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	<title>estruturas Archives | Blog da Engenharia</title>
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	<description>Conhecimento Técnico que Transforma</description>
	<lastBuildDate>Fri, 05 Jan 2024 11:51:16 +0000</lastBuildDate>
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	<title>estruturas Archives | Blog da Engenharia</title>
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	<item>
		<title>Conheça as Pontes Mais Impressionantes do Mundo e Suas Estruturas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação BdE]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jan 2024 11:51:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Akashi Kaikyo]]></category>
		<category><![CDATA[construções icônicas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As pontes não são apenas estruturas que possibilitam a passagem de um lado para outro. Elas são verdadeiras&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>As pontes não são apenas estruturas que possibilitam a passagem de um lado para outro. Elas são verdadeiras obras-primas da engenharia civil, símbolos de inovação, desafio e arte. Neste artigo, exploraremos algumas das pontes mais impressionantes do mundo, destacando a genialidade e a complexidade de suas estruturas e os desafios enfrentados durante sua construção. Ao adentrarmos neste mundo fascinante, lembramos que o <a href="https://blogdaengenharia.com/">Blog da Engenharia</a> é seu portal de conteúdo para todas as engenharias, trazendo inspiração e conhecimento.</p>



<h2 id="1-ponte-golden-gate-estados-unidos" class="wp-block-heading">1. Ponte Golden Gate, Estados Unidos</h2>



<p>Localizada em São Francisco, a Ponte Golden Gate é uma das mais reconhecidas mundialmente. Com seus 2.737 metros de comprimento, a ponte foi, por muito tempo, a mais longa suspensa do mundo. Inaugurada em 1937, é admirada por sua magnífica cor laranja e pela robustez que desafia os fortes ventos e neblinas frequentes da região.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter"><img decoding="async" src="https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/b/bf/Golden_Gate_Bridge_as_seen_from_Battery_East.jpg" alt="Ponte Golden Gate – Wikipédia, a enciclopédia livre"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto por: Frank Schulenburg </figcaption></figure></div>


<h2 id="2-ponte-akashi-kaikyo-japao" class="wp-block-heading">2. Ponte Akashi Kaikyo, Japão</h2>



<p>Com um vão livre de 1.991 metros, a Ponte Akashi Kaikyo detém o título da maior vão de ponte suspensa do mundo. Sua construção foi motivada por uma tragédia, após uma tempestade ter destruído uma balsa e seus passageiros em 1955. A ponte conecta a cidade de Kobe na ilha principal de Honshu à cidade de Awaji na ilha de Awaji.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalmie.com/wp-content/uploads/2019/04/akashi-kaikyo-2.jpg" alt="Akashi Kaikyo, a ponte suspensa mais longa do mundo - Portal Mie"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: reprodução.</figcaption></figure></div>


<h2 id="3-viaduto-de-millau-franca" class="wp-block-heading">3. Viaduto de Millau, França</h2>



<p>O Viaduto de Millau é uma maravilha da engenharia moderna. Inaugurado em 2004, é a ponte mais alta do mundo, com uma torre que alcança 343 metros. Este viaduto não só resolveu um congestionamento crônico na região mas também se tornou uma atração turística devido à sua estética e inovação.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter is-resized"><img decoding="async" src="https://mundoengenharia.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Viaduto-de-Millau.jpg" alt="Viaduto de Millau a maior Ponte do Mundo! - Mundo Engenharia" style="aspect-ratio:1.4988290398126465;width:800px;height:auto"/><figcaption class="wp-element-caption">Fonte: reprodução.</figcaption></figure></div>


<h2 id="4-ponte-rainha-elizabeth-ii-reino-unido" class="wp-block-heading">4. Ponte Rainha Elizabeth II, Reino Unido</h2>



<p>A Ponte Rainha Elizabeth II, conhecida como Dartford Crossing, é uma peça central da infraestrutura do Reino Unido. Completada em 1991, ela tem um papel crucial no transporte, facilitando o tráfego entre o norte e o sul através do Rio Tâmisa. Assim, essa ponte é notável não apenas pela sua importância estratégica mas também pelo seu design elegante.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter"><img decoding="async" src="https://elements-video-cover-images-0.imgix.net/40142dd9-91f3-4a4b-bc42-fd7a7eadedb4/video_preview/video_preview_0000.jpg?auto=compress%2Cformat&amp;h=394&amp;w=700&amp;fit=min&amp;s=744fa481ecbad0e9d1a22a84a830d662" alt="Ponte Rainha Elizabeth II em Dartford Crossing sobre o Rio Tâmisa, aérea,  Banco de Video - Envato Elements"/><figcaption class="wp-element-caption">Fonte: reprodução.</figcaption></figure></div>


<h2 id="5-ponte-jk-brasil" class="wp-block-heading">5. Ponte JK, Brasil</h2>



<p>Inaugurada em 2002, a Ponte Juscelino Kubitschek, ou Ponte JK, em Brasília, é uma obra de arte da engenharia brasileira. Projetada pelo arquiteto Alexandre Chan e pelo engenheiro Mário Vila Verde, a ponte é famosa por sua forma estética única, que lembra o movimento de uma pedra quicando sobre a água.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter"><img decoding="async" src="https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/0/01/BSB_Ponte_JK_Panorama_05_2007_266.jpg/800px-BSB_Ponte_JK_Panorama_05_2007_266.jpg" alt="Ponte Juscelino Kubitschek – Wikipédia, a enciclopédia livre"/><figcaption class="wp-element-caption">Fonte: reprodução.</figcaption></figure></div>


<p>Estas pontes são mais do que estruturas funcionais; elas são ícones de cidades e países, representando o avanço da engenharia e a busca constante do ser humano por superar seus limites. Dessa forma, cada uma delas conta uma história de inovação, desafios superados, e impacto social e econômico em suas regiões.</p>



<p>Por fim, para mais conteúdos como este, continue acompanhando o <a href="https://chat.openai.com/g/g-sLN4ovrdE-redator-chefe-blog-da-engenharia/c/www.blogdaengenharia.com">Blog da </a><a href="https://blogdaengenharia.com/">Engenharia</a>, seu portal de conteúdo direcionado a todas as ramificações das engenharias. Aqui, trazemos informações, curiosidades e estudos de caso para inspirar e fomentar a inovação no campo da engenharia.</p>
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		<item>
		<title>Queda de Sacadas: Saiba como evitar este acidente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Henrique Veronese Vieira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Jun 2023 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Patologias]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque-topo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Várias são as causas que podem levar à queda de sacadas. Os principais motivos são as falhas na montagem das armaduras e a falta de manutenções periódicas.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Os problemas estruturais em edifícios representam uma grave preocupação para os moradores e para as pessoas que transitam próximo a ele, uma vez que comprometem a segurança e geram sensação de insegurança constante. Esses problemas podem incluir fissuras, rachaduras, infiltrações, deterioração, entre outros. Assim, quando essas falhas estruturais ocorrem, os residentes ficam expostos a diversos riscos, como desabamentos e colapsos imprevistos.</p>



