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	<title>Energia elétrica Archives | Blog da Engenharia</title>
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	<description>Conhecimento Técnico que Transforma</description>
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	<title>Energia elétrica Archives | Blog da Engenharia</title>
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		<title>A Revolução Silenciosa: Air-gen</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Carolina Brandão Gontijo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Aug 2023 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Curiosidades da Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de Energia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Introdução No horizonte da engenharia, um cenário fascinante emerge: um mundo onde a eletricidade flui livremente, sem restrições,&#8230;</p>
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<p></p>



<h3 id="introducao" class="wp-block-heading"><strong>Introdução</strong></h3>



<p>No horizonte da engenharia, um cenário fascinante emerge: um mundo onde a eletricidade flui livremente, sem restrições, graças a um avanço surpreendente. Imagine a eletricidade fluindo como um rio tranquilo, alimentando todos os dispositivos à nossa volta, desde smartphones até trens de levitação magnética e usinas de fusão futuristas. O sonho de <a href="https://blogdaengenharia.com/diversos/sustentabilidade/um-olhar-sobre-as-energias-renovaveis/">transmitir eletricidade</a> sem esforço em condições cotidianas pode estar mais próximo do que nunca, graças a uma descoberta eletrizante feita por cientistas da <a href="https://www.bostonglobe.com/2023/05/26/science/harnessing-same-forces-lightning-new-technology-extracts-electricity-humidity/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Universidade de Massachusetts Amherst</a>. Eles apresentam uma inovação notável: um dispositivo capaz de extrair eletricidade diretamente da umidade presente no ar, um salto audacioso em direção a um futuro mais limpo e sustentável: air-gen.</p>



<h3 id="supercondutividade-na-era-moderna-alem-das-fronteiras-do-possivel" class="wp-block-heading"><strong>Supercondutividade na Era Moderna: Além das Fronteiras do Possível</strong></h3>



<p>A eletricidade, a força vital de nossa era tecnológica, muitas vezes se depara com obstáculos, resultando em perdas de energia e calor. Mas e se pudéssemos desbloquear a promessa da supercondutividade, onde a resistência elétrica desaparece como uma ilusão mágica? Durante décadas, cientistas exploraram esse fenômeno em temperaturas ultracold, um território inexplorado para a maioria das aplicações práticas. Agora, uma equipe de visionários na Universidade de Massachusetts Amherst apresenta uma virada surpreendente nesse enigma tecnológico, desencadeando a possibilidade de supercondutores de temperatura ambiente.</p>



<h2 id="o-air-gen-a-inovacao-que-desafia-a-imaginacao" class="wp-block-heading"><strong>O Air-gen: A Inovação Que Desafia a Imaginação</strong></h2>



<p>Prepare-se para conhecer o Air-gen, um dispositivo revolucionário do tamanho de uma unha, embora minúsculo em aparência, ele carrega um potencial colossal. Este intrincado artefato, dotado de nanoporos que rivalizam com a delicadeza de um fio de cabelo humano, é capaz de capturar a energia latente nas moléculas de água eletricamente carregadas presentes no ar. Imagine as forças naturais que dão origem aos relâmpagos sendo aproveitadas para criar eletricidade &#8211; o Air-gen é a personificação dessa visão audaciosa. Atualmente, ele energiza sensores de tamanho reduzido, mas sua promessa é grandiosa: poderia se tornar uma fonte limpa e acessível de energia, complementando as forças da energia eólica e solar.</p>



<h3 id="o-segredo-das-possibilidades-infinitas-air-gen" class="wp-block-heading"><strong>O Segredo das Possibilidades Infinitas: </strong>Air-gen</h3>



<p>O segredo por trás do Air-gen não é apenas sua capacidade de extrair energia do ar úmido. Ele redefine as regras do jogo ao mostrar que uma variedade de materiais, incluindo a celulose encontrada nas paredes celulares das plantas, podem ser utilizados para desencadear seu potencial elétrico. Imagine uma produção em massa desse dispositivo, eliminando a necessidade de mineração de minerais preciosos, como o lítio, tradicionalmente usados em baterias e painéis solares. O Air-gen não apenas oferece uma visão de um futuro energético mais sustentável, mas também promove uma abordagem ética e ecologicamente responsável.</p>



<h3 id="o-caminho-a-seguir-energia-limpa-ao-alcance-das-maos" class="wp-block-heading"><strong>O Caminho a Seguir: Energia Limpa ao Alcance das Mãos</strong></h3>



<p>A jornada rumo a uma nova era de energia limpa está apenas começando. O Air-gen é um prenúncio emocionante do que está por vir, um vislumbre de um mundo onde a eletricidade flui abundantemente a partir da umidade ao nosso redor. À medida que os estudantes de engenharia mergulham nas maravilhas da ciência, são convidados a explorar os mistérios do Air-gen e a imaginar um futuro onde a eletricidade é gerada de forma contínua e onipresente. O desafio da sustentabilidade energética se torna mais emocionante a cada passo adiante &#8211; o Air-gen está prontamente esperando para iluminar o caminho.</p>
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		<title>Internet e Energia elétrica: a dualidade do sucesso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Carolina Brandão Gontijo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Feb 2023 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia Eletrônica]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque-topo]]></category>
		<category><![CDATA[EngeVeRse]]></category>
		<category><![CDATA[blog da engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[eletricidade]]></category>
		<category><![CDATA[Energia elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia eletrica]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia no Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Já se perguntou qual é a rua mais movimentada do mundo?  Acredite se quiser, mas é a internet.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Entretanto, para poder se utilizar dos benefícios desta tecnologia é necessário ter energia elétrica. Não adianta ter o melhor sinal de internet do <strong>Mundo</strong> se você não tiver acesso a um dispositivo para utilizar do mesmo de nada adiantaria e este com certeza precisa de energia elétrica para funcionar.</p>



<p>Apesar de parecer inacreditável, contudo,  ainda existem locais no Brasil que pessoas não tem acesso a energia elétrica que é considerado uma<strong> necessidade básica</strong>. Não basta apenas o acesso a eletricidade, necessita-se que essa tenha uma qualidade mínima exigida pela ANEEL, que garanta confiabilidade, disponibilidade e segurança.</p>



<p>O Brasil tem o <a href="https://blogdaengenharia.com/carreira/mercado-de-trabalho/engenharia-no-brasil/a-energia-que-conecta/"><strong>SIN (Sistema Interligado Nacional)</strong></a> que precisa do sinal de internet para funcionar, pois existem sistemas instalados nas subestações que permitem o controle de toda energia elétrica gerada e distribuída pelo país. Portanto, neste ponto já começa a ficar claro a importância destas duas tecnologias trabalharem juntas e estarem sempre atualizadas.</p>



<h3 id="modernizacao-do-setor-eletrico" class="wp-block-heading">Modernização do setor elétrico</h3>



<p>Um sistema elétrico de qualidade precisa se manter em constante modernização, e visar sempre acompanhar o desenvolvimento de outras tecnologias como a internet.</p>



<h3 id="diversificacao-da-matriz-eletrica" class="wp-block-heading">Diversificação da Matriz Elétrica</h3>



<p>Será mesmo necessário investir no setor elétrico brasileiro? Tenho certeza que você leitor se lembra do que passamos nos últimos dois anos com as<strong> <a href="https://blogdaengenharia.com/diversos/crise-hidrica-e-a-contratacao-da-energia-mais-cara-das-termeletricas/">oscilações nos níveis de agua nos reservatórios das usina hidrelétricas.</a></strong> Portanto, para modificarmos este cenário começa assim um dos pilares para modernização que é a diversificação da matriz elétrica. </p>



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<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:100%"><div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="600" height="353" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/05-eletrica-brasil.png" alt="" class="wp-image-87431" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/05-eletrica-brasil.png 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/05-eletrica-brasil-300x177.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/05-eletrica-brasil-18x12.png 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/05-eletrica-brasil-380x224.png 380w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption><strong><a href="https://www.epe.gov.br/sites-pt/publicacoes-dados-abertos/publicacoes/PublicacoesArquivos/publicacao-675/topico-638/BEN2022.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Matriz Elétrica Brasileira 2021</a></strong>&nbsp;(BEN, 2022)&nbsp;</figcaption></figure></div>


<p>Conforme, pode ser observado a matriz atual brasileira é focada principalmente em energia elétrica provida da fonte hidráulica. Sendo assim, equilibrar melhor os percentuais de cada fonte seria a melhor alternativa para reduzir as oscilações na tarifa de energia elétrica. </p>



