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	<title>acidentes Archives | Blog da Engenharia</title>
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	<description>Conhecimento Técnico que Transforma</description>
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	<title>acidentes Archives | Blog da Engenharia</title>
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		<title>Erupção subaquática em Tonga pode ter sido mais forte que a bomba atômica de Hiroshima</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Isabela Guedes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Jan 2022 17:54:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo especialistas a explosão gerada na erupção, foi considerada 500 vezes mais forte do que a bomba atômica de Hiroshima.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Primeiramente, no sábado (15 de janeiro) um vulcão subaquático, chamado Hunga Tonga-Hunga Ha’apai, entrou em erupção.</p>



<p>O vulcão está localizado em uma área do Oceano Pacífico, que pertence à nação de Tonga e pode ter sido uma das erupções mais potentes em quase 140 anos.<strong><span class="has-inline-color has-red-color"> Quer entender mais sobre? Vou te contar.</span></strong></p>



<figure class="wp-block-image size-full is-style-default"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/01/p0bhdmq2.jpg" alt="vulcão" class="wp-image-80040" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/01/p0bhdmq2.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/01/p0bhdmq2-300x169.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/01/p0bhdmq2-768x432.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/01/p0bhdmq2-18x10.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/01/p0bhdmq2-380x214.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/01/p0bhdmq2-800x450.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/01/p0bhdmq2-600x338.jpg 600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>Imagem via satélite da proporção do evento. <strong>Fonte: BBC</strong></figcaption></figure>



<h3 id="erupcao-com-explosao-mais-forte-que-uma-bomba-atomica" class="wp-block-heading"><strong>Erupção com explosão mais forte que uma bomba atômica</strong></h3>



<p>De antemão, segundo especialistas a explosão gerada na erupção, foi considerada 500 vezes mais forte do que a <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Bombardeamentos_de_Hiroshima_e_Nagasaki">bomba atômica de Hiroshima</a>.</p>



<p>Segundo James Garvin, cientista-chefe do Goddard Space Flight Center da&nbsp;<a href="https://olhardigital.com.br/2022/01/13/ciencia-e-espaco/nasa-vai-precisar-de-mais-astronautas-para-missoes-interplanetarias-diz-relatorio/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Nasa</a>, em uma entrevista à um canal de televisão, as dimensões do fenômeno são espantosas:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>&#8220;Calculamos um número que gira em torno do equivalente a dez megatons de TNT&#8221;.</p><cite>James Garvin</cite></blockquote>



<p>Vale lembrar que, um megaton correspondente a 1.000 toneladas de explosivo TNT.</p>



<p>Michael Poland, um geofísico do do Serviço Geológico dos EUA, afirma que essa pode ter essa pode ter sido a erupção mais poderosa Krakatoa em 1883, uma das mais famosas que ocorreu na Indonésia.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Tonga still cut off from outside world after massive undersea volcano eruption" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/2fgSXplFfv4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<h3 id="danos-da-erupcao" class="wp-block-heading"><strong>Danos da erupção</strong></h3>



<p>Antes de tudo, a explosão obviamente fez um grande estrago nas ilhas do arquipélago de Tonga. A população das redondezas (cerca de 105.000 pessoas) ainda está completamente isolada, pois os cabos de rede imersos no mar foram danificados com o fenômeno.</p>



<p>Além disso, toda a atividade aérea está comprometida, pois o local está coberto em cinzas impedindo com que algumas ajudas externas consigam chegar ao local.</p>



<p>Vale lembrar que uma pequena ilha da região, teve todas suas casas destruídas. O local basicamente desapareceu devido ao evento.</p>



<p>Apesar de todo esse estrago, a <a href="https://blogdaengenharia.com/tag/erupcao/">erupção</a> durou apenas uma hora, ao contrário de outras que geralmente possuem uma duração bem mais longa.</p>



<figure class="wp-block-image size-large is-style-default"><img decoding="async" width="1024" height="538" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/01/erupcao-tonga-oceano-pacifico-1024x538.jpg" alt="erupção" class="wp-image-80041" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/01/erupcao-tonga-oceano-pacifico-1024x538.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/01/erupcao-tonga-oceano-pacifico-300x158.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/01/erupcao-tonga-oceano-pacifico-768x403.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/01/erupcao-tonga-oceano-pacifico-18x9.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/01/erupcao-tonga-oceano-pacifico-380x200.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/01/erupcao-tonga-oceano-pacifico-800x420.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/01/erupcao-tonga-oceano-pacifico-1160x609.jpg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/01/erupcao-tonga-oceano-pacifico-600x315.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/01/erupcao-tonga-oceano-pacifico.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption><strong>Fonte: Exame</strong></figcaption></figure>



<h3 id="mobilizacao-mundial" class="wp-block-heading"><strong>Mobilização mundial</strong></h3>



<p>Primeiramente, por se tratar de uma erupção subaquática, o evento causou uma Tsunami que afetou completamente a população local.</p>



<p>Porém, autoridades internacionais estão reunindo forças para ajudar o local, disponibilizando navios e aeronaves com mantimentos.</p>



<p>A princípio, os primeiros voos estão saindo da Austrália e da Nova Zelândia e desembarcaram quinta feira (20 de janeiro) com suprimentos como: água, abrigos, equipamentos de comunicação e geradores de energia.</p>



<p>Os primeiros voos da Austrália e da Nova Zelândia desembarcaram em Tonga na quinta-feira com suprimentos de água muito necessários para saneamento e higiene, bem como abrigo, equipamentos de comunicação e geradores de energia.</p>



<p>Por fim, a população local que está com algum tipo de acesso a comunicação, recorreu às redes sociais para postar imagens chocantes da destruição causada pelo Evento.</p>



