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	<title>#engenhariadepetroleo Archives | Blog da Engenharia</title>
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		<title>Segurança e saúde nas plataformas de petróleo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Matheus Meneses Mendonça]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Apr 2021 12:32:34 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A maioria das plataformas de petróleo estão localizadas a quilômetros da costa. Além disso, desempenham atividades complexas como a de perfuração, produção e tratamento de <a href="https://blogdaengenharia.com/o-fim-do-petroleo-entenda-as-previsoes-e-alternativas/">petróleo</a> e <a href="https://blogdaengenharia.com/finalizado-gas-natural-e-glp-entenda-a-diferenca/">gás</a>.</p>
<p>Vale ressaltar também que além de fazer essas atividades, é necessário que a plataforma se mantenha estável em alto mar e operando 24h/dia, ou seja, sem parar.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-70741 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/rig-2251648_1920.jpg" alt="Segurança plataforma" width="1920" height="1280" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/rig-2251648_1920.jpg 1920w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/rig-2251648_1920-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/rig-2251648_1920-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/rig-2251648_1920-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/rig-2251648_1920-1536x1024.jpg 1536w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></p>
<p>Assim, essa grande complexidade de atividades envolvendo várias áreas da engenharia gera grandes riscos para a <a href="https://atosoficiais.com.br/anp/">segurança</a> do trabalho nesses locais.</p>
<h3 id="a-seguranca-dos-colaboradores-nas-plataformas-de-petroleo">A segurança dos colaboradores nas plataformas de petróleo</h3>
<p>Nas plataformas de petróleo existem os mais diversos tipos de profissioanais. Há colaboradores das áreas de saúde, mergulho, engenharia, hotelaria, gastronomia, entre outros.</p>
<p>Por mais diferentes que sejam os profissionais e suas áreas de atuação, todos eles precisam passar por treinamentos padronizados de segurança do trabalho.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-70743 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/ocean-1283641_1920.jpg" alt="Segurança" width="1920" height="1271" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/ocean-1283641_1920.jpg 1920w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/ocean-1283641_1920-300x199.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/ocean-1283641_1920-1024x678.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/ocean-1283641_1920-768x508.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/ocean-1283641_1920-1536x1017.jpg 1536w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></p>
<p>Além disso, para que se possa trabalhar embarcado, as empresas exigem que os trabalhadores possuam cursos como os de salvatagem e de escape de aeronave submersa.</p>
<p>Ambos os cursos citados acima preparam os colaboradores para situações de emergência em que seja necessário o escape com segurança da plataforma, aeronave ou embarcação de transporte.</p>
<h3 id="principais-riscos">Principais riscos</h3>
<h5 id="incendios">Incêndios</h5>
<p>O risco de incêndios é a principal ameaça para uma plataforma, pois oferece perigo tanto para os trabalhadores quanto para a plataforma que pode ser destruída por completo.</p>
<p>Esse risco se deve ao manuseio de produtos inflamáveis como o petróleo e o gás natural. Além disso, este último é armazenado sob altas pressões, o que aumenta os riscos associados.</p>
<p>Assim, todas as plataformas devem seguir um rigoroso protocolo contra incêndios. Isso porque o risco é alto e o prejuízo é imensurável, já que envolve vidas.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-70746 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/6577-scaled.jpg" alt="" width="2560" height="2560" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/6577-scaled.jpg 2560w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/6577-300x300.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/6577-1024x1024.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/6577-150x150.jpg 150w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/6577-768x768.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/6577-1536x1536.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/6577-2048x2048.jpg 2048w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/6577-180x180.jpg 180w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/6577-400x400.jpg 400w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/6577-600x600.jpg 600w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></p>
<h5 id="vazamento-de-gases">Vazamento de gases</h5>
<p>Durante o tratamento primário do óleo, que ocorre nas plataformas, pode haver a liberação de gases tóxicos como o sulfeto de hidrogênio (H<sub>2</sub>S), monóxido de carbono (CO) e dióxido de carbono (CO<sub>2</sub>).</p>
<p>Dessa forma, o vazamento de gases representa um grande risco à saúde dos trabalhadores comprometendo a segurança.</p>
<p>Assim, exige-se o planejamento de uma rede de encanamento para que esses gases sejam tratados e não ocorram vazamentos.</p>
<h5 id="exposicao-solar">Exposição solar</h5>
