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	<title>gás Natural Archives | Blog da Engenharia</title>
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	<description>Conhecimento Técnico que Transforma</description>
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	<title>gás Natural Archives | Blog da Engenharia</title>
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		<title>O maior desafio da Transição Energética em curso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diego Cunha Malagueta]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jun 2022 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A civilização tem pela frente o desafio de garantir energia e qualidade de vida para quem ainda não possui acesso e para os que virão com o crescimento populacional. E ao mesmo tempo, reduzir drasticamente o consumo de combustíveis fósseis. Confira aqui a magnitude desse desafio.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Uma apresentação conjunta do próprio colunista e das transições energéticas passadas. Para ao final compreendermos qual a grande diferença da atual transição em comparação com as anteriores: a necessidade de redução de consumo em paralelo com o crescimento populacional. <strong><span class="has-inline-color has-green-color">Algo jamais vivenciado pela civilização em escala global</span></strong>.</p>



<p>Minha estreia como colunista se dá através de uma narrativa do meu aprendizado, relação e entendimento do papel das transições energéticas nos saltos de desenvolvimento da civilização humana. Desde a agricultura até a transição que se coloca atualmente como necessária na direção de um mundo mais calcado nas energias renováveis. </p>



<h4 id="um-pouco-da-minha-trajetoria" class="wp-block-heading">Um pouco da minha trajetória</h4>



<p>Afinal, para que vocês tenham interesse naquilo que tenho a dizer sobre a área, acho importante que me conheçam um pouco. Que saibam como eu me tornei um pesquisador, especialista e professor. E assim, estudo e leciono temas como: energias fósseis, renováveis, políticas públicas para o setor, economia da energia e do meio ambiente.</p>



<p>Sempre tive gosto pelo saber em diversas áreas, mas meu fascínio era maior por física e biologia. Acabei fazendo vestibular para engenharia mecânica e para biologia, e escolhendo cursar o primeiro. </p>



<p>Ainda durante a graduação flertei com a física. Mas optei por me fixar mesmo na engenharia por entender que um físico olha para os fenômenos de transformação da energia visando compreendê-los e explicá-los, enquanto nós engenheiros visamos dominá-los para assim utilizarmos esses processos para um propósito.</p>



<h4 id="todo-processo-para-obtencao-de-um-produto-ou-servico-entrega-tambem-rejeitos" class="wp-block-heading">Todo processo para obtenção de um produto ou serviço entrega também rejeitos</h4>



<p>Ou seja, olhamos para toda atividade humana, em especial para produtos ou serviços, como podendo ser modelada e entendida por um processo que depende de insumos para nos entregar um efeito desejado. </p>



<p>Podemos ainda quebrar estes insumos entre duas parcelas: as matérias-primas, e <strong><span class="has-inline-color has-green-color">energia</span></strong> ou trabalho. </p>



<p>Enquanto que para obter os efeitos desejados, também são entregues outros efeitos que não eram o objetivo, podendo ser positivos ou negativos. E em última instância, tudo aquilo que não tem serventia, torna-se enfim <strong><span class="has-inline-color has-green-color">rejeito</span></strong>.</p>



<p>Sendo assim, grande parte do desafio da humanidade, até mesmo do ponto de vista biológico e evolutivo (e isso se expande pros demais seres vivos) é energético. O balanço alimentar: como ser mais eficiente na relação entre o gasto de energia para se obter alimentos, e o quanto o alimento fornece de energia.</p>



<h4 id="alem-de-alimentos-a-agricultura-nos-prove-tempo" class="wp-block-heading">Além de alimentos, a agricultura nos provê tempo</h4>



<p>E a agricultura e pecuária nascem daí. Nascem do objetivo de diminuir o tempo despendido em traslados, caçadas e coletas de alimentos, por um cultivo que ocorresse no entorno de suas habitações. </p>



<p><strong>Essa grande revolução traz inúmeros efeitos, dentre eles:</strong></p>



<ul class="wp-block-list"><li>Maior produção per capita de alimentos, garantindo a sobrevivência de mais pessoas;</li><li>Os excedentes de produção passam a poder ser trocados com outras pessoas e territórios, levando ao início do comércio;</li><li>O tempo ganho com esse aumento de eficiência na obtenção dos alimentos torna-se <strong><span class="has-inline-color has-green-color">tempo livre</span></strong>! E essa liberdade passa a ser utilizada na criação e invenção de ferramentas, processos, escrita&#8230; Estando intrinsicamente ligada ao desenvolvimento da civilização.</li></ul>



<p>Ao demandar de recursos naturais e descartar os mais variados rejeitos de volta para o meio, percebemos que estamos circunscritos dentro de limites do planeta.</p>



<p>E foi essa percepção que me motivou a buscar na pós-graduação um curso interdisciplinar. Curso este que abrangesse conceitos de economia, biologia, meio ambiente. Mas que ainda estivesse dentro da engenharia, visando compreender essa intrincada faceta multidisciplinar do setor energético. </p>



<p>E assim, em meu mestrado em Planejamento Ambiental, foquei meus estudos na discussão da <strong><span class="has-inline-color has-green-color">finitude do petróleo</span></strong>. E que à época expandia suas fronteiras tecnológicas de exploração a petróleos até então chamados de não-convencionais. Eram as areias betuminosas do Canadá e a descoberta do pré-sal brasileiro.</p>



<h4 id="vivemos-ainda-a-era-do-petroleo" class="has-text-align-left wp-block-heading">Vivemos ainda a era do Petróleo</h4>



