<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>blogdaeengenharia Archives | Blog da Engenharia</title>
	<atom:link href="https://blogdaengenharia.com/tag/blogdaeengenharia/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://blogdaengenharia.com/tag/blogdaeengenharia/</link>
	<description>Conhecimento Técnico que Transforma</description>
	<lastBuildDate>Fri, 22 Jul 2022 16:12:15 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.7.5</generator>

<image>
	<url>https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/11/cropped-Ativo-26@bde4.0-logo-32x32.png</url>
	<title>blogdaeengenharia Archives | Blog da Engenharia</title>
	<link>https://blogdaengenharia.com/tag/blogdaeengenharia/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Tubarões: saiba a VERDADE por trás da fama “de vilão”</title>
		<link>https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-de-pesca/tubaroes-saiba-a-verdade-por-tras-da-fama-de-vilao/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=tubaroes-saiba-a-verdade-por-tras-da-fama-de-vilao</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ivanilson Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Aug 2021 11:00:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia de Pesca]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Oceanográfica]]></category>
		<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Inferior]]></category>
		<category><![CDATA[Acidentes com tubarões]]></category>
		<category><![CDATA[Ataques tubarões em Recife]]></category>
		<category><![CDATA[blogdaeengenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Incidentes com tubarões]]></category>
		<category><![CDATA[shark attack]]></category>
		<category><![CDATA[tubarões]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blogdaengenharia.com/?p=74999</guid>

					<description><![CDATA[<p>Ataques, acidentes, incidentes, vítimas! Afinal, como é que podemos falar sobre os encontros não agradáveis entre os humanos&#8230;</p>
<p>The post <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-de-pesca/tubaroes-saiba-a-verdade-por-tras-da-fama-de-vilao/">Tubarões: saiba a VERDADE por trás da fama “de vilão”</a> appeared first on <a href="https://blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Ataques, acidentes, incidentes, vítimas! Afinal, como é que podemos falar sobre os <span style="color: #ff6600;">encontros não agradáveis entre os humanos e tubarões</span>? Quem são as vítimas? Para te responder, vamos explicar alguns conceitos:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>ataque é definido como a ação que causa um dano ou injúria a alguém;</li>
<li>acidente é o acontecimento em si, é o acontecimento que ocorreu o dano;</li>
<li>vítima é quem sofreu o dano, e;</li>
<li>incidente significa um evento não planejado, mas que tem o potencial para ter um acidente, ou seja, tem potencial para ter um dano.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Então, se incidente é um evento não planejado, a partir do momento que alguém entra no mar sabendo que tem risco de ser mordido por um tubarão deixa de ser um incidente, não é mesmo?</p>
<p style="text-align: justify;">Bom, agora nos conte uma coisa, o que leva uma pessoa a entrar no mar sabendo que é uma <span style="color: #ff6600;">zona de alto risco</span>? Diversos mergulhadores mergulham com tubarões, mas temos certeza que nenhum entraria no mar pra tomar banho em uma praia que tem diversos fatores contribuindo para a ocorrência de incidentes com esses animais. O lugar mais seguro é não entrar na água.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste sentido, nós preparamos esse artigo para te informar, alertar e levantar uma reflexão sobre os encontros não agradáveis entre os humanos e tubarões.</p>
<h4 id="vamos-comecar-falando-sobre-a-importancia-deles" style="text-align: justify;"><strong>Vamos começar falando sobre a importância deles!</strong></h4>
<p style="text-align: justify;">Os tubarões são predadores de topo de cadeia que desempenham um papel importantíssimo no equilíbrio dos ecossistemas marinhos. Os tubarões ajudam a manter a saúde de todo o ecossistema; contribuem com a eliminação das carcaças de animais mortos e na remoção de animais doentes e fracos; controlam a taxa populacional de diversas espécies de mesopredadores, evitando o desequilíbrio das cadeias tróficas; além disso, sua presença influencia no comportamento de diferentes espécies, como tartarugas e dugongos, contribuindo para a recuperação de alguns habitats como recifes de corais e bancos de gramas marinhas.</p>
<h6 id="apesar-dessa-grande-importancia-ecologica-esses-animais-estao-entre-os-grupos-de-vertebrados-mais-ameacados-do-mundo" style="text-align: center;"><span style="color: #ff6600;"><em><strong>Apesar dessa grande importância ecológica, esses animais estão entre os grupos de vertebrados mais ameaçados do mundo!</strong></em></span></h6>
<p style="text-align: justify;">A sobrepesca e perda de habitat são as principais causas de redução das suas populações.</p>
<figure id="attachment_75762" aria-describedby="caption-attachment-75762" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-large wp-image-75762" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/Sea-of-death-1024x682.jpg" alt="" width="1024" height="682" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/Sea-of-death-1024x682.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/Sea-of-death-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/Sea-of-death-768x511.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/Sea-of-death-1536x1022.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/Sea-of-death-2048x1363.jpg 2048w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/Sea-of-death.jpg 2560w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-75762" class="wp-caption-text">Sea of death. Fonte: <a href="https://www.nhm.ac.uk/resources/visit/wpy/2014/large/78.jpg">Natural History Museum</a>.</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">A fama de “comedores de humanos” que, embora extremamente injusta, predomina em muitos lugares do mundo, acaba dificultando ainda mais a conservação desse grupo tão ameaçado.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><strong>Felizmente</strong></span>, os tubarões não fazem jus a essa fama, sendo registrado em média 4 mortes por ano por ataques de tubarões em todo o mundo, um valor absurdamente baixo, principalmente se levarmos em conta que, além desses animais estarem distribuídos por todos os oceanos, o número de pessoas que se envolvem em atividades recreativas aquáticas é altíssimo.</p>
<p style="text-align: justify;">Infelizmente, em alguns locais em Pernambuco, como Recife, a junção de fatores antropogênicos com fatores naturais tem contribuído para o aumento de interações negativas entre humanos e tubarões.</p>
<p style="text-align: justify;">Diversos impactos causados na região costeira de Pernambuco, incluindo a criação do Porto de Suape (vista do porto no vídeo a seguir), afetaram áreas de alimentação e reprodução de várias espécies marinhas e estuarinas.</p>
<p><iframe title="Porto de Suape - Tour 360°" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/p8LI1wvkYg8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<hr />
<p style="text-align: justify;">Essas alterações forçaram muitos desses animais a procurarem por áreas mais adequadas, e alguns fatores como a direção das correntes costeiras e a presença de um canal próximo as praias no trecho entre Pina e Candeias, facilitaram para que os tubarões passassem a utilizar essas áreas.</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, nessas regiões, é extremamente importante que as pessoas sigam as orientações e respeitem as sinalizações para evitar possíveis incidentes.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #ff6600;"><em>Afinal, não estamos no cardápio dos tubarões!</em></span></p>
<figure id="attachment_75758" aria-describedby="caption-attachment-75758" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.instagram.com/p/B_rDcCTDPLd/"><img decoding="async" class="wp-image-75758 size-large" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/diver_shark-1024x682.jpg" alt="" width="1024" height="682" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/diver_shark-1024x682.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/diver_shark-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/diver_shark-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/diver_shark.jpg 1160w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption id="caption-attachment-75758" class="wp-caption-text">Mergulhadora desfrutando de um incrível momento com tubarão. Veja a sequência de fotos em: <a href="https://www.instagram.com/p/B_rDcCTDPLd/">@juansharks</a></figcaption></figure>
<h4 id="mas-existem-medidas-que-possam-reduzir-esses-encontros-nao-agradaveis-entre-humanos-e-tubaroes" style="text-align: justify;"><strong>Mas existem medidas que possam reduzir esses encontros não agradáveis entre humanos e tubarões?</strong></h4>
<p style="text-align: justify;">Algumas medidas podem ser tomadas para reduzir ainda mais os riscos de incidentes com esses animais, isso inclui:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Evitar horário em que os tubarões são mais ativos, como ao amanhecer e no final da tarde;</li>
