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	<title>analise de riscos Archives | Blog da Engenharia</title>
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	<description>Conhecimento Técnico que Transforma</description>
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	<title>analise de riscos Archives | Blog da Engenharia</title>
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		<title>O hazop e a análise de risco</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paulo Bonjour]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Feb 2022 16:45:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia de Segurança do Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De antemão, temos que estar conscientes que corremos riscos diariamente, desde ir ao trabalho a cozinharmos. Enfim, na&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>De antemão, temos que estar conscientes que corremos riscos diariamente, desde ir ao trabalho a cozinharmos. Enfim, na indústria não seria diferente. Contudo, neste caso, temos técnicas para prever esses riscos ́ de forma a mitigá-los. Por hoje vamos estudar sobre o hazop. Já ouviram falar? Conhecem? Então confira neste artigo o que é e como aplicamos esta técnica.</p>



<h3 id="o-que-e-hazop" class="wp-block-heading">O que é hazop?&nbsp;</h3>



<p>Em primeiro lugar, a palavra hazop vem da língua inglesa que&nbsp; significa HAZard OPerability Sturdy. Agora, traduzindo para o português estudo dos riscos e operabilidade.</p>



<p>À primeira vista, tivemos o desenvolvimento da técnica para aplicação inicialmente em processos químicos.</p>



<p>Mas, com o sucesso da metodologia, esta foi generalizada e aplicada em outros tipos de processos, que vão desde sistemas complexos até softwares.</p>



<p>E qual seria seu objetivo?</p>



<h3 id="objetivo-da-metodologia" class="wp-block-heading">Objetivo da metodologia</h3>



<p>Primeiro, o objetivo principal da aplicação do hazop é conferir a identificação e a avaliação dos perigos de <a aria-label="undefined (opens in a new tab)" href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-de-seguranca-do-trabalho/seguranca-em-testes-de-pressao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">segurança </a>e meio ambiente que a planta industrial pode vir a oferecer.</p>



<div class="wp-block-image is-style-default"><figure class="aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="612" height="407" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/objet-metodo.jpg" alt="" class="wp-image-80358" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/objet-metodo.jpg 612w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/objet-metodo-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/objet-metodo-18x12.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/objet-metodo-380x253.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/objet-metodo-600x399.jpg 600w" sizes="(max-width: 612px) 100vw, 612px" /></figure></div>



<p>Segundo, e não menos importante, os problemas que possam vir a comprometer a planta. Isso quer dizer, que poderia reduzir a produtividade da planta e&nbsp; aumentar os custos com insumos, por exemplo, caso algum acidente venha a ocorrer.</p>



<p>Diante disso, a técnica pode ser executada tanto&nbsp; na parte de planejamento da planta, como na planta já em execução. Afinal, nunca é tarde quando se trata de segurança.</p>



<p>Se tratando de segurança, já sabemos que é vantajoso. Agora, já existem outras técnicas de avaliação de riscos, qual a vantagem de aplicar o hazop em específico?</p>



<h3 id="as-vantagens" class="wp-block-heading">As vantagens</h3>



<p>O hazop é aplicado com a utilização de perguntas através de palavras-guia, ou seja, a metodologia segue uma <span class="has-inline-color has-red-color">abordagem sistemática</span> o que facilita e dá mais agilidade ao processo.</p>



<div class="wp-block-image is-style-default"><figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" width="479" height="235" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/palavra-guia-significado.png" alt="Palavra guia hazop" class="wp-image-80346" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/palavra-guia-significado.png 479w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/palavra-guia-significado-300x147.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/palavra-guia-significado-18x9.png 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/palavra-guia-significado-380x186.png 380w" sizes="(max-width: 479px) 100vw, 479px" /></figure></div>



<p>Conforme dito anteriormente, devido a técnica poder ser aplicada a diversos sistemas e áreas torna-a bastante <span class="has-inline-color has-red-color">flexível</span>.</p>



<p>Por fim, durante a execução da reunião para a análise de risco temos a presença de uma <span class="has-inline-color has-red-color">equipe multidisciplinar</span>. Por exemplo, contamos com o pessoal de operações que já estão acostumadas com os desvios dos parâmetros do processo, de segurança, meio ambiente, dentre outros.</p>



<p>Agora, uma vantagem, não só para a planta mas para o pessoal empregado, é a <span class="has-inline-color has-red-color">uniformização dos conhecimentos</span>.  E como ocorre essa reunião? É disso que iremos tratar no próximo tópico.</p>



<h3 id="como-funciona-o-hazop" class="wp-block-heading">Como funciona o hazop?</h3>



<p>Primordialmente, é a formação de uma equipe multidisciplinar!</p>



<figure class="wp-block-gallery aligncenter columns-1 is-cropped wp-block-gallery-12 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img decoding="async" width="612" height="408" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/reuniao-hazop.jpg" alt="" data-id="80347" data-full-url="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/reuniao-hazop.jpg" data-link="https://blogdaengenharia.com/?attachment_id=80347" class="wp-image-80347" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/reuniao-hazop.jpg 612w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/reuniao-hazop-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/reuniao-hazop-18x12.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/reuniao-hazop-380x253.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/reuniao-hazop-600x400.jpg 600w" sizes="(max-width: 612px) 100vw, 612px" /></figure></li></ul></figure>