<p>Pois antes de entendermos os papéis das energias alternativas, é essencial compreendermos primeiramente o histórico e estado que se encontram as principais e já consolidadas fontes de energia. </p>



<p>Sejam estas fontes, renováveis como a <strong><span class="has-inline-color has-green-color">hídrica</span></strong>, de baixíssima emissão de carbono como a <strong><span class="has-inline-color has-green-color">nuclear</span></strong>, ou os combustíveis <strong><span class="has-inline-color has-green-color">fósseis</span></strong> que dominam o consumo mundial desde o início do século XX. </p>



<p>Tanto que  mais de 80% de toda energia consumida no mundo ainda vem de combustíveis fósseis. Para deixar de lado os efeitos da pandemia, observemos a matriz energética mundial em 2019, conforme dados apresentados no Gráfico 1 proveniente da <a aria-label="undefined (opens in a new tab)" href="https://www.epe.gov.br/pt/abcdenergia/matriz-energetica-e-eletrica" target="_blank" rel="noreferrer noopener">EPE</a> (Empresa de Pesquisa Energética).</p>



<h5 id="matriz-energetica-mundial-por-fontes-2019" class="has-text-align-center wp-block-heading">Matriz Energética Mundial por Fontes 2019</h5>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/Matriz-Energetica-Mundial-2019-site-EPE.png" alt="transição" class="wp-image-82623" width="475" height="383" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/Matriz-Energetica-Mundial-2019-site-EPE.png 485w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/Matriz-Energetica-Mundial-2019-site-EPE-300x242.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/Matriz-Energetica-Mundial-2019-site-EPE-15x12.png 15w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/Matriz-Energetica-Mundial-2019-site-EPE-380x306.png 380w" sizes="(max-width: 475px) 100vw, 475px" /><figcaption>Gráfico 1. Fonte: EPE (2021)</figcaption></figure></div>



<p>Portanto, retornemos a meados do século XIX. O planeta tinha pouco mais de 1bilhão de habitantes e praticamente toda a energia usada pela sociedade vinha da queima de <strong><span class="has-inline-color has-green-color">biomassas</span></strong>. Na época, gordura animal e óleos (como o de baleia) eram usados para iluminação em velas e lamparinas, Enquanto a lenha era queimada para cocção, aquecimento doméstico, e em fornos para processos de fabricação.</p>



<h4 id="e-essencial-compreender-a-transicao-que-levou-ao-dominio-dos-combustiveis-fosseis" class="wp-block-heading">É essencial compreender a transição que levou ao domínio dos combustíveis fósseis</h4>



<p>Vem então a <strong><span class="has-inline-color has-green-color">Revolução Industrial</span></strong>, alavancada pelos avanços nos projetos das primeiras máquinas a vapor operacionais de grande porte, que movidas pelo abundante carvão presente no Reino Unido, transforma suas indústrias. </p>



<p>Sendo a têxtil o maior exemplo, que leva o Reino Unido a se tornar a grande economia mundial e muda as relações comerciais internacionais.</p>



<p>A partir daí, o <strong><span class="has-inline-color has-green-color">carvão</span></strong> suplanta a lenha, se tornando o principal energético mundial de 1900 até aproximadamente a década de 60. Quando chega ao fim a era do carvão e se inicia a <strong><span class="has-inline-color has-green-color">era do petróleo</span></strong>, fonte dominante desde então, e ainda hoje responsável por mais de 30% da demanda energética mundial.</p>



<p>E em 2009, depois de um contexto de turbulência do preço do petróleo, que disparou de 2007 a 2008, despencando logo em seguida, foi quando entrei no meu doutorado. Nele, me debrucei no estudo de políticas públicas voltadas para fontes renováveis. </p>



<p>Essa trajetória ajudou a moldar o pesquisador que sou, que nutre curiosidade por entender um pouco de cada fonte, e principalmente, como elas se interrelacionam, podendo haver complementariedade, competição, sinergias vantajosas, e por vezes, desvantajosas.</p>



<h4 id="a-atual-transicao-energetica-precisa-substituir-os-fosseis-por-renovaveis" class="wp-block-heading">A atual transição energética precisa substituir os fósseis por renováveis</h4>



<p>De acordo com definição da <a aria-label="undefined (opens in a new tab)" href="https://www.irena.org/energytransition#:~:text=The%20energy%20transition%20is%20a,emissions%20to%20limit%20climate%20change." target="_blank" rel="noreferrer noopener">Agência Internacional de Energia</a> (AIE), a atual transição energética &#8220;é uma rota de transformação do setor energético global baseado em energia fóssil para um setor baseado em zero-emissões líquidas de carbono para a segunda metade deste século.” (em tradução livre).</p>



<p>Entretanto, há uma forte distinção entre as transições energéticas já vividas, e brevemente citadas aqui, e a transição energética que é proposta como essencial para a manutenção da estabilidade dos ecossistemas e de toda nossa civilização diante de um pequeno aumento da temperatura média global. </p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>&#8220;transição energética é uma rota de transformação do setor energético global baseado em energia fossil para um setor baseado em zero-emissões líquidas de carbono para a segunda metade deste século&#8221;.    </p><cite>Agência Internacional de Energia.</cite></blockquote>



<p>Em todas as <strong><span class="has-inline-color has-green-color">transições anteriores</span></strong>, a principal fonte energética até então perde seu posto para uma nova fonte emergente, mas não sofre um drástico decréscimo de consumo. E no caso do carvão, manteve-se até em crescimento. </p>