<p>Com certa frequência vemos notícias sobre edifícios que apresentam problemas estruturais. Um exemplo é o caso do prédio de Belém do Pará, onde a sacada do último andar caiu e, como um efeito dominó, derrubou todas as outras 12 sacadas abaixo dela. Felizmente este incidente ocorrido em maio não deixou nenhum ferido, apenas causou danos materiais e um grande susto aos moradores. Você pode ler a notícia na íntegra clicando <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/desabamento-de-sacadas-em-predio-residencial-em-belem-causa-evacuacao-de-moradores/">aqui</a>.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="700" height="525" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/05/be543e984e683bd9ace070c108fce6ff.gif" alt="" class="wp-image-89691"/><figcaption>Queda de sacada em Pato Branco &#8211; PR<br>Fonte: Diário do Sudoeste</figcaption></figure>



<h3 id="e-por-que-as-sacadas-caem" class="wp-block-heading">E por que as sacadas caem? </h3>



<p>As sacadas de um prédio podem cair por várias razões, geralmente relacionadas a problemas de segurança estrutural ou manutenção inadequada. Alguns motivos que podem levar a quedas dessas estruturas são:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Defeitos de construção: erros durante a construção da sacada, como cálculos incorretos de carga, uso de materiais inadequados ou técnicas de construção defeituosas;</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li>Falta de manutenção: a falta de manutenção adequada ao longo do tempo pode levar a corrosão ou deterioração das partes estruturais da sacada;</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li>Sobrecarga: sacadas são projetadas para suportar uma carga específica, incluindo o peso próprio, das pessoas e móveis. Se a carga exceder os limites de projeto, a sacada pode se tornar instável e colapsar;</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li>Vibrações excessivas: movimentos do prédio causados por ventos fortes ou outros fatores podem afetar a estabilidade das sacadas, caso o edifício não tenha sido projetado para absorver esses movimentos.</li></ul>



<p>Além disso, um dos fatores que mais causa o desabamento de lajes é a montagem de maneira incorreta das suas armaduras de aço. Como exemplos desta montagem incorreta, pode-se citar o posicionamento errôneo da armadura principal, a falta de armadura de cisalhamento e falhas na ancoragem. </p>



<p>O posicionamento incorreto da armadura principal pode levar a uma distribuição inadequada de cargas, resultando em tensões desequilibradas e riscos de falha estrutural. Já a falta de armaduras de cisalhamento, especialmente nas regiões de apoio e nas conexões com o edifício, pode resultar em falhas estruturais. Por fim, as barras devem ser adequadamente ancoradas nos elementos estruturais adjacentes para garantir uma conexão segura, sendo que a falta de ancoragem adequada pode resultar em movimentos e deslocamentos indesejados da estrutura.  </p>



<h3 id="como-evitar-a-queda-das-sacadas" class="wp-block-heading">Como evitar a queda das sacadas? </h3>



<p>As sacadas requerem manutenção regular para garantir sua segurança e funcionamento adequado. Algumas medidas podem ser tomadas para evitar os incidentes, como, por exemplo, inspeções visuais para identificação de danos, corrosões ou outros problemas, o reparos de fissuras, rachaduras e corrosões e também a manutenção dos elementos que compões o sistema. </p>



<p>É importante ressaltar que cada caso de queda de sacada é único e pode ter circunstâncias específicas. Em geral, é essencial que os proprietários e administradores de prédios realizem <a href="https://www.ghvengenharia.com.br/">inspeções regulares</a>, manutenção adequada e sigam as diretrizes de segurança estrutural para garantir a integridade das sacadas e prevenir acidentes.</p>
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		<item>
		<title>Vergalhão de fibra de vidro: a galinha dos ovos de ouro da engenharia?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Monalisa Tainá Finger Deprá]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Jul 2022 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de Materiais]]></category>
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		<category><![CDATA[Engenharia de Estruturas]]></category>
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		<category><![CDATA[Fibra de Vidro]]></category>
		<category><![CDATA[Monalisa Tainá Finger Deprá]]></category>
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		<category><![CDATA[Soluções]]></category>
		<category><![CDATA[vergalhão de fibra de vidro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O vergalhão de fibra de vidro surge no mercado como uma alternativa à tradicional barra de aço utilizada nas estruturas de concreto armado. Feito com material leve, não corrosivo e reciclável, ele promete uma resistência à tração até três vezes maior que o aço. Seria o material perfeito, mas será que é tudo isso mesmo?</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Com o avanço das tecnologias, a alta nos preços dos insumos para a construção civil, somado à escassez de alguns recursos naturais, surge a necessidade de reinventar as matérias primas da engenharia. Buscando <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-de-materiais-engenharia/5-porques-do-grafeno-ser-o-material-querido-do-momento/">novos materiais</a> que sejam mais sustentáveis, com menor custo e que apresentem os mesmos benefícios que os usados tradicionalmente.</p>



<p>Acompanhamos recentemente a introdução do vergalhão de fibra de vidro no mercado, surgindo como uma alternativa à tradicional barra de aço utilizada nas estruturas de concreto armado. Feito com material leve, não corrosivo e reciclável, ele promete uma resistência à tração até três vezes maior que o <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-mecanica/preco-do-aco-impactos-sobre-a-economia/">aço</a>. Seria o material perfeito, mas será que é tudo isso mesmo?</p>



<h4 id="historico-e-vantagens" class="has-text-align-left wp-block-heading"><em><span class="has-inline-color has-green-color">Histórico e Vantagens</span></em></h4>



<p>Difundido e muito conhecido em outros países, o vergalhão de fibra de vidro chegou no Brasil em 2020 e está ainda engatinhando. As normas técnicas brasileiras, ainda não orientam sobre a utilização do material e em quais situações deve ser aplicado. Universidades e empresas têm se unido e investido em estudos para verificar a eficiência do material e a correta aplicabilidade na construção civil, e os primeiros resultados já demonstram algumas diferenças entre o aço e o vergalhão de fibra de vidro que podem inviabilizar o seu uso em algumas situações.</p>