<figure class="wp-block-image size-full is-style-default"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/01/220115081759-04-tonga-volcano-0115.jpg" alt="erupção" class="wp-image-80042" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/01/220115081759-04-tonga-volcano-0115.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/01/220115081759-04-tonga-volcano-0115-300x169.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/01/220115081759-04-tonga-volcano-0115-768x432.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/01/220115081759-04-tonga-volcano-0115-18x10.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/01/220115081759-04-tonga-volcano-0115-380x214.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/01/220115081759-04-tonga-volcano-0115-800x450.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/01/220115081759-04-tonga-volcano-0115-600x338.jpg 600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption><strong>Fonte: CNN</strong></figcaption></figure>
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			</item>
		<item>
		<title>Qual é a função de uma Análise de Acidentes?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mauricio Franchi]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Jul 2021 11:00:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acidentes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Após um trágico evento, é comum buscar a entender quem foram os culpados. Isso pode-se dar talvez por&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Após um trágico evento, é comum buscar a entender quem foram os culpados. Isso pode-se dar talvez por uma associação com notícias sobre crimes, que são diariamente veiculadas. <em><strong>Do ponto de vista da Análise de Acidentes, não é isso o que realmente queremos.</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">Entretanto, quando há repercussão em mídias, não podemos deixar de lado que a polêmica é um forte argumento para se obter audiência. Logo, são destacadas expressões como &#8220;busca por justiça&#8221; e &#8220;responsáveis&#8221;, por exemplo. Faz parte do negócio.</p>
<p style="text-align: justify;">Dessa forma,<span style="font-size: 1.21429rem;"> normalmente se ouvem  frases parecidas, assim como a indigesta descrição do acidente, seguida por entrevista a autoridades de segurança pública na busca imediata do motivo e culpados do acidente.</span></p>
<blockquote><p><em>“Os técnicos da autoridade regional irão iniciar imediatamente a investigação do acidente”.</em></p></blockquote>
<p style="text-align: justify;">Seja aqui ou em qualquer outro país, o roteiro é praticamente o mesmo. Talvez até a música de fundo do programa vespertino seja a mesma. <span style="font-size: 1.21429rem;">Tempo</span><span style="font-size: 1.21429rem;">s depois, a notícia não ocupa o mesmo espaço. As investigações não são liberadas no tempo em que se espera. Então, sai um documento enorme, detalhado, porém seguido da reflexão interna:</span></p>
<blockquote><p><em>“Mas eu nunca vejo pessoas sendo presas depois que saem os relatórios”.</em></p></blockquote>
<p style="text-align: justify;">Essa talvez seja um dos <strong>paradigmas</strong> dessa ciência: <strong><span style="color: #0000ff;">de que Análise de Acidentes serve para apontar os culpados.</span></strong> Ainda que se pareça frio para com as vítimas, quem aponta culpados é a justiça. Nesse órgão, são asseguradas as garantias jurídicas às partes da ação, inclusive as de se defender. É claro que o Judiciário pode usar o relatório de Análise de Acidentes, <span style="color: #0000ff;">mas a Engenharia deve-se manter no seu quadrado quando lida com um evento adverso desses.</span></p>
<h5 id="afinal-pra-que-serve-uma-analise-de-acidentes" style="text-align: justify;"><strong>Afinal, pra quê serve uma Análise de Acidentes?</strong></h5>
<p style="text-align: justify;">Já vimos <a href="https://blogdaengenharia.com/analise-de-acidentes-por-que-ela-pode-nos-salvar/">aqui</a> que uma análise de acidentes pode-nos salvar. Em termos técnicos e de maneira (muito) resumida, a Análise de Acidentes <strong>identifica os fatores que levaram ou contribuíram para ocorrer o evento adverso e propõe medidas de controle.</strong> Em outras palavras, ela deve responder às seguintes:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>O que aconteceu;</li>
<li>Como aconteceu;</li>
<li>Por que aconteceu;</li>
<li>O que poderia ter evitado ou reduzido as consequências;</li>
<li>O que se pode fazer para evitar novos eventos similares.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Embarcando no exemplo da aviação civil comercial, é inegável que falamos de um meio de transporte muito seguro, <strong>mas essa segurança não veio sem custos humanos.</strong> Um dos fatores que caracterizam essa solidez no transporte aéreo é que ocorrem sistematicamente procedimentos de Análise de Acidentes e Incidentes.</p>
<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-74012 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/airport-terminal-1-scaled.jpg" alt="" width="2560" height="1708" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/airport-terminal-1-scaled.jpg 2560w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/airport-terminal-1-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/airport-terminal-1-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/airport-terminal-1-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/airport-terminal-1-1536x1025.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/airport-terminal-1-2048x1366.jpg 2048w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></p>
<p style="text-align: justify;">Quem já voou de avião deve-se lembrar de quantas nuances e detalhes tem toda a operação. <strong><span style="color: #0000ff;">Pode-se perceber que se buscam as melhores técnicas e procedimentos para assegurar que o melhor está sendo aplicado</span></strong>: desde a profissional de Nutrição que vê a refeição embalada segundo práticas seguras até a Engenheira Civil que “bate o olho” e reconhece a solidez de estruturas de apoio. <strong><span style="color: #0000ff;">Para que se torne (e se mantenha) seguro, esse segmento abrange diversos aspectos quando realiza uma análise de acidentes e incidentes:</span> Projeto, Execução, Operação, Manutenção, Treinamento, Seleção de Pessoal etc.</strong></p>
<h3 id="a-analise-deve-ser-tao-profunda-a-ponto-de-se-chegarem-a-fatores-que-se-modificados-impedirao-ou-reduzirao-em-muito-as-chances-de-se-ocorrerem-eventos-similares" style="text-align: justify;">A Análise deve ser tão profunda a ponto de se chegarem a fatores que, se modificados, impedirão ou reduzirão em muito as chances de se ocorrerem eventos similares.</h3>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://ftp.medicina.ufmg.br/osat/artigos/2016/oacidenteeaorganizacaomiolo_e_capa-12-08-2016.pdf">Michel Llory</a> et al, em admirável obra sobre o tema, afirma:</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">A análise organizacional, permite, de modo potencial, fazer avançar a análise tanto quanto necessário, com o objetivo de encontrar as causas realmente determinantes e, assim, tomar as medidas corretivas eficazes que permitam evitar outras catástrofes, diferentes nas suas modalidades, mas que têm, fundamentalmente, as mesmas causas.</p>
