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	<title>#EngenhariaEletrônica Archives | Blog da Engenharia</title>
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	<description>Conhecimento Técnico que Transforma</description>
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		<title>A tecnologia de mãos dadas com a acessibilidade &#8211; PARTE 1</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcos Aurelio Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Sep 2021 10:14:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia Eletrônica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No artigo passado (Clique aqui) sobre a importância da Engenharia sobre acessibilidade foi discutido muito sobre a função&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">No artigo passado (<a href="https://blogdaengenharia.com/wp-admin/post.php?post=76579&amp;action=edit">Clique aqui</a>) sobre a importância da Engenharia sobre acessibilidade foi discutido muito sobre a função de eu e você, para o tema. Vamos agora falar mais sobre a tecnologia de mãos dadas com a acessibilidade, <em><strong>vem comigo!</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">São muitas as deficiências que podem acometer o ser humano, e para tal se entende como situações ou limitações que os impede de conseguir executar uma tarefa de maneira independente, precisando recorrer a tecnologia para acessibilidade. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>As deficiências podem ser classificadas de três modos: momentâneas, temporárias e permanentes.</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;"><b>Momentânea</b><span style="font-weight: 400;">: Quando se está segurando caixas, um bebê de colo, um animal de estimação e não consegue abrir a porta, chamar o elevador, acender luzes, por exemplo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b>Temporária</b><span style="font-weight: 400;">: Significa que temporariamente a se tem alguma limitação, por exemplo uso de muletas, bengala, bota ortopédica, entre outros.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b>Permanente: </b><span style="font-weight: 400;">Quando se tem uma condição que não há perspectiva ou solução possível para ciência atual lhe devolver a sua autonomia, ou para isto tem um custo muito elevado.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Em cada uma dessas situações há possibilidades de lidar com elas com as ferramentas mais adequadas, e dependendo do tipo de deficiência também. O que podemos classificar entre quatro principais tipos, mas elas se estendem a partir de derivações dessas ou mesmo outros tipos. Essas classificações são </span><b>visual</b><span style="font-weight: 400;">, </span><b>motora</b><span style="font-weight: 400;">, </span><b>auditiva,</b> <b>cognitiva.</b></p>
<figure id="attachment_76651" aria-describedby="caption-attachment-76651" style="width: 681px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-76651 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/2018_08_23_jovens-tipos-graus-deficiencia-1.jpg" alt="" width="681" height="401" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/2018_08_23_jovens-tipos-graus-deficiencia-1.jpg 681w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/2018_08_23_jovens-tipos-graus-deficiencia-1-300x177.jpg 300w" sizes="(max-width: 681px) 100vw, 681px" /><figcaption id="caption-attachment-76651" class="wp-caption-text">Porcentagem da população por tipo e grau de dificuldade e deficiência Fonte: IBGE &#8211; Censo 2010.</figcaption></figure>
<h3 id="deficiencia-visual" style="text-align: justify;"><b>Deficiência visual</b></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">É a que mais acomete brasileiros, sendo que como visto no gráfico acima, onde a que baixa visão que pode acometer certos ângulos de visão do indivíduo. Podendo comprometer visão periférica, lateral entre outros, como dificuldade de enxergar sob luz forte. Quando levado para grande dificuldade ou impossibilidade que está relacionado com a cegueira total.</span></p>
<h5 id="bengala-eletronica">BeNgala Eletrônica</h5>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Um dos instrumentos que auxilia deficientes visuais a se locomover com independência é uma bengala. No qual eles batem contra o chão tendo resposta de um obstáculo à sua frente. O problema acontece quando esse obstáculo é maior que a altura de sua cintura e não necessariamente com suporte no chão. </span></p>
<figure id="attachment_76649" aria-describedby="caption-attachment-76649" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-76649 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/wewalk.jpeg" alt="Bengala eletronica" width="800" height="600" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/wewalk.jpeg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/wewalk-300x225.jpeg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/wewalk-768x576.jpeg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/wewalk-180x135.jpeg 180w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/wewalk-400x300.jpeg 400w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/wewalk-600x450.jpeg 600w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-76649" class="wp-caption-text">Pessoa usando bengala eletrônica</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Para contornar essa situação, bengalas eletrônicas foram desenvolvidas, e contam com sensores, semelhantes aos de estacionamento de veículos (ultrassom) para alertar o usuário seja com vibração ou efeito sonoro. Um exemplo de uma pessoa utilizando uma bengala dessa pode ser visto na figura acima.</span></p>
<h5 id="oculos-guia">Óculos Guia</h5>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Avanços no processamento de imagens e <a href="https://blogdaengenharia.com/inteligencia-artificial-presente-ou-futuro/">inteligência artificial</a>, fizeram com que fosse possível também o desenvolvimento de óculos que funcionam de maneira semelhante a um cão guia que mostra o caminho seguro para o indivíduo. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Ele funciona analisando imagens em tempo real que são capturadas por câmeras de amplo ângulo de abertura, filtrando e removendo informações não necessárias e processando em tempo real através de algoritmos (modelos) baseados em inteligência artificial.</span></p>
<figure id="attachment_76650" aria-describedby="caption-attachment-76650" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-76650 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/Glasses_for_the_blind.jpg" alt="" width="660" height="399" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/Glasses_for_the_blind.jpg 660w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/Glasses_for_the_blind-300x181.jpg 300w" sizes="(max-width: 660px) 100vw, 660px" /><figcaption id="caption-attachment-76650" class="wp-caption-text">Óculos com camera e outros sensores integrados</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Os modelos foram treinados para reconhecer uma gama muito grande de obstáculos e situações do cotidiano, como escadas e rampas, paredes, galhos de árvore entre outros. Desse modo, estímulos através de vibração nas hastes são providos ao usuário, bem como guia por áudio como se fosse um GPS.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">O mesmo dispositivo pode auxiliar fazendo a leitura de textos e placas à medida que ele pode reconhecer os mesmos e fazer a tradução do mesmo para o áudio. Fazendo com que o usuário esteja em um ambiente de realidade aumentada explorando outros sentidos para entregar uma experiência semelhante ao de uma pessoa não deficiente.</span></p>
<h3 id="deficiencia-motora" style="text-align: justify;"><b>Deficiência motora</b></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">A perda de habilidades motoras normalmente vindo de um acidente é um dos tipos de deficiências mais comuns, e também pode afetar grandemente as capacidades de uma pessoa, podendo a acometer de diferentes modos, como uma amputação de um ou mais membros, e em situações até múltiplos membros. Pode também causar uma paralisia dos membros inferiores (paraplegia) e ou dos quatro membros (tetraplegia).</span></p>
<h5 id="proteses">Próteses</h5>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Próteses são ferramentas muito antigas já utilizadas por pessoas com tais deficiências e que podem lhes devolver uma certa independência, entretanto não totalmente os devolve os sentidos e é o que a novas tecnologias vem fazendo com que seja possível.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Esses novos dispositivos são muitas vezes construídos de modo customizado para cada pessoa, e o diferencial é que elas podem por exemplo não ser apenas mais um acessório substituto mecanicamente, possuindo duas vias de comunicação.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">A primeira é das terminações nervosas na ponta de um braço amputado que são lidas e fazem com que a pessoa consiga movimentar mão, pulso e dedos com uma precisão muito boa, onde o dispositivo é construído com refinada engenharia biomédica, contendo atuadores muito precisos.</span></p>
<figure id="attachment_76652" aria-describedby="caption-attachment-76652" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://openbionics.com/hero-arm/"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-76652 size-large" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/IMG_2940-e1576773741477-2048x1366-1-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/IMG_2940-e1576773741477-2048x1366-1-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/IMG_2940-e1576773741477-2048x1366-1-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/IMG_2940-e1576773741477-2048x1366-1-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/IMG_2940-e1576773741477-2048x1366-1-1536x1025.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/IMG_2940-e1576773741477-2048x1366-1.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption id="caption-attachment-76652" class="wp-caption-text">Prótese avançada para substituir antebraço e mão.</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">A segunda via são sensores de pressão acoplados aos dedos de mão de uma prótese, que trazem a sensação de tato de volta para o usuário, ou através de vibração ou comunicação também com sistema nervoso central.</span></p>
<h5 id="cadeira-de-rodas-automatica">Cadeira de rodas automatica</h5>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Outros avanços tecnológicos fazem com que seja possível que as pessoas que são paraplégicas ou tetraplégicas contem com uma cadeira de rodas motorizada e dotada de diferentes sensores, o que permite uma interação muito boa com o usuário e com o ambiente ao seu redor, proporcionando deslocamentos mesmo em escadas ou rampas inclinadas.</span></p>
<figure id="attachment_76660" aria-describedby="caption-attachment-76660" style="width: 1050px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-76660 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/photo-1615506313305-e61daaa8cdcb.jpg" alt="Tecnologia para acessibilidade" width="1050" height="700" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/photo-1615506313305-e61daaa8cdcb.jpg 1050w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/photo-1615506313305-e61daaa8cdcb-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/photo-1615506313305-e61daaa8cdcb-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/photo-1615506313305-e61daaa8cdcb-768x512.jpg 768w" sizes="(max-width: 1050px) 100vw, 1050px" /><figcaption id="caption-attachment-76660" class="wp-caption-text">Cadeira de rodas automática/elétrica</figcaption></figure>
<h5 id="exoesqueleto">Exoesqueleto</h5>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Exoesqueleto é um outro desenvolvimento que está ajudando a melhorar o deslocamento de pessoas com deficiências motoras. Fazendo com que uma estrutura de um material muito resistente e moldável de acordo com as articulações do corpo humano. Um controle com algoritmos avançados para estabilidade de balanço é executado.</span></p>