<p>Nesse meio tempo, se tratando da técnica em si, é a determinação da área onde será realizada a análise de risco.</p>



<p>Posteriormente, realizamos a divisão das áreas em subáreas através de “nós”. Dessa maneira, garantimos que nenhum detalhe que possa vir a comprometer a operação da planta seja esquecido.  Que detalhe seria esse? Por exemplo, podemos identificar que uma queda de pressão de um vaso seria um risco. Mas, o nível, se diminuir muito?</p>



<p>Para determinarmos esse grau de detalhamento, ou seja, onde realizar cada análise temos alguns critérios. São eles:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Mudança de processo</li><li>Mudança de estado físico.</li><li>Equipamentos com parâmetros ( Temperatura, Pressão, Vazão, Nível) distintos.</li><li>Vasos do processo e auxiliares.</li></ul>



<p>Anteriormente, falamos sobre perguntas e palavras-guia. Lembram?</p>



<p>Vamos entender melhor!</p>



<p>As palavras-guia no hazop são as alterações que ocorrem no processo, que, aplicada diretamente com os parâmetros resultam nos desvios.</p>



<div class="wp-block-image is-style-default"><figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="480" height="500" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/palavra-guia.png" alt="palavras guia aplicadas ao hazop" class="wp-image-80348" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/palavra-guia.png 480w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/palavra-guia-288x300.png 288w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/palavra-guia-12x12.png 12w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/palavra-guia-380x396.png 380w" sizes="(max-width: 480px) 100vw, 480px" /></figure></div>



<p>Em outras palavras, as possíveis causas.</p>



<p>A análise de riscos é feita em cima de um <a href="https://www.4ieng.com.br/single-post/diagramas-de-engenharia-processos-e-instrumentacao-o-famoso-pid#:~:text=O%20P%26ID%20%C3%A9%20um%20diagrama,processo%20de%20uma%20planta%20industrial.&amp;text=Posteriormente%20os%20instrumentos%2C%20identifica%C3%A7%C3%B5es%20e,para%20elabora%C3%A7%C3%A3o%20completa%20do%20P%26ID." target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener">P&amp;Id</a> , um fluxograma de engenharia, pela equipe, e registrada em uma planilha pelo facilitador, que conduz a reunião fazendo as perguntas.</p>



<div class="wp-block-image is-style-default"><figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="475" height="214" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/planilha-hazop.png" alt="Planilha hazop" class="wp-image-80350" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/planilha-hazop.png 475w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/planilha-hazop-300x135.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/planilha-hazop-18x8.png 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/planilha-hazop-380x171.png 380w" sizes="(max-width: 475px) 100vw, 475px" /></figure></div>



<p>Em seguida, é realizada a categorização cruzando a frequência com a severidade resultando no risco.</p>



<p>Por fim, esse risco é classificado de I a V após ser aplicado na matriz de risco.&nbsp;</p>



<div class="wp-block-image is-style-default"><figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="612" height="408" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/matriz-de-risco.jpg" alt="" class="wp-image-80351" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/matriz-de-risco.jpg 612w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/matriz-de-risco-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/matriz-de-risco-18x12.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/matriz-de-risco-380x253.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/matriz-de-risco-600x400.jpg 600w" sizes="(max-width: 612px) 100vw, 612px" /><figcaption>Risk management matrix </figcaption></figure></div>