<p>Outro fator importante é maior segurança em relação a confiabilidade da energia elétrica. Em caso de ocorre um problema em um tipo de recurso base para geração torna-se possível continuar a geração de energia elétrica através de outra fonte sem afetar o atendimento ao cliente.</p>



<h3 id="direito-de-escolha" class="wp-block-heading">Direito de escolha</h3>



<p>No mercado atual brasileiro o consumidor não tem o direito de escolher qual a concessionária que irá fornecer sua energia elétrica, portanto é obrigado a contratar o serviço da empresa que atende a sua localidade.</p>



<p>Por isso, um outro pilar da modernização do setor elétrico é garantir ao consumidor o direito de escolher de qual fornecedor ele irá contratar o serviço. Esta ferramenta permitiria maior competividade entre as concessionárias de energia elétrica, e com certeza melhora no preço e na qualidade deste serviço.</p>



<h3 id="seguranca-cibernetica-no-setor-eletrico" class="wp-block-heading">Segurança cibernética no setor elétrico</h3>



<p>Com as constantes <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-de-software/vpn-ciberseguranca-seguranca-da-informacao/">invasões ocorridas em sistemas de T.I</a>. de diversas empresas e <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-de-software/hackers-invadem-sistema-do-crea-sp/">órgãos governamentais</a>, tornou-se relevante a inserção de mais mecanismos e sistemas de segurança no SIN. Visto que, uma invasão neste sistema teria potencial para afetar todo o Brasil, ocasionado parada em diversas industrias, hospitais, aeroportos e dentre outros locais essenciais. Os prejuízos um ataque dessa magnitude seriam incalculáveis, pois o prazo para retomada e reorganização de todo o país poderia demorar semanas e até meses.</p>



<h3 id="veiculos-eletricos" class="wp-block-heading">Veículos elétricos  </h3>



<p>A demanda por eletricidade tende a crescer e um fator que comprova isso é a inserção dos veículos elétricos, para atender esta demanda e também a que advém da industrialização a diversificação da matriz elétrica é primordial.</p>



<p>Entretanto, a entrada dos veículos elétricos produz também um outro ponto de atenção que este dispositivo pode absorver energia elétrica da rede mas também, pode fornecer este recurso. Então o sistema elétrico se torna cada vez mais bidirecional, o cliente não apenas recebe energia elétrica, pode também injetar na rede. </p>



<p>Portanto, justifica-se assim a importância de realizar um estudo sobre os equipamentos de proteção do sistema elétrico que estão instalados, se necessário realizar substituição nos dispositivos obsoletos para que este não atuem em momento incorreto devido a padrões internos do mesmo.</p>



<h3 id="concluindo" class="wp-block-heading"><strong>Concluindo</strong></h3>



<p>Assim sendo, torna-se importante a modernização do setor elétrico para poder ter acesso aos benefícios da internet com segurança, confiabilidade e tranquilidade, além de usufruir da eletricidade com seu potencial em plenitude.</p>



<p>Fonte:</p>



<p><a href="https://www.epe.gov.br/pt/abcdenergia/matriz-energetica-e-eletrica">https://www.epe.gov.br/pt/abcdenergia/matriz-energetica-e-eletrica</a></p>
</div>
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		<item>
		<title>A energia elétrica que conecta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Carolina Brandão Gontijo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Aug 2022 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia Elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de Energia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A energia elétrica é um meio pelo qual o Brasil se conecta de norte a sul. Esta conexão permite que novas tecnologias e desenvolvimento cheguem a diversas localidades no país.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A rede elétrica de transmissão no Brasil interliga todo país, e é denominada como SIN (Sistema Interligado Nacional). Este termo esteve em alta na época do <a aria-label="undefined (opens in a new tab)" href="https://blogdaengenharia.com/carreira/mercado-de-trabalho/engenharia-no-brasil/apagao-no-amapa-os-desafios-do-setor-de-energia-do-brasil/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">apagão em Amapá</a>, pois a região em questão não faz parte do sistema interligado nacional.</p>



<p>O SIN é composto por diversos equipamentos e instalação que através de conexões elétricas possibilitam a distribuição de energia elétrica por todo Brasil. De acordo com dados da ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico) em 2017 o SIN tinha uma <strong>extensão de 186 mil quilômetros, capacidade instalada de 170 mil megawatts</strong> <strong>e composto por 4 subsistemas de geração.</strong></p>



<h3 id="sistema-interligado-nacional" class="wp-block-heading">Sistema Interligado Nacional</h3>



<p>O SIN é descrito como um sistema hidro-termo-eólico. Sendo assim,  a geração de energia elétrica ocorre principalmente através de usinas hidrelétricas. Esta portanto, representado um percentual de mais de 60% de toda energia elétrica gerada no país, este potencial advém de 16 bacias hidrográficas localizadas em território nacional.</p>



<p>Contudo, o sistema ainda contempla usinas térmicas que se localizam mais próximas as cargas e representam um percentual de 21% na composição do SIN. Ademais, tem-se fontes em ampla expansão como eólica e fotovoltaica que juntas são responsáveis por aproximadamente 10% de toda energia elétrica gerada no Brasil. </p>



<p>Sendo assim os quatro sistemas onde se localizam estas usinas são:</p>



<ul class="wp-block-list" id="block-09dea38b-3294-4df8-a664-f3ec7759e1c5"><li><strong>Subsistema Sudeste/Centro-Oeste (SE/CO)</strong> abrange as regiões Sudeste e Centro-Oeste, além dos estados de Rondônia e Acre;<br></li><li><strong>Subsistema Sul (S)</strong> corresponde à toda a região sul do país;<br></li><li><strong>Subsistema Nordeste (NE)</strong> engloba a região nordeste menos o Maranhão;<br></li><li><strong>Subsistema Norte (N)</strong>, contempla os estados do Amapá, Amazonas, Maranhão, Pará e Tocantins.</li></ul>



<p>Entretanto, ainda existe <strong>212 locais que não fazem parte do SIN </strong>representam menos 1% da carga total de energia elétrica do país. Sendo assim estes territórios em questão, em sua maioria na região Norte, nos estados de <strong>Rondônia, Acre, Amazonas, Amapá e Pará</strong>. Salvo que <strong>Roraima é o único estado a não integrar o SIN e </strong>tem seu abastecimento elétrico realizado parcialmente pela Venezuela<strong>.</strong> </p>



<p class="has-text-align-center">Para acessar o mapa completo do SIN acesse <a href="https://www.epe.gov.br/sites-pt/publicacoes-dados-abertos/publicacoes/PublicacoesArquivos/publicacao-168/Mapa%20do%20Sistema%20Integrado%20Nacional.pdf" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener">o link</a>.</p>



<h3 id="beneficios-do-sin" class="wp-block-heading">Benefícios do SIN</h3>



<p>Certamente, o SIN garante maior segurança, confiabilidade, eficiência e reduz nos custos das operações elétricas no país. Isto é, no caso de ocorrer falhas em uma linha de transmissão há a possibilidade de manobrar a rede para não interromper totalmente o fornecimento de energia elétrica.</p>



<p>Além disso, a interligação dos subsistemas em diferentes regiões permite melhor distribuição da energia elétrica devido á sazonalidades das chuvas. Inclusive, a alternativa de planejamento para diversificação composição da matriz energética.</p>



<h3 id="desafios-do-sin" class="wp-block-heading">Desafios do SIN</h3>



<p>Devido a grande extensão do país ocasiona-se extensa quilometragem das linhas de transmissão, gerando assim o significativo percentual de perdas energéticas o que reduz parcialmente a eficiência do SIN. Por outro lado, tem-se a possível falta de estimulo para o investimento de sistemas de geração de energia elétrica em determinados locais. Em virtude da possibilidade do transporte da energia gerada em outros terrenos. </p>



<p>Em suma, países com grande extensão territorial necessitam de alternativas para conexão de suas diversas localidades de modo a fornecer energia elétrica com segurança e confiabilidade. Portanto, no Brasil tem-se o SIN que encurta as distâncias e nos conecta através do recurso energético que é extremamente essencial.</p>



