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	<title>Mauricio Franchi, Author at Blog da Engenharia</title>
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	<title>Mauricio Franchi, Author at Blog da Engenharia</title>
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		<title>Reserva de Mercado &#8211; Grande atrativo da Carreira de Segurança do Trabalho.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mauricio Franchi]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Apr 2023 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A decisão de escolher profissão ou carreira normalmente envolve uma série de fatores a serem ponderados, tais como:&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A decisão de escolher profissão ou carreira normalmente envolve uma série de fatores a serem ponderados, tais como: afinidades pessoais, exigências físicas e cognitivas da atividade, personalidade etc. Dentre elas, entendo que a dinâmica do <strong>mercado de trabalho</strong> é um fator muito importante, principalmente pelas características de como ele se comporta.  <strong>A carreira de Segurança do Trabalho apresenta uma reserva de mercado</strong>, característica que lhe trás grande atrativo.</p>



<h3 id="quais-profissoes-compoem-a-carreira-de-seguranca-do-trabalho" class="wp-block-heading">Quais profissões compõem a carreira de Segurança do Trabalho?</h3>



<p>Segundo a <a href="http://www.mtecbo.gov.br/cbosite/pages/pesquisas/BuscaPorTitulo.jsf">Classificação Brasileira de Ocupações</a> (CBO), temos <strong>três ocupações</strong> da área de Engenharia e afins que se referem à <strong>Segurança do Trabalho</strong> com seus respectivos códigos:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>2149-15 &#8211; Engenheiro de segurança do trabalho</li><li>3516-05 – Técnico em segurança do trabalho</li><li>2149-35 – Tecnólogo em segurança do trabalho</li></ul>



<p>Essas três acima estão mais relacionadas aos temas discutidos aqui no Blog, porém ainda temos aquelas ocupações típicas da Saúde que se relacionam com a Segurança do Trabalho:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>2251-40 – Médico do trabalho</li><li>2235-30 – Enfermeiro do trabalho</li><li>3222-35 – Auxiliar de enfermagem do trabalho</li></ul>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/03/workers-examining-work-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-88328" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/03/workers-examining-work-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/03/workers-examining-work-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/03/workers-examining-work-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/03/workers-examining-work-1536x1024.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/03/workers-examining-work-2048x1365.jpg 2048w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/03/workers-examining-work-18x12.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/03/workers-examining-work-380x253.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/03/workers-examining-work-800x533.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/03/workers-examining-work-1160x773.jpg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/03/workers-examining-work-scaled.jpg 2560w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h3 id="e-o-que-faz-um-profissional-de-seguranca-do-trabalho" class="wp-block-heading">E o que faz um Profissional de Segurança do Trabalho?</h3>



<p>As atribuições e rotinas desse profissional estão descritas <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-de-seguranca-no-trabalho/engenharia-de-seguranca-do-trabalho-o-que-e-de-onde-vem-como-se-alimenta-parte-1-de-3/">nesse notável artigo</a> aqui do Blog da Engenharia. Além dessa abordagem já descrita, cabe aqui relatar <strong>o que diz a nossa CBO</strong> sobre o Engenheiro de Segurança do Trabalho:</p>



<p class="has-text-align-left"><em>Controlam perdas de processos, produtos e serviços ao identificar, determinar e analisar causas de perdas, estabelecendo plano de ações preventivas e corretivas. Desenvolvem, testam e supervisionam sistemas, processos e métodos produtivos, <strong>gerenciam atividades de segurança no trabalho e do meio ambiente, gerenciam exposições a fatores ocupacionais de risco à saúde do trabalhador</strong>, planejam empreendimentos e atividades produtivas e coordenam equipes, treinamentos e atividades de trabalho.</em></p>



<h3 id="e-qual-e-o-grande-atrativo-da-carreira-de-seguranca-do-trabalho" class="wp-block-heading">E qual é o grande atrativo da carreira de Segurança do Trabalho?</h3>



<p>De acordo com a <a aria-label="undefined (opens in a new tab)" href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del4657compilado.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro</a>:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><em>Art.&nbsp;3<sup>o</sup>&nbsp;&nbsp;Ninguém se escusa de cumprir a lei, alegando que não a conhece.</em></p></blockquote>



