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	<title>engenharia aeronautica Archives | Blog da Engenharia</title>
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	<title>engenharia aeronautica Archives | Blog da Engenharia</title>
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		<title>Conheça a Engenharia Aeronáutica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação BdE]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Jan 2023 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia Aeronáutica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O profissional formado em Engenharia Aeronáutica, trabalha com a construção, o desenvolvimento, e a realização de manutenções em&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">O profissional formado em Engenharia Aeronáutica, trabalha com a construção, o desenvolvimento, e a realização de manutenções em helicópteros, aeronaves, foguetes, satélites&#8230;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">É esse engenheiro que estará apto a ser o responsável pelo projeto, fabricação, manutenção, fiscalização e outras coisas mais desses móveis. </span><em><span style="font-weight: 400; color: #ff6600;">Já podemos começar a voar?</span></em></p>
<h3 id="como-o-engenheiro-aeronautico-trabalha" style="text-align: justify;"><b>Como o Engenheiro Aeronáutico trabalha?</b></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">O engenheiro aeronáutico entende de aviões, helicópteros, drones, asas delta, planadores e mísseis, logo ele consegue trabalhar em empresas relacionadas. Além disso, esse engenheiro também trabalha no projeto e lançamento de veículos espaciais, se ele se especializar nessa área poderá até fazer sua operação. Já dá pra ficar ansioso né?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Na área de projeto, desde o desenho da estrutura da aeronave e seus componentes é o engenheiro aeronáutico que executa, até a definição de quais materiais serão utilizados, criação de protótipos das peças e realização de testes antes de serem produzidas em escala industrial. No mínimo desafiador, não é mesmo?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Além disso, você como engenheiro aeronáutico será capaz de projetar e implantar sistemas de funcionamento das aeronaves, como motores, sensores e instrumentos de controle. Então na fabricação, poderá definir as especificações de alguns mecanismos como a alimentação de combustível, a pressurização da cabine e o trem de pouso.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Para a área de manutenção, você irá coordenar e realizar serviços de manutenção e reparos em aeronaves e helicópteros. E como as aeronaves, principalmente as de uso comercial, precisam ser vistoriadas periodicamente, você, engenheiro aeronáutico realizará manutenções preventivas analisando o estado de conservação e funcionamento de estruturas, sistemas de controle e equipamentos das aeronaves.</span></p>
<h3 id="fiscalizacao-e-sistematica">Fiscalização e Sistemática</h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Na fiscalização de aviação civil, você uma vez Engenheiro Aeronáutico, poderá trabalhar checando se todas as normas estão sendo cumpridas, e terá uma rotina de inspeções, analisando os mínimos detalhes pra checar se uma norma está sendo cumprida.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Na parte sistemática, ligada aos programas que controlam os pequenos detalhes da aeronave, como a pressurização da cabine, os trens de pouso e tudo mais, o engenheiro aeronáutico é contratado para projetar, instalar e testar o sistema relacionado com esses detalhes.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Além de toda essa responsabilidade o engenheiro aeronáutico também é capaz de administrar qualquer empresa, tanto relacionada à Aeronáutica quanto outras que tenham ênfase em finanças.</span></p>
<h3 id="onde-voce-como-engenheiro-aeronautico-podera-trabalhar" style="text-align: justify;"><b>Onde você como Engenheiro Aeronáutico poderá trabalhar?</b></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Se você se formar Engenheiro Aeronáutico pode trabalhar com helicópteros, planadores e todos os tipos de aviões e também com foguetes, satélites e sondas espaciais.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Será o responsável pela realização de reparos e pelas inspeções periódicas da estrutura e dos equipamentos, como asas, motores e fuselagem. Poderá cuidar também dos&nbsp;sensores e instrumentos de controle.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Pode encontrar oportunidades em diversas indústrias do Setor Aeroespacial e de Defesa, principalmente as fábricas de aviões e helicópteros, nas empresas que fabricam e desenvolvem peças de reposição para a manutenção das aeronaves, empresas de transporte aéreo (de passageiros ou de cargas), empresas de consultoria e em institutos de pesquisa aeroespacial.&nbsp;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Também se pode optar por atuar na carreira militar, prestando seus serviços para a Força Aérea Brasileira, ou atuar em obras e serviços relacionados com a infraestrutura aeronáutica, como construção de aeroportos e gerenciamento de tráfego aéreo.</span><span style="font-weight: 400;">&nbsp;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Como tudo está em contato com o ar, alguns fabricantes de carros também contratam esses engenheiros para o desenvolvimento de tecnologias relacionadas à aerodinâmica.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Mas não para por aí, você poderá atuar em obras e serviços ligados à infraestrutura aeronáutica, como a construção de aeroportos, o planejamento de linhas e o gerenciamento de tráfego aéreo.&nbsp;</span></p>
