paragraph {"canvasClassName":"cnvs-block-core-paragraph-1653511033306"} --></p>
<p>No conceito emimplantação, peças, modelos e elementos são definidos na plataforma BIM, diferente dos projetos em CAD, em que nos atemos à geometria das peças.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>
<p><!-- wp:paragraph {"canvasClassName":"cnvs-block-core-paragraph-1653515108625"} --></p>
<p>O reflexo imediato dessa nova filosofia de projetar é que o arquivo de projetos já lista os componentes projetados, permitindo que o sistema liste todos os elementos projetados, desde que corretamente modelados. E aqui reside o primeiro fator de risco do uso de tabelas geradas em plataformas BIM.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>
<p><!-- wp:paragraph {"canvasClassName":"cnvs-block-core-paragraph-1653511033312"} --></p>
<p>É comum nos depararmos com dois perfis de usuários BIM:</p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>
<p><!-- wp:list {"canvasClassName":"cnvs-block-core-list-1653511033318"} --></p>
<ul>
<li>aqueles cujo conhecimento em BIM não lhes permite uma modelagem profissionalmente aceitável, muitas vezes impedindo o uso das tabelas geradas;</li>
<li>aqueles que sabem trabalhar com o sistema, mas que, ao se deparar com elementos não-modelados, fazem ajustes que viabilizam a emissão dos desenhos, mas que resultam em tabelas muitas vezes repletas de falhas, prejudicando a confiabilidade do produto apresentado.</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list --></p>
<p><!-- wp:paragraph {"canvasClassName":"cnvs-block-core-paragraph-1653511033323"} --></p>
<p>Com base nos dois perfis acima, temos que, por mais que as tabelas resumo geradas auxiliem o trabalho de orçamentação, a capacidade de enxergar falhas e fazer os ajustes necessários do profissional à frente da orçamentação fica ainda mais necessária.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>
<p><!-- wp:heading {"canvasClassName":"cnvs-block-core-heading-1653511033328"} --></p>
<h2 id="elaborar-uma-proposta-e-somente-montar-planilhas">Elaborar uma proposta é somente montar planilhas?</h2>
<p><!-- /wp:heading --></p>
<p><!-- wp:paragraph {"canvasClassName":"cnvs-block-core-paragraph-1653511033334"} --></p>
<p>Além das deficiências na modelagem que resultam em demandar um profissional que tenha a visão necessária para entender as tabelas geradas e fazer os ajustes onde necessários, há que se observar que uma proposta orçamentária vai muito além da planilha em si. Se não, vejamos.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>
<p><!-- wp:paragraph {"canvasClassName":"cnvs-block-core-paragraph-1653511033339"} --></p>
<p><strong>Uma proposta que viabilize seu fechamento/negociação com segurança deve ser composta por:</strong></p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>
<p><!-- wp:list {"canvasClassName":"cnvs-block-core-list-1653511033344"} --></p>
<ul>
<li>uma planilha orçamentária que retrate fielmente os serviços necessários para o pleno atendimento do escopo solicitado;</li>
<li>uma modelagem de negócio que traga em si as alternativas de contratação de fornecedores, uma visão de gestão dos subcontratados e uma estrutura de interface comercial com o cliente;</li>
<li>uma estrutura documental que concatene todas essas informações, numa linguagem clara e objetiva.</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list --></p>
<p><!-- wp:paragraph {"canvasClassName":"cnvs-block-core-paragraph-1653511033349"} --></p>
<p>Assim sendo, por mais que possamos utilizar as quantidades geradas em BIM, o entendimento dessas informações e da melhor forma de utiliza-las é o que, de fato, vai viabilizar uma proposta campeã.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>
<p><!-- wp:heading {"canvasClassName":"cnvs-block-core-heading-1653511033355"} --></p>
<h4 id="e-o-uso-de-planilhas-orcamentarias-geradas-a-partir-de-programas-de-orcamentacao-com-base-em-tabelas-diretamente-extraidas-do-bim">E o uso de planilhas orçamentárias geradas a partir de programas de orçamentação, com base em tabelas diretamente extraídas do BIM?</h4>
<p><!-- /wp:heading --></p>
<p><!-- wp:paragraph {"canvasClassName":"cnvs-block-core-paragraph-1653511033361"} --></p>
<p>Não tem como negar o alivio de trabalho (e que trabalho!) que extrair a planilha direto de sistema traz. A grande vantagem dessa geração automática é a facilidade que traz nos processos de análise em geral.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>
<p><!-- wp:paragraph {"canvasClassName":"cnvs-block-core-paragraph-1653511033366"} --></p>
<p>Mas a atenção se faz ainda mais necessária, uma vez que vai ser necessário conferir eventuais ajustes a partir de trabalhos praticamente prontos.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>
<p><!-- wp:heading {"canvasClassName":"cnvs-block-core-heading-1653511033371"} --></p>
<h4 id="e-quando-eu-ainda-nao-tenho-um-projeto-em-bim-ou-pior-quando-eu-ainda-nao-tenho-projetos-executivos-que-me-permitam-extrair-numeros">E quando eu ainda não tenho um projeto em BIM? Ou pior, quando eu ainda não tenho projetos executivos que me permitam extrair números?</h4>
<p><!-- /wp:heading --></p>
<p><!-- wp:paragraph {"canvasClassName":"cnvs-block-core-paragraph-1653511033377"} --></p>
<p>Ao contrário do que muitos imaginam, a grande maioria dos orçamentos são feitos sem que tenhamos todos os projetos em mãos. É muito comum negociarmos obras em que não temos ainda os projetos de instalações ou até mesmo, muitas vezes, os estruturais, por exemplo.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>
<p><!-- wp:image {"id":82733,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none","canvasClassName":"cnvs-block-core-image-1653511033381"} --></p>
