<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Engenharia de Estruturas Archives | Blog da Engenharia</title>
	<atom:link href="https://blogdaengenharia.com/editoria/engenharia/engenharia-de-estruturas/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://blogdaengenharia.com/editoria/engenharia/engenharia-de-estruturas/</link>
	<description>Conhecimento Técnico que Transforma</description>
	<lastBuildDate>Wed, 21 Jun 2023 21:11:30 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.7.5</generator>

<image>
	<url>https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/11/cropped-Ativo-26@bde4.0-logo-32x32.png</url>
	<title>Engenharia de Estruturas Archives | Blog da Engenharia</title>
	<link>https://blogdaengenharia.com/editoria/engenharia/engenharia-de-estruturas/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Queda de Sacadas: Saiba como evitar este acidente</title>
		<link>https://blogdaengenharia.com/engenharia/queda-de-sacadas-saiba-como-evitar-este-acidente/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=queda-de-sacadas-saiba-como-evitar-este-acidente</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Henrique Veronese Vieira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Jun 2023 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Patologias]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque-topo]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de Estruturas]]></category>
		<category><![CDATA[desabamento]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia diagnóstica]]></category>
		<category><![CDATA[estruturas]]></category>
		<category><![CDATA[estruturas de concreto]]></category>
		<category><![CDATA[GHV engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[queda de sacada]]></category>
		<category><![CDATA[sacada]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blogdaengenharia.com/?p=89652</guid>

					<description><![CDATA[<p>Várias são as causas que podem levar à queda de sacadas. Os principais motivos são as falhas na montagem das armaduras e a falta de manutenções periódicas.</p>
<p>The post <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/queda-de-sacadas-saiba-como-evitar-este-acidente/">Queda de Sacadas: Saiba como evitar este acidente</a> appeared first on <a href="https://blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Os problemas estruturais em edifícios representam uma grave preocupação para os moradores e para as pessoas que transitam próximo a ele, uma vez que comprometem a segurança e geram sensação de insegurança constante. Esses problemas podem incluir fissuras, rachaduras, infiltrações, deterioração, entre outros. Assim, quando essas falhas estruturais ocorrem, os residentes ficam expostos a diversos riscos, como desabamentos e colapsos imprevistos.</p>



<p>Com certa frequência vemos notícias sobre edifícios que apresentam problemas estruturais. Um exemplo é o caso do prédio de Belém do Pará, onde a sacada do último andar caiu e, como um efeito dominó, derrubou todas as outras 12 sacadas abaixo dela. Felizmente este incidente ocorrido em maio não deixou nenhum ferido, apenas causou danos materiais e um grande susto aos moradores. Você pode ler a notícia na íntegra clicando <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/desabamento-de-sacadas-em-predio-residencial-em-belem-causa-evacuacao-de-moradores/">aqui</a>.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="700" height="525" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/05/be543e984e683bd9ace070c108fce6ff.gif" alt="" class="wp-image-89691"/><figcaption>Queda de sacada em Pato Branco &#8211; PR<br>Fonte: Diário do Sudoeste</figcaption></figure>



<h3 id="e-por-que-as-sacadas-caem" class="wp-block-heading">E por que as sacadas caem? </h3>



<p>As sacadas de um prédio podem cair por várias razões, geralmente relacionadas a problemas de segurança estrutural ou manutenção inadequada. Alguns motivos que podem levar a quedas dessas estruturas são:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Defeitos de construção: erros durante a construção da sacada, como cálculos incorretos de carga, uso de materiais inadequados ou técnicas de construção defeituosas;</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li>Falta de manutenção: a falta de manutenção adequada ao longo do tempo pode levar a corrosão ou deterioração das partes estruturais da sacada;</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li>Sobrecarga: sacadas são projetadas para suportar uma carga específica, incluindo o peso próprio, das pessoas e móveis. Se a carga exceder os limites de projeto, a sacada pode se tornar instável e colapsar;</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li>Vibrações excessivas: movimentos do prédio causados por ventos fortes ou outros fatores podem afetar a estabilidade das sacadas, caso o edifício não tenha sido projetado para absorver esses movimentos.</li></ul>



<p>Além disso, um dos fatores que mais causa o desabamento de lajes é a montagem de maneira incorreta das suas armaduras de aço. Como exemplos desta montagem incorreta, pode-se citar o posicionamento errôneo da armadura principal, a falta de armadura de cisalhamento e falhas na ancoragem. </p>



<p>O posicionamento incorreto da armadura principal pode levar a uma distribuição inadequada de cargas, resultando em tensões desequilibradas e riscos de falha estrutural. Já a falta de armaduras de cisalhamento, especialmente nas regiões de apoio e nas conexões com o edifício, pode resultar em falhas estruturais. Por fim, as barras devem ser adequadamente ancoradas nos elementos estruturais adjacentes para garantir uma conexão segura, sendo que a falta de ancoragem adequada pode resultar em movimentos e deslocamentos indesejados da estrutura.  </p>



<h3 id="como-evitar-a-queda-das-sacadas" class="wp-block-heading">Como evitar a queda das sacadas? </h3>



<p>As sacadas requerem manutenção regular para garantir sua segurança e funcionamento adequado. Algumas medidas podem ser tomadas para evitar os incidentes, como, por exemplo, inspeções visuais para identificação de danos, corrosões ou outros problemas, o reparos de fissuras, rachaduras e corrosões e também a manutenção dos elementos que compões o sistema. </p>



