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	<title>preserveosoceanos Archives | Blog da Engenharia</title>
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	<description>Conhecimento Técnico que Transforma</description>
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	<title>preserveosoceanos Archives | Blog da Engenharia</title>
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		<title>O oceano nos conecta, literalmente mesmo!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ivanilson Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Aug 2021 11:00:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia de Pesca]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Oceanográfica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O oceano é um só e conecta o planeta todo. Não, não estamos falando do primeiro princípio da&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">O <a href="https://blogdaengenharia.com/dia-mundial-dos-oceanos-por-que-preservar/">oceano</a> é um só e conecta o planeta todo. Não, não estamos falando do primeiro princípio da <a href="https://blogdaengenharia.com/cultura-oceanica-a-relacao-ser-humano-e-oceano/">cultura oceânica</a> segundo a ONU.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Sua internet depende do mar, sendo que mais de 99% da nossa comunicação na internet depende de cabos submarinos que estão pelo mundo todo.</span></p>
<h3 id="mas-calma-nos-nao-desenvolvemos-satelites-4g-e-wi-fi-cade-a-nuvem" style="text-align: justify;"><b>Mas calma, nós não desenvolvemos satélites, 4G e WI-FI? Cadê a nuvem?</b></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">O oceano nos conecta através de nuvem, que se encontra debaixo do mar, passando por vents submarinos </span> <span style="font-weight: 400;">e animais que nós nem imaginamos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">O nosso sinal &#8220;</span> <i><span style="font-weight: 400;">sem fio</span></i><span style="font-weight: 400;">&#8221; só vai até a torre mais próxima, para depois voltar para a fiação debaixo da terra (e do mar).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Esses cabos surgiram em 1811, quando o primeiro cabo elétrico foi instalado no rio Isar, na Alemanha. Mais de um século depois, em 1954, o primeiro cabo comercial foi instalado no Mar Báltico, ligando a Suécia e a Ilha de Gotland. Desde então, </span> <a href="https://www.sciencedirect.com/topics/engineering/submarines"><span style="font-weight: 400;">os cabos submarinos</span></a><span style="font-weight: 400;">, continuaram a se espalhar por todo o mundo e ainda hoje são tecnologias de ponta.</span></p>
<h3 id="a-grande-vantagem" style="text-align: justify;"><b>A grande vantagem?</b></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Os cabos são muito usados em terra também, seja para enviar uma mensagem da Florida para Toronto ou para Recife.</span></p>
<h3 id="mas-isso-nao-vem-sem-impactos" style="text-align: justify;"><b>Mas isso não vem sem impactos!</b></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Esses cabos podem causar perturbações na vida marinha e nos habitats assim como qualquer outra instalação feita pelo homem ou atividade humana no mar.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Os impactos acontecem, principalmente durante a instalação, manutenção e descomissionamento dos cabos, feita com navios. Esses efeitos podem incluir danos ou perda de habitat, poluição </span> <a href="https://scholar.google.com/scholar_lookup?title=Assessment%20of%20the%20environmental%20impacts%20of%20cables&amp;publication_year=2009&amp;author=T.%20Merck&amp;author=R.%20Wasserthal"><span style="font-weight: 400;">química</span></a><span style="font-weight: 400;"> e </span><a href="http://dx.doi.org/10.1093/cid/cir102"><span style="font-weight: 400;">sonora</span></a><span style="font-weight: 400;">, </span><a href="https://scholar.google.com/scholar?q=OSPAR%20Commission.%20Background%20document%20on%20potential%20problems%20associated%20with%20power%20cables%20other%20than%20those%20for%20oil%20and%20gas%20activities;%202008."><span style="font-weight: 400;">emissão de calor</span></a><span style="font-weight: 400;">, mudanças nos </span><a href="https://scholar.google.com/scholar?q=Normandeau%20Associates%20Inc.,%20Exponent%20Inc.,%20Tricas%20T,%20Gill%20A.%20Effects%20of%20EMFs%20from%20undersea%20power%20cables%20on%20elasmobranchs%20and%20other%20marine%20species;%202011."><span style="font-weight: 400;">campos eletromagnéticos</span></a><span style="font-weight: 400;">, risco de </span><a href="https://doi.org/10.1109/JOE.2008.2001638"><span style="font-weight: 400;">emaranhamento</span></a><span style="font-weight: 400;"> e </span><a href="https://doi.org/10.1100/2012/386713"><span style="font-weight: 400;">criação de recife artificial</span></a><span style="font-weight: 400;"> e </span><a href="https://ars.els-cdn.com/content/image/1-s2.0-S1364032118305355-gr6_lrg.jpg"><span style="font-weight: 400;">efeitos de reserva</span></a><span style="font-weight: 400;"> (proteção da área de instalação).</span></p>