<p>Apenas os riscos I e II são aceitáveis. Em suma, não negligenciam a segurança! Para mais artigos como este, sigam o blog da engenharia! E não esqueçam de compartilhar o conteúdo!</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Qual é a função de uma Análise de Acidentes?</title>
		<link>https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-de-seguranca-do-trabalho/acidentes/funcao-de-analise-de-acidentes/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=funcao-de-analise-de-acidentes</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mauricio Franchi]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Jul 2021 11:00:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acidentes]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de Produção]]></category>
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		<category><![CDATA[Mauricio Franchi]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Após um trágico evento, é comum buscar a entender quem foram os culpados. Isso pode-se dar talvez por&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Após um trágico evento, é comum buscar a entender quem foram os culpados. Isso pode-se dar talvez por uma associação com notícias sobre crimes, que são diariamente veiculadas. <em><strong>Do ponto de vista da Análise de Acidentes, não é isso o que realmente queremos.</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">Entretanto, quando há repercussão em mídias, não podemos deixar de lado que a polêmica é um forte argumento para se obter audiência. Logo, são destacadas expressões como &#8220;busca por justiça&#8221; e &#8220;responsáveis&#8221;, por exemplo. Faz parte do negócio.</p>
<p style="text-align: justify;">Dessa forma,<span style="font-size: 1.21429rem;"> normalmente se ouvem  frases parecidas, assim como a indigesta descrição do acidente, seguida por entrevista a autoridades de segurança pública na busca imediata do motivo e culpados do acidente.</span></p>
<blockquote><p><em>“Os técnicos da autoridade regional irão iniciar imediatamente a investigação do acidente”.</em></p></blockquote>
<p style="text-align: justify;">Seja aqui ou em qualquer outro país, o roteiro é praticamente o mesmo. Talvez até a música de fundo do programa vespertino seja a mesma. <span style="font-size: 1.21429rem;">Tempo</span><span style="font-size: 1.21429rem;">s depois, a notícia não ocupa o mesmo espaço. As investigações não são liberadas no tempo em que se espera. Então, sai um documento enorme, detalhado, porém seguido da reflexão interna:</span></p>
<blockquote><p><em>“Mas eu nunca vejo pessoas sendo presas depois que saem os relatórios”.</em></p></blockquote>
<p style="text-align: justify;">Essa talvez seja um dos <strong>paradigmas</strong> dessa ciência: <strong><span style="color: #0000ff;">de que Análise de Acidentes serve para apontar os culpados.</span></strong> Ainda que se pareça frio para com as vítimas, quem aponta culpados é a justiça. Nesse órgão, são asseguradas as garantias jurídicas às partes da ação, inclusive as de se defender. É claro que o Judiciário pode usar o relatório de Análise de Acidentes, <span style="color: #0000ff;">mas a Engenharia deve-se manter no seu quadrado quando lida com um evento adverso desses.</span></p>
<h5 id="afinal-pra-que-serve-uma-analise-de-acidentes" style="text-align: justify;"><strong>Afinal, pra quê serve uma Análise de Acidentes?</strong></h5>
<p style="text-align: justify;">Já vimos <a href="https://blogdaengenharia.com/analise-de-acidentes-por-que-ela-pode-nos-salvar/">aqui</a> que uma análise de acidentes pode-nos salvar. Em termos técnicos e de maneira (muito) resumida, a Análise de Acidentes <strong>identifica os fatores que levaram ou contribuíram para ocorrer o evento adverso e propõe medidas de controle.</strong> Em outras palavras, ela deve responder às seguintes:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>O que aconteceu;</li>
<li>Como aconteceu;</li>
<li>Por que aconteceu;</li>
<li>O que poderia ter evitado ou reduzido as consequências;</li>
<li>O que se pode fazer para evitar novos eventos similares.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Embarcando no exemplo da aviação civil comercial, é inegável que falamos de um meio de transporte muito seguro, <strong>mas essa segurança não veio sem custos humanos.</strong> Um dos fatores que caracterizam essa solidez no transporte aéreo é que ocorrem sistematicamente procedimentos de Análise de Acidentes e Incidentes.</p>
<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-74012 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/airport-terminal-1-scaled.jpg" alt="" width="2560" height="1708" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/airport-terminal-1-scaled.jpg 2560w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/airport-terminal-1-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/airport-terminal-1-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/airport-terminal-1-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/airport-terminal-1-1536x1025.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/airport-terminal-1-2048x1366.jpg 2048w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></p>
<p style="text-align: justify;">Quem já voou de avião deve-se lembrar de quantas nuances e detalhes tem toda a operação. <strong><span style="color: #0000ff;">Pode-se perceber que se buscam as melhores técnicas e procedimentos para assegurar que o melhor está sendo aplicado</span></strong>: desde a profissional de Nutrição que vê a refeição embalada segundo práticas seguras até a Engenheira Civil que “bate o olho” e reconhece a solidez de estruturas de apoio. <strong><span style="color: #0000ff;">Para que se torne (e se mantenha) seguro, esse segmento abrange diversos aspectos quando realiza uma análise de acidentes e incidentes:</span> Projeto, Execução, Operação, Manutenção, Treinamento, Seleção de Pessoal etc.</strong></p>