<figure id="attachment_76661" aria-describedby="caption-attachment-76661" style="width: 400px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-76661 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/400px-Положение_сидя_в_экзоскелете_ExoHeaver.jpg" alt="" width="400" height="600" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/400px-Положение_сидя_в_экзоскелете_ExoHeaver.jpg 400w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/400px-Положение_сидя_в_экзоскелете_ExoHeaver-200x300.jpg 200w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /><figcaption id="caption-attachment-76661" class="wp-caption-text">Pessoa usando modelo de exoesqueleto</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Uma segunda vantagem de um sistema desse tipo é que permite a pessoa que por impossibilidade patológica, volte a andar. Estimulando a movimentação e não atrofia dos músculos pós trauma por permanecer muito tempo em uma só posição.</span></p>
<h3 id="deficiencia-auditiva" style="text-align: justify;"><b>Deficiência</b> <b>auditiva</b></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">A deficiência auditiva limita seus portadores da percepção dos sons do ambiente e principalmente inibe um dos canais mais importantes para comunicação. Pois devido a não poder ouvir a própria voz muitas vezes não conseguem também desenvolver a fala.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Uma solução que não é nova por parte de aparelhos de audição, que fazem com que os sons sejam captados por um dispositivo externo e então direcionados para o ouvido médio.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Esse tipo de aparelho auditivo é chamado de Implante Coclear, mais detalhes de como a cirurgia para instalação desse dispositivo é feita pode ser acompanhada no vídeo abaixo.</span></p>
<p><iframe title="Cochlear Implant Animation" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/QBi1Bij39H8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Entretanto há outros tipos de aparelhos auditivos possíveis, os quais não requerem uma cirurgia, e são instalados similarmente a um fone de ouvido. Podendo suprir uma dificuldade em ouvir quando esta limitação é de no máximo 70 dB. E como a tecnologia evolui a passos muito rápidos essa barreira pode ser superada em questão de tempo conforme novos dispositivos são desenvolvidos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-76653 " src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/photo-1611186814639-70155fc4c930-200x300.jpg" alt="" width="291" height="437" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/photo-1611186814639-70155fc4c930-200x300.jpg 200w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/photo-1611186814639-70155fc4c930.jpg 634w" sizes="(max-width: 291px) 100vw, 291px" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">A integração dos aparelhos auditivos com outros dispositivos com Bluetooth, permite que outras funções sejam agregadas ao dispositivo como audio-descrição de ambientes. Útil para quando se tem um guia no local, entregando uma maior sensação de pertencimento ao usuário.  </span></p>
<h3 id="deficiencia-cognitiva" style="text-align: justify;"><b>Deficiência cognitiva</b></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Uma deficiência que dado seu grau pode causar outros tipos de deficiências, como no caso do ilustre e conhecido físico inglês, Stephen Hawking. Ele tinha esclerose lateral amiotrófica, doença de Lou Gehrig. Que é uma doença cognitiva-motora que ao longo da sua vida foi avançando e causando mais e mais dificuldades.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-76654" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/640px-Stephen_hawking_2008_nasa_cropped.jpg" alt="" width="640" height="640" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/640px-Stephen_hawking_2008_nasa_cropped.jpg 640w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/640px-Stephen_hawking_2008_nasa_cropped-300x300.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/640px-Stephen_hawking_2008_nasa_cropped-150x150.jpg 150w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/640px-Stephen_hawking_2008_nasa_cropped-180x180.jpg 180w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/640px-Stephen_hawking_2008_nasa_cropped-400x400.jpg 400w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/640px-Stephen_hawking_2008_nasa_cropped-600x600.jpg 600w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Ele utilizava uma cadeira de rodas especial para se locomover, controlada por ele mesmo através de um </span><i><span style="font-weight: 400;">joystick.</span></i><span style="font-weight: 400;"> E quando perdeu a capacidade de falar, utilizou um dispositivo que convertia a vibração de suas cordas vocais em sons através de um computador. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">As tecnologias para esse tipo de deficiência, são focadas em aprendizado principalmente, pois considerando que a limitação imposta faz com que seja difícil absorver e aprender coisas novas. Portanto mais estímulos sensoriais são necessários para que seja possível a memorização e aprendizado. Mais detalhes sobre essa parte podem ser encontrados na parte 2 deste artigo.</span></p>
<h3 id="tecnologia-para-todos">Tecnologia para todos</h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Qualquer que seja a deficiência a qual a pessoas esteja acometida, e seja ela momentânea, temporária ou permanente.  Há meios de a tecnologia auxiliar nessas situações, seja com locomoção, comunicação, segurança, ou ainda implementando possibilidades. Como a de chamar elevador, ligar lâmpadas enquanto se estiver com as mãos ocupadas utilizando a voz ou gestos com a cabeça.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Ligar e operar eletrodomésticos com controle da voz ou através de um computador ou smartphone é uma possibilidade muito interessante. Também para quem tem dificuldade com a operação deles, dando autonomia para as pessoas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Enfim há implementações complexas e simples que podem ser feitas com tecnologias atualmente presentes e algumas que estão ensaiando seus primeiros passos. Como a captação de terminações nervosas. E as necessidades de todas as pessoas deveriam ser levadas em consideração sempre que for construído um novo empreendimento ou dispositivo. Fazendo com que as tecnologias de acessibilidade fiquem acessíveis de fato.</span></p>
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		<title>Tecnologias para controle e prevenção de incêndios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcos Aurelio Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Jul 2021 11:00:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[FireDay]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como um incêndio começa? O fogo para ser iniciado precisa da junção de alguns elementos sendo ele explicado&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3 id="como-um-incendio-comeca" style="text-align: justify;"><b>Como um incêndio começa?</b></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">O fogo para ser iniciado precisa da junção de alguns elementos sendo ele explicado basicamente por um triângulo com os três elementos, como visto na figura abaixo. Onde é preciso calor, combustível e comburente. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-74637" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/2021-07-18-20_41_56-Window.png" alt="" width="314" height="246" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/2021-07-18-20_41_56-Window.png 314w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/2021-07-18-20_41_56-Window-300x235.png 300w" sizes="(max-width: 314px) 100vw, 314px" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;"> </span><span style="font-weight: 400;">Se os três elementos coexistirem e o combustível da equação for um material cuja disponibilidade não está controlada, o fogo pode iniciar um incêndio, onde combinado aos elementos iniciais aparece também uma reação em cadeia. Na qual mais combustível é adicionado, gerando mais calor e avançando para maiores áreas com maior disponibilidade de combustível (oxigênio).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Assim como para iniciar o fogo os três elementos precisam estar disponíveis, para extinguir o fogo é preciso fazer a remoção de ao menos um desses elementos, para tal propósito podem existir diferentes maneiras de agir, dependendo da situação.  Tempo é um elemento sensível quando lidando com um incêndio, e algumas ações podem significar a diferença entre um princípio de incêndio e um de grandes proporções.</span></p>
<h3 id="como-avaliar-a-situacao-de-maneira-segura" style="text-align: justify;"><b>Como avaliar a situação de maneira segura?</b></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">A tecnologia evoluiu muito em diversas perspectivas, e uma das frentes que observamos avanços, está relacionada a sistemas de medição. Onde antes  ferramentas consideradas de ficção fazem parte do cotidiano dos profissionais que lidam com várias grandezas a serem medidas. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Um princípio que é válido para vários  contextos é que só podemos inferir, ou melhorar uma situação que conhecemos, e portanto precisamos medir, contar, avaliar e então definir um plano de ação.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Dado esse pressuposto e o triângulo anteriormente mencionado, grandezas que podem ser interessantes de ser medidas em um ambiente, são temperatura, local e fontes de calor, (calor), presença de gases (combustíveis), oxigenação do ambiente (comburente) , presença e localização de pessoas, presença de fumaça (integridade física).  </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">A maneira que um sistema eletrônico pode encontrar para executar identificar tais grandezas é através de sensores, estes são os olhos e ouvidos e até mais do que isso, que então disponibilizam informações aos usuários para que tomem ações ou sistemas automáticos.</span></p>
<h5 id="deteccao-de-fumaca" style="text-align: justify;"><b>Detecção de fumaça</b></h5>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Como diria o ditado onde há fumaça há fogo, portanto uma das maneiras de rapidamente detectar se há focos de incêndio em um ambiente é através de sensores de fumaça.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-74638" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/1823728.jpg" alt="" width="1000" height="704" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/1823728.jpg 1000w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/1823728-300x211.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/1823728-768x541.jpg 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><br />
<span style="font-weight: 400;">São detectores que normalmente são fixados no teto dos ambientes, e cujo elemento sensor é composto de um elemento composto volátil </span><a href="http://www.quiminac.com.br/site/compostos-organicos-volateis/"><span style="font-weight: 400;">VOC</span></a><span style="font-weight: 400;"> que se altera na presença de fumaça e aciona um sinal para um sistema de controle </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Há diversos estudos da melhor maneira de posicionar este sensor dentro do ambiente de modo que possa ter uma abrangência e precisão de detecção nos mais variados tipos de ambiente.</span></p>
