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	<title>engenharia de pesca Archives | Blog da Engenharia</title>
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	<description>Conhecimento Técnico que Transforma</description>
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	<title>engenharia de pesca Archives | Blog da Engenharia</title>
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		<title>Mexilhões são capazes de parar uma usina hidrelétrica?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mayssa Nascimento de Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 May 2022 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
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		<category><![CDATA[Engenharia de Energia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma comunidade de pequenos mexilhões é capaz de comprometer&#160;uma usina hidrelétrica devido ao seu alto grau de reprodução.&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Uma comunidade de pequenos mexilhões é capaz de comprometer&nbsp;uma usina hidrelétrica devido ao seu alto grau de reprodução. A mesma é a mais afetada em virtude de necessitar exclusivamente da água dos rios para gerar energia elétrica.&nbsp;</p>



<p>O molusco <em>Limnoperna fortunei </em>conhecido popularmente como mexilhão dourado é um molusco bivalve de água doce, que mede cerca de três a quatro centímetros. A reprodução é por gametas depositados na água e fecundados externamente e depois passa por uma fase larval, transforma-se em plâncton e fixa-se em superfícies. A larva do mexilhão-dourado produz uma estrutura proteica chamada bisso, que permite a fixação em vários tipos de materiais.&nbsp;</p>



<p>Por outro lado, tem uma alta prolificidade, rápido crescimento.&nbsp;Posteriormente a colônias podem atingir densidades de mais de 100 mil indivíduos por metro quadrado.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1004" height="1024" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/04/1024px-Limnoperna_fortunei-1-1004x1024.jpg" alt="" class="wp-image-81461" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/04/1024px-Limnoperna_fortunei-1-1004x1024.jpg 1004w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/04/1024px-Limnoperna_fortunei-1-294x300.jpg 294w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/04/1024px-Limnoperna_fortunei-1-768x783.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/04/1024px-Limnoperna_fortunei-1-12x12.jpg 12w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/04/1024px-Limnoperna_fortunei-1-380x387.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/04/1024px-Limnoperna_fortunei-1-800x816.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/04/1024px-Limnoperna_fortunei-1-600x612.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/04/1024px-Limnoperna_fortunei-1.jpg 1024w" sizes="(max-width: 1004px) 100vw, 1004px" /><figcaption>&lt;a href=&#8221;http://Boltovskoy, CC BY-SA 4.0 http://Boltovskoy, CC BY-SA 4.0 &lt;https://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0&gt;, via Wikimedia Commons</figcaption></figure>



<h3 id="introducao-dos-mexilhoes-no-brasil" class="wp-block-heading"><strong>Introdução dos mexilhões no Brasil</strong>&nbsp;</h3>



<p>O mexilhão é uma espécie originária dos rios da China, trazido para a América do Sul, que provavelmente foi trazida por navios.</p>



<p>A primeira vez que a espécie foi observada no Brasil foi no Pantanal em 1998, e foi se expandindo pelo Brasil.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Além disso, o sucesso da espécie foi notório&nbsp;que segundo informações do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais renováveis (Ibama), já está presente em cerca de 50 hidroelétricas Brasileiras.&nbsp;</p>



<h3 id="sucesso-negativo" class="wp-block-heading"><strong>Sucesso negativo</strong>&nbsp;</h3>



<p>O mexilhão destaca-se como uma espécie invasora pela capacidade de reduzir o diâmetro ocasionando o entupimento de tubulações e filtros principalmente em equipamentos nas <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/conheca-as-usinas-hidreletricas-reversiveis-uhrs/">usinas hidrelétricas</a> e de abastecimento.&nbsp;</p>



<p>Em uma usina de pequeno porte, quando afetada pode ter um prejuízo diário de cerca de 40 mil a cada dia de paralisação. Um exemplo é a Usina de Itaipu, que aumentou o volume de manutenção das turbinas após a chegada da espécie invasora, gerando custos diários extras de cerca de US$ 1 milhão por dia de limpeza, segundo o site do <a href="https://g1.globo.com/natureza/desafio-natureza/noticia/2019/04/26/proliferacao-de-especie-invasora-de-mexilhao-afeta-hidreletricas.ghtml" target="_blank" rel="noreferrer noopener">G1.</a>&nbsp;</p>



<p>Apesar de ser uma área de cultivo da aquicultura a mitilicultura, ou cultivo de mexilhões também apresenta diversos prejuízos para o setor.</p>



<p>De acordo com estudos realizados pelo <a href="http://www.ibama.gov.br/phocadownload/biodiversidade/mexilhao-dourado/2020/2020-11-10-Plano_Mexilhao_Dourado.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ibama</a> para dimensionar os impactos do mexilhão na aquicultura, os custos do setor são de R$3.000,00 a R$4.000,00 por 1.000 kg de peixes mortos ou diminuição de rendimento final do peixe produzido (informação obtida por Consulta Pública).&nbsp;</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“Ele vai se incrustando sobre si mesmo e vai formando massas cada vez maiores de modo que mesmo tubulações muito grandes podem ser completamente fechadas pela presença dele”.</p><p></p><cite> <p>Explica Alex Nuñer, professor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) que coordena pesquisas sobre a espécie, para o jornal g1.</p> </cite></blockquote>



<h3 id="como-afeta-as-usinas-hidreletricas" class="wp-block-heading">Como afeta as usinas hidrelétricas?&nbsp;</h3>



<p>Primordialmente os problemas causados pela formação de depósitos são principalmente o entupimento de tubulações e filtros, alterações no fluxo de água e redução nos diâmetros das tubulações, acúmulo e enchimento de válvulas em estações de tratamento, indústria e geradores. &nbsp;</p>



<p>Da mesma forma, os custos operacionais aumentam devido à eficiência reduzida da bomba, tubulações corroídas devido ao crescimento de bactérias e fungos e tempo de inatividade para limpeza e troca de filtros.&nbsp;</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" width="547" height="585" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/04/lossy-page1-547px-Macrofouling_de_Limnoperna_fortueni_sobre_una_especie_de_bivalvo_nativo_de_Argentina.tif.jpg" alt="Mexilhões" class="wp-image-81465" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/04/lossy-page1-547px-Macrofouling_de_Limnoperna_fortueni_sobre_una_especie_de_bivalvo_nativo_de_Argentina.tif.jpg 547w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/04/lossy-page1-547px-Macrofouling_de_Limnoperna_fortueni_sobre_una_especie_de_bivalvo_nativo_de_Argentina.tif-281x300.jpg 281w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/04/lossy-page1-547px-Macrofouling_de_Limnoperna_fortueni_sobre_una_especie_de_bivalvo_nativo_de_Argentina.tif-11x12.jpg 11w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/04/lossy-page1-547px-Macrofouling_de_Limnoperna_fortueni_sobre_una_especie_de_bivalvo_nativo_de_Argentina.tif-380x406.jpg 380w" sizes="(max-width: 547px) 100vw, 547px" /><figcaption>GustavoDarrigran, CC BY-SA 4.0 <a href="https://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0">https://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0</a>, via Wikimedia Commons</figcaption></figure></div>



<h3 id="o-que-tem-feito-para-ser-evitado-os-mexilhoes" class="wp-block-heading">O que tem feito para ser evitado os mexilhões&nbsp;</h3>



<p>Posteriormente foi criado pelo Ministério do Meio Ambiente a Portaria nº 494, de 22 de dezembro de 2003, em caráter emergencial. A Força-tarefa Nacional para o Controle do Mexilhão- -dourado, resultando no Plano de Ação Emergencial para o Controle do Mexilhão-dourado, que conclui que:&nbsp;&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list"><li>O controle e a contenção da dispersão do mexilhão-dourado devem se constituir em tarefas de caráter permanente;&nbsp;&nbsp;</li><li>Deve haver restrição nas atividades de tráfego hidroviário;&nbsp;&nbsp;</li><li>Devem ser ampliadas as ações de fiscalização de embarcações de pequeno porte de pesca e recreio transportadas por via rodoviária;&nbsp;&nbsp;</li><li>Maior controle no transporte de fauna e flora;&nbsp;&nbsp;</li><li>Desaconselha a transposição de águas e aconselha maior rigor na fiscalização, em relação às navegações internacional e de cabotagem.&nbsp;</li></ul>



<p>Apesar dos inúmeros esforços para o combate de proliferação dos mexilhões dourados ainda é um problema que afeta as usinas hidrelétricas brasileira. Consequentemente acarretando diversos gastos para o setor hidrelétrico e também aquicultura.</p>



<p>Com isso, podemos afirmar que se não houver investimentos e constante manutenção os mexilhões dourados são capazes de parar uma usina hidrelétrica por um determinado período.</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<p class="has-text-align-center"><em>Este artigo foi produzido com ajuda da acadêmica Karine dos Anjos da graduação de Engenharia de Energia pela Universidade Federal do Paraná.</em></p>
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		<title>O que são commodities e por que a tilápia é a “nova commodity”?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mayssa Nascimento de Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Apr 2022 19:32:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia Agrícola]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se você está atento às notícias do agronegócio, provavelmente já viu algo relacionado a “Commodities de tilápia” e&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Se você está atento às notícias do agronegócio, provavelmente já viu algo relacionado a “Commodities de tilápia” e deve estar se perguntando por qual motivo a tilápia está se tornando uma.&nbsp;No artigo de hoje, vou explicar um pouco sobre commodities e porque a tilápia tem capacidade de se tornar uma.&nbsp;</p>



<p>A palavra&nbsp;commodities&nbsp; ou commodity, no singular&nbsp;&#8211; é uma palavra inglesa, que significa apenas “mercadorias”.&nbsp;</p>



<p>Anteriormente, era usado exatamente para esse fim, mas com o desenvolvimento do mercado global, ele absorveu novas características e passou a ser usado especificamente para mercadorias básicas. Por exemplo, pode servir como&nbsp;matéria-prima para a produção de outros bens, sendo produzido em larga escala em estado bruto ou baixa industrialização.&nbsp;</p>



<p>Um exemplo clássico de comodities é a soja, fornece longas cadeias de produção industrial, incluindo biodiesel, ração animal, nutrição animal e muito mais.&nbsp;</p>



<p><strong>Desta forma podemos definir:</strong></p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><strong>As commodities são bens de consumo mundial e, por isso, são comercializadas em todo o mundo em bolsas de valores – países que produzem determinada commodity a exportam para outros países sua comercialização é global.</strong></p><cite><a href="https://blog.nubank.com.br/commodities-o-que-sao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong><span class="has-inline-color has-secondary-color">Nubank</span></strong></a></cite></blockquote>



<h3 id="como-e-definido-os-valores-das-commodites" class="wp-block-heading"><strong>Como é definido os valores das commodites?</strong>&nbsp;</h3>



<p>Os preços das commodities são determinados pela lei de oferta e demanda, geralmente reguladas pelas principais bolsas de valores.&nbsp;</p>



<p>Resumindo, a dinâmica funciona assim: quando a demanda por um bem é forte, seu preço sobe e os produtores ganham mais dinheiro. Por outro lado, se a demanda for baixa, o produtor deve baixar o preço de venda para poder vender.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="683" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/04/pexels-tima-miroshnichenko-7567595-1-1024x683.jpg" alt="commodities" class="wp-image-81844" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/04/pexels-tima-miroshnichenko-7567595-1-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/04/pexels-tima-miroshnichenko-7567595-1-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/04/pexels-tima-miroshnichenko-7567595-1-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/04/pexels-tima-miroshnichenko-7567595-1-1536x1024.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/04/pexels-tima-miroshnichenko-7567595-1-2048x1365.jpg 2048w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/04/pexels-tima-miroshnichenko-7567595-1-18x12.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/04/pexels-tima-miroshnichenko-7567595-1-380x253.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/04/pexels-tima-miroshnichenko-7567595-1-800x533.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/04/pexels-tima-miroshnichenko-7567595-1-1160x773.jpg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/04/pexels-tima-miroshnichenko-7567595-1-600x400.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/04/pexels-tima-miroshnichenko-7567595-1-scaled.jpg 2560w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>pexels-tima-miroshnichenko-7567595-1</figcaption></figure>