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" class="wp-image-82733" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/architecture-1857175_1920-1-1024x683.jpg" alt="" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/architecture-1857175_1920-1-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/architecture-1857175_1920-1-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/architecture-1857175_1920-1-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/architecture-1857175_1920-1-1536x1024.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/architecture-1857175_1920-1-18x12.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/architecture-1857175_1920-1-380x253.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/architecture-1857175_1920-1-800x533.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/architecture-1857175_1920-1-1160x773.jpg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/architecture-1857175_1920-1-600x400.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/architecture-1857175_1920-1.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption><strong>Imagem de Lorenzo Cafaro por Pixabay</strong></figcaption></figure>
<p><!-- /wp:image --></p>
<p><!-- wp:paragraph {"canvasClassName":"cnvs-block-core-paragraph-1653511033385"} --></p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>
<p><!-- wp:paragraph {"canvasClassName":"cnvs-block-core-paragraph-1653511033391"} --></p>
<p>Neste caso, o domínio pleno das ferramentas disponíveis faz a diferença entre um profissional que fecha obras com segurança, e um que se aventura. É possível, com base em tabelas de correspondências em obras similares, apresentar uma estimativa com grau razoável de precisão, desde que fique claro para o cliente o grau de precisão da documentação apresentada.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>
<p><!-- wp:heading {"canvasClassName":"cnvs-block-core-heading-1653511033396"} --></p>
<h3 id="entaoo-bim-vai-acabar-com-a-profissao-de-orcamentista">Então&#8230;o BIM vai acabar com a profissão de Orçamentista?</h3>
<p><!-- /wp:heading --></p>
<p><!-- wp:paragraph {"canvasClassName":"cnvs-block-core-paragraph-1653511033401"} --></p>
<p>A melhor resposta, ao meu ver, é: não existe forma de isso acontecer! Observa-se, atualmente, que as profissões ligadas a vendas tendem a ter menos profissionais, porém aqueles se estiverem preparados para a nova realidade tendem a ser cada vez mais valorizados.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>
<p><!-- wp:paragraph {"canvasClassName":"cnvs-block-core-paragraph-1653511033405"} --></p>
<p>No caso das profissões ligadas ao processo de orçamentação de obras, em particular, cada vez mais serão valorizados profissionais que viabilizem a geração de negócios, trazendo novos modelos de negócios e de relações com seus clientes, mesmo quando o volume de informações apresentados pelo cliente não seja suficiente, em princípio.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" class="wp-image-82734" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/people-1979261_1920-1024x683.jpg" alt="" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/people-1979261_1920-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/people-1979261_1920-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/people-1979261_1920-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/people-1979261_1920-1536x1024.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/people-1979261_1920-18x12.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/people-1979261_1920-380x253.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/people-1979261_1920-800x533.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/people-1979261_1920-1160x773.jpg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/people-1979261_1920-600x400.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/people-1979261_1920.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p></p>
<figcaption><strong>Imagem de Werner Heiber por Pixabay</strong></figcaption>
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<p>No próximo artigo, trataremos do perfil dos profissionais que obtêm melhores resultados no fechamento de obras. Até lá!</p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p><p>The post <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/o-orcamentista-vai-deixar-de-existir-com-o-bim/">O orçamentista vai deixar de existir com o BIM?</a> appeared first on <a href="https://blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>.</p>
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		<title>Qual o seu pior inimigo&#160; para fechar uma obra com segurança?</title>
		<link>https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-civil/qual-o-seu-pior-inimigo-para-fechar-uma-obra-com-seguranca/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=qual-o-seu-pior-inimigo-para-fechar-uma-obra-com-seguranca</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wilson Arlindo Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 May 2022 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestão de Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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		<category><![CDATA[negócios na construção civil]]></category>
		<category><![CDATA[orçamentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Neste artigo, descreveremos o principal motivo que impede a maioria dos profissionais de elaborar propostas e de fechar negócios com segurança, e como lidar com a situação</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>É comum cursarmos uma faculdade ou escola técnica, estagiarmos, trabalharmos às vezes por anos num segmento, e, quando surge uma oportunidade de nos aventurarmos”(justificaremos as aspas adiante), acabamos “travando”, perdendo oportunidades pelas quais almejamos por, muitas vezes, toda uma vida.</p>