<p>O novo produto trata-se de um composto polimérico de fibra de vidro com resinas que dão origem ao vergalhão. Apesar do pouco conhecimento acerca de todas as propriedades físicas e mecânicas, e em função de não sofrer com a ação do tempo e nem reagir com materiais corrosivos, tem sua durabilidade estimada em aproximadamente 80 anos, assegura não exigir manutenção e nem perder eficiência ao longo desse período. Mais leve que o<a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-mecanica/preco-do-aco-impactos-sobre-a-economia/"> aço</a>, afirma uma economia em obra de até 25%.</p>



<h4 id="desvantagens" class="has-text-align-left wp-block-heading"><em><span class="has-inline-color has-red-color">Desvantagens</span></em></h4>



<p>A solução é encantadora, mas tem suas <span class="has-inline-color has-red-color">desvantagens</span>. O grande ponto que preocupa engenheiros calculistas é acerca do <span class="has-inline-color has-black-color">módulo de elasticidade</span>, que é muito menor quando comparado ao do aço, ou seja, pode gerar maiores <span class="has-inline-color has-red-color">deformações</span> nos elementos estruturais mesmo para baixas cargas. Outro ponto crítico, é o comportamento do material quando exposto às variações térmicas. Por ser um composto com resinas, ao atingir elevadas temperaturas pode assumir um estado de fluido viscoso, permitindo que as fibras deslizem entre si, podendo assim perder algumas de suas propriedades. </p>



<p>Para armar as estruturas de concreto é comum executar dobras ou ganchos para promover a correta ancoragem. Outra desvantagem é que isso é dificultado pelo vergalhão de fibra de vidro, em especial com maiores diâmetros que não admite dobras. </p>



<p>Outros pontos que ainda precisam ser bem esclarecidos são acerca da anisotropia do material, coeficiente de dilatação térmica e comportamentos nos estádios de deformação. Sabemos que todos esses pontos são delicados e extremamente importantes no dimensionamento estrutural. Sem a precisão dessas informações e comportamentos, o dimensionamento é uma mera estimativa, sem a certeza do seu correto desempenho e eficiência.</p>



<h4 id="recomendacoes" class="wp-block-heading">Recomendações</h4>



<p>Com frequência se observa a negligência do uso do material em diversas construções. Pelo simples fato de saber a informação superficial de “mais resistente que o aço”. Assim, o que se recomenda é a aplicação do vergalhão em elementos não exclusivamente estruturais. Sendo utilizado em pisos apoiados sobre o solo e na capa de lajes como armadura de combate à fissuração.</p>



<p>Como ainda não há parâmetros legais, e nem muitos estudos publicados, é cedo para afirmar se o vergalhão será ou não a galinha dos ovos de ouro da engenharia, e se poderá realmente substituir o aço utilizado nos elementos estruturais. Como todo material novo que surge no mercado, é prudente, antes de qualquer coisa, entender todos os pontos positivos e negativos. Ou seja, analisar como os órgãos relacionados ao setor estão se posicionando sobre a utilização, em especial a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), e principalmente, que profissionais especializados na área possam acompanhar e&nbsp; orientar sobre a correta utilização.</p>