<h3 id="quais-sao-as-principais-referencias-de-preco" class="wp-block-heading"><strong>Quais são as principais referências de preço?</strong>&nbsp;</h3>



<ul class="wp-block-list"><li>Bolsa de Chicago, a Chicago Board Of Trade (CBOT);&nbsp;</li><li>Euronext LIFFE (ELMC);&nbsp;</li><li>Bolsa de Metais de Londres (LME);&nbsp;</li><li>Bolsa Mercantil de Nova York (NYMEX).&nbsp;</li></ul>



<h3 id="tipos-de-commodites" class="wp-block-heading"><strong>Tipos de commodites</strong>&nbsp;</h3>



<p>As commodites são divididas em quatro grandes grupos, eles são:&nbsp;</p>



<p><strong>Commodites financeiras: </strong>Produtos básicos de uma economia, por exemplo moedas (dólar, euro, libra, real) título do tesouro direto, entre outros.&nbsp;</p>



<p><strong>Commodites Mineiras:</strong> Produtos que são extraídos da natureza, como petróleo, minério de ferro, ouro, cobre, gás natural e cobre.&nbsp;</p>



<p><strong>Commodities ambientais:</strong> Produtos originados de Recursos naturais, eles são, água, energia, madeira, etc.&nbsp;</p>



<p><strong>Commodities&nbsp;agrícolas: </strong>Cadeia de produção de alimentos, que são bastante relevantes para economia brasileira, por exemplo, soja, milho, café, milho, laranja, trigo, açúcar e algodão.&nbsp;</p>



<h3 id="qualidade-no-file-da-tilapia" class="wp-block-heading">Qualidade no filé da tilápia</h3>



<p>Comparando a tilápia com outras espécies, a tilápia apresenta uma série de vantagens, como o sabor delicado, carne branca de textura firme, rusticidade e facilidade na filetagem. Estudos comprovam que rendimento após a evisceração varia entre 88 a 92%, ou seja,&nbsp;um bom aproveitamento.</p>



<p>Além do mais, é possível criar e obter alevinos com facilidade, devido à capacidade de manipular os hormônios sexuais para obter machos, a aceitação de diferentes tipos de alimentos, capacidade de fazer uso de alimentos naturais no tanque e boa conversão alimentar.&nbsp;</p>



<p>É perceptível o crescimento da <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-de-aquicultura/tilapicultura-o-setor-que-esta-dominando-o-mundo/">tilapicultura</a> no Brasil. Com o passar do ano, o cultivo se estabelece, em diversos aspectos, seja no aperfeiçoamento das técnicas de cultivo, genética, se tornando algo do consumidor ou até mesmo o aumento do cultivo.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="689" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/04/tilapia-raw-1-1024x689.jpg" alt="" class="wp-image-81847" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/04/tilapia-raw-1-1024x689.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/04/tilapia-raw-1-300x202.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/04/tilapia-raw-1-768x517.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/04/tilapia-raw-1-1536x1033.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/04/tilapia-raw-1-2048x1378.jpg 2048w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/04/tilapia-raw-1-18x12.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/04/tilapia-raw-1-380x256.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/04/tilapia-raw-1-800x538.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/04/tilapia-raw-1-1160x780.jpg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/04/tilapia-raw-1-600x404.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/04/tilapia-raw-1-scaled.jpg 2560w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption><a href="https://br.freepik.com/fotos-vetores-gratis/fundo">Fundo foto criado por topntp26 &#8211; br.freepik.com</a></figcaption></figure>



<h3 id="mas-por-que-a-tilapia-e-considera-uma-nova-commoditie" class="wp-block-heading"><strong>Mas por que a tilápia é considera uma “nova commoditie”?</strong>&nbsp;</h3>



<p>O filé de tilápia já é produzido em larga escala no Brasil, com isso coloca o Brasil em quarto lugar como o maior produtor de&nbsp;tilápia, com mais potencial de crescimento do mundo na área. &nbsp;</p>



<p>No ano de 2021 o Brasil teve crescimento de 78% em relação ao ano de 2020, somando uma renda de U$ 20,7 milhões, de acordo com Associação Brasileira de Piscicultura (<a href="https://www.peixebr.com.br/anuario-2021/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Peixe BR</a>).&nbsp;</p>



<p>Nesse ano de 2022 na pascoa (época em que o consumo de peixe costuma ter um aumento nas vendas). A tilápia foi o peixe que mais apareceu na mesa dos brasileiros, devido esse aumento especialista afirmam que a proteína será a nova commodity do Brasil. Isso devido a competência de aumento na produção e capacidade de logística para diferentes lugares do mundo.&nbsp;</p>



<p>Sem sombra de dúvida, a tilápia, é a espécie do momento, pois ela congrega diversas características necessárias para ser explorada nos sistemas de cultivos.&nbsp;</p>



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		<title>Plant based &#8211;  “Planta é planta, peixe é peixe!”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mayssa Nascimento de Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Nov 2021 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia de Pesca]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de Aquicultura]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque-topo]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia de aquicultura]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia de pesca]]></category>
		<category><![CDATA[Plant based]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Planta é planta, peixe é peixe”, foi a expressão usada por Eduardo Lobo Naslavsky, presidente da Associação Brasileira&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>“Planta é planta, peixe é peixe”, foi a expressão usada por Eduardo Lobo Naslavsky, presidente da Associação Brasileira das Indústrias Pescados (Abipesca), para defender uma ação civil pedindo a retirada de produtos que se denominam Plant Based de forma indevida.</p>



<p>A associação está pedindo a retirada de produtos à base de vegetais que &#8220;imitam&#8221; proteína animal das prateleiras das lojas. Eles alegam que os produtos ultraprocessados à base de plantas estão sendo comercializados com &#8220;falsas denominações “.</p>



<p>Entretanto, antes de começarmos a explicar a ação civil da Abipesca, precisamos nos situar como são os produtos que “se assemelham a proteínas vegetais&#8221;.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/11/healthy-lunch-with-bulgur-meat-and-fresh-vegetables-and-fruit-on-a-pink-surface-fitness-and-healthy-lifestyle-concept-lunchbox-top-view-1024x683.jpg" alt="plant based" class="wp-image-79384" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/11/healthy-lunch-with-bulgur-meat-and-fresh-vegetables-and-fruit-on-a-pink-surface-fitness-and-healthy-lifestyle-concept-lunchbox-top-view-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/11/healthy-lunch-with-bulgur-meat-and-fresh-vegetables-and-fruit-on-a-pink-surface-fitness-and-healthy-lifestyle-concept-lunchbox-top-view-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/11/healthy-lunch-with-bulgur-meat-and-fresh-vegetables-and-fruit-on-a-pink-surface-fitness-and-healthy-lifestyle-concept-lunchbox-top-view-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/11/healthy-lunch-with-bulgur-meat-and-fresh-vegetables-and-fruit-on-a-pink-surface-fitness-and-healthy-lifestyle-concept-lunchbox-top-view-1536x1024.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/11/healthy-lunch-with-bulgur-meat-and-fresh-vegetables-and-fruit-on-a-pink-surface-fitness-and-healthy-lifestyle-concept-lunchbox-top-view-2048x1365.jpg 2048w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/11/healthy-lunch-with-bulgur-meat-and-fresh-vegetables-and-fruit-on-a-pink-surface-fitness-and-healthy-lifestyle-concept-lunchbox-top-view-18x12.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/11/healthy-lunch-with-bulgur-meat-and-fresh-vegetables-and-fruit-on-a-pink-surface-fitness-and-healthy-lifestyle-concept-lunchbox-top-view-380x253.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/11/healthy-lunch-with-bulgur-meat-and-fresh-vegetables-and-fruit-on-a-pink-surface-fitness-and-healthy-lifestyle-concept-lunchbox-top-view-800x533.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/11/healthy-lunch-with-bulgur-meat-and-fresh-vegetables-and-fruit-on-a-pink-surface-fitness-and-healthy-lifestyle-concept-lunchbox-top-view-1160x773.jpg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/11/healthy-lunch-with-bulgur-meat-and-fresh-vegetables-and-fruit-on-a-pink-surface-fitness-and-healthy-lifestyle-concept-lunchbox-top-view-600x400.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/11/healthy-lunch-with-bulgur-meat-and-fresh-vegetables-and-fruit-on-a-pink-surface-fitness-and-healthy-lifestyle-concept-lunchbox-top-view-scaled.jpg 2560w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption> <a href="https://br.freepik.com/fotos/alimento">Alimento foto criado por jcomp &#8211; br.freepik.com</a></figcaption></figure>



<h4 id="o-que-e-plant-based" class="wp-block-heading">O que é plant based?</h4>



<p class="has-text-align-left">Os alimentos plant based, são elaborados a partir de matérias-primas vegetais, que se destinam a atender às necessidades de consumidores que buscam redução de proteína animal.</p>



<p>Bem como, os plant based utilizam alta tecnologia e processamento industrial para aproximar os vegetais do sabor e textura dos alimentos de origem animal.</p>



<p>Segundo dados da agência Euromonitor, o mercado de plant based no Brasil registrou um crescimento anual de 11,1% nos últimos cinco anos. Apesar dos dados brasileiros começarem apresentar crescente a cinco anos, isso é muito mais comum – vou provar para você- o leite vegetal, produzido a partir de soja, castanha, amêndoa, coco, entre outros outros exemplos, na maioria das vezes, é um produto plant-based.</p>



<p>Assista<strong> </strong>ao vídeo abaixo sobre como é processamento de um plant based:</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="What&#039;s in Plant-Based Meat?" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/0qFa-E6yw1g?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<h4 id="acao-movida-por-abipesca" class="wp-block-heading">Ação movida por Abipesca</h4>



<p>Agora que você entendeu o que é plant based, fica mais fácil de entender o que entidade está recorrendo. Nesse sentido, Abipesca interpreta que as mercadorias ultraprocessadas à base de plantas estão sendo comercializados sob nomes que não os representam. Embora existam leis, normas e regras que possam estar em vigor para proteger os consumidores, falsos produtos são comercializados com fácil propagação.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“A gente quer que isso seja regulamentado para que volte para a gôndola: ‘planta processada com sabor artificial de’, e aí pode vender o que for. Eu sou consumidor também. Mas a gente não pode deixar que a população seja induzida ao erro”.</p><cite> <p> Argumenta Eduardo Lobo Naslavsky, </p> </cite></blockquote>



<p>A ação cita instruções normativas publicadas pelo Ministério da Agricultura e pela própria Anvisa sobre a rotulagem de <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-de-alimentos/a-engenharia-de-alimentos-e-suas-areas-de-atuacao/">alimentos</a>, conforme determina a RDC 268/2005 da Agência RÉ [Anvisa].</p>



<h4 id="ausencia-de-regulamentacao" class="wp-block-heading">Ausência de regulamentação</h4>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>Em nota enviada pela entidade “A ausência de regulamentação específica para esse tipo de produto somada à omissão do Estado possibilitou a proliferação de rótulos enganosos ao consumidor . Mesma nota eles alegam “uma&nbsp;indevida vantagem competitiva aos referidos fabricantes de produtos Plant Based, pois comercializam produtos sem precisar seguir as mesmas restrições impostas aos produtos de origem animal que buscam imitar.&#8221;</p></blockquote>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/11/raw-steak-salmon-and-vegetables-for-cooking-on-wooden-table-in-a-rustic-style-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-79385" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/11/raw-steak-salmon-and-vegetables-for-cooking-on-wooden-table-in-a-rustic-style-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/11/raw-steak-salmon-and-vegetables-for-cooking-on-wooden-table-in-a-rustic-style-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/11/raw-steak-salmon-and-vegetables-for-cooking-on-wooden-table-in-a-rustic-style-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/11/raw-steak-salmon-and-vegetables-for-cooking-on-wooden-table-in-a-rustic-style-1536x1024.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/11/raw-steak-salmon-and-vegetables-for-cooking-on-wooden-table-in-a-rustic-style-2048x1365.jpg 2048w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/11/raw-steak-salmon-and-vegetables-for-cooking-on-wooden-table-in-a-rustic-style-18x12.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/11/raw-steak-salmon-and-vegetables-for-cooking-on-wooden-table-in-a-rustic-style-380x253.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/11/raw-steak-salmon-and-vegetables-for-cooking-on-wooden-table-in-a-rustic-style-800x533.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/11/raw-steak-salmon-and-vegetables-for-cooking-on-wooden-table-in-a-rustic-style-1160x773.jpg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/11/raw-steak-salmon-and-vegetables-for-cooking-on-wooden-table-in-a-rustic-style-600x400.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/11/raw-steak-salmon-and-vegetables-for-cooking-on-wooden-table-in-a-rustic-style-scaled.jpg 2560w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption><a href="https://br.freepik.com/fotos/alimento">Alimento foto criado por timolina &#8211; br.freepik.com</a></figcaption></figure>