<p>O lógico seria que, para fecharmos uma obra ou projeto com segurança, bastaria, àqueles que se aventuram neste caminho tão misterioso e, ao mesmo tempo, tão gratificante, que eles tenham:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Conhecimento técnico sobre os assuntos que serão oferecidos em proposta;</li><li>Visão do mercado e de como atuam os concorrentes e demais players de mercado;</li><li>Os recursos necessários (humanos, técnicos e materiais) para que a proposta seja plenamente cumprida;</li><li>Uma estrutura de apresentação tanto da empresa quanto do produto ofertado, de modo a apresentar a oferta (proposta) que melhor atenda ao cliente, com segurança e resultado.</li></ul>



<p>Porém, vemos muitos profissionais que, mesmo tendo os recursos e ferramentas acima, acabam “travando” na hora de apresentar uma proposta.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>&#8220;E aí, fica a pergunta: o que nos impede de ofertar e fechar uma obra ou projeto com segurança?&#8221;.</p><cite>Autor.</cite></blockquote>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/O-medo-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-82294" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/O-medo-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/O-medo-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/O-medo-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/O-medo-1536x1024.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/O-medo-2048x1365.jpg 2048w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/O-medo-18x12.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/O-medo-380x253.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/O-medo-800x533.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/O-medo-1160x773.jpg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/O-medo-600x400.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/O-medo-scaled.jpg 2560w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/simedblack-5480894/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=4733756">Med Ahabchane</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=4733756">Pixabay</a></figcaption></figure>



<p>Neste artigo, tomarei a liberdade de usar a experiência adquirida na gestão de equipes, tanto em orçamento quanto em planejamento de obra, para abordar aquele que, ao meu ver, é o pior inimigo de quem se propõe a orçar, propor e, principalmente, fechar obras e projetos com segurança.</p>



<h3 id="o-que-te-trava-de-seguir-adiante-em-qualquer-atividade-no-seu-cotidiano" class="wp-block-heading">O que te “trava” de seguir adiante, em qualquer atividade no seu cotidiano?</h3>



<p>No nosso dia-a-dia, é comum, nos depararmos com situações nas quais, instintivamente, nos sentimos “de mãos atadas”:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>A primeira vez que dirigimos um carro;</li><li>Que viajamos sozinhos;</li><li>Que apresentamos um trabalho técnico ou um projeto cujos reflexos podem nos levar a um outro estágio profissional;</li></ul>



<p>E outras tantas situações, que, por mais distintas que sejam, despertam em nós um dos instintos mais primitivos do ser humano: o medo. E aí cabe a pergunta:</p>



<h3 id="voce-tem-medo-de-que" class="wp-block-heading">Você tem medo de quê?</h3>



<p>Como já dissemos anteriormente, conhecimento técnico, visão de mercado, recursos para atender o escopo da proposta e ferramentas estruturadas para apresentar a empresa e a proposta, muitas vezes, esbarram no medo. </p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="717" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/duvida-1024x717.jpg" alt="" class="wp-image-82300" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/duvida-1024x717.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/duvida-300x210.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/duvida-768x538.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/duvida-1536x1075.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/duvida-18x12.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/duvida-380x266.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/duvida-800x560.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/duvida-1160x812.jpg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/duvida-600x420.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/duvida.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/tumisu-148124/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=5723449">Tumisu, please consider ☕ Thank you! ?</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=5723449">Pixabay</a></figcaption></figure>