<figure id="attachment_74971" aria-describedby="caption-attachment-74971" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-74971 size-large" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/Potenciais-impactos-causados-​​pelos-diferentes-tipos-de-imersão-de-cabos-durante-as-fases-de-operação-e-instalaçãodescomissionamento.-1024x632.png" alt="o oceano nos conecta" width="1024" height="632" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/Potenciais-impactos-causados-​​pelos-diferentes-tipos-de-imersão-de-cabos-durante-as-fases-de-operação-e-instalaçãodescomissionamento.-1024x632.png 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/Potenciais-impactos-causados-​​pelos-diferentes-tipos-de-imersão-de-cabos-durante-as-fases-de-operação-e-instalaçãodescomissionamento.-300x185.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/Potenciais-impactos-causados-​​pelos-diferentes-tipos-de-imersão-de-cabos-durante-as-fases-de-operação-e-instalaçãodescomissionamento.-768x474.png 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/Potenciais-impactos-causados-​​pelos-diferentes-tipos-de-imersão-de-cabos-durante-as-fases-de-operação-e-instalaçãodescomissionamento.-1536x948.png 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/Potenciais-impactos-causados-​​pelos-diferentes-tipos-de-imersão-de-cabos-durante-as-fases-de-operação-e-instalaçãodescomissionamento..png 1600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-74971" class="wp-caption-text">Potenciais impactos causados ​​pelos diferentes tipos de imersão de cabos durante as fases de operação e instalação/descomissionamento.</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">De modo geral, os impactos ecológicos associados aos cabos podem ser considerados fracos ou moderados, embora muitas incertezas permaneçam e necessitem de mais estudos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Pesquisas recentes mostram que as </span> <a href="https://doi.org/10.1080/13603100902805359"><span style="font-weight: 400;">melhorias tecnológicas</span></a><span style="font-weight: 400;"> (enterramento de cabos ou proteção) proporcionam mais segurança (para humanos e para a fauna), pois diminui o risco de emaranhamentos e de curiosos.</span></p>
<h3 id="e-sabe-quem-adora-morder-um-cabinho" style="text-align: justify;"><b>E sabe quem adora morder um cabinho?</b></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Os tubas! Isso mesmo, os tubarões. Eles vem causando problemas com cabos a décadas!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Pesquisadores acreditam que os animais são atraídos pelo campo magnético dos cabos, que conseguem perceber pelas Ampolas de Lorenzini. Mas talvez eles também sejam só curiosos. Se de repente tivesse um pedaço comprido de plástico passando no meio da sua casa, o que você iria fazer?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Desde que os cabos começaram a ser enrolados em Kevlar, um tipo de plástico, os incidentes diminuíram muito.</span></p>
<h5 id="veja-so-quantos-cabos-existem-no-mundo" style="text-align: justify;"><b>Veja só quantos cabos existem no mundo:</b></h5>
<figure id="attachment_74972" aria-describedby="caption-attachment-74972" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-74972 size-large" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/Quantidade-de-cabos-existentes-no-mundo-1024x576.png" alt="o oceano nos conecta" width="1024" height="576" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/Quantidade-de-cabos-existentes-no-mundo-1024x576.png 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/Quantidade-de-cabos-existentes-no-mundo-300x169.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/Quantidade-de-cabos-existentes-no-mundo-768x432.png 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/Quantidade-de-cabos-existentes-no-mundo-400x225.png 400w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/Quantidade-de-cabos-existentes-no-mundo-600x338.png 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/Quantidade-de-cabos-existentes-no-mundo-800x450.png 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/Quantidade-de-cabos-existentes-no-mundo-1200x675.png 1200w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/Quantidade-de-cabos-existentes-no-mundo.png 1366w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-74972" class="wp-caption-text">Quantidade de cabos existentes no mundo.</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Segundo o TeleGeography são 1,2 milhão de km de cabos, o suficiente para dar 300 voltas na Terra. Você pode ver o mapa interativo e as empresas responsáveis por cada um em </span> <a href="http://www.submarinecablemap.com"><span style="font-weight: 400;">www.submarinecablemap.com</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Então está aí mais um motivo para agradecer ao oceano que nos une!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #333333;"><i><span style="font-weight: 400;">Achou interessante? Ajude-nos a divulgar como o oceano nos conecta!</span></i></span></p>
<hr />
<p style="text-align: justify;"><i><span style="font-weight: 400;">Fontes: The Undersea Network, livro de Nicole Starosielski, professora da NYU, Melissa Cristina Márquez, bióloga marinha em reportagem para Forbes, e artigo científico </span></i> <a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S1364032118305355"><i><span style="font-weight: 400;">A review of potential impacts of submarine power cables on the marine environment: Knowledge gaps, recommendations and future directions</span></i></a><i><span style="font-weight: 400;">.</span></i></p>
