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	<title>pesquisa Archives | Blog da Engenharia</title>
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	<description>Conhecimento Técnico que Transforma</description>
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	<title>pesquisa Archives | Blog da Engenharia</title>
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	<item>
		<title>Engenheiro, você tem que problematizar!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Giovana Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jun 2022 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque-topo]]></category>
		<category><![CDATA[ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Giovana Ribeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Giovana Ribeiro de Almeida]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[problema de pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[resultados]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Porque bocejamos quando alguém boceja?<br />
Sobreviveremos na Terra?<br />
Como desenvolver uma pesquisa?</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Essas perguntas aleatórias possuem uma relação pois, de alguma forma, orientam a ciência a buscar explicações por meio de pesquisas. As perguntas nos permitem compreender o mundo e são formuladas devido a capacidade humana de perceber quando algo não vai bem, ou seja, problematizar uma situação. <strong><span class="has-inline-color has-red-color">Pensamos e conhecemos quando problematizamos algo. Assim, fazemos ciência!</span></strong></p>



<p>Se você, estudante da graduação, pós, mestrado ou doutorado, está perdido em relação à qual rumo dar a sua pesquisa, prefere lavar louça ou pintar a parede do quarto quando o assunto é artigo científico/ TCC, ou não sabe nem como começar o seu trabalho, segue a leitura pois vai te dar uma luz sobre como prosseguir nessa tarefa.</p>



<h2 id="por-que-problematizar" class="wp-block-heading">Por que problematizar?</h2>



<p>Certamente, em algum momento da sua trajetória pessoal, você imaginou um cientista como um gênio louco no qual constrói coisas fantásticas ou, alguém que vive trancafiado em um laboratório realizando experimentos intermináveis para descobrir algo novo. Essas são apenas imagens cinematográficas na quais nos passam sobre os cientistas. Na verdade, são pessoas comuns, assim como eu e você, que aprenderam a buscar soluções para problemas refinados por uma especialização.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img decoding="async" src="https://animesonlinegames.com/wp-content/uploads/2020/04/o-laboratorio-de-dexter-episodio-52-animes-online-games.jpg" alt="O Laboratório de Dexter Dublado Temporada Online - Animes Online"/><figcaption>Quando criança, pensava que cientistas eram como o Dexter (entreguei minha idade, risos). </figcaption></figure></div>



<p>Entenda que a ciência se trata de uma especialização de algum pressuposto do conhecimento comum. Logo, fazer ciência se trata de um processo de desenvolvimento progressivo do senso comum. O ponto comum entre ambos está na tentativa de entender o mundo em prol da sobrevivência do ser humano, sendo que, nesse contexto, os saberes são originados a partir de problemas. Como exemplo, <a aria-label="undefined (opens in a new tab)" href="https://blogdaengenharia.com/secoes/colunistas-blog-da-engenharia/__trashed-2/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Marie Curie</a> refinou o trabalho acerca da radioatividade (<a aria-label="undefined (opens in a new tab)" href="https://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/fismod/mod06/m_s02.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">com base nas pesquisas de Henri Becquerel</a>).</p>



<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p><strong>O pensamento começa com a formulação de um problema. Só faz ciência quem consegue identificar um problema com clareza.</strong></p></blockquote></figure>



<p>Do mesmo modo que você identifica uma questão problemática no dia a dia (a partir da tomada de consciência de algo incoerente), a ciência se baseia na percepção e formulação de problemas originados por habilidades adquiridas no senso comum. A distinção ocorre no modo em que cada problema é tratado, já que a ciência requer procedimentos metódicos, sistemáticos e lógicos para responder a uma questão. Por fim, no meio científico e acadêmico, a formulação do problema recebe um nome especial, sendo problema de pesquisa.</p>



<h2 id="o-que-e-um-problema-de-pesquisa" class="wp-block-heading">O que é um problema de pesquisa?</h2>