<p>Esse artigo é o que dá o significado da expressão que sempre vemos de que “<strong><em>todos devem cumprir a lei</em></strong>”.</p>



<p>As Normas Regulamentadoras, que todas as empresas devem cumprir, têm status legal. <strong>Logo, aquilo que está disposto na Norma Regulamentadora 4 – NR-4 – deve ser atendido.</strong> </p>



<p>Nela, é estabelecido que as <strong>empresas que possuem trabalhadores regidos pela CLT são obrigadas a manter o SESMT</strong> – Serviços Especializados em Segurança e Medicina do Trabalho a partir de uma determinada <strong>quantidade de trabalhadores e do grau de risco</strong> da atividade.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="942" height="254" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/03/Grau-de-Risco-e-Atividade-Economica.jpg" alt="" class="wp-image-88324" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/03/Grau-de-Risco-e-Atividade-Economica.jpg 942w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/03/Grau-de-Risco-e-Atividade-Economica-300x81.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/03/Grau-de-Risco-e-Atividade-Economica-768x207.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/03/Grau-de-Risco-e-Atividade-Economica-18x5.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/03/Grau-de-Risco-e-Atividade-Economica-380x102.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/03/Grau-de-Risco-e-Atividade-Economica-800x216.jpg 800w" sizes="(max-width: 942px) 100vw, 942px" /></figure>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>A própria lei assegura uma RESERVA DE MERCADO aos profissionais de Segurança do Trabalho.</p></blockquote>



<p>A NR-4 prevê uma <strong>mínima quantidade</strong> de profissionais que devem <strong>obrigatoriamente </strong>atuar nessas organizações. <strong>No caso das carreiras voltadas à Engenharia, são os Engenheiros e Técnicos de Segurança do Trabalho.</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="780" height="175" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/03/Profissoes-do-SESMT.jpg" alt="" class="wp-image-88325" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/03/Profissoes-do-SESMT.jpg 780w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/03/Profissoes-do-SESMT-300x67.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/03/Profissoes-do-SESMT-768x172.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/03/Profissoes-do-SESMT-18x4.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/03/Profissoes-do-SESMT-380x85.jpg 380w" sizes="(max-width: 780px) 100vw, 780px" /></figure>



<h4 id="a-reserva-de-mercado-tambem-aparece-na-exigencia-de-formacao" class="wp-block-heading">A reserva de mercado também aparece na exigência de formação.</h4>



<p>Além das quantidades mínimas a integrar o SESMT, a <strong>NR-4 determina que eles devem ter FORMAÇÃO e REGISTRO</strong> Profissional:</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="670" height="134" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/03/Formacao-e-Registro-Profissional.jpg" alt="" class="wp-image-88323" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/03/Formacao-e-Registro-Profissional.jpg 670w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/03/Formacao-e-Registro-Profissional-300x60.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/03/Formacao-e-Registro-Profissional-18x4.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/03/Formacao-e-Registro-Profissional-380x76.jpg 380w" sizes="(max-width: 670px) 100vw, 670px" /></figure>



<h4 id="a-lei-exige-o-registro-do-sesmt-em-sistema-da-inspecao-do-trabalho" class="wp-block-heading">A lei exige o REGISTRO do SESMT em sistema da Inspeção do Trabalho.</h4>



<p>Como mecanismo de <strong>controle social</strong> e de modo <strong>reforçar o cumprimento da lei</strong>, o SESMT deve ser <strong>registrado</strong> em sistema que é acessado pelo órgão de <strong>Fiscalização de Saúde e Segurança no Trabalho</strong>, que é a <strong>Inspeção do Trabalho.</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="914" height="416" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/03/Registro-do-SESMT.jpg" alt="" class="wp-image-88326" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/03/Registro-do-SESMT.jpg 914w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/03/Registro-do-SESMT-300x137.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/03/Registro-do-SESMT-768x350.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/03/Registro-do-SESMT-18x8.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/03/Registro-do-SESMT-380x173.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/03/Registro-do-SESMT-800x364.jpg 800w" sizes="(max-width: 914px) 100vw, 914px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="369" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/03/SESMT-Site-1-1024x369.jpg" alt="" class="wp-image-88329" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/03/SESMT-Site-1-1024x369.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/03/SESMT-Site-1-300x108.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/03/SESMT-Site-1-768x276.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/03/SESMT-Site-1-18x6.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/03/SESMT-Site-1-380x137.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/03/SESMT-Site-1-800x288.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/03/SESMT-Site-1-1160x418.jpg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/03/SESMT-Site-1.jpg 1253w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h1 id="conclusao" class="wp-block-heading">Conclusão</h1>