<h6 id="esse-medo-pode-vir" class="wp-block-heading"><strong><span class="has-inline-color has-red-color">Esse medo pode vir:</span></strong></h6>



<ul class="wp-block-list"><li>Por estarmos lidando, pela primeira vez, com algo que não vivenciamos plenamente ainda;</li><li>Por, em algum momento de nossas trajetórias profissionais termos encarado o fechamento de obras como uma aventura” (lembra das aspas, que mencionei anteriormente?), e, em função disso, desenvolveram traumas. E gato escaldado tem medo de água fria&#8230;</li></ul>



<p>Nos dois casos, um fato comum desencadeia o medo: a falta de conhecimento. Mas, se temos conhecimento técnico, seja para elaborar uma proposta, seja para prestar o serviço ofertado, de que conhecimento não dispomos? O que, instintivamente, nos traz esse medo?</p>



<h4 id="a-construcao-civil-e-as-engenharias-de-maneira-geral-e-antes-de-tudo-uma-atividade-economica-e-que-requer-mais-que-conhecimento-tecnico-estrategia" class="wp-block-heading">A construção civil (e as engenharias, de maneira geral) é, antes de tudo, uma atividade econômica, e que requer, mais que conhecimento técnico, estratégia&#8230;</h4>



<p>Passamos anos, seja numa escola técnica, seja numa faculdade, enxergando o conhecimento técnico de uma maneira que julgo “romântica”: ao focarmos somente em aspectos técnicos, como qualidade do produto final ou velocidade de execução, dentre outros, negligenciamos que a Engenharia busca <strong><u>viabilizar</u></strong> o desenvolvimento de um produto ou serviço. </p>



<p>E o principal aspecto diferencial, uma vez entendido que o produto ou serviço é viável, é o <strong><u>custo/preço</u></strong>. Ou seja, o conhecimento técnico nos permite oferecer soluções, mas o que faz, de fato, que uma solução seja vencedora, é a estruturação de um modelo de negócio/atendimento que resulte num <strong><u>produto final competitivo</u></strong>. Resumindo: nem sempre a solução que tecnicamente se mostre a melhor, é, de fato, a que melhor atende o cliente final.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="575" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/Estrategia-1024x575.jpg" alt="" class="wp-image-82301" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/Estrategia-1024x575.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/Estrategia-300x169.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/Estrategia-768x432.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/Estrategia-1536x863.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/Estrategia-18x10.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/Estrategia-380x214.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/Estrategia-800x450.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/Estrategia-1160x652.jpg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/Estrategia-600x337.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/Estrategia.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/felixmittermeier-4397258/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=2730034">FelixMittermeier</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=2730034">Pixabay</a></figcaption></figure>



<p>Por outro lado, o mesmo produto pode ser oferecido de maneiras diferentes, em função de estratégias de mercado diferentes, oferecidas por fornecedores distintos. Para dar um exemplo, &nbsp;vamos considerar a cotação de uma cobertura metálica (com todo projeto e estudo de alternativas desenvolvido e finalizado, ficando claro que, neste caso, era a solução mais adequada) com dois fabricantes. Um deles ofereceu a cobertura pronta, acabada, levando a cobertura pronta, de carreta, para o posicionamento em obra, por meio de um guindaste. </p>



<p>O outro levou as peças desmontadas e montou no local, com um guincho de pequeno porte (munck). Provavelmente, o segundo fornecedor apresentou a melhor proposta, uma vez que caminhão comum e munck custam menos que carreta e guindaste. </p>



<h6 id="concordam-que-aqui-a-estrategia-executiva-fez-toda-a-diferenca" class="wp-block-heading"><strong><span class="has-inline-color has-red-color">Concordam que, aqui, a estratégia executiva fez toda a diferença?</span></strong></h6>



<p>Por fim, tomando o mesmo exemplo da cobertura acima, digamos que o cliente definiu que a montagem seria feita na obra (“in loco”). Aparentemente, as propostas seriam muito parecidas. Só que o primeiro fornecedor considerou que compraria todo material e emitiria uma nota fiscal do serviço pronto, ao final do serviço (travando dinheiro e faturando o material novamente, fazendo incidir custo com impostos duas vezes), enquanto o segundo fornecedor, de maneira estratégica, ofereceu para o cliente um desconto significativo, desde que ele fornecesse os materiais (até um limite que desse segurança ao cliente). </p>