<p>Para ficar mais claro, pode-se entender o problema de pesquisa como as articulações e interações de diversos elementos nos quais resultem em uma problemática na qual não pode ser resolvida de modo subjetivo ou com simples especulações. Geralmente, um problema de pesquisa se baseia em pesquisas anteriores.</p>



<p>O problema de pesquisa é o desafio para o pesquisador, sendo esta&nbsp;a fase decisiva para o andamento do processo de pesquisa. Portanto, esse é o passo inicial para qualquer atividade, de modo que a trajetória do trabalho busque uma solução/ resposta para essa questão.</p>



<p><strong>Basicamente, uma pesquisa é composta por:</strong></p>



<ul class="wp-block-list"><li>Introdução;</li><li>Referencial teórico;</li><li>Materiais e métodos/ metodologia;</li><li>Resultados e discussão;</li><li>Conclusão/ Considerações finais;</li><li>Referências bibliográficas.</li></ul>



<p>A questão de pesquisa deve ser apresentada na introdução, sendo aspecto chave para selecionar tudo o que será necessário para a realização do trabalho. Com isso, todos os esforços empreendidos em uma pesquisa precisam objetivar a busca da solução de um problema. Assim, as etapas finais do trabalho (resultados, discussão e conclusão) devem responder ao problema proposto, relatando se foi possível ou não esclarecê-lo.</p>



<h2 id="como-formular-um-problema-de-pesquisa-afinal" class="wp-block-heading">Como formular um problema de pesquisa, afinal?</h2>



<p>Fazer uma pesquisa científica significa colocar as ideias em ordem, sendo que tudo possui início com o problema de pesquisa na qual se trata de uma pergunta. Uma boa pesquisa requer uma boa pergunta! Pois, o sucesso da pesquisa está diretamente relacionado a resposta para o problema de pesquisa, no qual precisa ser claro, objetivo e coerente. É importante ter em mente que a solução faz parte do “lugar onde você quer chegar” e o problema é “onde você está”.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>&#8220;Frequentemente, a formulação de um problema é mais essencial do que sua solução.&#8221;</p><cite>Einstein</cite></blockquote>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" src="https://s2.glbimg.com/O_CXKn-yqESmMSTd307AKxJivls=/512x320/smart/e.glbimg.com/og/ed/f/original/2017/08/02/einstein.jpg" alt=""/><figcaption><a aria-label="undefined (opens in a new tab)" href="https://franklincovey.com.br/blog/segredo-da-genialidade/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Einstein foi um verdadeiro gênio ao pensar nas perguntas corretas para suas pesquisas  </a></figcaption></figure></div>



<p>Essa pergunta será o norte do trabalho, auxiliando o pesquisador a ter uma ampla visão do que será pesquisado e qual o caminho seguir a fim de cumprir tal objetivo. Logo, quando você pensar em uma situação problema, foque energia em elaborar uma pergunta que descreva o que fora imaginado, uma vez que a pesquisa é regida, inteiramente, sob uma pergunta simples. <strong>Veja abaixo alguns pontos que podem te auxiliar nessa missão:</strong></p>



<ul class="wp-block-list"><li>Uma boa revisão de literatura pode te auxiliar na percepção inicial de uma questão, selecionando tudo o que possa basear o seu trabalho.&nbsp;</li><li>Discutir o tema com profissionais mais experientes na área de estudo.</li></ul>



<p>Portanto, tudo começa com a formulação de um problema de pesquisa, uma simples pergunta. Por meio da questão de pesquisa, pode-se formular o objetivo geral e também específico do trabalho. Porém, isso fica como assunto para um próximo artigo, combinado?</p>