<hr />
<p style="text-align: center;"><span style="color: #ff6600;"><i><span style="font-weight: 400;">Siga </span></i><a style="color: #ff6600;" href="https://www.instagram.com/ivanilsonsnts/"><i><span style="font-weight: 400;">@ivanilsonsnts</span></i></a><i> </i><i><span style="font-weight: 400;">para mais conteúdo e conheça mais sobre a Engenharia de Pesca </span></i><a style="color: #ff6600;" href="https://blogdaengenharia.com/author/ivanilson-de-lima/"><i><span style="font-weight: 400;">aqui</span></i></a><i><span style="font-weight: 400;">.</span></i></span></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Cavalo-marinho: Conheça mais sobre esse peixe</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ivanilson Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Apr 2021 11:00:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Curiosidades da Engenharia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você sabia que o cavalo-marinho é um peixe e não um cavalo, como o próprio nome sugere? Surpreso?&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">Você sabia que o cavalo-marinho é um peixe e não um cavalo, como o próprio nome sugere? Surpreso? Então continue lendo este artigo para conhecer sobre esses &#8220;animaizinhos fofinhos&#8221; e fascinantes. <strong><span style="color: #ff6600"><em>Então bora conferir!</em></span></strong></p>
<h4 id="a-principio-o-que-sao-cavalos-marinhos" style="text-align: justify">A princípio, o que são cavalos-marinhos?</h4>
<p style="text-align: justify">Os cavalos-marinhos são peixes ósseos (teleósteos) do gênero <em>Hippocampus</em>, pertencentes à família Syngnathidae.</p>
<figure id="attachment_69900" aria-describedby="caption-attachment-69900" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.instagram.com/p/BMKMledgisW/"><img decoding="async" class="wp-image-69900 size-large" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/cavalo-marinho2-1024x671.jpg" alt="" width="1024" height="671" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/cavalo-marinho2-1024x671.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/cavalo-marinho2-300x197.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/cavalo-marinho2-768x503.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/cavalo-marinho2.jpg 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption id="caption-attachment-69900" class="wp-caption-text">Cavalo-marinho <em>Hippocampus reidi</em>. Fonte: <a href="https://www.instagram.com/projetohippocampus/">@projetohippocampus</a>.</figcaption></figure>
<h4 id="distribuicao" style="text-align: justify">Distribuição</h4>
<p style="text-align: justify">No mundo, existem mais de 40 espécies de cavalos-marinhos distribuídas em todos os continentes, em regiões temperadas e tropicais.</p>
<p style="text-align: justify">Enquanto, no Brasil, são encontradas três espécies, <em>Hippocampus erectus,</em> <em>Hippocampus reidi </em>e <em>Hippocampus</em><em> patagonicus </em>e <span style="font-size: 1.21429rem">encontram-se distribuídas ao logo da costa do nosso país.</span></p>
<figure id="attachment_69894" aria-describedby="caption-attachment-69894" style="width: 663px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.instagram.com/projetohippocampus/"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-69894 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/distribuição-dos-cavalos-marinhos.png" alt="cavalo-marinho" width="663" height="538" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/distribuição-dos-cavalos-marinhos.png 663w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/distribuição-dos-cavalos-marinhos-300x243.png 300w" sizes="(max-width: 663px) 100vw, 663px" /></a><figcaption id="caption-attachment-69894" class="wp-caption-text">Mapa da distribuição das espécies no Brasil. <span style="color: #ff0000"><em>Hippocampus erectus</em>;</span><span style="color: #333333"> <em>H. reidi</em>;</span> <span style="color: #99cc00"><em>H. patagonicus</em>.</span> Fonte: <a href="https://www.instagram.com/projetohippocampus/">@projetohippocampus</a>.</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify"><span style="font-size: 1.21429rem">Habitam ambientes semelhantes, mas o </span><em style="font-size: 1.21429rem">H. reidi</em><span style="font-size: 1.21429rem">, espécie mais facilmente encontrada, ocupa tanto os estuários, quanto o mar (recifes de coral). Enquanto as espécies </span><em style="font-size: 1.21429rem">H. erectus</em><span style="font-size: 1.21429rem"> e </span><em style="font-size: 1.21429rem">H. patagonicus</em><span style="font-size: 1.21429rem"> ocupam o ambiente marinho, sendo raros os registros em estuários.</span></p>
<h4 id="reproducao" style="text-align: justify">Reprodução</h4>
<p style="text-align: justify">De fato, a característica mais peculiar e interessante do cavalo-marinho é que os machos ficam grávidos. Isto é, as fêmeas transferem seus óvulos para uma bolsa incubadora presente nos machos.</p>