<h3 id="conclusao" style="text-align: justify;"><b>Conclusão</b></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">O fato de ter que estar sempre atualizado sobre as tendências do setor e acompanhar os avanços tecnológicos ser fundamental para este engenheiro manter sua competitividade no mercado de trabalho, é importante ressaltar que a indústria aeronáutica no Brasil é uma das maiores do mundo. O que significa que este é um mercado aquecido, e que a produção e comercialização de aeronaves está em alta.</span></p>
<hr>
<p style="text-align: center;"><a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia-aeroespacial-o-que-e/">Engenharia Espacial o que é?</a></p>
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		<title>O futuro chegou: carros voadores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cayo César Nascimento Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Nov 2022 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Curiosidades da Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Aeronáutica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A fabricante de eletrônicos chinesa XPeng AeroHT, que tem como seu principal rival a Tesla, fez o teste&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A fabricante de eletrônicos chinesa XPeng AeroHT, que tem como seu principal rival a Tesla, fez o teste de voo em público do <strong>XPeng X2</strong>, um carro voador elétrico.</p>



<p>Quem assistiu ao filme<strong> “De volta para o futuro”</strong> vai lembras das ideias futurísticas de carros voadores. Hoje, as perspectivas trazidas no longa são realidades.</p>



<h3 id="xpeng-x2" class="wp-block-heading">XPeng X2</h3>



<p>Feito em fibra de carbono, o carro do futuro pesa cerca de 560 kg. Tem 8 motores com hélices, uma em cada extremidade, o que gera capacidade para decolar com um peso total de 760 kg, chegando a 130 km/h.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="682" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/carro-voador-chines-1024x682.png" alt="" class="wp-image-85308" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/carro-voador-chines-1024x682.png 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/carro-voador-chines-300x200.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/carro-voador-chines-768x511.png 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/carro-voador-chines-1536x1022.png 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/carro-voador-chines-2048x1363.png 2048w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/carro-voador-chines-18x12.png 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/carro-voador-chines-380x253.png 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/carro-voador-chines-800x533.png 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/carro-voador-chines-1160x772.png 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/carro-voador-chines-600x399.png 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/carro-voador-chines.png 2662w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>XPeng X2.</figcaption></figure>



<p>É classificado como aeronave elétrica de decolagem e pouso na vertical (eVTOL). Possui dois modos de operação: um manual e um <a href="https://blogdaengenharia.com/carreira/carros-sem-motorista-ja-sao-testados-no-brasil/">100% autônomo</a>, onde, neste último, o carro faz o trajeto de acordo com o que foi programado no seu sistema.</p>



<p>No último dia 11 de outubro, realizou um voo de teste de 90 minutos em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos.</p>



<p>Segundo a agência britânica <em><a href="https://www.reuters.com/technology/chinese-flying-car-makes-first-public-flight-dubai-2022-10-11/">Reuters</a></em>, o voo foi “base importante para a próxima geração de carros voadores.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="544" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/xpeng-x2-voo-dubai-emirados-arabes-6t-1-1024x544.jpg" alt="" class="wp-image-85309" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/xpeng-x2-voo-dubai-emirados-arabes-6t-1-1024x544.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/xpeng-x2-voo-dubai-emirados-arabes-6t-1-300x159.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/xpeng-x2-voo-dubai-emirados-arabes-6t-1-768x408.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/xpeng-x2-voo-dubai-emirados-arabes-6t-1-18x10.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/xpeng-x2-voo-dubai-emirados-arabes-6t-1-380x202.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/xpeng-x2-voo-dubai-emirados-arabes-6t-1-800x425.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/xpeng-x2-voo-dubai-emirados-arabes-6t-1-1160x616.jpg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/xpeng-x2-voo-dubai-emirados-arabes-6t-1-600x319.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/xpeng-x2-voo-dubai-emirados-arabes-6t-1.jpg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>Interior do veículo.</figcaption></figure>