</blockquote>
<hr />
<h5 id="entao-eu-tenho-que-fazer-minha-analise-de-acidentes-igual-a-da-aviacao" style="text-align: justify;"><strong>Então eu tenho que fazer minha análise de acidentes igual à da aviação? </strong></h5>
<p style="text-align: justify;"><strong>A resposta é não e sim ao mesmo tempo.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Evidentemente que a maioria dos eventos adversos não está relacionada a sistemas tão complexos quanto da Aviação ou de uma Planta de Energia Nuclear. Logo, a não ser que sua organização seja tão complexa quanto esses, o relatório não será do tipo de &#8220;mil páginas&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Por outro lado, <strong>as análises acidentes também devem ir além das causas mais óbvias, chamadas imediatas</strong>, que são aqueles fatores mais próximos ou lógicos que levaram ao acidente. Dessa maneira, o profissional que realiza a Análise de Acidentes deve chegar aos fatores que realmente foram determinantes para ocorrência. Logo, em sistemas ou organizações mais simples, a chegada a esses fatores tende a ser mais simples também.</p>
<hr />
<h5 id="exemplo-da-infancia" style="text-align: justify;">exemplo da infância</h5>
<p style="text-align: justify;">É como o tradicional caso da primeira juventude em que dois amigos estavam em mais uma das corridas dominicais de bicicleta e ambos “levaram um capote memorável” ao passarem muito perto (“tirando fina”) de um caminhão parado. Por sorte, saíram com somente arranhões e as magrelas raladas.</p>
<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-74013 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/active-young-man-holding-by-his-hurt-broken-leg-while-lying-autumn-forest-path-by-his-bicycle-1-scaled.jpg" alt="" width="2560" height="1707" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/active-young-man-holding-by-his-hurt-broken-leg-while-lying-autumn-forest-path-by-his-bicycle-1-scaled.jpg 2560w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/active-young-man-holding-by-his-hurt-broken-leg-while-lying-autumn-forest-path-by-his-bicycle-1-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/active-young-man-holding-by-his-hurt-broken-leg-while-lying-autumn-forest-path-by-his-bicycle-1-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/active-young-man-holding-by-his-hurt-broken-leg-while-lying-autumn-forest-path-by-his-bicycle-1-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/active-young-man-holding-by-his-hurt-broken-leg-while-lying-autumn-forest-path-by-his-bicycle-1-1536x1024.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/active-young-man-holding-by-his-hurt-broken-leg-while-lying-autumn-forest-path-by-his-bicycle-1-2048x1365.jpg 2048w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></p>
<p style="text-align: justify;">Os espectadores, que seriam os próximos a correr, sabiam que por pouco os dois ases não deram com a cara na caçamba do caminhão, o que poderia ter sido muito pior.</p>
<p style="text-align: justify;">Após o susto, conversando na calçada (ou já iniciando a Análise do Acidente), um dos sortudos, no auge de sua confiança, apenas falou que “<em>devia ter areia no chão por causa do caminhão. Não preciso fazer nada, pois não vai acontecer de novo</em>”.</p>
<p style="text-align: justify;">O outro, que tinha por hobby desenhar aviões, foi além: reconheceu que estavam rápido demais, que deveriam ter visto antes se não havia carros ou sujeira na “pista de corrida” e que sua bicicleta não estava muito boa, além de ele saber que o machucado poderia (ou deveria) ter sido muito pior.</p>
<p style="text-align: justify;">Então, ele parou de correr (tanto), arrumou sua bicicleta e comprou um capacete além de verificar antes o trajeto. Ou seja, reconheceu os fatores que contribuíram para a ocorrência e já tomou medidas de prevenção.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Quem tem mais chance de sofrer mais um acidente ou se machucar: o sortudo ou o desenhista?</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>O acidente Geotécnico que chocou a família Real Britânica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Isabela Guedes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Jul 2021 11:00:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia de Agrimensura e Cartográfica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A série mundialmente conhecida, The Crown da Netflix mistura realidade e ficção sobre a história da Família Real&#8230;</p>
<p>The post <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-de-agrimensura-e-cartografica/o-acidente-geotecnico-que-chocou-a-familia-real-britanica/">O acidente Geotécnico que chocou a família Real Britânica</a> appeared first on <a href="https://blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">A série mundialmente conhecida, <em>The Crown</em> da Netflix mistura realidade e ficção sobre a história da Família Real Britânica. Nela são mostrados diversos acontecimentos importantes na Europa e a fatores da Engenharia da época não poderiam ficar de fora.</p>
<p style="text-align: justify">Dessa forma, um acidente com uma mina de carvão conhecido como desastre de Aberfan é bem retratado na terceira temporada da série. E como isso afetou a população e a grande autoridade da época: a Rainha Elisabeth II. <strong><span style="color: #ff6600">Veja abaixo a cena que retrata o acidente.</span></strong></p>
<p><iframe title="Aberfan Scene | The Crown | Netflix." width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/qIhi_5XPr8U?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<h3 id="conheca-aberfan" style="text-align: justify">Conheça Aberfan</h3>
<p style="text-align: justify">Primeiramente, o local é uma vila no sul do <a href="https://escola.britannica.com.br/artigo/Pa%C3%ADs-de-Gales/482822">País de Gales</a> que também era território de responsabilidade da rainha. Esse local era basicamente movimentado pela extração de carvão, que teve início nessa atividade por volta de 1869 e chegou a ter até mais de 600 minas ativas.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-71933" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/5dd583f4fd9db23582671c3b.jpg" alt="aberfan" width="1000" height="771" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/5dd583f4fd9db23582671c3b.jpg 1000w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/5dd583f4fd9db23582671c3b-300x231.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/5dd583f4fd9db23582671c3b-768x592.jpg 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
<h3 id="um-dos-maiores-acidentes-da-regiao" style="text-align: justify">Um dos maiores acidentes da região</h3>
<p style="text-align: justify">Ocorrido no dia 21 de outubro de 1966, um colapso em um dos aterros nos quais eram despejados os rejeitos das minas causou uma enorme avalanche de mais de 150 mil toneladas de resíduos no pequeno vilarejo. Esse acidente causou mais de 144 mortes, sendo dessas vítimas 116 crianças que estavam em uma escola que foi soterrada.</p>