<p>Essas transições podem ser visualizadas no Gráfico 2, que compila o consumo de energia primária por fontes desde 1800 até os dias atuais. Adaptado de &#8220;<a aria-label="undefined (opens in a new tab)" href="https://ourworldindata.org/energy-production-consumption" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Our World in Data</a>&#8220;.</p>



<h5 id="consumo-de-energia-primaria-por-fonte-de-1800-a-2019" class="has-text-align-center wp-block-heading">Consumo de Energia Primária por fonte de 1800 a 2019</h5>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1024" height="525" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/Historico-Mundial-1024x525.png" alt="transição" class="wp-image-82627" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/Historico-Mundial-1024x525.png 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/Historico-Mundial-300x154.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/Historico-Mundial-768x393.png 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/Historico-Mundial-18x9.png 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/Historico-Mundial-380x195.png 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/Historico-Mundial-800x410.png 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/Historico-Mundial-600x307.png 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/Historico-Mundial.png 1105w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>Gráfico 2. Fonte: Our World in Data (2021)</figcaption></figure></div>



<p>Enquanto para a <strong><span class="has-inline-color has-green-color">transição energética em curso</span></strong>, os principais organismos internacionais e centros de pesquisa*, afirmam que a era das renováveis precisa vir acompanhada de um despencar do consumo de todos os combustíveis fósseis, principalmente de carvão e petróleo**. Tal efeito jamais foi vivenciado de modo estrutural em nossa história!</p>



<h4 id="estamos-longe-de-abandonar-o-carvao-cujo-pico-de-consumo-se-deu-na-decada-passada" class="wp-block-heading">Estamos longe de abandonar o carvão, cujo pico de consumo se deu na década passada</h4>



<p>Vale apontar, que apesar do <strong><span class="has-inline-color has-green-color">carvão</span></strong> ter caído para a 2ª posição há mais de 50 anos, seu consumo em valores absolutos continuou aumentando até recentemente. Dependendo da metodologia aplicada, o ápice do consumo global de carvão foi atingido entre 2013 e 2014. </p>



<p>É verdade que se observarmos esse consumo per capita, o carvão teve sim redução. Por outro lado, o aumento da população mundial mais do que compensou essa queda. </p>



<p>Vale apontar que ainda hoje existem cerca de <strong><span class="has-inline-color has-green-color">1 bilhão de pessoas abaixo da linha da pobreza</span></strong>.  E que as projeções estimam que a população suba dos atuais 8 bilhões de habitantes para 10bi em 2050. </p>



<p><strong>A civilização tem pela frente o desafio de garantir a ascensão social aos marginalizados e a qualidade de vida para os que já possuem. Enquanto em paralelo tem de reduzir o consumo dos principais insumos energéticos de alta emissão de carbono.</strong> </p>



<p>Ou seja, o desafio é realmente imenso. E desdobramentos deste tema ainda nortearão várias colunas que trarei para você, leitor. </p>



<p>Além disso, abordaremos nos próximos meses pautas político-econômicas diretamente relacionadas ao setor de energia. </p>



<p>Trataremos de dados sobre diferentes fontes e seus impactos ambientais. Conheceremos as novas fronteiras tecnológicas. </p>



<p>E tudo isso com objetivos de construir conscientização, desmistificar preconceitos (pois não há fontes perfeitas nem soluções milagrosas), e gerar reflexões em torno das nossas ações como cidadãos, estimulando o surgimento de soluções. </p>



<p><strong>Um abraço a todos e até breve.</strong></p>



<p><a href="https://blogdaengenharia.com/diversos/sustentabilidade/um-olhar-sobre-as-energias-renovaveis/" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener">Continue lendo outras matérias do Blog</a></p>



<p>*como a própria AIE, a ONU, o IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas), IRENA (Agência Internacional de Energias Renováveis).</p>