<p>Vimos que as oportunidades da área de Segurança do Trabalho não são fomentadas apenas pelos fatores intrínsecos às organizações, como necessidades operacionais etc., mas também por <strong>IMPOSIÇÃO LEGAL</strong>, tornando-se uma <strong>reserva de mercado</strong> tanto pela <strong>quantidade mínima </strong>de membros do SESMT quanto pela necessidade de se ter <strong>formação </strong>e <strong>registro profissional </strong>em conselho, como o CREA para os Engenheiros e o registro no Ministério do Trabalho para os Técnicos.</p>



<p><strong>Isso torna a movimentação de profissionais de outras áreas mais demoradas,</strong> visto que se devem cumprir uma série de requisitos: para Engenheiros, além da graduação se deve ter a Pós-Graduação em Engenharia de Segurança do Trabalho. Para os Técnicos, deve-se formar em TST – Técnico em Segurança do Trabalho.</p>



<h1 id="essa-caracteristica-de-reserva-de-mercado-se-torna-um-grande-atrativo-para-a-carreira-de-seguranca-do-trabalho" class="has-red-color has-text-color wp-block-heading">Essa característica de reserva de mercado se torna um grande atrativo para a carreira de Segurança do Trabalho.</h1>
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		<title>Por que &#8220;Inspeção do Trabalho&#8221; é um forte instrumento de paz mundial?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mauricio Franchi]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Jan 2023 09:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Condições mínimas de trabalho são fundamentais para se evitar um estado de injustiça, miséria e privações sociais. Entretanto,&#8230;</p>
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<p>Condições mínimas de trabalho são fundamentais para se evitar um estado de injustiça, miséria e privações sociais. Entretanto, é necessário que se constitua um serviço de Inspeção do Trabalho forte para assegurar a aplicação das leis trabalhistas e de segurança do trabalho.</p>



<p>Já vimos nesse artigo de que maneira <strong>mínimas condições de trabalho são contribuintes para se evitar guerras</strong> dentro de sua múltipla rede de fatores causais. A criação da OIT – Organização Internacional do Trabalho – é de suma importância porque também obriga os países signatários do Tratado de Versalhes a constituírem um <strong>Sistema de Inspeção</strong>, como indica o art 427, item 9º do Tratado de Paz:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>9º Cada Estado deverá organizar um serviço de inspeção, que compreenderá mulheres, a fim de assegurar a aplicação das leis e regulamentos para a proteção dos trabalhadores.</p></blockquote>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="720" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/12/versaillestreaty590-1-1024x720.jpg" alt="" class="wp-image-86233" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/12/versaillestreaty590-1-1024x720.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/12/versaillestreaty590-1-300x211.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/12/versaillestreaty590-1-768x540.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/12/versaillestreaty590-1-18x12.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/12/versaillestreaty590-1-380x267.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/12/versaillestreaty590-1-800x563.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/12/versaillestreaty590-1-1160x816.jpg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/12/versaillestreaty590-1-600x422.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/12/versaillestreaty590-1.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p><a aria-label="undefined (opens in a new tab)" href="https://www.sinait.org.br/site/aft-historico" target="_blank" rel="noreferrer noopener">No Brasil</a>, já existia, ainda que com menos atribuições, um <strong>Serviço de Inspeção do Trabalho desde o século XIX</strong>, com os Inspetores de Fábrica. Em 1944, com a CLT, foi um marco para a Fiscalização do Trabalho no Brasil. Ela tornou a Inspeção do Trabalho uma atividade administrativa de caráter nacional e deu aos Inspetores do Trabalho o poder de <strong>penalizar </strong>os empregadores que <strong>descumprissem as leis trabalhistas. </strong>Em 1977, o Brasil ratificou a convenção 81 da OIT e em 1988, a Inspeção do Trabalho obteve <strong>status constitucional.</strong></p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-12 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="643" data-id="86234" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/12/fiscalizacao-trabalhista-1024x643.jpg" alt="" class="wp-image-86234" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/12/fiscalizacao-trabalhista-1024x643.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/12/fiscalizacao-trabalhista-300x188.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/12/fiscalizacao-trabalhista-768x483.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/12/fiscalizacao-trabalhista-18x12.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/12/fiscalizacao-trabalhista-380x239.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/12/fiscalizacao-trabalhista-800x503.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/12/fiscalizacao-trabalhista-600x377.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/12/fiscalizacao-trabalhista.jpg 1146w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
</figure>