<p>É importante ressaltar que cada caso de queda de sacada é único e pode ter circunstâncias específicas. Em geral, é essencial que os proprietários e administradores de prédios realizem <a href="https://www.ghvengenharia.com.br/">inspeções regulares</a>, manutenção adequada e sigam as diretrizes de segurança estrutural para garantir a integridade das sacadas e prevenir acidentes.</p>
<p>The post <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/queda-de-sacadas-saiba-como-evitar-este-acidente/">Queda de Sacadas: Saiba como evitar este acidente</a> appeared first on <a href="https://blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Segurança Estrutural: o que é e para que serve?</title>
		<link>https://blogdaengenharia.com/engenharia/seguranca-estrutural-o-que-e-e-para-que-serve/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=seguranca-estrutural-o-que-e-e-para-que-serve</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Catharine Silva Oliveira Amaral]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Jun 2023 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de Segurança do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque-topo]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de Estruturas]]></category>
		<category><![CDATA[Blog de Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Estudantes de Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Site Engenharia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blogdaengenharia.com/?p=89579</guid>

					<description><![CDATA[<p>Desenvolver um projeto de prevenção contra incêndio consiste em aplicar as medidas necessárias para que uma edificação esteja&#8230;</p>
<p>The post <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/seguranca-estrutural-o-que-e-e-para-que-serve/">Segurança Estrutural: o que é e para que serve?</a> appeared first on <a href="https://blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Desenvolver um projeto de prevenção contra incêndio consiste em aplicar as medidas necessárias para que uma edificação esteja segura de acordo com sua ocupação, seu número de pavimentos e área total construída em questão. As medidas de segurança de um projeto são chamadas de passivas e ativas, sendo a segurança estrutural um exemplo de proteção passiva.</p>



<h3 id="entendendo-a-seguranca-estrutural" class="wp-block-heading">Entendendo a Segurança Estrutural</h3>



<p>A preservação à vida e a prevenção de perdas decorrentes de um incêndio são os maiores objetivos de um projeto de segurança bem elaborado e executado. Por isso, quando fala-se em proteção contra incêndio é intuitivo pensar em extintores, mangueiras de hidrantes e até mesmo nos chuveiros automáticos que remetem aos filmes. Todos esses são sistemas de extrema importância para a proteção dos ocupantes de uma edificação, mas quando comparados à segurança estrutural, diferem pela função pela qual são aplicados. </p>



<p>As medidas tratadas no parágrafo anterior são as que chamamos de ativas, tendo este nome devido a sua funcionalidade. Isso porque, elas atuam de forma ativa, buscando conter o fogo incipiente. Já a proteção passiva é aquela que garante a resistência da edificação a um tempo necessário, para que os ocupantes consigam evadir com segurança, sem que esta edificação entre em colapso.</p>



<h3 id="o-que-e-trrf" class="wp-block-heading">O que é TRRF?</h3>



<p>Determinar a segurança estrutural de uma edificação consiste em fixar o tempo que uma edificação deve resistir à um incêndio. Por isso, na literatura, esse tempo tem o nome de TRRF &#8211; Tempo Requerido de Resistência ao Fogo.</p>



<p>O TRRF é um número expresso em minutos que varia de acordo com a classe de enquadramento. Os fatores que determinam essa classe são: ocupação e altura da edificação. O TRRF apresenta tempos que partem de 30 minutos indo até 240 minutos.</p>



<h3 id="curiosidades-da-seguranca-estrutural" class="wp-block-heading">Curiosidades da Segurança Estrutural</h3>



<ul class="wp-block-list"><li>Os subsolos têm seu TRRF específico;</li><li>O TRRF apresenta tempo que parte de 30 minutos, chegando até 240 minutos. Sendo este último aplicado às escadas e elevadores de emergência;</li><li>Em casos onde haja a necessidade e a edificação atenda aos requisitos fixados em NT específica, é possível solicitar diminuição do TRRF através de cálculo de redução;</li><li>Todos os tipos de estrutura que tem a segurança estrutural como exigência pelo COSCIP &#8211; Código de Segurança Contra Incêndio e Pânico, devem atender ao TRRF, inclusive as metálicas;</li><li>O atendimento das estruturas metálicas ao TRRF chama-se &#8220;proteção passiva&#8221;. </li></ul>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="800" height="600" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/05/protecao-passiva-fogo-estruturas-metalicas-06.jpg" alt="" class="wp-image-89586" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/05/protecao-passiva-fogo-estruturas-metalicas-06.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/05/protecao-passiva-fogo-estruturas-metalicas-06-300x225.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/05/protecao-passiva-fogo-estruturas-metalicas-06-768x576.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/05/protecao-passiva-fogo-estruturas-metalicas-06-16x12.jpg 16w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/05/protecao-passiva-fogo-estruturas-metalicas-06-200x150.jpg 200w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/05/protecao-passiva-fogo-estruturas-metalicas-06-260x195.jpg 260w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/05/protecao-passiva-fogo-estruturas-metalicas-06-380x285.jpg 380w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption>Fonte: Termocom, 2023.</figcaption></figure>



<p class="has-text-align-center has-red-color has-text-color"><strong>Como vocês sabem, aqui compartilho conteúdos relevantes de segurança contra incêndio no Estado do Rio de Janeiro. Por isso, aqui abaixo vou disponibilizar o link da Nota Técnica que aborda o tema desse artigo.</strong></p>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-1 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:100%">
<div class="wp-block-group is-style-default"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-flow wp-block-group-is-layout-flow">
<div class="wp-block-buttons is-layout-flex wp-block-buttons-is-layout-flex">
<div class="wp-block-button aligncenter"><a class="wp-block-button__link" href="http://chrome-extension://efaidnbmnnnibpcajpcglclefindmkaj/https://www.cbmerj.rj.gov.br/notas_tecnicas/NT%202-19%20-%20Seguran%C3%A7a%20estrutural%20contra%20inc%C3%AAndio%20-%20Resist%C3%AAncia%20ao%20fogo%20dos%20elementos%20de%20constru%C3%A7%C3%A3o.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">NT 2-19</a></div>
</div>
</div></div>
</div>
</div>



<p class="has-text-align-center"><strong>Se esse conteúdo foi relevante para você, me siga no Instagram. Por lá, posto conteúdo diário de segurança contra incêndio no RJ.</strong></p>