<h6 id="fontes" class="wp-block-heading">Fontes:</h6>



<ol class="wp-block-list"><li><a href="http://www.ons.org.br/paginas/sobre-o-sin/o-que-e-o-sin">Clique aqui!</a></li><li><a href="https://esferaenergia.com.br/fontes-de-energia/sistema-interligado-nacional/">Clique aqui!</a> </li><li><a href="https://megawhat.energy/verbetes/26595/sistema-interligado-nacional-sin">Clique aqui! </a></li></ol>
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			</item>
		<item>
		<title>O maior desafio da Transição Energética em curso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diego Cunha Malagueta]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jun 2022 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque-topo]]></category>
		<category><![CDATA[combustíveis fósseis]]></category>
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		<category><![CDATA[matriz energetica]]></category>
		<category><![CDATA[petróleo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A civilização tem pela frente o desafio de garantir energia e qualidade de vida para quem ainda não possui acesso e para os que virão com o crescimento populacional. E ao mesmo tempo, reduzir drasticamente o consumo de combustíveis fósseis. Confira aqui a magnitude desse desafio.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Uma apresentação conjunta do próprio colunista e das transições energéticas passadas. Para ao final compreendermos qual a grande diferença da atual transição em comparação com as anteriores: a necessidade de redução de consumo em paralelo com o crescimento populacional. <strong><span class="has-inline-color has-green-color">Algo jamais vivenciado pela civilização em escala global</span></strong>.</p>



<p>Minha estreia como colunista se dá através de uma narrativa do meu aprendizado, relação e entendimento do papel das transições energéticas nos saltos de desenvolvimento da civilização humana. Desde a agricultura até a transição que se coloca atualmente como necessária na direção de um mundo mais calcado nas energias renováveis. </p>



<h4 id="um-pouco-da-minha-trajetoria" class="wp-block-heading">Um pouco da minha trajetória</h4>



<p>Afinal, para que vocês tenham interesse naquilo que tenho a dizer sobre a área, acho importante que me conheçam um pouco. Que saibam como eu me tornei um pesquisador, especialista e professor. E assim, estudo e leciono temas como: energias fósseis, renováveis, políticas públicas para o setor, economia da energia e do meio ambiente.</p>



<p>Sempre tive gosto pelo saber em diversas áreas, mas meu fascínio era maior por física e biologia. Acabei fazendo vestibular para engenharia mecânica e para biologia, e escolhendo cursar o primeiro. </p>



<p>Ainda durante a graduação flertei com a física. Mas optei por me fixar mesmo na engenharia por entender que um físico olha para os fenômenos de transformação da energia visando compreendê-los e explicá-los, enquanto nós engenheiros visamos dominá-los para assim utilizarmos esses processos para um propósito.</p>



<h4 id="todo-processo-para-obtencao-de-um-produto-ou-servico-entrega-tambem-rejeitos" class="wp-block-heading">Todo processo para obtenção de um produto ou serviço entrega também rejeitos</h4>



<p>Ou seja, olhamos para toda atividade humana, em especial para produtos ou serviços, como podendo ser modelada e entendida por um processo que depende de insumos para nos entregar um efeito desejado. </p>



<p>Podemos ainda quebrar estes insumos entre duas parcelas: as matérias-primas, e <strong><span class="has-inline-color has-green-color">energia</span></strong> ou trabalho. </p>



<p>Enquanto que para obter os efeitos desejados, também são entregues outros efeitos que não eram o objetivo, podendo ser positivos ou negativos. E em última instância, tudo aquilo que não tem serventia, torna-se enfim <strong><span class="has-inline-color has-green-color">rejeito</span></strong>.</p>



<p>Sendo assim, grande parte do desafio da humanidade, até mesmo do ponto de vista biológico e evolutivo (e isso se expande pros demais seres vivos) é energético. O balanço alimentar: como ser mais eficiente na relação entre o gasto de energia para se obter alimentos, e o quanto o alimento fornece de energia.</p>



<h4 id="alem-de-alimentos-a-agricultura-nos-prove-tempo" class="wp-block-heading">Além de alimentos, a agricultura nos provê tempo</h4>



<p>E a agricultura e pecuária nascem daí. Nascem do objetivo de diminuir o tempo despendido em traslados, caçadas e coletas de alimentos, por um cultivo que ocorresse no entorno de suas habitações. </p>



<p><strong>Essa grande revolução traz inúmeros efeitos, dentre eles:</strong></p>



<ul class="wp-block-list"><li>Maior produção per capita de alimentos, garantindo a sobrevivência de mais pessoas;</li><li>Os excedentes de produção passam a poder ser trocados com outras pessoas e territórios, levando ao início do comércio;</li><li>O tempo ganho com esse aumento de eficiência na obtenção dos alimentos torna-se <strong><span class="has-inline-color has-green-color">tempo livre</span></strong>! E essa liberdade passa a ser utilizada na criação e invenção de ferramentas, processos, escrita&#8230; Estando intrinsicamente ligada ao desenvolvimento da civilização.</li></ul>



<p>Ao demandar de recursos naturais e descartar os mais variados rejeitos de volta para o meio, percebemos que estamos circunscritos dentro de limites do planeta.</p>



<p>E foi essa percepção que me motivou a buscar na pós-graduação um curso interdisciplinar. Curso este que abrangesse conceitos de economia, biologia, meio ambiente. Mas que ainda estivesse dentro da engenharia, visando compreender essa intrincada faceta multidisciplinar do setor energético. </p>



<p>E assim, em meu mestrado em Planejamento Ambiental, foquei meus estudos na discussão da <strong><span class="has-inline-color has-green-color">finitude do petróleo</span></strong>. E que à época expandia suas fronteiras tecnológicas de exploração a petróleos até então chamados de não-convencionais. Eram as areias betuminosas do Canadá e a descoberta do pré-sal brasileiro.</p>



<h4 id="vivemos-ainda-a-era-do-petroleo" class="has-text-align-left wp-block-heading">Vivemos ainda a era do Petróleo</h4>



<p>Pois antes de entendermos os papéis das energias alternativas, é essencial compreendermos primeiramente o histórico e estado que se encontram as principais e já consolidadas fontes de energia. </p>



<p>Sejam estas fontes, renováveis como a <strong><span class="has-inline-color has-green-color">hídrica</span></strong>, de baixíssima emissão de carbono como a <strong><span class="has-inline-color has-green-color">nuclear</span></strong>, ou os combustíveis <strong><span class="has-inline-color has-green-color">fósseis</span></strong> que dominam o consumo mundial desde o início do século XX. </p>



<p>Tanto que  mais de 80% de toda energia consumida no mundo ainda vem de combustíveis fósseis. Para deixar de lado os efeitos da pandemia, observemos a matriz energética mundial em 2019, conforme dados apresentados no Gráfico 1 proveniente da <a aria-label="undefined (opens in a new tab)" href="https://www.epe.gov.br/pt/abcdenergia/matriz-energetica-e-eletrica" target="_blank" rel="noreferrer noopener">EPE</a> (Empresa de Pesquisa Energética).</p>



<h5 id="matriz-energetica-mundial-por-fontes-2019" class="has-text-align-center wp-block-heading">Matriz Energética Mundial por Fontes 2019</h5>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-full is-resized"><img decoding="async" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/Matriz-Energetica-Mundial-2019-site-EPE.png" alt="transição" class="wp-image-82623" width="475" height="383" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/Matriz-Energetica-Mundial-2019-site-EPE.png 485w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/Matriz-Energetica-Mundial-2019-site-EPE-300x242.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/Matriz-Energetica-Mundial-2019-site-EPE-15x12.png 15w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/Matriz-Energetica-Mundial-2019-site-EPE-380x306.png 380w" sizes="(max-width: 475px) 100vw, 475px" /><figcaption>Gráfico 1. Fonte: EPE (2021)</figcaption></figure></div>



<p>Portanto, retornemos a meados do século XIX. O planeta tinha pouco mais de 1bilhão de habitantes e praticamente toda a energia usada pela sociedade vinha da queima de <strong><span class="has-inline-color has-green-color">biomassas</span></strong>. Na época, gordura animal e óleos (como o de baleia) eram usados para iluminação em velas e lamparinas, Enquanto a lenha era queimada para cocção, aquecimento doméstico, e em fornos para processos de fabricação.</p>



<h4 id="e-essencial-compreender-a-transicao-que-levou-ao-dominio-dos-combustiveis-fosseis" class="wp-block-heading">É essencial compreender a transição que levou ao domínio dos combustíveis fósseis</h4>



<p>Vem então a <strong><span class="has-inline-color has-green-color">Revolução Industrial</span></strong>, alavancada pelos avanços nos projetos das primeiras máquinas a vapor operacionais de grande porte, que movidas pelo abundante carvão presente no Reino Unido, transforma suas indústrias. </p>