<p>Acredita-se que somente com o avanço dos estudos específicos, paralelo às orientações técnicas oficiais de dimensionamento e utilização, poderemos ter uma correta reprodução do comportamento do material, e assim, ampliar a aplicação ou até mesmo restringir a utilização em alguns elementos. Cenas dos próximos capítulos.</p>
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		<item>
		<title>Tipos de Fundação – Parte 1</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pamela Thaís Licheski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Mar 2021 11:00:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Inferior]]></category>
		<category><![CDATA[#blogdaengenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Estaca]]></category>
		<category><![CDATA[estruturas]]></category>
		<category><![CDATA[Fundação profunda]]></category>
		<category><![CDATA[O que é fundação?]]></category>
		<category><![CDATA[Pamela Thaís Licheski]]></category>
		<category><![CDATA[Tipos de fundação profunda]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você deve saber ou imaginar, que qualquer tipo de construção precisa estar fixada no solo através de uma fundação,&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span data-contrast="auto">Você deve saber ou imaginar, que qualquer tipo de construção precisa estar </span><span data-contrast="auto">fixada</span><span data-contrast="auto"> no solo através de uma fundação, de maneira que suporte os esforços vindos da superestrutura, como por exemplo, vigas, pilares e coberturas.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span data-contrast="auto">Porém, é necessário ter em mente que para cada tipo de construção, será utilizado um tipo de fundação. Por isso</span><span data-contrast="auto">, o que implica nessa escolha são fatores como, o tempo para entrega da obra, o valor disponível, a profundidade da camada resistente do solo e principalmente a carga da </span><span data-contrast="auto">edificação</span><span data-contrast="auto">.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span data-contrast="auto">Dessa forma, nessa primeira parte</span><span data-contrast="auto"> falarei sobre os tipos de <strong>fundações profundas</strong>.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Bora conferir?! </strong></span></p>
<h3 id="o-que-e-fundacao-profunda"><span class="TextRun SCXW15569300 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun SCXW15569300 BCX0">O que é fundação profunda?</span></span></h3>
<p style="text-align: justify;"><span data-contrast="auto">Em primeiro lugar, a fundação é a estrutura base para qualquer construção, seja ela em concreto armado, estrutura metálica ou <a href="https://blogdaengenharia.com/sete-verdades-sobre-o-uso-da-madeira-em-sua-casa/">madeira</a>. Dessa forma, a função dela, é receber todos os esforços vindo da estrutura superior e distribuir para o solo. </span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
<p><figure id="attachment_67975" aria-describedby="caption-attachment-67975" style="width: 297px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-67975 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/TIPOS-DE-FUNDAÇÃO-QUAL-A-MELHOR-OPÇÃO_.jpg" alt="" width="297" height="300" /><figcaption id="caption-attachment-67975" class="wp-caption-text">Esquema de distribuição de esforços em uma estrutura</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify;"><span data-contrast="auto">Então, quando se fala em fundação profunda, automaticamente se remete a uma base que ficará a muitos metros abaixo do solo, onde receberá uma superestrutura em cima dela.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span data-contrast="auto">Portanto, tecnicamente falando, as fundações profunda transmitem as cargas da edificação ao solo principalmente por atrito lateral, e tem profundidade superior a 3 metros. Logo, a estrutura dessa fundação é chamada de estaca, onde seu comprimento é muito maior em relação a sua base.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-67976 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Tipos-de-Fundação_-6-Exemplos-Que-Você-Precisa-Conhecer.jpg" alt="Fundação " width="600" height="401" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Tipos-de-Fundação_-6-Exemplos-Que-Você-Precisa-Conhecer.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Tipos-de-Fundação_-6-Exemplos-Que-Você-Precisa-Conhecer-300x201.jpg 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<h3 id="tipos-de-fundacao-profunda"><span class="TextRun SCXW200897697 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun SCXW200897697 BCX0">Tipos de fundação profunda</span></span><span class="EOP SCXW200897697 BCX0" data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:2,&quot;335551620&quot;:2,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></h3>
<p style="text-align: justify;"><span class="TextRun SCXW116164514 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun SCXW116164514 BCX0">São vários os tipos de estacas, cada uma com sua função, custo, e forma de execução. Porém o que irá definir qual será utilizada, é a necessidade do projeto. <strong><span style="color: #ff0000;">Então, confira abaixo</span></strong></span></span><strong><span style="color: #ff0000;"><span class="TextRun SCXW116164514 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun SCXW116164514 BCX0"> alguns métodos e</span></span><span class="TextRun SCXW116164514 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun SCXW116164514 BCX0"> um pouco sobre cada </span></span><span class="TextRun SCXW116164514 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun SCXW116164514 BCX0">um deles!</span></span></span></strong></p>
<h5 id="estaca-strauss"><strong><span class="TextRun SCXW59786566 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun SCXW59786566 BCX0">Estaca Strauss</span></span><span class="EOP SCXW59786566 BCX0" data-ccp-props="{&quot;134233279&quot;:true,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></strong></h5>
<p style="text-align: justify;"><span data-contrast="auto">Utilizando uma sonda, chamada também de piteira, onde é introduzida uma grande haste </span><span data-contrast="auto">circular</span><span data-contrast="auto"> metálica até a profundidade projetada em seguimentos rosqueados. Após a escavação, o <a href="https://blogdaengenharia.com/concreto-e-outros-produtos-que-se-autoconsertam-sao-aposta-da-ciencia/">concreto</a> é lançado e a haste é retirada de forma gradativa com o simultâneo <a href="https://www.escolaengenharia.com.br/apiloamento/#:~:text=abril%20de%202018-,Apiloamento%20%C3%A9%20a%20compacta%C3%A7%C3%A3o%20de%20um%20determinado%20terreno%20de%20forma,contrapiso%20diretamente%20sobre%20o%20solo.">apiloamento</a> do concreto. Dessa forma, </span><span data-contrast="auto">a estaca é moldada </span><i><span data-contrast="auto">in loco</span></i><span data-contrast="auto">.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
<p><figure id="attachment_67977" aria-describedby="caption-attachment-67977" style="width: 776px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-67977 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Estaca-Strauss-Capa.jpg" alt="Fundação estaca strauss" width="776" height="380" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Estaca-Strauss-Capa.jpg 776w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Estaca-Strauss-Capa-300x147.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Estaca-Strauss-Capa-768x376.jpg 768w" sizes="(max-width: 776px) 100vw, 776px" /><figcaption id="caption-attachment-67977" class="wp-caption-text">Processo de execução da estaca strauss</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify;"><span data-contrast="auto">Porém, em caso de a estaca ser armada o aço é inserido antes da concretagem. Contudo, é importante o</span><span data-contrast="auto">bservar que, a faixa de carga para esse tipo de estaca é entre 200 e 400</span><span data-contrast="auto">kN</span><span data-contrast="auto">, com seu diâmetro variando entre 25 e 45cm. Além disso, esse tipo de <a href="https://blogdaengenharia.com/tqs-eberic-entenda-o-software-que-mais-combinada-com-voce/">estrutura</a> é indicada para obras de pequeno porte.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span data-contrast="auto">Assim, as vantagens para esse tipo de fundação, é a leveza e simplicidade do equipamento.</span><span data-contrast="auto"> Dessa maneira, pode ser aplicado em terrenos acidentados, em locais confinados ou ainda no interior de construções já existentes, já que não causa vibrações. No entanto, não é indicado para solos argilosos ou areias submersas, pois há risco elevado do estrangulamento do fuste, e em solos impenetráveis ao equipamento.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