<h3 id="a-analise-deve-ser-tao-profunda-a-ponto-de-se-chegarem-a-fatores-que-se-modificados-impedirao-ou-reduzirao-em-muito-as-chances-de-se-ocorrerem-eventos-similares" style="text-align: justify;">A Análise deve ser tão profunda a ponto de se chegarem a fatores que, se modificados, impedirão ou reduzirão em muito as chances de se ocorrerem eventos similares.</h3>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://ftp.medicina.ufmg.br/osat/artigos/2016/oacidenteeaorganizacaomiolo_e_capa-12-08-2016.pdf">Michel Llory</a> et al, em admirável obra sobre o tema, afirma:</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">A análise organizacional, permite, de modo potencial, fazer avançar a análise tanto quanto necessário, com o objetivo de encontrar as causas realmente determinantes e, assim, tomar as medidas corretivas eficazes que permitam evitar outras catástrofes, diferentes nas suas modalidades, mas que têm, fundamentalmente, as mesmas causas.</p>
</blockquote>
<hr />
<h5 id="entao-eu-tenho-que-fazer-minha-analise-de-acidentes-igual-a-da-aviacao" style="text-align: justify;"><strong>Então eu tenho que fazer minha análise de acidentes igual à da aviação? </strong></h5>
<p style="text-align: justify;"><strong>A resposta é não e sim ao mesmo tempo.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Evidentemente que a maioria dos eventos adversos não está relacionada a sistemas tão complexos quanto da Aviação ou de uma Planta de Energia Nuclear. Logo, a não ser que sua organização seja tão complexa quanto esses, o relatório não será do tipo de &#8220;mil páginas&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Por outro lado, <strong>as análises acidentes também devem ir além das causas mais óbvias, chamadas imediatas</strong>, que são aqueles fatores mais próximos ou lógicos que levaram ao acidente. Dessa maneira, o profissional que realiza a Análise de Acidentes deve chegar aos fatores que realmente foram determinantes para ocorrência. Logo, em sistemas ou organizações mais simples, a chegada a esses fatores tende a ser mais simples também.</p>
<hr />
<h5 id="exemplo-da-infancia" style="text-align: justify;">exemplo da infância</h5>
<p style="text-align: justify;">É como o tradicional caso da primeira juventude em que dois amigos estavam em mais uma das corridas dominicais de bicicleta e ambos “levaram um capote memorável” ao passarem muito perto (“tirando fina”) de um caminhão parado. Por sorte, saíram com somente arranhões e as magrelas raladas.</p>
<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-74013 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/active-young-man-holding-by-his-hurt-broken-leg-while-lying-autumn-forest-path-by-his-bicycle-1-scaled.jpg" alt="" width="2560" height="1707" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/active-young-man-holding-by-his-hurt-broken-leg-while-lying-autumn-forest-path-by-his-bicycle-1-scaled.jpg 2560w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/active-young-man-holding-by-his-hurt-broken-leg-while-lying-autumn-forest-path-by-his-bicycle-1-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/active-young-man-holding-by-his-hurt-broken-leg-while-lying-autumn-forest-path-by-his-bicycle-1-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/active-young-man-holding-by-his-hurt-broken-leg-while-lying-autumn-forest-path-by-his-bicycle-1-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/active-young-man-holding-by-his-hurt-broken-leg-while-lying-autumn-forest-path-by-his-bicycle-1-1536x1024.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/active-young-man-holding-by-his-hurt-broken-leg-while-lying-autumn-forest-path-by-his-bicycle-1-2048x1365.jpg 2048w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></p>
<p style="text-align: justify;">Os espectadores, que seriam os próximos a correr, sabiam que por pouco os dois ases não deram com a cara na caçamba do caminhão, o que poderia ter sido muito pior.</p>
<p style="text-align: justify;">Após o susto, conversando na calçada (ou já iniciando a Análise do Acidente), um dos sortudos, no auge de sua confiança, apenas falou que “<em>devia ter areia no chão por causa do caminhão. Não preciso fazer nada, pois não vai acontecer de novo</em>”.</p>
<p style="text-align: justify;">O outro, que tinha por hobby desenhar aviões, foi além: reconheceu que estavam rápido demais, que deveriam ter visto antes se não havia carros ou sujeira na “pista de corrida” e que sua bicicleta não estava muito boa, além de ele saber que o machucado poderia (ou deveria) ter sido muito pior.</p>
<p style="text-align: justify;">Então, ele parou de correr (tanto), arrumou sua bicicleta e comprou um capacete além de verificar antes o trajeto. Ou seja, reconheceu os fatores que contribuíram para a ocorrência e já tomou medidas de prevenção.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Quem tem mais chance de sofrer mais um acidente ou se machucar: o sortudo ou o desenhista?</strong></p>
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		<title>Análise de acidentes: por que ela pode-nos salvar.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mauricio Franchi]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Jun 2021 11:00:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acidentes]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de Segurança do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Inferior]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É inegável que a Engenharia tem que lidar com acidentes, incidentes ou eventos adversos. A ciência da Análise&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><span style="color: #ff6600"><strong>É inegável que a Engenharia tem que lidar com acidentes, incidentes ou eventos adversos.</strong></span> A ciência da Análise de Acidentes não é somente para responder a um questionamento comum, principalmente da imprensa quando há repercussão:</p>