<h4 id="empresas-que-podem-ser-afetadas" class="wp-block-heading">Empresas que podem ser afetadas</h4>



<p>A associação está ciente que ação proposta pode ter impacto sobre marcas de produtos vegetais mantidas por duas das maiores indústrias de proteína animal do país.  Empresas como JBS e Marfrig, que, de olho nesse mercado, passaram a investir também em produtos de base vegetal.</p>



<h4 id="extincao-de-produtos-a-base-de-plantas" class="wp-block-heading">Extinção de produtos a base de plantas?</h4>



<p><em>Muito pelo contrário! </em>A <a href="https://www.abipesca.com.br/100porcentopeixe">associação</a> entende do grande desafio de suprir a alimentação da população e do crescimento pela procura de produtos plant based. Dessa forma, defende a busca de novas tecnologias por produtos para suprir a demanda por alimentos. Entretanto, defende que o consumidor deve estar ciente do produto que está levando para casa e consumindo.</p>



<p>Enquanto isso, Abipesca aguarda que o judiciário pressione os órgãos regulamentadores a exercer controle dos produtos à base de planta que estão em comercialização.</p>



<p class="has-text-align-center"><span class="has-inline-color has-black-color"><em>Enfim</em>, <em>você</em> <em>acha que é válida essa ação da Abipesca para uma rotulagem mais especifica para os consumidores?</em></span></p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<p class="has-text-align-center"><span class="has-inline-color has-red-color"><em>Despertou curiosidade de assuntos relacionados a aquicultura e quer em seu Instagram? Clique <a href="https://www.instagram.com/estudandoaquicultura/">aqui</a></em> <em>e confira!</em></span></p>
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		<title>A Década do Oceano começa com você</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ivanilson Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Mar 2021 11:00:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia de Pesca]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que você vê quando olha o Mar? O ano de 2021 marca o início de uma nova&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">O que você vê quando olha o Mar? O ano de 2021 marca o início de uma nova década, a “Década do Oceano”, a década que você vai ouvir muito falar do Oceano, a década em que você será convidado a <a href="https://blogdaengenharia.com/dia-mundial-dos-oceanos-por-que-preservar/">se reconectar e a tornar-se Oceano</a>!</p>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #ff0000"><em>Não adianta evitar, pois perto ou longe, todo mundo em todos os lugares depende do Oceano.</em></span></p>
<h3 id="mas-me-fala-voce-sabia-sobre-a-decada-do-oceano" style="text-align: justify"><strong>Mas me fala, você sabia sobre a Década do Oceano?</strong></h3>
<p style="text-align: justify">Não? Não acredito! Então deixe-me resumir para você! O objetivo da década é que – nos próximos dez anos – a humanidade aumente o seu conhecimento sobre as águas que cobrem 70% do nosso planeta Terra.</p>
<p style="text-align: justify">Neste artigo, aproveito o espaço da coluna de <a href="https://blogdaengenharia.com/?p=66895&amp;preview=true">Engenharia de Pesca</a> – <a href="https://blogdaengenharia.com/a-aquicultura-na-protecao-dos-oceanos/">uma das mais importantes profissões para a década</a> – para mostrar um pouco da imensidão da importância e do quanto a Década do Oceano é necessária.</p>
<p style="text-align: justify"><strong><span style="color: #ff0000"><em>Aperte o cinto e vamos decolar!</em></span></strong></p>
<h3 id="antes-de-tudo-vamos-entender-como-tudo-comecou" style="text-align: justify"><strong>Antes de tudo, vamos entender como tudo começou?</strong></h3>
<p style="text-align: justify">Em 2015, a assembleia geral da <a href="https://www.un.org/en/">ONU</a> aprovou a <a href="https://www.youtube.com/watch?v=j8L1CcanjT8">Agenda 2030</a> para o desenvolvimento sustentável. Nela foram decretados <a href="http://www.fao.org/sustainable-development-goals/goals/goal-1/en/">17 objetivos</a> que devem ser alcançados por todos as nações até 2030.</p>
<p><iframe title="UNESCO: The lab of ideas, the lab for change!" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/zt7l1Ky4-gQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p style="text-align: justify">A <a href="https://youtu.be/N3nnyj998BI">Vida na Água</a> é um dos 17 objetivos da Agenda 2030 e visa conservar e promover o uso sustentável do oceano, dos mares e dos recursos marinhos.</p>
<p style="text-align: justify">Em seguida, em 2016, a ONU concluiu a primeira avaliação mundial dos oceanos que apontou a urgência de gerenciar com sustentabilidade as atividades nesses ambientes.</p>
<p style="text-align: justify">Sendo assim, é atuar em prol da saúde oceânica, incentivando as pesquisas e as inovações tecnológicas voltadas para a limpeza, segurança e sustentabilidade dos oceanos.</p>
<p style="text-align: justify">Por isso, em 2017, foi proclamada a <a href="https://www.oceandecade.org/">Década da Ciência Oceânica para o Desenvolvimento Sustentável</a>, ou popularmente denominada “Década do Oceano”, a ser implantada de 2021 a 2030.</p>
<p><iframe title="Ocean Decade: The Science We Need for the Ocean We Want" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/mV5a094KBH4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p style="text-align: justify">Então, espera-se que nos próximos dez anos, a humanidade conheça mais sobre as águas, que recobre mais de 70% da Terra.</p>
<h3 id="mas-afinal-o-que-isso-significa" style="text-align: justify"><strong>Mas afinal, o que isso significa?</strong></h3>
<p style="text-align: justify">Isso significa que nos próximos 10 anos os países se unirão em prol das pesquisas e do conhecimento científico para proteção de um ambiente único que abraça a Terra em mais de 70%, que absorveu nos últimos 200 anos um terço do CO<sub>2</sub> produzido pelas atividades humanas e ainda 90% do excesso de calor no sistema climático.</p>
<p><iframe title="Conexão Oceano (Ocean Connection)" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/29LP-cEuuNo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p style="text-align: justify">Além disso, a Década do Oceano proporcionará uma oportunidade para criar um alicerce, por meio da interface ciência-política, para fortalecer a gestão dos nossos oceanos e zonas costeiras em benefício da humanidade.</p>
<p style="text-align: justify">Além disso, essa década proporcionará uma estrutura unificada, buscando possibilitar que os países atinjam todas as metas da Agenda 2030 relacionadas ao Oceano.</p>
<h3 id="quais-sao-as-metas-a-serem-alcancadas" style="text-align: justify"><strong>Quais são as metas a serem alcançadas?</strong></h3>
<p style="text-align: justify">A Década do Oceano é um movimento internacional para que tenhamos um oceano limpo, seguro, resiliente e saudável, previsível, produtivo e explorado de forma sustentável, transparente e acessível, cheio de vida, de ciência e trocas de conhecimento!</p>
<p style="text-align: justify">E a principal meta é facilitar a popularização do Oceano e deixar as coisas mais claras sobre a importância de sua valorização!</p>
<h3 id="razoes-motivadoras-para-o-inicio-da-decada-do-oceano" style="text-align: justify"><strong>Razões motivadoras para o início da Década do Oceano</strong></h3>
<p><iframe title="One Planet, One Ocean: Mobilizing Science to #SaveOurOcean" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/YyiuLwhUpH4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p style="text-align: justify">As principais razões para a década decretada pela ONU ter um olhar para o desenvolvimento da ciência oceânica são:</p>
<ul style="text-align: justify">
<li>Sequestra e armazena carbono produzido pela atividade humana;</li>
<li>Produz grande parte do oxigênio que respiramos;</li>
<li>Ajuda no transporte de calor e umidade;</li>
<li>Estabiliza o clima;</li>
<li>Serve de subsistência para bilhões de pessoas por fornecer recursos alimentares, minerais, energéticos, recreativos e culturais.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify">As diretrizes definidas ajudarão todos os países do mundo, principalmente o Brasil, a planejar ações a favor do ecossistema marinho-costeiro para serem executadas no período de 2021 a 2030.</p>
<h3 id="mas-a-decada-do-oceano-e-mesmo-necessaria" style="text-align: justify"><strong>Mas a Década do Oceano é mesmo necessária?</strong></h3>
<p>Sim!! Desde a metade do século XX, milhares de toneladas de vida marinha foram retiradas do mar e milhões de toneladas de resíduos foram despejados nele.</p>
<p style="text-align: justify">Além disso, desde 1950, metade dos recifes de coral em águas rasas de todo mundo desapareceram ou passaram a enfrentar um grande declínio.</p>
<p><figure id="attachment_68205" aria-describedby="caption-attachment-68205" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-68205 size-large" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ImageBank_Bleaching_TheOceanAgency_104-1024x678.jpg" alt="Década do Oceano" width="1024" height="678" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ImageBank_Bleaching_TheOceanAgency_104-1024x678.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ImageBank_Bleaching_TheOceanAgency_104-300x199.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ImageBank_Bleaching_TheOceanAgency_104-768x509.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ImageBank_Bleaching_TheOceanAgency_104-1536x1017.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ImageBank_Bleaching_TheOceanAgency_104-2048x1356.jpg 2048w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ImageBank_Bleaching_TheOceanAgency_104-scaled.jpg 2560w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-68205" class="wp-caption-text">Branqueamento de corais. Fonte: https://www.coralreefimagebank.org/coral-bleaching</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify">Os corais de águas profundas estão sendo devastados por novas tecnologias, como o arrastão, cujo objetivo é a captura de peixes com décadas ou séculos de idade. Esses corais destruídos existem há milhares de anos. E nas últimas décadas, formaram-se centenas de zonas mortas em áreas costeiras!</p>
<p style="text-align: justify">Apesar de toda essa degradação, a <a href="https://www.noaa.gov/">NOAA</a> afirma que <a href="https://oceanservice.noaa.gov/facts/exploration.html#:~:text=The%20ocean%20is%20the%20lifeblood,commerce%2C%20growth%2C%20and%20inspiration.">mais de 80% do Oceano nunca foi mapeado, observado ou explorado</a>.</p>
<p style="text-align: justify">Além disso, o <a href="https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000249373_por">Relatório Global sobre a ciência oceânica</a> relatou que a ciência oceânica é responsável por 0,04 a 4% dos gastos em pesquisa do mundo todo. Porém, os estudos vêm aumentando e apresentando grandes avanços, pois cada vez mais se percebe o quanto as atividades humanas dependem desse ambiente.</p>
<p><span style="color: #ff0000"><em>A Década do Oceano nos traz a esperança de uma ciência que precisamos para um oceano que queremos!</em></span></p>
<p style="text-align: justify">Portanto, o processo de desenvolvimento de ciência oceânica deve ainda se preocupar na tradução para a sociedade. Sem essa tradução o conhecimento para a população e para os tomadores de decisão, não é possível caminhar em direção ao uso sensato do Oceano, que é o que a década busca.</p>
<h3 id="mas-que-tipo-de-oceano-queremos" style="text-align: justify"><strong>Mas que tipo de oceano queremos?</strong></h3>
<p>E se pudéssemos escolher o que queremos para o Oceano, o que você escolheria?</p>
<p style="text-align: justify">A Década do Oceano, nos ajudará a obter o oceano <span style="color: #ff0000">que precisamos para o futuro que queremos</span>. Portanto, é preciso o envolvimento de diversas partes interessadas para criar novas ideias, soluções, parcerias e aplicações, tais como: cientistas, acadêmicos, governos, formuladores de políticas, empresas, indústria e sociedade civil.</p>
<p><iframe title="Conexão Oceano - Sylvia Earle&#039;s Message" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/pKVkFMeN-Y4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<h3 id="mas-afinal-como-posso-ajudar" style="text-align: justify"><strong>Mas afinal, como posso ajudar?</strong></h3>
<ul style="text-align: justify">
<li>Entre no <a href="http://www.oceandecade.org">site</a> ou pelo <a href="oceandecade@unesco.org">e-mail</a> da <a href="https://www.oceandecade.org/">Ocean Decade</a> e saiba mais informações;</li>
<li>Faça parte da <a href="https://www.oceandecade.org/">Ocean Decade</a>;</li>
<li>Faça a sua parte utilizando menos plásticos de uso único, reciclando materiais e reduzindo o consumo;</li>
<li>Movimente nas redes sociais em prol do Oceano;</li>
<li>Recrute seus amigos e familiares para se tornarem parte do movimento para salvar o Oceano.</li>