<p>De acordo com o gerente geral da XPeng AeroHT, Minguan Qiu, nós “estamos avançando passo a passo para o mercado internacional. Primeiro selecionamos a cidade de Dubai, porque Dubai é a cidade mais inovadora do mundo.”</p>



<p><strong>O vídeo abaixo mostra como foi essa primeira experiência:</strong></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Immersive X2 Flying Car Flight Experience in Dubai" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/LTNuNt6VmZg?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<h3 id="o-que-esperar-dos-carros-voadores" class="wp-block-heading">O que esperar dos carros voadores?</h3>



<p>Apesar de ainda ser o mercado em desenvolvimento, é certo que em alguns anos será um meio de transporte viável.</p>



<p>Conforme disse a XPeng, os resultados dos testes em Dubai ajudarão os desenvolvedores a fazer melhorias na tecnologia de seus veículos, contribuindo para os futuros modelos de carros voadores.</p>



<p>Do mesmo modo da empresa chinesa, a brasileira Embraer já anunciou um projeto do seu primeiro carro voador, o chamado <strong>Eve</strong>, onde são planejados 200 carros &#8211; em circulação &#8211; até 2035.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="683" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/Eve-da-Embraer-já-tem-17-mil-pedidos-para-22carro-voador22-os-eVTOLs-1-1-1024x683.jpeg" alt="" class="wp-image-85310" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/Eve-da-Embraer-já-tem-17-mil-pedidos-para-22carro-voador22-os-eVTOLs-1-1-1024x683.jpeg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/Eve-da-Embraer-já-tem-17-mil-pedidos-para-22carro-voador22-os-eVTOLs-1-1-300x200.jpeg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/Eve-da-Embraer-já-tem-17-mil-pedidos-para-22carro-voador22-os-eVTOLs-1-1-768x512.jpeg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/Eve-da-Embraer-já-tem-17-mil-pedidos-para-22carro-voador22-os-eVTOLs-1-1-18x12.jpeg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/Eve-da-Embraer-já-tem-17-mil-pedidos-para-22carro-voador22-os-eVTOLs-1-1-380x253.jpeg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/Eve-da-Embraer-já-tem-17-mil-pedidos-para-22carro-voador22-os-eVTOLs-1-1-800x533.jpeg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/Eve-da-Embraer-já-tem-17-mil-pedidos-para-22carro-voador22-os-eVTOLs-1-1-1160x773.jpeg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/Eve-da-Embraer-já-tem-17-mil-pedidos-para-22carro-voador22-os-eVTOLs-1-1-600x400.jpeg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/Eve-da-Embraer-já-tem-17-mil-pedidos-para-22carro-voador22-os-eVTOLs-1-1.jpeg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>eVTOL Eve.</figcaption></figure>



<p>Os eVTOLs são adequados para futuros voos urbanos de baixa altitude e para viagens urbanas de curta distância, como passeios turísticos e transporte médico.</p>



<p><strong><em>O plano é que o X2 esteja em operação nos próximos dois anos.</em></strong></p>
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		<title>A majestade do espaço: Ônibus Espacial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cayo César Nascimento Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Apr 2021 11:00:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Após uma série de veículos utilizados para fazer viagens além da nossa atmosfera, os Estados Unidos lançam, em&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Após uma série de veículos utilizados para fazer viagens além da nossa atmosfera, os Estados Unidos lançam, em 1981, o mais moderno transporte para orbitar a Terra: o famoso Ônibus Espacial, na tentativa bem sucedida de substituir a também notável nave Apollo. Com mais de 30 anos de serviços, foi aposentado em meados de 2011.<strong> </strong></p>
<h3 id="o-onibus-espacial" style="text-align: justify;"><strong>O Ônibus Espacial</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Em primeiro lugar, a proposta do programa dos ônibus espaciais (<em>Space Shuttle</em>) da NASA foi fazer uma revolução nas viagens, misturando foguetes com aviões, já que este conseguia decolar como um foguete e pousar como um avião, além de ter a possibilidade de ser renovável.</p>
<p style="text-align: justify;">Era formado por um conjunto de três equipamentos, sendo:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>um orbitador (reutilizável): em forma de avião utilizada para transporte de tripulantes e cargas. A decolagem era feita através de impulso vertical e planando no pouso. Foram construídos sete orbitadores: Enterprise, Columbia, Challenger, Discovery, Atlantis, Endeavour e Buran;</li>
<li>um par de foguetes de combustível sólido (reutilizável): era usado para dar força extrema nos primeiros minutos de decolagem, sendo ejetados logo após. O par gerava, aproximadamente, 80% da potência necessária para o ônibus espacial sair do chão;</li>
