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Cabos para movimentação: Como a igus se tornou referência em aplicações dinâmicas!

Entrevista com o Gerente de Produto Jones Cansi

Normalmente quando pensamos em cabos e movimento, pensamos em cabos dentro de um trem, avião ou algum outro veículo viajando em várias velocidades e se movimentando nesse formato. Mas e quando os próprios cabos fazem o movimento? O movimento é a essência da igus.

A igus é uma empresa Alemã de guias lineares, esteiras porta cabos, cabos flexíveis, mancais esféricos, buchas autolubrificantes e diversos outros componentes que são usados em aplicações móveis… Em todo o mundo, eles empregam mais de 4.500 colaboradores e estão presentes em mais de 35 países, atendendo mais de 50 diferentes segmentos industriais.

Muitos dos cabos flexíveis ou dinâmicos que a igus fabrica vão nas suas esteiras porta cabos feitas em polímero de engenharia de
baixo desgaste. Como esses sistemas que já são muito utilizados no mercado começaram a trazer fortes necessidades de cabos que operassem com a mesma eficiência, uma linha independente de produto foi criada para os cabos elétricos especiais da empresa: a linha chainflex.

Em entrevista recente o gerente de produto Jones Cansi nos respondeu algumas perguntas e comentou sobre as diretrizes da linha e pontos que tem feito a igus se tornar referência no mercado de cabos para movimentação. Não deixe de conferir!

Jones, como esses cabos especiais se diferenciam de cabos elétricos convencionais?

A principal diferença está na construção e no design do cabo. Com muitos anos de pesquisa conseguimos definir uma estrutura totalmente apropriada para essas aplicações móveis, pontos como a maneira que os condutores são posicionados, o passo de trança e o entrelaçamento dos cabos são importantíssimos para a longevidade desses cabos de uso dinâmico. Outros pontos como o material da capa/revestimentos externos e a força de extrusão que a capa exerce sobre as vias são pontos que fazem toda a diferença na construção desses nossos cabos.

Quais problemas podem ser evitados com o uso de cabos para movimentação? E como isso pode resultar em redução de custos para as empresas?

O mais comum deles é o famoso efeito saca rolha, o qual causa o rompimento das vias e falha no equipamento. Também evita rompimento da malha, a qual inicialmente irá gerar
interferência eletromagnética. Tudo isso pode implicar em falhas não planejadas, tempos
dispendiosos para manutenção e custos para as empresas. Por isso o uso de cabos adequados para cada aplicação é importante, evitando paradas no processo produtivo.

Você poderia nos dar alguns exemplos de aplicações onde a substituição de um cabo convencional por um da linha chainflex trouxe ganhos para a empresa?

Existem várias, rs, mas não podemos citar os nomes por questão de confidencialidade com nossos clientes… Temos casos sólidos onde clientes trocavam cabos uma vez por ano, nas paradas de manutenções e não utilizavam nossos cabos chainflex porque alegavam ser mais caros, mas assim que testaram nossos cabos e tiveram a experiência de não precisar trocar o cabo a cada período de manutenção, mudaram imediatamente.

Confiando no laudo que entregamos (a igus tem essa ferramenta de calcular e estimar a vida útil do cabo de acordo com os dados de cada aplicação) o cliente viu que nossos cabos garantidamente atenderiam naquela aplicação por xx meses e que a troca seria muito menos frequente do que a anual que faziam, então passaram a exigir os cabos chainflex até para seus fornecedores de equipamento.

Com isso vemos que um pequeno custo (investimento) maior no começo do projeto, se
transforma em uma grande redução de custos de manutenção bem como um melhor
planejamento de manutenção e evita também paradas de máquinas de forma inesperada.

Você gostaria de citar alguma inovação recente nessa linha de cabos para movimentação que resolve um problema crítico de alguma indústria ou aplicação?

Com certeza. Nossa linha robot, de cabos elétricos voltados para aplicações robóticas fazem muita diferença nessas aplicações móveis. Desenvolvidos propriamente para resistir a esses movimentos de torção contínuos eles cumprem um papel importante por exemplo, em linhas de
produção automotiva, com muitos robôs industriais, uma parada ali não planejada pode custar milhões para a empresa. Nossos cabos para uso robótico garantem essa confiabilidade e aumenta a longevidade dessas operações.

Jones, você acha que aqui no Brasil os engenheiros e especialistas em manutenção estão abertos a melhorias técnicas e a troca dos cabos convencionais?

Com certeza, basta conhecerem o benefício que essas soluções trazem, as quais se pagam em um curto espaço de tempo e que nós podemos ajudar a calcular a vida útil. Com isso eles podem propor além de melhorias técnicas em suas empresas, também possibilidades de redução de custos.

Para fechar Jones, o que os engenheiros e profissionais de manutenção precisam saber sobre essas soluções de cabos elétricos especiais para movimentação e como a igus pode ajuda-los na especificação?

É importante ficar claro que um cabo de controle sempre será um cabo de
controle, sem diferenças elétricas, porém precisamos especificar cabos de acordo com o local onde serão aplicados, com o tipo de movimento, velocidades, temperaturas… tudo isso irá influenciar na forma construtiva do cabo e na resistência que ele terá na aplicação em questão.

O cabo comum pode até atender para certa aplicação, porém em um mundo cada vez mais competitivo onde toda redução de custos e melhoria no planejamento estratégico deve ser avaliada, é importante pensar em quantas manutenções futuras serão necessárias, qual a frequência de troca desse cabo, o tempo gasto pelo profissional e da máquina parada para essa manutenção? A nossa linha chainflex pode simplificar todos esses pontos… com qualidade e garantia.

Nós também temos uma equipe de consultores externos que podem ir até o cliente e fazer essa especificação (orientação, treinamento…) sem nenhum custo, ao mesmo tempo o cliente pode acessar nossas diversas ferramentas online gratuitas, onde ele mesmo poderá descobrir qual o melhor cabo para sua aplicação, assim como emitir um laudo técnico, o qual validará a garantia de até 36 meses do cabo e até solicitar de forma online.

Fica aqui o nosso convite para o pessoal vir conhecer mais sobre essa linha de cabos da igus!

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2 comentários
  1. Gostei dessa otimização para implementar nos processos produtivos, e mais uma vez é no detalhe que a inovação aparece.
    Parabéns!

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