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	<title>siderurgia Archives | Blog da Engenharia</title>
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	<description>Conhecimento Técnico que Transforma</description>
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	<title>siderurgia Archives | Blog da Engenharia</title>
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		<title>Engenharia em Tecnologias de Descarbonização para Indústrias Pesadas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Talles Gaspar Guedes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Sep 2024 13:29:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia Ambiental e Sanitária]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Captura de Carbono]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As indústrias pesadas, como a siderurgia e a produção de cimento, estão entre as principais fontes de emissões&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>As indústrias pesadas, como a siderurgia e a produção de cimento, estão entre as principais fontes de emissões de carbono no mundo. Dada a urgência de mitigar as mudanças climáticas, a engenharia tem desempenhado um papel crucial no desenvolvimento de tecnologias para descarbonizar essas indústrias. Este artigo explora algumas das soluções mais promissoras que estão sendo implementadas e desenvolvidas para reduzir as emissões de carbono em setores tradicionalmente difíceis de descarbonizar.</p>



<h3 id="desafios-na-descarbonizacao-de-industrias-pesadas" class="wp-block-heading"><strong>Desafios na Descarbonização de Indústrias Pesadas</strong></h3>



<p>Antes de abordar as soluções, é importante entender os desafios específicos que tornam a descarbonização de indústrias como a siderurgia e o cimento tão complexa. Esses setores dependem de processos intensivos em energia e matérias-primas que naturalmente resultam em altas emissões de CO₂. No caso da siderurgia, por exemplo, o processo de redução do minério de ferro para produção de aço é altamente dependente de combustíveis fósseis, enquanto a produção de cimento envolve a calcinação do calcário, que libera grandes quantidades de CO₂.</p>



<h3 id="tecnologias-de-descarbonizacao-para-a-siderurgia" class="wp-block-heading"><strong>Tecnologias de Descarbonização para a Siderurgia</strong></h3>



<h4 id="uso-de-hidrogenio-verde" class="wp-block-heading"><strong>Uso de Hidrogênio Verde</strong></h4>



<p>Uma das principais inovações na siderurgia é o uso de hidrogênio verde como agente redutor em vez de carvão ou gás natural. No processo conhecido como “redução direta”, o hidrogênio é utilizado para remover o oxigênio do minério de ferro, produzindo aço e emitindo apenas água como subproduto. Esta tecnologia, ainda em fase de testes e implementação inicial, tem o potencial de eliminar quase totalmente as emissões de CO₂ na produção de aço.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="720" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/09/hidrogenio-verde-1024x720.jpg" alt="descarbonização" class="wp-image-97538" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/09/hidrogenio-verde-1024x720.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/09/hidrogenio-verde-300x211.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/09/hidrogenio-verde-768x540.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/09/hidrogenio-verde-1536x1080.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/09/hidrogenio-verde-380x267.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/09/hidrogenio-verde-800x563.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/09/hidrogenio-verde-1160x816.jpg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/09/hidrogenio-verde.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h4 id="captura-e-armazenamento-de-carbono-ccs" class="wp-block-heading"><strong>Captura e Armazenamento de Carbono (CCS)</strong></h4>



<p>Outra abordagem é a Captura e Armazenamento de Carbono (CCS), onde o CO₂ gerado durante a produção de aço é capturado e armazenado em reservatórios geológicos, impedindo que chegue à atmosfera. Embora o CCS já seja tecnicamente viável, seus altos custos e a necessidade de infraestrutura adequada para o armazenamento ainda desafiam sua implementação.</p>



<h3 id="solucoes-de-descarbonizacao-na-producao-de-cimento" class="wp-block-heading"><strong>Soluções de Descarbonização na Produção de Cimento</strong></h3>



<h4 id="cimentos-de-baixo-carbono" class="wp-block-heading"><strong>Cimentos de Baixo Carbono</strong></h4>



<p>A indústria do cimento desenvolve cimentos de baixo carbono, substituindo parte do clínquer por materiais alternativos como cinzas volantes e escórias de alto-forno. Dessa forma, essa substituição reduz significativamente as emissões associadas ao processo de calcinação.</p>



<h4 id="captura-e-utilizacao-de-carbono-ccu" class="wp-block-heading"><strong>Captura e Utilização de Carbono (CCU)</strong></h4>



<p>Além da captura, o setor de cimento também está explorando a Captura e Utilização de Carbono (CCU). Este processo não só captura o CO₂, mas também o reutiliza como matéria-prima em outros processos industriais, como a fabricação de agregados para construção, ajudando a fechar o ciclo de carbono e criar produtos com menor pegada de carbono.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="720" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/09/pegada-de-carbono-1024x720.jpg" alt="descarbonização" class="wp-image-97539" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/09/pegada-de-carbono-1024x720.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/09/pegada-de-carbono-300x211.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/09/pegada-de-carbono-768x540.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/09/pegada-de-carbono-1536x1080.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/09/pegada-de-carbono-380x267.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/09/pegada-de-carbono-800x563.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/09/pegada-de-carbono-1160x816.jpg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/09/pegada-de-carbono.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h3 id="o-papel-da-engenharia-na-inovacao-e-implementacao" class="wp-block-heading"><strong>O Papel da Engenharia na Inovação e Implementação</strong></h3>