<h5 id="sprinkler-irrigador" style="text-align: justify;"><b>Sprinkler &#8211; Irrigador</b></h5>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Há um sistema de controle de focos de incêndio que não é muito comum nacionalmente, mas há muitos países que utilizam tais sistemas, pois como mencionado anteriormente, controlar um foco, antes que uma reação em cadeia tenha se formado é muito mais fácil do que extinguir um incêndio de grandes proporções.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-74639" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/Sprinkler4.gif" alt="" width="614" height="581" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Esse sistema é conhecido como </span><a href="https://boraservicos.com.br/Servicos/50/Sprinkler"><span style="font-weight: 400;">sprinkler</span></a><span style="font-weight: 400;">, ou irrigador, pois ao ser ativado aciona um bombeamento de água em alta pressão, que pode funcionar de duas maneiras, removendo o calor utilizando somente a água para esse propósito. Entretanto se conhecido que o local a ser protegido conta com combustíveis que podem provocar outros tipos de fogo o mais adequado é remover o comburente, e isso é feito adicionando a água um composto químico conhecido como AFFF (</span><i><span style="font-weight: 400;">Aqueous Film Forming Foam</span></i><span style="font-weight: 400;">) que é líquido aquoso, formado de espumas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">O modo de acionamento desse equipamento pode ser totalmente eletromecânico, utilizando um bulbo ou junção bi-metálica, como pode ser complementar a outros sistemas, como o detector de fumaça.</span></p>
<h5 id="sensores-de-gas" style="text-align: justify;"><b>Sensores de gás</b></h5>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">A presença de gás seja, butano, propano ou natural em um ambiente fechado pode ser o início de um incêndio. E dependendo da sua concentração, até causar explosões, portanto altamente perigoso.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Poder detectar quando tais gases estão presentes no ambiente e de maneira segura acionar sistemas de exaustão e alarmes de evacuação é altamente valioso. E podem ser feitos utilizando um sensor de gases que além dos mencionados podem detectar uma gama ainda maior de gases. Na figura abaixo é possível observar um sensor desses</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-74675" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/gas_sensor.png" alt="" width="225" height="333" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/gas_sensor.png 325w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/gas_sensor-203x300.png 203w" sizes="(max-width: 225px) 100vw, 225px" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">O sensor em questão é o </span><a href="https://www.renesas.com/br/en/document/dst/sgas711-datasheet"><span style="font-weight: 400;">SGAS711</span></a><span style="font-weight: 400;"> do fabricante Renesas, e muitos outros sensores têm funções semelhantes. Um exemplo das medições dos gases podem ser observadas na gráfico abaixo. Baseado na concentração dos mesmos pode ser ativada um gatilho baseado em medições prévias.</span></p>
<h5 id="imagens-termicas" style="text-align: justify;"><b>Imagens Térmicas </b></h5>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Uma tecnologia desenvolvida há não muito tempo e que ainda não tem sua acessibilidade como uma barreira por causa do custo. Entretanto em várias situações os benefícios superam os custos, são as imagens térmicas. Onde a sobreposição de imagens capturadas por uma câmera são feitas com informações de um sensor matricial de temperatura. Usando muitos pontos de temperatura que permitem a construção de uma imagem como vista abaixo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b> <img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-74676 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/ST-Q420-ITF-Stone-Hero.jpg" alt="Tecnologia controle de incêndio" width="1440" height="500" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/ST-Q420-ITF-Stone-Hero.jpg 1440w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/ST-Q420-ITF-Stone-Hero-300x104.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/ST-Q420-ITF-Stone-Hero-1024x356.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/ST-Q420-ITF-Stone-Hero-768x267.jpg 768w" sizes="(max-width: 1440px) 100vw, 1440px" /></b></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Um sistema muito útil atualmente para medir a temperatura corporal rapidamente em um ambiente com muitas pessoas, e classificação de pessoas suspeitas de estarem doentes. Combinado com um algoritmo de classificação, e dados rapidamente se transformam em informações. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Em um ambiente de escritório por exemplo um sistema como esse poderia ser utilizado para além do monitoramento de pessoas. Observar quando há o aumento excessivo da temperatura em algum equipamento, painel, etc. Que pode indicar o início de um incêndio e com um sistema integrado acionar a brigada de incêndio, acionando o alarme de evacuação. Podendo inclusive apontar as equipes o local do incêndio com uma precisão maior que outros sistemas.</span></p>
<h5 id="contagem-de-pessoas" style="text-align: justify;"><b>Contagem de pessoas</b></h5>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Quando um incêndio ocorre, normalmente perdas são registradas, mas a primeira preocupação é remover todas as pessoas do ambiente, pois perdas de materiais e estrutura são menos importantes do que pessoas. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Utilizando um exemplo o shopping center da figura abaixo, se nesse local um incêndio é iniciado. Uma equipe se desloca ao local e saber se existem pessoas no mesmo é muito importante. Pois pode mudar o modo de agir, e deslocar pessoas de resgate ao mesmo tempo que o combate ao foco central do incêndio é iniciado.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-74677" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/architecture-2557567_1280.jpg" alt="" width="1280" height="853" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/architecture-2557567_1280.jpg 1280w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/architecture-2557567_1280-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/architecture-2557567_1280-1024x682.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/architecture-2557567_1280-768x512.jpg 768w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">É muito importante e útil para uma equipe de socorro saber quantas pessoas estão em determinado local em chamas, e principalmente a sua localização dentro dele. Portanto se o edifício contar um um sistema de contagem de pessoas, essa informação estar disponível em situações de emergência pode ajudar a salvar vidas.</span></p>
<h3 id="sistemas-de-prevencao-e-combate-a-incendio" style="text-align: justify;"><b>Sistemas de prevenção e combate a incêndio</b></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">A junção de diferentes tecnologias e dispositivos em um determinado ambiente pode oferecer um controle centralizado. Onde é possível monitorar o estado dos ambientes de modo que se este sistema centralizado estiver conectado a uma central. Que pode se comunicar diretamente com a equipe de brigadistas ou bombeiros portanto uma resposta mais rápida é possível.</span></p>
<figure id="attachment_74653" aria-describedby="caption-attachment-74653" style="width: 2560px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-74653" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/2004.sm007.001..smart-home-realistic-composition-scaled.jpg" alt="" width="2560" height="2176" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/2004.sm007.001..smart-home-realistic-composition-scaled.jpg 2560w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/2004.sm007.001..smart-home-realistic-composition-300x255.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/2004.sm007.001..smart-home-realistic-composition-1024x870.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/2004.sm007.001..smart-home-realistic-composition-768x653.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/2004.sm007.001..smart-home-realistic-composition-1536x1306.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/2004.sm007.001..smart-home-realistic-composition-2048x1741.jpg 2048w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /><figcaption id="caption-attachment-74653" class="wp-caption-text">Controlling smart home security camera fire alarm doorbell with smartphone realistic fuzzy living room background vector illustration</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Um sistema integrado é totalmente dependente do tamanho e tipo de ambiente no qual os dispositivos são instalados. Portanto eles podem ser simples e controlados a partir de um celular, como podem ser complexos e exigir uma equipe de monitoramento.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;"> Lidar com um sistema desses exige responsabilidade, redundâncias e normalmente um sistema tolerante a falhas. Não implemente um sistema como este se não estiver totalmente seguro das implicações que um problema em um sistema desses pode causar. Procure sempre profissionais com experiência para que seja feita a avaliação e certificação do projeto. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">As tecnologias evoluem muito rápido a cada dia surgem novas maneiras melhores e mais simples de lidar com problemas que antes pareciam complexos. Você já ouviu falar de outros modos de detecção de incêndio, tecnologia semelhantes ou alguma inovação desse meio? Deixe seu comentário.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Que tal começar a aprender mais sobre isso no 1º Workshop de Prevenção e Combate a Incêndio do Blog da Engenharia? Acesse esse </span><a href="https://blogdaengenharia.com/fireday-workshop-de-prevencao-e-combate-a-incendio-gratuito-e-com-certificado/"><span style="font-weight: 400;">link</span></a><span style="font-weight: 400;"> para saber mais e se inscrever.</span></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Evolução da tecnologia: importância da eletrônica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcos Aurelio Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Mar 2021 11:00:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia da Computação]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de Controle e Automação]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Eletrônica]]></category>
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		<category><![CDATA[Eletrônica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você já parou pra pensar no quanto a eletrônica está presente no seu dia a dia? Qual a&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Você já parou pra pensar no quanto a eletrônica está presente no seu dia a dia? Qual a primeira coisa que você faz ao acordar? Você desliga o despertador no celular? </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Mesmo antigamente com um rádio relógio ou um simples despertador, </span><span style="font-weight: 400;">já era possível ver os primeiros passos dessa ciência que cada vez faz mais parte do nosso mundo. Vem comigo vamos olhar um pouco sobre a evolução da tecnologia e a importância da eletrônica.</span></p>
<h3 id="o-que-e-eletronica" style="text-align: justify;"><b>O que é eletrônica?</b></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Eletrônica é uma ciência que estuda a manipulação de sinais elétricos, normalmente de baixa corrente e tensão, através de componentes que permitem executar funções deste modo. Divisões como eletrônica analógica, digital, de potência são comuns e permitem um maior aprofundamento nos estudos, para o estudante de engenharias das áreas de Elétrica, <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia-de-controle-e-automacao-guia-das-engenharias/">Controle e Automação</a>, Telecomunicações, Mecatrônica entre outras. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Abaixo você pode ver uma representação de dois sinais: um analógico e outro digital em um mesmo intervalo de tempo. </span></p>