<p>Sendo a têxtil o maior exemplo, que leva o Reino Unido a se tornar a grande economia mundial e muda as relações comerciais internacionais.</p>



<p>A partir daí, o <strong><span class="has-inline-color has-green-color">carvão</span></strong> suplanta a lenha, se tornando o principal energético mundial de 1900 até aproximadamente a década de 60. Quando chega ao fim a era do carvão e se inicia a <strong><span class="has-inline-color has-green-color">era do petróleo</span></strong>, fonte dominante desde então, e ainda hoje responsável por mais de 30% da demanda energética mundial.</p>



<p>E em 2009, depois de um contexto de turbulência do preço do petróleo, que disparou de 2007 a 2008, despencando logo em seguida, foi quando entrei no meu doutorado. Nele, me debrucei no estudo de políticas públicas voltadas para fontes renováveis. </p>



<p>Essa trajetória ajudou a moldar o pesquisador que sou, que nutre curiosidade por entender um pouco de cada fonte, e principalmente, como elas se interrelacionam, podendo haver complementariedade, competição, sinergias vantajosas, e por vezes, desvantajosas.</p>



<h4 id="a-atual-transicao-energetica-precisa-substituir-os-fosseis-por-renovaveis" class="wp-block-heading">A atual transição energética precisa substituir os fósseis por renováveis</h4>



<p>De acordo com definição da <a aria-label="undefined (opens in a new tab)" href="https://www.irena.org/energytransition#:~:text=The%20energy%20transition%20is%20a,emissions%20to%20limit%20climate%20change." target="_blank" rel="noreferrer noopener">Agência Internacional de Energia</a> (AIE), a atual transição energética &#8220;é uma rota de transformação do setor energético global baseado em energia fóssil para um setor baseado em zero-emissões líquidas de carbono para a segunda metade deste século.” (em tradução livre).</p>



<p>Entretanto, há uma forte distinção entre as transições energéticas já vividas, e brevemente citadas aqui, e a transição energética que é proposta como essencial para a manutenção da estabilidade dos ecossistemas e de toda nossa civilização diante de um pequeno aumento da temperatura média global. </p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>&#8220;transição energética é uma rota de transformação do setor energético global baseado em energia fossil para um setor baseado em zero-emissões líquidas de carbono para a segunda metade deste século&#8221;.    </p><cite>Agência Internacional de Energia.</cite></blockquote>



<p>Em todas as <strong><span class="has-inline-color has-green-color">transições anteriores</span></strong>, a principal fonte energética até então perde seu posto para uma nova fonte emergente, mas não sofre um drástico decréscimo de consumo. E no caso do carvão, manteve-se até em crescimento. </p>



<p>Essas transições podem ser visualizadas no Gráfico 2, que compila o consumo de energia primária por fontes desde 1800 até os dias atuais. Adaptado de &#8220;<a aria-label="undefined (opens in a new tab)" href="https://ourworldindata.org/energy-production-consumption" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Our World in Data</a>&#8220;.</p>



<h5 id="consumo-de-energia-primaria-por-fonte-de-1800-a-2019" class="has-text-align-center wp-block-heading">Consumo de Energia Primária por fonte de 1800 a 2019</h5>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1024" height="525" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/Historico-Mundial-1024x525.png" alt="transição" class="wp-image-82627" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/Historico-Mundial-1024x525.png 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/Historico-Mundial-300x154.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/Historico-Mundial-768x393.png 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/Historico-Mundial-18x9.png 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/Historico-Mundial-380x195.png 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/Historico-Mundial-800x410.png 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/Historico-Mundial-600x307.png 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/Historico-Mundial.png 1105w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>Gráfico 2. Fonte: Our World in Data (2021)</figcaption></figure></div>



<p>Enquanto para a <strong><span class="has-inline-color has-green-color">transição energética em curso</span></strong>, os principais organismos internacionais e centros de pesquisa*, afirmam que a era das renováveis precisa vir acompanhada de um despencar do consumo de todos os combustíveis fósseis, principalmente de carvão e petróleo**. Tal efeito jamais foi vivenciado de modo estrutural em nossa história!</p>



<h4 id="estamos-longe-de-abandonar-o-carvao-cujo-pico-de-consumo-se-deu-na-decada-passada" class="wp-block-heading">Estamos longe de abandonar o carvão, cujo pico de consumo se deu na década passada</h4>



<p>Vale apontar, que apesar do <strong><span class="has-inline-color has-green-color">carvão</span></strong> ter caído para a 2ª posição há mais de 50 anos, seu consumo em valores absolutos continuou aumentando até recentemente. Dependendo da metodologia aplicada, o ápice do consumo global de carvão foi atingido entre 2013 e 2014. </p>



<p>É verdade que se observarmos esse consumo per capita, o carvão teve sim redução. Por outro lado, o aumento da população mundial mais do que compensou essa queda. </p>



<p>Vale apontar que ainda hoje existem cerca de <strong><span class="has-inline-color has-green-color">1 bilhão de pessoas abaixo da linha da pobreza</span></strong>.  E que as projeções estimam que a população suba dos atuais 8 bilhões de habitantes para 10bi em 2050. </p>



<p><strong>A civilização tem pela frente o desafio de garantir a ascensão social aos marginalizados e a qualidade de vida para os que já possuem. Enquanto em paralelo tem de reduzir o consumo dos principais insumos energéticos de alta emissão de carbono.</strong> </p>



<p>Ou seja, o desafio é realmente imenso. E desdobramentos deste tema ainda nortearão várias colunas que trarei para você, leitor. </p>



<p>Além disso, abordaremos nos próximos meses pautas político-econômicas diretamente relacionadas ao setor de energia. </p>



<p>Trataremos de dados sobre diferentes fontes e seus impactos ambientais. Conheceremos as novas fronteiras tecnológicas. </p>



<p>E tudo isso com objetivos de construir conscientização, desmistificar preconceitos (pois não há fontes perfeitas nem soluções milagrosas), e gerar reflexões em torno das nossas ações como cidadãos, estimulando o surgimento de soluções. </p>



<p><strong>Um abraço a todos e até breve.</strong></p>



<p><a href="https://blogdaengenharia.com/diversos/sustentabilidade/um-olhar-sobre-as-energias-renovaveis/" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener">Continue lendo outras matérias do Blog</a></p>



<p>*como a própria AIE, a ONU, o IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas), IRENA (Agência Internacional de Energias Renováveis).</p>