<p><figure id="attachment_71934" aria-describedby="caption-attachment-71934" style="width: 768px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-71934 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/aberfan-disaster-getty-2663801.jpg" alt="aberfan" width="768" height="432" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/aberfan-disaster-getty-2663801.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/aberfan-disaster-getty-2663801-300x169.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/aberfan-disaster-getty-2663801-400x225.jpg 400w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/aberfan-disaster-getty-2663801-600x338.jpg 600w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /><figcaption id="caption-attachment-71934" class="wp-caption-text">Funeral das vítimas do desastre.</figcaption></figure></p>
<p><span style="text-align: justify;font-size: 1.21429rem">Há indícios que após fortes chuvas naquele período foi um dos fatores agravantes do acidente, porém moradores já apontavam a possibilidade de ocorrerem deslizamentos por esse depósito de resíduos já estar acima do limite de segurança, já demonstrando instabilidade no solo.</span></p>
<h3 id="familia-real-britanica-e-envolvimento-com-o-caso" style="text-align: justify">Família Real Britânica e envolvimento com o caso</h3>
<p style="text-align: justify">Antes de mais nada, existem protocolos da Realeza, nos quais fizeram com que a Rainha Elizabeth II demorasse oito dias para de fato estar presente no local. Existem muitas teorias sobre essa demora, como por exemplo que a Rainha não queria ser vista em um local com uma tragédia tão grande.</p>
<p style="text-align: justify">Porém de fato o que é dito por pessoas que trabalharam diretamente com Elizabeth II, é que um dos maiores arrependimentos em todo seu reinado foi essa demora. Existem relatos que foi uma das primeiras vezes que ela foi vista chorando em público.</p>
<p style="text-align: justify">Posteriormente, o filho mais velho da Rainha, Charles o Príncipe de Gales fez um discurso em memória das vítimas do trágico acidente.</p>
<p><figure id="attachment_71935" aria-describedby="caption-attachment-71935" style="width: 532px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-71935" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/1498375.main_image.jpg" alt="Rainha" width="532" height="355" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/1498375.main_image.jpg 532w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/1498375.main_image-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 532px) 100vw, 532px" /><figcaption id="caption-attachment-71935" class="wp-caption-text">Rainha Elizabeth II em sua visita ao local da tragédia.</figcaption></figure></p>
<h3 id="consequencias-e-culpados-da-tragedia" style="text-align: justify"><strong>Consequências e culpados da tragédia</strong></h3>
<p style="text-align: justify">A princípio, um inquérito foi aberto para identificar as causas do ocorrido, assim como as condições geológicas do local. A polícia ouviu testemunhas e levantou diversas informações.</p>
<p style="text-align: justify">Após toda investigação foi concluído que o <span style="color: #ff6600"><strong>Conselho Nacional do Carvão era responsável por ignorar as condições perigosas do aterro</strong>.</span> Famílias foram indenizadas, mas não houve nenhuma punição criminal, porém três anos depois uma lei foi aprovada para garantir a segurança das pessoas que viviam próximas de minas e pedreiras.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-71936" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/92022083_p04crt4f.jpg" alt="aberfan" width="1024" height="576" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/92022083_p04crt4f.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/92022083_p04crt4f-300x169.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/92022083_p04crt4f-768x432.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/92022083_p04crt4f-400x225.jpg 400w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/92022083_p04crt4f-600x338.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/92022083_p04crt4f-800x450.jpg 800w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p style="text-align: justify"><em><strong>Quer saber sobre mais curiosidades da Engenharia? Você pode clicar <a href="https://blogdaengenharia.com/author/isabela-guedes/">aqui</a> e ter acesso aos meus outros artigos. <span style="font-size: 1.21429rem">Além disso, você consegue me encontrar nas redes sociais: </span><a style="font-size: 1.21429rem" href="https://instagram.com/engcivil.guedes">Instagram</a><span style="font-size: 1.21429rem"> | </span><a style="font-size: 1.21429rem" href="https://www.linkedin.com/in/igueedes/">Linkedin</a></strong></em></p>
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		<title>Conheça o terremoto &#8220;câmera lenta&#8221; que durou 32 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Isabela Guedes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Jul 2021 11:00:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia de Agrimensura e Cartográfica]]></category>
		<category><![CDATA[#BDE]]></category>
		<category><![CDATA[#blogdaengenharia]]></category>
		<category><![CDATA[acidentes]]></category>
		<category><![CDATA[desastres]]></category>
		<category><![CDATA[Isabela Guedes]]></category>
		<category><![CDATA[Isabela Guedes Ezaquiel da Silva]]></category>
		<category><![CDATA[terremoto]]></category>
		<category><![CDATA[tsunami]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um fenômeno tectônico de 32 anos foi descoberto por pesquisadores da Universidade Tecnológica de Nanyang de Singapura que&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Um fenômeno tectônico de 32 anos foi descoberto por pesquisadores da <em>Universidade Tecnológica de Nanyang</em> de Singapura que ocorreu no século 19 e acabou causando uma enorme catástrofe em Sumatra em 1862.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas como isso é possível? <strong><span style="color: #ff6600;">Entenda um pouco sobre o terremoto denominado como “câmera lenta” ou “evento de deslizamento lento”.</span></strong></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-71905" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/16782633_0_394_2902_2026_1200x0_80_0_1_6791aea6cf74e7d5c774c27d003ad85c.jpg" alt="terremoto" width="1200" height="675" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/16782633_0_394_2902_2026_1200x0_80_0_1_6791aea6cf74e7d5c774c27d003ad85c.jpg 1200w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/16782633_0_394_2902_2026_1200x0_80_0_1_6791aea6cf74e7d5c774c27d003ad85c-300x169.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/16782633_0_394_2902_2026_1200x0_80_0_1_6791aea6cf74e7d5c774c27d003ad85c-1024x576.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/16782633_0_394_2902_2026_1200x0_80_0_1_6791aea6cf74e7d5c774c27d003ad85c-768x432.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/16782633_0_394_2902_2026_1200x0_80_0_1_6791aea6cf74e7d5c774c27d003ad85c-400x225.jpg 400w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/16782633_0_394_2902_2026_1200x0_80_0_1_6791aea6cf74e7d5c774c27d003ad85c-600x338.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/16782633_0_394_2902_2026_1200x0_80_0_1_6791aea6cf74e7d5c774c27d003ad85c-800x450.jpg 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></p>