<li>Não entrar no mar sozinho, visto que se trata de animais oportunistas;</li>
<li>Evitar entrar no mar no período chuvoso, uma vez que a visibilidade da água diminui, dificultando a identificação de suas presas;</li>
<li>Não entrar na água com ferimentos, pois eles podem ser atraídos pelo sangue mesmo a uma longa distância;</li>
<li>Também não entrar com objetos que reluzem, pois esse brilho pode ser confundido com as escamas de peixes;</li>
<li>É recomendado não entrar no mar após ingerir muita bebida alcoólica.</li>
</ul>
<figure id="attachment_75765" aria-describedby="caption-attachment-75765" style="width: 623px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-75765 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/danger-risk-of-shark-attack-e1628883095518.jpg" alt="tubarões" width="623" height="371" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/danger-risk-of-shark-attack-e1628883095518.jpg 623w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/danger-risk-of-shark-attack-e1628883095518-300x179.jpg 300w" sizes="(max-width: 623px) 100vw, 623px" /><figcaption id="caption-attachment-75765" class="wp-caption-text">Placas de advertência. Fonte: <a href="https://www.fotoarena.com/">Fotoarena</a>.</figcaption></figure>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #ff6600;"><em>É sempre importante lembrarmos que é errado dizer que os tubarões infestam o </em><a style="color: #ff6600;" href="https://blogdaengenharia.com/dia-mundial-dos-oceanos-por-que-preservar/"><em>mar</em></a><em>, pois na verdade esse é o ambiente natural deles.</em></span></p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, se uma média de 4 mortes por ano é o suficiente para considerarmos esses animais como monstros, então como deveríamos ser considerados, visto que<span style="color: #ff6600;"> <strong>matamos mais de 11 mil tubarões por hora</strong></span>?</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, precisamos pensar nas nossas ações, e nos conscientizarmos e sensibilizarmos sobre a importância de contribuirmos para a conservação dos tubarões, pois se tem uma coisa que todos nós dependemos, é de um oceano saudável.</p>
<p style="text-align: center;"><em><span style="color: #ff6600;">Shark ask you for help!! Save them!! They are not thirsty for human blood!</span></em></p>
<p><iframe title="Shark asks divers for help!!!" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/h7XjOMUpa1I?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<hr />
<p style="text-align: justify;">Esperamos que este pequeno textinho possa ter esclarecido sobre a <span style="color: #ff6600;"><strong>VERDADE </strong></span>por trás da fama “de vilão” dos tubarões. Qualquer dúvida é só deixar nos comentários ou entrar em contato.</p>
<h4 id="fontes" style="text-align: justify;"><strong>Fontes:</strong></h4>
<ul style="text-align: justify;">
<li>HAZIN, F. H. et al. <a href="http://docserver.ingentaconnect.com/deliver/connect/umrsmas/00074977/v82n2/s4.pdf?expires=1628713786&amp;id=0000&amp;titleid=10983&amp;checksum=01914FE3DF07574A3E8C80B8CABBE946">A shark attack outbreak off Recife, Pernambuco, Brazil: 1992-2006</a>. <strong>Bulletin of Marine Science</strong>, 82(2): 199-212, 2008.</li>
<li>BORNATOWSKI, R. R. et al. <a href="https://ojs.ethnobiology.org/index.php/ebl/article/view/451">“Buying a Pig in a Poke”: the problem of elasmobranch meat consumption in Southern Brazil</a>. <strong>Ethnobiology Letters</strong>, 6(1): 196-202, 2015.</li>
<li>HEITHAUS, M. R. et al. <a href="https://besjournals.onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/j.1365-2656.2007.01260.x">State‐dependent risk‐taking by green sea turtles mediates top‐down effects of tiger shark intimidation in a marine ecosystem</a>. <strong>Journal of Animal Ecology</strong>, 76(5): 837-844, 2007.</li>
<li>RUPPERT, Jonathan LW et al. <a href="https://journals.plos.org/plosone/article?id=10.1371/journal.pone.0074648">Caught in the middle: combined impacts of shark removal and coral loss on the fish communities of coral reefs</a>. <strong>PloS one</strong>, 8(9): e74648, 2013.</li>
<li>ISAF &#8211; <a style="font-size: 1.21429rem;" href="https://www.floridamuseum.ufl.edu/shark-attacks/">https://www.floridamuseum.ufl.edu/shark-attacks/</a></li>
</ul>
<hr />
<p style="text-align: justify;">Veja também a letter que <a href="https://www.instagram.com/biarangel.sharks/">Bianca Rangel</a> publicou no início de agosto na <a class="notranslate" href="https://www.instagram.com/sciencemagazine/">@sciencemagazine</a>, que fala sobre <a href="https://science.sciencemag.org/content/373/6555/633.1">como o Brasil pode proteger os tubarões globalmente</a>. Para versão em português confira <a href="https://www.instagram.com/p/CScn3ghJBSb/">aqui</a>.</p>
<p>Faça sua inscrição no <a href="https://doity.com.br/ii-elasmulheres"><strong>II Simpósio ELASMulheres</strong></a> e aprenda tudo sobre os elasmobrânquios (tubarões e raias)!</p>
<p>Ajude-nos na campanha <a href="https://seashepherd.org.br/cacao-e-tubarao/">CAÇÃO É TUBARÃO</a>:</p>
<p><iframe title="CAÇÃO É TUBARÃO" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/D_DnSsLmBgY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<hr />
<p style="text-align: justify;">Escrito pela Bióloga <strong><a href="https://www.instagram.com/joyce.queiroz/">Joyce Queiroz</a> </strong>e pelo Colunista Engenheiro de Pesca <a href="https://www.instagram.com/ivanilsonsnts/"><strong>Ivanilson Santos</strong></a>.</p>
<hr />
<p style="text-align: center;"><span style="color: #ff6600;"><em>Aproveita para seguir</em><em> </em><em><a style="color: #ff6600;" href="https://www.instagram.com/ivanilsonsnts/">@ivanilsonsnts</a></em><em> e </em><em><a style="color: #ff6600;" href="https://www.instagram.com/joyce.queiroz/">@joyce.queiroz</a></em><em> no Instagram para mais informação e conheça mais sobre Engenharia de Pesca </em><em><a style="color: #ff6600;" href="https://blogdaengenharia.com/author/ivanilson-de-lima/">aqui</a></em><em>.</em></span></p>
<p>The post <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-de-pesca/tubaroes-saiba-a-verdade-por-tras-da-fama-de-vilao/">Tubarões: saiba a VERDADE por trás da fama “de vilão”</a> appeared first on <a href="https://blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Piscicultura no Brasil: O que é e qual a importância?</title>
		<link>https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-de-aquicultura/piscicultura-no-brasil-o-que-e-e-qual-a-importancia/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=piscicultura-no-brasil-o-que-e-e-qual-a-importancia</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ivanilson Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Jun 2021 11:00:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia de Aquicultura]]></category>
		<category><![CDATA[Aquicultura]]></category>
		<category><![CDATA[blogdaeengenharia]]></category>
		<category><![CDATA[EngenhariadeAquicultura]]></category>
		<category><![CDATA[EngenhariadePesca]]></category>
		<category><![CDATA[Piscicultura]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blogdaengenharia.com/?p=72106</guid>

					<description><![CDATA[<p>Você já ouviu falar em piscicultura? E em cultivo de peixes? Tenho certeza que sim! Mas você ficou&#8230;</p>
<p>The post <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-de-aquicultura/piscicultura-no-brasil-o-que-e-e-qual-a-importancia/">Piscicultura no Brasil: O que é e qual a importância?</a> appeared first on <a href="https://blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">Você já ouviu falar em piscicultura? E em cultivo de peixes? Tenho certeza que sim! Mas você ficou interessado em conhecer mais sobre este setor? Se sim, continue lendo este artigo e se prepare para conhecer um pouco sobre esta atividade e sua grande <a href="https://blogdaengenharia.com/aquicultura-por-que-investir-neste-setor/">importância para aquicultura ser uma indústria bilionária</a>. <span style="color: #000080">Bora conferir!</span></p>
<h4 id="mas-antes-vamos-entender-o-que-e-a-piscicultura" style="text-align: justify">Mas antes, vamos entender o que é a piscicultura!</h4>
<p style="text-align: justify">A piscicultura consiste no processo controlado de cultivo de peixes em cativeiro. É uma atividade que pode ser desenvolvida em águas continentais (doce ou salobra) ou no <a href="https://blogdaengenharia.com/dia-mundial-dos-oceanos-por-que-preservar/">oceano</a>.</p>
<p style="text-align: justify">A piscicultura pode ser feita em diferentes lugares como mar, represas, lagoas, açudes, tanques-rede, tanques de alvenaria, barragens ou viveiros.</p>