<h5 id="" style="text-align: justify;"><span class="TextRun SCXW128099241 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun SCXW128099241 BCX0"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-67979 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/estacas-strauss.jpg" alt="" width="350" height="350" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/estacas-strauss.jpg 350w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/estacas-strauss-300x300.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/estacas-strauss-150x150.jpg 150w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/estacas-strauss-180x180.jpg 180w" sizes="(max-width: 350px) 100vw, 350px" /></span></span></h5>
<h5 id="estaca-franki" style="text-align: justify;"><span class="TextRun SCXW128099241 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun SCXW128099241 BCX0">Estaca </span></span><span class="TextRun SCXW128099241 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun SpellingErrorV2 SCXW128099241 BCX0">Franki</span></span><span class="EOP SCXW128099241 BCX0" data-ccp-props="{&quot;134233279&quot;:true,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></h5>
<p style="text-align: justify;"><span data-contrast="auto">Também moldada <em>in loco</em>, porém se caracteriza pela base alargada chamada de bulbo, que é preenchido com material granular (brita ou areia) ou <a href="https://www.escolaengenharia.com.br/concreto-magro/#:~:text=Este%20tipo%20de%20concreto%20tem,de%20funda%C3%A7%C3%A3o%2C%20contrapisos%2C%20etc.">concreto magro</a>. Desse modo, são dimensionadas para que a carga originada da superestrutura seja suportada pela resistência de ponta e lateral.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span data-contrast="auto">Então, para a execução, primeiro se aloca os pontos onde ficaram as estacas conforme o projeto. Posteriormente, com a utilização de um bate estaca, é perfurada a área da concretagem através de golpes em um pilão. </span></p>
<p><figure id="attachment_67980" aria-describedby="caption-attachment-67980" style="width: 630px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-67980 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Estaca-Frankie.jpg" alt="" width="630" height="526" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Estaca-Frankie.jpg 630w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Estaca-Frankie-300x250.jpg 300w" sizes="(max-width: 630px) 100vw, 630px" /><figcaption id="caption-attachment-67980" class="wp-caption-text">Processo de execução da estaca franki</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify;"><span class="TextRun SCXW42395244 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun SCXW42395244 BCX0">Em contrapartida para </span></span><span class="TextRun SCXW42395244 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun SCXW42395244 BCX0">o bulbo, uma bucha é socada pelo pilão até formar a base circular. De acordo com a NBR 6122/2010, esse tipo de estaca pode ser </span></span><span class="TextRun SCXW42395244 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun ContextualSpellingAndGrammarErrorV2 SCXW42395244 BCX0">executada</span></span><span class="TextRun SCXW42395244 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun SCXW42395244 BCX0"> sem armadura, porém na maioria dos casos utiliza-se o aço. Após a perfuração, é hora de concretar, e para isso é consumido no mínimo 350kg/m³ de concreto, onde é lançado de forma gradativa junto com compactações e a retirada do tubo de escavação.</span></span><span class="EOP SCXW42395244 BCX0" data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-67981 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Estaca-franki.jpg" alt="" width="2000" height="1333" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Estaca-franki.jpg 2000w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Estaca-franki-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Estaca-franki-1024x682.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Estaca-franki-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Estaca-franki-1536x1024.jpg 1536w" sizes="(max-width: 2000px) 100vw, 2000px" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span data-contrast="auto">As vantagens desse método são:</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li data-leveltext="" data-font="Symbol" data-listid="1" data-aria-posinset="1" data-aria-level="1"><span data-contrast="auto">Suportam grandes cargas;</span><span data-ccp-props="{&quot;134233279&quot;:true,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></li>
<li data-leveltext="" data-font="Symbol" data-listid="1" data-aria-posinset="2" data-aria-level="1"><span data-contrast="auto">Boa resistência lateral e de ponta;</span><span data-ccp-props="{&quot;134233279&quot;:true,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></li>
<li data-leveltext="" data-font="Symbol" data-listid="1" data-aria-posinset="3" data-aria-level="1"><span data-contrast="auto">Atingem camadas profundas;</span><span data-ccp-props="{&quot;134233279&quot;:true,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></li>
<li data-leveltext="" data-font="Symbol" data-listid="1" data-aria-posinset="4" data-aria-level="1"><span data-contrast="auto">Podem ser executadas abaixo do nível do solo.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233279&quot;:true,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span data-contrast="auto">As desvantagens são:</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li data-leveltext="" data-font="Symbol" data-listid="2" data-aria-posinset="1" data-aria-level="1"><span data-contrast="auto">Causa muita vibração no terreno;</span><span data-ccp-props="{&quot;134233279&quot;:true,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></li>
<li data-leveltext="" data-font="Symbol" data-listid="2" data-aria-posinset="2" data-aria-level="1"><span data-contrast="auto">Pode causar o levantamento de estacas já instaladas durante o processo;</span><span data-ccp-props="{&quot;134233279&quot;:true,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></li>
<li data-leveltext="" data-font="Symbol" data-listid="2" data-aria-posinset="3" data-aria-level="1"><span data-contrast="auto">Demanda tempo o que ocasiona em maior custo;</span><span data-ccp-props="{&quot;134233279&quot;:true,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></li>
<li data-leveltext="" data-font="Symbol" data-listid="2" data-aria-posinset="4" data-aria-level="1"><span data-contrast="auto">Necessita de espaço amplo no canteiro de obras.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233279&quot;:true,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></li>
</ul>
<h5 id="estaca-helice-continua" style="text-align: justify;"><span class="TextRun SCXW236473475 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun SCXW236473475 BCX0">Estaca Hélice Continua</span></span><span class="EOP SCXW236473475 BCX0" data-ccp-props="{&quot;134233279&quot;:true,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></h5>
<p style="text-align: justify;"><span data-contrast="auto">Talve</span><span data-contrast="auto">z</span><span data-contrast="auto"> uma das mais conhecidas</span><span data-contrast="auto">, a</span><span data-contrast="auto"> estaca é executada com equipamento de trado helicoidal, onde é realizada a concretagem simultaneamente a retirada do solo. Também é moldada <em>in loco</em> e a armadura é colocada após a concretagem.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span data-contrast="auto">Imediatamente a perfuração é feita através da rotação da hélice pela aplicação de torque. Todavia, a hélice deve ser retirada apenas depois da perfuração para garantir a estabilidade do furo. Posteriormente, o concreto é lançado pela haste central, não havendo rotação do trado. Logo após a concretagem a armadura é alocada no furo por gravidade.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