<p>Grande parte das atividades em plataformas petrolíferas são executadas em sua superfície ou até mesmo no próprio mar.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-70740 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/sunset-2180346_1920.jpg" alt="" width="1920" height="742" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/sunset-2180346_1920.jpg 1920w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/sunset-2180346_1920-300x116.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/sunset-2180346_1920-1024x396.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/sunset-2180346_1920-768x297.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/sunset-2180346_1920-1536x594.jpg 1536w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></p>
<p>Dessa forma, há uma exposição solar elevada, demandando obrigatoriamente a utilização de EPIs para que os riscos sejam minimizados.</p>
<h5 id="explosoes">Explosões</h5>
<p>Esse risco está relacionado ao de vazamento de fluidos inflamáveis. A grande complexidade das tubulações e armazenamento de óleo e gás torna a tarefa de evitar vazamentos bastante complicada.</p>
<p>Nesse contexto, não é difícil encontrar casos de plataformas petrolíferas que sofreram com explosões.</p>
<h2 id="como-minimizar-os-riscos-nas-plataformas-de-petroleo">Como minimizar os riscos nas plataformas de petróleo?</h2>
<p>Apesar de haver vários riscos ocupacionais, existem medidas que podem ser adotadas para minimizar e prevenir acidentes nesses locais de forma significativa. Vejamos algumas delas a seguir!</p>
<h5 id="utilizar-equipamentos-de-protecao-individual-epi">Utilizar Equipamentos de Proteção Individual (EPI)</h5>
<p>A utilização do EPI pelos colaboradores nas plataformas é essencial pois existem riscos em todas as atividades realizadas.</p>
<p>Além disso o uso do EPI assegura a saúde do funcionário e reflete no conforto durante o desempenho das tarefas. Ou seja, pode aumentar a produtividade.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-70742 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/top-view-safety-construction-helmet-and-medical-mask-scaled.jpg" alt="segurança" width="2560" height="1665" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/top-view-safety-construction-helmet-and-medical-mask-scaled.jpg 2560w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/top-view-safety-construction-helmet-and-medical-mask-300x195.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/top-view-safety-construction-helmet-and-medical-mask-1024x666.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/top-view-safety-construction-helmet-and-medical-mask-768x499.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/top-view-safety-construction-helmet-and-medical-mask-1536x999.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/top-view-safety-construction-helmet-and-medical-mask-2048x1332.jpg 2048w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></p>
<p>Os principais EPI&#8217;s utilizados nas plataformas de petróleo são os respiradores, óculos de proteção, capacete com jugular, luvas de proteção, calçados de segurança, protetor auricular e vestimentas de segurança.</p>
<h5 id="realizar-a-analise-preliminar-de-risco">Realizar a Análise Preliminar de Risco</h5>
<p>É extremamente importante que a administração da plataforma de petróleo, antes de receber colaboradores, faça uma análise qualitativa e quantitativa dos riscos.</p>
<p>Além disso, deve-se fazer uma análise das causas e efeitos dos acidentes que podem ocorrer na execução das atividades e como evitá-los para garantir a segurança.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-70739 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/business-3694993_1920.jpg" alt="" width="1920" height="639" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/business-3694993_1920.jpg 1920w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/business-3694993_1920-300x100.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/business-3694993_1920-1024x341.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/business-3694993_1920-768x256.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/business-3694993_1920-1536x511.jpg 1536w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></p>
<p>Dessa forma, pode-se dar mais ênfase aos acidentes que ocorrem com mais frequência e que acarretam em maiores prejuízos.</p>
<p>Isso permite uma maior eficiência na prevenção de riscos e uma maior segurança para os trabalhadores.</p>
<h5 id="capacitar-a-equipe-de-trabalho">Capacitar a equipe de trabalho</h5>
<p>Buscar treinar a equipe é a chave para a redução do número de acidentes de trabalho e aumentar a segurança.</p>
<p>Assim, é por meio dessa capacitação que os colaboradores aprendem a utilizar corretamente o EPI e a tomar as melhores decisões em situações adversas como vazamentos e incêndios.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-70738 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/board-4858827_1920.jpg" alt="segurança" width="1920" height="1280" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/board-4858827_1920.jpg 1920w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/board-4858827_1920-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/board-4858827_1920-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/board-4858827_1920-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/board-4858827_1920-1536x1024.jpg 1536w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></p>
<p>Portanto, após os treinamentos e capacitações relacionadas às medidas de prevenção e segurança, os colaboradores percebem a real importância em adotá-las.</p>
<p>Dessa maneira, os riscos serão minimizados e os acidentes nas plataformas petrolíferas surgirão com uma frequência menor.</p>