<h3 id="o-que-e-um-terremoto-camera-lenta" style="text-align: justify;"><strong>O que é um terremoto câmera lenta</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">A princípio, esse evento diferenciado consiste na liberação de tensões causadas por placas tectônicas de forma lenta. Ou seja, quando elas se movimentam centímetros por ano ou milímetros por dia sem causar grandes tremores e destruições.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse terremoto em câmera lenta ocorrido no século 19 é considerado por cientistas o maior já ocorrido, tendo em média sua movimentação tectônica por 32 anos. <strong><span style="color: #ff6600;">Abaixo temos um vídeo mostrando a movimentação de um terremoto em câmera lenta.</span></strong></p>
<p><iframe title="Slow-Slip Earthquakes" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/ALwV40HCzk8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<h3 id="como-foi-feita-a-descoberta-do-terremoto" style="text-align: justify;"><strong>Como foi feita a descoberta do terremoto</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Antes de mais nada os pesquisadores que fizeram essa grande descoberta, estavam estudando o nível do mar durante a história, investigando corais antigos presentes na ilha afetada. Então, perceberam que existia uma particularidade nos corais que registraram as mudanças nos níveis do mar e elevações de terrestres.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim sendo, fizeram combinações dos dados dos corais com simulações dos movimentos das <a href="https://brasilescola.uol.com.br/geografia/tectonica-placas.htm">placas tectônicas</a> da Terra. Com isso, descobriram que durante o século 19 quando um grande terremoto em Sumatra aconteceu, o Sudeste do local estava afundando mais rápido do que o esperado, constatando um terremoto em câmera lenta.</p>
<p><figure id="attachment_71907" aria-describedby="caption-attachment-71907" style="width: 698px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-71907" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/placas.png" alt="" width="698" height="459" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/placas.png 698w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/placas-300x197.png 300w" sizes="(max-width: 698px) 100vw, 698px" /><figcaption id="caption-attachment-71907" class="wp-caption-text">Placas tectônicas próximas de Sumatra</figcaption></figure></p>
<h3 id="conclusoes-dos-pesquisadores" style="text-align: justify;"><strong>Conclusões dos pesquisadores</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Portanto, com todas as informações adquiridas os pesquisadores concluíram que esse fenômeno aliviou tensões em seções rasas onde duas placas se encontravam. Porém esse efeito foi transferido para um local próximo mais profundo, provocando um enorme terremoto em Sumatra em 1861.</p>
<p style="text-align: justify;">O terremoto ocorrido em Sumatra foi de uma magnitude de 8,5 que provocou também um <a href="https://blogdaengenharia.com/tsunami-de-plastico-o-chamado-do-oceano/">tsunami</a>, causando diversos danos e mortes.</p>
<p style="text-align: justify;">Anteriormente, acreditavam que terremotos em câmera lenta ocorriam em pequenos períodos de tempo, não em décadas. Essa descoberta fez com que a comunidade científica ficasse em alerta para possíveis catástrofes que possam ocorrer futuramente.</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Quer saber sobre mais curiosidades da Engenharia? Você pode clicar <a href="https://blogdaengenharia.com/author/isabela-guedes/">aqui</a> e ter acesso aos meus outros artigos. <span style="font-size: 1.21429rem;">Além disso, você consegue me encontrar nas redes sociais: </span><a style="font-size: 1.21429rem;" href="https://instagram.com/engcivil.guedes">Instagram</a><span style="font-size: 1.21429rem;"> | </span><a style="font-size: 1.21429rem;" href="https://www.linkedin.com/in/igueedes/">Linkedin</a></strong></em></p>
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		<title>Análise de acidentes: por que ela pode-nos salvar.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mauricio Franchi]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Jun 2021 11:00:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acidentes]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de Segurança do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Inferior]]></category>
		<category><![CDATA[#BDE]]></category>
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		<category><![CDATA[acidente de trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[acidentes]]></category>
		<category><![CDATA[analise]]></category>
		<category><![CDATA[analise de riscos]]></category>
		<category><![CDATA[blog da engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de Produção]]></category>
		<category><![CDATA[Mauricio Franchi]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É inegável que a Engenharia tem que lidar com acidentes, incidentes ou eventos adversos. A ciência da Análise&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><span style="color: #ff6600"><strong>É inegável que a Engenharia tem que lidar com acidentes, incidentes ou eventos adversos.</strong></span> A ciência da Análise de Acidentes não é somente para responder a um questionamento comum, principalmente da imprensa quando há repercussão:</p>
<blockquote><p><span style="color: #000000"><em>A sociedade clama por respostas</em>.</span></p></blockquote>
<p style="text-align: justify">A Análise de Acidentes deve tanto complementar a pergunta como as respostas, como veremos a seguir. Porém, voltando com nossa catástrofe, a atenção continua com meios de comunicação repletos de entrevistas, matérias, investigações, e, de repente, a manchete: <strong><span style="color: #ff6600">“<em>concluiu-se que houve curto-circuito na madrugada&#8221;.</em></span></strong></p>
<h3 id="o-que-parece-ser-um-alivio-dura-ate-o-proximo-acidente" style="text-align: justify">O que parece ser um alívio dura até o próximo acidente.</h3>
<p style="text-align: justify">A resposta parece até acalmar o sentimento pós-evento. <span style="color: #ff6600"><strong>A realidade de ocorrer um evento adverso conosco também parece ficar distante, pois a pergunta fora respondida.</strong></span> Do nada, em nosso trabalho corre a notícia como um raio:</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify"><strong><em>Houve um acidente na empresa e parece que Fulano e Ciclano se machucaram</em>.</strong></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify">No dia seguinte, confirma-se que de fato foi um raio mesmo. Uma descarga atmosférica danificou o quadro elétrico perto da estação de trabalho deles e se formou um pequeno incêndio. A portaria foi chamada e inclusive levou extintores de incêndio para controlar o fogo. <span style="color: #ff6600"><strong>Os trabalhadores sofreram apenas lesões leves.</strong></span></p>