<li>Ajude ou firme parcerias com organizações líderes e influentes, como a <a href="https://www.instagram.com/paditv/">PADI</a>, <a href="https://www.instagram.com/sealegacy/">SeaLegacy</a>, <a href="https://www.instagram.com/greenpeace/">Greenpeace</a>, <a href="https://www.instagram.com/mission_blue/">Mission Blue</a>, <a href="https://www.instagram.com/projectaware/">Project AWARE</a>, <a href="https://www.instagram.com/theoceanfoundation/">The Ocean Foundation</a>, <a href="https://www.weareoneocean.org/">We Are One Ocean</a>, entre outras, para garantir uma mobilização da maneira mais eficaz possível.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #ff0000"><em>Nenhuma espécie inteligente de verdade iria destruir sua própria casa, o Oceano e Planeta! Oceano este, que devia ser o protagonista do dia de hoje por permitir a vida na Terra! Hoje, 2021, convido você, querido leitor, para uma reflexão sobre o que será diferente amanhã.</em></span></p>
<hr />
<p style="text-align: center">Leia mais artigos do <a href="https://blogdaengenharia.com/">Blog da Engenharia</a> e da coluna <a href="https://blogdaengenharia.com/editoria/engenharia-de-pesca/">Engenharia de Pesca</a>.</p>
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		<title>Desenvolvimento sustentável na aquicultura</title>
		<link>https://blogdaengenharia.com/secoes/colunistas-blog-da-engenharia/desenvolvimento-sustentavel-na-aquicultura/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=desenvolvimento-sustentavel-na-aquicultura</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ivanilson Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Mar 2021 11:00:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de Pesca]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Agenda 2030 é um compromisso internacional assumido por mais de 180 países no mundo. Ela surge para&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">A <a href="https://www.youtube.com/watch?v=j8L1CcanjT8"><strong><span style="color: #ff6600">Agenda 2030</span></strong></a> é um compromisso internacional assumido por mais de 180 países no mundo. Ela surge para ratificar a Agenda 21, mas com novos objetivos focados em <strong><span style="color: #ff6600">aspecto social</span></strong>. E para facilitar a popularização e deixar as coisas mais claras, a <a href="https://brasil.un.org/">ONU</a> definiu <a href="http://www.fao.org/sustainable-development-goals/goals/goal-1/en/">17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)</a>.</p>
<p><iframe title="UNESCO: The lab of ideas, the lab for change!" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/zt7l1Ky4-gQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p style="text-align: justify">Os países que fazem parte desse acordo têm a missão de cumprir com esses objetivos ou pelo menos gerarem uma série de ações importantes para que esses objetivos sejam atingidos.</p>
<p style="text-align: justify">Nesse sentido, todas as áreas do setor produtivo precisam se adaptar e conhecer cada um dos ODS para poder introduzir e trabalhar com os conceitos propostos.</p>
<p style="text-align: justify">E a Aquicultura é um dos setores que apresenta potencial enorme de adaptação às ideias introduzidas para manter o nosso planeta viável às gerações futuras.</p>
<p style="text-align: justify">Portanto, nesse artigo vamos conhecer um pouco como a aquicultura se insere nesses 17 objetivos da Agenda 2030.</p>
<h3 id="mas-afinal-como-a-aquicultura-pode-contribuir-com-cada-um-dos-ods" style="text-align: justify"><strong>Mas afinal, como a aquicultura pode contribuir com cada um dos ODS?</strong></h3>
<p style="text-align: justify">A Aquicultura é de grande importância para atingir esses objetivos e pode dar contribuições significativas muito mais fácil que outras áreas da produção e do consumo.</p>
<p style="text-align: justify">Além disso, hoje, a aquicultura brasileira fatura mais de um bilhão de dólares, fora a movimentação da economia que tem ao redor dessa atividade. Esse marco é extremamente significativo para qualquer setor em qualquer parte do mundo.</p>
<p style="text-align: justify">Portanto, esse setor aquícola apresenta contribuições relevantes com cada um dos objetivos do desenvolvimento Sustentável. <strong><em><span style="color: #ff6600">Vamos conferir!</span></em></strong></p>
<h3 id="ods-1" style="text-align: justify">ODS 1</h3>
<p style="text-align: justify"><a href="http://www.fao.org/sustainable-development-goals/goals/goal-1/en/"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-67739 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-1.png" alt="desenvolvimento sustentável" width="466" height="466" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-1.png 466w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-1-300x300.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-1-150x150.png 150w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-1-180x180.png 180w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-1-400x400.png 400w" sizes="(max-width: 466px) 100vw, 466px" /></a></p>
<p style="text-align: justify">A aquicultura é um excelente meio para acabar com a pobreza, pois trabalha com sistemas muito simples de implantar e de baixo custo que gera produtividade e lucro.</p>
<p style="text-align: justify">Várias produções, como a de ornamentais, podem ser instaladas em espaços muito pequenos, inclusive dentro das cidades e apresentar lucro.</p>
<p style="text-align: justify">Por outro lado, as grandes fazendas também geram emprego e renda para os trabalhadores.</p>
<p style="text-align: justify">Por isso a aquicultura tem papel importante para atender a essa meta de desenvolvimento sustentável. Porém, para que isso aconteça e seja mais valorizado é preciso a criação de políticas públicas voltadas para esse eixo. Os profissionais e pesquisadores precisam pensar nesse papel social de erradicação da pobreza, como o desenvolvimento de tecnologias adequadas ao modelo aplicado.</p>
<h3 id="ods-2" style="text-align: justify"><strong>ODS </strong><strong>2</strong></h3>
<p style="text-align: justify"><a href="http://www.fao.org/sustainable-development-goals/goals/goal-2/en/"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-67740 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-2.png" alt="desenvolvimento sustentável" width="466" height="466" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-2.png 466w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-2-300x300.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-2-150x150.png 150w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-2-180x180.png 180w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-2-400x400.png 400w" sizes="(max-width: 466px) 100vw, 466px" /></a></p>
<p style="text-align: justify">A aquicultura possui papel importantíssimo para mitigar a fome, alcançar a segurança alimentar e melhoria da nutrição e promover o desenvolvimento sustentável.</p>
<p style="text-align: justify">Essa atividade aquícola produz em espaço muito reduzido quantidades muito maiores que outros setores. Hoje, facilmente, os sistemas aquícolas produzem 20 toneladas de pescado em 1 hectare.</p>
<h3 id="ods-3" style="text-align: justify"><strong>ODS 3</strong></h3>
<p style="text-align: justify"><a href="http://www.fao.org/sustainable-development-goals/goals/goal-3/en/"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-67741 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-3.png" alt="desenvolvimento sustentável" width="466" height="466" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-3.png 466w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-3-300x300.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-3-150x150.png 150w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-3-180x180.png 180w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-3-400x400.png 400w" sizes="(max-width: 466px) 100vw, 466px" /></a></p>
<p style="text-align: justify">A alimentação proveniente de pescado é altamente saudável. O pescado é rico em ácidos graxos essenciais, aminoácidos essenciais e vários minerais, que proporciona uma alimentação de qualidade e acessível. Mais ainda, é possível produzir fármacos e nutracêuticos a partir de organismos aquáticos, porém, é uma área pouco explorada no Brasil.</p>
<p style="text-align: justify">Por isso, a aquicultura pode assegurar uma vida saudável e promover bem-estar para todas e todos, em todas as idades.</p>
<h3 id="ods-4" style="text-align: justify"><strong>ODS 4</strong></h3>
<p style="text-align: justify"><a href="http://www.fao.org/sustainable-development-goals/goals/goal-4/en/"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-67742 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-4.png" alt="desenvolvimento sustentável" width="466" height="466" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-4.png 466w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-4-300x300.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-4-150x150.png 150w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-4-180x180.png 180w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-4-400x400.png 400w" sizes="(max-width: 466px) 100vw, 466px" /></a></p>
<p style="text-align: justify">Através da aquicultura é possível usar muitos modelos para assegurar educação inclusiva e equitativa e de qualidade, e promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todas e todos. Nesse sentido, destaca-se o ensino de diversas áreas, como biologia, ecologia, meio ambiente, entre outras.</p>
<p style="text-align: justify">Além disso, é possível implantar diversos projetos na área de aquicultura em escolas e comunidades.</p>
<p style="text-align: justify">A aquaponia é uma das ideias mais queridinhas e é muito praticada em diversos países.</p>
<p style="text-align: justify">Além disso, vários profissionais de aquicultura começaram a usar as redes sociais como ferramenta para ensinar ciência, tecnologia e engenharia, principalmente em 2020 em virtude da <a href="https://www.who.int/health-topics/coronavirus#tab=tab_1">pandemia</a>. A seguir listo alguns de vários profissionais que acompanho:</p>
<ul style="text-align: justify">
<li><a href="https://www.instagram.com/aquaculturebrasil/">Aquaculture Brasil</a>;</li>
<li><a href="https://www.instagram.com/soraiadallagnol/">Aquasucesso</a>;</li>
<li><a href="https://www.instagram.com/engpesc_/">EngPesc Rádio Web</a>;</li>
<li><a href="https://www.instagram.com/vaiaqua/">Vai Aqua</a>;</li>
<li><a href="https://www.instagram.com/lcmufsc/">LCM UFSC</a>;</li>
<li><a href="https://www.instagram.com/psfcamarao/">PSF Camarão</a>;</li>
<li><a href="https://www.instagram.com/adri_acua/">Adriana da Silva</a>;</li>
<li><a href="https://www.instagram.com/aquaempreendedorismo/">Aqua Empreendedorismo</a>;</li>
<li><a href="https://www.instagram.com/aquiculturaparaelas/">Aquicultura para Elas</a>;</li>
<li><a href="https://www.instagram.com/pop_algae/">POPALGAE</a>;</li>
<li><a href="https://www.instagram.com/triangulodocamarao/">Triangulo do Camarão</a>;</li>
<li><a href="https://www.instagram.com/aquainaction/">Aquaculture in Action</a>.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify">Desse modo, a aquicultura é sem dúvida um importante veículo para promover educação de qualidade e acessível em nosso país, tanto presencial como também de forma on-line.</p>
<h3 id="ods-5" style="text-align: justify"><strong>ODS 5</strong></h3>
<p style="text-align: justify"><a href="http://www.fao.org/sustainable-development-goals/goals/goal-5/en/"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-67743 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-5.png" alt="desenvolvimento sustentável" width="466" height="466" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-5.png 466w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-5-300x300.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-5-150x150.png 150w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-5-180x180.png 180w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-5-400x400.png 400w" sizes="(max-width: 466px) 100vw, 466px" /></a></p>
<p style="text-align: justify">Esse objetivo tem sido um dos mais considerados pela ONU, pois as mulheres em muitas regiões do mundo são muito massacradas e têm poucas oportunidades.</p>
<p style="text-align: justify">De acordo com a <a href="http://www.fao.org/home/en/">FAO (2020)</a>, em torno de 50% das mulheres trabalham na pós-despesca em vários setores de produção. Enquanto na atividade primária de produção só tem 14% de mulheres atuando.</p>
<p style="text-align: justify">Nesse sentido, é preciso aumentar o número de mulheres nessa área de produção.</p>
<p style="text-align: justify">Esses dados são globais, mas o Brasil é semelhante. Embora na produção de algas o país conta com uma grande quantidade de mulheres essa produção ainda é muito pequena.</p>
<p style="text-align: justify">Na carcinicultura marinha, por exemplo, a produção primária é dominada por homens. Já na piscicultura muitas vezes tem mulheres, assim como na administração dos setores de produção.</p>
<p style="text-align: justify">Portanto, com esse objetivo será possível reduzir essas diferenças e não é difícil, pois em nível de pesquisa existe mais mulheres que homens.</p>