<div class="wp-block-buttons is-layout-flex wp-block-buttons-is-layout-flex">
<div class="wp-block-button aligncenter"><a class="wp-block-button__link" href="https://www.instagram.com/catharineoliveira.eng/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">catharineoliveira.eng</a></div>
</div>
<p>The post <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/seguranca-estrutural-o-que-e-e-para-que-serve/">Segurança Estrutural: o que é e para que serve?</a> appeared first on <a href="https://blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Por que os Muros de Arrimo caem?</title>
		<link>https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-civil/por-que-os-muros-de-arrimo-caem/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=por-que-os-muros-de-arrimo-caem</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Henrique Veronese Vieira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Apr 2023 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Patologias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque-topo]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de Estruturas]]></category>
		<category><![CDATA[#blogdaengenharia]]></category>
		<category><![CDATA[blog da engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[drenagem]]></category>
		<category><![CDATA[drenagem pluvial]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia diagnóstica]]></category>
		<category><![CDATA[engenheiro patologista]]></category>
		<category><![CDATA[muro]]></category>
		<category><![CDATA[muro de arrimo]]></category>
		<category><![CDATA[muro de contenção]]></category>
		<category><![CDATA[patologia]]></category>
		<category><![CDATA[patologia estruturas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blogdaengenharia.com/?p=88527</guid>

					<description><![CDATA[<p>Os Muros de Arrimo são construídos para conter o solo de terrenos com inclinações ou com desníveis. Muitos fatores podem desestabilizar suas estruturas e causar sua queda. Saiba mais.</p>
<p>The post <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-civil/por-que-os-muros-de-arrimo-caem/">Por que os Muros de Arrimo caem?</a> appeared first on <a href="https://blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Diversos são os motivos que levam um <a href="https://blogdaengenharia.com/carreira/para-que-serve-um-muro-de-arrimo-na-construcao/">muro de contenção</a> a romper. Os principais são: </strong></p>



<ul class="wp-block-list"><li>Sobrecarga: quando a estrutura do muro é sobrecarregada com excesso de peso ou cargas mal distribuídas;</li><li>Deslizamentos de terra: quando o solo contido pelo muro ou ao seu redor começa a ceder e deslizar;</li><li>Erosão do solo: devido ao excesso de água ou pela falta de vegetação que segure a terra;</li><li>Falha na construção: erros de projeto ou na execução do muro.</li></ul>



<p>Entretanto, existe um fator que se destaca como o principal motivo para as quedas dos muros de arrimo: <strong>a falta de drenagem</strong>. </p>



<h3 id="drenagem-em-muros-de-arrimo" class="wp-block-heading">Drenagem em Muros de Arrimo </h3>



<p>A falta de um sistema de drenagem pluvial leva ao acúmulo de água nos vazios do solo contido pelos muros de arrimo, aumentando a pressão hidrostática suportada pela contenção. Em outras palavras, a água que se infiltra no solo aumenta o peso suportado pelo muro, podendo comprometer a sua estabilidade estrutural e levando ao seu rompimento. </p>



<p>Infelizmente, o Brasil é um país que frequentemente sofre com chuvas intensas, o que pode causar inundações, deslizamentos e outros desastres, como por exemplo, quedas de muros de contenção. Além disso, as estações chuvosas costumam durar grandes períodos de tempo, contribuindo ainda mais para a problemática.  </p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Chuva destrói muro de casa dentro de condomínio" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/uFES89WxOwk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe>
</div><figcaption>Muro de Arrimo cai em Alphaville</figcaption></figure>



<h3 id="como-evitar-a-queda-dos-muros" class="wp-block-heading">Como evitar a queda dos Muros?</h3>



<p>Para evitar que muros de contenção caiam, principalmente por causa da água das chuvas, é necessário tomar algumas medidas preventivas e de manutenção. Alguns exemplos desses cuidados são a análise do solo e a elaboração de um bom projeto estrutural. Isso garante que o muro de contenção resista aos esforços solicitantes. </p>



<p>Além disso, prever um sistema de drenagem da água pluvial é de suma importância para garantir sua estabilidade e evitar acidentes. Diversas são as metodologias que podem ser empregadas para fazer a drenagem da água, desde o seu bombeamento em terrenos que apresentem lençol freático elevado, até a condução da água pela gravidade. </p>



<p>O tipo de drenagem em muros de arrimo mais usual é a utilização de tubulações perfuradas na base do muro. Estas tubulações são protegidas por mantas drenantes e por colchões de material granular, permitindo a passagem da água e impedindo a entrada de solo nos tubos e, assim, conduzindo a água para longe do muro. </p>



<p>Vale lembrar que para garantir a segurança das pessoas que ficarão próximas à um muro de arrimo, sua construção deve ser acompanhada por <a href="https://www.ghvengenharia.com.br/">profissional qualificado</a>. Este profissional deverá projetar um muro estável, seguro e que preveja situações críticas, como por exemplo a sobrecarga hidrostática causada pelo excesso de chuvas. </p>
<p>The post <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-civil/por-que-os-muros-de-arrimo-caem/">Por que os Muros de Arrimo caem?</a> appeared first on <a href="https://blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Autocicatrização: A era dos concretos inteligentes?</title>
		<link>https://blogdaengenharia.com/engenharia/autocicatrizacao-a-era-dos-concretos-inteligentes/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=autocicatrizacao-a-era-dos-concretos-inteligentes</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luanne Bastos de Britto Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Oct 2022 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Curiosidades da Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque-topo]]></category>
		<category><![CDATA[Concreto Armado]]></category>
		<category><![CDATA[blog da engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Blog de Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Blog Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[site da engenharia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blogdaengenharia.com/?p=84626</guid>