<p>O desconto oferecido foi possível porque, ao não precisar faturar os materiais, o cliente não precisou pagar os impostos incidentes sobre esses materiais. </p>



<h6 id="novamente-nao-foi-a-solucao-tecnica-que-viabilizou-o-negocio-mas-o-modelo-de-negocio-ofertado" class="wp-block-heading">Novamente, não foi a solução técnica que viabilizou o negócio, mas o modelo de negócio ofertado.</h6>



<p>Com isso, podemos dizer que existe motivo para o medo (olha aí o inconsciente nos dando dicas preciosas&#8230;). Temos medo do desconhecido, e esse medo pode nos travar. E, neste caso, o que nos falta é o entendimento que a construção civil (e as engenharias, de modo geral) deve ser vista, antes de tudo, como <strong><u>negócio</u></strong>, e as soluções ofertadas devem resultar em lucros, para quem as solicita (o cliente) e para quem as executa. </p>



<p>E o segredo do sucesso, na engenharia como em qualquer negócio, é conseguir trazer satisfação para as duas partes, aliando soluções tecnicamente adequadas (e aí a faculdade nos dá os subsídios que nos são necessários) e economicamente atraentes (caso contrário, o vizinho oferece, tenha certeza disso). </p>



<p>Apresentar propostas com segurança (e, mais importante, fechar obras com segurança) implica em ter a segurança de ter esgotado as alternativas técnicas para a situação solicitada, mas, tão importante quanto (ou até mais importante, em muitos casos), oferecer modelos econômicos e alternativas logísticas que viabilizem, de fato, o negócio.</p>



<p>Ainda nos cabe observar um detalhe que, na engenharia, é muito negligenciado: negócios são feitos por pessoas, que representam empresas. </p>



<h6 id="ao-ofertar-um-produto-ele-oferece-junto-aspectos-como" class="wp-block-heading"><strong><span class="has-inline-color has-red-color">Ao ofertar um produto, ele oferece junto aspectos como:</span></strong></h6>



<ul class="wp-block-list"><li>Uma apresentação aderida ao perfil do cliente (numa obra para o Google, um negociador muito formal pode trazer dificuldades ao processo, ou trazer mais segurança, dependendo de como se porta);</li><li>Empatia com o cliente;</li><li>Confiabilidade ao expor o produto;</li><li>Conhecimento do produto final, do processo de produção e de todas as interfaces envolvidas;</li><li>Em resumo, muito da sensação de segurança que o cliente busca pode ser oferecido simplesmente com base no perfil de quem apresenta a proposta. Algo totalmente negligenciado na nossa formação técnica.</li></ul>



<p>Resumindo: é fundamental entender o negócio por trás da engenharia, e trabalhar isso no perfil do time de desenvolvimento/geração de negócios, para termos segurança na condução/fechamento de obras/negócios.</p>



<p>Mas, por mais que estejamos preparados para lidar com as situações, o “friozinho na barriga”é inevitável. <strong><span class="has-inline-color has-red-color">Aí cabe a pergunta: como lidamos com o medo, na elaboração/fechamento de propostas?</span></strong></p>



<h3 id="o-medoah-o-medo" class="wp-block-heading">O medo&#8230;ah, o medo&#8230;</h3>



<p>Antes de responder a pergunta acima, vale a pena falarmos um pouco sobre o medo, e porque é tão importante sabermos lidar com ele&#8230;</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="682" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/secret-3120483_1920-1024x682.jpg" alt="" class="wp-image-82302" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/secret-3120483_1920-1024x682.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/secret-3120483_1920-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/secret-3120483_1920-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/secret-3120483_1920-1536x1023.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/secret-3120483_1920-18x12.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/secret-3120483_1920-380x253.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/secret-3120483_1920-800x533.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/secret-3120483_1920-1160x773.jpg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/secret-3120483_1920-600x400.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/secret-3120483_1920.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/jplenio-7645255/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=3120483">jplenio</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=3120483">Pixabay</a></figcaption></figure>



<p>O medo talvez seja, junto com o apêndice, um dos últimos traços da nossa evolução, dentro do mundo animal. &nbsp;Temos medo porque, durante a evolução da espécie humana, ancestrais nossos caíram de penhascos (e perceberam que, ao nos aproximar de um lugar desconhecido, podemos cair também, morrendo por isso), ou foram atacados por animais que buscavam alimento (assim como ele atacava animais para deles se alimentar).</p>