<p><figure id="attachment_67982" aria-describedby="caption-attachment-67982" style="width: 750px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-67982 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Estaca-Hélice-Contínua-Capa.jpg" alt="" width="750" height="550" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Estaca-Hélice-Contínua-Capa.jpg 750w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Estaca-Hélice-Contínua-Capa-300x220.jpg 300w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption id="caption-attachment-67982" class="wp-caption-text">Processo de execução da estaca hélice continua</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify;"><span data-contrast="auto">As vantagens desse método são:</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li data-leveltext="" data-font="Symbol" data-listid="3" data-aria-posinset="1" data-aria-level="1"><span data-contrast="auto">Alta produtividade;</span><span data-ccp-props="{&quot;134233279&quot;:true,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></li>
<li data-leveltext="" data-font="Symbol" data-listid="3" data-aria-posinset="2" data-aria-level="1"><span data-contrast="auto">Grande capacidade de carga;</span><span data-ccp-props="{&quot;134233279&quot;:true,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></li>
<li data-leveltext="" data-font="Symbol" data-listid="3" data-aria-posinset="3" data-aria-level="1"><span data-contrast="auto">Não gera vibrações no solo;</span><span data-ccp-props="{&quot;134233279&quot;:true,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></li>
<li data-leveltext="" data-font="Symbol" data-listid="3" data-aria-posinset="4" data-aria-level="1"><span data-contrast="auto">Conta com monitoramento eletrônico em toda a execução;</span><span data-ccp-props="{&quot;134233279&quot;:true,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></li>
<li data-leveltext="" data-font="Symbol" data-listid="3" data-aria-posinset="4" data-aria-level="1"><span data-contrast="auto">Pode ser executadas estacas de até 38 metros;</span><span data-ccp-props="{&quot;134233279&quot;:true,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></li>
<li data-leveltext="" data-font="Symbol" data-listid="3" data-aria-posinset="4" data-aria-level="1"><span data-contrast="auto">Penetra camadas resistentes ao solo;</span><span data-ccp-props="{&quot;134233279&quot;:true,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></li>
<li data-leveltext="" data-font="Symbol" data-listid="3" data-aria-posinset="4" data-aria-level="1"><span data-contrast="auto">Pode ser executada abaixo do lençol freático.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233279&quot;:true,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span data-contrast="auto">E as desvantagens são:</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li data-leveltext="" data-font="Symbol" data-listid="4" data-aria-posinset="4" data-aria-level="1"><span data-contrast="auto">Necessita de área ampla e terreno plano;</span><span data-ccp-props="{&quot;134233279&quot;:true,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></li>
<li data-leveltext="" data-font="Symbol" data-listid="4" data-aria-posinset="4" data-aria-level="1"><span data-contrast="auto">Não pode executar em terrenos com rochas ou matacões;</span><span data-ccp-props="{&quot;134233279&quot;:true,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></li>
<li data-leveltext="" data-font="Symbol" data-listid="4" data-aria-posinset="4" data-aria-level="1"><span data-contrast="auto">Custo relativamente alto devido a mobilização dos equipamentos.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233279&quot;:true,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></li>
</ul>
<p><div style="width: 1200px;" class="wp-video"><!--[if lt IE 9]><script>document.createElement('video');</script><![endif]-->
<video class="wp-video-shortcode" id="video-67959-1" width="1200" height="675" poster="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/tecsolo-engenharia-empresa.png" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Hyundai-Hélice-Contínua.mp4?_=1" /><a href="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Hyundai-Hélice-Contínua.mp4">https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Hyundai-Hélice-Contínua.mp4</a></video></div></p>
<h5 id="estaca-mega-prensada" style="text-align: justify;"><span class="TextRun SCXW254095755 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun SCXW254095755 BCX0">Estaca Mega (Prensada)</span></span><span class="EOP SCXW254095755 BCX0" data-ccp-props="{&quot;134233279&quot;:true,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}"> </span></h5>
<p style="text-align: justify;"><span data-contrast="auto">A principal característica para esse tipo de fundação, é a sua cravação estática através de macaco hidráulico, com capacidade de 300 a 500</span><span data-contrast="auto">kN</span><span data-contrast="auto">. Em síntese, possuem seção quadrada de ordem de 0,5 a 1,0 metro ou circular entre 0,20 e 0,25 metros.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
<p><div style="width: 1200px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-67959-2" width="1200" height="675" poster="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/estaca-mega.jpg" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Simulação-Estaca-Mega-Metálica.mp4?_=2" /><a href="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Simulação-Estaca-Mega-Metálica.mp4">https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Simulação-Estaca-Mega-Metálica.mp4</a></video></div></p>
<p style="text-align: justify;"><span data-contrast="auto">Nesse sentido, as estacas de </span><span data-contrast="auto">concreto</span><span data-contrast="auto"> com comprimento inferior a 10 metros, se limitam a carga de cravação de 450</span><span data-contrast="auto">kN</span><span data-contrast="auto">, podendo sofrer efeitos de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Flambagem#:~:text=A%20flambagem%20ou%20encurvadura%20%C3%A9,transversalmente%20devido%20%C3%A0%20compress%C3%A3o%20axial.">flambagem</a>. Analogamente as de estrutura metálica, possuem segmentos de 60 a 75 cm cada, onde são soldadas e interligadas com roscas e luvas feitos em tornos mecânicos de alta precisão.</span><span data-contrast="auto"> Após a cravação, elas são preenchidas com concreto antes do </span><span data-contrast="auto">cunhamento</span><span data-contrast="auto">.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span data-contrast="auto">Em suma, essas estacas podem ser utilizadas em casos de reforço de fundações já existentes, para atender o aumento de carga da superestrutura e aumentar a segurança de forma preventiva.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-67988 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/estaca-mega-metalica-1.png" alt="" width="600" height="600" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/estaca-mega-metalica-1.png 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/estaca-mega-metalica-1-300x300.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/estaca-mega-metalica-1-150x150.png 150w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/estaca-mega-metalica-1-180x180.png 180w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/estaca-mega-metalica-1-400x400.png 400w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-67989 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/DSCF8644-1024x768-1.jpg" alt="Fundação mega" width="1024" height="768" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/DSCF8644-1024x768-1.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/DSCF8644-1024x768-1-300x225.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/DSCF8644-1024x768-1-768x576.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/DSCF8644-1024x768-1-180x135.jpg 180w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/DSCF8644-1024x768-1-400x300.jpg 400w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/DSCF8644-1024x768-1-600x450.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/DSCF8644-1024x768-1-800x600.jpg 800w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span data-contrast="auto">No entanto, as principais desvantagens das estacas mega, são o alto custo e o longo tempo de cravação. Em contrapartida, as vantagens são:</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li data-leveltext="" data-font="Symbol" data-listid="5" data-aria-posinset="1" data-aria-level="1"><span data-contrast="auto">Aumento da capacidade das fundações existentes;</span><span data-ccp-props="{&quot;134233279&quot;:true,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></li>