<blockquote><p><span style="color: #000000"><em>A sociedade clama por respostas</em>.</span></p></blockquote>
<p style="text-align: justify">A Análise de Acidentes deve tanto complementar a pergunta como as respostas, como veremos a seguir. Porém, voltando com nossa catástrofe, a atenção continua com meios de comunicação repletos de entrevistas, matérias, investigações, e, de repente, a manchete: <strong><span style="color: #ff6600">“<em>concluiu-se que houve curto-circuito na madrugada&#8221;.</em></span></strong></p>
<h3 id="o-que-parece-ser-um-alivio-dura-ate-o-proximo-acidente" style="text-align: justify">O que parece ser um alívio dura até o próximo acidente.</h3>
<p style="text-align: justify">A resposta parece até acalmar o sentimento pós-evento. <span style="color: #ff6600"><strong>A realidade de ocorrer um evento adverso conosco também parece ficar distante, pois a pergunta fora respondida.</strong></span> Do nada, em nosso trabalho corre a notícia como um raio:</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify"><strong><em>Houve um acidente na empresa e parece que Fulano e Ciclano se machucaram</em>.</strong></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify">No dia seguinte, confirma-se que de fato foi um raio mesmo. Uma descarga atmosférica danificou o quadro elétrico perto da estação de trabalho deles e se formou um pequeno incêndio. A portaria foi chamada e inclusive levou extintores de incêndio para controlar o fogo. <span style="color: #ff6600"><strong>Os trabalhadores sofreram apenas lesões leves.</strong></span></p>
<p style="text-align: justify"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-72412 size-large" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/troy-bridges-maXnRLszYY0-unsplash-1024x768.jpg" alt="Componente de quadro elétrico" width="1024" height="768" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/troy-bridges-maXnRLszYY0-unsplash-1024x768.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/troy-bridges-maXnRLszYY0-unsplash-300x225.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/troy-bridges-maXnRLszYY0-unsplash-768x576.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/troy-bridges-maXnRLszYY0-unsplash-1536x1152.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/troy-bridges-maXnRLszYY0-unsplash-2048x1536.jpg 2048w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/troy-bridges-maXnRLszYY0-unsplash-180x135.jpg 180w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/troy-bridges-maXnRLszYY0-unsplash-400x300.jpg 400w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/troy-bridges-maXnRLszYY0-unsplash-600x450.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/troy-bridges-maXnRLszYY0-unsplash-800x600.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/troy-bridges-maXnRLszYY0-unsplash-1200x900.jpg 1200w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/troy-bridges-maXnRLszYY0-unsplash-1600x1200.jpg 1600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/troy-bridges-maXnRLszYY0-unsplash-scaled.jpg 2560w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p style="text-align: justify">Como não houve mortes ou mutilações, apenas danos materiais (além do susto), em poucos dias, tudo está bem. Os componentes danificados foram trocados e os trabalhadores já retornaram. <span style="color: #ff6600"><strong>Todos conversam sobre o ocorrido e sentem até um refresco por tudo estar bem. Ufa!!!</strong></span></p>
<h4 id="mas-o-engenheiro-nao-dorme-direito" style="text-align: justify">Mas o Engenheiro não dorme direito</h4>
<p style="text-align: justify">Talvez ele se questione se foi dada a resposta certa ou se foi realizada a pergunta correta. Aqui entra o olhar crítico da Engenharia e, principalmente, da ciência de Análise de Acidentes e Incidentes. Além do plano das metáforas:</p>
<h3 id="os-eventos-adversos-ainda-que-possam-ser-tristes-tem-diversas-licoes-a-ensinar" style="text-align: justify"><strong>Os eventos adversos, ainda que possam ser tristes, têm diversas lições a ensinar.</strong></h3>
<p style="text-align: justify">Compreender toda a cadeia de eventos anteriores ao fato, aliado ao conhecimento técnico e de método de análises, é chave para que o <strong>Engenheiro possa realizar uma das missões de sua profissão: <span style="color: #ff0000">atuar em benefício do ser humano.</span></strong></p>
<p>A Análise de Acidentes deve então <span style="color: #ff6600"><strong>responder</strong>:</span></p>
<blockquote><p>O que deve ser feito para evitar que eventos similares ocorram novamente?</p></blockquote>
<hr />
<h3 id="evolucoes-tecnologicas-advem-de-analises-de-eventos-adversos" style="text-align: left">EVOLUÇÕES TECNOLÓGICAS ADVÊM DE ANÁLISES DE EVENTOS ADVERSOS</h3>
<p style="text-align: justify">Uma breve pesquisa sobre o histórico de diversas atividades humanas indica que os avanços que tivemos passaram por situações adversas. <span style="color: #ff6600"><strong>As cirurgias eram realizadas sem anestesia ou com métodos rudimentares para se contornar a dor</strong></span>, como <a href="https://drauziovarella.uol.com.br/entrevistas-2/historia-da-anestesia-entrevista/">comprimir a carótida</a> de modo a impedir que o sangue chegasse ao cérebro. Veio então o éter, que tem a desvantagem de provocar vômitos no pós-operatório e, como consequência, desidratação.</p>