<h3 id="da-importancia-da-inspecao-do-trabalho" class="wp-block-heading">Da importância da Inspeção do Trabalho</h3>



<p>Pela própria dinâmica econômica, há sempre a tendência de se buscar um <strong>equilíbrio entre os Fatores de Produção</strong>. Ocorre que, quando se comparam os fatores <strong>Capital e Trabalho</strong>, há uma tendência que, sem uma regulamentação e atuação dos órgãos de proteção ao trabalho. Esse ponto de equilíbrio enseje condições de trabalho desfavoráveis. A isso é dado o nome de Princípio de Hipossuficiência do Trabalhador.</p>



<p>A exemplo, citamos uma cidade que tenha 5 empresas de mesmo porte e segmento. As empresas A e B optam por não mais remunerar seus trabalhadores com o salário mínimo e a não pagar horas extras, além de se utilizar de mão de obra infantil e manter condições de trabalho extremamente danosas pela falta de medidas de controle, excesso de jornada etc. É esperado que seu <strong>custo de produção será menor</strong> e isso fará com que as outras empresas percam sua fatia de mercado e necessitem a tomar alguma decisão.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-13 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="740" height="493" data-id="86235" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/12/poor-child-landfill-looks-forward-with-hope_1150-10379.jpg" alt="" class="wp-image-86235" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/12/poor-child-landfill-looks-forward-with-hope_1150-10379.jpg 740w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/12/poor-child-landfill-looks-forward-with-hope_1150-10379-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/12/poor-child-landfill-looks-forward-with-hope_1150-10379-18x12.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/12/poor-child-landfill-looks-forward-with-hope_1150-10379-380x253.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/12/poor-child-landfill-looks-forward-with-hope_1150-10379-600x400.jpg 600w" sizes="(max-width: 740px) 100vw, 740px" /></figure>
</figure>



<p>Evidentemente que nessa “auto regulação” do mercado os trabalhadores poderiam sair e buscar outros empregos, <strong>mas isso pode não acontecer em todas as vezes na prática</strong>. Logo, um serviço de Inspeção do Trabalho forte, presente e com pessoal suficiente, é capaz de <strong>corrigir essas inconsistências e evitar que trabalhadores sejam submetidos a más condições trabalho.</strong></p>



<p>De um prisma <strong>internacional</strong>, um serviço de Inspeção do Trabalho forte pode evitar que um concorrente estrangeiro dessas faça o mesmo e crie condições para que empresas locais tenham a considerar <strong>precarizar </strong>as condições de trabalho para se manterem.</p>