<p>** existem estudos propondo que o Gás Natural pode ser bem mais danoso do que se pensava até então devido a gases de escape, mas esse assunto não é o foco da coluna de hoje.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Diferença entre gás natural e GLP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Matheus Meneses Mendonça]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Apr 2021 11:00:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Antes de tudo, é importante salientar que o gás natural e o gás liquefeito de petróleo (GLP) estão&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">Antes de tudo, é importante salientar que o gás natural e o gás liquefeito de petróleo (GLP) estão relacionados com a produção e refino do <a href="https://blogdaengenharia.com/o-fim-do-petroleo-entenda-as-previsoes-e-alternativas/">petróleo</a>. Dito isso, vamos agora conhecer as definições e as principais diferenças de cada um.</p>
<h3 id="gas-liquefeito-de-petroleo-glp" style="text-align: justify">Gás Liquefeito de petróleo (GLP)</h3>
<p style="text-align: justify">O GLP, conhecido como gás de cozinha, é uma mistura de gases formada principalmente por butano (C<sub>4</sub>H<sub>10</sub>) e propano (C<sub>3</sub>H<sub>8</sub>) que são frações leves obtidos por meio do refino do petróleo.</p>
<p style="text-align: justify"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-68479 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/kettle-2178442_1920.jpg" alt="" width="1920" height="1280" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/kettle-2178442_1920.jpg 1920w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/kettle-2178442_1920-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/kettle-2178442_1920-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/kettle-2178442_1920-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/kettle-2178442_1920-1536x1024.jpg 1536w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></p>
<p style="text-align: justify">Ambos são hidrocarbonetos de cadeia curta e na forma gasosa são incolores e inodoros. Assim, por ser um produto inodoro por natureza, um composto a base de enxofre (t-butil mercaptana) é adicionado à mistura para dar cheiro e facilitar a detecção de possíveis vazamentos.</p>
<p style="text-align: justify">Ou seja, aquele odor que você sente quando há vazamento de gás na cozinha não é o cheiro do gás, é tão somente o cheiro de um composto adicionado ao produto.</p>
<p style="text-align: justify">O GLP é comercializado na forma líquida sob altas pressões em botijões e cilindros. Quando os gases que compõem o GLP são pressurizados, estes se condensam ocupando menos espaço, facilitando seu transporte e comercialização.</p>
<p style="text-align: justify"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-68480 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/gas.jpg" alt="GLP" width="780" height="519" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/gas.jpg 780w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/gas-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/gas-768x511.jpg 768w" sizes="(max-width: 780px) 100vw, 780px" /></p>
<p style="text-align: justify">Além disso, o GLP é altamente inflamável e sua combustão é praticamente completa. Isso o torna adequado para o uso como combustível em situações que exijam baixos níveis de poluentes como o uso doméstico.</p>
<p style="text-align: justify">O GLP é mais denso que o ar. Assim, o aumento da concentração desse gás desloca o ar atmosférico. Isso diminui a quantidade de oxigênio disponível no local podendo levar à asfixia em ambientes fechados.</p>
<p style="text-align: justify">Os sinais e sintomas da exposição são falta de ar, fadiga, diminuição da visão, alteração do humor, dor de cabeça, confusão, decréscimo da atividade motora, estupor, coma e, em casos extremos, morte.</p>
<h3 id="gas-natural-gn" style="text-align: justify">Gás Natural (GN)</h3>
<p style="text-align: justify">O gás natural é uma mistura de hidrocarbonetos leves, principalmente o metano (CH<sub>4</sub>). Esse composto, a temperatura e pressão ambientes, permanece no estado gasoso.</p>
<p style="text-align: justify">Na natureza, assim como o petróleo, ele é originalmente encontrado em reservatórios de rochas porosas no subsolo (terrestre ou marinho). Frequentemente, encontra-se associado e é produzido junto ao óleo.</p>
<p style="text-align: justify"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-68481 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/pexels-pixabay-327041-scaled.jpg" alt="Gás Natural" width="2560" height="2330" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/pexels-pixabay-327041-scaled.jpg 2560w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/pexels-pixabay-327041-300x273.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/pexels-pixabay-327041-1024x932.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/pexels-pixabay-327041-768x699.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/pexels-pixabay-327041-1536x1398.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/pexels-pixabay-327041-2048x1864.jpg 2048w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></p>
<p style="text-align: justify">Assim como ocorre com o GLP, no gás natural também é adicionado um odorizante para que vazamentos possam ser detectados com facilidade, evitando acidentes.</p>
<p style="text-align: justify">No Brasil, o <a href="http://transpetro.com.br/transpetro-institucional/nossas-atividades/dutos-e-terminais/gas-natural.htm">transporte do GN</a> é realizado por meio de gasodutos e a comercialização feita por distribuidoras concessionárias. Dessa forma, o GN chega aos consumidores por uma rede canalizada.</p>
<p style="text-align: justify">Por ser um combustível muito versátil, é bastante utilizado nas indústrias petroquímicas, nas usinas termoelétricas e de cogeração de energia, além de veículos motorizados.</p>
<h3 id="diferencas-entre-gn-e-glp" style="text-align: justify">Diferenças entre GN e GLP</h3>
<p style="text-align: justify">Uma das principais diferenças entre GN e GLP está na forma de distribuição. Como dito nos tópicos anteriores, o Gás Natural é disponibilizado por uma rede canalizada. Dessa forma, o usuário recebe mensalmente uma conta de consumo.</p>
<p style="text-align: justify"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-68475 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/closeup-view-of-a-cylindrical-grinder-industrial-concept-scaled.jpg" alt="Gás natural" width="2560" height="1707" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/closeup-view-of-a-cylindrical-grinder-industrial-concept-scaled.jpg 2560w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/closeup-view-of-a-cylindrical-grinder-industrial-concept-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/closeup-view-of-a-cylindrical-grinder-industrial-concept-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/closeup-view-of-a-cylindrical-grinder-industrial-concept-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/closeup-view-of-a-cylindrical-grinder-industrial-concept-1536x1024.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/closeup-view-of-a-cylindrical-grinder-industrial-concept-2048x1365.jpg 2048w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></p>