<p>Espero ter ajudado.</p>



<p>Grande abraço e até breve!!</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Pesquisa da USP desenvolve material para substituir amianto</title>
		<link>https://blogdaengenharia.com/especiais/carreira/pesquisa-da-usp-desenvolve-material-para-substituir-amianto/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=pesquisa-da-usp-desenvolve-material-para-substituir-amianto</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação BdE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jan 2014 02:07:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Alternativas ao amianto]]></category>
		<category><![CDATA[Amianto]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisadores da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP) desenvolveram um novo material com as mesmas qualidades&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pesquisadores da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP) desenvolveram um novo material com as mesmas qualidades e o mesmo desempenho do amianto para a fabricação de telhas. O composto reúne quantidade reduzida de fibras sintéticas – que têm preço elevado no mercado – e foi baseado na estrutura de materiais naturais como o bambu.<br />
<figure id="attachment_9813" aria-describedby="caption-attachment-9813" style="width: 300px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-9813 " src="//engenharia360.com/wp-content/uploads/2014/01/0742wd67681.jpg" alt="Caixas d'água" width="300" height="225" /><figcaption id="caption-attachment-9813" class="wp-caption-text">Caixas d&#8217;água feitas com amianto</figcaption></figure><br />
“Faz tempo que a indústria brasileira procura uma telha para substituir a de amianto. Fibras vegetais foram testadas, mas elas não têm durabilidade muito boa. As fibras sintéticas foram empregadas, mas com desempenho inferior às de amianto. Desenvolvemos algo que reduz o emprego de fibras sintéticas sem alterar o desempenho da telha”, disse o pesquisador Cleber Marcos Ribeiro Dias, autor do estudo sobre o emprego das fibras.<br />
No Brasil, o amianto é usado principalmente na fabricação de caixas d&#8217;água e telhas. Pesquisadores lembram que o produto é nocivo à saúde. No entanto, representantes de empresas defendem que é possível produzir o material de forma segura, garantindo a movimentação da economia e o emprego de milhares de trabalhadores. O amianto é considerado cancerígeno pela Organização Mundial da Saúde (OMS) na mesma classe que o benzeno, formol e tabaco. Mais de 50 países já proibiram a substância.<br />
Pelo menos cinco estados proíbem a extração, comercialização e o uso do amianto: São Paulo, Rio Grande do Sul, Pernambuco, Rio de Janeiro e Mato Grosso. A pedido das empresas produtoras, o Supremo Tribunal Federal analisa se a proibição nesses estados é constitucional.<br />
“Nós fizemos testes do novo composto em escala industrial e já pedimos uma patente com participação de duas empresas, uma de Leme (SP) e outra de Criciúma, que nos ajudaram na pesquisa. Os testes mostraram viabilidade na produção industrial”, disse o pesquisador.<br />
O trabalho, feito com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), foi desenvolvida no projeto Cimento-Celulose, elaborado pelos professores Holmer Savastano e Vanderley John, da Poli-USP.<br />
Via <a href="//agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-24/pesquisa-da-usp-desenvolve-material-para-substituir-amianto" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Agência Brasil</a><br />
&nbsp;</p>
<hr />
<h4 id="texto-por-douglas-moura-estudante-de-engenharia-civil-saxofonista-amador-e-programador-auto-didata-acredita-que-pode-mudar-o-mundo-um-passo-de-cada-vez-ama-jazz-software-livre-e"><strong><span style="color: #ff0000;">+</span> Texto por Douglas Moura.</strong> Estudante de Engenharia Civil, saxofonista amador e programador auto-didata, acredita que pode mudar o mundo um passo de cada vez. Ama jazz, software livre e ciências exatas.</h4>
<hr />
<h4 id="quer-ter-seu-texto-publicado-aqui-nos-envie-por-email-para-contatoengenharia360-com-e-se-o-conteudo-for-aprovado-nos-publicamos"><strong><span style="color: #000000;">Quer ter seu texto publicado aqui?</span></strong> Nos envie por email para contato@engenharia360.com e se o conteúdo for aprovado nós publicamos!</h4>