					<description><![CDATA[<p>Para a autocicatrização do concreto pode-se utilizar aditivos catalisadores cristalizantes, pozolanas, polímeros e bactérias. Esta tecnologia é inovadora e pode garantir a durabilidade a longo prazo de obras de arte. Saiba mais neste artigo!</p>
<p>The post <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/autocicatrizacao-a-era-dos-concretos-inteligentes/">Autocicatrização: A era dos concretos inteligentes?</a> appeared first on <a href="https://blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O concreto autocicatrizante é caracterizado como àquele capaz de “curar” suas fissuras de forma autógena ou autônoma, ou seja, sem intervenção externa. A técnica proporciona selagem de fissuras e recuperação, parcial ou total, das propriedades mecânicas dos elementos estruturais. Este tipo de concreto também é conhecido como concreto auto-reparável. </p>



<h3 id="tecnica-permite-a-autorreparacao-de-fissuras-atraves-de-compostos-nao-hidratados-do-proprio-sistema" class="wp-block-heading">Técnica permite a autorreparação de fissuras através de compostos não-hidratados do próprio sistema </h3>



<p>Concreto, o segundo material mais consumido no planeta, perdendo apenas para a água. Para produzi-lo, precisamos, essencialmente, de cimento, agregados e água (e aditivos). O setor da construção consome grandes quantidades de recursos e energia para atender à necessidade global por infraestrutura, por isso, até 2025, a demanda mundial anual por cimento será em torno de 4,3 Gt. O cimento Portland (CP) é o material mais consumido pelo setor e para sua produção são emitidos, em torno de 3,5 Gt de CO<sub>2eq</sub> (carbono dióxido equivalente) por ano (GLOBALCEMENT, 2020).</p>



<p>O uso responsável de matérias-primas e a necessidade de produção de sistemas estruturais com alto desempenho e longa vida útil, fazem com que pesquisas abordem a importância de materiais autocicatrizantes para a engenharia (ALI <em>et al.</em>, 2015; HERBERT; LI, 2013; ALSHAAER, 2020). </p>



<p>Uma estrutura de concreto é exposta a diferentes condições de carregamento e exposições durante seu ciclo de vida, em vista da durabilidade, o processo de autocura melhoraria a resistência dos concretos fissurados. Visto isso, o concreto autocicatrizante é capaz de detectar qualquer dano interno de forma inteligente e, em seguida, controlar a condição existente para impedir deterioração inesperada (Figura 1). </p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img decoding="async" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/Autocicatrizacao1.png" alt="" class="wp-image-84627" width="698" height="395" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/Autocicatrizacao1.png 602w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/Autocicatrizacao1-300x170.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/Autocicatrizacao1-18x10.png 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/Autocicatrizacao1-380x215.png 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/Autocicatrizacao1-600x340.png 600w" sizes="(max-width: 698px) 100vw, 698px" /><figcaption>Figura 1. Autocura autônoma com a utilização de bactérias. Fonte: CHENGDU ONEKIN GROUP (2017).</figcaption></figure>



<p>O Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) foi pioneiro no estudo do concreto autocicatrizante no Brasil, com estudos a partir de 2011. Além do ITA, grandes universidades pesquisam a técnica, como a USP, Instituto Mackenzie, Instituto Mauá, UFRJ (Rio de Janeiro), UFMG (Minas Gerais), UFRGS (Rio Grande do Sul), Unisinos, UEL (Londrina), UFPE (Pernambuco), UFBA (Bahia), UnB (Brasília) e UFPA (Pará).</p>



<h3 id="processo-de-autocicatrizacao-em-materiais-de-base-cimenticias" class="wp-block-heading">Processo de autocicatrização em materiais de base cimentícias</h3>



<p>Segundo Takagi, Lima e Helene (2014), a autocura refere-se ao potencial dos materiais de reparar e/ou cicatrizar seus próprios danos, sem a necessidade de intervenção externa. A autocura de fissuras em materiais de engenharia, por ex. concreto, pode reduzir a espessura de fissuras e, assim, conservar as propriedades mecânicas e de durabilidade (LI; YANG, 2007, REINHARDT; JOOSS, 2003). </p>



<p>Nesse sentido, há a possibilidade de melhorar muito a segurança e prolongar a vida útil das estruturas. Kan <em>et al</em>. (2019) salientam que a autocicatrização é capaz de reduzir significativamente os custos de operação e manutenção, especialmente para estruturas de grande porte, nas quais as inspeções e manutenções, de natureza contínua, são bastante difíceis de implementar.</p>



<h3 id="abordagens-autonoma-e-autogena" class="wp-block-heading">Abordagens: autônoma e autógena</h3>



<p>Existem dois tipos de abordagens de autocicatrização de materiais de base cimentícia: autônoma e autógena.</p>



<h4 id="autonoma" class="wp-block-heading">Autônoma</h4>



<p>Van Tittelboom e De Belie (2013, p. 2188) descrevem que “os materiais de autocura com base em cápsulas capturam o agente de cura dentro de microcápsulas. Quando as cápsulas se rompem, por exemplo por dano, o mecanismo de autocura é acionado por meio da liberação e reação do agente de cura na região do dano”. Ou seja, a abordagem autônoma é o processo de criar microcápsulas, onde dentro dessas cápsulas é inserido materiais como epóxi, materiais bicomponentes (poliuretanos) ou bactérias que reagem e formam hidróxido de cálcio (Ca (OH)<sub>2</sub>) ou portlandita (CH). </p>



<p>A portlandita formada é parcialmente consumida em função das interações com os silicatos, a qual auxilia na formação do gel CSH (silicato de cálcio hidratado), que por sua vez, preenche os poros, confere resistência e demais propriedades ao concreto.</p>



<p>Quanto ao processo de autocura são utilizados métodos adequados a partir do tamanho das fissuras. Há fissuras pequenas com tamanho &lt; 0,15 mm e fissuras maiores com tamanho &lt; 0,50mm. </p>