<figure id="attachment_73220" aria-describedby="caption-attachment-73220" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-73220" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/piscicultura_joicie-1-1024x576.jpg" alt="piscicultura" width="1024" height="576" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/piscicultura_joicie-1-1024x576.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/piscicultura_joicie-1-300x169.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/piscicultura_joicie-1-768x432.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/piscicultura_joicie-1-1536x864.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/piscicultura_joicie-1-2048x1152.jpg 2048w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/piscicultura_joicie-1-400x225.jpg 400w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/piscicultura_joicie-1-600x338.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/piscicultura_joicie-1-800x450.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/piscicultura_joicie-1-1200x675.jpg 1200w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/piscicultura_joicie-1-1600x900.jpg 1600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/piscicultura_joicie-1-2000x1125.jpg 2000w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/piscicultura_joicie-1-scaled.jpg 2560w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-73220" class="wp-caption-text">Tanques-rede para cultivo de tilápia. Fonte: <a href="https://www.instagram.com/joicianecruz/">@joicianecruz</a>.</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify"><span style="font-size: 1.21429rem">Esta atividade é praticada há muito tempo, existindo registros de que os chineses já cultivavam há vários séculos antes de nossa era e de que os egípcios já cultivavam a tilápia-do-nilo há 4.000 anos.</span></p>
<p style="text-align: justify">No Brasil, o setor começou a se desenvolver de forma comercial em meados do século XX, ganhando maiores proporções a partir da década de 90 com o melhoramento genético e aprimoramento de técnicas de manejo e sistemas de cultivo.</p>
<p style="text-align: justify">Portanto, a piscicultura evoluiu muito nos últimos anos e movimenta uma parte importante da economia do mercado brasileiro atualmente. Graças ao extenso território litorâneo do país, além da enorme produção local, o Brasil se tornou um dos países que mais produz peixe no mundo.</p>
<p style="text-align: justify">Levando em conta que o Brasil possui as maiores reservas de água doce do mundo e extenso litoral, seu potencial para desenvolver o cultivo de peixes é muito grande.</p>
<p style="text-align: justify">Aproveitando-se deste potencial, o Brasil vem tendo destaque no setor nos últimos anos, principalmente com a tilápia. Sendo assim, o país vem se mantendo nos últimos anos como o 4° maior produtor da espécie no mundo.</p>
<figure id="attachment_72512" aria-describedby="caption-attachment-72512" style="width: 681px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-72512 size-large" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Screenshot_2021-05-28-02-32-37-894_com.google.android.apps_.docs3_-681x1024.jpg" alt="" width="681" height="1024" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Screenshot_2021-05-28-02-32-37-894_com.google.android.apps_.docs3_-681x1024.jpg 681w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Screenshot_2021-05-28-02-32-37-894_com.google.android.apps_.docs3_-199x300.jpg 199w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Screenshot_2021-05-28-02-32-37-894_com.google.android.apps_.docs3_-768x1155.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Screenshot_2021-05-28-02-32-37-894_com.google.android.apps_.docs3_-1021x1536.jpg 1021w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Screenshot_2021-05-28-02-32-37-894_com.google.android.apps_.docs3_.jpg 1033w" sizes="(max-width: 681px) 100vw, 681px" /><figcaption id="caption-attachment-72512" class="wp-caption-text">Fonte: <a href="https://www.peixebr.com.br/anuario-2021/">Anuário Peixe BR 2021</a>.</figcaption></figure>
<h4 id="producao-da-piscicultura-brasileira" style="text-align: justify">Produção da piscicultura brasileira</h4>
<p style="text-align: justify">O <a href="https://www.peixebr.com.br/anuario-2021/">Anuário Peixe BR 2021</a>, divulgado em 22/02/2021, mostra que em 2020, apesar das dificuldades do primeiro semestre, o cultivo de peixes no Brasil apresentou excelente desempenho, com crescimento de 5,93%. Com isso, a produção saltou de 758.006 toneladas em 2019 para 802.930 em 2020.</p>
<p style="text-align: justify">Esse resultado foi o segundo melhor desempenho desde 2014!</p>
<figure style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.peixebr.com.br/anuario-2021/"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://gestagro360.com.br/wp-content/uploads/2021/02/Imagem2-1024x1024.jpg" alt="piscicultura" width="1024" height="1024" /></a><figcaption class="wp-caption-text">Fonte: <a href="https://www.peixebr.com.br/anuario-2021/">Anuário Peixe BR 2021</a>.</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify">Contudo, o ano de 2020 foi marcado por dois momentos distintos. A pandemia acertou a atividade em cheio no início do, em especial na Semana Santa, época mais importante para a piscicultura. As vendas reduziram e geraram muita preocupação para a cadeia produtiva.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter" src="https://www.kpsbadvogados.com.br/wp-content/uploads/corona-4930541_1920.jpg" alt="Comunicado sobre as medidas de prevenção de contágio por Coronavírus (COVID- 19) - Kozikoski, Sociedade de Advocacia &amp; Bertoncini" /></p>
<p style="text-align: justify">Assim, foi necessário, para os produtores, refazer planos, ajustar custos e redobrar a atenção para esse setor.</p>
<p style="text-align: justify">Com o cenário da pandemia mais equilibrado, o final de 2020 foi o melhor da piscicultura nos últimos anos. A demanda de consumo interno cresceu bastante e os produtores responderam com maior oferta.</p>
<p style="text-align: justify">Como resultado, os preços aos produtores ficaram em níveis consistentes e não só recuperaram os prejuízos do primeiro semestre do ano mas também finalizaram o ano com lucros.</p>
<p style="text-align: justify">O resultado somente não foi melhor devido à pressão dos custos, especialmente com a ração. Em 2020, o dólar saltou cerca de 40%. As indústrias de nutrição animal não conseguiram repassar todas as despesas extras, mas o aquecimento do mercado possibilitou algumas manobras que surtiram resultado.</p>
<h4 id="quais-sao-os-principais-produtores-no-brasil" style="text-align: justify">Quais são os principais produtores no Brasil?</h4>
<p style="text-align: justify">A região Sul é consolidada como a mais importante com 31,1% do total (participava com 30,3% em 2019) e produção de 249.802 toneladas.</p>
<p style="text-align: justify">Enquanto isso, o Nordeste superou o Norte e torna-se a 2ª região mais produtiva, com 18,8% do total (151.240 t).</p>
<p style="text-align: justify">Contudo, o Norte (3ª região mais importante) está praticamente empatado percentualmente (149.804 t), com 18,6% da produção em 2020.</p>
<p style="text-align: justify">Na sequência, vêm a região Sudeste, que representou cerca de 17,5% (140.772 t), e o Centro-Oeste contribuiu com cerca de 13,8% do total da produção brasileira. Esta última região apresenta grande potencial produtivo e certamente será um dos mais importantes propulsores da piscicultura no futuro.</p>
<figure id="attachment_72511" aria-describedby="caption-attachment-72511" style="width: 686px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-72511 size-large" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Screenshot_2021-05-28-02-29-07-545_com.google.android.apps_.docs2_-686x1024.jpg" alt="Piscicultura" width="686" height="1024" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Screenshot_2021-05-28-02-29-07-545_com.google.android.apps_.docs2_-686x1024.jpg 686w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Screenshot_2021-05-28-02-29-07-545_com.google.android.apps_.docs2_-201x300.jpg 201w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Screenshot_2021-05-28-02-29-07-545_com.google.android.apps_.docs2_-768x1146.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Screenshot_2021-05-28-02-29-07-545_com.google.android.apps_.docs2_-1030x1536.jpg 1030w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Screenshot_2021-05-28-02-29-07-545_com.google.android.apps_.docs2_.jpg 1043w" sizes="(max-width: 686px) 100vw, 686px" /><figcaption id="caption-attachment-72511" class="wp-caption-text">Fonte: <a href="https://www.peixebr.com.br/anuario-2021/">Anuário Peixe BR 2021</a>.</figcaption></figure>
<h4 id="e-quanto-aos-estados-quais-os-mais-importantes" style="text-align: justify">E quanto aos estados, quais os mais importantes?</h4>
<p style="text-align: justify">Apoiada por cooperativas importantes, como <a href="http://www.copacol.com.br/">Copacol</a> e <a href="http://www.cvale.com.br/">C.Vale</a>, a piscicultura paranaense cresceu muito mais que o país como um todo.</p>
<p style="text-align: justify">Este modelo cooperativista ganha cada vez mais importância no estado, fez a produção de tilápia crescer 11,5% no Paraná e ampliou ainda mais a liderança do estado na produção de peixes no Brasil, com 172.000 toneladas em 2020 contra 154.200 toneladas em 2019.</p>
<p style="text-align: justify">São Paulo mantém a 2ª posição entre os estados produtores e teve bom crescimento (+6,9%) em 2020. Este avanço está ligado à regulamentação ambiental nos últimos dois anos, além de ser um grande centro consumidor (o que atrai investimentos).</p>
<p style="text-align: justify">Rondônia é o maior produtor de peixes nativos do Brasil, com 65.500 toneladas. Apesar da produção ter recuado 4,8% em 2020, o estado mantém-se na 3ª posição entre os estados produtores, ainda distante do 4º lugar, Santa Catarina, cuja produção cresceu 3% e atingiu 51.700 toneladas.</p>