<p>O futuro da descarbonização nas indústrias pesadas depende da tecnologia e da cooperação entre governos, indústria e academia para superar barreiras. A engenharia continuará a ser o pilar dessa transformação, com soluções inovadoras que não só reduzem as emissões de carbono, mas também impulsionam a eficiência e a competitividade das indústrias pesadas.</p>



<p>Por fim, se você deseja saber mais sobre sustentabilidade e meio ambiente, visite minha coluna no Blog da Engenharia:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://blogdaengenharia.com/author/talles-gaspar-guedes/">https://blogdaengenharia.com/author/talles-gaspar-guedes/</a></li>
</ul>
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			</item>
		<item>
		<title>Simulação computacional aplicada ao refino do aço nas aciarias LD</title>
		<link>https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-industrial/simulacao-computacional-aplicada-ao-refino-do-aco-nas-aciarias-ld/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=simulacao-computacional-aplicada-ao-refino-do-aco-nas-aciarias-ld</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lílian Barros da Silveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Feb 2021 11:00:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia Industrial]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Metalúrgica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A simulação computacional é a bola de cristal da engenharia. A partir dela é possível prever resultados, inovar,&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A simulação computacional é a bola de cristal da engenharia. A partir dela é possível prever resultados, inovar, observar e aprimorar processos das mais diversas áreas, auxiliando na tomada de decisão.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando o contexto é redução de custos em processos industriais, a simulação computacional se transforma em uma ferramenta ainda mais valiosa. Sabe por quê?</p>
<p style="text-align: justify;">Por fornecer resultados confiáveis em pouco tempo e com baixo custo.</p>
<p style="text-align: justify;">Nas siderúrgicas, por exemplo, a preocupação com a <a href="https://acobrasil.org.br/site/noticia/producao-de-aco-na-america-latina-continua-em-queda/">contenção de gastos</a> tem sido cada vez maior.</p>
<h3 id="entenda-os-motivos" style="text-align: justify;">Entenda os motivos</h3>
<p style="text-align: justify;">O aço é um material que dificilmente conquistará novos espaços de utilização, apesar da versatilidade de propriedades. Isso se deve a:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>concorrência dos materiais sucedâneos (alumínio, superligas, polímeros, entre outros)</li>
<li>estagnação relativa da <a href="https://www.worldsteel.org/media-centre/press-releases/2020/Global-crude-steel-output-increases-by-3.4--in-2019.html#:~:text=Global%20crude%20steel%20production%20reached,Asia%20and%20the%20Middle%20East.">produção mundial </a> em t/ano</li>
<li>elevados custos de mão de obra e de matéria-prima</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Tal contexto tem levado a redução da lucratividade das siderúrgicas, acarretando a constante busca por medidas que levem ao aumento da eficiência do processo e a queda nos custos de produção do aço.</p>
<h3 id="alternativas-para-reducao-do-custo-de-producao-do-aco-nas-aciarias-ld" style="text-align: justify;">Alternativas para redução do custo de produção do aço nas aciarias LD</h3>
<p style="text-align: justify;">Os custo de produção são alavancados pelo preço da matéria–prima, especialmente minério de ferro, coque, desoxidantes e ferros-ligas.</p>
<p style="text-align: justify;">Os desoxidantes e ferros-liga são usados na etapa do refino, que acontece nas <a href="https://www.infomet.com.br/site/acos-e-ligas-conteudo-ler.php?codConteudo=236">aciarias</a>, então uma forma de reduzir o consumo dessas matérias-primas é controlar a passagem de escória do conversor para a panela.</p>
<p><figure id="attachment_66501" aria-describedby="caption-attachment-66501" style="width: 878px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="size-full wp-image-66501" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/Redução-do-custo-de-produção-do-aço.jpg" alt="" width="878" height="453" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/Redução-do-custo-de-produção-do-aço.jpg 878w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/Redução-do-custo-de-produção-do-aço-300x155.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/Redução-do-custo-de-produção-do-aço-768x396.jpg 768w" sizes="(max-width: 878px) 100vw, 878px" /><figcaption id="caption-attachment-66501" class="wp-caption-text">Redução do custo de produção do aço</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify;">A produção de escória de aciaria é inevitável ao processo de refino, uma vez que é o produto das reações de oxidação das impurezas do gusa, levando a conversão deste em aço.</p>
<p style="text-align: justify;">Embora seja fundamental para obtenção do aço, a escória presente na panela após o vazamento é indesejável.</p>
<h3 id="e-por-que-a-escoria-nao-e-bem-vinda" style="text-align: justify;">E por que a escória não é bem-vinda?</h3>
<p style="text-align: justify;">A escória eleva o consumo de desoxidantes e de ferros–ligas, que são usados como forma de garantir o nível de limpeza interna do aço, do ponto de vista das inclusões.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, a ela pode provocar reversão de alguns elementos para o banho metálico, que por sua vez acarretam em problemas na etapa de laminação, por isso o controle da passagem de escória do conversor para a panela<span style="font-size: 1.1429rem;"> é uma busca constante nas aciarias LD.</span></p>