<h3 id="ods-6" style="text-align: justify"><strong>ODS 6</strong></h3>
<p style="text-align: justify"><a href="http://www.fao.org/sustainable-development-goals/goals/goal-6/en/"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-67744 aligncenter" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-6.png" alt="" width="466" height="466" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-6.png 466w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-6-300x300.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-6-150x150.png 150w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-6-180x180.png 180w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-6-400x400.png 400w" sizes="(max-width: 466px) 100vw, 466px" /></a></p>
<p style="text-align: justify">A aquicultura precisa se adaptar melhor com essa meta para não poluir a água potável, respeitando as capacidades suporte de forma adequada.</p>
<p style="text-align: justify">Porém, é um setor que já contribui com esse ODS, pois muitos sistemas de cultivo descartam água melhor do que a água que recebe através do abastecimento. <span style="font-size: 1.21429rem">A água que sai dos viveiros, em muitos casos, tem muito mais qualidade, ou seja, possui mais nutrientes do que a água que recebem.</span></p>
<p style="text-align: justify">Logo, a aquicultura já realiza o processo de mitigação com os sistemas de produção sustentáveis aplicados.</p>
<p style="text-align: justify">Além disso, os viveiros aumentam a taxa de infiltração e, consequentemente, aumenta a recarga dos aquíferos, contribuindo também para o aumento de água potável através da filtração dessa água pelo próprio solo.</p>
<p style="text-align: justify">Em vários países do leste europeu, os aquicultores cuidam do fornecimento da água para as cidades. Isto é, eles produzem o pescado nos reservatórios de água e são os responsáveis por manter a qualidade dessa água.</p>
<p style="text-align: justify">Embora esse modelo seja perfeitamente viável por servir como fonte de armazenamento de água potável, ele também pode ser uma fonte severa de poluição.</p>
<h3 id="ods-7" style="text-align: justify"><strong>ODS 7</strong></h3>
<p style="text-align: justify"><a href="http://www.fao.org/sustainable-development-goals/goals/goal-7/en/"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-67745 aligncenter" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-7.png" alt="" width="466" height="466" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-7.png 466w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-7-300x300.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-7-150x150.png 150w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-7-180x180.png 180w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-7-400x400.png 400w" sizes="(max-width: 466px) 100vw, 466px" /></a></p>
<p style="text-align: justify">Esse ODS busca assegurar o acesso confiável, sustentável, moderno e a preço acessível à energia para todas e todos. Baseado nesse cenário, as microalgas têm sido <a href="https://www.aquaculturebrasil.com/coluna/37/microalgas-e-a-producao-de-biocombustiveis-%E2%80%93-situacao-atual">propostas e consideradas como uma potencial alternativa</a> para atingir essa meta.</p>
<h3 id="ods-8" style="text-align: justify"><strong>ODS 8</strong></h3>
<p style="text-align: justify"><a href="http://www.fao.org/sustainable-development-goals/goals/goal-8/en/"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-67746 aligncenter" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-8.png" alt="" width="466" height="466" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-8.png 466w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-8-300x300.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-8-150x150.png 150w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-8-180x180.png 180w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-8-400x400.png 400w" sizes="(max-width: 466px) 100vw, 466px" /></a></p>
<p style="text-align: justify">O ODS 8 objetiva promover o crescimento econômico sustentado, inclusivo e sustentável, emprego pleno e produtivo e trabalho decente para todas e todos. A aquicultura pode sim gerar um trabalho decente com todos os requisitos de um emprego seguro e as pessoas podem ter satisfação e ganhar salários adequados/dignos.</p>
<h3 id="ods-9" style="text-align: justify"><strong>ODS 9</strong></h3>
<p style="text-align: justify"><a href="http://www.fao.org/sustainable-development-goals/goals/goal-9/en/"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-67747 aligncenter" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-9.png" alt="" width="466" height="466" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-9.png 466w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-9-300x300.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-9-150x150.png 150w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-9-180x180.png 180w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-9-400x400.png 400w" sizes="(max-width: 466px) 100vw, 466px" /></a></p>
<p style="text-align: justify">ODS que objetiva construir infraestruturas resilientes, promover a industrialização inclusiva e sustentável e fomentar a inovação. E a aquicultura precisa de inovações e não precisam ser mirabolantes, pois inovações simples muitas vezes trazem resultados melhores e aumenta a quantidade de emprego.</p>
<p style="text-align: justify">Essas inovações precisam ter potencial de aplicação na prática, pois não adianta ficar apenas no papel/artigo científico ou até mesmo privado.</p>
<h3 id="ods-10" style="text-align: justify"><strong>ODS 10</strong></h3>
<p style="text-align: justify"><a href="http://www.fao.org/sustainable-development-goals/goals/goal-10/en/"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-67748 aligncenter" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-10.png" alt="" width="466" height="466" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-10.png 466w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-10-300x300.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-10-150x150.png 150w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-10-180x180.png 180w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-10-400x400.png 400w" sizes="(max-width: 466px) 100vw, 466px" /></a></p>
<p style="text-align: justify">O ODS 10 tem como missão reduzir as desigualdades dentro dos países e entre eles.</p>
<p style="text-align: justify">Sendo assim, é preciso muito cuidado para a aquicultura não gerar mais desigualdade e isso se faz com salário justo e sem a concentração de renda na mão de poucos, e quando se tem uma estrutura com pequenos produtores é mais fácil fazer uma política voltada para eles, gerando essa redução de desigualdades.</p>
<h3 id="ods-11" style="text-align: justify"><strong>ODS 11</strong></h3>
<p style="text-align: justify"><a href="http://www.fao.org/sustainable-development-goals/goals/goal-11/en/"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-67749 aligncenter" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-11.png" alt="" width="466" height="466" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-11.png 466w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-11-300x300.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-11-150x150.png 150w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-11-180x180.png 180w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-11-400x400.png 400w" sizes="(max-width: 466px) 100vw, 466px" /></a></p>
<p style="text-align: justify">A aquicultura urbana é uma realidade e conta com um contingente enorme de produtores de peixes, ornamentais e outros organismos aquáticos.</p>
<p style="text-align: justify">É possível implantar vários projetos como a aquaponia, que é uma realidade já existente. Esse tipo de sistema pode ser usado para consumo próprio e ser construído até no terraço de um apartamento ou no pátio de uma escola.</p>
<p style="text-align: justify">Com isso a cidade deixaria de ser apenas uma geradora de lixo para ser também um produtor de alimentos que pode ser de altíssimo interesse econômico.</p>
<h3 id="ods-12" style="text-align: justify"><strong>ODS 12</strong></h3>
<p style="text-align: justify"><a href="http://www.fao.org/sustainable-development-goals/goals/goal-12/en/"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-67750 aligncenter" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-12.png" alt="" width="466" height="466" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-12.png 466w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-12-300x300.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-12-150x150.png 150w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-12-180x180.png 180w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-12-400x400.png 400w" sizes="(max-width: 466px) 100vw, 466px" /></a></p>
<p style="text-align: justify">O ODS 12 objetiva assegurar padrões de produção e de consumo sustentável. A produção/desenvolvimento sustentável se baseia em economia circular e pós-pandemia todos analistas afirmam que haverá um deslocamento da economia neoclássica para a circular, que é aquela que se baseia na circulação interna dos produtos.</p>
<p style="text-align: justify">Por outro lado, os sistemas integrados, denominados como aquicultura multitrófica vêm apresentando papel fundamental para garantir produções sustentáveis.</p>
<h3 id="ods-13" style="text-align: justify"><strong>ODS 13</strong></h3>
<p style="text-align: justify"><a href="http://www.fao.org/sustainable-development-goals/goals/goal-13/en/"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-67751 aligncenter" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-13.png" alt="" width="466" height="466" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-13.png 466w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-13-300x300.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-13-150x150.png 150w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-13-180x180.png 180w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-13-400x400.png 400w" sizes="(max-width: 466px) 100vw, 466px" /></a></p>
<p style="text-align: justify">A aquicultura pode mitigar os problemas climáticos. Existem vários sistemas de produção que absorvem CO<sub>2</sub>, por exemplo a produção de algas e de moluscos bivalves. Ainda mais, vários outros sistemas de produção em viveiros, sistemas integrados principalmente, absorvem o CO<sub>2</sub> ao invés de emitir.</p>
<p style="text-align: justify">Para isso, é preciso embasar a produção no maior uso do alimento natural para reduzir o uso de ração, que é o principal custo das produções.</p>
<h3 id="o-ods-14" style="text-align: justify"><strong>O ODS 14</strong></h3>
<p style="text-align: justify"><a href="http://www.fao.org/sustainable-development-goals/goals/goal-14/en/"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-67752 aligncenter" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-14.png" alt="" width="466" height="466" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-14.png 466w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-14-300x300.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-14-150x150.png 150w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-14-180x180.png 180w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-14-400x400.png 400w" sizes="(max-width: 466px) 100vw, 466px" /></a></p>
<p style="text-align: justify">Por mais difícil que seja admitir, há um limite de recursos pesqueiros. À medida que nos aproximamos desse limite, <a href="https://blogdaengenharia.com/a-aquicultura-na-protecao-dos-oceanos/">a aquicultura entra como um suplemento para alimentar a crescente população mundial</a> com proteína de qualidade e ecologicamente correta. Por outro lado, é possível produzir formas jovens para repovoar ambientes naturais. Assim, garantindo a conservação da vida na água.</p>
<h3 id="ods-15" style="text-align: justify"><strong>ODS 15</strong></h3>
<p style="text-align: justify"><a href="http://www.fao.org/sustainable-development-goals/goals/goal-15/en/"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-67753 aligncenter" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-15.png" alt="" width="466" height="466" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-15.png 466w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-15-300x300.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-15-150x150.png 150w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-15-180x180.png 180w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-15-400x400.png 400w" sizes="(max-width: 466px) 100vw, 466px" /></a></p>
<p style="text-align: justify">Mas a aquicultura pode contribuir com a vida terrestre? Sim, de muitas formas. Podemos ter melhoria do clima devido ao acúmulo de água, também a <span style="font-size: 1.21429rem">evaporação gera mais chuvas, o que melhora o ambiente terrestre.</span></p>