<p style="text-align: justify">O aumento da produção de pangasius foi um importante ingrediente para o Maranhão ser o 5º maior produtor de peixes (47.700 toneladas, crescimento de 6%) em 2020, superando o Mato Grosso (2.600 toneladas, recuo de 5,3%).</p>
<p style="text-align: justify">Minas Gerais mantém-se na 7ª posição do ranking de estados produtores, com um tremendo salto de 14,8% na produção (44.300 t). Mato Grosso do Sul também ficou estável (8ª posição), com crescimento de 8,7% na produção (32.390 t).</p>
<p style="text-align: justify">Inversão de posição também nos 9º e 10º lugares, sendo que a Bahia superou Goiás (30.062 toneladas) e ficou em 9º, com 30.270 toneladas (+5,8%).</p>
<figure id="attachment_72510" aria-describedby="caption-attachment-72510" style="width: 667px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-72510 size-large" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Screenshot_2021-05-28-02-22-25-971_com.google.android.apps_.docs2_-667x1024.jpg" alt="piscicultura" width="667" height="1024" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Screenshot_2021-05-28-02-22-25-971_com.google.android.apps_.docs2_-667x1024.jpg 667w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Screenshot_2021-05-28-02-22-25-971_com.google.android.apps_.docs2_-195x300.jpg 195w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Screenshot_2021-05-28-02-22-25-971_com.google.android.apps_.docs2_-768x1179.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Screenshot_2021-05-28-02-22-25-971_com.google.android.apps_.docs2_-1001x1536.jpg 1001w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Screenshot_2021-05-28-02-22-25-971_com.google.android.apps_.docs2_.jpg 1073w" sizes="(max-width: 667px) 100vw, 667px" /><figcaption id="caption-attachment-72510" class="wp-caption-text">Fonte: <a href="https://www.peixebr.com.br/anuario-2021/">Anuário Peixe BR 2021</a>.</figcaption></figure>
<h4 id="e-quais-as-especies-mais-produzidas" style="text-align: justify">E quais as espécies mais produzidas?</h4>
<p style="text-align: justify">A tilápia foi o destaque de 2020!</p>
<figure id="attachment_72246" aria-describedby="caption-attachment-72246" style="width: 300px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-72246" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Tilápia-do-Nilo-Oreochromis-niloticus.png" alt="" width="300" height="135" /><figcaption id="caption-attachment-72246" class="wp-caption-text">Tilápia-do-nilo <em>(Oreochromis niloticus)</em>.</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify">A produção brasileira cresceu 12,5%, atingindo 486.155 toneladas (contra 432.149 t de 2021). Sendo assim, a espécie consolidou-se ainda mais no Brasil. Sua participação na produção total de peixes passou para 60.6% (57% para 2019).</p>
<figure style="width: 520px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.peixebr.com.br/anuario-2021/"><img loading="lazy" decoding="async" src="http://www.seafoodbrasil.com.br/images/noticias/tilapia_tabela_2021.jpg" alt="piscicultura" width="520" height="611" /></a><figcaption class="wp-caption-text">Fonte: <a href="https://www.peixebr.com.br/anuario-2021/">Anuário Peixe BR 2021</a>.</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify">Em segundo, destacam-se os peixes nativos (tambaqui e seus híbridos) sendo um segmento muito importante da piscicultura brasileira com 278.671 toneladas em 2020, porém, teve sua participação reduzida.</p>
<figure id="attachment_71823" aria-describedby="caption-attachment-71823" style="width: 350px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-71823 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Colossoma-macropomum.png" alt="" width="350" height="180" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Colossoma-macropomum.png 350w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Colossoma-macropomum-300x154.png 300w" sizes="(max-width: 350px) 100vw, 350px" /><figcaption id="caption-attachment-71823" class="wp-caption-text">Tambaqui <em>(Colossoma macropomum)</em>.</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify">Enquanto as outras espécies (carpa, truta e pangasius) mostraram bom desempenho, com crescimento de 10,9%. Destaque para o pangasius, que ganha espaço na produção – especialmente na região Nordeste. Em 2020, estas espécies somaram 38.104 toneladas.</p>
<figure id="attachment_73171" aria-describedby="caption-attachment-73171" style="width: 631px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://guiapescado.wwf.pt/"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-73171 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/20171027101908552318e-removebg-preview-e1623416218546.png" alt="" width="631" height="227" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/20171027101908552318e-removebg-preview-e1623416218546.png 631w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/20171027101908552318e-removebg-preview-e1623416218546-300x108.png 300w" sizes="(max-width: 631px) 100vw, 631px" /></a><figcaption id="caption-attachment-73171" class="wp-caption-text">Pangasius</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #333399"><em>Que este pequeno texto te <a style="color: #333399" href="https://blogdaengenharia.com/a-menina-cientista-que-voce-precisa-conhecer/">inspire</a> e proporcione uma noção do enorme mundo mágico que envolve a aquicultura, o mercado que gera bilhões e apresenta enorme importância para alimentar de forma sustentável e responsável a crescente população mundial e às gerações futuras <a style="color: #333399" href="https://blogdaengenharia.com/desenvolvimento-sustentavel-na-aquicultura/">com proteína saudável, magra, acessível e e ecologicamente correta</a>.</em></span></p>
<hr />
<p><span style="color: #ff0000">Fonte da foto destaque: <a style="color: #ff0000" href="https://www.instagram.com/joicianecruz/">@joicianecruz</a></span></p>
<hr />
<p style="text-align: center">Leia mais artigos do <a href="https://blogdaengenharia.com/">Blog da Engenharia</a> e da coluna <a href="https://blogdaengenharia.com/editoria/engenharia-de-pesca/">Engenharia de Pesca</a>.</p>
<p>The post <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-de-aquicultura/piscicultura-no-brasil-o-que-e-e-qual-a-importancia/">Piscicultura no Brasil: O que é e qual a importância?</a> appeared first on <a href="https://blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Desenvolvimento sustentável na aquicultura</title>
		<link>https://blogdaengenharia.com/secoes/colunistas-blog-da-engenharia/desenvolvimento-sustentavel-na-aquicultura/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=desenvolvimento-sustentavel-na-aquicultura</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ivanilson Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Mar 2021 11:00:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de Pesca]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Inferior]]></category>
		<category><![CDATA[#blogdaengenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Aquicultura]]></category>
		<category><![CDATA[Aquicultura sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[blogdaeengenharia]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia de pesca]]></category>
		<category><![CDATA[Ivanilson Santos]]></category>
		<category><![CDATA[ODS]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blogdaengenharia.com/?p=67737</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Agenda 2030 é um compromisso internacional assumido por mais de 180 países no mundo. Ela surge para&#8230;</p>
<p>The post <a href="https://blogdaengenharia.com/secoes/colunistas-blog-da-engenharia/desenvolvimento-sustentavel-na-aquicultura/">Desenvolvimento sustentável na aquicultura</a> appeared first on <a href="https://blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">A <a href="https://www.youtube.com/watch?v=j8L1CcanjT8"><strong><span style="color: #ff6600">Agenda 2030</span></strong></a> é um compromisso internacional assumido por mais de 180 países no mundo. Ela surge para ratificar a Agenda 21, mas com novos objetivos focados em <strong><span style="color: #ff6600">aspecto social</span></strong>. E para facilitar a popularização e deixar as coisas mais claras, a <a href="https://brasil.un.org/">ONU</a> definiu <a href="http://www.fao.org/sustainable-development-goals/goals/goal-1/en/">17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)</a>.</p>
<p><iframe title="UNESCO: The lab of ideas, the lab for change!" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/zt7l1Ky4-gQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p style="text-align: justify">Os países que fazem parte desse acordo têm a missão de cumprir com esses objetivos ou pelo menos gerarem uma série de ações importantes para que esses objetivos sejam atingidos.</p>
<p style="text-align: justify">Nesse sentido, todas as áreas do setor produtivo precisam se adaptar e conhecer cada um dos ODS para poder introduzir e trabalhar com os conceitos propostos.</p>
<p style="text-align: justify">E a Aquicultura é um dos setores que apresenta potencial enorme de adaptação às ideias introduzidas para manter o nosso planeta viável às gerações futuras.</p>