<p>A Figura 2 apresenta um modelo esquemático de autocicatrização. Em (A), é possível utilizar reforço com fibras (polipropileno, vidro, carbono etc.); (B) fazer uso de polímeros superabsorventes (materiais hidroexpansivos); (C) aditivos cristalizantes e expansores (insolúveis e quimicamente estáveis que reduzam ou compensam a retração).</p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/fig-2.bmp" alt="Concretos" class="wp-image-84628" width="699" height="229" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/fig-2.bmp 434w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/fig-2-300x98.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/fig-2-18x6.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/fig-2-380x124.jpg 380w" sizes="(max-width: 699px) 100vw, 699px" /><figcaption>Figura 2. Abordagens intrínsecas de autocura. Melhoria da cicatrização autógena por restrição da largura da fissura (A); abastecimento de água (B) ou hidratação e cristalização melhoradas (C). Fonte: Van Tittelboom e De Belie (2013).</figcaption></figure>



<h4 id="autogena" class="wp-block-heading">Autógena</h4>



<p>A combinação de cimento e água produz um aglutinante eficiente no concreto, produto do “processo de hidratação”, no qual as partículas de cimento são chamadas de “partículas hidratadas”. No entanto, algumas partículas não hidratadas sempre permanecem na mistura, devido à falta de reação com a água. Essas partículas podem ser utilizadas para selar possíveis fissuras, através da “cura autógena”.</p>



<p>A cura autógena está ligada aos componentes químicos que já estão presentes na matriz cimentícia, como cimento, adições minerais e pozolanas. Ou seja, segundo Van Tittelboom e De Belie (2013), é possível ocorrer a (1) hidratação de partículas de cimento não hidratadas e a (2) dissolução e subsequente carbonatação do hidróxido de cálcio (Ca (OH)<sub>2</sub>). </p>



<p>Embora haja diversos materiais que podem ser aplicados nas abordagens autonôma e autógena, trataremos brevemente abaixo sobre aditivo catalisador cristalino na técnica autógena.</p>



<h4 id="aditivo-catalisador-cristalino" class="wp-block-heading">Aditivo catalisador cristalino</h4>



<p>O aditivo catalisador cristalino (ACC), utilizado na abordagem autógena, é um material cimentício sintético classificado como um impermeabilizante hidrófilo ou como aditivo redutor da permeabilidade hidrostática. Os pesquisadores Sisomphon, Copuroglu e Koenders (2012) verificaram que as substâncias químicas ativas no ACC reagem com o CH para formar produtos cristalinos que desconectam poros e preenchem as fissuras do concreto. Além disso, o ACC tem sido extensivamente estudado para a supressão e controle de reações álcali-agregado no concreto (KURAMOTO <em>et al</em>., 2000).</p>



<h3 id="concreto-autocicatrizante" class="wp-block-heading">Concreto autocicatrizante</h3>



<p>Os primeiros estudos relacionados à autocura do concreto foram desenvolvidos a partir de 1994, pela pesquisadora Dra. Carolyn Dry, a qual demandou tentativas de inserir, intencionalmente, essas propriedades no concreto. Dra. Dry iniciou com a adição de fibras ocas de polipropileno preenchidas com adesivos de metil metacrilato como agente cicatrizante, com uma abordagem autônoma, as fissuras se propagavam e as fibras rompiam e liberavam o adesivo que cicatrizava a fissura de modo ativo.</p>



<p>Em 2005, a RILEM (The International Union of Laboratories and Experts in Construction Materials, Systems and Structures) criou o comitê técnico SHC 221 para o estudo e desenvolvimento dos “Fenômenos de autocicatrização em materiais de base cimentícia” e, atualmente, tem se dedicado à ampliação de pesquisas com as abordagens autógena e autônoma no concreto autocicatrizante (CAC).</p>



<p>Já no Brasil, Takagi, Lima e Helene (2014) salientam que os mecanismos de cicatrização têm a vantagem de que a ação cicatrizante pode ocorrer em estruturas de concreto que não são acessíveis para reparo, tais como: estruturas subterrâneas, pontes e barragens. Mesmo que os custos com o CAC sejam maiores, os custos de manutenção podem ser reduzidos e a vida útil de serviço das estruturas pode ser prolongada. </p>



<p>A Figura 3 ilustra a evolução da autocicatrização na idade de 28 dias, para 3 ambientes de exposição, água do mar, água e ciclos úmido/seco. É possível verificar o aparecimento de cristais e a selagem das fissuras.</p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/Autocicatrizacao3.png" alt="Concretos" class="wp-image-84630" width="702" height="365" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/Autocicatrizacao3.png 516w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/Autocicatrizacao3-300x156.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/Autocicatrizacao3-18x9.png 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/Autocicatrizacao3-380x197.png 380w" sizes="(max-width: 702px) 100vw, 702px" /><figcaption>Figura 3. Processo de cicatrização com fibras. Fonte: Tsampali e Stefanidou (2022).</figcaption></figure>



<p>A autocura do concreto, através das técnicas autógena e autônoma, promete prolongar a vida útil das estruturas pesadas (ex. pontes, viadutos, esculturas estruturais) e de díficil manutenção. A alta durabilidade e um melhoramento do ciclo de vida de uma determinada estrutura garante economia de energia, recursos renováveis e <a href="https://substance.etsmtl.ca/en/self-healing-concrete-using-superabsorbent-polymer">não-renováveis.</a></p>



<h3 id="obras-com-concreto-autocicatrizante-no-brasil" class="wp-block-heading">Obras com concreto autocicatrizante no Brasil</h3>