<p style="text-align: justify">Por outro lado, o Gás Liquefeito de Petróleo é comercializado em <a href="https://blogdaengenharia.com/brasil-testa-botijao-de-gas-reciclavel/">botijões</a> e cilindros ou através do abastecimento por caminhões de um recipiente fixo no local. Dessa forma, o consumidor o repõe conforme a necessidade.</p>
<p style="text-align: justify">Assim, pode-se afirmar que o GLP é mais acessível por ter seu transporte através de cilindros, podendo ser levado a qualquer lugar. Em contrapartida, o GN necessita de uma estrutura de rede de distribuição, que a maioria das cidades e bairros não possuem (ainda).</p>
<p style="text-align: justify">Outra grande diferença é a composição. O GN, formado basicamente por metano (CH<sub>4</sub>), é mais leve do que o GLP, formado por propano (C<sub>3</sub>H<sub>8</sub>) e butano (C<sub>4</sub>H<sub>10</sub>). Ademais, diferentemente do GLP, o GN é mais leve que o ar, o que favorece sua dispersão no ambiente em caso de vazamento.</p>
<p style="text-align: justify">Quanto a emissão de poluentes são muito parecidos. Ambos têm baixo índice de emissão comparado a outros combustíveis como lenha, carvão, querosene, etc.</p>
<p style="text-align: justify"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-68477 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/stove-5580691_1920.jpg" alt="" width="1920" height="1280" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/stove-5580691_1920.jpg 1920w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/stove-5580691_1920-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/stove-5580691_1920-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/stove-5580691_1920-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/stove-5580691_1920-1536x1024.jpg 1536w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></p>
<p style="text-align: justify">Por ser disponibilizado em cilindros que são constantemente reutilizados, o GLP por vezes pode acumular a chamada oleína, uma impureza que normalmente fica no fundo do cilindro mas que pode vir a ser trazida junto com a vaporização.</p>
<p style="text-align: justify">Dessa forma, é necessário o uso de filtros de linha para evitar que esta oleína afete o funcionamento dos aparelhos. O gás natural, por sua vez, não enfrenta esse problema.</p>
<h3 id="qual-utilizar" style="text-align: justify">Qual utilizar?</h3>
<p style="text-align: justify">Uma dúvida comum entre os consumidores é referente a diferença do GN e do GLP no funcionamento dos aparelhos a gás em sua residência ou indústria.</p>
<p style="text-align: justify">O GN e o GLP são gases com características e composições diferentes, e possuem variações em suas propriedades (poder calorífico, pressão de operação, etc). Por isso, os aparelhos são produzidos para funcionar com um gás, ou com o outro.</p>
<p style="text-align: justify"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-68478 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/gas-reductor-2755544_1920.jpg" alt="" width="1920" height="1280" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/gas-reductor-2755544_1920.jpg 1920w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/gas-reductor-2755544_1920-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/gas-reductor-2755544_1920-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/gas-reductor-2755544_1920-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/gas-reductor-2755544_1920-1536x1024.jpg 1536w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></p>
<p style="text-align: justify">Toda a estrutura dos equipamentos como bicos injetores, calibração e outras funcionalidades, são apropriadas de acordo com o tipo de gás. Isso promove o funcionamento com eficiência e segurança.</p>
<p style="text-align: justify">Sempre deve ser observado o tipo de gás marcado na embalagem e no próprio produto, e utilizado somente este gás.</p>
<p style="text-align: justify">Em caso de necessidade (mudança de imóvel, por exemplo), é possível realizar um processo de conversão de gases no aparelho. No entanto, é um serviço que precisa ser feito por profissionais qualificados e utilizando-se de peças originais do fabricante para substituição.</p>
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		<title>O fim do Petróleo está próximo? Entenda as previsões e alternativas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Matheus Meneses Mendonça]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Feb 2021 11:00:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Saber quando e se haverá realmente o fim do petróleo é uma dúvida frequente entre os profissionais ligados&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Saber quando e se haverá realmente o fim do petróleo é uma dúvida frequente entre os profissionais ligados ao setor petrolífero. A princípio, essa pergunta está relacionada apenas com o esgotamento físico das reservas.</p>
<p><span style="color: #ff6600;">Contudo, seu sentido pode ser estendido à substituição do petróleo por outras <a style="color: #ff6600;" href="https://blogdaengenharia.com/um-olhar-sobre-as-energias-renovaveis/">fontes de energia</a>.</span></p>
<p>Um estudo publicado pela BP (British Petroleum) demonstrou que as reservas de petróleo podem acabar em 2067. Essa informação pode até assustar um pouco, porém esse estudo não levou em consideração a descoberta de novas reservas no futuro, pois isso é imprevisível.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-65456 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/industrial-furnace-heat-exchanger-cracking-hydrocarbons-factory-sky-sunset-close-up-equipment-petrochemical-plant-scaled.jpg" alt="Fim do petróleo" width="2560" height="1707" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/industrial-furnace-heat-exchanger-cracking-hydrocarbons-factory-sky-sunset-close-up-equipment-petrochemical-plant-scaled.jpg 2560w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/industrial-furnace-heat-exchanger-cracking-hydrocarbons-factory-sky-sunset-close-up-equipment-petrochemical-plant-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/industrial-furnace-heat-exchanger-cracking-hydrocarbons-factory-sky-sunset-close-up-equipment-petrochemical-plant-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/industrial-furnace-heat-exchanger-cracking-hydrocarbons-factory-sky-sunset-close-up-equipment-petrochemical-plant-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/industrial-furnace-heat-exchanger-cracking-hydrocarbons-factory-sky-sunset-close-up-equipment-petrochemical-plant-1536x1024.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/industrial-furnace-heat-exchanger-cracking-hydrocarbons-factory-sky-sunset-close-up-equipment-petrochemical-plant-2048x1365.jpg 2048w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></p>