<figure id="attachment_69223" aria-describedby="caption-attachment-69223" style="width: 1797px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-69223 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/2021-02-21-10_51_53-Analog_digital_signal.svg-Pessoal-—-Microsoft​-Edge.png" alt="sinais analógicos e digitais" width="1797" height="445" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/2021-02-21-10_51_53-Analog_digital_signal.svg-Pessoal-—-Microsoft​-Edge.png 1797w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/2021-02-21-10_51_53-Analog_digital_signal.svg-Pessoal-—-Microsoft​-Edge-300x74.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/2021-02-21-10_51_53-Analog_digital_signal.svg-Pessoal-—-Microsoft​-Edge-1024x254.png 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/2021-02-21-10_51_53-Analog_digital_signal.svg-Pessoal-—-Microsoft​-Edge-768x190.png 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/2021-02-21-10_51_53-Analog_digital_signal.svg-Pessoal-—-Microsoft​-Edge-1536x380.png 1536w" sizes="(max-width: 1797px) 100vw, 1797px" /><figcaption id="caption-attachment-69223" class="wp-caption-text">Diferença gráfica de um sinal analógico para um sinal digital</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Enquanto um sinal analógico pode assumir infinitos valores em determinado intervalo um sinal digital pode assumir somente dois valores, 0 e 1. E essa é a “chave” que permitiu o avanço da eletrônica, trabalhando com dispositivos que chaveiam entre esses dois níveis, e a condensação deles permitiu a criação de processadores, memórias, sensores entre outros. </span></p>
<h3 id="dispositivos-eletronicos" style="text-align: justify;"><b>Dispositivos eletrônicos</b></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Muitos dispositivos foram concebidos seguindo muitos dos princípios da eletrônica analógica somente, ou a combinação deles com a Engenharia Química e de Materiais, pois sempre é importante a colaboração de diferentes áreas. O fato é que a criação de tais dispositivos permitiu que estes fossem usados como a base para futuros desenvolvimentos. Por exemplo, uma calculadora é um dos primeiros computadores, e por consequência o projeto de grandes computadores, permitiu que cada vez novos dispositivos mais e mais avançados fossem desenvolvidos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Uma perspectiva bastante interessante é a vista a partir do vídeo abaixo onde antigamente tinha-se sua estação de trabalho composta por muitos dispositivos. E com os avanços que a eletrônica em colaboração com a computação e novos softwares permitiram que várias coisas fossem condensadas em um único dispositivo, o computador.</span></p>
<p><iframe title="Evolution Of The Desk" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/uGI00HV7Cfw?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Um novo dispositivo que muito se assemelha ao computador e vem tomando também o seu espaço em muitas das mesmas atividades é o smartphon. Que hoje já possui muito mais poder de processamento e armazenamento do que um computador há uma década. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">E ainda trás consigo outros benefícios como a fácil portabilidade, e agregando ainda outras funcionalidades como câmera para fotografia e filmagem, GPS, rádio e música, relógio (que também evoluiu de um modo interessante), todos agregados ao dispositivo que deu origem, o celular.</span></p>
<figure id="attachment_69225" aria-describedby="caption-attachment-69225" style="width: 900px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-69225 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/nuUGHaY.jpg" alt="Evolução da Eletrônica" width="900" height="900" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/nuUGHaY.jpg 900w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/nuUGHaY-300x300.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/nuUGHaY-150x150.jpg 150w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/nuUGHaY-768x768.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/nuUGHaY-180x180.jpg 180w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/nuUGHaY-400x400.jpg 400w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/nuUGHaY-600x600.jpg 600w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /><figcaption id="caption-attachment-69225" class="wp-caption-text">Todos dispositivos acima agora cabem no bolso</figcaption></figure>
<h3 id="mobilidade-e-eletronica" style="text-align: justify;"><b>Mobilidade e eletrônica</b></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Muito do desenvolvimento da eletrônica foi através de requisitos da indústria automotiva, onde tudo era feito do modo analógico e aos poucos houve uma transição, com implementação de controles e algoritmos. Mas o ambiente de aplicação era hostil, com temperaturas elevadas, umidade, vibração, e em alguns locais gases nocivos no ambiente. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Das dificuldades é que surgem as melhores invenções e aos poucos carburadores foram substituídos por injeção eletrônica, sensores foram adicionados para controle da queima do combustível e otimização dos ciclos. Limpadores de para-brisa com detecção de chuva. Sensores foram adicionados para o conforto do motorista ao manobrar e detectar obstáculos. Acionamento automático dos faróis quando escurecer. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Quando observado um painel de um carro antigo como na foto abaixo, é possível notar, que tudo se baseava em ponteiros, alavancas, isso somente na parte visível e  estética do veículo.</span></p>
<figure id="attachment_69226" aria-describedby="caption-attachment-69226" style="width: 2250px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-69226 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/pexels-photo-2061167.jpeg" alt="" width="2250" height="1500" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/pexels-photo-2061167.jpeg 2250w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/pexels-photo-2061167-300x200.jpeg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/pexels-photo-2061167-1024x683.jpeg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/pexels-photo-2061167-768x512.jpeg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/pexels-photo-2061167-1536x1024.jpeg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/pexels-photo-2061167-2048x1365.jpeg 2048w" sizes="(max-width: 2250px) 100vw, 2250px" /><figcaption id="caption-attachment-69226" class="wp-caption-text">Um carro Mercedes dos anos 70</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Quando observamos um painel de um veículo moderno do mesmo fabricante é possível ver uma enorme diferença, onde os ponteiros dão lugar a telas, e alavancas a botões e manipulas. Em todo painel é possível notar uma otimização ao conforto do motorista, e isso é trazido pela eletrônica. </span></p>
<figure id="attachment_69227" aria-describedby="caption-attachment-69227" style="width: 1000px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-69227 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/pexels-photo-3778769.jpeg" alt="" width="1000" height="1500" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/pexels-photo-3778769.jpeg 1000w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/pexels-photo-3778769-200x300.jpeg 200w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/pexels-photo-3778769-683x1024.jpeg 683w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/pexels-photo-3778769-768x1152.jpeg 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption id="caption-attachment-69227" class="wp-caption-text">Carro Mercedes nos dias de hoje</figcaption></figure>
<h3 id="em-constante-evolucao" style="text-align: justify;"><b>Em constante evolução</b></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Como mencionado anteriormente um dos dispositivos com uma evolução singular e muito interessante foi o relógio de pulso. Porém hoje esse dispositivo faz muito mais do que somente mostrar a hora, ter alguns alarmes e luz para visualização noturna. Hoje se tornaram parte do que chamamos de dispositivos vestíveis ou </span><i><span style="font-weight: 400;">wearables</span></i><span style="font-weight: 400;"> do inglês. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Além das funções básicas eles carregam monitores de saúde, com medição de movimentos, batimentos cardíacos, oxigenação, contador de passos, bússola, GPS, entre muitas outras possibilidades. Por exemplo ser uma carteira digital, tudo isso dado a possibilidade de miniaturização da eletrônica e ampliação de cargas de baterias.</span></p>
<figure id="attachment_69228" aria-describedby="caption-attachment-69228" style="width: 438px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-69228 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/2021-02-21-22_27_08-APPLE-WATCH-SE-44MM-SPACE-GRAY-GPS-MYDT2LL_A-A2352-_-Amazon.com_.br_.png" alt="tecnologias" width="438" height="494" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/2021-02-21-22_27_08-APPLE-WATCH-SE-44MM-SPACE-GRAY-GPS-MYDT2LL_A-A2352-_-Amazon.com_.br_.png 438w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/2021-02-21-22_27_08-APPLE-WATCH-SE-44MM-SPACE-GRAY-GPS-MYDT2LL_A-A2352-_-Amazon.com_.br_-266x300.png 266w" sizes="(max-width: 438px) 100vw, 438px" /><figcaption id="caption-attachment-69228" class="wp-caption-text">Apple iWatch &#8211; Relógio Inteligente da Apple</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Algo que se foi aprimorando ao longo das versões de dispositivos foi a conectividade. Ou seja</span><span style="font-weight: 400;"> com tantos sensores disponíveis os dados gerados podem ser enviados para outros dispositivos a fim de compartilhamento, acompanhamento, e planejamento de atividades baseado em histórico. Portanto os dados podem ser enviados diretamente para internet por wi-fi ou rede móvel, mas também através de uma comunicação ponto a ponto com um </span><i><span style="font-weight: 400;">smartphone </span></i><span style="font-weight: 400;">com NFC ou Bluetooth. </span></p>
<h3 id="o-que-esperar-do-futuro" style="text-align: justify;"><b>O que esperar do futuro?</b></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Em cada espaço na qual a eletrônica tem aplicações, a tecnologia atual, está colaborando para o desenvolvimento da próxima, ainda mais avançada. Ao passo que em meios como esse é que ficção começa a se misturar com realidade. Dando vida para situações que só se vislumbra pelas telas do cinema.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Informações e dados são commodities muito importantes para definir o curso da humanidade. Portanto disponibilizar maneiras de gerar dados, e utilizar eles em benefício das pessoas, como analise de saúde muito mais frequentes do que nas visitas ao médico.  Podendo indicar a necessidade de avaliação médica apartir da análise do sono, pressão arterial ou frequencia cardíaca. Auxiliando na medição dos poluentes no ar, indicando necessidade de usar máscaras.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Um dos próximos passos mais aguardados para a computação e já demonstrado muito nos filmes é lidar com hologramas. Nos quais imagens saltam para fora das telas, e viram tridimensionais, podendo aplicar para pessoas, locais, objetos, análises gráficas como mostrado na figura abaixo. Bem como outras demais aplicações que a imaginação permitir.</span></p>
<figure id="attachment_69229" aria-describedby="caption-attachment-69229" style="width: 626px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-69229 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/empresario-segurando-o-tablet-e-mostrando-um-crescente-holograma-virtual-de-estatisticas-grafico-e-grafico-com-seta-para-cima_34200-307.jpg" alt="elovução da eletrônica" width="626" height="333" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/empresario-segurando-o-tablet-e-mostrando-um-crescente-holograma-virtual-de-estatisticas-grafico-e-grafico-com-seta-para-cima_34200-307.jpg 626w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/empresario-segurando-o-tablet-e-mostrando-um-crescente-holograma-virtual-de-estatisticas-grafico-e-grafico-com-seta-para-cima_34200-307-300x160.jpg 300w" sizes="(max-width: 626px) 100vw, 626px" /><figcaption id="caption-attachment-69229" class="wp-caption-text">Holografia na palma das suas mãos</figcaption></figure>