<p>Cabe observar que esse não é um artigo sobre economia e que as dinâmicas de condições de trabalho <strong>não se resumem a esse fator</strong>, mas a própria Liga das Nações, por meio do <strong>Tratado de Paz de Versalhes, reconheceu isso como um obstáculo</strong> logo na seção 1:</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-14 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="341" height="206" data-id="86236" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/12/tratado-jpg.jpg" alt="" class="wp-image-86236" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/12/tratado-jpg.jpg 341w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/12/tratado-jpg-300x181.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/12/tratado-jpg-18x12.jpg 18w" sizes="(max-width: 341px) 100vw, 341px" /></figure>
</figure>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>A pergunta que fica é: como assegurar que essas condições sejam observadas sem um Serviço de Inspeção do Trabalho forte?</p></blockquote>
<p>The post <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/por-que-inspecao-do-trabalho-e-um-forte-instrumento-de-paz-mundial/">Por que &#8220;Inspeção do Trabalho&#8221; é um forte instrumento de paz mundial?</a> appeared first on <a href="https://blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>.</p>
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		<title>Qual é a relação entre &#8220;condições de trabalho&#8221; e &#8220;guerras&#8221;?</title>
		<link>https://blogdaengenharia.com/engenharia/qual-e-a-relacao-entre-condicoes-de-trabalho-e-guerras/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=qual-e-a-relacao-entre-condicoes-de-trabalho-e-guerras</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mauricio Franchi]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Jan 2023 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia de Segurança do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de Segurança no Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Esse artigo discute a importância de se estabelecer condições mínimas de trabalho de modo a contribuir para que&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Esse artigo discute a importância de se estabelecer condições mínimas de trabalho de modo a contribuir para que a sociedade não entre em um estado de descontentamento que coloquem em risco a paz e harmonia universais de acordo com o Tratado de Versalhes.</p>



<h3 id="condicoes-de-trabalho-na-historia-mundial" class="wp-block-heading">Condições de trabalho na história mundial</h3>



<p>Condições de trabalho que são <strong>danosas à saúde e integridade física de trabalhadores sempre estiveram presentes na história</strong>. Desde sociedades mais antigas onde a <strong>escravidão </strong>era praxe, passando pelo século XVI onde Ramazzini descreveu com maestria uma série de <strong>doenças dos trabalhadores</strong>, até os tempos atuais onde ainda são flagradas condições <strong>degradantes</strong> e até mesmo a <strong>escravidão moderna.</strong></p>



<p>A exposição de trabalhadores a <strong>fatores de risco danosos</strong> à saúde e integridade física, como agentes ambientais danosos, jornadas excessivas, <strong>trabalho infantil</strong>, condições ergonômicas e psicossociais <strong>desfavoráveis </strong>etc sempre foi constante e ainda existe. <strong>Esse contexto contribui</strong> para que a sociedade se ache em condições que favorecem ou contribuem para uma série de eventos.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-15 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="740" height="493" data-id="86224" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/12/poor-children-collect-garbage-sale_1150-10376.jpg" alt="" class="wp-image-86224" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/12/poor-children-collect-garbage-sale_1150-10376.jpg 740w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/12/poor-children-collect-garbage-sale_1150-10376-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/12/poor-children-collect-garbage-sale_1150-10376-18x12.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/12/poor-children-collect-garbage-sale_1150-10376-380x253.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/12/poor-children-collect-garbage-sale_1150-10376-600x400.jpg 600w" sizes="(max-width: 740px) 100vw, 740px" /></figure>
</figure>



<p>Dentre os diversos acontecimentos históricos, cito a <strong>Primeira Guerra Mundial</strong>, nominada como “A Guerra das Trincheiras”, iniciada em 1914. Após seu término em 1918, assinaram-se uma série de tratados de paz, sendo o <strong>Tratado de Versalhes</strong> o mais importante desses. Dentre as diversas cláusulas, como os termos de rendição, indenizações e redefinição de fronteiras, cito uma que muito interessa à comunidade de Saúde e Segurança do Trabalho: a criação da OIT – ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL DO TRABALHO.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-16 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1200" height="844" data-id="86225" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/12/versaillestreaty590.jpg" alt="" class="wp-image-86225" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/12/versaillestreaty590.jpg 1200w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/12/versaillestreaty590-300x211.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/12/versaillestreaty590-1024x720.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/12/versaillestreaty590-768x540.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/12/versaillestreaty590-18x12.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/12/versaillestreaty590-380x267.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/12/versaillestreaty590-800x563.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/12/versaillestreaty590-1160x816.jpg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/12/versaillestreaty590-600x422.jpg 600w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></figure>
</figure>