<li>um tanque de combustível líquido (não reutilizável): a maior parte do ônibus espacial, levava cerca de 800 toneladas de oxigênio e hidrogênio líquidos. Este tanque era ejetado com o ônibus já em órbita, fazendo a reentrada na atmosfera e desintegrando-se.</li>
</ul>
<p><figure id="attachment_68564" aria-describedby="caption-attachment-68564" style="width: 1920px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-68564" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Shuttle_profiles.jpg" alt="ônibus espacial" width="1920" height="853" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Shuttle_profiles.jpg 1920w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Shuttle_profiles-300x133.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Shuttle_profiles-1024x455.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Shuttle_profiles-768x341.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Shuttle_profiles-1536x682.jpg 1536w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /><figcaption id="caption-attachment-68564" class="wp-caption-text">Cinco dos sete Ônibus.</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify;">Foi projetado apenas para chegar até a órbita baixa do planeta, sendo assim, conseguia chegar a uma altitude máxima de 528 km acima do nível do mar. Ou seja, não poderia chegar até a lua, como alguns de seus antecessores. Entre os seus maiores feitos, está o transporte da parte americana da Estação Espacial Internacional.</p>
<p style="text-align: justify;">Sendo lembrado como um dos veículos espaciais mais modernos do mundo – em seus anos de glória, era considerado a máquina mais potente já criada pelo ser humano – tinha um custo de construção de 1,7 bilhão de dólares, sendo o custo por viagem de aproximadamente US$ 450 milhões.</p>
<p style="text-align: justify;">Das 135 missões planejadas, 133 foram concluídas com sucesso. Duas terminaram em tragédias: a STS-51-L com a Challenger e a STS-107 com o Columbia.</p>
<h3 id="o-acidente-com-a-missao-sts-51-l" style="text-align: justify;"><strong>O acidente com a missão STS-51-L</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Após uma série de atrasos na decolagem devido ao mau tempo, a missão STS-51-L finalmente foi lançada no dia 28 de janeiro de 1986, às 16h38, horário da Flórida. Tinha como objetivo a colocação do satélite <em>Tracking Data Relay Satellite-2</em> (TDRS-2) em órbita e observação e experimento do cometa <em>Halley</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, também se destacava o fato de a missão levar a primeira professora civil ao espaço. Christa McAuliffe foi escolhida entre mais de 11 mil candidatos para ministrar, do espaço, 15 minutos de aula para 2,5 milhões de alunos.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma falha em um anel de vedação no foguete de propulsão, que teve um vazamento de gás pressurizado, fez com que o foguete do lado direito da espaçonave se desprendesse, causando uma enorme explosão 73 segundos após a decolagem. De acordo com estudos da <em>Presidential Commission on the Space Shuttle Challenger Accident</em>, essa falha ocorreu por causa da expansão e contração da borracha devido à variação de temperatura na Flórida durante os últimos dias.<strong> </strong></p>
<p><figure id="attachment_68565" aria-describedby="caption-attachment-68565" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-68565" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Challenger_explosion.jpg" alt="explosão" width="800" height="648" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Challenger_explosion.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Challenger_explosion-300x243.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Challenger_explosion-768x622.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-68565" class="wp-caption-text">Explosão do Challenger.</figcaption></figure></p>
<h3 id="o-acidente-com-a-missao-sts-107" style="text-align: justify;"><strong>O acidente com a missão STS-107</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Em 16 de janeiro de 2003, a missão STS-107 foi lançada a partir da plataforma 39A do Centro Espacial John F. Kennedy, na Flórida. O objetivo era realizar experimentos em microgravidade durante 16 dias.</p>
<p style="text-align: justify;">A bordo do Columbia estavam o comandante Rick Husband, o piloto Willie McCool, os especialistas de missão David Brown, Kalpana Chawla e Laurel Clark e os especialistas de carga Michael Anderson e Ilan Ramon. Todos americanos, exceto Ramon, que era israelense.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim como na Challenger, na decolagem já houve um incidente: um pedaço de espuma se desprendeu do propulsor e se chocou com a asa do ônibus espacial, algo tido como normal, de acordo com a NASA, até porque este mesmo problema tinha acontecido várias outras vezes, todas sem maiores adversidades.</p>