<p>Muitos especialistas acreditam que as reservas esgotarão em 100 anos. Outros já dizem o contrário. São inúmeros fatores que influenciam esse prognóstico tais como a descoberta de novas reservas, mudanças econômicas, interesses políticos e a transição para outras fontes de energia. Tudo isso impede a formulação de uma  previsão confiável.</p>
<h3 id="principal-obstaculo-do-setor"><strong>Principal obstáculo do setor</strong></h3>
<p>De acordo com relatório da <a href="https://www.gov.br/anp/pt-br/canais_atendimento/imprensa/noticias-comunicados/anp-divulga-dados-de-exploracao-de-petroleo-e-gas-natural-relativos-a-2021">Agência Nacional de Petróleo</a> (ANP), em 2019, as reservas provadas de petróleo no mundo atingiram a marca de 1,7 trilhão de barris. Isso mostra que, atualmente, a quantidade não é o maior contribuinte para o fim do petróleo.</p>
<p>Além disso,  o desenvolvimento de novas tecnologias ao longo do tempo permitirá a descoberta de novas jazidas. Por outro lado, essas novas reservas tendem a estar relacionadas a reservatórios de difícil acesso contendo óleos viscosos e mais pesados (˚API baixo).</p>
<p>Esse tipo de óleo possui maiores concentrações de componentes mais pesados como resinas e asfaltenos, tornando-o menos atrativo economicamente.</p>
<p><figure id="attachment_65383" aria-describedby="caption-attachment-65383" style="width: 1157px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-65383 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/Petróleo.gif" alt="Fim do petróleo" width="1157" height="711" /><figcaption id="caption-attachment-65383" class="wp-caption-text">Fonte: O Petróleo</figcaption></figure></p>
<p>Reservatórios complexos, como os localizados a quilômetros de profundidade do leito marinho, exigem tecnologias avançadas e altos investimentos para explorá-los. Adicionalmente, os óleos pesados, que são de difícil transporte e refino, exigem novas tecnologias e processos para tornar sua exploração viável economicamente e ambientalmente.</p>
<p>Assim, o principal obstáculo do setor está em desenvolver novas técnicas para que se possa explorar as atuais e futuras reservas de tal forma que seja economicamente viável e ecologicamente sustentável.</p>
<h3 id="petroleo-x-energias-renovaveis"><strong>Petróleo x Energias renováveis</strong></h3>
<p>Outro fator que contribui para a queda do petróleo é a sua substituição por energias alternativas e renováveis. De fato, não há como impedir isso. Energias renováveis e que relativamente agridem menos o meio ambiente tendem a substituir as energias não renováveis como o petróleo.</p>
<p>Todavia, os produtos resultantes do petróleo não se resumem a combustíveis como fonte de energia, vai muito além disso.</p>
<p>Os derivados do petróleo são usados também como matéria prima para fabricação de plástico, borracha, asfalto, tecidos, produtos de limpeza, remédios e comidas. Sim, você não leu errado, o petróleo está envolvido na fabricação de remédios e comidas.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-65384 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/about-3887433_640.jpg" alt="utilização do petróleo" width="640" height="426" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/about-3887433_640.jpg 640w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/about-3887433_640-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p>Por exemplo, alguns derivados do petróleo são utilizados na indústria de corantes, conservantes, flavorizantes e fertilizantes. Já os remédios, especialmente os analgésicos e até mesmo os homeopáticos, contêm benzeno, um derivado do petróleo (Betaeq, 2019).</p>
<p>O petróleo será dificilmente substituído por completo e haverá demanda por seus derivados em diversos ramos industriais por um longo tempo. Além disso, a substituição por parte das fontes renováveis se dará de forma lenta e gradual pois envolve aspectos políticos e econômicos.</p>
<h3 id="gas-natural-uma-alternativa-a-queda-do-petroleo">Gás natural: uma alternativa à queda do petróleo</h3>
<p>Uma alternativa que surge para compensar a queda do petróleo é o gás natural. Na maioria dos poços de petróleo existe a produção concomitante de óleo, água e gás. Este último, apesar de seu transporte e armazenamento serem caros e complexos, vem atraindo olhares por agredir menos o meio ambiente.</p>
<p>O gás natural não produz fuligem nem fumaça negra. Além disso, produz menos gases tóxicos quando comparado a outros derivados do petróleo. Sua queima produz água e gás carbônico. Dessa forma, o gás natural pode ser considerado energia limpa de acordo com a ISO 14000 (Naturgy Brasil, 2020).</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-65457 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/blue-flames-of-gas-burning-from-a-kitchen-gas-stove-scaled.jpg" alt="Fim do petróleo" width="2560" height="1707" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/blue-flames-of-gas-burning-from-a-kitchen-gas-stove-scaled.jpg 2560w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/blue-flames-of-gas-burning-from-a-kitchen-gas-stove-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/blue-flames-of-gas-burning-from-a-kitchen-gas-stove-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/blue-flames-of-gas-burning-from-a-kitchen-gas-stove-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/blue-flames-of-gas-burning-from-a-kitchen-gas-stove-1536x1024.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/blue-flames-of-gas-burning-from-a-kitchen-gas-stove-2048x1365.jpg 2048w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></p>
<p>Tudo isso nos leva a crer que o fim do petróleo está bastante longe. Assim, cabe a nós, engenheiros e profissionais ligados ao setor de petróleo e gás desenvolver novas tecnologias afim de descobrir novas reservas, tornar sua exploração viável economicamente e, principalmente sustentável.</p>
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		<title>Sustentabilidade na indústria do petróleo: Impactos e soluções</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Matheus Meneses Mendonça]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Jan 2021 11:00:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia de Petróleo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A priori, você pode pensar que petróleo e desenvolvimento sustentável não combinam. Porém, veremos nesse artigo que a&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff6600;"><em>A priori, você pode pensar que petróleo e desenvolvimento sustentável não combinam.</em></span></p>
<p>Porém, veremos nesse artigo que a sustentabilidade pode e deve ser aplicada na cadeia petrolífera. Além disso, serão apresentados exemplos de como deve ser implantada.</p>