<p>Entre as obras que utilizaram o concreto autocicatrizante destacam-se a laje de subpressão do Museu da Imagem e do Som e a cobertura fluida do Museu de Arte do Rio de Janeiro (Figura 4). A mais recente fica em Porto Alegre – a laje de subpressão de 20.000 m<sup>2</sup> do complexo multiuso do Edifício Pontal do Estaleiro, a 3,3 metros abaixo do nível do Lago Guaíba (Figura 5). Ambas as obras utilizaram aditivo catalisador cristalino para a produção do concreto.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="656" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/MIS-RJ.jpg" alt="" class="wp-image-84672" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/MIS-RJ.jpg 1000w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/MIS-RJ-300x197.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/MIS-RJ-768x504.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/MIS-RJ-18x12.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/MIS-RJ-380x249.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/MIS-RJ-800x525.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/MIS-RJ-600x394.jpg 600w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption>Figura 4. Museu da Imagem e do Som e a cobertura fluida do Museu de Arte do Rio de Janeiro. Fonte. Universidade Trisul.</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="767" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/Concretagem-bloco-central-2.webp" alt="" class="wp-image-84673" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/Concretagem-bloco-central-2.webp 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/Concretagem-bloco-central-2-300x225.webp 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/Concretagem-bloco-central-2-768x575.webp 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/Concretagem-bloco-central-2-16x12.webp 16w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/Concretagem-bloco-central-2-200x150.webp 200w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/Concretagem-bloco-central-2-260x195.webp 260w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/Concretagem-bloco-central-2-380x285.webp 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/Concretagem-bloco-central-2-800x599.webp 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/Concretagem-bloco-central-2-600x449.webp 600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>Figura 5. Edifício Pontal do Estaleiro, Lago Guaíba em Porto Alegre. Fonte. Curcio (2019).</figcaption></figure>



<h2 id="obrigado-por-lerleia-mais-sobre-a-obra-do-pontal-no-lago-guaiba-em-porto-alegre-aqui" class="cnvs-block-section-heading cnvs-block-section-heading-1663076499118 is-style-cnvs-block-section-heading-6 halignleft" >
	<span class="cnvs-section-title">
		<span>Obrigado por ler!<br><br><br><strong>Leia mais sobre a obra do Pontal no Lago Guaíba em Porto Alegre <a href="https://arqxp.com/pontal-desafios-no-preparo-do-terreno-e-fundacoes/">aqui</a>.</strong></span>
	</span>
</h2>



<h3 id="referencias" class="wp-block-heading">Referências</h3>



<h6 id="ali-m-k-abu-tair-a-i-kinuthia-j-m-babecki-r-self-healing-and-strength-development-of-geopolymer-concrete-made-with-waste-by-products-building-research-information-v-43-n-2-p" class="wp-block-heading">ALI, M. K.; ABU-TAIR, A. I., KINUTHIA, J. M.; BABECKI, R Self-healing and strength development of geopolymer concrete made with Waste by products. <strong>Building Research &amp; Information</strong>, v. 43, n. 2, p. 253-262, 2015.</h6>



<h6 id="alshaaer-m-synthesis-and-characterization-of-self-healing-geopolymer-composite-construction-and-building-materials-v-245-p-118432-2020" class="wp-block-heading">ALSHAAER, M. Synthesis and characterization of self-healing geopolymer composite. <strong>Construction and Building Materials, </strong>v. 245, p. 118432, 2020.</h6>



<h6 id="chengdu-onekin-group-bio-concreto-um-concreto-vivo-auto-curativo-2017-disponivel-em-https-www-wallpanel-supplier-com-pt-news-bio-concrete-a-living-self-healing-concrete-htm" class="wp-block-heading">CHENGDU ONEKIN GROUP. <strong>Bio concreto &#8211; um concreto &#8220;vivo&#8221; auto-curativo</strong>. 2017. Disponível em: https://www.wallpanel-supplier.com/pt/news/Bio-concrete-a-living-self-healing-concrete.html. Acesso em: 12 set. 2022.</h6>



<h6 id="curcio-gustavo-pontal-desafios-no-preparo-do-terreno-e-fundacoes-2019-disponivel-em-https-arqxp-com-pontal-desafios-no-preparo-do-terreno-e-fundacoes-acesso-em-13-set-2022" class="wp-block-heading">CURCIO, Gustavo.&nbsp;<strong>Pontal: desafios no preparo do terreno e fundações</strong>. 2019. Disponível em: https://arqxp.com/pontal-desafios-no-preparo-do-terreno-e-fundacoes/. Acesso em: 13 set. 2022.</h6>



<h6 id="globalcement-performance-and-suply-and-demand-to-2025-2020-https-www-globalcement-com-pdf-egcmarch2022ns-pdf-acesso-em-13-set-2022" class="wp-block-heading">GLOBALCEMENT, Performance, and suply and demand to 2025, (2020). https://www.globalcement.com/pdf/eGCMarch2022ns.pdf. Acesso em: 13 set. 2022..</h6>



<h6 id="herbert-e-n-li-v-c-self-healing-of-microcracks-in-engineered-cementitious-composites-ecc-under-a-natural-environment-materials-v-6-n-7-p-2831-2845-2013" class="wp-block-heading">HERBERT, E. N.; LI, V. C. Self-healing of microcracks in engineered cementitious composites (ECC) under a natural environment. <strong>Materials</strong>, v. 6, n. 7, p. 2831-2845, 2013.</h6>



<h6 id="kan-l-l-lv-j-w-duan-b-b-wu-m-self-healing-of-engineered-geopolymer-composites-prepared-by-fly-ash-and-metakaolin-cement-and-concrete-research-v-125-p-105895-2019" class="wp-block-heading">KAN, L. L.; LV, J. W.; DUAN, B. B.; WU, M. Self-healing of Engineered Geopolymer Composites prepared by fly ash and metakaolin. <strong>Cement and Concrete Research</strong>, v. 125, p. 105895, 2019.</h6>



<h6 id="kuramoto-y-matsuda-y-nakamura-y-irie-m-verification-of-suppression-of-aar-by-a-metal-carrying-complex-compound-in-proceedings-of-11th-international-conference-of-alkali-aggregate-reaction" class="wp-block-heading">KURAMOTO, Y.; MATSUDA, Y.; NAKAMURA, Y.; IRIE, M. Verification of suppression of AAR by a metal carrying complex compound. In: <strong>Proceedings of 11th international conference of alkali-aggregate reaction in concrete</strong>. Quebec, Canada. 2000. p. 1-9.</h6>