<h3 id="como-tudo-isso-se-tornou-possivel" style="text-align: justify;"><b>Como tudo isso se tornou possível</b></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Muitas das descobertas e desenvolvimentos que permitiram todo esse avanço e que possibilita novas aplicações passaram por muitas pesquisas em laboratório. Alguns dos componentes que em certo momento eram somente teorias, foram viabilizados. Assim estes são transistor, capacitor, memória, processador, sensores (MEMs), atuadores, baterias, entre muitos outros.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Este é um artigo introdutório sobre a evolução da tecnologia e importancia da eletrônica. Outros artigos na sequência falarão a respeito da evolução individual de cada um dos itens mencionados. Assim como dos desafios para novos avanços da eletrônica em colaboração com outras engenharias, e também no processo produtivo dos equipamentos que usam eletrônica.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-69237" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/pexels-photo-3665442-scaled.jpeg" alt="processador" width="2560" height="1707" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/pexels-photo-3665442-scaled.jpeg 2560w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/pexels-photo-3665442-300x200.jpeg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/pexels-photo-3665442-1024x683.jpeg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/pexels-photo-3665442-768x512.jpeg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/pexels-photo-3665442-1536x1024.jpeg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/pexels-photo-3665442-2048x1365.jpeg 2048w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></p>
<p style="text-align: justify;">Um campo também a ser explorado nos próximos artigos será a <a href="https://www.sbpmat.org.br/pt/tag/spintronica/">s<em>pintrônica</em></a>, que é a mais recente evolução da eletrônica, onde os conceitos de física quântica se misturam com desenvolvimento e evolução de eletrônica e cada vez mais aproximando as teorias da engenharia, permitindo a execução dos mesmos avanços.</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Escassez de semicondutores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcos Aurelio Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Mar 2021 12:09:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia de Controle e Automação]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Elétrica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os semicondutores estão presentes em quase tudo atualmente e uma alta demanda pela produção dos mesmos fez com&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Os semicondutores estão presentes em quase tudo atualmente e uma alta demanda pela produção dos mesmos fez com que viesse a acontecer uma escassez de semicondutores.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Causando inclusive paradas de fábricas de automóveis sendo essa uma das indústrias mais afetadas pela falta dos mesmos.. </span></p>
<h3 id="o-que-e-semicondutor" style="text-align: justify;"><b>O que é semicondutor?</b></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Semicondutor é a matéria prima base de toda a eletrônica atual, até mesmo no mais simples dos circuitos. Esses elementos possuem uma característica especial, e são manipuláveis para que executem determinadas funções nos circuitos. Tal qual agir como chaves, e amplificar sinais, permitir a passagem de sinais em somente um sentido entre várias outras funções.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">O material semicondutor mais comum utilizado majoritariamente para fabricação dos tais componentes é o silício, pois é o segundo elemento mais abundante na crosta terrestre. Normalmente encontrado na forma de silicato SiO</span><span style="font-weight: 400;">4 </span><span style="font-weight: 400;">ou sílica SiO</span><span style="font-weight: 400;">2</span><span style="font-weight: 400;">, ele é o principal constituinte do cimento, vidro, cerâmicas e silicones.</span></p>
<figure id="attachment_69290" aria-describedby="caption-attachment-69290" style="width: 640px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-69290" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/Polykristalines_Silizium.jpg" alt="" width="640" height="369" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/Polykristalines_Silizium.jpg 640w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/Polykristalines_Silizium-300x173.jpg 300w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /><figcaption id="caption-attachment-69290" class="wp-caption-text">Silício na forma cristalina</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">O silício não é o melhor dos materiais para ser utilizado como semicondutor, há também o Germânio, porém a alta disponibilidade do primeiro faz com que o custo desse seja menor, e portanto é o mais explorado para suas aplicações em eletrônica.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Um processo chamado dopagem é feito com o silício na sua forma original que permite que ele opere do modo esperado como um semicondutor. Que pela morfologia da palavra fica entre um condutor (baixa resistência elétrica) e um isolante (alta resistência elétrica), ou seja, essa característica dá ao engenheiro o controle com o que acontecerá com o circuito dependendo das circunstâncias do projeto, hora agindo como condutor ora como isolante.</span></p>
<h3 id="dispositivos-baseados-em-semicondutores"><b>Dispositivos baseados em semicondutores</b></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Quando se menciona o termo semicondutor, por experiências passadas ou aulas de disciplinas como Física III para alunos de outras áreas da engenharia, o Transistor é o primeiro componente que se lembra. Entretanto há muito mais que somente este. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Processadores são totalmente dependentes dos transistores, há uma subdivisão interessante com processadores com funções específicas e itens genéricos com multipropósitos, mas todos eles sendo feitos de milhares de transistores e outros componentes.</span></p>
<figure id="attachment_69295" aria-describedby="caption-attachment-69295" style="width: 2560px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-69295 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/vishnu-mohanan-yQpAaMsQzYE-unsplash-scaled.jpg" alt="chips" width="2560" height="1812" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/vishnu-mohanan-yQpAaMsQzYE-unsplash-scaled.jpg 2560w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/vishnu-mohanan-yQpAaMsQzYE-unsplash-300x212.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/vishnu-mohanan-yQpAaMsQzYE-unsplash-1024x725.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/vishnu-mohanan-yQpAaMsQzYE-unsplash-768x544.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/vishnu-mohanan-yQpAaMsQzYE-unsplash-1536x1087.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/vishnu-mohanan-yQpAaMsQzYE-unsplash-2048x1450.jpg 2048w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /><figcaption id="caption-attachment-69295" class="wp-caption-text">Placa eletrônica com dois chips (microcontrolador e memória) feitos de semicondutores</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Uma série de outros componentes são baseados em semicondutores como os diodos, reguladores lineares, triacs, comparadores, contadores, controladores. Alguns destes são chips que são classificados como ASICs, sigla em inglês para Circuito Integrado de Aplicação Específica.</span></p>
<h3 id="processo-produtivo" style="text-align: justify;"><b>Processo produtivo</b></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Passo a passo dos processo para fabricação dos chips:</span></p>
<ol style="text-align: justify;">
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Um líquido fotorresistente é aplicado sobre o disco de silício;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">O disco gira para haver uma distribuição uniforme do líquido;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Uma Luz UV é projetada para formar o desenho dos circuitos de acordo com o projeto;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Os pontos atingidos pela luz tornam-se solúveis e esse processo é chamado de litografia (semelhança com o processo de cópia de desenhos utilizando uma referência sobreposta);</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">A parte de material solúvel é removida e também o material fotorresistente;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Esse disco agora é chamado de Wafer (devido às várias camadas) e é aplicado uma camada de proteção para evitar curto circuitos;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">E chip então é bombardeado por íons de cobre, e estes vão criar as conexões elétricas</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">O cobre em excesso é removido e o processo é reiniciado com a próxima camada do Wafer;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Os chips deste disco são então cortados para serem encapsulados;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">A ligação entre os terminais do componente e o wafer é feito um uma fina linha de ouro ou material ótimo condutor, e o processo se assemelha a uma costura;</span></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Um infográfico produzido pelo portal Tecmundo pode ser visualizado neste </span><a href="https://img.ibxk.com.br/////2014/07/23/23182754282828.jpg?v=241"><span style="font-weight: 400;">link</span></a><span style="font-weight: 400;"> e traz de maneira ilustrada o processo mencionado acima.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Na imagem abaixo é possível visualizar um wafer que foi transformado a partir de um disco de silício. A imagem é de um laboratório onde está sendo produzido um espécime para testes e validações.</span></p>
<figure id="attachment_69296" aria-describedby="caption-attachment-69296" style="width: 900px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-69296 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/Clean_room_2.jpg" alt="" width="900" height="500" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/Clean_room_2.jpg 900w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/Clean_room_2-300x167.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/Clean_room_2-768x427.jpg 768w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /><figcaption id="caption-attachment-69296" class="wp-caption-text">Wafer sendo inspecionado em equipamentos de laboratório</figcaption></figure>
<h5 id="manufatura-automatizada">MANUFATURA Automatizada</h5>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Uma produção em larga escala de um semicondutor normalmente é feita com máquinas automatizadas, onde todo o processo é milimetricamente controlado, e as variáveis de processo totalmente controladas por uma variedade de sensores de posicionamento e atuadores automáticos. Um exemplo de uma estação como essa é vista na figura abaixo, onde o fabricante é uma das empresas que fazem esse tipo de equipamento.</span></p>
<figure id="attachment_69298" aria-describedby="caption-attachment-69298" style="width: 810px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-69298 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/EUV-ASML.jpg" alt="" width="810" height="440" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/EUV-ASML.jpg 810w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/EUV-ASML-300x163.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/EUV-ASML-768x417.jpg 768w" sizes="(max-width: 810px) 100vw, 810px" /><figcaption id="caption-attachment-69298" class="wp-caption-text">Estação de fabricação de chips semicondutores automatizada</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Uma automatização desse processo pode ser visualizada no vídeo abaixo com créditos da Intel, onde o processo desde a preparação de um lingote de silício, o corte em discos e a montagem final do chip é demonstrada. </span></p>