<p>** existem estudos propondo que o Gás Natural pode ser bem mais danoso do que se pensava até então devido a gases de escape, mas esse assunto não é o foco da coluna de hoje.</p>
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		<title>Brasil: o risco de apagões ainda em 2021!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriely da Silva Pinto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Sep 2021 23:40:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia no Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Elétrica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em 2001 os brasileiros enfrentaram as consequências de uma grande crise hídrica, a qual provocou apagões em diferentes&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Em 2001 os brasileiros enfrentaram as consequências de uma grande crise hídrica, a qual provocou apagões em diferentes regiões do país. O interrompimento do fornecimento de energia elétrica era programado pelo governo, a fim de evitar um colapso no sistema elétrico do país.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Infelizmente hoje o Brasil vive um cenário sob condições similares à crise de 2001, visto que há uma crise hídrica vigente, e em contramão o consumo de energia por parte dos brasileiros é ascendente. </span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Dessa forma, há projeções que apontam as chances de termos apagões em 2021. No entanto, outras projeções descartam essa possibilidade, mas acreditam que ocorra em 2022.</span></p>
<p><figure id="attachment_77018" aria-describedby="caption-attachment-77018" style="width: 1920px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/bulb-2287759_1920.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-77018" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/bulb-2287759_1920.jpg" alt="" width="1920" height="1280" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/bulb-2287759_1920.jpg 1920w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/bulb-2287759_1920-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/bulb-2287759_1920-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/bulb-2287759_1920-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/bulb-2287759_1920-1536x1024.jpg 1536w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></a><figcaption id="caption-attachment-77018" class="wp-caption-text">(Fonte: Pixabay | Reprodução)</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Por conta disso, é importante se contextualizar sob a situação, acreditando que enquanto indivíduos somos capazes de promover pequenas mudanças em prol de melhorar o cenário no futuro. </span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Continue a leitura e entenda o que nos fez chegar a esse cenário, e confira quais medidas possuem grande potencial para impedir que uma crise hídrica afete tanto o fornecimento de energia elétrica. </span></p>
<h3 id="o-que-nos-fez-chegar-a-esse-cenario">O que nos fez chegar a esse cenário?</h3>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Conforme o artigo &#8220;</span><span style="font-weight: 400"><a href="https://blogdaengenharia.com/falta-dagua-logo-falta-eletricidade-bandeira-tarifaria/">Falta d´água. Logo, falta eletricidade – Bandeira tarifária</a>”</span><span style="font-weight: 400"> aponta, que hoje 64,9% da matriz elétrica do país conta com a participação das hidrelétricas para realizar o fornecimento de energia elétrica no país.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">No entanto, o Brasil vive nos últimos anos alguns episódios de crise hídrica, mas a situação se agravou em 2021, ao ponto de hoje estarmos vivendo a <a href="http://www.ons.org.br/paginas/energia-agora/reservatorios">pior crise hídrica</a> desde 1930, visto que nos últimos <a href="http://www.ons.org.br/paginas/energia-agora/reservatorios">7 anos</a> a média do volume de chuvas tem sido inferior à média histórica .</span></p>
<p><figure id="attachment_77019" aria-describedby="caption-attachment-77019" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/20171205_00_represa_crise-agua.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-77019" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/20171205_00_represa_crise-agua.jpg" alt="" width="800" height="420" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/20171205_00_represa_crise-agua.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/20171205_00_represa_crise-agua-300x158.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/20171205_00_represa_crise-agua-768x403.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-77019" class="wp-caption-text">(Fonte: Jornal USP | Reprodução)</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Levando em consideração que a participação das hidrelétricas é significativa na geração de energia elétrica do país, as consequências da crise hídrica vigente atinge de forma expressiva o setor elétrico. </span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Além disso, o país ainda enfrenta uma crise sanitária e econômica. Tais circunstâncias fez com que a ANEEL em 2020 anunciasse que iria manter a bandeira tarifária verde até 31 de dezembro deste mesmo ano, no entanto, </span><a href="https://www.enel.com.br/pt/midia/news/d202012-reativacao-do-mecanismo-de-bandeira-tarifaria.html"><span style="font-weight: 400">no dia 30 de novembro a agência anunciou</span></a><span style="font-weight: 400"> que iria reativar o mecanismo das <a href="https://blogdaengenharia.com/entenda-como-funciona-o-sistena-de-bandeiras-tarifarias/">bandeiras tarifárias,</a> em razão de uma queda nos níveis dos reservatórios das hidrelétricas. </span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Desde então, a crise hídrica tem-se agravado, de modo que, hoje a bandeira tarifária vigente é </span><span style="font-weight: 400"> a “escassez hídrica” criada em setembro de 2021. A mesma impõe o acréscimo de 14,21 reais a cada </span>100kWh<span style="font-weight: 400">.</span></p>
<h3 id="o-risco-do-fornecimento-de-energia-ser-interrompido">O risco do fornecimento de energia ser interrompido</h3>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Apesar das termelétricas já terem sido acionadas na tentativa de suprir a demanda de energia no país, os níveis dos reservatórios seguem sendo críticos.</span></p>
<p><figure id="attachment_77020" aria-describedby="caption-attachment-77020" style="width: 1920px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/flood-4977406_1920.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-77020" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/flood-4977406_1920.jpg" alt="" width="1920" height="1278" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/flood-4977406_1920.jpg 1920w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/flood-4977406_1920-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/flood-4977406_1920-1024x682.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/flood-4977406_1920-768x511.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/flood-4977406_1920-1536x1022.jpg 1536w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></a><figcaption id="caption-attachment-77020" class="wp-caption-text">(Fonte: Pixabay | Reprodução)</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Contudo, é necessário considerar um nível mínimo nos reservatórios e bacias para que seja possível manter as operações nas usinas, sem danificar as turbinas. Em virtude desse fato, o risco do fornecimento de energia ser racionado, ou interrompido é real. </span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Para acompanhar as atualizações em relação aos níveis dos reservatórios, basta acessar a página o site Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) <a href="http://www.ons.org.br/paginas/energia-agora/reservatorios">(Clique aqui)</a>. </span></p>
<h3 id="medidas-capazes-de-impedir-que-uma-crise-hidrica-afete-tanto-o-setor-eletrico">Medidas capazes de impedir que uma crise hídrica afete tanto o setor elétrico</h3>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Parafraseando a canção de Jorge Ben Jor, moramos em um país tropical, abençoado por Deus e bonito por natureza, e este aspecto faz com que o Brasil tenha potencial para explorar muitas fontes renováveis para obtenção de energia elétrica.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Ao ter uma matriz elétrica diversificada não sofreríamos tanto com as consequências de uma crise hídrica. Além disso, a busca por inserir mais alternativas sustentáveis em nossa matriz elétrica colabora para mitigar algumas das consequências do aquecimento global. </span></p>
<p><figure id="attachment_77022" aria-describedby="caption-attachment-77022" style="width: 1920px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/lightbulb-2631864_1920.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-77022" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/lightbulb-2631864_1920.jpg" alt="" width="1920" height="1193" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/lightbulb-2631864_1920.jpg 1920w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/lightbulb-2631864_1920-300x186.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/lightbulb-2631864_1920-1024x636.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/lightbulb-2631864_1920-768x477.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/lightbulb-2631864_1920-1536x954.jpg 1536w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></a><figcaption id="caption-attachment-77022" class="wp-caption-text">(Fonte: Pixabay | Reprodução)</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Então, encerro o artigo indicando uma série de conteúdo sobre <a href="https://blogdaengenharia.com/um-olhar-sobre-as-energias-renovaveis/">Fontes Renováveis</a>, produzida pelo Engenheiro e Mestre em Energias Renováveis Charles. </span><span style="font-weight: 400">É importante alavancar a diversificação da matriz elétrica do Brasil </span><span style="font-size: 1.21429rem"> e nós, como o futuro da engenharia, e engenheiros, precisamos refletir, conhecer sobre, e dedicar esforços atuando em prol de mobilizar tais mudanças buscando um futuro mais sustentável. Acesse a série de conteúdos a seguir: </span><a href="https://blogdaengenharia.com/um-olhar-sobre-as-energias-renovaveis/">Um olhar sobre as Energias Renováveis ; </a><a href="https://blogdaengenharia.com/fontes-renovaveis-parte-1-energia-eolica/">Energia Eólica ;</a><a href="https://blogdaengenharia.com/fontes-renovaveis-parte-2-energia-da-biomassa/">Energia da Biomassa ; e </a><a href="https://blogdaengenharia.com/fontes-renovaveis-parte-3-energia-solar/">Energia Solar.</a></p>
<p style="text-align: justify">
<p>The post <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-eletrica/brasil-o-risco-de-termos-apagoes-ainda-em-2021/">Brasil: o risco de apagões ainda em 2021!</a> appeared first on <a href="https://blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>.</p>