<p>Ancestrais nossos entenderam que o fogo é bom, mas que, ao sermos envolvidos por ele, geralmente somos consumidos por ele. Ou seja, o medo vem junto com o instinto de sobrevivência, com o objetivo de <strong><u>respeitarmos</u></strong> cada situação e os riscos nela envolvidos, trazendo para nossa vida a noção de que precisamos conviver com as situações, mas sabendo que sempre há riscos (é como o fogo: é impossível vivermos sem ele, porém existe um limite natural de exposição ao fogo).</p>



<h6 id="podermos-ter-medo" class="wp-block-heading"><span class="has-inline-color has-red-color"><strong>Podermos ter medo:</strong></span></h6>



<ul class="wp-block-list"><li>De coisas que nos oferecem ameaça imediata (exemplo: medo de altura);</li><li>Da nossa expectativa ante uma situação desconhecida (exemplo: o que acontece se eu mudar meu itinerário e tomar um caminho pelo qual nunca passei, ou se eu fizer uma proposta de obra pela primeira vez)</li><li>De revivermos acontecimentos passados (exemplo: medo de um novo casamento, depois de um casamento frustrado, ou medo de fazer uma proposta de obra, depois de ter tomado prejuízo numa obra passada).</li></ul>



<p>Com base no que descrevermos anteriormente, podemos responder: porque é tão importante sabermos lidar com ele? E a resposta é: porque o medo nos protege, e, por isso, ele é necessário! Mas do mesmo jeito que preferimos ir à praia em dias quentes (porque sabemos que, no inverno, vamos passar frio, e o medo do frio nos protege de passa-lo na praia), precisamos saber usar, em cada situação pela qual passamos, o medo a nosso favor, nos protegendo, mas, ao mesmo tempo, nos dando a segurança de que fizemos tudo que nos cabe para atingir nosso objetivo.</p>



<p>Sempre que falo de medo, penso no autocontrole de um paraquedistas. Ele tem plena ciência de que, um passo errado, e ele vai morrer. Mas nem por isso ele deixa de saltar. </p>



<h6 id="so-que-antes-de-fazer-o-salto-ele" class="wp-block-heading"><strong><span class="has-inline-color has-red-color">Só que antes de fazer o salto, ele:</span></strong></h6>



<ul class="wp-block-list"><li>Verifica as condições de salto (ventos, visibilidade, local de queda, tempo máximo para acionar o paraquedas em segurança);</li><li>Verifica (em solo) se o paraquedas está de fato pronto para ser usado em salto;</li><li>Por fim, avalia (junto com seu superior imediato) se ele está de fato em condições pessoais (físicas/psicológicas/emocionais) de fazer o salto.</li></ul>



<p>Todos nós precisamos ser paraquedistas, em todas as nossas atividades. E ser paraquedista implica em correr riscos, sabendo quais são esses riscos, tendo um roteiro de como lidar com cada um deles e estando preparados para lidar com eles, sem aventuras. </p>



<p>Quem sabe esse <a href="http://google.com.br">lado</a> paraquedista não seja o que te falta para entrar nesse ramo tão instigante e lucrativo que é a gestão de negócios na construção civil? Se for, seja bem-vindo! </p>



<h2 id="vamos-compartilhar-nesse-espaco-nos-proximos-artigos-algumas-dicas-para-que-voce-possa-ter-a-seguranca-que-as-vezes-falta-para-seguir-em-frente-e-encarar-seu-paraquedas" class="cnvs-block-section-heading cnvs-block-section-heading-1652147340974 is-style-cnvs-block-section-heading-11 halignleft" >
	<span class="cnvs-section-title">
		<span>Vamos compartilhar nesse espaço, nos próximos artigos, algumas dicas para que você possa ter a segurança que às vezes falta para seguir em frente e encarar seu paraquedas&#8230;</span>
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<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/parachute-5558223_1920-1024x657.jpg" alt="" class="wp-image-82303" width="700" height="449" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/parachute-5558223_1920-1024x657.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/parachute-5558223_1920-300x192.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/parachute-5558223_1920-768x492.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/parachute-5558223_1920-1536x985.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/parachute-5558223_1920-18x12.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/parachute-5558223_1920-380x244.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/parachute-5558223_1920-800x513.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/parachute-5558223_1920-1160x744.jpg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/parachute-5558223_1920-600x385.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/parachute-5558223_1920.jpg 1920w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /><figcaption>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/neelam279-9820894/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=5558223">Frauke Riether</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=5558223">Pixabay</a></figcaption></figure>



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