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		<title>Diferença entre gás natural e GLP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Matheus Meneses Mendonça]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Apr 2021 11:00:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Antes de tudo, é importante salientar que o gás natural e o gás liquefeito de petróleo (GLP) estão&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">Antes de tudo, é importante salientar que o gás natural e o gás liquefeito de petróleo (GLP) estão relacionados com a produção e refino do <a href="https://blogdaengenharia.com/o-fim-do-petroleo-entenda-as-previsoes-e-alternativas/">petróleo</a>. Dito isso, vamos agora conhecer as definições e as principais diferenças de cada um.</p>
<h3 id="gas-liquefeito-de-petroleo-glp" style="text-align: justify">Gás Liquefeito de petróleo (GLP)</h3>
<p style="text-align: justify">O GLP, conhecido como gás de cozinha, é uma mistura de gases formada principalmente por butano (C<sub>4</sub>H<sub>10</sub>) e propano (C<sub>3</sub>H<sub>8</sub>) que são frações leves obtidos por meio do refino do petróleo.</p>
<p style="text-align: justify"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-68479 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/kettle-2178442_1920.jpg" alt="" width="1920" height="1280" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/kettle-2178442_1920.jpg 1920w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/kettle-2178442_1920-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/kettle-2178442_1920-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/kettle-2178442_1920-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/kettle-2178442_1920-1536x1024.jpg 1536w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></p>
<p style="text-align: justify">Ambos são hidrocarbonetos de cadeia curta e na forma gasosa são incolores e inodoros. Assim, por ser um produto inodoro por natureza, um composto a base de enxofre (t-butil mercaptana) é adicionado à mistura para dar cheiro e facilitar a detecção de possíveis vazamentos.</p>
<p style="text-align: justify">Ou seja, aquele odor que você sente quando há vazamento de gás na cozinha não é o cheiro do gás, é tão somente o cheiro de um composto adicionado ao produto.</p>
<p style="text-align: justify">O GLP é comercializado na forma líquida sob altas pressões em botijões e cilindros. Quando os gases que compõem o GLP são pressurizados, estes se condensam ocupando menos espaço, facilitando seu transporte e comercialização.</p>
<p style="text-align: justify"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-68480 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/gas.jpg" alt="GLP" width="780" height="519" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/gas.jpg 780w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/gas-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/gas-768x511.jpg 768w" sizes="(max-width: 780px) 100vw, 780px" /></p>
<p style="text-align: justify">Além disso, o GLP é altamente inflamável e sua combustão é praticamente completa. Isso o torna adequado para o uso como combustível em situações que exijam baixos níveis de poluentes como o uso doméstico.</p>
<p style="text-align: justify">O GLP é mais denso que o ar. Assim, o aumento da concentração desse gás desloca o ar atmosférico. Isso diminui a quantidade de oxigênio disponível no local podendo levar à asfixia em ambientes fechados.</p>
<p style="text-align: justify">Os sinais e sintomas da exposição são falta de ar, fadiga, diminuição da visão, alteração do humor, dor de cabeça, confusão, decréscimo da atividade motora, estupor, coma e, em casos extremos, morte.</p>
<h3 id="gas-natural-gn" style="text-align: justify">Gás Natural (GN)</h3>
<p style="text-align: justify">O gás natural é uma mistura de hidrocarbonetos leves, principalmente o metano (CH<sub>4</sub>). Esse composto, a temperatura e pressão ambientes, permanece no estado gasoso.</p>
<p style="text-align: justify">Na natureza, assim como o petróleo, ele é originalmente encontrado em reservatórios de rochas porosas no subsolo (terrestre ou marinho). Frequentemente, encontra-se associado e é produzido junto ao óleo.</p>
<p style="text-align: justify"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-68481 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/pexels-pixabay-327041-scaled.jpg" alt="Gás Natural" width="2560" height="2330" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/pexels-pixabay-327041-scaled.jpg 2560w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/pexels-pixabay-327041-300x273.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/pexels-pixabay-327041-1024x932.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/pexels-pixabay-327041-768x699.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/pexels-pixabay-327041-1536x1398.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/pexels-pixabay-327041-2048x1864.jpg 2048w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></p>
<p style="text-align: justify">Assim como ocorre com o GLP, no gás natural também é adicionado um odorizante para que vazamentos possam ser detectados com facilidade, evitando acidentes.</p>
<p style="text-align: justify">No Brasil, o <a href="http://transpetro.com.br/transpetro-institucional/nossas-atividades/dutos-e-terminais/gas-natural.htm">transporte do GN</a> é realizado por meio de gasodutos e a comercialização feita por distribuidoras concessionárias. Dessa forma, o GN chega aos consumidores por uma rede canalizada.</p>
<p style="text-align: justify">Por ser um combustível muito versátil, é bastante utilizado nas indústrias petroquímicas, nas usinas termoelétricas e de cogeração de energia, além de veículos motorizados.</p>