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		<title>Falta d´água. Logo, falta eletricidade &#8211; Bandeira tarifária</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Carolina Brandão Gontijo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Sep 2021 11:00:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia de Energia]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Hídrica]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia no Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Inferior]]></category>
		<category><![CDATA[#BDE]]></category>
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		<category><![CDATA[apagao]]></category>
		<category><![CDATA[Crise hídrica Conta de energia]]></category>
		<category><![CDATA[Energia elétrica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A relação entre água e eletricidade advém da matriz elétrica brasileira. Primeira coisa que se precisa entender é&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A relação entre água e eletricidade advém da matriz elétrica brasileira. <strong><span style="color: #ff0000;">Primeira</span> </strong>coisa que se precisa entender é a diferença entre <a href="https://www.epe.gov.br/pt/abcdenergia/matriz-energetica-e-eletrica"><span style="color: #ff0000;">matriz energética e elétrica</span></a>, sendo que a primeira se refere as fontes disponíveis para gerar inúmeras formas de trabalho como gás para o fogão, gasolina para o automóvel e também a eletricidade, já a matriz elétrica esta relacionada apenas as fontes disponíveis para serem transformadas em energia elétrica.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #ff0000;">Segundo</span></strong> a relação entre geração de energia elétrica e o ciclo da chuva, advém do fato da matriz elétrica brasileira ser <strong>64,9%</strong> focada na fonte hidráulica. Com o objetivo de mudar essa situação, necessita-se diversificar a matriz, e buscar ter porcentagens mais equilibradas entre as fontes de geração.</p>
<p><figure id="attachment_76426" aria-describedby="caption-attachment-76426" style="width: 352px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-76426" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/05-eletrica-brasil-300x192.png" alt="" width="352" height="225" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/05-eletrica-brasil-300x192.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/05-eletrica-brasil-1024x655.png 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/05-eletrica-brasil-768x491.png 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/05-eletrica-brasil.png 1122w" sizes="(max-width: 352px) 100vw, 352px" /><figcaption id="caption-attachment-76426" class="wp-caption-text">Fonte: EPE, 2021.</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify;">Portanto a situação atual brasileira é grave, esta é considerada a pior <a href="https://blogdaengenharia.com/crise-hidrica-e-a-contratacao-da-energia-mais-cara-das-termeletricas/">crise hídrica</a> dos <strong><span style="color: #ff0000;">últimos 90 anos</span></strong>, sendo que em 2001 já ocorreu apagão em uma situação que não era tão preocupante.</p>
<h3 id="bandeira-tarifaria"><strong>Bandeira tarifária</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Devido a baixa nos<span style="text-align: justify; font-size: 1.21429rem;"> reservatório das hidrelétricas ocasionou </span><span style="color: #ff0000;"><strong>aumento na energia elétrica.</strong></span><span style="text-align: justify; font-size: 1.21429rem;"> Contudo a criação das <span style="color: #ff0000;"><strong>bandeiras tarifarias</strong></span> teve com objetivo partilhar com o consumidor o aumento no custo para geração de energia elétrica.</span></p>
<p><em><strong>Até então tinham-se as seguintes bandeiras tarifárias:</strong></em></p>
<ul>
<li>Verde- condições ideais;</li>
<li>Amarela &#8211; condições menos favoráveis (R$1,87 a cada 100kWh);</li>
<li>Vermelha patamar 1 &#8211; condição crítica (R$3,97 a cada 100kWh);</li>
<li>Vermelha patamar 2 &#8211; condição muito crítica (R$9,49 a cada 100kWh).</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Porém para setembro de 2021 foi criada uma nova bandeira, a escassez hídrica, e esta deve vigorar até abril de 2022 e o acréscimo a cada <strong><span style="color: #ff0000;">100kWh será de R$14,21</span></strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">O mais preocupante é que este é o segundo reajuste no valor adicional tarifário em 2021. Junto a <strong><span style="color: #ff0000;">crise econômica</span></strong> acarretada pelo <a href="https://covid.saude.gov.br/">Coronavírus</a>  que afetou intensamente a economia brasileira, os aumentos constantes na tarifa de energia elétrica produz impactos negativos na sociedade e também no meio industrial visto que as industrias dependem diretamente da eletricidade para seu pleno funcionamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Conforme informações da <a href="http://www.ons.org.br/">ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico)</a> caso não haja uma oferta adicional de energia, prevê-se  <strong><span style="color: #ff0000;">apagões</span></strong> pontuais no sistema elétrico brasileiro já para os mesmo de <span style="color: #ff0000;">outubro e novembro</span> de 2021.</p>
<h3 id="incentivo-a-economia"><strong>Incentivo a economia</strong></h3>
<p><figure id="attachment_76422" aria-describedby="caption-attachment-76422" style="width: 202px" class="wp-caption alignright"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-76422" style="font-size: 19.4286px; text-align: justify;" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/pexels-rahul-716398-200x300.jpg" alt="" width="202" height="302" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/pexels-rahul-716398-200x300.jpg 200w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/pexels-rahul-716398-683x1024.jpg 683w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/pexels-rahul-716398-768x1152.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/pexels-rahul-716398-1024x1536.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/pexels-rahul-716398-1365x2048.jpg 1365w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/pexels-rahul-716398-scaled.jpg 1707w" sizes="(max-width: 202px) 100vw, 202px" /><figcaption id="caption-attachment-76422" class="wp-caption-text">Fonte: Pexel, 2021</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify;">A fim de incentivar os consumidores a reduzir o seu consumo de energia<span style="text-align: justify; font-size: 1.21429rem;"> elétrica, o governo brasileiro criou um programa para </span><strong style="text-align: justify; font-size: 1.21429rem;"><span style="color: #ff0000;">beneficiar</span></strong><span style="text-align: justify; font-size: 1.21429rem;"> o consumidor. Caso o mesmo consiga reduzir de 10% a 20% o se</span><span style="text-align: justify; font-size: 1.21429rem;">u consumo sendo que cada kilowatt-hora economizado se torna R$ 0,50 o que pode gerar ao consumidor uma economia de até </span><strong style="text-align: justify; font-size: 1.21429rem;"><span style="color: #ff0000;">R$10,00</span></strong><span style="text-align: justify; font-size: 1.21429rem;"> em sua conta.</span></p>
<p style="text-align: justify;">Assim como para consumidores residenciais também foi criado um programa para as <strong><span style="color: #ff0000;">industrias. </span></strong> O objetivo é incentivar a economia de energia para se evitar que o apagão ocorra.</p>
<blockquote><p><span style="color: #000000;">E você já fez sua parte hoje para economizar eletricidade?</span></p></blockquote>
<hr />
<p style="text-align: center;"><em><strong>Fontes:</strong></em></p>
<p style="text-align: center;"><em><a href="https://www.aneel.gov.br/bandeiras-tarifarias">Assim, Clique aqui e saiba mais sobre as Bandeiras!</a></em></p>
<p style="text-align: center;"><em><a href="https://www.epe.gov.br/pt/abcdenergia/matriz-energetica-e-eletrica">Clique aqui e saiba mais sobre Matriz energética!</a></em></p>
<p style="text-align: center;"><em><a href="https://g1.globo.com/economia/crise-da-agua/noticia/2021/08/31/governo-anuncia-criacao-da-bandeira-tarifaria-escassez-hidrica-acima-da-vermelha-patamar-2.ghtml">Clique aqui e saiba mais sobre Bandeira Vermelha!</a></em></p>
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		<title>Biogás como alternativa sustentável para geração de energia elétrica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriely da Silva Pinto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Aug 2021 11:00:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia Elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de Energia]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Inferior]]></category>
		<category><![CDATA[#BDE]]></category>
		<category><![CDATA[Biogás]]></category>
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		<category><![CDATA[Energia elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[energia renovavel]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia eletrica]]></category>
		<category><![CDATA[Gabriely da Silva Pinto]]></category>
		<category><![CDATA[Gabriely Pinto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A obtenção de energia elétrica a partir de biogás possui grande potencial para promover uma diversificação na matriz&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">A obtenção de energia elétrica a partir de biogás possui grande potencial para promover uma diversificação na matriz elétrica do Brasil. Visto que, parte significativa da mesma  ainda é proveniente da geração de energia a partir de hidrelétricas. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Além disso, trata-se de uma fonte renovável de energia, contribuindo, portanto, para geração de energia limpa. </span><span style="font-weight: 400;">Continue a leitura e confira  outros aspectos em relação ao grande potencial que o biogás possui para ser uma excelente alternativa sustentável para geração de energia elétrica.</span></p>