<p style="text-align: justify">Ademais, as áreas aquícolas servem para aves migratórias e uma gama de organismos. Claro que existe predadores, mas muitos não predam os organismos cultivados.</p>
<h3 id="ods-16" style="text-align: justify"><strong>ODS 16</strong></h3>
<p style="text-align: justify"><a href="http://www.fao.org/sustainable-development-goals/goals/goal-16/en/"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-67754 aligncenter" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-16.png" alt="" width="466" height="466" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-16.png 466w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-16-300x300.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-16-150x150.png 150w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-16-180x180.png 180w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-16-400x400.png 400w" sizes="(max-width: 466px) 100vw, 466px" /></a></p>
<p style="text-align: justify">Existem várias organizações para promover a união e a organização dos aquicultores para inserir a aquicultura no ODS 16 com paz, justiça e instituições fortes e eficazes.</p>
<h3 id="ods-17" style="text-align: justify"><strong>ODS 17</strong></h3>
<p style="text-align: justify"><a href="http://www.fao.org/sustainable-development-goals/goals/goal-17/en/"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-67755 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-17.png" alt="desenvolvimento sustentável" width="466" height="466" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-17.png 466w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-17-300x300.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-17-150x150.png 150w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-17-180x180.png 180w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/ods-17-400x400.png 400w" sizes="(max-width: 466px) 100vw, 466px" /></a></p>
<p style="text-align: justify">As parcerias internacionais são muito comuns na área da pesquisa e o <a href="https://aquavitaeproject.eu/">projeto AquaVitae</a> é um exemplo disso &#8211; H2020 formado por 36 parceiros de 15 países diferentes que desenvolve soluções para o desenvolvimento sustentável da aquicultura.</p>
<p style="text-align: justify">Essa parceria é muito importante, pois objetiva desenvolver protótipos com a missão de introduzir novas espécies, além de novos produtos e processos nas cadeias de valor da aquicultura marinha e de água doce nos países banhados pelo oceano Atlântico.</p>
<h3 id="conclusao" style="text-align: justify">Conclusão</h3>
<p style="text-align: justify">Em síntese, a aquicultura pode contribuir significativamente para contribuir e atingir todos os objetivos para o desenvolvimento sustentável da Agenda 2030.<span style="color: #ff6600"> Só depende de nós!</span> As duas ações básicas que precisamos realizar são:</p>
<ol>
<li style="text-align: justify">Conhecer a Agenda 2030 e se empenhar para que os sistemas de produção se adequem aos ODS;</li>
<li style="text-align: justify">Mostrar para a sociedade que a aquicultura já contribui significativamente com os ODS e pode contribuir cada vez mais.</li>
</ol>
<hr />
<p style="text-align: center">Leia mais artigos do <a href="https://blogdaengenharia.com/">Blog da Engenharia</a> e da coluna <a href="https://blogdaengenharia.com/editoria/engenharia-de-pesca/">Engenharia de Pesca</a>.</p>
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		<title>Atribuições profissionais do Engenheiro de Pesca</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ivanilson Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Feb 2021 11:00:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Curiosidades da Engenharia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Antes de falar sobre as atribuições profissionais do Engenheiro de Pesca vamos conhecer um pouco sobre como tudo&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">Antes de falar sobre as <strong>atribuições profissionais do Engenheiro de Pesca </strong>vamos conhecer um pouco sobre como tudo se iniciou. <span style="color: #ff6600">Bora conferir?!</span></p>
<h3 id="os-primeiros-passos-da-engenharia-de-pesca" style="text-align: justify"><strong>Os primeiros passos da Engenharia de Pesca</strong></h3>
<p style="text-align: justify">E já se faz meio século de iniciativa, criação, inquietude e desenvolvimento da <a href="https://www.youtube.com/watch?v=WwGr6ejLtgQ&amp;feature=youtu.be">Engenharia de Pesca</a> no mundo.</p>
<p style="text-align: justify">Tudo se iniciou com um sonho de um reitor, o professor <a href="https://www.youtube.com/watch?v=1Gbu9LjFwIY">Adierson de Azevedo</a>, que em 13 de julho de 1970, por meio da Resolução n° 12-A do Conselho de Ensino e Pesquisa, idealizou o curso de <a href="http://feiradeprofissoes.ufrpe.br/engenharia-de-pesca/">Engenharia de Pesca na Universidade Federal Rural de Pernambuco</a>, tendo o início das aulas ocorrido no primeiro semestre de 1971.</p>
<p><figure id="attachment_66899" aria-describedby="caption-attachment-66899" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://repository.ufrpe.br/bitstream/123456789/71/1/CRPA_0006.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-66899 size-large" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/Adierson-de-Azevedo-1024x757.jpg" alt="atribuições profissionais do Engenheiro de Pesca" width="1024" height="757" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/Adierson-de-Azevedo-1024x757.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/Adierson-de-Azevedo-300x222.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/Adierson-de-Azevedo-768x567.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/Adierson-de-Azevedo-1536x1135.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/Adierson-de-Azevedo-2048x1513.jpg 2048w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/Adierson-de-Azevedo-scaled.jpg 2560w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption id="caption-attachment-66899" class="wp-caption-text">Professor Adierson de Azevedo usando samarra branca e ao lado Professor Pedro Correia. Fonte: https://repository.ufrpe.br/bitstream/123456789/71/1/CRPA_0006.jpg</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify">Posteriormente, em julho de 1972, esse ato foi seguido pela Universidade Federal do Ceará. O curso permaneceu restrito ao Nordeste por 16 anos e somente em 1988 a Universidade do Amazonas criou o terceiro curso de Pesca no país.</p>
<p style="text-align: justify">Atualmente, são 26 cursos de graduação distribuídos em todo território nacional, tendo alcançado todas as regiões.</p>
<h3 id="a-evolucao-da-engenharia-de-pesca" style="text-align: justify"><strong>A evolução da Engenharia de Pesca</strong></h3>
<p style="text-align: justify">A Engenharia de Pesca, assim como qualquer outra engenharia, é uma área que apresenta diversos problemas e necessita de pessoas qualificadas com cabeças pensantes e inovadoras. Sendo assim, ao longo dos 50 anos, o curso foi sendo implementado e aperfeiçoado para proporcionar uma formação de qualidade.</p>
<h3 id="como-ser-oficialmente-um-engenheiro-de-pesca-so-o-diploma-ja-basta" style="text-align: justify"><strong>Como ser oficialmente um Engenheiro de Pesca? Só o diploma já basta?</strong></h3>
<p style="text-align: justify">Assim como os médicos, advogados, enfermeiros o engenheiro de pesca também precisa de uma carteira após a conclusão do curso para representar suas atribuições profissionais. A universidade emite o diploma de Bacharel em Engenharia. Somente após o registro no Conselho Regional de Engenharia é que se torna Engenheiro e estará no legítimo exercício da profissão.</p>
<p style="text-align: justify">A Engenharia de Pesca participa do <a href="https://www.confea.org.br/sistema-profissional/o-sistema">Sistema CONFEA</a> desde 1983, quando a profissão foi reconhecida através da <a href="http://normativos.confea.org.br/downloads/0279-83.pdf">Resolução nº 279 de 15 de junho de 1983</a>.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-66900 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/crea-1.png" alt="atribuições profissionais do Engenheiro de Pesca" width="272" height="272" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/crea-1.png 272w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/crea-1-150x150.png 150w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/crea-1-180x180.png 180w" sizes="(max-width: 272px) 100vw, 272px" /></p>
<h3 id="mas-afinal-quais-sao-as-atribuicoes-profissionais-do-engenheiro-de-pesca" style="text-align: justify"><strong>Mas afinal, quais são as atribuições profissionais do Engenheiro de Pesca</strong></h3>
<p style="text-align: justify">A Pesca é a única atividade que além de trabalhar com a extração também trabalha com o cultivo de organismos aquáticos para a produção de proteína, como camarão, lagosta, polvo, peixe, rã, algas, microalgas<sup><a href="https://blogdaengenharia.com/microalgas-o-alimento-do-futuro/">(1</a>,<a href="https://blogdaengenharia.com/chlorella-o-superalimento-usado-ate-pela-nasa/">2)</a></sup>, entre outros.</p>
<p><figure id="attachment_66913" aria-describedby="caption-attachment-66913" style="width: 919px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-66913 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/Ranicultura-em-Bananeiras-PB.jpg" alt="Ranicultura em Bananeiras-PB" width="919" height="957" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/Ranicultura-em-Bananeiras-PB.jpg 919w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/Ranicultura-em-Bananeiras-PB-288x300.jpg 288w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/Ranicultura-em-Bananeiras-PB-768x800.jpg 768w" sizes="(max-width: 919px) 100vw, 919px" /><figcaption id="caption-attachment-66913" class="wp-caption-text">Ranicultura em Bananeiras-PB</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify">Além disso, esse tipo de profissional também pode desenvolver o ensino, pesquisa, extensão, supervisão, planejamento, coordenação e execução de atividades integradas para o aproveitamento dos recursos naturais aquícolas, o cultivo<sup><a href="https://blogdaengenharia.com/a-aquicultura-na-protecao-dos-oceanos/">(1</a>,<a href="https://blogdaengenharia.com/microalgas-o-alimento-do-futuro/">2</a>,<a href="https://blogdaengenharia.com/chlorella-o-superalimento-usado-ate-pela-nasa/">3</a>,<a href="https://blogdaengenharia.com/desenvolvimento-sustentavel-na-aquicultura/">4</a>)</sup> e a exploração sustentável de recursos pesqueiros marítimos, fluviais e lacustres e sua industrialização.</p>
<p><figure id="attachment_66903" aria-describedby="caption-attachment-66903" style="width: 949px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.instagram.com/ithanael/"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-66903 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/eng2.jpg" alt="atribuições profissionais do Engenheiro de Pesca" width="949" height="976" /></a><figcaption id="caption-attachment-66903" class="wp-caption-text">Pesquisa com tecnologia de bioflocos em baixa salinidade em Serra Talhada-PE.</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify">Sendo assim, essa atividade aquícola apresenta grande potencial nacionalmente e mundialmente na produção de proteína diante do crescimento exponencial da população.</p>
<p style="text-align: justify">Contudo, a Pesca não é apenas um setor que produz alimentos, o verdadeiro significado vai muito além disso, pois essa atividade produz de maneira sustentável, levando em consideração os <a href="http://www.fao.org/sustainable-development-goals/goals/goal-1/en/">Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS)</a> e ainda mais, fazer isso com prazer.</p>
<h3 id="o-que-define-as-atribuicoes-profissionais-de-um-engenheiro-de-pesca" style="text-align: justify"><strong>O que define as atribuições profissionais de um Engenheiro de Pesca?</strong></h3>
<p style="text-align: justify">Afinal, qual a diferença dos engenheiros de pesca formados em Serra Talhada, Recife, Paulo Afonso, Manaus ou em qualquer outro lugar do país?</p>
<p style="text-align: justify">Na verdade, as atribuições para esse tipo de profissional não são atribuídas pela universidade, mas sim pelo conselho profissional através da análise curricular. Quem analisa a grade curricular dos Cursos são as Câmaras Especializadas, e essa análise obedece ao disposto nos artigos <a href="https://presrepublica.jusbrasil.com.br/legislacao/126777/lei-5194-66">10 e 11 da Lei 5194/66</a>, bem como, segue os trâmites da <a href="http://normativos.confea.org.br/ementas/visualiza.asp?idEmenta=59111">Resolução 1073 do CONFEA</a>.</p>
<p style="text-align: justify">Portanto, todas as disciplinas do curso, seja ela básica ou do ciclo profissional tem a finalidade de dar atribuição. Por exemplo, quando você conclui uma disciplina de carcinicultura significa dizer que você estudou e agora é apto para trabalhar com essa área.</p>