<p><iframe title="Intel: The Making of a Chip with 22nm/3D Transistors | Intel" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/d9SWNLZvA8g?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<h3 id="demanda-de-mercado" style="text-align: justify;"><b>Demanda de mercado </b></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">O Coronavirus causou uma alteração sem precedentes nos meios a como trabalhamos e nos comunicamos, prevendo uma diminuição da demanda de automóveis pois os deslocamentos seriam evitados a indústria automotiva enviou ofícios para os fabricantes de circuitos integrados com redução de volume anual comprado.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Por outro lado, a fabricação de outros eletrônicos e itens para casa cresceu, com mais pessoas ficando em casa e fazendo dela seu escritório, escola, etc.  Então a indústria de chips converteu a demanda e seus equipamentos para produção de tais semicondutores de outras indústrias. Abaixo é possível observar o tamanho e número de linhas de fabricação de celulares em uma fábrica da China.</span></p>
<figure id="attachment_69299" aria-describedby="caption-attachment-69299" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-69299 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/smartphone-manufacturing-1024x610-1.jpg" alt="" width="1024" height="610" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/smartphone-manufacturing-1024x610-1.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/smartphone-manufacturing-1024x610-1-300x179.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/smartphone-manufacturing-1024x610-1-768x458.jpg 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-69299" class="wp-caption-text">Manufatura de celulares (fabrica da China)</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Com a demanda aumentada de indústrias de linha branca e marrom, o gargalo não é o silício, mas a capacidade de produção de chips. Pois com perspectiva de retorno da demanda de automóveis acima do estimado anteriormente as empresas não conseguem atender a nova demanda das industrias automotivas. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Fábricas da Fiat, Honda, Nissan, Volkswagen e Toyota foram afetadas, mas não é descartado que outros fabricantes tenham o mesmo problema. Bem como outras indústrias considerando que o aumento global da demanda por chips vem causando problemas também. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Ainda mais puxado pelo fato de que chips usados nos veículos possuem especificações diferentes para altas temperaturas principalmente. Uma mudança no processo produtivo dos fabricantes pode levar de 3 a 6 meses sendo que a normalidade só deve ser alcançada em 2022. </span></p>
<h3 id="linha-automotiva" style="text-align: justify;"><b>Linha automotiva</b></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Como mencionado no artigo sobre </span><a href="https://blogdaengenharia.com/?p=68269&amp;preview=true"><span style="font-weight: 400;">evolução tecnológica</span></a><span style="font-weight: 400;"> os carros possuem atualmente uma demanda por semicondutores muito elevada para citar alguns exemplos de locais onde se usam chips nos veículos podemos usar a imagem abaixo como referência. De um painel de um veículo com uma grande tela multimídia, que também é o GPS do veículo. </span></p>
<figure id="attachment_69300" aria-describedby="caption-attachment-69300" style="width: 2560px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-69300 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/brock-wegner-pWGUMQSWBwI-unsplash-scaled.jpg" alt="" width="2560" height="2048" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/brock-wegner-pWGUMQSWBwI-unsplash-scaled.jpg 2560w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/brock-wegner-pWGUMQSWBwI-unsplash-300x240.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/brock-wegner-pWGUMQSWBwI-unsplash-1024x819.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/brock-wegner-pWGUMQSWBwI-unsplash-768x614.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/brock-wegner-pWGUMQSWBwI-unsplash-1536x1229.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/brock-wegner-pWGUMQSWBwI-unsplash-2048x1638.jpg 2048w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /><figcaption id="caption-attachment-69300" class="wp-caption-text">Painel de um veículo com vários dispositivos eletrônicos baseados em semicondutores</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Painéis apesar de possuírem ponteiros são movidos por pequenos motores e estes requerem um controle com um circuito integrado. Vidros elétricos, direção elétrica, câmbio automático, sistema de partida em rampa, controle de estabilidade, sensor de chuva, sensor acendimento automático de faróis, frenagem automática, ABS, sensores de estacionamento, câmeras de estacionamento, controle de temperatura interna, alarme. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Sem contar com o controle do funcionamento do motor com a injeção eletrônica, controle de emissão de poluentes, e em alguns casos sistemas de eletrificação de carros híbridos. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">A lista parece não ter fim com itens de cada um que precisa de um microchip. E o veículo hoje opera com uma rede de dispositivos exigindo ainda comunicação entre módulos. Segundo informações do fabricante, o Volkswagen Taos possui cerca de 300 microchips atualmente, onde há alguns anos esse número estava na média de 15.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">A composição da eletrônica de um veículo representava aproximadamente 15% do custo total nos anos 2000, </span><a href="https://www.infomoney.com.br/negocios/por-que-a-falta-de-chips-para-as-fabricas/"><span style="font-weight: 400;">hoje representa até 40%</span></a><span style="font-weight: 400;"> e a demanda crescente por novas tecnologias, sendo diferencial para o consumidor que busca inovação ao trocar de carro, essa demanda tende a crescer para até 50% num futuro próximo.</span></p>
<hr />
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Satélite Amazônia 1</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcos Aurelio Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Mar 2021 12:41:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia Aeronáutica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No dia 28 de fevereiro às 01:54 a partir do Satish Dhawan Space Centre (SHAR), em Sriharikota, na&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">No dia 28 de fevereiro às 01:54 a partir do Satish Dhawan Space Centre (SHAR), em Sriharikota, na Índia. Foi lançado com sucesso em órbita o Amazônia 1, o primeiro satélite de observação da Terra completamente projetado, integrado, testado e operado pelo Brasil. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Este feito é fruto de uma das agências espaciais mais antigas do mundo, o </span><a href="http://www.inpe.br/noticias/noticia.php?Cod_Noticia=5706"><span style="font-weight: 400;">INPE</span></a><span style="font-weight: 400;"> (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), e coordenado pelo <a href="https://www.gov.br/mcti/pt-br">MCTI</a> (Ministério da Ciência Tecnologia e Inovações). Vamos conhecer um pouco mais sobre o satélite brasileiro?</span></p>
<figure id="attachment_68651" aria-describedby="caption-attachment-68651" style="width: 1594px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-68651 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/2021-02-28-23_46_15-2-PMM-acoplada-com-Modulo-de-Carga-Util.jpg-800×450.png" alt="" width="1594" height="897" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/2021-02-28-23_46_15-2-PMM-acoplada-com-Modulo-de-Carga-Util.jpg-800×450.png 1594w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/2021-02-28-23_46_15-2-PMM-acoplada-com-Modulo-de-Carga-Util.jpg-800×450-300x169.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/2021-02-28-23_46_15-2-PMM-acoplada-com-Modulo-de-Carga-Util.jpg-800×450-1024x576.png 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/2021-02-28-23_46_15-2-PMM-acoplada-com-Modulo-de-Carga-Util.jpg-800×450-768x432.png 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/2021-02-28-23_46_15-2-PMM-acoplada-com-Modulo-de-Carga-Util.jpg-800×450-1536x864.png 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/2021-02-28-23_46_15-2-PMM-acoplada-com-Modulo-de-Carga-Util.jpg-800×450-400x225.png 400w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/2021-02-28-23_46_15-2-PMM-acoplada-com-Modulo-de-Carga-Util.jpg-800×450-600x338.png 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/2021-02-28-23_46_15-2-PMM-acoplada-com-Modulo-de-Carga-Util.jpg-800×450-800x450.png 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/2021-02-28-23_46_15-2-PMM-acoplada-com-Modulo-de-Carga-Util.jpg-800×450-1200x675.png 1200w" sizes="(max-width: 1594px) 100vw, 1594px" /><figcaption id="caption-attachment-68651" class="wp-caption-text">Amazônia 1 &#8211; Totalmente aberto &#8211; Fonte: INPE</figcaption></figure>
<h3 id="sensoriamento-remoto" style="text-align: justify;"><b>Sensoriamento remoto</b></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Qual a melhor maneira de atualmente fazer a cobertura de uma região muito grande sem com isso demorar muito tempo e ter dados de qualidade? A resposta para essa pergunta está com um satélite. O objetivo do Amazônia 1 é monitorar a região amazônica, que é muito maior que somente o estado do Amazonas. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Ele é um satélite de órbita polar, orbitando a cerca de 752 km de altitude, que irá gerar imagens do planeta a cada 5 dias. Sendo dessa maneira considerada uma alta taxa de revisita. Podendo disponibilizar uma grande quantidade de dados de uma mesma região do planeta, o que é uma característica valiosa em aplicações que precisam de resposta rápida. Consequentemente aumentando a probabilidade de captura de imagens boas em eventos de cobertura de nuvens, como observado na imagem abaixo, onde nuvens cobrem uma vasta região.</span></p>
<figure id="attachment_68652" aria-describedby="caption-attachment-68652" style="width: 748px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-68652" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/mapserv.jpg" alt="" width="748" height="680" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/mapserv.jpg 748w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/mapserv-300x273.jpg 300w" sizes="(max-width: 748px) 100vw, 748px" /><figcaption id="caption-attachment-68652" class="wp-caption-text">Nuvens sobre fotos de satélite &#8211; Fonte: INPE</figcaption></figure>
<h3 id="tecnologia-embarcada-no-satelite-brasileiro" style="text-align: justify;"><b>Tecnologia embarcada no satélite brasileiro</b></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">O satélite brasileiro conta com um imageador óptico de visada larga (câmera com 3 bandas de frequências no espectro visível – VIS – e 1 banda próxima do infravermelho – Near Infrared) capaz de observar uma faixa de 850 km com 64 metros de resolução.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Os satélites da série Amazônia serão formados por dois módulos independentes: um Módulo de Serviço, que é a Plataforma Multimissão (PMM), e um Módulo de Carga Útil, que abriga câmeras imageadoras e equipamentos de gravação e transmissão de dados de imagens. Como resultado abaixo é possível ver os dois módulos na parte de cima e de baixo, e os painéis solares recolhidos para o lançamento.</span></p>