<h3 id="entendendo-o-que-e-o-biogas" style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Entendendo o que é o biogás</span></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Sobretudo, o biogás é uma </span><span style="font-weight: 400;"> mistura de gases, tendo como seus principais componentes o metano (CH</span><span style="font-weight: 400;">4</span><span style="font-weight: 400;">) e o dióxido de carbono (CO</span><span style="font-weight: 400;">2</span><span style="font-weight: 400;">). Sim, os dois principais gases de sua composição são altamente prejudiciais ao meio ambiente. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">No entanto, o CH</span><span style="font-weight: 400;">4</span><span style="font-weight: 400;"> é mais prejudicial quando comparado aos efeitos do CO</span><span style="font-weight: 400;">2 </span><span style="font-weight: 400;">na atmosfera, visto que ele retém 28 vezes mais calor que o dióxido de carbono, aumentando assim o efeito estufa no planeta Terra. <a href="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/biogas-989479_1920.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-75098" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/biogas-989479_1920.jpg" alt="" width="1920" height="1280" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/biogas-989479_1920.jpg 1920w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/biogas-989479_1920-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/biogas-989479_1920-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/biogas-989479_1920-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/biogas-989479_1920-1536x1024.jpg 1536w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Contudo, a composição do biogás pode sofrer variações devido a fatores como a temperatura e o material a ser digerido para sua geração. </span><span style="font-weight: 400;">Tendo em vista que o material é um dos fatores que influencia a composição deste, é relevante citar a partir do que é possível obter este gás. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">A decomposição anaeróbia (ausência de oxigênio gasoso) da matéria orgânica irá gerar dentre seus outros produtos o biogás. Algumas das matérias orgânicas passíveis de gerar este gás, são:</span></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Fezes e estrume de animais;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Resíduos sólidos urbanos (RSU) presentes em aterros sanitários;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Esgoto.</span></li>
</ul>
<h3 id="como-gerar-energia-eletrica-a-partir-do-biogas" style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Como gerar energia elétrica a partir do biogás? </span></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Basicamente </span><span style="font-weight: 400;">a geração de energia elétrica a partir do biogás, é feita por meio de uma conversão da energia química do gás obtido no processo de decomposição anaeróbia, em energia mecânica por um processo de combustão. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Confira a seguir como pode ser o desdobramento das etapas para geração de energia elétrica a partir do biogás, tendo como exemplo matéria orgânica proveniente de </span><span style="font-weight: 400;">fezes e estrume de animais.</span></p>
<p><figure id="attachment_75062" aria-describedby="caption-attachment-75062" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/Esquema-geração-de-biogás.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-75062" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/Esquema-geração-de-biogás.png" alt="Biogás" width="1024" height="374" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/Esquema-geração-de-biogás.png 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/Esquema-geração-de-biogás-300x110.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/Esquema-geração-de-biogás-768x281.png 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption id="caption-attachment-75062" class="wp-caption-text">(Fonte: CBIE | Reprodução)</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Além de obter energia elétrica e gás natural veicular ao final do processo, é possível obter também biofertilizante. Trata-se </span><span style="font-weight: 400;">um subproduto obtido a partir da fermentação anaeróbica da matéria orgânica na produção de biogás. A utilização deste material proporciona às pastagens e lavouras ganhos de muitos nutrientes, e pode até ser capaz de substituir a utilização de agrotóxicos. </span></p>
<h3 id="o-brasil-neste-cenario" style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">O Brasil neste cenário </span></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">O Brasil possui um grande potencial para explorar cada vez mais o biogás. Dentre os aspectos que sustentam esse ponto de vista, está o fato de termos matéria orgânica proveniente de </span><span style="font-weight: 400;">fezes e estrume de animais, resíduos sólidos urbanos e esgoto </span><span style="font-weight: 400;">em grande escala. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Além disso, todas as matérias orgânicas citadas precisam de tratamento adequado visto que todas devem ter uma destinação final adequada devido ao potencial que todas possuem para serem prejudiciais ao meio ambiente. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Então por que não usar a obtenção de biogás alinhada aos tratamentos destas matérias orgânicas? Segundo o<a href="https://abiogas.org.br/wp-content/uploads/2021/06/PANORAMA-DO-BIOGAS-NO-BRASIL-2020-v.8.0-1_1.pdf"> Panorama do Biogás no Brasil 2020</a>, publicado pela <a href="https://cibiogas.org/">CIBIOGÁS</a></span></p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">O potencial nacional de produção de biogás bruto calculado pela ABiogás, é de 82,58 bilhões de metros cúbicos ao ano, considerando os setores sucroenergético, saneamento, proteína animal e produção agrícola. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Ao comparar este potencial com o atual cenário de produção de biogás brasileiro de 1,83 bilhão de metros cúbicos ao ano, constata-se que apenas 2% do total é aproveitado e que há oportunidade de expandir em 98% a produção de biogás no Brasil.</span></p>
</blockquote>
<p><figure id="attachment_75063" aria-describedby="caption-attachment-75063" style="width: 536px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/Gráfico.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-75063" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/Gráfico.png" alt="Biogás" width="536" height="501" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/Gráfico.png 536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/Gráfico-300x280.png 300w" sizes="(max-width: 536px) 100vw, 536px" /></a><figcaption id="caption-attachment-75063" class="wp-caption-text">(Fonte: CIBIOGÁS &#8211; Nota Técnica: N° 001/2021 | Reprodução)</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Dessa forma, é inegável o grande potencial que o Brasil possui. E dentre tantas motivações que poderiam ser mencionadas há as <a href="https://blogdaengenharia.com/crise-hidrica-e-a-contratacao-da-energia-mais-cara-das-termeletricas/">crises hídricas,</a> que estão sendo cada vez mais corriqueiras. O biogás  tem potencial para protagonizar com êxito o processo de  diversificação da matriz elétrica do Brasil.</span></p>
<hr />
<p style="text-align: center;"><em><strong>Referências: </strong></em></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400;">[1] CIBIOGÁS. Nota Técnica: N° 001/2021 – Panorama do Biogás no Brasil 2020. Foz do Iguaçu, Março de 2021</span></p>
<p>The post <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-eletrica/biogas-como-alternativa-sustentavel-para-geracao-de-energia-eletrica/">Biogás como alternativa sustentável para geração de energia elétrica</a> appeared first on <a href="https://blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>.</p>
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		<title>Sistema de bandeiras tarifárias: Entenda como funciona</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriely da Silva Pinto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Jan 2021 11:00:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia Elétrica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O sistema de bandeiras tarifárias surgiu para informar os consumidores o custo da compra de energia pelas distribuidoras,&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O sistema de bandeiras tarifárias surgiu para informar os consumidores o custo da compra de energia pelas distribuidoras, visto que, dependendo de algumas condições o preço da energia pode receber acréscimos.</p>
<p>Podemos perceber que o sistema das bandeiras tarifárias surge como uma alternativa para promover transparência ao consumidor.  Bora conferir!</p>
<p>Continue a leitura e compreenda os fatores que influenciam a variação do custo da energia, o que de fato significa cada bandeira tarifária e onde estas são inseridas na conta de energia.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-65196 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/businessman-hand-holding-lightbulb-idea-alternative-energy-saving-electricity-scaled.jpg" alt="" width="2560" height="1298" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/businessman-hand-holding-lightbulb-idea-alternative-energy-saving-electricity-scaled.jpg 2560w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/businessman-hand-holding-lightbulb-idea-alternative-energy-saving-electricity-300x152.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/businessman-hand-holding-lightbulb-idea-alternative-energy-saving-electricity-1024x519.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/businessman-hand-holding-lightbulb-idea-alternative-energy-saving-electricity-768x389.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/businessman-hand-holding-lightbulb-idea-alternative-energy-saving-electricity-1536x779.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/businessman-hand-holding-lightbulb-idea-alternative-energy-saving-electricity-2048x1038.jpg 2048w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></p>
<h3 id="quais-sao-os-fatores-que-interferem-no-custo-da-energia-eletrica">Quais são os fatores que interferem no custo da energia elétrica?</h3>
<p>Dentre as fontes de energia que constituem a  matriz energética do Brasil, as hidrelétricas são responsáveis por produzir a maior parcela de energia elétrica do país, pois o seu preço operacional é baixo.</p>
<p><figure id="attachment_64574" aria-describedby="caption-attachment-64574" style="width: 1920px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/12/itaipu-706612_1920.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-64574 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/12/itaipu-706612_1920.jpg" alt="Sistema de bandeiras tarifárias" width="1920" height="1280" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/12/itaipu-706612_1920.jpg 1920w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/12/itaipu-706612_1920-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/12/itaipu-706612_1920-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/12/itaipu-706612_1920-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/12/itaipu-706612_1920-1536x1024.jpg 1536w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></a><figcaption id="caption-attachment-64574" class="wp-caption-text">Usina hidrelétrica</figcaption></figure></p>
<p>Por esta razão, as hidrelétricas ficam constantemente ligadas para atender a demanda de energia do país, tendo predominância no SIN (Sistema Interligado Nacional).</p>