<p style="text-align: justify">O professor que lecionou essa disciplina diz para a sociedade que você passou um período dentro da instituição estudando uma atividade profissional que contou com conhecimento de formação básica e que adquiriu conhecimento suficiente para exercer a atividade de carcinicultura, ou seja, do cultivo de camarões em ambientes aquáticos, seja marinho ou água doce.</p>
<p><figure id="attachment_66910" aria-describedby="caption-attachment-66910" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-66910 size-large" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/IMG_20191011_072514-1024x768.jpg" alt="Carcinicultura" width="1024" height="768" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/IMG_20191011_072514-1024x768.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/IMG_20191011_072514-300x225.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/IMG_20191011_072514-768x576.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/IMG_20191011_072514-1536x1152.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/IMG_20191011_072514-2048x1536.jpg 2048w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/IMG_20191011_072514-180x135.jpg 180w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/IMG_20191011_072514-400x300.jpg 400w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/IMG_20191011_072514-600x450.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/IMG_20191011_072514-800x600.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/IMG_20191011_072514-1200x900.jpg 1200w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/IMG_20191011_072514-1600x1200.jpg 1600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/IMG_20191011_072514-scaled.jpg 2560w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-66910" class="wp-caption-text">Despesca de camarão marinho em João Pessoa-PB.</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify">Portanto, as atribuições profissionais estão ligadas diretamente ao histórico escolar do profissional &#8211; matriz curricular. Por isso que as universidades sempre atualizam sua matriz curricular. E quando a universidade atualiza uma matriz novas atividades a serem executadas serão atribuídas.</p>
<h3 id="a-constante-necessidade-de-atualizacao-do-engenheiro-de-pesca" style="text-align: justify"><strong>A constante necessidade de atualização do Engenheiro de Pesca</strong></h3>
<p style="text-align: justify">Um profissional que se formou 15 anos atrás não tinha <a href="https://www.intechopen.com/books/biomass-now-cultivation-and-utilization/biofloc-technology-bft-a-review-for-aquaculture-application-and-animal-food-industry">tecnologia de bioflocos</a> em sua grade curricular. Em consequência disso, não é possível atuar e desenvolver projetos nessa área. Portanto, os engenheiros de pesca que não pagaram essas disciplinas precisam se atualizar.</p>
<p style="text-align: justify">É para isso que existe as associações, o <a href="http://portal.mec.gov.br/pet/pet">PET</a>, congressos, feiras, entre outros, para atualizar os estudantes e profissionais.</p>
<p><figure id="attachment_66898" aria-describedby="caption-attachment-66898" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.fenacam.com.br/assets/img/galeria/XVI%20Fenacam%20-%202019//fenacam_%20xvi%20(1).jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-66898 size-large" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/Palestra-de-Kubitza-na-FENACAM-1024x683.jpg" alt="Palestra de Kubitza na FENACAM" width="1024" height="683" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/Palestra-de-Kubitza-na-FENACAM-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/Palestra-de-Kubitza-na-FENACAM-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/Palestra-de-Kubitza-na-FENACAM-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/Palestra-de-Kubitza-na-FENACAM-1536x1024.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/Palestra-de-Kubitza-na-FENACAM-2048x1365.jpg 2048w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/Palestra-de-Kubitza-na-FENACAM-scaled.jpg 2560w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption id="caption-attachment-66898" class="wp-caption-text">Palestra de Kubitza na <a href="https://www.fenacam.com.br/">FENACAM</a>. Fonte: https://www.fenacam.com.br/assets/img/galeria/XVI%20Fenacam%20-%202019//fenacam_%20xvi%20(1).jpg</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify">Além disso, o profissional pode se especializar ou pagar alguma cadeira no mestrado ou doutorado que envolva bioflocos. Após isso, é preciso passar esse certificado com a carga horária para o conselho para a inclusão/registro de uma nova atribuição no conselho.</p>
<p style="text-align: justify">Uma vez adquirida uma atribuição, ela não é retirada. Porém, sempre que você se especializar em alguma área, com carga horária suficiente, é preciso informar ao conselho para atualizar suas atribuições.</p>
<h3 id="um-profissional-de-outra-area-pode-exercer-atribuicoes-do-engenheiro-de-pesca" style="text-align: justify"><strong>Um profissional de outra área pode exercer atribuições do Engenheiro de Pesca?</strong></h3>
<p style="text-align: justify">Um engenheiro civil que tenha mestrado em engenharia de pesca pode trabalhar com aquicultura se a Câmara analisar que ele tem o perfil e conhecimento para atuar e vice-versa.</p>
<p style="text-align: justify">Claro que a origem do profissional é um pouco perdida, mas é uma outra forma de acrescentar atribuições profissionais através de mestrado, doutorado ou especialização.</p>
<h3 id="mas-afinal-qual-a-diferenca-entre-especializacao-mestrado-e-doutorado" style="text-align: justify"><strong>Mas afinal, qual a diferença entre especialização, mestrado e doutorado?</strong></h3>
<p style="text-align: justify">O <a href="https://engenharia360.com/especializacao-mestrado-doutorado-mba-pos-graduacao/">mestrado</a> juntamente com o <a href="https://engenharia360.com/especializacao-mestrado-doutorado-mba-pos-graduacao/">doutorado</a> tem um punho muito mais forte que uma <a href="https://engenharia360.com/especializacao-mestrado-doutorado-mba-pos-graduacao/">especialização</a>. A especialização é muito mais aplicada ao campo de trabalho, mais prática, com período de tempo mais curto e voltada para um foco específico. Já o mestrado e doutorado são mais longos e tem um enfoque mais acadêmico, pra ser pesquisador e professor universitário.</p>
<h3 id="entraves-enfrentados-pela-engenharia-de-pesca" style="text-align: justify"><strong>Entraves enfrentados pela Engenharia de Pesca</strong></h3>
<p style="text-align: justify">Quem cursa Engenharia de Pesca com certeza já passou por o momento clássico “Engenharia de Pesca é para pescar?” ou aquela pergunta sobre o que faz um engenheiro de pesca. Porém, alguém pergunta o que um engenheiro civil faz? Não! Alguém pergunta o que faz um médico, um advogado ou um farmacêutico? Com certeza não!</p>
<p style="text-align: justify">Por que tantas pessoas se perguntam sobre o que faz um engenheiro pesca, mesmo sendo um curso com meio século de existência? A resposta é simples, o não conhecimento ou desconhecimento da sociedade e das empresas sobre a nossa atuação profissional ou até mesmo a desvalorização. Portanto, hoje, esses são os principais entraves que os engenheiros de pesca enfrentam.</p>
<p style="text-align: justify">Além disso, muitos alunos ingressam no curso sem saber o que é Engenharia de Pesca e eu fui um deles, assim como vários que conheço.</p>
<p><figure id="attachment_66906" aria-describedby="caption-attachment-66906" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-66906 size-large" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/PET-Pesca-e-Diretório-Acadêmico-intruduzindo-a-Engenharia-de-Pesca-aos-calouros-da-UFRPE-1024x768.jpg" alt="" width="1024" height="768" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/PET-Pesca-e-Diretório-Acadêmico-intruduzindo-a-Engenharia-de-Pesca-aos-calouros-da-UFRPE-1024x768.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/PET-Pesca-e-Diretório-Acadêmico-intruduzindo-a-Engenharia-de-Pesca-aos-calouros-da-UFRPE-300x225.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/PET-Pesca-e-Diretório-Acadêmico-intruduzindo-a-Engenharia-de-Pesca-aos-calouros-da-UFRPE-768x576.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/PET-Pesca-e-Diretório-Acadêmico-intruduzindo-a-Engenharia-de-Pesca-aos-calouros-da-UFRPE-180x135.jpg 180w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/PET-Pesca-e-Diretório-Acadêmico-intruduzindo-a-Engenharia-de-Pesca-aos-calouros-da-UFRPE-400x300.jpg 400w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/PET-Pesca-e-Diretório-Acadêmico-intruduzindo-a-Engenharia-de-Pesca-aos-calouros-da-UFRPE-600x450.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/PET-Pesca-e-Diretório-Acadêmico-intruduzindo-a-Engenharia-de-Pesca-aos-calouros-da-UFRPE-800x600.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/PET-Pesca-e-Diretório-Acadêmico-intruduzindo-a-Engenharia-de-Pesca-aos-calouros-da-UFRPE-1200x900.jpg 1200w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/PET-Pesca-e-Diretório-Acadêmico-intruduzindo-a-Engenharia-de-Pesca-aos-calouros-da-UFRPE.jpg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-66906" class="wp-caption-text"><a href="https://www.instagram.com/petpesca/">PET Pesca</a> e <a href="https://www.instagram.com/da_pesca_uast/">Diretório Acadêmico de Pesca</a> introduzindo o Curso de Engenharia de Pesca aos calouros da UFRPE/UAST.</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify">O presidente da <a href="http://faep.eng.br/">Federação Nacional dos Engenheiros de Pesca do Brasil (FAEP-BR)</a>, <a href="https://www.instagram.com/faepbroficial/">José Carlos Pacheco</a>, sempre comenta que também foi um deles. Antes de ingressar em Pesca ele desejava cursar Oceanografia, mas enfatiza que a partir do momento que se permitiu conhecer as atribuições profissionais a vida dele mudou, apaixonando-se profundamente pelo Curso.</p>
<p style="text-align: justify">Hoje tudo que ele conquistou deve a sua graduação em Engenharia de Pesca, sendo seu título mais importante e especial. Ser engenheiro de pesca, para ele, é motivo de gratidão e alegria.</p>
<p style="text-align: justify">Ademais, Pacheco sempre foi um dos maiores defensores desse Curso que cativa o brilho no olhar de qualquer pessoa, ele trabalha forte a autoestima de qualquer um, inclusive os seus alunos e orientandos.</p>
<h3 id="recomendacoes-de-pacheco-para-tornar-a-engenharia-de-pesca-mais-conhecida" style="text-align: justify"><strong>Recomendações de Pacheco para tornar a Engenharia de Pesca mais conhecida</strong></h3>
<blockquote>
<p style="text-align: justify">O recurso aquático é imenso e estudamos bastante para isso. Portanto, podemos e devemos estar presentes em várias áreas de atuação, das mais distintas, não só na tríade de captura, cultivo e beneficiamento, e sim tudo aquilo que envolva recursos aquáticos.</p>
<p style="text-align: justify">É preciso se inserir nas empresas através de estágios. Aproveite as mídias sociais para falar que é aluno ou engenheiro de pesca e mostre que você pode trabalhar com produção sustentável de camarão, lagosta, captura, cultivo, beneficiamento, preservação ambiental, tecnologia, inovação, entre outras áreas. Coloque uma camisa e divulgue em sua rede social, na rua, no ônibus, em casa, ou qual quer que seja o lugar que você vá.</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify">Divulgar/levar nossa profissão para a sociedade e fazer estágios em lugares que podemos atuar é muito importante. Isso possibilitará que a sociedade e as empresas conheçam e entendam as <strong>atribuições do profissional de Engenharia de Pesca</strong>.</p>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #ff6600"><em>Você, aluno que deseja cursar ou cursa Engenharia Pesca, permita-se conhecer e entregue-se totalmente ao curso, vista a camisa, pois essa área vai te abraçar com muito amor e carinho.</em></span></p>
<hr />
<p style="text-align: center"><span style="color: #ff6600">Leia mais artigos do <a href="https://blogdaengenharia.com/">Blog da Engenharia</a> e da coluna <a href="https://blogdaengenharia.com/editoria/engenharia-de-pesca/">Engenharia de Pesca</a>.</span></p>
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		<title>A Aquicultura na proteção dos oceanos</title>
		<link>https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-de-pesca/a-aquicultura-na-protecao-dos-oceanos/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=a-aquicultura-na-protecao-dos-oceanos</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ivanilson Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Jan 2021 11:00:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia de Pesca]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de Aquicultura]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Oceanográfica]]></category>
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		<category><![CDATA[Aquicultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Primeiramente, para entender como a aquicultura pode contribuir com a proteção dos oceanos, vamos conhecer um pouco sobre&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">Primeiramente, para entender como a aquicultura pode contribuir com a proteção dos oceanos, vamos conhecer um pouco sobre o background dos ODS.<span style="color: #ff6600"> Bora conferir!</span></p>