<h6 id="li-v-c-yang-e-self-healing-in-concrete-materials-in-self-healing-materials-springer-dordrecht-2007-p-161-193" class="wp-block-heading">LI, V. C.; YANG, E. Self healing in concrete materials. In: <strong>Self healing materials</strong>. Springer, Dordrecht, 2007. p. 161-193.</h6>



<h6 id="mousavi-s-s-guizani-l-ouellet-plamondon-c-self-healing-concrete-using-superabsorbent-polymer-in-innovative-materials-and-advanced-manufacturing-infrastructure-and-the-built-environment-2" class="wp-block-heading">MOUSAVI, S. S.; GUIZANI, L.; OUELLET-PLAMONDON, C. Self-Healing Concrete Using Superabsorbent Polymer. In. <strong>INNOVATIVE MATERIALS AND ADVANCED MANUFACTURING , INFRASTRUCTURE AND THE BUILT ENVIRONMENT.</strong> 2020. Disponível em: <a href="https://substance.etsmtl.ca/en/self-healing-concrete-using-superabsorbent-polymer">https://substance.etsmtl.ca/en/self-healing-concrete-using-superabsorbent-polymer</a>. Acesso em: 12 set. 2022.</h6>



<h6 id="reinhardt-h-w-jooss-m-permeability-and-self-healing-of-cracked-concrete-as-a-function-of-temperature-and-crack-width-cement-and-concrete-research-v-33-n-7-p-981-985-2003" class="wp-block-heading">REINHARDT, H. W; JOOSS, M. Permeability and self-healing of cracked concrete as a function of temperature and crack width. <strong>Cement and concrete research</strong>, v. 33, n. 7, p. 981-985, 2003.</h6>



<h6 id="sisomphon-k-copuroglu-o-koenders-e-a-b-effect-of-exposure-conditions-on-self-healing-behavior-of-strain-hardening-cementitious-composites-incorporating-various-cementitious-materials-constr" class="wp-block-heading">SISOMPHON, K.; COPUROGLU, O.; KOENDERS, E. A. B. Effect of exposure conditions on self healing behavior of strain hardening cementitious composites incorporating various cementitious materials. <strong>Construction and Building Materials</strong>, v. 42, p. 217-224, 2013.</h6>



<h6 id="takagi-e-m-lima-m-g-helene-p-r-l-concretos-autocicatrizantes-com-cimentos-brasileiros-de-escoria-de-alto-forno-ativados-por-catalisador-cristalino-concreto-construcoes-v-41-n-73" class="wp-block-heading">TAKAGI, E. M.; LIMA, M. G.; HELENE, P. R. L. Concretos autocicatrizantes com cimentos brasileiros de escória de alto forno ativados por catalisador cristalino. <strong><a href="https://blogdaengenharia.com/carreira/concreto-e-outros-produtos-que-se-autoconsertam-sao-aposta-da-ciencia/">Concreto</a> &amp; Construções</strong>, v. 41, n. 73, p. 75-79, 2014.</h6>



<h6 id="tsampali-e-stefanidou-m-the-role-of-crystalline-admixtures-in-the-long-term-healing-process-of-fiber-reinforced-cementitious-composites-frcc-journal-of-building-engineering-s-l-v-60-p" class="wp-block-heading">TSAMPALI, E.; STEFANIDOU, M. The role of crystalline admixtures in the long-term healing process of fiber-reinforced cementitious composites (FRCC). <strong>Journal Of Building Engineering,</strong> [S.L.], v. 60, p. 105164, nov. 2022.</h6>



<h6 id="universidade-trisul-concreto-autocicatrizante-uma-inovacao-que-veio-para-ficar-disponivel-em-https-www-universidadetrisul-com-br-solucoes-construtivas-concreto-autocicatrizante-uma-inovacao" class="wp-block-heading">UNIVERSIDADE TRISUL.&nbsp;<strong>Concreto autocicatrizante: uma inovação que veio para ficar</strong>. Disponível em: https://www.universidadetrisul.com.br/solucoes-construtivas/concreto-autocicatrizante-uma-inovacao-que-veio-para-ficar. Acesso em: 13 set. 2022.</h6>



<h6 id="van-tittelboom-k-de-belie-n-self-healing-in-cementitious-materials-a-review-materials-v-6-n-6-p-2182-2217-2013" class="wp-block-heading">VAN TITTELBOOM, K.; DE BELIE, N. Self-healing in cementitious materials &#8211; A review. <strong>Materials,</strong> v. 6, n. 6, p. 2182-2217, 2013.</h6>
<p>The post <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/autocicatrizacao-a-era-dos-concretos-inteligentes/">Autocicatrização: A era dos concretos inteligentes?</a> appeared first on <a href="https://blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Vergalhão de fibra de vidro: a galinha dos ovos de ouro da engenharia?</title>
		<link>https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-civil/vergalhao-de-fibra-de-vidro/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=vergalhao-de-fibra-de-vidro</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Monalisa Tainá Finger Deprá]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Jul 2022 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de Materiais]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque-topo]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de Estruturas]]></category>
		<category><![CDATA[Concreto Armado]]></category>
		<category><![CDATA[Aço]]></category>
		<category><![CDATA[Blog de Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[concreto armado]]></category>
		<category><![CDATA[Construção Civil]]></category>
		<category><![CDATA[estruturas]]></category>
		<category><![CDATA[Fibra de Vidro]]></category>
		<category><![CDATA[Monalisa Tainá Finger Deprá]]></category>
		<category><![CDATA[site de engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Soluções]]></category>
		<category><![CDATA[vergalhão de fibra de vidro]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blogdaengenharia.com/?p=83199</guid>