<p>No entanto, os períodos de pouca chuva faz com que seja necessário a participação de outras fontes de energia para complementar a demanda de eletricidade, visto que o baixo volume de água nos reservatórios compromete o desempenho das hidrelétricas.</p>
<p>Em contrapartida, a participação de outras fontes de energia eleva o valor do custo operacional. O sistema de bandeiras tarifárias surge com o objetivo de informar se haverá ou não acréscimo no valor da energia a ser paga pelo consumidor final.</p>
<p><figure id="attachment_65184" aria-describedby="caption-attachment-65184" style="width: 453px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/mapa2015_Bandeiras_Tar.gif"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-65184 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/mapa2015_Bandeiras_Tar.gif" alt="" width="453" height="466" /></a><figcaption id="caption-attachment-65184" class="wp-caption-text">Todos estados brasileiros são faturados pelo sistemas de bandeiras tarifárias, com exceção de Roraima, pois o estado não está conectado ao SIN.</figcaption></figure></p>
<p>Desde 2015 o sistema de bandeiras tarifárias faz parte das contas de energia dos brasileiros .</p>
<p>Desse modo, as bandeiras tarifárias sinalizam e dão um panorama sobre a variação do custo da geração de energia elétrica. A simbologia adotada é inserida na tarifa a ser paga, permitindo que o consumidor final acompanhe e interprete estes aspectos.</p>
<h3 id="as-3-categorias-desse-sistema">As 3 categorias desse sistema</h3>
<p>O que determina o preço da energia elétrica e também o valor a ser embutido em cada bandeira tarifária é o custo para se produzir um MWh de energia, ou seja, o custo marginal de operação (CMO).</p>
<p>Este valor é definido através de um modelo elaborado pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS).</p>
<p>As 3 categorias das bandeiras tarifárias são repassadas aos consumidores em função das condições atuais em relação ao custo da eletricidade.</p>
<p>Por esta razão, as categorias possuem um valor referente a cada quilowatt-hora (kWh) consumidos, e são descritos da seguinte forma:</p>
<p><figure id="attachment_64576" aria-describedby="caption-attachment-64576" style="width: 1055px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/12/Tabela-bandeiras.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-64576 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/12/Tabela-bandeiras.jpg" alt="Sistema de bandeiras tarifárias" width="1055" height="577" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/12/Tabela-bandeiras.jpg 1055w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/12/Tabela-bandeiras-300x164.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/12/Tabela-bandeiras-1024x560.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/12/Tabela-bandeiras-768x420.jpg 768w" sizes="(max-width: 1055px) 100vw, 1055px" /></a><figcaption id="caption-attachment-64576" class="wp-caption-text">Tabela &#8211; Características das modalidades do sistema de bandeiras tarifárias</figcaption></figure></p>
<p>Contudo, o sistema de bandeiras tarifárias é vigente apenas para os consumidores do mercado cativo, desse modo, os consumidores do <a href="https://blogdaengenharia.com/mercado-livre-de-energia-o-que-e-e-como-funciona/">mercado livre de energia</a> são isentos do sistema de bandeiras tarifárias.</p>
<h3 id="em-que-parte-da-tarifa-de-energia-e-inserido-a-bandeira-tarifaria">Em que parte da tarifa de energia é inserido a bandeira tarifária?</h3>
<p>Não espere encontrar uma bandeira colorida, com grande destaque em sua tarifa. A bandeira tarifária vigente é escrita em preto e branco, conforme a imagem exemplifica abaixo.</p>
<p><figure id="attachment_65185" aria-describedby="caption-attachment-65185" style="width: 934px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/Bandeira-na-conta-de-luz.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-65185 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/Bandeira-na-conta-de-luz.jpg" alt="Sistema de bandeiras tarifárias" width="934" height="1280" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/Bandeira-na-conta-de-luz.jpg 934w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/Bandeira-na-conta-de-luz-219x300.jpg 219w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/Bandeira-na-conta-de-luz-747x1024.jpg 747w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/Bandeira-na-conta-de-luz-768x1053.jpg 768w" sizes="(max-width: 934px) 100vw, 934px" /></a><figcaption id="caption-attachment-65185" class="wp-caption-text">A seta vermelha indica a forma com que a bandeira tarifária é inserida na conta de energia dos consumidores.</figcaption></figure></p>
<p>O sistema de bandeiras tarifárias permite que o consumidor tenha mais autonomia e possa adotar estratégias para lidar com o período em que o custo da energia for elevado.</p>
<p>Se o consumidor deseja ter uma previsão de qual bandeira estará em vigor no próximo mês, basta acessar o site da ANEEL, e consultar o calendário previsto para divulgação de bandeiras tarifárias.</p>
<p>Isso permite que seja feita uma analise prévia sob a forma com que o consumo energético pode ser gerenciado no próximo mês. Dependendo do contexto em que o consumidor vive e consome energia, essa estratégia pode ser muito interessante!</p>
<h3 id="sistema-de-bandeiras-tarifarias-x-pandemia">Sistema de bandeiras tarifárias x Pandemia</h3>
<p>Por conta da pandemia, a<a href="https://www.aneel.gov.br/sala-de-imprensa-exibicao-2/-/asset_publisher/zXQREz8EVlZ6/content/aneel-anuncia-bandeira-tarifaria-verde-ate-dezembro-de-2020/656877?inheritRedirect=false"> ANEEL anunciou que até o dia 31 de dezembro de 2020</a>, a bandeira verde permaneceria acionada. A medida buscava poupar os consumidores diante da crise.</p>
<p>No entanto, <a href="https://www.enel.com.br/pt/midia/news/d202012-reativacao-do-mecanismo-de-bandeira-tarifaria.html">no dia 30 de novembro a agência anunciou</a> que iria reativar o mecanismo das bandeiras tarifárias, visto que houve queda no nível de armazenamento dos reservatórios das hidrelétricas e retomada do consumo de energia no país.</p>
<p>Portanto, as circunstâncias atuais são favoráveis para que o consumidor final gerencie melhor o seu consumo de energia.<a href="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/office-594132_1280.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-65186" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/office-594132_1280.jpg" alt="" width="1280" height="853" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/office-594132_1280.jpg 1280w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/office-594132_1280-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/office-594132_1280-1024x682.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/office-594132_1280-768x512.jpg 768w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></a></p>
<p>Ainda estamos vivendo no contexto da pandemia, o que faz com que tenhamos que passar mais tempo em casa, ou até mesmo em home office, fatores que naturalmente podem elevar a tarifa de energia a ser paga.</p>
<p>Todavia, estamos vivendo um período muito propicio para revisarmos nossos hábitos de consumo.</p>
<hr />
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Biquíni que gera energia elétrica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Cavalcanti]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Nov 2012 20:00:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Que tal passar o dia todo na praia escutando seu iPod sem acabar a bateria. Foi pensando nisso&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Que tal passar o dia todo na praia escutando seu iPod sem acabar a bateria. Foi pensando nisso que o designer e estilista <a href="//andrewjs.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Andrew Schneider</a> criou o <strong>Solar Bikini</strong> ou também conhecido como <strong>iKini.</strong> Este biquíni consegue recarregar um iPod ou até mesmo uma câmera fotográfica via saída USB usando a energia solar que é captada pelas<strong> folhas de papel fotovoltaico </strong>que reveste o biquíni<strong> </strong>. O iKini por enquanto está sendo vendido só por encomenda, mas a ideia pode dar certo.</p>
<p><a href="//www.engenharia360.com/wp-content/uploads/2012/11/biquini1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-3360" title="biquini1" src="//www.engenharia360.com/wp-content/uploads/2012/11/biquini1.jpg" alt="" width="961" height="614" /></a><br />
<a href="//www.engenharia360.com/wp-content/uploads/2012/11/biquini21.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-3363" title="biquini2" src="//www.engenharia360.com/wp-content/uploads/2012/11/biquini21-706x1024.jpg" alt="" width="460" height="667" /></a></p>
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		<title>Prisioneiros brasileiros usam bicicleta para gerar energia elétrica e reduzir suas penas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação BdE]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Sep 2012 21:44:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Isso é inovação social: Encontrar uma solução criativa para o bem da sociedade usando o tempo livre que&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Isso é inovação social: Encontrar uma solução criativa para o bem da sociedade usando o tempo livre que os prisioneiros tem de sobra.<br />
Uma prisão de Santa Rita do Sapucaí (MG) <a href="//g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2012/06/detentos-pedalam-para-produzir-energia-eletrica-em-presidio-em-mg.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">instalou 2 bicicletas que geram energia elétrica para a cidade durante a noite</a>. A cada 3 dias de trabalho pedalando é reduzido 1 dia de pena para o prisioneiro. Com 10 bicicletas funcionando durante o dia é possível gerar energia para iluminar uma avenida inteira durante a noite. É uma ideia para se aplaudir de pé.<br />
<center><iframe src="//www.dailymotion.com/embed/video/xs3nl6" frameborder="0" width="560" height="315"></iframe><br />
<a href="//www.dailymotion.com/video/xs3nl6_brazil-inmates-cycle-to-freedom-by-generating-electricity_news" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Brazil inmates cycle to freedom by generating&#8230;</a> <em>por <a href="//www.dailymotion.com/euronews-en" target="_blank" rel="noopener noreferrer">euronews-en</a></em></center><a href="//www.engenharia360.com/wp-content/uploads/2012/09/prisao1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-2777" title="prisao1" src="//www.engenharia360.com/wp-content/uploads/2012/09/prisao1.jpg" alt="" width="628" height="1519" /></a><br />
<em>Via <a href="//www.hypeness.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Hypeness</a></em></p>
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