<p style="text-align: justify"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-72412 size-large" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/troy-bridges-maXnRLszYY0-unsplash-1024x768.jpg" alt="Componente de quadro elétrico" width="1024" height="768" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/troy-bridges-maXnRLszYY0-unsplash-1024x768.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/troy-bridges-maXnRLszYY0-unsplash-300x225.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/troy-bridges-maXnRLszYY0-unsplash-768x576.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/troy-bridges-maXnRLszYY0-unsplash-1536x1152.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/troy-bridges-maXnRLszYY0-unsplash-2048x1536.jpg 2048w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/troy-bridges-maXnRLszYY0-unsplash-180x135.jpg 180w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/troy-bridges-maXnRLszYY0-unsplash-400x300.jpg 400w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/troy-bridges-maXnRLszYY0-unsplash-600x450.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/troy-bridges-maXnRLszYY0-unsplash-800x600.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/troy-bridges-maXnRLszYY0-unsplash-1200x900.jpg 1200w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/troy-bridges-maXnRLszYY0-unsplash-1600x1200.jpg 1600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/troy-bridges-maXnRLszYY0-unsplash-scaled.jpg 2560w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p style="text-align: justify">Como não houve mortes ou mutilações, apenas danos materiais (além do susto), em poucos dias, tudo está bem. Os componentes danificados foram trocados e os trabalhadores já retornaram. <span style="color: #ff6600"><strong>Todos conversam sobre o ocorrido e sentem até um refresco por tudo estar bem. Ufa!!!</strong></span></p>
<h4 id="mas-o-engenheiro-nao-dorme-direito" style="text-align: justify">Mas o Engenheiro não dorme direito</h4>
<p style="text-align: justify">Talvez ele se questione se foi dada a resposta certa ou se foi realizada a pergunta correta. Aqui entra o olhar crítico da Engenharia e, principalmente, da ciência de Análise de Acidentes e Incidentes. Além do plano das metáforas:</p>
<h3 id="os-eventos-adversos-ainda-que-possam-ser-tristes-tem-diversas-licoes-a-ensinar" style="text-align: justify"><strong>Os eventos adversos, ainda que possam ser tristes, têm diversas lições a ensinar.</strong></h3>
<p style="text-align: justify">Compreender toda a cadeia de eventos anteriores ao fato, aliado ao conhecimento técnico e de método de análises, é chave para que o <strong>Engenheiro possa realizar uma das missões de sua profissão: <span style="color: #ff0000">atuar em benefício do ser humano.</span></strong></p>
<p>A Análise de Acidentes deve então <span style="color: #ff6600"><strong>responder</strong>:</span></p>
<blockquote><p>O que deve ser feito para evitar que eventos similares ocorram novamente?</p></blockquote>
<hr />
<h3 id="evolucoes-tecnologicas-advem-de-analises-de-eventos-adversos" style="text-align: left">EVOLUÇÕES TECNOLÓGICAS ADVÊM DE ANÁLISES DE EVENTOS ADVERSOS</h3>
<p style="text-align: justify">Uma breve pesquisa sobre o histórico de diversas atividades humanas indica que os avanços que tivemos passaram por situações adversas. <span style="color: #ff6600"><strong>As cirurgias eram realizadas sem anestesia ou com métodos rudimentares para se contornar a dor</strong></span>, como <a href="https://drauziovarella.uol.com.br/entrevistas-2/historia-da-anestesia-entrevista/">comprimir a carótida</a> de modo a impedir que o sangue chegasse ao cérebro. Veio então o éter, que tem a desvantagem de provocar vômitos no pós-operatório e, como consequência, desidratação.</p>
<p style="text-align: justify">Pode-se inferir que havia ainda acidentes em razão das características intrínsecas das técnicas e substâncias, mesmo elas sendo avanços na medicina. Graças também ao <span style="color: #ff6600"><strong>estudo sistemático dos acidentes passados</strong></span>, ou seja, da Análise de Acidentes, o procedimento de anestesia <span style="color: #ff6600"><strong>hoje é muito mais seguro</strong></span> do que há poucas décadas, assim como os procedimentos e rotinas da <span style="color: #ff6600"><strong>aviação civil</strong></span>, o que, com certeza, já ajudou a salvar muitas vidas.</p>
<p style="text-align: justify"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-72413 size-large" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/markus-winkler-V0WETbEXG5Y-unsplash-1024x683.jpg" alt="Diversos procedimentos realizados na aviação civil" width="1024" height="683" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/markus-winkler-V0WETbEXG5Y-unsplash-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/markus-winkler-V0WETbEXG5Y-unsplash-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/markus-winkler-V0WETbEXG5Y-unsplash-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/markus-winkler-V0WETbEXG5Y-unsplash-1536x1024.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/markus-winkler-V0WETbEXG5Y-unsplash-2048x1365.jpg 2048w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/markus-winkler-V0WETbEXG5Y-unsplash-scaled.jpg 2560w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify"><em><strong>Mas eu não sou nem médico, nem dono de uma fábrica de aviões. O que isso tem a ver com o meu trabalho?</strong></em></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify">No espectro mais próximo à minha realidade, observo que mesmo em atividades ou equipamentos mais “comuns” ou “simples”, <span style="color: #ff6600"><strong>os acidentes são ainda uma fonte valiosíssima de informações para se melhorar as condições de trabalho ou de segurança.</strong></span></p>
<p style="text-align: justify">Basta lembrarmos de algumas coisas do passado:</p>
<ul>
<li style="list-style-type: none">
<ul>
<li style="list-style-type: none">
<ul style="text-align: justify">
<li>A máquina de lavar roupa antiga permitia que se abrisse a tampa com ela centrifugando.</li>
<li>Crianças andavam soltas no porta-malas do carro.</li>
<li>Passageiros viajavam de ônibus rodoviário sem usar cinto.</li>
</ul>
</li>
</ul>
</li>
</ul>
<hr />
<p style="text-align: justify">Quantas lesões foram necessárias para que se implementasse um sistema de intertravamento com bloqueio <span style="color: #ff6600"><strong>ao invés de simplesmente confiar na etiqueta “não coloque a mão”</strong></span> nas máquinas?</p>
<p style="text-align: justify">Crianças pagaram com suas vidas em acidentes automobilísticos.</p>
<h3 id="vidas-poderiam-ser-poupadas-se-todos-usassem-cinto-de-seguranca-nas-viagens-rodoviarias" style="text-align: justify">Vidas poderiam ser poupadas se todos usassem cinto de segurança nas viagens rodoviárias.</h3>
<p style="text-align: justify"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-72419 size-large" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/ainur-iman-C_4IvxQVASc-unsplash-768x1024.jpg" alt="Ônibus rodoviário sem cintos de segurança aparentes" width="768" height="1024" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/ainur-iman-C_4IvxQVASc-unsplash-768x1024.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/ainur-iman-C_4IvxQVASc-unsplash-225x300.jpg 225w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/ainur-iman-C_4IvxQVASc-unsplash-1152x1536.jpg 1152w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/ainur-iman-C_4IvxQVASc-unsplash-1536x2048.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/ainur-iman-C_4IvxQVASc-unsplash-scaled.jpg 1920w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /></p>