<p style="text-align: justify">Portanto, nesse artigo vamos conhecer um pouco como a aquicultura se insere nesses 17 objetivos da Agenda 2030.</p>
<h3 id="mas-afinal-como-a-aquicultura-pode-contribuir-com-cada-um-dos-ods" style="text-align: justify"><strong>Mas afinal, como a aquicultura pode contribuir com cada um dos ODS?</strong></h3>
<p style="text-align: justify">A Aquicultura é de grande importância para atingir esses objetivos e pode dar contribuições significativas muito mais fácil que outras áreas da produção e do consumo.</p>
<p style="text-align: justify">Além disso, hoje, a aquicultura brasileira fatura mais de um bilhão de dólares, fora a movimentação da economia que tem ao redor dessa atividade. Esse marco é extremamente significativo para qualquer setor em qualquer parte do mundo.</p>
<p style="text-align: justify">Portanto, esse setor aquícola apresenta contribuições relevantes com cada um dos objetivos do desenvolvimento Sustentável. <strong><em><span style="color: #ff6600">Vamos conferir!</span></em></strong></p>
<h3 id="ods-1" style="text-align: justify">ODS 1</h3>
<p style="text-align: justify"><a href="http://www.fao.org/sustainable-development-goals/goals/goal-1/en/"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-67739 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-1.png" alt="desenvolvimento sustentável" width="466" height="466" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-1.png 466w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-1-300x300.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-1-150x150.png 150w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-1-180x180.png 180w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-1-400x400.png 400w" sizes="(max-width: 466px) 100vw, 466px" /></a></p>
<p style="text-align: justify">A aquicultura é um excelente meio para acabar com a pobreza, pois trabalha com sistemas muito simples de implantar e de baixo custo que gera produtividade e lucro.</p>
<p style="text-align: justify">Várias produções, como a de ornamentais, podem ser instaladas em espaços muito pequenos, inclusive dentro das cidades e apresentar lucro.</p>
<p style="text-align: justify">Por outro lado, as grandes fazendas também geram emprego e renda para os trabalhadores.</p>
<p style="text-align: justify">Por isso a aquicultura tem papel importante para atender a essa meta de desenvolvimento sustentável. Porém, para que isso aconteça e seja mais valorizado é preciso a criação de políticas públicas voltadas para esse eixo. Os profissionais e pesquisadores precisam pensar nesse papel social de erradicação da pobreza, como o desenvolvimento de tecnologias adequadas ao modelo aplicado.</p>
<h3 id="ods-2" style="text-align: justify"><strong>ODS </strong><strong>2</strong></h3>
<p style="text-align: justify"><a href="http://www.fao.org/sustainable-development-goals/goals/goal-2/en/"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-67740 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-2.png" alt="desenvolvimento sustentável" width="466" height="466" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-2.png 466w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-2-300x300.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-2-150x150.png 150w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-2-180x180.png 180w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-2-400x400.png 400w" sizes="(max-width: 466px) 100vw, 466px" /></a></p>
<p style="text-align: justify">A aquicultura possui papel importantíssimo para mitigar a fome, alcançar a segurança alimentar e melhoria da nutrição e promover o desenvolvimento sustentável.</p>
<p style="text-align: justify">Essa atividade aquícola produz em espaço muito reduzido quantidades muito maiores que outros setores. Hoje, facilmente, os sistemas aquícolas produzem 20 toneladas de pescado em 1 hectare.</p>
<h3 id="ods-3" style="text-align: justify"><strong>ODS 3</strong></h3>
<p style="text-align: justify"><a href="http://www.fao.org/sustainable-development-goals/goals/goal-3/en/"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-67741 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-3.png" alt="desenvolvimento sustentável" width="466" height="466" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-3.png 466w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-3-300x300.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-3-150x150.png 150w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-3-180x180.png 180w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-3-400x400.png 400w" sizes="(max-width: 466px) 100vw, 466px" /></a></p>
<p style="text-align: justify">A alimentação proveniente de pescado é altamente saudável. O pescado é rico em ácidos graxos essenciais, aminoácidos essenciais e vários minerais, que proporciona uma alimentação de qualidade e acessível. Mais ainda, é possível produzir fármacos e nutracêuticos a partir de organismos aquáticos, porém, é uma área pouco explorada no Brasil.</p>
<p style="text-align: justify">Por isso, a aquicultura pode assegurar uma vida saudável e promover bem-estar para todas e todos, em todas as idades.</p>
<h3 id="ods-4" style="text-align: justify"><strong>ODS 4</strong></h3>
<p style="text-align: justify"><a href="http://www.fao.org/sustainable-development-goals/goals/goal-4/en/"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-67742 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-4.png" alt="desenvolvimento sustentável" width="466" height="466" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-4.png 466w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-4-300x300.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-4-150x150.png 150w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-4-180x180.png 180w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-4-400x400.png 400w" sizes="(max-width: 466px) 100vw, 466px" /></a></p>
<p style="text-align: justify">Através da aquicultura é possível usar muitos modelos para assegurar educação inclusiva e equitativa e de qualidade, e promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todas e todos. Nesse sentido, destaca-se o ensino de diversas áreas, como biologia, ecologia, meio ambiente, entre outras.</p>
<p style="text-align: justify">Além disso, é possível implantar diversos projetos na área de aquicultura em escolas e comunidades.</p>
<p style="text-align: justify">A aquaponia é uma das ideias mais queridinhas e é muito praticada em diversos países.</p>
<p style="text-align: justify">Além disso, vários profissionais de aquicultura começaram a usar as redes sociais como ferramenta para ensinar ciência, tecnologia e engenharia, principalmente em 2020 em virtude da <a href="https://www.who.int/health-topics/coronavirus#tab=tab_1">pandemia</a>. A seguir listo alguns de vários profissionais que acompanho:</p>
<ul style="text-align: justify">
<li><a href="https://www.instagram.com/aquaculturebrasil/">Aquaculture Brasil</a>;</li>
<li><a href="https://www.instagram.com/soraiadallagnol/">Aquasucesso</a>;</li>
<li><a href="https://www.instagram.com/engpesc_/">EngPesc Rádio Web</a>;</li>
<li><a href="https://www.instagram.com/vaiaqua/">Vai Aqua</a>;</li>
<li><a href="https://www.instagram.com/lcmufsc/">LCM UFSC</a>;</li>
<li><a href="https://www.instagram.com/psfcamarao/">PSF Camarão</a>;</li>
<li><a href="https://www.instagram.com/adri_acua/">Adriana da Silva</a>;</li>
<li><a href="https://www.instagram.com/aquaempreendedorismo/">Aqua Empreendedorismo</a>;</li>
<li><a href="https://www.instagram.com/aquiculturaparaelas/">Aquicultura para Elas</a>;</li>
<li><a href="https://www.instagram.com/pop_algae/">POPALGAE</a>;</li>
<li><a href="https://www.instagram.com/triangulodocamarao/">Triangulo do Camarão</a>;</li>
<li><a href="https://www.instagram.com/aquainaction/">Aquaculture in Action</a>.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify">Desse modo, a aquicultura é sem dúvida um importante veículo para promover educação de qualidade e acessível em nosso país, tanto presencial como também de forma on-line.</p>
<h3 id="ods-5" style="text-align: justify"><strong>ODS 5</strong></h3>
<p style="text-align: justify"><a href="http://www.fao.org/sustainable-development-goals/goals/goal-5/en/"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-67743 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-5.png" alt="desenvolvimento sustentável" width="466" height="466" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-5.png 466w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-5-300x300.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-5-150x150.png 150w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-5-180x180.png 180w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-5-400x400.png 400w" sizes="(max-width: 466px) 100vw, 466px" /></a></p>
<p style="text-align: justify">Esse objetivo tem sido um dos mais considerados pela ONU, pois as mulheres em muitas regiões do mundo são muito massacradas e têm poucas oportunidades.</p>
<p style="text-align: justify">De acordo com a <a href="http://www.fao.org/home/en/">FAO (2020)</a>, em torno de 50% das mulheres trabalham na pós-despesca em vários setores de produção. Enquanto na atividade primária de produção só tem 14% de mulheres atuando.</p>