<p style="text-align: justify">Pode-se inferir que havia ainda acidentes em razão das características intrínsecas das técnicas e substâncias, mesmo elas sendo avanços na medicina. Graças também ao <span style="color: #ff6600"><strong>estudo sistemático dos acidentes passados</strong></span>, ou seja, da Análise de Acidentes, o procedimento de anestesia <span style="color: #ff6600"><strong>hoje é muito mais seguro</strong></span> do que há poucas décadas, assim como os procedimentos e rotinas da <span style="color: #ff6600"><strong>aviação civil</strong></span>, o que, com certeza, já ajudou a salvar muitas vidas.</p>
<p style="text-align: justify"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-72413 size-large" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/markus-winkler-V0WETbEXG5Y-unsplash-1024x683.jpg" alt="Diversos procedimentos realizados na aviação civil" width="1024" height="683" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/markus-winkler-V0WETbEXG5Y-unsplash-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/markus-winkler-V0WETbEXG5Y-unsplash-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/markus-winkler-V0WETbEXG5Y-unsplash-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/markus-winkler-V0WETbEXG5Y-unsplash-1536x1024.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/markus-winkler-V0WETbEXG5Y-unsplash-2048x1365.jpg 2048w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/markus-winkler-V0WETbEXG5Y-unsplash-scaled.jpg 2560w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify"><em><strong>Mas eu não sou nem médico, nem dono de uma fábrica de aviões. O que isso tem a ver com o meu trabalho?</strong></em></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify">No espectro mais próximo à minha realidade, observo que mesmo em atividades ou equipamentos mais “comuns” ou “simples”, <span style="color: #ff6600"><strong>os acidentes são ainda uma fonte valiosíssima de informações para se melhorar as condições de trabalho ou de segurança.</strong></span></p>
<p style="text-align: justify">Basta lembrarmos de algumas coisas do passado:</p>
<ul>
<li style="list-style-type: none">
<ul>
<li style="list-style-type: none">
<ul style="text-align: justify">
<li>A máquina de lavar roupa antiga permitia que se abrisse a tampa com ela centrifugando.</li>
<li>Crianças andavam soltas no porta-malas do carro.</li>
<li>Passageiros viajavam de ônibus rodoviário sem usar cinto.</li>
</ul>
</li>
</ul>
</li>
</ul>
<hr />
<p style="text-align: justify">Quantas lesões foram necessárias para que se implementasse um sistema de intertravamento com bloqueio <span style="color: #ff6600"><strong>ao invés de simplesmente confiar na etiqueta “não coloque a mão”</strong></span> nas máquinas?</p>
<p style="text-align: justify">Crianças pagaram com suas vidas em acidentes automobilísticos.</p>
<h3 id="vidas-poderiam-ser-poupadas-se-todos-usassem-cinto-de-seguranca-nas-viagens-rodoviarias" style="text-align: justify">Vidas poderiam ser poupadas se todos usassem cinto de segurança nas viagens rodoviárias.</h3>
<p style="text-align: justify"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-72419 size-large" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/ainur-iman-C_4IvxQVASc-unsplash-768x1024.jpg" alt="Ônibus rodoviário sem cintos de segurança aparentes" width="768" height="1024" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/ainur-iman-C_4IvxQVASc-unsplash-768x1024.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/ainur-iman-C_4IvxQVASc-unsplash-225x300.jpg 225w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/ainur-iman-C_4IvxQVASc-unsplash-1152x1536.jpg 1152w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/ainur-iman-C_4IvxQVASc-unsplash-1536x2048.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/ainur-iman-C_4IvxQVASc-unsplash-scaled.jpg 1920w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /></p>
<p style="text-align: justify"><strong>Assim também funciona no âmbito da Engenharia de Segurança do Trabalho.</strong> Em nosso caso do Fulano e Ciclano, o inquieto Engenheiro não conseguia compreender como um raio pode causar um dano no quadro elétrico e ao mesmo tempo um princípio de incêndio nas proximidades dele.</p>
<p style="text-align: justify">Ora, se toda instalação elétrica sofresse uma falha dessas a cada raio que atingisse a estrutura, <span style="color: #ff6600"><strong>todos os dias uma refinaria iria pegar fogo</strong></span>, o que não ocorre (ainda bem).</p>
<h3 id="a-importancia-da-analise-de-acidentes-para-implementar-medidas-de-prevencao-ou-novas-tecnologias" style="text-align: justify">A importância da análise de acidentes para implementar MEDIDAS DE PREVENÇÃO ou novas tecnologias.</h3>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #ff6600"><strong>Ao utilizar as técnicas e métodos de Análise de Acidentes</strong></span>, o Engenheiro constatou que havia uma falha no sistema de proteção contra descargas atmosféricas, o que desencadeou a falha no painel elétrico. Continuando sua investigação, viu que os trabalhadores precisavam usar um solvente extremamente inflamável que continha a substância 3-oxapentano.</p>
<p style="text-align: justify">Ou seja, com a falha no painel, deflagrou-se uma faísca e &#8211; combinado com a presença de vapores inflamáveis do solvente &#8211; isso foi capaz de iniciar um incêndio.</p>
<p style="text-align: justify">Depois, concluiu que a “sorte” foi realmente sorte, pois naquele local normalmente se armazenam outros produtos inflamáveis e as consequências poderiam ter realmente sido muito piores. <span style="color: #ff6600"><strong>Nesse caso, a boa vontade dos corajosos (e inocentes) porteiros não seria suficiente para mitigar os danos.</strong></span></p>
<blockquote><p>Por vezes, a sorte pode ser realmente sorte.</p></blockquote>