<p>A sustentabilidade é baseada em três pilares: sociedade, meio ambiente e economia. Ou seja, uma empresa sustentável deve combinar crescimento econômico com mudanças sociais e culturais, respeitando os limites impostos pelo meio ambiente.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-65899 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/close-up-of-green-planet-in-your-hands-save-earth-scaled.jpg" alt="Sustentabilidade" width="2560" height="1707" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/close-up-of-green-planet-in-your-hands-save-earth-scaled.jpg 2560w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/close-up-of-green-planet-in-your-hands-save-earth-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/close-up-of-green-planet-in-your-hands-save-earth-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/close-up-of-green-planet-in-your-hands-save-earth-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/close-up-of-green-planet-in-your-hands-save-earth-1536x1024.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/close-up-of-green-planet-in-your-hands-save-earth-2048x1365.jpg 2048w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></p>
<p>O petróleo é a principal fonte de energia do planeta. Consequentemente, o setor gera grande impacto nas esferas social, econômica e ambiental.</p>
<p>Assim, o desenvolvimento sustentável é fundamental para que esse ramo de atividades possa prosperar e sobreviver nesse mundo em constante mudança.</p>
<p>Vejamos o que Milton Costa Filho, ex-secretário do <a href="https://www.ibp.org.br">Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis</a>, disse sobre o assunto:</p>
<blockquote><p>&#8220;Iniciativas que fomentem o debate em torno da inovação, da segurança, meio ambiente e saúde são fundamentais para garantir a competitividade do setor e a retomada do crescimento e dos investimentos de forma sustentável. Isso gera empregos, renda e tributos para a população.&#8221;</p></blockquote>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-65969 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/platform-4591792-scaled.jpg" alt="Sustentabilidade petróleo" width="2560" height="1543" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/platform-4591792-scaled.jpg 2560w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/platform-4591792-300x181.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/platform-4591792-1024x617.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/platform-4591792-768x463.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/platform-4591792-1536x926.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/platform-4591792-2048x1234.jpg 2048w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></p>
<p>Atualmente, a sustentabilidade está se tornando valor presente na indústria petrolífera. A preocupação <a href="https://blogdaengenharia.com/os-passos-lentos-da-humanidade-a-conscientizacao-ambiental/">ambiental</a> das empresas é dirigida a todas as partes interessadas como empregados, acionistas, clientes, fornecedores, comunidades, órgãos legisladores e governo, os chamados stakeholders.</p>
<h3 id="desafios-da-cadeia-do-petroleo">Desafios da cadeia do petróleo</h3>
<p>A cadeia petrolífera é constituída de dois estágios: Upstream e Downstream. O primeiro envolve a exploração, perfuração, extração, armazenamento e transporte do óleo cru. Enquanto o segundo está relacionado com o refino, transporte e distribuição dos derivados do petróleo.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-65964 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/WhatsApp-Image-2021-01-20-at-15.19.11.jpeg" alt="Sustentabilidade petróleo" width="1125" height="1125" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/WhatsApp-Image-2021-01-20-at-15.19.11.jpeg 1125w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/WhatsApp-Image-2021-01-20-at-15.19.11-300x300.jpeg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/WhatsApp-Image-2021-01-20-at-15.19.11-1024x1024.jpeg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/WhatsApp-Image-2021-01-20-at-15.19.11-150x150.jpeg 150w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/WhatsApp-Image-2021-01-20-at-15.19.11-768x768.jpeg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/WhatsApp-Image-2021-01-20-at-15.19.11-180x180.jpeg 180w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/WhatsApp-Image-2021-01-20-at-15.19.11-400x400.jpeg 400w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/WhatsApp-Image-2021-01-20-at-15.19.11-600x600.jpeg 600w" sizes="(max-width: 1125px) 100vw, 1125px" /></p>
<p>Os processos em cada estágio são complexos e interconectados. Como resultado, toda a cadeia está altamente sujeita a riscos. Além disso, em quase todas as fases existe um impacto ambiental adverso, especialmente nos recursos hídricos.</p>
<p>Ademais, o petróleo, seus derivados e a água produzida são perigosos para a saúde humana e meio ambiente. Isso potencializa o dano social, econômico e principalmente ambiental.</p>
<h3 id="principais-impactos">Principais impactos</h3>
<p>A identificação e avaliação dos impactos é crucial para implantação da sustentabilidade.</p>
<p>Estes devem ser avaliados e classificados de acordo com sua magnitude. Dessa forma, o foco será dado aos processos que geram danos mais significativos. Isso promoverá maior eficiência no controle e integração da sustentabilidade.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-65910 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/air-pollution-4017183-scaled.jpg" alt="Impactos ambientais" width="2560" height="1486" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/air-pollution-4017183-scaled.jpg 2560w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/air-pollution-4017183-300x174.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/air-pollution-4017183-1024x595.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/air-pollution-4017183-768x446.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/air-pollution-4017183-1536x892.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/air-pollution-4017183-2048x1189.jpg 2048w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></p>
<p>Na esfera ambiental, os impactos estão ligados ao manuseio da água produzida e à queima, transporte e extração do petróleo e seus derivados. Além disso, os acidentes e vazamentos maximizam consideravelmente os danos. Os mais significativos são:</p>
<ul>
<li>Emissão de gases tóxicos (CO<sub>2</sub>, NO<sub>x</sub>, SO<sub>x</sub>, HCFC e HFC);</li>
<li>Danos aos ecossistemas;</li>
<li>Danos à saúde humana;</li>
<li>Mudanças climáticas;</li>
<li>Esgotamento do ozônio.</li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-65911 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/city-2462053.jpg" alt="Poluição ar" width="2100" height="1048" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/city-2462053.jpg 2100w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/city-2462053-300x150.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/city-2462053-1024x511.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/city-2462053-768x383.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/city-2462053-1536x767.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/city-2462053-2048x1022.jpg 2048w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/city-2462053-400x200.jpg 400w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/city-2462053-600x300.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/city-2462053-800x400.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/city-2462053-1200x600.jpg 1200w" sizes="(max-width: 2100px) 100vw, 2100px" /></p>