<p style="text-align: justify">Nesse sentido, é preciso aumentar o número de mulheres nessa área de produção.</p>
<p style="text-align: justify">Esses dados são globais, mas o Brasil é semelhante. Embora na produção de algas o país conta com uma grande quantidade de mulheres essa produção ainda é muito pequena.</p>
<p style="text-align: justify">Na carcinicultura marinha, por exemplo, a produção primária é dominada por homens. Já na piscicultura muitas vezes tem mulheres, assim como na administração dos setores de produção.</p>
<p style="text-align: justify">Portanto, com esse objetivo será possível reduzir essas diferenças e não é difícil, pois em nível de pesquisa existe mais mulheres que homens.</p>
<h3 id="ods-6" style="text-align: justify"><strong>ODS 6</strong></h3>
<p style="text-align: justify"><a href="http://www.fao.org/sustainable-development-goals/goals/goal-6/en/"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-67744 aligncenter" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-6.png" alt="" width="466" height="466" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-6.png 466w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-6-300x300.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-6-150x150.png 150w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-6-180x180.png 180w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-6-400x400.png 400w" sizes="(max-width: 466px) 100vw, 466px" /></a></p>
<p style="text-align: justify">A aquicultura precisa se adaptar melhor com essa meta para não poluir a água potável, respeitando as capacidades suporte de forma adequada.</p>
<p style="text-align: justify">Porém, é um setor que já contribui com esse ODS, pois muitos sistemas de cultivo descartam água melhor do que a água que recebe através do abastecimento. <span style="font-size: 1.21429rem">A água que sai dos viveiros, em muitos casos, tem muito mais qualidade, ou seja, possui mais nutrientes do que a água que recebem.</span></p>
<p style="text-align: justify">Logo, a aquicultura já realiza o processo de mitigação com os sistemas de produção sustentáveis aplicados.</p>
<p style="text-align: justify">Além disso, os viveiros aumentam a taxa de infiltração e, consequentemente, aumenta a recarga dos aquíferos, contribuindo também para o aumento de água potável através da filtração dessa água pelo próprio solo.</p>
<p style="text-align: justify">Em vários países do leste europeu, os aquicultores cuidam do fornecimento da água para as cidades. Isto é, eles produzem o pescado nos reservatórios de água e são os responsáveis por manter a qualidade dessa água.</p>
<p style="text-align: justify">Embora esse modelo seja perfeitamente viável por servir como fonte de armazenamento de água potável, ele também pode ser uma fonte severa de poluição.</p>
<h3 id="ods-7" style="text-align: justify"><strong>ODS 7</strong></h3>
<p style="text-align: justify"><a href="http://www.fao.org/sustainable-development-goals/goals/goal-7/en/"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-67745 aligncenter" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-7.png" alt="" width="466" height="466" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-7.png 466w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-7-300x300.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-7-150x150.png 150w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-7-180x180.png 180w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-7-400x400.png 400w" sizes="(max-width: 466px) 100vw, 466px" /></a></p>
<p style="text-align: justify">Esse ODS busca assegurar o acesso confiável, sustentável, moderno e a preço acessível à energia para todas e todos. Baseado nesse cenário, as microalgas têm sido <a href="https://www.aquaculturebrasil.com/coluna/37/microalgas-e-a-producao-de-biocombustiveis-%E2%80%93-situacao-atual">propostas e consideradas como uma potencial alternativa</a> para atingir essa meta.</p>
<h3 id="ods-8" style="text-align: justify"><strong>ODS 8</strong></h3>
<p style="text-align: justify"><a href="http://www.fao.org/sustainable-development-goals/goals/goal-8/en/"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-67746 aligncenter" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-8.png" alt="" width="466" height="466" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-8.png 466w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-8-300x300.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-8-150x150.png 150w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-8-180x180.png 180w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-8-400x400.png 400w" sizes="(max-width: 466px) 100vw, 466px" /></a></p>
<p style="text-align: justify">O ODS 8 objetiva promover o crescimento econômico sustentado, inclusivo e sustentável, emprego pleno e produtivo e trabalho decente para todas e todos. A aquicultura pode sim gerar um trabalho decente com todos os requisitos de um emprego seguro e as pessoas podem ter satisfação e ganhar salários adequados/dignos.</p>
<h3 id="ods-9" style="text-align: justify"><strong>ODS 9</strong></h3>
<p style="text-align: justify"><a href="http://www.fao.org/sustainable-development-goals/goals/goal-9/en/"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-67747 aligncenter" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-9.png" alt="" width="466" height="466" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-9.png 466w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-9-300x300.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-9-150x150.png 150w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-9-180x180.png 180w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-9-400x400.png 400w" sizes="(max-width: 466px) 100vw, 466px" /></a></p>
<p style="text-align: justify">ODS que objetiva construir infraestruturas resilientes, promover a industrialização inclusiva e sustentável e fomentar a inovação. E a aquicultura precisa de inovações e não precisam ser mirabolantes, pois inovações simples muitas vezes trazem resultados melhores e aumenta a quantidade de emprego.</p>
<p style="text-align: justify">Essas inovações precisam ter potencial de aplicação na prática, pois não adianta ficar apenas no papel/artigo científico ou até mesmo privado.</p>
<h3 id="ods-10" style="text-align: justify"><strong>ODS 10</strong></h3>
<p style="text-align: justify"><a href="http://www.fao.org/sustainable-development-goals/goals/goal-10/en/"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-67748 aligncenter" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-10.png" alt="" width="466" height="466" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-10.png 466w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-10-300x300.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-10-150x150.png 150w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-10-180x180.png 180w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-10-400x400.png 400w" sizes="(max-width: 466px) 100vw, 466px" /></a></p>
<p style="text-align: justify">O ODS 10 tem como missão reduzir as desigualdades dentro dos países e entre eles.</p>
<p style="text-align: justify">Sendo assim, é preciso muito cuidado para a aquicultura não gerar mais desigualdade e isso se faz com salário justo e sem a concentração de renda na mão de poucos, e quando se tem uma estrutura com pequenos produtores é mais fácil fazer uma política voltada para eles, gerando essa redução de desigualdades.</p>
<h3 id="ods-11" style="text-align: justify"><strong>ODS 11</strong></h3>
<p style="text-align: justify"><a href="http://www.fao.org/sustainable-development-goals/goals/goal-11/en/"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-67749 aligncenter" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-11.png" alt="" width="466" height="466" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-11.png 466w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-11-300x300.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-11-150x150.png 150w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-11-180x180.png 180w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-11-400x400.png 400w" sizes="(max-width: 466px) 100vw, 466px" /></a></p>
<p style="text-align: justify">A aquicultura urbana é uma realidade e conta com um contingente enorme de produtores de peixes, ornamentais e outros organismos aquáticos.</p>
<p style="text-align: justify">É possível implantar vários projetos como a aquaponia, que é uma realidade já existente. Esse tipo de sistema pode ser usado para consumo próprio e ser construído até no terraço de um apartamento ou no pátio de uma escola.</p>
<p style="text-align: justify">Com isso a cidade deixaria de ser apenas uma geradora de lixo para ser também um produtor de alimentos que pode ser de altíssimo interesse econômico.</p>
<h3 id="ods-12" style="text-align: justify"><strong>ODS 12</strong></h3>
<p style="text-align: justify"><a href="http://www.fao.org/sustainable-development-goals/goals/goal-12/en/"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-67750 aligncenter" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-12.png" alt="" width="466" height="466" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-12.png 466w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-12-300x300.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-12-150x150.png 150w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-12-180x180.png 180w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-12-400x400.png 400w" sizes="(max-width: 466px) 100vw, 466px" /></a></p>