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			</item>
		<item>
		<title>FIPT oferece bolsas de estudo para iniciação tecnológica</title>
		<link>https://blogdaengenharia.com/especiais/carreira/fipt-oferece-bolsas-de-estudo-para-iniciacao-tecnologica/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=fipt-oferece-bolsas-de-estudo-para-iniciacao-tecnologica</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação BdE]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jan 2014 02:01:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsa de estudos]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Fundação de Apoio ao Instituto de Pesquisas Tecnológicas – FIPT está com inscrições abertas para 10 bolsas&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>Fundação de Apoio ao Instituto de Pesquisas Tecnológicas</strong> – FIPT está com inscrições abertas para 10 bolsas de estudo de iniciação tecnológica com remuneração de R$ 600,00. As bolsas destinam-se a alunos de instituições de nível superior.<br />
<img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-9874" src="//engenharia360.com/wp-content/uploads/2014/01/fipt.jpg" alt="fipt" width="560" height="70" /><br />
Os interessados devem entregar suas propostas de pesquisa até do dia 28 de fevereiro. Os resultados serão divulgados no dia 20 de março e os selecionados iniciarão o programa em abril, com um prazo de doze meses para o desenvolvimento do projeto, com possibilidade de prorrogação por mais doze meses.<br />
Com esta iniciativa, o FIPT visa estimular a formação de estudantes em atividades de pesquisa, desenvolvimento tecnológico e inovação, com o objetivo de formar recursos humanos aptos a contribuir para o aumento da capacidade do setor produtivo.<br />
O regulamento e o endereço de entrega das propostas podem ser encontrados no site <a href="//www.fipt.org.br/novo/eventos.htm" target="_blank" rel="noopener noreferrer">www.fipt.org.br/novo/eventos.htm</a>.<br />
&nbsp;</p>
<hr />
<h4 id="texto-por-douglas-moura-estudante-de-engenharia-civil-saxofonista-amador-e-programador-auto-didata-acredita-que-pode-mudar-o-mundo-um-passo-de-cada-vez-ama-jazz-software-livre-e"><strong><span style="color: #ff0000;">+</span> Texto por Douglas Moura.</strong> Estudante de Engenharia Civil, saxofonista amador e programador auto-didata, acredita que pode mudar o mundo um passo de cada vez. Ama jazz, software livre e ciências exatas.</h4>
<hr />
<h4 id="quer-ter-seu-texto-publicado-aqui-nos-envie-por-email-para-contatoengenharia360-com-e-se-o-conteudo-for-aprovado-nos-publicamos"><strong><span style="color: #000000;">Quer ter seu texto publicado aqui?</span></strong> Nos envie por email para contato@engenharia360.com e se o conteúdo for aprovado nós publicamos!</h4>
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			</item>
		<item>
		<title>O engenheiro de alto nível</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação BdE]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Feb 2012 18:16:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[alto nível]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
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		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[universidades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ano passado, durante um seminário na universidade, um professor nos apresentou o que ele considerava ser um engenheiro&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">
<p style="text-align: left;">Ano passado, durante um seminário na universidade, um professor nos apresentou o que ele considerava ser um engenheiro de alto nível. Achei interessante a definição dele, de modo que decidi compartilhá-la, com alguns itens meus em acréscimo.</p>
<p style="text-align: left;"><img decoding="async" class="alignnone wp-image-19362 size-full" src="//engenharia360.com/wp-content/uploads/2012/02/3.-Pessoas-apontando-câmera.jpg" alt="engenheiro-alto-nivel-blog-da-engenharia-01" width="800" height="533" /></p>