					<description><![CDATA[<p>O vergalhão de fibra de vidro surge no mercado como uma alternativa à tradicional barra de aço utilizada nas estruturas de concreto armado. Feito com material leve, não corrosivo e reciclável, ele promete uma resistência à tração até três vezes maior que o aço. Seria o material perfeito, mas será que é tudo isso mesmo?</p>
<p>The post <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-civil/vergalhao-de-fibra-de-vidro/">Vergalhão de fibra de vidro: a galinha dos ovos de ouro da engenharia?</a> appeared first on <a href="https://blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Com o avanço das tecnologias, a alta nos preços dos insumos para a construção civil, somado à escassez de alguns recursos naturais, surge a necessidade de reinventar as matérias primas da engenharia. Buscando <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-de-materiais-engenharia/5-porques-do-grafeno-ser-o-material-querido-do-momento/">novos materiais</a> que sejam mais sustentáveis, com menor custo e que apresentem os mesmos benefícios que os usados tradicionalmente.</p>



<p>Acompanhamos recentemente a introdução do vergalhão de fibra de vidro no mercado, surgindo como uma alternativa à tradicional barra de aço utilizada nas estruturas de concreto armado. Feito com material leve, não corrosivo e reciclável, ele promete uma resistência à tração até três vezes maior que o <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-mecanica/preco-do-aco-impactos-sobre-a-economia/">aço</a>. Seria o material perfeito, mas será que é tudo isso mesmo?</p>



<h4 id="historico-e-vantagens" class="has-text-align-left wp-block-heading"><em><span class="has-inline-color has-green-color">Histórico e Vantagens</span></em></h4>



<p>Difundido e muito conhecido em outros países, o vergalhão de fibra de vidro chegou no Brasil em 2020 e está ainda engatinhando. As normas técnicas brasileiras, ainda não orientam sobre a utilização do material e em quais situações deve ser aplicado. Universidades e empresas têm se unido e investido em estudos para verificar a eficiência do material e a correta aplicabilidade na construção civil, e os primeiros resultados já demonstram algumas diferenças entre o aço e o vergalhão de fibra de vidro que podem inviabilizar o seu uso em algumas situações.</p>



<p>O novo produto trata-se de um composto polimérico de fibra de vidro com resinas que dão origem ao vergalhão. Apesar do pouco conhecimento acerca de todas as propriedades físicas e mecânicas, e em função de não sofrer com a ação do tempo e nem reagir com materiais corrosivos, tem sua durabilidade estimada em aproximadamente 80 anos, assegura não exigir manutenção e nem perder eficiência ao longo desse período. Mais leve que o<a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-mecanica/preco-do-aco-impactos-sobre-a-economia/"> aço</a>, afirma uma economia em obra de até 25%.</p>



<h4 id="desvantagens" class="has-text-align-left wp-block-heading"><em><span class="has-inline-color has-red-color">Desvantagens</span></em></h4>



<p>A solução é encantadora, mas tem suas <span class="has-inline-color has-red-color">desvantagens</span>. O grande ponto que preocupa engenheiros calculistas é acerca do <span class="has-inline-color has-black-color">módulo de elasticidade</span>, que é muito menor quando comparado ao do aço, ou seja, pode gerar maiores <span class="has-inline-color has-red-color">deformações</span> nos elementos estruturais mesmo para baixas cargas. Outro ponto crítico, é o comportamento do material quando exposto às variações térmicas. Por ser um composto com resinas, ao atingir elevadas temperaturas pode assumir um estado de fluido viscoso, permitindo que as fibras deslizem entre si, podendo assim perder algumas de suas propriedades. </p>



<p>Para armar as estruturas de concreto é comum executar dobras ou ganchos para promover a correta ancoragem. Outra desvantagem é que isso é dificultado pelo vergalhão de fibra de vidro, em especial com maiores diâmetros que não admite dobras. </p>



<p>Outros pontos que ainda precisam ser bem esclarecidos são acerca da anisotropia do material, coeficiente de dilatação térmica e comportamentos nos estádios de deformação. Sabemos que todos esses pontos são delicados e extremamente importantes no dimensionamento estrutural. Sem a precisão dessas informações e comportamentos, o dimensionamento é uma mera estimativa, sem a certeza do seu correto desempenho e eficiência.</p>



<h4 id="recomendacoes" class="wp-block-heading">Recomendações</h4>



<p>Com frequência se observa a negligência do uso do material em diversas construções. Pelo simples fato de saber a informação superficial de “mais resistente que o aço”. Assim, o que se recomenda é a aplicação do vergalhão em elementos não exclusivamente estruturais. Sendo utilizado em pisos apoiados sobre o solo e na capa de lajes como armadura de combate à fissuração.</p>



<p>Como ainda não há parâmetros legais, e nem muitos estudos publicados, é cedo para afirmar se o vergalhão será ou não a galinha dos ovos de ouro da engenharia, e se poderá realmente substituir o aço utilizado nos elementos estruturais. Como todo material novo que surge no mercado, é prudente, antes de qualquer coisa, entender todos os pontos positivos e negativos. Ou seja, analisar como os órgãos relacionados ao setor estão se posicionando sobre a utilização, em especial a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), e principalmente, que profissionais especializados na área possam acompanhar e&nbsp; orientar sobre a correta utilização.</p>



<p>Acredita-se que somente com o avanço dos estudos específicos, paralelo às orientações técnicas oficiais de dimensionamento e utilização, poderemos ter uma correta reprodução do comportamento do material, e assim, ampliar a aplicação ou até mesmo restringir a utilização em alguns elementos. Cenas dos próximos capítulos.</p>
<p>The post <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-civil/vergalhao-de-fibra-de-vidro/">Vergalhão de fibra de vidro: a galinha dos ovos de ouro da engenharia?</a> appeared first on <a href="https://blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