<figure id="attachment_68653" aria-describedby="caption-attachment-68653" style="width: 1625px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-68653" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/2021-02-28-23_45_43-PMM-acoplada-com-Modulo-de-Carga-Util.jpg-815×400.png" alt="" width="1625" height="794" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/2021-02-28-23_45_43-PMM-acoplada-com-Modulo-de-Carga-Util.jpg-815×400.png 1625w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/2021-02-28-23_45_43-PMM-acoplada-com-Modulo-de-Carga-Util.jpg-815×400-300x147.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/2021-02-28-23_45_43-PMM-acoplada-com-Modulo-de-Carga-Util.jpg-815×400-1024x500.png 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/2021-02-28-23_45_43-PMM-acoplada-com-Modulo-de-Carga-Util.jpg-815×400-768x375.png 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/2021-02-28-23_45_43-PMM-acoplada-com-Modulo-de-Carga-Util.jpg-815×400-1536x751.png 1536w" sizes="(max-width: 1625px) 100vw, 1625px" /><figcaption id="caption-attachment-68653" class="wp-caption-text">Satélite em vista de corte &#8211; Fonte: INPE</figcaption></figure>
<h3 id="desenvolvimentos-e-testes" style="text-align: justify;"><b>Desenvolvimentos e testes</b></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Um satélite como o Amazônia 1 é constituído de vários módulos, e assim que um dos módulos é concluído ele passa por testes que irão validar se ele atende os requisitos de projeto.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;"> Para tal quando lançado em órbita as condições ambientais nos quais o satélite estará são totalmente adversas, e precisam ser simuladas em laboratório, consequentemente uma equipe de <strong>Engenharia Térmica</strong> desenvolveu uma Matriz de Radiação Infravermelha que simula a carga térmica que incidem no satélite em especial sobre os radiadores, câmeras e antenas.</span></p>
<figure id="attachment_68654" aria-describedby="caption-attachment-68654" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-68654" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/portable-and-height-adjustable-infrared-array.jpg" alt="" width="600" height="400" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/portable-and-height-adjustable-infrared-array.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/portable-and-height-adjustable-infrared-array-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-68654" class="wp-caption-text">Matriz de Luz Infravermelha<br />Fonte: <a href="https://eyeappliedoptix.com/test-lighting-solutions/solar-simulation-systems/infrared-solar-simulators">Solar Simulator</a></figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Testando com antecedência antes do lançamento é possível observar o comportamento dos sensores, e atuadores de controle de temperatura, e fazer quaisquer correções necessárias, pois o satélite uma vez em órbita torna-se muito difícil de fazer qualquer manutenção de reparo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Como nesse vídeo é possível observar o teste de abertura do painel solar: <em>(prepare-se para um estampido alto se ouvir com som)</em>.</span></p>
<p><iframe title="Teste Abertura Painel Solar2" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/rhwYqtu5IZQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<h3 id="base-de-lancamento" style="text-align: justify;"><b>Base de Lançamento</b></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Como mencionado anteriormente a base de lançamento do satélite foi a em uma cidade da Índia onde fica a Indian Space Research Organization (ISRO). Na qual o lançador utilizado é o PSLV que opera em quatro estágios e projetado para lançar satélites em órbitas polares sol-síncronas. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Este lançador pode levar cargas de até 1800 kg com distâncias que variam de 600 a 900 quilômetros. Como sua massa total é de aproximadamente 640 kg, o mesmo lançador levou outros 18 satélites menores ao mesmo tempo. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Este foi o 53° lançamento deste foguete, sendo esta a primeira missão comercial da ISRO. Observe no vídeo abaixo a sequencia de lançamento.</span></p>
<p><iframe title="Confira vídeo do lançamento do satélite brasileiro Amazonia 1" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/mJ0qeLSy0K0?start=53&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<h3 id="ganhos-tecnologicos" style="text-align: justify;"><b>Ganhos Tecnológicos</b></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">O Brasil pode ter muitos retornos investindo nessa área de pesquisa e não precisando depender de outros países para construção dos próprios satélites, podendo o fazer da maneira que mais atende uma necessidade local. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Alguns dos ganhos com este lançamento são: a validação da PMM, que é uma das subdivisões do satélite. E com isso será possível validar importante variável que ajudará nos outros lançamentos. Portanto conhecimentos adquiridos para satélites que operam em 3 eixos, abertura de painel solar, desenvolvimento de propulsão do sistema de controle de altitude órbita. </span></p>
<h3 id="utilizacao-e-operacao" style="text-align: justify;"><b>Utilização e operação</b></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Então a ideia principal é trabalhar em sinergia com os recursos já existentes  e trabalhar com novos recursos para fornecer imagens da região amazônica, monitorando o desmatamento e a diversidade de agricultura em todo território nacional. Alguns dos motivos pelos quais os dados capturados são interessantes são: monitoramento da região costeira, reservatórios de água, florestas naturais e cultivadas, desastres ambientais, entre outros.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-68646 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/2021-03-01-00_55_31-amazonia-img1.png-512×420.png" alt="" width="895" height="734" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/2021-03-01-00_55_31-amazonia-img1.png-512×420.png 895w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/2021-03-01-00_55_31-amazonia-img1.png-512×420-300x246.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/2021-03-01-00_55_31-amazonia-img1.png-512×420-768x630.png 768w" sizes="(max-width: 895px) 100vw, 895px" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Um conjunto de 3 satélites deverá entrar em operação, entretanto não sincronicamente, o primeiro deles a entrar em órbita é o Amazônia 1. Os demais satélites ainda estão em desenvolvimento.</span></p>
<h3 id="por-que-nao-lancamos-o-satelite-do-brasil" style="text-align: justify;"><b>Por que não lançamos o satélite do Brasil?</b></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Apesar de possuir dois locais para lançamento de foguetes no Brasil, sendo o primeiro deles construído na década de 1960. Conhecido como Centro de Lançamento da Barreira do Inferno. Hoje se encontra muito próximo da região metropolitana de Natal devido ao crescimento da cidade, portanto não permitindo a utilização para esse fim, pois é difícil estabelecer uma área livre de voo. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">A segunda opção é a base de Alcântara, que é considerada um dos melhores pontos no mundo para o lançamento de foguetes, isso porque ela é a que fica mais próxima da linha do Equador, podendo representar uma economia de até 30% de combustível. Entretanto, o Brasil não tem tecnologia para tal, pois ainda está migrando de combustível sólido, atualmente usado em mísseis, para combustível líquido. </span></p>
<figure id="attachment_68645" aria-describedby="caption-attachment-68645" style="width: 1086px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-68645" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/81682011_FILES-This-file-picture-taken-on-September-14-2018-shows-the-rocket-launch-tower-at-Alc.jpg" alt="Base de Alcântara" width="1086" height="652" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/81682011_FILES-This-file-picture-taken-on-September-14-2018-shows-the-rocket-launch-tower-at-Alc.jpg 1086w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/81682011_FILES-This-file-picture-taken-on-September-14-2018-shows-the-rocket-launch-tower-at-Alc-300x180.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/81682011_FILES-This-file-picture-taken-on-September-14-2018-shows-the-rocket-launch-tower-at-Alc-1024x615.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/81682011_FILES-This-file-picture-taken-on-September-14-2018-shows-the-rocket-launch-tower-at-Alc-768x461.jpg 768w" sizes="(max-width: 1086px) 100vw, 1086px" /><figcaption id="caption-attachment-68645" class="wp-caption-text">Base de Alcântara &#8211; MA</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Quanto à possibilidade de estabelecer parcerias, e tirar proveito da localização, o foguete deveria ser projetado para o local de lançamento, e isso é ainda algo que tem seus segredos, com pesquisas individuais de cada país. Que preferem usar da hegemonia nacional e lançar do próprio território. Somado a isso o acesso a base de Alcântara é difícil. E requer um grande investimento para infraestrutura da área portuária até a base de lançamento. Entretanto, seria o ideal para lançamentos de satélites brasileiros.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Para mais detalhes sobre a exploração espacial do Brasil siga o link deste </span><a href="https://www.amazon.com.br/gp/product/854620733X/ref=as_li_qf_asin_il_tl?ie=UTF8&amp;tag=juliomoc-20&amp;creative=9325&amp;linkCode=as2&amp;creativeASIN=854620733X&amp;linkId=6ec631d4766358acb0503f4b371587b0"><span style="font-weight: 400;">livro</span></a><span style="font-weight: 400;"> do professor Júlio César Guedes Antunes. </span></p>
<h3 id="tecnologia-nacional" style="text-align: justify;"><b>Tecnologia Nacional</b></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Como enfatizado em toda publicação do INPE, que todo o desenvolvimento do Amazônia 1 foi interno. Apesar de que nem todas as peças foram adquiridas no mercado interno, portanto parcerias com outros países foram necessárias no desenvolvimento.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">A parte mais importante disso tudo é a descoberta, e documentação detalhada de um desenvolvimento, o que pavimenta o caminho para o desenvolvimento futuro. Assim situações como esta nos fazem observar as deficiências que o país possui para o avanço de pesquisas científicas. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Em conclusão esta é uma obra prima da <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia-aeronautica-x-engenharia-aeroespacial/">Engenharia Aeroespacial</a> do Brasil.  Muito esforço foi dedicado para desenvolver essa ferramenta de monitoramento de recursos naturais. E contou com a colaboração de áreas multifuncionais para poder alcançar este feito.</span></p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;Atualização &#8211; 17/03/21 &#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<h3 id="primeiras-imagens-recebidas" style="text-align: justify;">Primeiras imagens recebidas</h3>
<p style="text-align: justify;">As primeiras imagens enviadas pelo Satélite Amazônia 1 foram recebidas pelo centro de controle do INPE, fato que ocorreu após um inicio com alguns problemas e que chegou a ser cogitada a perda de controle do satélite. Entretanto o controle foi estabelecido e após dois dias de testes com todos os sistemas as imagens foram obtidas.</p>