<h3 id="diferencas-entre-gn-e-glp" style="text-align: justify">Diferenças entre GN e GLP</h3>
<p style="text-align: justify">Uma das principais diferenças entre GN e GLP está na forma de distribuição. Como dito nos tópicos anteriores, o Gás Natural é disponibilizado por uma rede canalizada. Dessa forma, o usuário recebe mensalmente uma conta de consumo.</p>
<p style="text-align: justify"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-68475 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/closeup-view-of-a-cylindrical-grinder-industrial-concept-scaled.jpg" alt="Gás natural" width="2560" height="1707" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/closeup-view-of-a-cylindrical-grinder-industrial-concept-scaled.jpg 2560w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/closeup-view-of-a-cylindrical-grinder-industrial-concept-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/closeup-view-of-a-cylindrical-grinder-industrial-concept-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/closeup-view-of-a-cylindrical-grinder-industrial-concept-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/closeup-view-of-a-cylindrical-grinder-industrial-concept-1536x1024.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/closeup-view-of-a-cylindrical-grinder-industrial-concept-2048x1365.jpg 2048w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></p>
<p style="text-align: justify">Por outro lado, o Gás Liquefeito de Petróleo é comercializado em <a href="https://blogdaengenharia.com/brasil-testa-botijao-de-gas-reciclavel/">botijões</a> e cilindros ou através do abastecimento por caminhões de um recipiente fixo no local. Dessa forma, o consumidor o repõe conforme a necessidade.</p>
<p style="text-align: justify">Assim, pode-se afirmar que o GLP é mais acessível por ter seu transporte através de cilindros, podendo ser levado a qualquer lugar. Em contrapartida, o GN necessita de uma estrutura de rede de distribuição, que a maioria das cidades e bairros não possuem (ainda).</p>
<p style="text-align: justify">Outra grande diferença é a composição. O GN, formado basicamente por metano (CH<sub>4</sub>), é mais leve do que o GLP, formado por propano (C<sub>3</sub>H<sub>8</sub>) e butano (C<sub>4</sub>H<sub>10</sub>). Ademais, diferentemente do GLP, o GN é mais leve que o ar, o que favorece sua dispersão no ambiente em caso de vazamento.</p>
<p style="text-align: justify">Quanto a emissão de poluentes são muito parecidos. Ambos têm baixo índice de emissão comparado a outros combustíveis como lenha, carvão, querosene, etc.</p>
<p style="text-align: justify"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-68477 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/stove-5580691_1920.jpg" alt="" width="1920" height="1280" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/stove-5580691_1920.jpg 1920w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/stove-5580691_1920-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/stove-5580691_1920-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/stove-5580691_1920-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/stove-5580691_1920-1536x1024.jpg 1536w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></p>
<p style="text-align: justify">Por ser disponibilizado em cilindros que são constantemente reutilizados, o GLP por vezes pode acumular a chamada oleína, uma impureza que normalmente fica no fundo do cilindro mas que pode vir a ser trazida junto com a vaporização.</p>
<p style="text-align: justify">Dessa forma, é necessário o uso de filtros de linha para evitar que esta oleína afete o funcionamento dos aparelhos. O gás natural, por sua vez, não enfrenta esse problema.</p>
<h3 id="qual-utilizar" style="text-align: justify">Qual utilizar?</h3>
<p style="text-align: justify">Uma dúvida comum entre os consumidores é referente a diferença do GN e do GLP no funcionamento dos aparelhos a gás em sua residência ou indústria.</p>
<p style="text-align: justify">O GN e o GLP são gases com características e composições diferentes, e possuem variações em suas propriedades (poder calorífico, pressão de operação, etc). Por isso, os aparelhos são produzidos para funcionar com um gás, ou com o outro.</p>
<p style="text-align: justify"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-68478 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/gas-reductor-2755544_1920.jpg" alt="" width="1920" height="1280" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/gas-reductor-2755544_1920.jpg 1920w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/gas-reductor-2755544_1920-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/gas-reductor-2755544_1920-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/gas-reductor-2755544_1920-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/gas-reductor-2755544_1920-1536x1024.jpg 1536w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></p>
<p style="text-align: justify">Toda a estrutura dos equipamentos como bicos injetores, calibração e outras funcionalidades, são apropriadas de acordo com o tipo de gás. Isso promove o funcionamento com eficiência e segurança.</p>
<p style="text-align: justify">Sempre deve ser observado o tipo de gás marcado na embalagem e no próprio produto, e utilizado somente este gás.</p>
<p style="text-align: justify">Em caso de necessidade (mudança de imóvel, por exemplo), é possível realizar um processo de conversão de gases no aparelho. No entanto, é um serviço que precisa ser feito por profissionais qualificados e utilizando-se de peças originais do fabricante para substituição.</p>
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