<p style="text-align: justify;">De fato, esse desprendimento não afetou a missão ao longo dos 16 dias seguintes… Até o momento da volta à Terra. A princípio, tudo ocorria bem durante o procedimento de descida. Quando estava a 120km de altitude, passando pelo Pacífico e entrando no solo californiano, a temperatura da asa começou a subir, chegando a 3 mil graus Celsius, o que era normal nos procedimentos de pouso, devido as forças aerodinâmicas.</p>
<p style="text-align: justify;">Os primeiros pedaços começaram a se desprender da Columbia quando estava entrando no estado do Texas. A temperatura de 3 mil graus era habitual, mas a falha na asa ocorrida durante a decolagem, não. Após uma série de problemas e defeitos, o veículo foi pulverizado nos céus da cidade de Dallas, matando todos os sete tripulantes.</p>
<p><figure id="attachment_68566" aria-describedby="caption-attachment-68566" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-68566" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/1024px-STS-107-Debris_KSC_Hangar.jpg" alt="destroços." width="1024" height="680" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/1024px-STS-107-Debris_KSC_Hangar.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/1024px-STS-107-Debris_KSC_Hangar-300x199.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/1024px-STS-107-Debris_KSC_Hangar-768x510.jpg 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-68566" class="wp-caption-text">Cerca de 80 mil partes da Columbia foram encontradas em diversos estados americanos.</figcaption></figure></p>
<h3 id="o-onibus-espacial-em-numeros" style="text-align: justify;"><strong>O Ônibus Espacial em números</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Conhecido como a majestade do espaço, o programa do Ônibus Espacial fica ainda maior quando falamos sobre as suas estatísticas.</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Foram dadas 16.557 órbitas ao redor da Terra;</li>
<li>Percorreu aproximadamente 700 milhões de quilômetros;</li>
<li>114 voos;</li>
<li>Transportou 703 passageiros; e</li>
<li>Lançou 61 satélites.</li>
</ul>
<h3 id="fim-de-uma-era" style="text-align: justify;"><strong>Fim de uma era </strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Por último, após longos anos de serviços, acontece a missão derradeira.<br />
Através do orbitador Atlantis, a STS-135 levou quatro astronautas e o Módulo de Logística Multifuncional – MPLM (<em>Multi-Purpose Logistics Module</em>) para Estação Espacial Internacional, pousando 12 dias depois, na manhã do dia 20 de julho de 2011.</p>
<p><figure id="attachment_68567" aria-describedby="caption-attachment-68567" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-68567" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/1024px-STS-135_Space_Shuttle_Atlantis_makes_its_final_landing_04.jpg" alt="pouso." width="1024" height="681" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/1024px-STS-135_Space_Shuttle_Atlantis_makes_its_final_landing_04.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/1024px-STS-135_Space_Shuttle_Atlantis_makes_its_final_landing_04-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/1024px-STS-135_Space_Shuttle_Atlantis_makes_its_final_landing_04-768x511.jpg 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-68567" class="wp-caption-text">O último Ônibus Espacial pousa na Flórida.</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify;">Logo, a justificativa da aposentaria foi que a frota tinha mais de 20 anos, precisando de manutenções constantes e caras e que só faziam viagens curtas, não sendo aproveitado para viagens à lua, por exemplo.</p>
<p style="text-align: justify;">Atualmente, é possível fazer visitação à alguns destes Ônibus. O Discovery pode ser encontrado no Steven F. Udvar Hazy Center, no estado americano da Virgínia. O Enterprise encontra-se no Museu Espacial USS Intrepid, em Nova York.</p>
<p style="text-align: justify;">Desde que se aposentou, o Atlantis está em exposição no Centro Espacial Kennedy, na Flórida. O Endeavour, que substituiu o Challenger depois que houve o fatal acidente, foi levado para o Centro de Ciências da Califórnia, em Los Angeles.</p>
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		<title>Por que Engenharia?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Cavalcanti]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Feb 2014 17:02:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Atualmente existem 34 cursos de Engenharia no Brasil e muita gente se pergunta, por que Engenharia? É algo bem&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Atualmente existem <strong>34 cursos de Engenharia</strong> no Brasil e muita gente se pergunta, por que Engenharia? É algo bem complexo e simples de se responder, ao mesmo tempo.<br />
Segundo o dicionário da Língua Portuguesa, Engenheiro significa: <em>&#8220;Indivíduo que tem a profissão de traçar e dirigir trabalhos que exigem cálculo matemático.&#8221;, </em>porém não é só de Cálculo que vivem os Engenheiros. É justamente para os Cálculos que existem os Engenheiros Calculistas, que são especialistas em fazer Cálculos precisos. Para a maioria dos estudantes de Engenharia a palavra <strong>Cálculo</strong> não é muito querida. Alguns cursos possuem Cálculo I, II, II e dependendo da Universidade vai até Cálculo IV. Sim, muita gente costuma pegar DP logo no primeiro semestre e nessa matéria. Isso pois é uma matéria um pouco complicada, onde vemos funções de várias variáveis, integração, derivação e por ai vai, mas não se assuste pois com um pouco de estudo a gente chega lá, rs.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Amplitude de Mercado</strong></p>