<p style="text-align: left;">Um engenheiro de alto nível é o produto do esforço de um estudante de engenharia que tem interesse tanto em pesquisa quanto em mercado de trabalho. Nesse sentido, é alguém com uma sede imensa de conhecimento, aliada à busca pelas melhores oportunidades. Para alguém assim, não há falta de emprego.</p>
<p style="text-align: left;">Costuma-se visualizar as opções de carreira do seguinte modo: ou o cidadão se forma e já vai para o mercado de trabalho, prestando concurso para uma multinacional, por exemplo, para então construir uma carreira na empresa, ou opta por estudar mais e mais e seguir carreira acadêmica. Pesquisas já haviam mostrado que quem sai da graduação diretamente para o  mercado de trabalho tem mais empregabilidade nas indústrias, por uma questão de estilo profissional.</p>
<p style="text-align: left;">Entretanto, com a crescente concorrência dos processos seletivos juntamente com a associação cada vez mais frequente de competitividade com inovação, as empresas têm preferido engenheiros cada vez mais bem formados, com formação ampla e noção vasta de vários campos. Nos EUA é comum as empresas contratarem pesquisadores para trabalhar com R&amp;D (Research and Development &#8211; Pesquisa e Desenvolvimento) e esse cenário tem sido cada vez mais uma tendência mundialmente, fomentando cada vez mais a qualidade dos produtos e o apreço às marcas, e, é claro, valorizando as melhores mentes por trás dos grandes projetos de engenharia.</p>
<p style="text-align: left;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-19363 size-full" src="//engenharia360.com/wp-content/uploads/2012/02/mercado-trabalho-engenharia.jpg" alt="engenheiro-alto-nivel-blog-da-engenharia-02" width="630" height="288" /></p>
<p style="text-align: left;">Um engenheiro de alto nível começa a ser formado nos primeiros anos da graduação (ou mesmo antes). É alguém que tem o perfil de engenheiro, mas procura se aprofundar nas áreas que mais lhe interessa. Não raro, podemos ver esse estudante de engenharia discutindo economia, política, filosofia, física quântica ou neurociência, porque é alguém que está em sintonia com as principais inovações nas ciências em geral. Procura aprender novas línguas, ou a tocar um novo instrumento musical. É uma pessoa que entra em qualquer círculo de conversação, dada a sua versatilidade (e a capacidade de trabalhar em rede – o que os administradores chamam de <em>networking</em>). É alguém sobre quem não podemos ter certeza de que obterá o sucesso naquilo que deseja, mas ao menos podemos dizer, com todas as letras, que tem comprometimento para tal.</p>
<p style="text-align: left;">É esse perfil de engenheiro que, atualmente, fatura centenas de milhares de dólares por ano em cargos de chefia estratégica nos Estados Unidos. É esse tipo de engenheiro que encabeça as mais produtivas linhas de produção mundo afora. E é esse tipo de engenheiro que as universidades brasileiras precisam se preocupar em formar, tendo em vista as nossas já iminentes necessidades energéticas, agroambientais, tecnológicas, socioeconômicas, etc.</p>
<p style="text-align: center;" align="center">***</p>
<p style="text-align: left;">Desejo veementemente àqueles estudantes de engenharia que, ao terem lido esse texto, sentiram uma pontada de esperança nascer no peito, que busquem se tornar engenheiros de alto nível, para assim, serem autores de grandes mudanças e novos paradigmas para a engenharia.</p>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>CNPq dobrará número de bolsas para formação de engenheiros</title>
		<link>https://blogdaengenharia.com/especiais/carreira/cnpq-dobrara-bolsas-engenheiros/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=cnpq-dobrara-bolsas-engenheiros</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação BdE]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 23:35:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[bolsas]]></category>
		<category><![CDATA[CNPq]]></category>
		<category><![CDATA[engenheiros]]></category>
		<category><![CDATA[iniciação científica]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se você está na universidade e pretende seguir carreira acadêmica ou de pesquisa, provavelmente já ouviu falar do&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-497 alignleft" style="border-style: initial;border-color: initial" src="//www.engenharia360.com/wp-content/uploads/2012/02/concurso-CNPq-300x132.jpg" alt="" width="300" height="132" /><br />