<p style="text-align: justify">Após a análise e apuração dos fatores, iniciou-se a etapa de <span style="color: #ff6600"><strong>implementação de Medidas de Prevenção da Análise de Acidentes, </strong></span>cujo objetivo é reduzir a probabilidade de ocorrência desse tipo de evento (ou similar) no futuro e, como efeito, até salvar vidas.</p>
<p style="text-align: justify">As instalações elétricas foram corrigidas e o local de armazenamento de inflamáveis foi transferido e adequado. Também, foi constituído um plano de emergência, que continha brigada de incêndio e funções claras de cada um. Por fim, o solvente foi substituído por outro mais seguro.</p>
<h3 id="mais-uma-vez-o-eter-foi-substituido-e-a-analise-de-acidentes-podera-salvar-voce-no-futuro" style="text-align: center"><em><span style="color: #ff6600"><strong>Mais uma vez, o éter foi substituído e a análise de acidentes poderá salvar você, no futuro.</strong></span></em></h3>
<hr />
<p style="text-align: center"><a href="https://blogdaengenharia.com/editoria/engenharia/engenharia-de-seguranca-no-trabalho/">Saiba mais sobre Engenharia de Segurança do Trabalho clicando aqui!</a></p>
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		<title>Segurança e saúde nas plataformas de petróleo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Matheus Meneses Mendonça]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Apr 2021 12:32:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia de Petróleo]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de Segurança do Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A maioria das plataformas de petróleo estão localizadas a quilômetros da costa. Além disso, desempenham atividades complexas como&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A maioria das plataformas de petróleo estão localizadas a quilômetros da costa. Além disso, desempenham atividades complexas como a de perfuração, produção e tratamento de <a href="https://blogdaengenharia.com/o-fim-do-petroleo-entenda-as-previsoes-e-alternativas/">petróleo</a> e <a href="https://blogdaengenharia.com/finalizado-gas-natural-e-glp-entenda-a-diferenca/">gás</a>.</p>
<p>Vale ressaltar também que além de fazer essas atividades, é necessário que a plataforma se mantenha estável em alto mar e operando 24h/dia, ou seja, sem parar.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-70741 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/rig-2251648_1920.jpg" alt="Segurança plataforma" width="1920" height="1280" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/rig-2251648_1920.jpg 1920w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/rig-2251648_1920-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/rig-2251648_1920-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/rig-2251648_1920-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/rig-2251648_1920-1536x1024.jpg 1536w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></p>
<p>Assim, essa grande complexidade de atividades envolvendo várias áreas da engenharia gera grandes riscos para a <a href="https://atosoficiais.com.br/anp/">segurança</a> do trabalho nesses locais.</p>
<h3 id="a-seguranca-dos-colaboradores-nas-plataformas-de-petroleo">A segurança dos colaboradores nas plataformas de petróleo</h3>
<p>Nas plataformas de petróleo existem os mais diversos tipos de profissioanais. Há colaboradores das áreas de saúde, mergulho, engenharia, hotelaria, gastronomia, entre outros.</p>
<p>Por mais diferentes que sejam os profissionais e suas áreas de atuação, todos eles precisam passar por treinamentos padronizados de segurança do trabalho.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-70743 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/ocean-1283641_1920.jpg" alt="Segurança" width="1920" height="1271" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/ocean-1283641_1920.jpg 1920w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/ocean-1283641_1920-300x199.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/ocean-1283641_1920-1024x678.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/ocean-1283641_1920-768x508.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/ocean-1283641_1920-1536x1017.jpg 1536w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></p>
<p>Além disso, para que se possa trabalhar embarcado, as empresas exigem que os trabalhadores possuam cursos como os de salvatagem e de escape de aeronave submersa.</p>
<p>Ambos os cursos citados acima preparam os colaboradores para situações de emergência em que seja necessário o escape com segurança da plataforma, aeronave ou embarcação de transporte.</p>
<h3 id="principais-riscos">Principais riscos</h3>
<h5 id="incendios">Incêndios</h5>
<p>O risco de incêndios é a principal ameaça para uma plataforma, pois oferece perigo tanto para os trabalhadores quanto para a plataforma que pode ser destruída por completo.</p>
<p>Esse risco se deve ao manuseio de produtos inflamáveis como o petróleo e o gás natural. Além disso, este último é armazenado sob altas pressões, o que aumenta os riscos associados.</p>
<p>Assim, todas as plataformas devem seguir um rigoroso protocolo contra incêndios. Isso porque o risco é alto e o prejuízo é imensurável, já que envolve vidas.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-70746 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/6577-scaled.jpg" alt="" width="2560" height="2560" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/6577-scaled.jpg 2560w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/6577-300x300.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/6577-1024x1024.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/6577-150x150.jpg 150w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/6577-768x768.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/6577-1536x1536.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/6577-2048x2048.jpg 2048w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/6577-180x180.jpg 180w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/6577-400x400.jpg 400w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/6577-600x600.jpg 600w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></p>