<p style="text-align: justify">O ODS 12 objetiva assegurar padrões de produção e de consumo sustentável. A produção/desenvolvimento sustentável se baseia em economia circular e pós-pandemia todos analistas afirmam que haverá um deslocamento da economia neoclássica para a circular, que é aquela que se baseia na circulação interna dos produtos.</p>
<p style="text-align: justify">Por outro lado, os sistemas integrados, denominados como aquicultura multitrófica vêm apresentando papel fundamental para garantir produções sustentáveis.</p>
<h3 id="ods-13" style="text-align: justify"><strong>ODS 13</strong></h3>
<p style="text-align: justify"><a href="http://www.fao.org/sustainable-development-goals/goals/goal-13/en/"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-67751 aligncenter" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-13.png" alt="" width="466" height="466" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-13.png 466w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-13-300x300.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-13-150x150.png 150w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-13-180x180.png 180w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-13-400x400.png 400w" sizes="(max-width: 466px) 100vw, 466px" /></a></p>
<p style="text-align: justify">A aquicultura pode mitigar os problemas climáticos. Existem vários sistemas de produção que absorvem CO<sub>2</sub>, por exemplo a produção de algas e de moluscos bivalves. Ainda mais, vários outros sistemas de produção em viveiros, sistemas integrados principalmente, absorvem o CO<sub>2</sub> ao invés de emitir.</p>
<p style="text-align: justify">Para isso, é preciso embasar a produção no maior uso do alimento natural para reduzir o uso de ração, que é o principal custo das produções.</p>
<h3 id="o-ods-14" style="text-align: justify"><strong>O ODS 14</strong></h3>
<p style="text-align: justify"><a href="http://www.fao.org/sustainable-development-goals/goals/goal-14/en/"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-67752 aligncenter" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-14.png" alt="" width="466" height="466" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-14.png 466w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-14-300x300.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-14-150x150.png 150w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-14-180x180.png 180w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-14-400x400.png 400w" sizes="(max-width: 466px) 100vw, 466px" /></a></p>
<p style="text-align: justify">Por mais difícil que seja admitir, há um limite de recursos pesqueiros. À medida que nos aproximamos desse limite, <a href="https://blogdaengenharia.com/a-aquicultura-na-protecao-dos-oceanos/">a aquicultura entra como um suplemento para alimentar a crescente população mundial</a> com proteína de qualidade e ecologicamente correta. Por outro lado, é possível produzir formas jovens para repovoar ambientes naturais. Assim, garantindo a conservação da vida na água.</p>
<h3 id="ods-15" style="text-align: justify"><strong>ODS 15</strong></h3>
<p style="text-align: justify"><a href="http://www.fao.org/sustainable-development-goals/goals/goal-15/en/"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-67753 aligncenter" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-15.png" alt="" width="466" height="466" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-15.png 466w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-15-300x300.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-15-150x150.png 150w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-15-180x180.png 180w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-15-400x400.png 400w" sizes="(max-width: 466px) 100vw, 466px" /></a></p>
<p style="text-align: justify">Mas a aquicultura pode contribuir com a vida terrestre? Sim, de muitas formas. Podemos ter melhoria do clima devido ao acúmulo de água, também a <span style="font-size: 1.21429rem">evaporação gera mais chuvas, o que melhora o ambiente terrestre.</span></p>
<p style="text-align: justify">Ademais, as áreas aquícolas servem para aves migratórias e uma gama de organismos. Claro que existe predadores, mas muitos não predam os organismos cultivados.</p>
<h3 id="ods-16" style="text-align: justify"><strong>ODS 16</strong></h3>
<p style="text-align: justify"><a href="http://www.fao.org/sustainable-development-goals/goals/goal-16/en/"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-67754 aligncenter" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-16.png" alt="" width="466" height="466" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-16.png 466w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-16-300x300.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-16-150x150.png 150w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-16-180x180.png 180w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-16-400x400.png 400w" sizes="(max-width: 466px) 100vw, 466px" /></a></p>
<p style="text-align: justify">Existem várias organizações para promover a união e a organização dos aquicultores para inserir a aquicultura no ODS 16 com paz, justiça e instituições fortes e eficazes.</p>
<h3 id="ods-17" style="text-align: justify"><strong>ODS 17</strong></h3>
<p style="text-align: justify"><a href="http://www.fao.org/sustainable-development-goals/goals/goal-17/en/"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-67755 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-17.png" alt="desenvolvimento sustentável" width="466" height="466" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-17.png 466w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-17-300x300.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-17-150x150.png 150w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-17-180x180.png 180w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-17-400x400.png 400w" sizes="(max-width: 466px) 100vw, 466px" /></a></p>
<p style="text-align: justify">As parcerias internacionais são muito comuns na área da pesquisa e o <a href="https://aquavitaeproject.eu/">projeto AquaVitae</a> é um exemplo disso &#8211; H2020 formado por 36 parceiros de 15 países diferentes que desenvolve soluções para o desenvolvimento sustentável da aquicultura.</p>
<p style="text-align: justify">Essa parceria é muito importante, pois objetiva desenvolver protótipos com a missão de introduzir novas espécies, além de novos produtos e processos nas cadeias de valor da aquicultura marinha e de água doce nos países banhados pelo oceano Atlântico.</p>
<h3 id="conclusao" style="text-align: justify">Conclusão</h3>
<p style="text-align: justify">Em síntese, a aquicultura pode contribuir significativamente para contribuir e atingir todos os objetivos para o desenvolvimento sustentável da Agenda 2030.<span style="color: #ff6600"> Só depende de nós!</span> As duas ações básicas que precisamos realizar são:</p>
<ol>
<li style="text-align: justify">Conhecer a Agenda 2030 e se empenhar para que os sistemas de produção se adequem aos ODS;</li>
<li style="text-align: justify">Mostrar para a sociedade que a aquicultura já contribui significativamente com os ODS e pode contribuir cada vez mais.</li>
</ol>
<hr />
<p style="text-align: center">Leia mais artigos do <a href="https://blogdaengenharia.com/">Blog da Engenharia</a> e da coluna <a href="https://blogdaengenharia.com/editoria/engenharia-de-pesca/">Engenharia de Pesca</a>.</p>
<p>The post <a href="https://blogdaengenharia.com/secoes/colunistas-blog-da-engenharia/desenvolvimento-sustentavel-na-aquicultura/">Desenvolvimento sustentável na aquicultura</a> appeared first on <a href="https://blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Você sabe a importância da inspeção no Sistema de Alarme de Incêndio?</title>
		<link>https://blogdaengenharia.com/secoes/colunistas-blog-da-engenharia/voce-sabe-importancia-da-inspecao-anual-do-sistema-de-alarme-de-incendio/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=voce-sabe-importancia-da-inspecao-anual-do-sistema-de-alarme-de-incendio</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Darlessandro Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Dec 2020 11:03:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia de Segurança do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[alarme]]></category>
		<category><![CDATA[blogdaeengenharia]]></category>
		<category><![CDATA[bombeiros]]></category>
		<category><![CDATA[combateaincendio]]></category>
		<category><![CDATA[corpodebombeiro]]></category>
		<category><![CDATA[incêndio]]></category>
		<category><![CDATA[sistema]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema de Alarme de Incêndio]]></category>
		<category><![CDATA[SistemadeAlarmedeIncêndio]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blogdaengenharia.com/?p=64405</guid>

					<description><![CDATA[<p>Pela falta de inspeção no Sistema de Alarme de Incêndio, ocorreram inúmeros incêndios no território brasileiro, e marcou&#8230;</p>