<h3 id="mas-afinal-o-que-sao-ods" style="text-align: justify"><strong>Mas afinal, o que são ODS?</strong></h3>
<p style="text-align: justify">Em 2015, os estados membros da Organização das Nações Unidas (ONU) se reuniram e concordaram com 17 metas denominadas como <a href="http://www.fao.org/sustainable-development-goals/goals/goal-1/en/"><strong>Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)</strong></a>. Esses objetivos são projetados para guiar as pessoas para apoiar futuras gerações de pessoas e animais a viver e atender às suas respectivas necessidades.</p>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #ff6600"><em> A ONU descreve os ODS como um apelo urgente à ação de todos os países &#8211; desenvolvidos e em desenvolvimento &#8211; em uma parceria global.</em></span></p>
<h3 id="mas-qual-a-relacao-desses-ods-com-a-aquicultura" style="text-align: justify"><strong>Mas qual a relação desses ODS com a aquicultura?</strong></h3>
<p style="text-align: justify">Um dos objetivos que está mais externamente associado com a aquicultura (cultivo de organismos aquáticos) é o <a href="http://www.fao.org/sdg-progress-report/en/#sdg-14"><strong>ODS 14</strong></a>, pois envolve tudo sobre a vida na água. Em síntese, esse ODS objetiva conservar e usar de forma sustentável os oceanos, mares e recursos marinhos para o desenvolvimento sustentável.<a href="http://www.fao.org/sdg-progress-report/en/#sdg-14"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-66166 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/14.png" alt="aquicultura ods14" width="466" height="466" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/14.png 466w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/14-300x300.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/14-150x150.png 150w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/14-180x180.png 180w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/14-400x400.png 400w" sizes="(max-width: 466px) 100vw, 466px" /></a></p>
<h3 id="por-que-o-ods-14-e-tao-importante" style="text-align: justify"><strong>Por que o ODS 14 é tão importante?</strong></h3>
<p style="text-align: justify">A vida humana não poderia continuar sem oceanos e mares saudáveis. Naturalmente, uma vez que mais de 70% do planeta está coberto por eles, dependemos de corpos d&#8217;água para comida, energia, água, etc.</p>
<p style="text-align: justify">Apesar de como precisamos desesperadamente manter os oceanos funcionando bem, a poluição e as práticas de pesca insustentáveis têm danificado os ecossistemas naturais.</p>
<p style="text-align: justify">A gestão responsável dos recursos que os oceanos nos fornecem, é o primeiro passo para cumprir o ODS 14. Existem alguns componentes e alvos que fazem parte desse objetivo. As categorias-alvo são os fatores mensuráveis que indicam o progresso feito em direção à meta.</p>
<p style="text-align: justify">Em resumo, reduzir a poluição marinha e proteger/restaurar os ecossistemas são as principais prioridades, juntamente com a redução da acidificação dos oceanos, a pesca sustentável, a conservação das áreas costeiras e marinhas e o aumento dos benefícios econômicos do uso sustentável dos recursos marinhos.</p>
<p style="text-align: justify">Outras metas são aumentar o conhecimento científico, pesquisa e tecnologia para a saúde dos oceanos, apoiar pescadores de pequena escala e implementar a legislação marítima internacional.</p>
<p style="text-align: justify">Mais de três bilhões de pessoas dependem da biodiversidade aquática para subsistência. Em vista disso, devemos priorizar o ODS 14 não apenas por questões ambientais, mas também sociais e econômicas.</p>
<h3 id="por-que-a-aquicultura-e-tao-importante-para-o-ods-14" style="text-align: justify"><strong>Por que a aquicultura é tão importante para o ODS 14?</strong></h3>
<p style="text-align: justify">A aquicultura apresenta grande importância para atingir as metas desse ODS e pode contribuir significativamente mais fácil que outras áreas da produção e do consumo. Ela desempenha e continuará a desempenhar um papel no aumento dos benefícios econômicos do uso sustentável dos recursos marinhos.</p>
<p style="text-align: justify">Portanto, essa atividade é um meio de subsistência comprovado para muitas comunidades rurais e costeiras.</p>
<h3 id="mas-afinal-como-a-aquicultura-pode-contribuir" style="text-align: justify"><strong>Mas afinal, como a aquicultura pode contribuir?</strong></h3>
<p style="text-align: justify">Por mais difícil que seja admitir, há um limite de recursos pesqueiros. Há tantos peixes no mar (há muitos, como diz o ditado, mas apenas uma quantidade finita!). Além disso, a demanda por proteína animal aumentará 52% com a previsão de 10 bilhões de pessoas que habitarão o planeta até 2050 (FAO, 2020).</p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-size: 1.21429rem;text-align: center">Portanto, a aquicultura apresenta extrema importância para alimentar de forma sustentável a crescente população mundial e às gerações futuras com proteína saudável, magra e acessível.</span></p>
<p style="text-align: justify">​A principal responsabilidade dessa atividade é complementar com eficiência as opções de espécies capturados por pesca na natureza para aumentar a quantidade de frutos do mar disponíveis em todo o mundo.</p>
<p style="text-align: justify">A aquicultura além de necessária é uma opção sustentável para os consumidores, especialmente em comparação com outras proteínas cultivadas.</p>
<p style="text-align: justify">Frutos do mar são altamente eficientes, apresentam maior retenção de proteína, menor taxa de conversão alimentar em comparação com frango, porco e vaca. Também apresentam menos emissões de gases de efeito estufa em comparação com a agricultura.</p>
<p style="text-align: justify">Ademais, a aquicultura tem potencial para melhorar a saúde do nosso planeta e da nossa população, desde que seja feita de maneira ecologicamente correta, socialmente responsável e que considere a segurança alimentar e o bem-estar animal.</p>
<p style="text-align: justify">Por outro lado, é possível produzir formas jovens para repovoar ambientes naturais.</p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-size: 1.21429rem">As fazendas são implantadas em quase todos lugares &#8211; em águas costeiras, em tanques-rede oceânicos, até mesmo em terra em diversos sistemas de cultivo como </span><a style="font-size: 1.21429rem" href="https://www.aquaculturebrasil.com/coluna/23/o-que-e-aquicultura-em-sistema-de-recirculacao-de-agua">sistemas de recirculação</a><span style="font-size: 1.21429rem"> e </span><a style="font-size: 1.21429rem" href="https://www.aquaculturebrasil.com/coluna/92/bioflocos-%E2%80%93-onde-tudo-comecou-">tecnologia de bioflocos</a><span style="font-size: 1.21429rem">.</span></p>
<h3 id="avancos-do-desenvolvimento-sustentavel" style="text-align: justify">Avanços do desenvolvimento sustentável</h3>
<p style="text-align: justify">Até agora, muito progresso foi feito para a melhoria da vida abaixo da água. Onde cerca de 87 países assinaram o <a href="https://www.youtube.com/watch?v=362XMxSCHcw">acordo sobre Medidas de Estado de Porto</a>, que é o primeiro acordo internacional vinculativo sobre pesca ilegal, não declarada e não regulamentada.</p>
<p style="text-align: justify">Outra boa notícia é que 47% das regiões costeiras em todo o mundo melhoraram a qualidade da água entre 2012 e 2018. Os esforços para reduzir a poluição marinha estão sendo bem-sucedidos.</p>
<p style="text-align: justify">Ademais, à medida que a pesca e o manejo marinho se tornaram mais difundidos, há evidências de que o manejo adequado contribuiu para o recente ressurgimento da pesca natural como <a href="https://the-aquademia-podcast.simplecast.com/episodes/the-miraculous-rockfish-rebound">o rockfish na costa oeste dos EUA</a> e <a href="https://the-aquademia-podcast.simplecast.com/episodes/the-triumphant-return-of-the-tuna-R76fchs3">o atum rabilho no Reino Unido</a>.</p>
<h3 id="a-missao-dos-engenheiros-de-pesca" style="text-align: justify"><strong>A missão dos Engenheiros de Pesca</strong></h3>
<p style="text-align: justify">Finalmente, muitas das metas para o ODS 14 envolvem impactos ambientais &#8211; poluição, acidificação dos oceanos, práticas insustentáveis, etc. Portanto, a missão é educar, defender e demonstrar práticas responsáveis de aquicultura.</p>
<p style="text-align: justify">Além disso, é preciso capacitar e inspirar o mundo a comer frutos do mar cultivados de forma responsável &#8211; frutos do mar como um todo. Há muito trabalho a ser feito para conservar e usar de forma sustentável os recursos hídricos para o desenvolvimento sustentável.</p>
<p style="text-align: justify">No entanto, a pesca pode trabalhar lado a lado com a aquicultura e os reguladores para ajudar a alcançar todas as metas do ODS 14.</p>
<hr />
<p style="text-align: center"><span style="color: #333333">Leia mais artigos do <a href="https://blogdaengenharia.com/">Blog da Engenharia</a> e da coluna <a href="https://blogdaengenharia.com/editoria/engenharia-de-pesca/">Engenharia de Pesca</a>.</span></p>
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		<title>Unesp irá criar 11 cursos de engenharia até 2014</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação BdE]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Apr 2012 23:15:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Ambiental e Sanitária]]></category>
		<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>[pullquote_right][/pullquote_right]A Universidade Estadual Paulista (Unesp) anunciou em Março, a criação de 11 novos cursos de Engenharia em nove&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>[pullquote_right][/pullquote_right]A Universidade Estadual Paulista (Unesp) anunciou em Março, a criação de 11 novos cursos de Engenharia em nove cidades do estado de São Paulo. No total, os cursos terão oferta de 440 vagas<em> (veja tabela abaixo)</em>. Segundo a Unesp, até o final de 2016, o objetivo é que a instituição tenha 2.200 mais alunos.</p>
<div>
<p style="text-align: center;"><a href="//www.engenharia360.com/wp-content/uploads/2012/04/logo_unesp_variacao2.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-1229" src="//www.engenharia360.com/wp-content/uploads/2012/04/logo_unesp_variacao2-300x38.jpg" alt="" width="300" height="38" /></a></p>
<p>A criação dos cursos foi aprovada pelo Conselho Universitário da Unesp, mas o projeto pedagógico, de acordo com a instituição, ainda será discutido. A estimativa da instituição é que os novos cursos sejam implementados entre 2012 e 2014.<br />
Segundo a Unesp, a decisão de criar mais vagas e cursos de engenharia se enquada no programa de expansão da universidade e atende a demandas &#8220;nacionais, estaduais e locais&#8221;. A instituição citou um estudo de 2010 que mostrou a diminuição da participação brasileira na formação de engenheiros. Ainda de acordo com a universidade, o MEC apontou que, em 1999, só 5,9% dos formandos brasileiros eram de engenharia, porcentagem que caiu para 5% em 2008.<br />
Uma comissão da Pró-reitoria de Graduação foi criada para receber propostas de novos cursos e levou em consideração os aspectos regionais, acadêmicos e administrativos, além da vocação de cada unidade universitária.
</p></div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th colspan="3">NOVOS CURSOS ANUNCIADOS PELA UNESP</th>
</tr>
<tr>
<th>Cidade</th>
<th>Curso</th>
<th>Vagas</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Araraquara – FCF</td>
<td>Engenharia de Bioprocessos</td>
<td>40</td>
</tr>
<tr>
<td>Araraquara – IQ</td>
<td>Engenharia Química</td>
<td>40</td>
</tr>
<tr>
<td>Botucatu – FCA</td>
<td>Engenharia de Bioprocessos</td>
<td>40</td>
</tr>
<tr>
<td>Dracena</td>
<td>Engenharia Agronômica</td>
<td>40</td>
</tr>
<tr>
<td>Itapeva</td>
<td>Engenharia de Manufatura</td>
<td>40</td>
</tr>
<tr>
<td>Registro</td>
<td>Engenharia de Pesca</td>
<td>40</td>
</tr>
<tr>
<td>Rosana</td>
<td>Engenharia de Energia e Recursos Renováveis</td>
<td>40</td>
</tr>
<tr>
<td>São João da Boa Vista*</td>
<td>Engenharia Eletrotécnica e Engenharia de Materiais</td>
<td>80</td>
</tr>
<tr>
<td>São José dos Campos</td>
<td>Engenharia Ambiental</td>
<td>40</td>
</tr>
<tr>
<td>Tupã</td>
<td>Engenharia de Biossistemas</td>
<td>40</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="3">*O campus de São João da Boa Vista, que abrigará dois cursos novos, ainda será construído.<br />
<em>Fonte: Unesp</em></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<div></div>
<div></div>
<div>Fonte: <a title="G1" href="//g1.globo.com/vestibular-e-educacao/noticia/2012/03/unesp-cria-11-cursos-de-engenharia-com-440-vagas-em-nove-cidades.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">G1</a></div>
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