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Cidades Inteligentes: inovação, resiliência e participação

“Cidades inteligentes são lugares onde tudo parece conspirar para fazer a nossa vida melhor! ”

Primeiramente, muito se fala sobre as cidades inteligentes, porém, as pessoas ainda têm a percepção de que, cidade inteligente é uma cidade digital, com lâmpadas de LED e internet na praça, porém, é muito mais que isso. A definição de cidade inteligente é bem mais complexa, pois, trata-se de um ecossistema eficiente, inovador, com cidadãos proativos, independentes e conscientes.

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Fonte: pixabay

Cidades Inteligentes no Brasil.

Sobretudo, não podemos comparar as nossas cidades com as cidades inteligentes dos países desenvolvidos, pois, apesar de todo o desenvolvimento, ainda somos atrasados e enfrentamos problemas que esses países do primeiro mundo já resolveram, como, por exemplo saneamento básico, regularização fundiária, planejamento e mobilidade urbana. Quando falamos em cidades inteligentes no Brasil devemos analisar a nossa realidade.

Vale lembrar que, certamente vivemos um momento em que a grande disrupção é a velocidade com que as coisas acontecem e tudo se transforma. A Pandemia tem sido um grande catalizador desse processo de transformação, assim como foram outras pandemias, como a da Varíola, a da Cólera, entre outras. Com a população urbana cada vez maior, as nossas cidades precisam ser repensadas, para iniciar um novo ciclo de desenvolvimento, planejamento e retomada econômica.

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Fonte: Própria

Qual seu papel nas cidades inteligentes?

Logo, as pessoas cumprem um papel fundamental no desenvolvimento das cidades inteligentes pois a grande mudança é comportamental. As pessoas se conectam facilmente com os seus costumes e suas tradições desejando uma cidade melhor. Nesse sentido, é de extrema importância a capacitação de líderes representantes, agentes da transformação, para atuarem no desenvolvimento das cidades. 

Acima de tudo, esses agentes da transformação devem ser representados por cidadãos, pelo poder público, pela iniciativa privada, pelas ONGs, além de escolas e universidades. Somente com a integração e a participação desses agentes, levantando e discutindo problemas e soluções para a cidade que eles bem conhecem, usando a tecnologia como meio para melhoria da eficiência de processos é que se chega no objetivo final, que é a melhoria da qualidade de vida na cidade.

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Fonte: Própria

Interação do cidadão com sua cidade

Além disso, é de extrema importância que todos tenham conhecimento da realidade da sua cidade, quais são os projetos em andamento e qual será o futuro, a curto, médio e longo prazo.  A nossa atuação deve ser iniciada em casa, na rua, no bairro, na escola, etc. porque a soma de pequenas ações, geram grandes resultados.

A Engenharia tem um destaque fundamental através da elaboração e execução dos projetos que originarão as políticas públicas inovadoras e participativas, lembrando que, todos os projetos devem ser alinhados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, que contemplam a Agenda 2030, porque não existe cidade inteligente se ela não for sustentável, garantindo recursos naturais para as gerações futuras.

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Fonte: Própria

Quais são os planos para o futuro?

Em suma, a Agenda 2030 é um plano de ação global assumido em 2015 por 193 países, incluindo o Brasil, que reúne 17 objetivos de desenvolvimento sustentável, criados para erradicar a pobreza e promover vida digna a todos, dentro das condições que o nosso planeta oferece e sem comprometer a qualidade de vida das próximas gerações.

Enfim, a mudança começa com as nossas atitudes. Um caminho bem traçado unido à políticas públicas inovadoras e resilientes com certeza trará cidades mais inteligentes ao alcance de todos!   

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