<figure id="attachment_69203" aria-describedby="caption-attachment-69203" style="width: 2560px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-69203" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/Fig.3_AMZ1_WFI_20210303_RepresaSobradinho-scaled.jpg" alt="Imagem Satélite" width="2560" height="1494" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/Fig.3_AMZ1_WFI_20210303_RepresaSobradinho-scaled.jpg 2560w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/Fig.3_AMZ1_WFI_20210303_RepresaSobradinho-300x175.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/Fig.3_AMZ1_WFI_20210303_RepresaSobradinho-1024x598.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/Fig.3_AMZ1_WFI_20210303_RepresaSobradinho-768x448.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/Fig.3_AMZ1_WFI_20210303_RepresaSobradinho-1536x896.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/Fig.3_AMZ1_WFI_20210303_RepresaSobradinho-2048x1195.jpg 2048w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /><figcaption id="caption-attachment-69203" class="wp-caption-text">Foto recebida do satélite Amazônia 1 &#8211; Na foto a represa de sobradinho</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">Dessa forma a fase de manobras de posicionamento do satélite em orbita foi concluída em 15 de Março de 2021, e agora inicia-se a fase de comissionamento do sistema de câmera WFI com duração aproximada de 2 meses. Portanto ao final desta fase o satélite e o sistema de recepção terão alinhados os melhores filtros e configurações necessárias para captura de imagens com a melhor resolução possível. Mais informações e imagens podem ser vistas nesse <a href="http://www.inpe.br/noticias/noticia.php?Cod_Noticia=5725">link</a> no portal do INPE.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Lixo eletrônico: Panorama atual</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcos Aurelio Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Jan 2021 11:00:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia Elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de Controle e Automação]]></category>
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		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vivemos em um mundo com uma crescente demanda por novos dispositivos eletrônicos, a cada período de um ano&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">Vivemos em um mundo com uma crescente demanda por novos dispositivos eletrônicos, a cada período de um ano novos modelos de </span><i><span style="font-weight: 400">smartphones, </span></i><span style="font-weight: 400">computadores, <em>tablets</em>, entre outros com períodos mais longos como televisões, câmeras, impressoras e eletrodomésticos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Sabe-se que nem tudo dura para sempre, eventualmente um dispositivo destes estraga e precisa ser substituído. Porém, o que fazer com o item que está sendo substituído e virou agora um lixo eletrônico? Acompanhe este artigo para um panorama atual.</span></p>
<figure id="attachment_66323" aria-describedby="caption-attachment-66323" style="width: 1008px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-66323 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/0001.jpg" alt="Lixo eletrônico" width="1008" height="672" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/0001.jpg 1008w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/0001-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/0001-768x512.jpg 768w" sizes="(max-width: 1008px) 100vw, 1008px" /><figcaption id="caption-attachment-66323" class="wp-caption-text">Lixos eletrônicos diversos</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400">Há diferentes modos de operar dispositivos eletrônicos descartados, seja simplesmente dando um novo destino, pois o mesmo encontra-se funcional e com defeitos estéticos, consertar a parte defeituosa e destinar a um novo usuário, ou ainda quando não há possibilidade de conserto a destinação para reciclagem. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Entretanto nem sempre isso ocorre, muitas vezes a destinação não é apropriada, como muitos outros tipos de lixo. Quando descartado juntamente com lixos orgânicos, cuja destinação são aterros sanitários na maioria dos casos. E mais lamentavelmente há o descarte dos mesmos em rios, matas entre outros locais inapropriados para descarte. Portanto o modo como estamos lidando com isso não é nada sustentável.</span></p>
<h3 id="volume-de-lixo-eletronico"><b>Volume de lixo eletrônico</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">O volume total cresceu 12,38% nos últimos cinco anos – abaixo da média mundial –, de 1,907 milhão de toneladas em 2016 para 2,143 milhões em 2019. Em termos de coleta e reutilização, o dado oficial mais recente é de 2012, de 140 toneladas. Utilizando dados disponíveis nos meios de divulgação o volume reciclado versus o volume de lixo descartado foi de 0,007%. O que coloca o Brasil em uma posição negativa quando observado percentualmente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Observando em uma perspectiva global em 2019 o volume de lixo eletrônico gerado foi de 53.6 milhões de toneladas. Sendo que apenas 17.4% deste volume foram catalogados e reciclados de maneira adequada. Comparando números absolutos o volume de lixos eletrônicos reciclados desde 2014 vem aumentando a um passo de 1.8 milhões toneladas ao ano. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Entretanto o volume de dejetos gerados vem aumentando 9.2 milhões de toneladas. (<a href="http://ewastemonitor.info/wp-content/uploads/2020/12/GEM_2020_def_dec_2020-1.pdf">ONU E-waste Monitor</a>, 2020). </span><span style="font-weight: 400">Portanto esse descompasso mostra o porquê essa prática é insustentável. </span></p>
<figure id="attachment_66320" aria-describedby="caption-attachment-66320" style="width: 871px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-66320 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/2021_01_24_10_31_43_Window.png" alt="Lixo Eletrônico" width="871" height="546" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/2021_01_24_10_31_43_Window.png 871w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/2021_01_24_10_31_43_Window-300x188.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/2021_01_24_10_31_43_Window-768x481.png 768w" sizes="(max-width: 871px) 100vw, 871px" /><figcaption id="caption-attachment-66320" class="wp-caption-text">Volume de Lixo Eletrônico &#8211; extrapolado até 2030. Fonte: ONU E-waste Monitor</figcaption></figure>
<h3 id="qual-o-destino-correto-para-equipamentos-eletronicos"><b>Qual o destino correto para equipamentos eletrônicos?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Dado que os lixo eletrônicos ou e-lixo (do mesmo acrônimo em inglês </span><i><span style="font-weight: 400">e-waste</span></i><span style="font-weight: 400">), possuem uma composição complexa. Possuindo desde diferentes tipos de materiais até mesmo a materiais com contaminantes, metais pesados e materiais explosivos se expostos ao fogo como baterias. Locais de descartes apropriados precisam ser utilizados, para posterior seleção e destinação adequada. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Espaços devem possuir mecanismos que permitem a retirada apenas por pessoas autorizadas e capacitadas a operar os itens descartados. Motivo esse da instituição da <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2010/lei/l12305.htm">Lei nº 12.305/10</a>, conhecida também como Política Nacional de Resíduos Sólidos, que é muito mais abrangente do que só para e-lixos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Entretanto, quando observada a situação do Brasil quanto a disponibilização dos coletores, apenas 13% dos municípios têm a disponibilização dos 5570 municípios e apenas 740 contam com os mesmos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A lei acima mencionada é parte da solução dos problemas, pois ela exige que os fabricantes dos equipamentos tenham política de retorno dos mesmos, disponibilizando locais de coleta ou recolhimento dos e-lixos. </span></p>
<figure id="attachment_66340" aria-describedby="caption-attachment-66340" style="width: 2560px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-66340 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/old-and-obsoleted-cellphones-on-a-black-background-scaled.jpg" alt="" width="2560" height="1707" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/old-and-obsoleted-cellphones-on-a-black-background-scaled.jpg 2560w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/old-and-obsoleted-cellphones-on-a-black-background-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/old-and-obsoleted-cellphones-on-a-black-background-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/old-and-obsoleted-cellphones-on-a-black-background-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/old-and-obsoleted-cellphones-on-a-black-background-1536x1024.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/old-and-obsoleted-cellphones-on-a-black-background-2048x1365.jpg 2048w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /><figcaption id="caption-attachment-66340" class="wp-caption-text">Telefones celulares obsoletos</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400">Considerando que o fabricante dos dispositivos normalmente não dispõe de toda uma estrutura necessária para reciclar o produto que ela produz, pois sua estrutura é feita para produzir não reoperar. Então com o intuito de cumprir com suas obrigações a empresa contrata empresas especializadas em fazer a logística reversa e reciclagem. Que por sua vez possuem postos de coletas especializados, e distribuem em locais de fácil acesso.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Estes coletores recebem o nome de <a href="https://www.greeneletron.org.br/blog/conheca-os-coletores-da-green-eletron/">PEV &#8211; Pontos de Entrega Voluntária</a>, no qual a pessoa abdica dos itens ao depositar os mesmos. Operadoras de celular mantém em suas lojas locais para recebimento de celulares, baterias e tablets, algumas também aceitam outros itens, mas estes devem ser entregues juntos a uma declaração de posse.</span></p>
<h3 id="economia-circular"><b>Economia circular</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Uma prática muito importante dado a escassez de recursos naturais, muitos elementos químicos necessários para contínua fabricação de equipamentos elétricos e eletrônicos são escassos na natureza. Devido a isso seu preço vem crescendo cada vez mais, pois há custos elevados para mineração dos mesmos na natureza também. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Portanto fechar o ciclo de produção com a reutilização de materiais de produtos reoperados, fazendo com que vários elementos voltem para produtos novos. Reduz impactos ambientais duas vezes, por não causar a poluição e por evitar novas explorações.</span></p>
<figure id="attachment_66315" aria-describedby="caption-attachment-66315" style="width: 1015px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www3.weforum.org/docs/WEF_A_New_Circular_Vision_for_Electronics.pdf"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-66315 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/tabela_periodica.png" alt="Tabela periodica" width="1015" height="626" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/tabela_periodica.png 1015w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/tabela_periodica-300x185.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/tabela_periodica-768x474.png 768w" sizes="(max-width: 1015px) 100vw, 1015px" /></a><figcaption id="caption-attachment-66315" class="wp-caption-text">Tabela periódica dos elementos descartados</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400">Segundo publicação da ONU o Brasil, deixa de aproveitar os benefícios de reutilizar os materiais que poderiam ser reoperados, e portanto deixar de ganhar em média US$2.2 bilhões por ano, pois acima de tudo o e-lixo se bem aproveitado pode ter muitos tesouros escondidos, basta que saibamos aproveitar, fazer coletas mais responsáveis e contribuir com a natureza, incentivos a pesquisa para esse ramo no Brasil deveriam ser mais abrangentes, dado o tamanho da riqueza que se esconde nessa montanha de lixo eletrônico.</span></p>
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