<p style="text-align: left;">É muito comum vemos por aí Engenheiros trabalhando em outras áreas, mas por quê?<br />
Porque a Engenharia é uma área muito ampla, e durante o curso adquirimos diversas habilidades, principalmente a de <em>solucionar problemas. </em>Vemos Engenheiros trabalhando com consultoria, publicidade, administração, porém não vemos Consultores, Publicitários ou Administradores trabalhando com Engenharia, sendo assim podemos resumir que a Engenharia dá uma boa base para o mercado de trabalho, seja ele qual for.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>O Engenheiro faz sua profissão </strong></p>
<p style="text-align: left;">Sim, é o Engenheiro quem faz a sua profissão. Geralmente entramos para o curso de Engenharia por habilidades vocacionais, por identificação com tal profissão e em muitos casos graças ao incentivo de nossos Pais.</p>
<p style="text-align: left;">Independente do segmento que um Engenheiro siga, basicamente ele vai planejar, projetar e finalmente irá construir algo, além de ainda ser pago por isto.</p>
<p style="text-align: left;">Sim, é muito bom planejar, projetar e finalmente construir algo&#8230; e ainda ser pago por isso. Isso é que um engenheiro faz. Ele constrói coisas que agregam valor para alguém e ainda é pago por isso. Aí esta a maravilha do negócio! Vamos acordar para isso e fazer engenharia. Nada contra os engenheiros que não trabalham com engenharia, apenas tenho, sim, coisas a favor dos engenheiros engenheiros&#8230;</p>
<p style="text-align: left;">O Tema<strong> &#8220;Por que Engenharia?&#8221;</strong> agora será tema para discutirmos cada uma das 34 Engenharias que temos de opção de curso atualmente. E a cada semana, iremos descrever cada uma, assim como as suas especializações e também questões de salário base, estágios.</p>
<p style="text-align: left;">Fiquem ligados!</p>
<p style="text-align: left;">Conforme escrito no começo do post, hoje o Brasil disponibiliza de 34 tipos de Engenharia (via <a title="Guia do Estudante" href="//guiadoestudante.abril.com.br/vestibular-enem/conheca-34-tipos-engenharia-existem-602301.shtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Guia do Estudante</a>), são eles:</p>
<ul>
<li style="text-align: left;"><a href="//www.engenharia360.com/engenharia/engenharia-acustica/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Engenharia Acústica</a></li>
<li style="text-align: left;"><a href="//www.engenharia360.com/engenharia/engenharia-aeronautica/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Engenharia Aeronáutica</a></li>
<li style="text-align: left;"><a href="//www.engenharia360.com/engenharia/engenharia-agricola/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Engenharia Agrícola</a></li>
<li style="text-align: left;"><a href="//www.engenharia360.com/engenharia/engenharia-de-agrimensura-e-cartografica/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Engenharia de Agrimensura e Cartográfica</a></li>
<li style="text-align: left;"><a href="//www.engenharia360.com/engenharia/engenharia-de-alimentos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Engenharia de Alimentos</a></li>
<li style="text-align: left;"><a href="//www.engenharia360.com/engenharia/engenharia-ambiental-e-sanitaria/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Engenharia Ambiental e Sanitária</a></li>
<li style="text-align: left;"><a href="//www.engenharia360.com/engenharia/engenharia-biomedica/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Engenharia Biomédica</a></li>
<li style="text-align: left;"><a href="//www.engenharia360.com/engenharia/engenharia-de-bioprocessos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Engenharia de Bioprocessos</a></li>
<li style="text-align: left;"><a href="//www.engenharia360.com/engenharia/engenharia-civil/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Engenharia Civil</a></li>
<li style="text-align: left;"><a href="//www.engenharia360.com/engenharia/engenharia-da-computacao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Engenharia da Computação</a></li>
<li style="text-align: left;"><a href="//www.engenharia360.com/engenharia/engenharia-de-controle-e-automacao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Engenharia de Controle e Automação</a></li>
<li style="text-align: left;"><a href="//www.engenharia360.com/engenharia/engenharia-eletrica/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Engenharia Elétrica</a></li>
<li style="text-align: left;"><a href="//www.engenharia360.com/engenharia/engenharia-eletronica/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Engenharia Eletrônica</a></li>
<li style="text-align: left;"><a href="//www.engenharia360.com/engenharia/engenharia-de-energia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Engenharia de Energia</a></li>
<li style="text-align: left;"><a href="//www.engenharia360.com/engenharia/engenharia-fisica/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Engenharia Física</a></li>