<h5 id="vazamento-de-gases">Vazamento de gases</h5>
<p>Durante o tratamento primário do óleo, que ocorre nas plataformas, pode haver a liberação de gases tóxicos como o sulfeto de hidrogênio (H<sub>2</sub>S), monóxido de carbono (CO) e dióxido de carbono (CO<sub>2</sub>).</p>
<p>Dessa forma, o vazamento de gases representa um grande risco à saúde dos trabalhadores comprometendo a segurança.</p>
<p>Assim, exige-se o planejamento de uma rede de encanamento para que esses gases sejam tratados e não ocorram vazamentos.</p>
<h5 id="exposicao-solar">Exposição solar</h5>
<p>Grande parte das atividades em plataformas petrolíferas são executadas em sua superfície ou até mesmo no próprio mar.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-70740 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/sunset-2180346_1920.jpg" alt="" width="1920" height="742" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/sunset-2180346_1920.jpg 1920w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/sunset-2180346_1920-300x116.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/sunset-2180346_1920-1024x396.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/sunset-2180346_1920-768x297.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/sunset-2180346_1920-1536x594.jpg 1536w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></p>
<p>Dessa forma, há uma exposição solar elevada, demandando obrigatoriamente a utilização de EPIs para que os riscos sejam minimizados.</p>
<h5 id="explosoes">Explosões</h5>
<p>Esse risco está relacionado ao de vazamento de fluidos inflamáveis. A grande complexidade das tubulações e armazenamento de óleo e gás torna a tarefa de evitar vazamentos bastante complicada.</p>
<p>Nesse contexto, não é difícil encontrar casos de plataformas petrolíferas que sofreram com explosões.</p>
<h2 id="como-minimizar-os-riscos-nas-plataformas-de-petroleo">Como minimizar os riscos nas plataformas de petróleo?</h2>
<p>Apesar de haver vários riscos ocupacionais, existem medidas que podem ser adotadas para minimizar e prevenir acidentes nesses locais de forma significativa. Vejamos algumas delas a seguir!</p>
<h5 id="utilizar-equipamentos-de-protecao-individual-epi">Utilizar Equipamentos de Proteção Individual (EPI)</h5>
<p>A utilização do EPI pelos colaboradores nas plataformas é essencial pois existem riscos em todas as atividades realizadas.</p>
<p>Além disso o uso do EPI assegura a saúde do funcionário e reflete no conforto durante o desempenho das tarefas. Ou seja, pode aumentar a produtividade.</p>
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<p>Os principais EPI&#8217;s utilizados nas plataformas de petróleo são os respiradores, óculos de proteção, capacete com jugular, luvas de proteção, calçados de segurança, protetor auricular e vestimentas de segurança.</p>
<h5 id="realizar-a-analise-preliminar-de-risco">Realizar a Análise Preliminar de Risco</h5>
<p>É extremamente importante que a administração da plataforma de petróleo, antes de receber colaboradores, faça uma análise qualitativa e quantitativa dos riscos.</p>
<p>Além disso, deve-se fazer uma análise das causas e efeitos dos acidentes que podem ocorrer na execução das atividades e como evitá-los para garantir a segurança.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-70739 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/business-3694993_1920.jpg" alt="" width="1920" height="639" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/business-3694993_1920.jpg 1920w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/business-3694993_1920-300x100.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/business-3694993_1920-1024x341.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/business-3694993_1920-768x256.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/business-3694993_1920-1536x511.jpg 1536w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></p>
<p>Dessa forma, pode-se dar mais ênfase aos acidentes que ocorrem com mais frequência e que acarretam em maiores prejuízos.</p>
<p>Isso permite uma maior eficiência na prevenção de riscos e uma maior segurança para os trabalhadores.</p>
<h5 id="capacitar-a-equipe-de-trabalho">Capacitar a equipe de trabalho</h5>
<p>Buscar treinar a equipe é a chave para a redução do número de acidentes de trabalho e aumentar a segurança.</p>
<p>Assim, é por meio dessa capacitação que os colaboradores aprendem a utilizar corretamente o EPI e a tomar as melhores decisões em situações adversas como vazamentos e incêndios.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-70738 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/board-4858827_1920.jpg" alt="segurança" width="1920" height="1280" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/board-4858827_1920.jpg 1920w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/board-4858827_1920-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/board-4858827_1920-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/board-4858827_1920-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/board-4858827_1920-1536x1024.jpg 1536w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></p>
<p>Portanto, após os treinamentos e capacitações relacionadas às medidas de prevenção e segurança, os colaboradores percebem a real importância em adotá-las.</p>
<p>Dessa maneira, os riscos serão minimizados e os acidentes nas plataformas petrolíferas surgirão com uma frequência menor.</p>
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