<p>The post <a href="https://blogdaengenharia.com/secoes/colunistas-blog-da-engenharia/voce-sabe-importancia-da-inspecao-anual-do-sistema-de-alarme-de-incendio/">Você sabe a importância da inspeção no Sistema de Alarme de Incêndio?</a> appeared first on <a href="https://blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pela falta de inspeção no Sistema de Alarme de Incêndio, ocorreram inúmeros incêndios no território brasileiro, e marcou negativamente a imagem do Brasil.</p>
<p>Por isso, fizemos uma matéria especial para esclarecer mais esse assunto. Ficou curioso, continue conosco e leia a matéria até o final.</p>
<h3 id="sua-edificacao-ou-propriedade-ja-fez-uma-inspecao-do-sistema-de-alarme-de-incendio-este-ano">Sua edificação ou propriedade já fez uma inspeção do Sistema de Alarme de Incêndio este ano?</h3>
<p>Os sistemas de alarme de incêndio são elementos vitais para a segurança e proteção de sua propriedade, seja ela residencial ou comercial. São eles os responsáveis por garantir que os ocupantes da edificação sejam notificados e avisados em caso de incêndio.</p>
<p>Eles também podem ser os responsáveis por alertar o corpo de bombeiros para atender e apagar os incêndios. Isso poderá garantir que as pessoas da edificação saiam com segurança do prédio.</p>
<figure id="attachment_64473" aria-describedby="caption-attachment-64473" style="width: 2560px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/12/s76s64umxpo-scaled.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-64473 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/12/s76s64umxpo-scaled.jpg" alt="sistemas de alarme de incêndio" width="2560" height="1707" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/12/s76s64umxpo-scaled.jpg 2560w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/12/s76s64umxpo-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/12/s76s64umxpo-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/12/s76s64umxpo-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/12/s76s64umxpo-1536x1024.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/12/s76s64umxpo-2048x1365.jpg 2048w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></a><figcaption id="caption-attachment-64473" class="wp-caption-text">&#8221; Não negligencie o que está no seu controle, pois um sinistro trás prejuízos inimagináveis&#8221;</figcaption></figure>
<p>Mas, apenas ter um Sistema de Alarme de Incêndio não garante que a operação aconteça com sucesso. O seu sistema de alarme de incêndio deve passar por uma manutenção e inspeção anual para garantir que está em pleno e perfeito funcionamento.</p>
<h3 id="a-inspecao-anual">A Inspeção Anual</h3>
<p>Uma Inspeção Anual do Sistema de Alarme de Incêndio, envolve muito mais do que disparar um alarme sonoro e confirmar se as sirenes soam e os sinalizadores luminosos de emergência piscam, embora o teste destes dispositivos seja um passo fundamental da inspeção.</p>
<p>Os sistemas de alarmes de incêndio atuais e modernos, integram-se totalmente com outros sistemas da edificação e podem ser com ou sem fios.</p>
<p>Uma adequada Inspeção Anual do Sistema de Alarme de Incêndio deve ser realizada por profissional qualificado e capacitado.</p>
<p>Este trabalho envolve critério e conhecimento especializado para se certificar de que todos os componentes estão funcionando nas condições ideais.</p>
<figure id="attachment_64267" aria-describedby="caption-attachment-64267" style="width: 2560px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-64267 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/11/eygjo3q9zz4-scaled.jpg" alt="man in black jacket and black pants standing near burning fire" width="2560" height="1707" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/11/eygjo3q9zz4-scaled.jpg 2560w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/11/eygjo3q9zz4-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/11/eygjo3q9zz4-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/11/eygjo3q9zz4-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/11/eygjo3q9zz4-1536x1024.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/11/eygjo3q9zz4-2048x1365.jpg 2048w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /><figcaption id="caption-attachment-64267" class="wp-caption-text">&#8221; Faça todo esforço para ter colaboradores treinados e aptos a combater um incêndio, pois isso pode salvar vidas &#8220;</figcaption></figure>
<p>A energia elétrica poderá faltar durante a ocorrência de um incêndio. Por isso, todo o sistema de alarme de incêndio precisa de uma fonte de alimentação de backup, como bateria ou nobreak, que garante o funcionamento do sistema por tempo suficiente para o sistema desempenhar a sua função.</p>
<p>Em muitos casos é o próprio corpo de bombeiros que corta a energia  para não haver risco de choque elétrico durante o combate ao incêndio. Isto se dá devido ao fato de que na maioria dos casos o componente do extintor utilizado no combate é a base de água.</p>
<p>Pode parecer lógico, mas na prática nem sempre é, então precisam ser testadas as bateria que compõem o sistema de alarme de incêndio. É necessário verificar a carga, a voltagem e amperagem para confirmar se todos os dispositivos do sistema funcionarão corretamente.</p>
<p>Em muitos sistemas, inclui-se gabinetes de fonte de alimentação como banco de baterias centralizadas e adicionais. Como resultado, eles alimentam os dispositivos de notificação, suportes de porta e outros dispositivos alimentados que a Central de Alarme de Incêndio (CAI) aciona.</p>
<h3 id="os-equipamentos-e-dispositivos-do-sistema-de-alarme-de-incendio-e-panico">Os equipamentos e dispositivos do Sistema de Alarme de Incêndio e pânico</h3>
<p>Os equipamentos e dispositivos de <a href="https://www.intelbras.com/pt-br/seguranca-eletronica/incendio">Sistema de Alarme de Incêndio e pânico</a> que se conectam à Central de Alarme de Incêndio (CAI) sãode acionamento, controle e supervisão.</p>
<p>Eles são detectores de fumaça e de calor, detectores de duto, interruptores do sistema de ventilação, interruptores de fluxo de água do sistema de sprinkler e vários outros supervisores dos sistemas auxiliares que protegem a sua edificação, e por consequência, o seu patrimônio.</p>
<p>Durante uma inspeção anual dos sistemas de alarmes de incêndio, um engenheiro especializado testa e inspeciona visualmente a condição e o funcionamento de todos o sistema.</p>
<p>Isso garante que todos os dispositivos e equipamentos do sistema de alarme de incêndio funcionarão corretamente.</p>
<p>Atenderão também aos requisitos e padrões de exigências das (NR) &#8211; Normas reguladoras e do Corpo de Bombeiros de seu estado. Isso também garantirá que a Central de Alarme de Incêndio (CAI) responda corretamente a cada dispositivo e evitará alarmes e acionamentos falsos, o que leva ao descredito do sistema.</p>
<h3 id="o-relatorio-de-inspecao-anual">O relatório de inspeção anual</h3>
<p>O Corpo de Bombeiros requer um responsável técnico qualificado e habilitado no CREA para realizar a inspeção e documentar todos os testes e inspeções em um laudo técnico e apresentação da ART.</p>
<p>Isso significa que cada dispositivo de supervisão e monitoramento foram confirmados e acionados. Cada dispositivo ou equipamento especificado tem uma indicação clara sobre seu funcionamento e os resultados dos testes de acionamento e alcance sonoro das sirenes.</p>
<figure id="attachment_60248" aria-describedby="caption-attachment-60248" style="width: 1024px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-60248 size-large" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/05/593333-1024x605.jpg" alt="sistemas de alarme de incêndio" width="1024" height="605" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/05/593333-1024x605.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/05/593333-300x177.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/05/593333-768x454.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/05/593333-1536x907.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/05/593333.jpg 2000w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-60248" class="wp-caption-text">&#8221; Pense no planejamento do seu negócio, mas não se esqueça de planejar coisas importantes, como a segurança do seu patrimônio e colaboradores &#8220;</figcaption></figure>
<p>O Relatório de Inspeção inclui também todas as deficiências e correções encontradas durante a vistoria e testes. Este é um registro para que uma manutenção preventiva possa ser programada e agendada.</p>
<p>Como resultado, os reparos subsequentes garantirão que o sistema esteja operando conforme o projeto originalmente aprovado pelo Corpo de Bombeiros no momento da instalação.</p>
<p>Um laudo de Inspeção Anual do Sistema de Alarme de Incêndio completo, compatível e atualizado, pode ser solicitado pelos bombeiros a qualquer momento. Este laudo é primordial para seguradoras ou investigações em casos sinistros e de caráter obrigatório.</p>
<p>The post <a href="https://blogdaengenharia.com/secoes/colunistas-blog-da-engenharia/voce-sabe-importancia-da-inspecao-anual-do-sistema-de-alarme-de-incendio/">Você sabe a importância da inspeção no Sistema de Alarme de Incêndio?</a> appeared first on <a href="https://blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