<li style="text-align: left;"><a href="//www.engenharia360.com/engenharia/engenharia-florestal/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Engenharia Florestal</a></li>
<li style="text-align: left;"><a href="//www.engenharia360.com/engenharia/engenharia-hidrica/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Engenharia Hídrica</a></li>
<li style="text-align: left;"><a href="//www.engenharia360.com/engenharia/engenharia-industrial/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Engenharia Industrial</a></li>
<li style="text-align: left;"><a href="//www.engenharia360.com/engenharia/engenharia-de-materiais/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Engenharia de Materiais</a></li>
<li style="text-align: left;"><a href="//www.engenharia360.com/engenharia/engenharia-mecanica/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Engenharia Mecânica</a></li>
<li style="text-align: left;"><a href="//www.engenharia360.com/engenharia/engenharia-mecatronica/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Engenharia Mecatrônica</a></li>
<li style="text-align: left;"><a href="//www.engenharia360.com/engenharia/engenharia-metalurgica/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Engenharia Metalúrgica</a></li>
<li style="text-align: left;"><a href="//www.engenharia360.com/engenharia/engenharia-de-minas/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Engenharia de Minas</a></li>
<li style="text-align: left;"><a href="//www.engenharia360.com/engenharia/engenharia-da-mobilidade/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Engenharia da Mobilidade</a></li>
<li style="text-align: left;"><a href="//www.engenharia360.com/engenharia/engenharia-naval/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Engenharia Naval</a></li>
<li style="text-align: left;"><a href="//www.engenharia360.com/engenharia/engenharia-nuclear/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Engenharia Nuclear</a></li>
<li style="text-align: left;"><a href="//www.engenharia360.com/engenharia/engenharia-de-pesca-e-aquicultura/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Engenharia de Pesca e Aquicultura</a></li>
<li style="text-align: left;"><a href="//www.engenharia360.com/engenharia/engenharia-de-petroleo/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Engenharia de Petróleo</a></li>
<li style="text-align: left;"><a href="//www.engenharia360.com/engenharia/engenharia-de-producao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Engenharia de Produção</a></li>
<li style="text-align: left;"><a href="//www.engenharia360.com/engenharia/engenharia-quimica/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Engenharia Química</a></li>
<li style="text-align: left;"><a href="//www.engenharia360.com/engenharia/engenharia-de-seguranca-no-trabalho/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Engenharia de Segurança no Trabalho</a></li>
<li style="text-align: left;"><a href="//www.engenharia360.com/engenharia/engenharia-de-sistemas/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Engenharia de Sistemas</a></li>
<li style="text-align: left;"><a href="//www.engenharia360.com/engenharia/engenharia-de-telecomunicacoes/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Engenharia de Telecomunicações</a></li>
<li style="text-align: left;"><a href="//www.engenharia360.com/engenharia/engenharia-textil/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Engenharia Têxtil</a></li>
</ul>
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			</item>
		<item>
		<title>Embraer terá R$ 1,4 bilhão do BNDES para desenvolver projetos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação BdE]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Feb 2014 14:03:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia aeronautica]]></category>
		<category><![CDATA[investimento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Financiamento aprovado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), no valor de R$ 1,4 bilhão, será&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Financiamento aprovado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), no valor de R$ 1,4 bilhão, será aplicado em projetos de inovação tecnológica pela Embraer, envolvendo o desenvolvimento da aeronave executiva Legacy 500, de médio porte, e da segunda geração da família de jatos comerciais E-Jets.</p>
<aside class="related-content"><a href="//engenharia360.com/engenharia-aeronautica/">:: Saiba tudo sobre Engenharia Aeronáutica</a></aside>
<p>O anúncio foi feito dia 6 pelo banco, por meio de sua assessoria de imprensa. Os recursos serão aplicados também em investimentos na área de educação, que beneficiarão as comunidades situadas na área de influência da empresa em Botucatu e em São José dos Campos, em São Paulo.<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-10121" src="//engenharia360.com//wp-content/uploads/2014/02/embraer-1024x682.jpg" alt="Embraer" width="560" height="372" /><br />