<li data-leveltext="" data-font="Symbol" data-listid="5" data-aria-posinset="1" data-aria-level="1"><span data-contrast="auto">Modificação de fundações em virtude de recalques;</span><span data-ccp-props="{&quot;134233279&quot;:true,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></li>
<li data-leveltext="" data-font="Symbol" data-listid="5" data-aria-posinset="1" data-aria-level="1"><span data-contrast="auto">Execução em locais pequenos e de difícil acesso;</span><span data-ccp-props="{&quot;134233279&quot;:true,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></li>
<li data-leveltext="" data-font="Symbol" data-listid="5" data-aria-posinset="1" data-aria-level="1"><span data-contrast="auto">Não causa vibrações.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233279&quot;:true,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></li>
</ul>
<h3 id="recapitulando" style="text-align: justify;"><span class="TextRun SCXW105831296 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun SCXW105831296 BCX0">Recapitulando&#8230;</span></span><span class="EOP SCXW105831296 BCX0" data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:2,&quot;335551620&quot;:2,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></h3>
<p><div style="width: 1200px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-67959-3" width="1200" height="675" loop="1" autoplay="1" preload="auto" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/production-ID_3755023.mp4?_=3" /><a href="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/production-ID_3755023.mp4">https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/production-ID_3755023.mp4</a></video></div></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><span data-contrast="auto">Esses são apenas alguns tipos de fundações profundas, porém você deve ter percebido o quão importante é ter uma base adequada para a construção e o quanto esse trabalho é </span><span data-contrast="auto">complexo.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span data-contrast="auto">Lembrando que vai depender de vários fatores, que definirão o projeto de fundação, porém é de suma importância que profissionais qualificados analisem o caso e acompanhem a execução desse processo.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span data-contrast="auto">Afinal, ninguém quer que uma casa ou prédio saia voando não é mesmo?!</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #ff0000;">Aguarde a segunda parte, onde falarei sobre os tipos de fundações rasas! </span></strong></p>
<h3 id="-2"><span class="EOP SCXW15569300 BCX0" data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:2,&quot;335551620&quot;:2,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></h3>
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		<title>O que fazer com estruturas após incêndio?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cristiana Furlan]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Oct 2020 11:00:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia de Bioprocessos]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de Segurança do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Patologias]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[estruturas]]></category>
		<category><![CDATA[incêndio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma fatalidade que da qual todos querem fugir, porém, nem todos conseguem! Um incêndio é um acidente que&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma fatalidade que da qual todos querem fugir, porém, nem todos conseguem! Um incêndio é um acidente que tentamos evitar ao máximo. Cada vez mais medidas preventivas são adotadas, pois os danos após um <a href="https://blogdaengenharia.com/seguranca-em-testes-de-pressao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">sinistro</a> podem ser muito extensos. Principalmente quando falamos de estruturas após incêndio.</p>
<p><figure id="attachment_63781" aria-describedby="caption-attachment-63781" style="width: 733px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-63781 size-full" title="Estruturas incêndio" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/Wilton-Paes-1.jpg" alt="" width="733" height="509" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/Wilton-Paes-1.jpg 733w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/Wilton-Paes-1-300x208.jpg 300w" sizes="(max-width: 733px) 100vw, 733px" /><figcaption id="caption-attachment-63781" class="wp-caption-text">Edifício Wilton Paes de Almeida Fonte: Corpo de Bombeiros</figcaption></figure></p>
<p><figure id="attachment_63782" aria-describedby="caption-attachment-63782" style="width: 1155px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-63782 size-full" title="Estruturas incêndio" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/Wilton-Paes-2.jpg" alt="" width="1155" height="799" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/Wilton-Paes-2.jpg 1155w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/Wilton-Paes-2-300x208.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/Wilton-Paes-2-1024x708.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/Wilton-Paes-2-768x531.jpg 768w" sizes="(max-width: 1155px) 100vw, 1155px" /><figcaption id="caption-attachment-63782" class="wp-caption-text">Edifício Wilton Paes de Almeida Fonte: G1</figcaption></figure></p>
<p>O caso do incêndio Edifício Wilton Paes de Almeida ocorrido na madrugada de 1º de maio de 2018, foi um desastre de grandes proporções e que muito impressionou aos calculistas de concreto armado pelo rápido desmoronamento de um edifício em concreto armado sob ação do fogo.</p>
<p><span style="font-size: 1.21429rem;">Muitos cuidados são implementados após duros aprendizados. Incêndios graves, com elevado número de mortos, acabam virando referência para novas precauções. O incêndio ocorrido em 27/01/2013 na Boate Kiss, em Santa Maria, Rio Grande do Sul, chocou o mundo todo com suas 242 vítimas fatais. Além dessas 600 pessoas ficaram feridas, e muitas outras marcadas pela tragédia para o resto de suas vidas. Após esse trágico evento foi elaborada e entrou em vigor a legislação popularmente conhecida como &#8220;Lei Boate Kiss&#8221;. Na realidade essa é a Lei de número 13.425, de 30 de março de 2017. Ela e</span><span style="font-size: 1.21429rem;">stabelece diretrizes gerais sobre medidas de prevenção e combate a incêndio e a desastres em estabelecimentos, edificações e áreas de reunião de público.</span></p>
<p>Porém, mesmo com tantos recursos, infelizmente ainda muitos incêndios acontecem. Entretanto, esses cuidados diminuíram o número de vitimas em consequência do fogo. Passado o momento inicial, ou seja, após apagadas a  chamas e resfriada a edificação, vem o olhar sobre o patrimônio e a avaliação das estruturas após o incêndio.</p>
<h2 id="como-avaliar-os-danos-das-estruturas-apos-o-incendio">Como avaliar os danos das estruturas após o incêndio?</h2>
<p>A primeira iniciativa deve ser colocar a edificação atingida pelas chamas em segurança, bem como todos os profissionais que ali irão trabalhar. Em uma primeira análise visual, pode-se estimar uma forma de estabilizar a estrutura de edificação. O <a href="https://www.instagram.com/p/CFS2TZkl7g1/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">escoramento</a> das principais peças estruturais pode ser uma boa solução.</p>
<p>Após a estabilização, um olhar de especialista em estruturas vai poder definir os próximos passos. Falando em estruturas após incêndio de concreto armado, o primeiro passo é conhecer a temperatura atingida pelo incêndio. O concreto começa a mudar suas características estruturais a temperaturas elevadas. Já o aço tem uma perda maior em temperaturas menores. Num primeiro momento, apenas as camadas mais superficiais do concreto sofrerão com o calor do fogo, pois este é um material isolante térmico. Assim, nesse momento do incêndio, o concreto tem a função proteger as armaduras em seu interior, uma vez que seu núcleo central ainda não foi atingido pelo calor. Dessa forma, o concreto armado continua desempenhando bem o seu papel estrutural.</p>
<h2 id="mas-o-que-acontece-com-as-armaduras-nas-estruturas">Mas o que acontece com as armaduras nas estruturas?</h2>