<p>Por outro lado, nas esferas social e econômica, os processos estão ligados à sociedade, trabalhadores, governo, além da administração das empresas. Assim, os principais impactos estão relacionados com:</p>
<ul>
<li>Custos de matéria-prima, operação e energia;</li>
<li>Jornada de trabalho e salários;</li>
<li>Saúde e segurança de colaboradores e consumidores;</li>
<li>Oportunidade de emprego e distribuição de renda para a região;</li>
<li>Desenvolvimento tecnológico e econômico para a sociedade.</li>
</ul>
<p>Nos próximos tópicos, veremos exemplos de aplicação do desenvolvimento sustentável em cada dimensão na indústria do petróleo.</p>
<h3 id="sustentabilidade-na-esfera-ambiental">Sustentabilidade na esfera ambiental</h3>
<p>Inicialmente, o uso de energia solar e eólica em instalações de produção de petróleo deve ser maximizado. Dessa forma, o uso de combustíveis fósseis será menor, reduzindo os danos ambientais.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-65912 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/20944250-scaled.jpg" alt="Sustentabilidade" width="2560" height="1707" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/20944250-scaled.jpg 2560w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/20944250-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/20944250-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/20944250-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/20944250-1536x1024.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/20944250-2048x1365.jpg 2048w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></p>
<p>No caso de transporte do petróleo e seus derivados é recomendado o uso de combustíveis mais limpos. Portanto, deve-se dar preferência a combustíveis como o etanol que gera menos emissões de GEE (gases do efeito estufa) quando comparado com a gasolina.</p>
<p>Outra alternativa para o transporte está na utilização de gasodutos e oleodutos. Dessa maneira, não haverá emissão de poluentes.</p>
<p>Porém, outro problema surge. Devido às características dos produtos transportados, as tubulações sofrem bastante com a corrosão, que deteriora o material e pode causar derramamento.</p>
<p>Assim, para resolver esse problema, as empresas podem adotar as mais recentes tecnologias anticorrosivas, como a EonCoat, que evita o desenvolvimento de corrosão se aplicada apenas uma vez (Shrivastava e Unnikrishnan, 2021).</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-65974 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/winter-681175-scaled.jpg" alt="Gasoduto sustentabilidade" width="2560" height="1707" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/winter-681175-scaled.jpg 2560w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/winter-681175-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/winter-681175-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/winter-681175-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/winter-681175-1536x1024.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/winter-681175-2048x1365.jpg 2048w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></p>
<p>Nas refinarias, a implementação da <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Indústria_4.0">indústria 4.0</a> e o uso de ferramentas de modelagem para avaliar cenários de mistura com biocombustíveis são recomendados. Tudo isso ajudará a melhorar a dinâmica, reduzir riscos ambientais e aumentar a eficiência da produção.</p>
<h3 id="desenvolvimento-sustentavel-na-esfera-economica">Desenvolvimento sustentável na esfera econômica</h3>
<p>A sustentabilidade na área econômica pode ser alcançada com investimento em robótica avançada e automação. Dessa forma, a indústria petrolífera pode minimizar emissões de carbono sem reduzir as taxas de produção. Além de tomar decisões mais inteligentes e econômicas.</p>
<p>A redução geral de custos pode ser feita minimizando os gastos operacionais e de longo prazo. Isso pode ser feito com a utilização de tecnologias recentes, como a Internet das Coisas (IoT), tecnologias anticorrosão e software de gerenciamento de óleo e gás.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-65915 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/94170-scaled.jpg" alt="tecnologia sustentável" width="2560" height="1707" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/94170-scaled.jpg 2560w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/94170-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/94170-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/94170-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/94170-1536x1024.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/94170-2048x1366.jpg 2048w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></p>
<p>Adicionalmente, o custo das matérias-primas pode ser reduzido pela introdução de uma economia circular. Isso significa promover a reciclagem ou reutilização do máximo de matérias-primas utilizadas na cadeia petrolífera.</p>
<p>O uso de etanol para transporte pode custar mais caro do que os combustíveis convencionais. Contudo, o uso de biocombustíveis se torna vantajoso por causa dos grandes subsídios recebidos e seus impactos positivos no meio ambiente.</p>
<h3 id="sustentabilidade-na-area-social">Sustentabilidade na área social</h3>
<p>Na área social, as indústrias de petróleo devem garantir boa saúde e segurança para os colaboradores. Assim, deve fornecer-lhes treinamento adequado e salários justos.</p>
<p>Adicionalmente, normas mais estritas devem ser introduzidas para que os trabalhadores temporários e regulares sejam tratados da mesma forma.</p>
<p>Para aprimorar o desenvolvimento sustentável, as indústrias do setor devem receber feedback de seus stakeholders em intervalos regulares de tempo e tomar as medidas adequadas.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-65917 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/handshake-2009195.png" alt="Stakeholders" width="3908" height="2090" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/handshake-2009195.png 3908w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/handshake-2009195-300x160.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/handshake-2009195-1024x548.png 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/handshake-2009195-768x411.png 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/handshake-2009195-1536x821.png 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/handshake-2009195-2048x1095.png 2048w" sizes="(max-width: 3908px) 100vw, 3908px" /></p>
<p>Além disso, programas de conscientização sobre desenvolvimento sustentável devem ser organizados para colaboradores e sociedade.</p>
<p>Por fim, as empresas devem auxiliar a sociedade em relação a tecnologias e desenvolvimento econômico. Isso significa que a empresa deve crescer e se desenvolver em sincronia com a comunidade, sempre respeitando o meio ambiente.</p>
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