Segundo o BNDES, o empréstimo está alinhado com a prioridade dada pela instituição a projetos em inovação que propiciem o aumento da competitividade e da produtividade das empresas brasileiras, tanto no mercado interno, como internacional. Mais de 1,8 mil empregados estarão envolvidos com os projetos, até 2018, estima a Embraer.<br />
Via <a href="//agenciabrasil.ebc.com.br/pesquisa-e-inovacao/noticia/2014-02/embraer-tera-r-14-bilhao-do-bndes-para-desenvolver-projetos">Agência Brasil</a><br />
&nbsp;</p>
<hr />
<h4 id="texto-por-douglas-moura-estudante-de-engenharia-civil-saxofonista-amador-e-programador-auto-didata-acredita-que-pode-mudar-o-mundo-um-passo-de-cada-vez-ama-jazz-software-livre-e"><strong><span style="color: #ff0000;">+</span> Texto por Douglas Moura.</strong> Estudante de Engenharia Civil, saxofonista amador e programador auto-didata, acredita que pode mudar o mundo um passo de cada vez. Ama jazz, software livre e ciências exatas.</h4>
<hr />
<h4 id="quer-ter-seu-texto-publicado-aqui-nos-envie-por-email-para-contatoengenharia360-com-e-se-o-conteudo-for-aprovado-nos-publicamos"><strong><span style="color: #000000;">Quer ter seu texto publicado aqui?</span></strong> Nos envie por email para contato@engenharia360.com e se o conteúdo for aprovado nós publicamos!</h4>
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			</item>
		<item>
		<title>Santa Catarina pode ter a primeira fábrica de aviões de pequeno porte</title>
		<link>https://blogdaengenharia.com/especiais/carreira/santa-catarina-pode-ter-a-primeira-fabrica-de-avioes-de-pequeno-porte/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=santa-catarina-pode-ter-a-primeira-fabrica-de-avioes-de-pequeno-porte</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação BdE]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Sep 2012 14:00:17 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Engenharia Aeronáutica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Indústria deve ser em Lages e centro de engenharia em Florianópolis. Assinatura de protocolo de intenções será nesta&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Indústria deve ser em Lages e centro de engenharia em Florianópolis.</strong><br />
<strong> Assinatura de protocolo de intenções será nesta segunda-feira (3), na capital.</strong></p>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align: justify;">
<dl id="attachment_2422" class="wp-caption aligncenter" style="width: 630px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="//www.engenharia360.com/wp-content/uploads/2012/09/aviao_sc.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-2422" title="aviao_sc" src="//www.engenharia360.com/wp-content/uploads/2012/09/aviao_sc.jpg" alt="" width="620" height="349" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Aviões de pequeno porte serão fábricados em Santa Catarina (Foto: Divulgação/Novaer)</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align: justify;">Santa Catarina pode ter a primeira fábrica de aeronaves. O anúncio foi feito nesta sexta-feira (31), e na segunda-feira (3) a empresa de São José dos Campos, Novaer Craft, assina um protocolo de intenções com a Federação das Indústrias (Fiesc), o governo do Estado de Santa Catarina e a SC Parcerias.</p>
<p style="text-align: justify;">O ministro da Ciência e Tecnologia, Marco Antônio Raupp, o governador do estado, Raimundo Colombo, o presidente da Federação, Glauco José Côrte,  e o presidente da SC Parcerias, Paulo Cesar da Costa, participam da assinatura, que está prevista para as 10h30, na sede da Fiesc, em Florianópolis.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com a Fiesc, o objetivo da empresa paulista é produzir aeronaves certificadas, destinadas à aviação geral de pequeno porte. Atualmente, a empresa desenvolve uma aeronave de aplicação civil e militar com o apoio do Ministério da Ciência e Tecnologia.</p>
<p style="text-align: justify;">O local escolhido pela Novaer para a instalação da fábrica foi a cidade de Lages, na Serra Catarinense. Além disso, e empresa também prevê a instalação de um centro de engenharia em Florianópolis. A expectativa é um investimento de pelo menos R$ 80 milhões e a contratação de cerca de 300 funcionários.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com a empresa, o modelo foi nomeado como &#8216;T-Xc&#8217;, um projeto de engenharia que produz um mesmo tipo de avião para duas categorias. A primeira é a versão conhecida como treinador, de dois lugares, que atende às necessidades de forças aéreas para o treinamento de pilotos.</p>
<p style="text-align: justify;">A segunda versão é a utilitária, de quatro lugares. Esta é para o transporte de passageiros e pequenas cargas. O objetivo é suprir a necessidade de pilotos, empresas ou pessoas físicas interessadas no transporte de médias distâncias e recreação, além de aeroclubes, empresas de táxi-aéreo e de transporte de pequenas cargas.</p>
<p style="text-align: justify;">O primeiro avião pode ser lançado em abril de 2013 e já há, inclusive, um empresa americana interessada, além de projeções para a venda de aviões à Força Aérea Brasileira (FAB).</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Via <a href="//g1.globo.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">G1</a></em></p>
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