<p style="text-align: justify;">Com base nisso, nesse artigo dois canais de vazamento de conversores LD, um cônico e o outro cilíndrico, foram comparados, via simulação computacional, a fim de avaliar se a geometria é capaz de influenciar na redução da passagem de escória do conversor para a panela.</p>
<h3 id="enfim-as-previsoes-da-bola-de-cristal" style="text-align: justify;">Enfim, as previsões da bola de cristal</h3>
<p style="text-align: justify;">A simulação possibilitou o entendimento de um processo impossível de ser visto a olho nu, ao mesmo tempo que permitiu comparar e antever o desempenho dos canais.</p>
<p style="text-align: justify;">Os resultados mostraram que durante o escoamento do aço há formação de vórtice na entrada do canal de vazamento do conversor e é esse fenômeno o responsável pelo arraste de escória, que por ter menor densidade fica sobrenadante ao aço.</p>
<p style="text-align: justify;">Para entender como o processo de formação do vórtice acontece e analisar a influência da geometria dos canais no arraste de escória, as simulações foram feitas no <a href="https://www.ansys.com/products/fluids/ansys-cfx">ANSYS CFX® 14.0</a>. Veja nos vídeos a seguir:</p>
<p><iframe title="Canal cilíndrico" width="1200" height="900" src="https://www.youtube.com/embed/--ar1Tutcyg?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p><iframe title="Canal Cônico" width="1200" height="900" src="https://www.youtube.com/embed/K5IB1-OnQIA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p style="text-align: justify;">Nota-se que o tempo de vazamento do aço é maior no canal cônico que no cilíndrico. Já o vórtice é mais acentuado no canal cilíndrico que no cônico.</p>
<p>A figura 1 mostra o escoamento do aço com tempo de simulação t=4s, onde fica destacada a maior vorticidade no canal cilíndrico.</p>
<p><figure id="attachment_66515" aria-describedby="caption-attachment-66515" style="width: 1147px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-66515 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/Comparação-dos-canais-4s-1.jpg" alt="" width="1147" height="500" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/Comparação-dos-canais-4s-1.jpg 1147w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/Comparação-dos-canais-4s-1-300x131.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/Comparação-dos-canais-4s-1-1024x446.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/Comparação-dos-canais-4s-1-768x335.jpg 768w" sizes="(max-width: 1147px) 100vw, 1147px" /><figcaption id="caption-attachment-66515" class="wp-caption-text">Figura 1: Comparação do escoamento do aço nos canais em t= 4s</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify;">A figura 2 mostra o escoamento do aço no tempo de simulação t=5s.</p>
<p style="text-align: justify;">Na figura 2(a) vê-se a acentuada contaminação do aço pela escória, o que é sinalizado por sua reduzida fração volumétrica indicada pela cor verde.</p>
<p style="text-align: justify;">Já ao comparar as figuras 2 (a) e (b) nota-se que, para o mesmo tempo de vazamento, o volume de aço no conversor é bem maior no canal de geometria cônica, o que é justificado pelo escoamento mais lento, conforme mostrado nos vídeos.</p>
<p><figure id="attachment_66516" aria-describedby="caption-attachment-66516" style="width: 1143px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-66516 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/Comparação-dos-canais-5s.jpg" alt="" width="1143" height="488" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/Comparação-dos-canais-5s.jpg 1143w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/Comparação-dos-canais-5s-300x128.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/Comparação-dos-canais-5s-1024x437.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/Comparação-dos-canais-5s-768x328.jpg 768w" sizes="(max-width: 1143px) 100vw, 1143px" /><figcaption id="caption-attachment-66516" class="wp-caption-text">Figura 2: Comparação do vazamento do aço nos canais em t= 5s</figcaption></figure></p>
<h3 id="antevendo-vantagens-e-desvantagens" style="text-align: justify;">Antevendo vantagens e desvantagens</h3>
<p style="text-align: justify;">De acordo com os resultados da simulação o canal cônico:</p>
<ol>
<li style="text-align: justify;">Reduz a vorticidade do banho metálico no conversor, levando a menor passagem de escória do conversor para a panela;</li>
<li style="text-align: justify;">Contribui para um maior nível de limpeza interna do aço;</li>
<li style="text-align: justify;">Contribui para um menor consumo de desoxidantes e de ferros-ligas nas aciarias;</li>
<li style="text-align: justify;">Oferece a desvantagem de aumentar o tempo de vazamento do aço, logo diminui a produção, o que não é favorável para o ambiente industrial.</li>
</ol>
<hr />
<p style="text-align: center;"><span style="color: #ff6600;">Para saber mais sobre siderurgia leia o artigo <a style="color: #ff6600;" href="https://blogdaengenharia.com/sustentabilidade-aco-entre-materias-primas/">Sustentabilidade: Aço entre matérias-primas</a>.</span></p>
<p>The post <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-industrial/simulacao-computacional-aplicada-ao-refino-do-aco-nas-aciarias-ld/">Simulação computacional aplicada ao refino do aço nas aciarias LD</a> appeared first on <a href="https://blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>.</p>
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