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Engenharia de Manutenção em Subestações!

Manutenção em subestações não é só trocar coisas quebradas…

Que bom te encontrar aqui novamente! Hoje queria refletir sobre uma coisa: você já pensou que sem energia elétrica, provavelmente, você não estaria lendo este artigo neste dispositivo (celular, notebook, tablet, etc)? Mas não somente ter a energia elétrica é importante, mas também, manter esta energia de maneira ininterrupta é essencial! E por isso tomo a liberdade de reafirmar o tema de um artigo aqui do blog: Manutenção é Importante SIM!

Existem várias definições sobre o que é Engenharia de Manutenção, mas em geral pode ser resumida como o segmento da engenharia responsável por garantir a continuidade e confiabilidade dos processos, evitando ao máximo as falhas e interrupções não planejadas.

Vamos entender como isso se aplica nas subestações?

O que é Manutenção ?

Bom, primeiramente vamos quebrar uma preconceito: a manutenção não serve apenas para consertar o que quebrou! Isso mesmo, a manutenção vai muito além de arrumar o que está quebrado, podemos ver isso com detalhes no artigo do Eng. Eduardo Cavalcanti, além de entender os principais tipos de manutenção: preditiva, preventiva e corretiva.

Qualquer processo precisa de algum tipo de manutenção para se manter desempenhando suas funções como foi projetado. Em um carro, por exemplo, normalmente realizamos trocas de óleo periódicas, calibramos os pneus, realizamos uma revisão geral antes de fazer uma viagem, olhamos as lâmpadas, etc. Tudo isso para que? Afim de garantir que o veículo esteja nas melhores condições para nos levar aonde desejamos. Todas estas ações que realizamos podem ser relacionadas com ações de manutenção.

Nos sistemas elétricos é a mesma coisa, é importante que sejam observados todos os componentes para que possamos garantir que o sistema vai funcionar adequadamente. Esta avaliação vai desde as Usinas e seus geradores, passando pelas linhas de transmissão até as subestações!

Imagem de subestação - fonte Pixabay
Subestação de Energia – Fonte: Pixabay

Engenharia de Manutenção na Prática

Normalmente, nem sempre é fácil parar uma subestação para fazer uma manutenção corretiva, assim a Engenharia de Manutenção precisa trabalhar de com ações preditivas. Estas técnicas ajudam a entender a deterioração e desgaste dos equipamentos,em outras palavras, permite que sejam programadas ações para evitar falhas e desligamentos não programados.

Além de identificar o possível desgaste,também é realizado uma série de estudos para identificar os motivos que ocasionaram esta possível falha no equipamento, para garantir que esta não ocorra novamente.

Imagem de Manutenção de Cadeia de Isoladores de Torre de Alta Tensão - fonte Pixabay
Manutenção de Torre de Alta Tensão – Fonte: Pixabay

Manutenções Preditivas: Principais Aliadas

Estas técnicas são grandes aliadas da manutenção de subestações, isto é, aplicar técnicas que permitem o acompanhamento periódico de um equipamento. Estas técnicas vão desde inspeções visuais a utilização de técnicas não destrutivas como inspeções, análises e coleta de dados de modo que permitem identificar quaisquer alterações nos equipamentos.

Em subestações as principais técnicas de preditiva além das inspeções visuais são: Termografia, Ultrassom, Análise de óleo Isolante, além de ensaios de isolação, resistência de contato entre muitos outros.

Cada uma destas técnicas se aplica de maneira diferente em cada um dos equipamentos, garantindo que o conjunto da aplicação destas técnicas, tenha como resultado final, o processo funcionando perfeitamente.

Em suma, para cada um dos equipamentos da subestação podem ser aplicadas técnicas específicas para para identificar as falhas, não deixe de acompanhar os próximos artigos com as principais técnicas utilizadas em cada um dos equipamentos da Subestação.

Não se gerencia o que não se mede…“.

William Edward Deming

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5 comentários
  1. Como conscientizar gestores sobre as manutenções preditivas e preventivas, quando só enxergam manutenções corretivas? Uma questão cultural.

    1. Alan, realmente uma questão cultural que pode ser mudada com apresentação de cases de sucesso, e argumentação técnica.
      O embasamento em números, mostrando que a preventiva aumenta a vida útil e evita paradas indesejadas, pode ser uma estratégia

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