Se você está na universidade e pretende seguir carreira acadêmica ou de pesquisa, provavelmente já ouviu falar do <strong>CNPq</strong>, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, um dos maiores financiadores de pesquisa científica no Brasil. Ele deve em Março publicar um edital com a oferta de 12 mil bolsas de IC (Iniciação Científica) do programa Pró-Engenharia para alunos de graduação de todas as áreas de Engenharia, alunos de ensino médio (bolsas de Iniciação Científica Júnior [ICJ]) e professores orientadores.</p>
<div>
O número é o dobro do disponível atualmente, isso devido ao investimento de 24 milhões de reais obtidos pela parceria com a Vale. As bolsas serão ofertadas em todo o país, preferencialmente em instituições do Norte e Nordeste, devido a falta de mão de obra na região.<br />
O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) reconhece a falta de engenheiros no mercado de trabalho brasileiro e vê nisso uma alarmante problema dado o crescimento econômico do país nos próximos anos. A intenção do ministério é aumentar o interesse dos estudantes do ensino médio pela Engenharia, diminuir a evasão dos cursos nas universidades e melhorar a formação dos profissionais da Engenharia. A meta do governo é aumentar o número de formandos em 60% até 2014<br />
Informações do Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Confea) indicam déficit de 20 mil engenheiros por ano no país. De acordo, com o diretor de Engenharias, Ciências Exatas, Humanas e Sociais do CNPq, Guilherme Sales Melo, faltam no mercado de trabalho especialmente engenheiros civis, de minas, de petróleo e gás, navais e de computação.<br />
Uma pesquisa do Ipea, Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada mostra que apenas 35% dos engenheiros formados estão trabalhando na área. Na opinião do diretor, não é possível remanejar esses profissionais, “é mais fácil pegar novos engenheiros”. Por isso, o CNPq incluiu os alunos do ensino médio no programa. “É para que os estudantes trabalhem com professores universitários, despertem interesse, brilhem os olhos e digam &#8216;é isso que eu quero&#8217;”, completa Melo.<br />
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A estratégia de estimular mais alunos do ensino médio, no entanto, tem pelo menos duas limitações: a qualidade da educação e a evasão escolar. Menos da metade dos jovens de 15 a 17 anos está no ensino médio, e um quarto apenas dos formados chega às universidades. No ensino superior, a evasão chega a 60% em alguns cursos. Segundo Guilherme Sales Melo, em parte, a desistência dos alunos na universidade tem a ver com as exigências do curso, que requer dedicação exclusiva e tem alta carga de estudo em disciplinas como cálculo e física.<br />
A percepção sobre a dificuldade de formar engenheiros é partilhadas por outras empresas. O diretor do CNPq conta que na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) “há empresas que estão dando bolsas de estágio para os alunos continuarem fazendo o curso”. “Parece um contrassenso: o aluno quer fazer o estágio, só que o estágio é importante em um momento do curso e durante um tempo só. Tem que ter muito cuidado para o estagiário não virar mão de obra barata da empresa. Naquele tempo em que ele está estagiando, está deixando de estudar. Quanto mais estudar dedicadamente, mais longe vai chegar”, recomenda.<br />
Entre 2000 e 2009, o número de alunos concluintes de engenharia saltou de 22,8 mil para 47 mil. A participação de engenheiros no universo de formados, no entanto, caiu de 7% para menos de 6%. Na China, 35% dos formandos nas universidades são engenheiros; e na Coreia do Sul, 25%.<br />
Uma dica interessante para os estudantes de Engenharia que começaram agora no curso, ou estão nos primeiros termos é manter uma boa média e estudar para que não tenham reprovações, pois esses itens são um dos fatores importantes na hora do CNPq escolher seu projeto de pesquisa e te conceder uma bolsa. O valor da bolsa de IC não é muito alto, são R$360 atualmente, mas o ganho profissional é imensurável. Vale a pena correr atrás, estudar e se dedicar!
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