<p style="text-align: justify"><strong>Assim também funciona no âmbito da Engenharia de Segurança do Trabalho.</strong> Em nosso caso do Fulano e Ciclano, o inquieto Engenheiro não conseguia compreender como um raio pode causar um dano no quadro elétrico e ao mesmo tempo um princípio de incêndio nas proximidades dele.</p>
<p style="text-align: justify">Ora, se toda instalação elétrica sofresse uma falha dessas a cada raio que atingisse a estrutura, <span style="color: #ff6600"><strong>todos os dias uma refinaria iria pegar fogo</strong></span>, o que não ocorre (ainda bem).</p>
<h3 id="a-importancia-da-analise-de-acidentes-para-implementar-medidas-de-prevencao-ou-novas-tecnologias" style="text-align: justify">A importância da análise de acidentes para implementar MEDIDAS DE PREVENÇÃO ou novas tecnologias.</h3>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #ff6600"><strong>Ao utilizar as técnicas e métodos de Análise de Acidentes</strong></span>, o Engenheiro constatou que havia uma falha no sistema de proteção contra descargas atmosféricas, o que desencadeou a falha no painel elétrico. Continuando sua investigação, viu que os trabalhadores precisavam usar um solvente extremamente inflamável que continha a substância 3-oxapentano.</p>
<p style="text-align: justify">Ou seja, com a falha no painel, deflagrou-se uma faísca e &#8211; combinado com a presença de vapores inflamáveis do solvente &#8211; isso foi capaz de iniciar um incêndio.</p>
<p style="text-align: justify">Depois, concluiu que a “sorte” foi realmente sorte, pois naquele local normalmente se armazenam outros produtos inflamáveis e as consequências poderiam ter realmente sido muito piores. <span style="color: #ff6600"><strong>Nesse caso, a boa vontade dos corajosos (e inocentes) porteiros não seria suficiente para mitigar os danos.</strong></span></p>
<blockquote><p>Por vezes, a sorte pode ser realmente sorte.</p></blockquote>
<p style="text-align: justify">Após a análise e apuração dos fatores, iniciou-se a etapa de <span style="color: #ff6600"><strong>implementação de Medidas de Prevenção da Análise de Acidentes, </strong></span>cujo objetivo é reduzir a probabilidade de ocorrência desse tipo de evento (ou similar) no futuro e, como efeito, até salvar vidas.</p>
<p style="text-align: justify">As instalações elétricas foram corrigidas e o local de armazenamento de inflamáveis foi transferido e adequado. Também, foi constituído um plano de emergência, que continha brigada de incêndio e funções claras de cada um. Por fim, o solvente foi substituído por outro mais seguro.</p>
<h3 id="mais-uma-vez-o-eter-foi-substituido-e-a-analise-de-acidentes-podera-salvar-voce-no-futuro" style="text-align: center"><em><span style="color: #ff6600"><strong>Mais uma vez, o éter foi substituído e a análise de acidentes poderá salvar você, no futuro.</strong></span></em></h3>
<hr />
<p style="text-align: center"><a href="https://blogdaengenharia.com/editoria/engenharia/engenharia-de-seguranca-no-trabalho/">Saiba mais sobre Engenharia de Segurança do Trabalho clicando aqui!</a></p>
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		<title>Segurança e saúde nas plataformas de petróleo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Matheus Meneses Mendonça]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Apr 2021 12:32:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia de Petróleo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A maioria das plataformas de petróleo estão localizadas a quilômetros da costa. Além disso, desempenham atividades complexas como&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A maioria das plataformas de petróleo estão localizadas a quilômetros da costa. Além disso, desempenham atividades complexas como a de perfuração, produção e tratamento de <a href="https://blogdaengenharia.com/o-fim-do-petroleo-entenda-as-previsoes-e-alternativas/">petróleo</a> e <a href="https://blogdaengenharia.com/finalizado-gas-natural-e-glp-entenda-a-diferenca/">gás</a>.</p>
<p>Vale ressaltar também que além de fazer essas atividades, é necessário que a plataforma se mantenha estável em alto mar e operando 24h/dia, ou seja, sem parar.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-70741 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/rig-2251648_1920.jpg" alt="Segurança plataforma" width="1920" height="1280" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/rig-2251648_1920.jpg 1920w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/rig-2251648_1920-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/rig-2251648_1920-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/rig-2251648_1920-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/rig-2251648_1920-1536x1024.jpg 1536w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></p>
<p>Assim, essa grande complexidade de atividades envolvendo várias áreas da engenharia gera grandes riscos para a <a href="https://atosoficiais.com.br/anp/">segurança</a> do trabalho nesses locais.</p>
<h3 id="a-seguranca-dos-colaboradores-nas-plataformas-de-petroleo">A segurança dos colaboradores nas plataformas de petróleo</h3>
<p>Nas plataformas de petróleo existem os mais diversos tipos de profissioanais. Há colaboradores das áreas de saúde, mergulho, engenharia, hotelaria, gastronomia, entre outros.</p>
<p>Por mais diferentes que sejam os profissionais e suas áreas de atuação, todos eles precisam passar por treinamentos padronizados de segurança do trabalho.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-70743 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/ocean-1283641_1920.jpg" alt="Segurança" width="1920" height="1271" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/ocean-1283641_1920.jpg 1920w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/ocean-1283641_1920-300x199.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/ocean-1283641_1920-1024x678.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/ocean-1283641_1920-768x508.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/ocean-1283641_1920-1536x1017.jpg 1536w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></p>
<p>Além disso, para que se possa trabalhar embarcado, as empresas exigem que os trabalhadores possuam cursos como os de salvatagem e de escape de aeronave submersa.</p>
<p>Ambos os cursos citados acima preparam os colaboradores para situações de emergência em que seja necessário o escape com segurança da plataforma, aeronave ou embarcação de transporte.</p>
<h3 id="principais-riscos">Principais riscos</h3>
<h5 id="incendios">Incêndios</h5>
<p>O risco de incêndios é a principal ameaça para uma plataforma, pois oferece perigo tanto para os trabalhadores quanto para a plataforma que pode ser destruída por completo.</p>
<p>Esse risco se deve ao manuseio de produtos inflamáveis como o petróleo e o gás natural. Além disso, este último é armazenado sob altas pressões, o que aumenta os riscos associados.</p>