<figure id="attachment_69898" aria-describedby="caption-attachment-69898" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.instagram.com/p/Bph672bHuk7/"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-69898" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/cavalo-marinho-grávido-1024x969.jpg" alt="" width="1024" height="969" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/cavalo-marinho-grávido-1024x969.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/cavalo-marinho-grávido-300x284.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/cavalo-marinho-grávido-768x727.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/cavalo-marinho-grávido.jpg 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption id="caption-attachment-69898" class="wp-caption-text">Cavalo-marinho <em>Hippocampus reidi</em> grávido. Fonte: <a href="https://www.instagram.com/projetohippocampus/">@projetohippocampus</a>.</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify">Em seguida, os machos liberam seu esperma na bolsa incubadora, fertilizando-os.</p>
<p style="text-align: justify">Assim, o macho carrega a bolsa com os ovos, e após 2 meses os filhotinhos saem para superfície e se tornam totalmente independentes.</p>
<p><iframe title="Veja um Cavalo-Marinho Dar à Luz 2000 Bebés" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/n4SBYrBjZM0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p style="text-align: justify">Essa reprodução dos cavalos-marinhos acontece o ano inteiro e a partir de um ano de vida, os casais formados já conseguem produzir mais de 1000 alevinos por gestação.</p>
<p style="text-align: justify">Contudo, apresentam baixa sobrevivência e fecundidade se comparados com outras espécies de peixes.</p>
<h4 id="alimentacao" style="text-align: justify">Alimentação</h4>
<p style="text-align: justify">Os cavalos-marinhos são animais carnívores e apresentam comportamento e preferências alimentares muito semelhantes. Portanto, ele se alimenta de pequenos crustáceos, larvas, ovos de peixe e animais invertebrados.</p>
<figure id="attachment_69899" aria-describedby="caption-attachment-69899" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.instagram.com/p/B21tHsYBvnH/"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-69899 size-large" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/cavalo-marinho-se-alimentando-1024x995.jpg" alt="cavalo-marinho" width="1024" height="995" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/cavalo-marinho-se-alimentando-1024x995.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/cavalo-marinho-se-alimentando-300x291.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/cavalo-marinho-se-alimentando-768x746.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/cavalo-marinho-se-alimentando.jpg 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption id="caption-attachment-69899" class="wp-caption-text">Cavalo-marinho se alimentando de camarão. Fonte: <a href="https://www.instagram.com/projetohippocampus/">@projetohippocampus</a>.</figcaption></figure>
<h3 id="curiosidades-sobre-o-cavalo-marinho" style="text-align: justify">Curiosidades sobre o cavalo-marinho</h3>
<p style="text-align: justify">Eles exibem mimetismo semelhante ao dos camaleões, podendo mexer os olhos independentemente um do outro, além de sua mudança de cor em alguns momentos da vida.</p>
<p style="text-align: justify">Ademais, os cavalos-marinhos exibem baixa mobilidade, se comparados com outros peixes. Todavia, são ótimos nadadores utilizando seus corpos na vertical, movimentando rapidamente suas barbatanas.</p>
<h4 id="alerta-perigo-de-extincao-do-cavalo-marinho" style="text-align: justify">Alerta: Perigo de extinção do cavalo-marinho!</h4>
<figure id="attachment_69902" aria-describedby="caption-attachment-69902" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><a style="font-weight: bold;text-align: center;font-size: 1.21429rem" href="https://www.instagram.com/p/BY8iyqxHx4r/"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-69902 size-large" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/destruição-do-habitat-do-cavalo-marinho-1024x1003.jpg" alt="cavalo-marinho" width="1024" height="1003" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/destruição-do-habitat-do-cavalo-marinho-1024x1003.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/destruição-do-habitat-do-cavalo-marinho-300x294.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/destruição-do-habitat-do-cavalo-marinho-768x752.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/destruição-do-habitat-do-cavalo-marinho.jpg 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption id="caption-attachment-69902" class="wp-caption-text">Destruição do habitat do cavalo-marinho. Fonte: @justinhofman.</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify"><em><strong>Sim, TODAS as espécies de cavalo-marinho estão em perigo de extinção!</strong> </em>E algumas das causas são a pesca predatória e a degradação ambiental que causa a perda de seus habitats.</p>
<p style="text-align: justify">Além disso, os cavalos-marinhos costumam ser comercializados vivos para a criação em aquários ou <span style="font-size: 1.21429rem">até mesmo </span>secos para fins decorativos.</p>
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