<p>Quando o aço é submetido a altas temperaturas, como as que ocorrem no caso de incêndios, estas reduzem suas propriedades mecânicas como a resistência ao escoamento, resistência à tração e módulo de elasticidade, causando assim uma perda da resistência e da rigidez.</p>
<p>Indo um pouco mais além e falando de estruturas após incêndio, porém, metálicas, a resistência ao escoamento do aço se reduz com o aumento da temperatura, e a taxa desta redução varia com o tipo do aço (sua composição química e processo de fabricação). A NBR 14323 recomenda que para o dimensionamento de estruturas de aço em situação de incêndio, utilizando aços previstos em normas brasileiras para uso estrutural, sejam utilizados os fatores de redução da resistência ao escoamento, ky,θ, conforme gráfico apresentado a seguir.</p>
<p><figure id="attachment_63780" aria-describedby="caption-attachment-63780" style="width: 579px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-63780 size-full" title="Estruturas incêndio" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/Grafico-Aco-Temp.png" alt="" width="579" height="322" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/Grafico-Aco-Temp.png 579w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/Grafico-Aco-Temp-300x167.png 300w" sizes="(max-width: 579px) 100vw, 579px" /><figcaption id="caption-attachment-63780" class="wp-caption-text">Fatores de redução da resistência ao escoamento (ky,θ) recomendados pela norma NBR 14323 (ABNT, 1999)</figcaption></figure></p>
<p>A redução do módulo de elasticidade do aço ocasiona o aumento das deformações com o aumento da temperatura quando este está submetido a uma tensão constante. Este aumento das deformações tem um papel preponderante em peças de comportamento geometricamente não linear conduzindo, muitas vezes, ao seu colapso prematuro (NEVES, 1994).</p>
<h2 id="aprendendo-com-os-erros">Aprendendo com os erros</h2>
<p>A engenharia não é uma ciência exata e a cada novo trabalho aprendemos algumas lições. Assim se constrói o conhecimento que deve ser compartilhado ao máximo para que, ao invés de se perder, possa servir de alimento para novas fontes de inspiração.</p>
<p>Cabe a cada um de nós, engenheiros, desempenharmos nossas funções da melhor maneira possível e proporcionar a mais acertada solução para cada nova situação. Garantindo assim que nossos clientes tenham a recuperação do seu patrimônio e forma segura, mas com o máximo de eficiência. Dessa forma teremos a certeza que a nossa engenharia foi bem executada.</p>
<p>Bibliografia</p>
<p>BERNARDES. G.F. “Dimensionamento em Situação de Incêndio de Perfis em Aços Estruturais Convencionais e Aços Resistentes ao Fogo”. Dissertação de Mestrado, ESCOLA DE ENGENHARIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS (2002)</p>
<p>NEVES. I. C. “Segurança Contra Incêndio em Edifícios &#8211; Fundamentos”. Apostila, Instituto Superior Técnico, Departamento de Engenharia Civil, Lisboa, 1994. 557p.</p>
<p>O`CONNOR, D. J. “Strutctural Engineering Design for Fire Safety in Buildings”. The Structural Engineer, v.73, n.4, p. 53-58, february 1995 apud: STARLING (2000).</p>
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		<title>Já ouviu falar sobre engenharia de eventos? Leia e saiba mais.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Aug 2020 11:00:39 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje vamos explicar o que é engenharia de eventos e como ela funciona. Certamente você nunca ouviu falar sobre engenharia de eventos, correto? Então vamos lá&#8230;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-62195 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/08/fifa-fan-fest-rio-3.jpg" alt="Engenharia de eventos" width="1440" height="630" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/08/fifa-fan-fest-rio-3.jpg 1440w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/08/fifa-fan-fest-rio-3-300x131.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/08/fifa-fan-fest-rio-3-1024x448.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/08/fifa-fan-fest-rio-3-768x336.jpg 768w" sizes="(max-width: 1440px) 100vw, 1440px" /></p>
<h3 id="o-que-e-a-engenharia-de-eventos">O que é a Engenharia de Eventos?</h3>
<p>A engenharia de eventos é um ramo da engenharia convencional, porém, com algumas peculiaridades como por exemplo, o entretenimento.</p>
<p>Essa parte da engenharia é uma área relativamente nova, que vem mostrando força nos últimos anos e como dito anteriormente é focado na resoluções de problemas e objeções técnicos voltados aos projetos e eventos de entretenimento.</p>
<p>Tais exemplos de engenharia de eventos são: projetos de show em arenas esportivas, em teatros, estádios, galpões, palestras, workshop, eventos, feiras, casamentos, festas de universidades e muito mais.</p>
<h3 id="um-pouco-mais-sobre-a-engenharia-de-eventos">Um pouco mais sobre a Engenharia de Eventos</h3>
<p>Ao sediar a Copa do Mundo da FIFA e os Jogos Olímpicos de 2016, o Brasil entrou no circuito dos chamados mega eventos esportivos.</p>
<p>Sendo assim, para realização de grandes eventos que englobam aspectos fundamentais a vida como a segurança, é exigido um planejamento antecipado, objetivando a sua organização.</p>
<p>O Engenheiro responsável pelo evento é peça fundamental para a organização de um evento e sendo assim, a Engenharia de Eventos vem se tornando fundamental para a sua realização.</p>
<p>Para produzir um evento, uma das exigências é um a<strong>lvará do local onde a produção será realizada!</strong> O alvará é expedido para a autorização de eventos temporários   (a cada evento um novo alvará deve ser emitido).</p>
<p>Temos <a href="https://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/upload/licenciamentos/AVARA%20DE%20AUTORIZAcaO%20DE%20EVENTOS%20TEMPORaRIOS%202017(1).pdf">aqui</a>, um modelo em pdf da Prefeitura Municipal do Estado de São Paulo que consta o PROCEDIMENTOS PARA EXPEDIÇÃO DO ALVARÁ DE AUTORIZAÇÃO DE EVENTO TEMPORÁRIO.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-62235 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/08/cad_drawings-eps-1-600x400-1.jpg" alt="" width="600" height="400" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/08/cad_drawings-eps-1-600x400-1.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/08/cad_drawings-eps-1-600x400-1-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<h3 id="contratacao-de-responsavel-tecnico-rt">Contratação de Responsável Técnico (RT):</h3>
<p>De acordo com as características do evento e a forma de regularização, é necessária a contratação de responsável técnico para:</p>
<p>&#8211;<strong>Elaboração de PET (Projeto de eventos temporários);</strong></p>
<p><strong>-Projeto prevenção de incêndio e pânico;</strong></p>
<p><strong>-Execução e instalação das medidas preventivas e estruturas provisórias do evento;</strong></p>
<p><strong>-Produção de laudos específicos;</strong></p>
<p><strong>-Responsável técnico pelo evento.</strong></p>
<p>Hoje em dia para realização de eventos, o profissional da Engenharia de eventos vem se tornando cada vez mais importante.</p>
<p>Assim, verifica-se que a área de atuação deste profissional tem aumentado a cada dia.</p>
<p>Algumas funções dos engenheiros e arquitetos na área de eventos são:</p>
<ul>
<li>Projetos arquitetônicos 3D e Elaboração de Projetos e Aprovação.</li>
<li> Visita técnica;</li>
<li>Laudos técnicos;</li>
<li> Planejamento, coordenação e supervisão;</li>
<li> Consultoria em Engenharia Civil, Elétrica,<a href="https://blogdaengenharia.com/segunda-postagem-sobre-a-engenharia-de-seguranca-do-trabalho-vamos-focar-em-de-onde-vem-o-profissional-que-nela-atua-ou-seja-o-engenheiro-de-seguranca-do-trabalho/"> Segurança do Trabalho</a>;</li>
<li> Elaboração de Laudos Técnicos Estruturais, Segurança do Trabalho e elétricos de acordo com ABNT e NBR;</li>
<li> Formação para Brigada de Proteção e Combate a Incêndio com emissão de Laudo e A.R.T;</li>
<li>Dimensionamento do evento (posto médico, demarcação de implantação,  instalações provisórias, entres outros).</li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-62234 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/08/matrax-eps-5-bp-600x400-1.jpg" alt="Engenharia de eventos" width="600" height="400" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/08/matrax-eps-5-bp-600x400-1.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/08/matrax-eps-5-bp-600x400-1-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p>Gostou? Curta, Comente, Envie, Salve e Marque um Amigo que precisa aprender.</p>
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