<p>Assim, todas as plataformas devem seguir um rigoroso protocolo contra incêndios. Isso porque o risco é alto e o prejuízo é imensurável, já que envolve vidas.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-70746 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/6577-scaled.jpg" alt="" width="2560" height="2560" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/6577-scaled.jpg 2560w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/6577-300x300.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/6577-1024x1024.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/6577-150x150.jpg 150w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/6577-768x768.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/6577-1536x1536.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/6577-2048x2048.jpg 2048w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/6577-180x180.jpg 180w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/6577-400x400.jpg 400w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/6577-600x600.jpg 600w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></p>
<h5 id="vazamento-de-gases">Vazamento de gases</h5>
<p>Durante o tratamento primário do óleo, que ocorre nas plataformas, pode haver a liberação de gases tóxicos como o sulfeto de hidrogênio (H<sub>2</sub>S), monóxido de carbono (CO) e dióxido de carbono (CO<sub>2</sub>).</p>
<p>Dessa forma, o vazamento de gases representa um grande risco à saúde dos trabalhadores comprometendo a segurança.</p>
<p>Assim, exige-se o planejamento de uma rede de encanamento para que esses gases sejam tratados e não ocorram vazamentos.</p>
<h5 id="exposicao-solar">Exposição solar</h5>
<p>Grande parte das atividades em plataformas petrolíferas são executadas em sua superfície ou até mesmo no próprio mar.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-70740 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/sunset-2180346_1920.jpg" alt="" width="1920" height="742" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/sunset-2180346_1920.jpg 1920w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/sunset-2180346_1920-300x116.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/sunset-2180346_1920-1024x396.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/sunset-2180346_1920-768x297.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/sunset-2180346_1920-1536x594.jpg 1536w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></p>
<p>Dessa forma, há uma exposição solar elevada, demandando obrigatoriamente a utilização de EPIs para que os riscos sejam minimizados.</p>
<h5 id="explosoes">Explosões</h5>
<p>Esse risco está relacionado ao de vazamento de fluidos inflamáveis. A grande complexidade das tubulações e armazenamento de óleo e gás torna a tarefa de evitar vazamentos bastante complicada.</p>
<p>Nesse contexto, não é difícil encontrar casos de plataformas petrolíferas que sofreram com explosões.</p>
<h2 id="como-minimizar-os-riscos-nas-plataformas-de-petroleo">Como minimizar os riscos nas plataformas de petróleo?</h2>
<p>Apesar de haver vários riscos ocupacionais, existem medidas que podem ser adotadas para minimizar e prevenir acidentes nesses locais de forma significativa. Vejamos algumas delas a seguir!</p>
<h5 id="utilizar-equipamentos-de-protecao-individual-epi">Utilizar Equipamentos de Proteção Individual (EPI)</h5>
<p>A utilização do EPI pelos colaboradores nas plataformas é essencial pois existem riscos em todas as atividades realizadas.</p>
<p>Além disso o uso do EPI assegura a saúde do funcionário e reflete no conforto durante o desempenho das tarefas. Ou seja, pode aumentar a produtividade.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-70742 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/top-view-safety-construction-helmet-and-medical-mask-scaled.jpg" alt="segurança" width="2560" height="1665" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/top-view-safety-construction-helmet-and-medical-mask-scaled.jpg 2560w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/top-view-safety-construction-helmet-and-medical-mask-300x195.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/top-view-safety-construction-helmet-and-medical-mask-1024x666.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/top-view-safety-construction-helmet-and-medical-mask-768x499.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/top-view-safety-construction-helmet-and-medical-mask-1536x999.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/top-view-safety-construction-helmet-and-medical-mask-2048x1332.jpg 2048w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></p>
<p>Os principais EPI&#8217;s utilizados nas plataformas de petróleo são os respiradores, óculos de proteção, capacete com jugular, luvas de proteção, calçados de segurança, protetor auricular e vestimentas de segurança.</p>
<h5 id="realizar-a-analise-preliminar-de-risco">Realizar a Análise Preliminar de Risco</h5>
<p>É extremamente importante que a administração da plataforma de petróleo, antes de receber colaboradores, faça uma análise qualitativa e quantitativa dos riscos.</p>
<p>Além disso, deve-se fazer uma análise das causas e efeitos dos acidentes que podem ocorrer na execução das atividades e como evitá-los para garantir a segurança.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-70739 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/business-3694993_1920.jpg" alt="" width="1920" height="639" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/business-3694993_1920.jpg 1920w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/business-3694993_1920-300x100.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/business-3694993_1920-1024x341.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/business-3694993_1920-768x256.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/business-3694993_1920-1536x511.jpg 1536w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></p>
<p>Dessa forma, pode-se dar mais ênfase aos acidentes que ocorrem com mais frequência e que acarretam em maiores prejuízos.</p>
<p>Isso permite uma maior eficiência na prevenção de riscos e uma maior segurança para os trabalhadores.</p>
<h5 id="capacitar-a-equipe-de-trabalho">Capacitar a equipe de trabalho</h5>
<p>Buscar treinar a equipe é a chave para a redução do número de acidentes de trabalho e aumentar a segurança.</p>
<p>Assim, é por meio dessa capacitação que os colaboradores aprendem a utilizar corretamente o EPI e a tomar as melhores decisões em situações adversas como vazamentos e incêndios.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-70738 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/board-4858827_1920.jpg" alt="segurança" width="1920" height="1280" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/board-4858827_1920.jpg 1920w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/board-4858827_1920-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/board-4858827_1920-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/board-4858827_1920-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/board-4858827_1920-1536x1024.jpg 1536w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></p>
<p>Portanto, após os treinamentos e capacitações relacionadas às medidas de prevenção e segurança, os colaboradores percebem a real importância em adotá-las.</p>
<p>Dessa maneira, os riscos serão minimizados e os acidentes nas plataformas petrolíferas surgirão com uma frequência menor.</p>
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