<h3 id="objetivos-da-parte-xiii-do-tratado-de-paz" class="wp-block-heading">Objetivos da Parte XIII do Tratado de Paz</h3>



<p>A descrição da seção I da parte XIII do Tratado de Versalhes indica seus objetivos:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><em><strong>(&#8230;)</strong></em></p><p><em><strong>Considerando que existem condições de trabalho que constituem para um grande número de pessoas a injustiça, a miséria e a privações, o que origina num </strong>estado tal de descontentamento que põe em perigo a paz e harmonia universais<strong>&#8230;</strong></em></p><p><em><strong>(&#8230;)</strong></em></p><p><em><strong>Considerando que a não adopção, por uma nação qualquer, dum regime de trabalho realmente humano, constitui um obstáculo aos esforços das outras nações desejosas de melhorar a situação dos trabalhadores em seus próprios países.</strong></em></p><p><em><strong>(&#8230;)</strong></em></p></blockquote>



<p>A leitura da descrição da parte XIII do Tratado de Versalhes já deixa explícita que a criação da OIT se baseia em <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Organiza%C3%A7%C3%A3o_Internacional_do_Trabalho" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener">3 pilares</a>:</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Humanitários:</strong> condições injustas, difíceis e degradantes de muitos trabalhadores;</li><li><strong>Políticos:</strong> risco de conflitos sociais ameaçando a paz; e</li><li><strong>Econômicos:</strong> países que não adotassem condições humanas de trabalho seriam um obstáculo para a obtenção de melhores condições em outros países.</li></ul>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/12/OIT.jpg" alt="" class="wp-image-86226" width="701" height="468" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/12/OIT.jpg 280w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/12/OIT-18x12.jpg 18w" sizes="(max-width: 701px) 100vw, 701px" /></figure>



<h3 id="condicoes-minimas-de-trabalho" class="wp-block-heading">Condições Mínimas de Trabalho</h3>



<p>Na mesma seção I, o Tratado de Versalhes estabelece uma <strong>relação exemplificativa</strong> de condições de trabalho que constituem para um grande número de pessoas a injustiça, a miséria e a privações:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Regulamentação das <strong>horas de trabalh</strong>o e <strong>duração máxima</strong> do dia e da semana de trabalho;</li><li><strong>Recrutamento </strong>de mão-de-obra e à luta contra a falta de trabalho;</li><li>Garantia de <strong>salário </strong>que assegure condições de existência aceitáveis;</li><li><strong>Proteção </strong>dos Trabalhadores contra as <strong>doenças </strong>gerais ou profissionais e <strong>acidentes </strong>resultantes do trabalho;</li><li>Proteção da <strong>infância</strong>, dos <strong>adolescentes </strong>e das <strong>mulheres</strong>;</li><li><strong>Pensões </strong>na velhice e invalidez;</li><li>Princípio da <strong>liberdade sindical</strong>;</li><li>Organização do <strong>ensino profissional e técnico</strong>;</li></ul>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-17 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="740" height="493" data-id="86227" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/12/poor-children-collect-garbage-sale_1150-10376-1.jpg" alt="" class="wp-image-86227" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/12/poor-children-collect-garbage-sale_1150-10376-1.jpg 740w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/12/poor-children-collect-garbage-sale_1150-10376-1-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/12/poor-children-collect-garbage-sale_1150-10376-1-18x12.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/12/poor-children-collect-garbage-sale_1150-10376-1-380x253.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/12/poor-children-collect-garbage-sale_1150-10376-1-600x400.jpg 600w" sizes="(max-width: 740px) 100vw, 740px" /></figure>
</figure>



<h2 id="da-multicausalidade-de-um-evento-adverso" class="wp-block-heading">Da multicausalidade de um evento adverso</h2>



<p>Já sabemos <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-de-seguranca-do-trabalho/acidentes/funcao-de-analise-de-acidentes/" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener">por aqui</a> que um <strong>evento advers</strong>o, notadamente uma Guerra Mundial, <strong>não pode ser analisado por apenas uma causa</strong>. Também, a função de uma análise de acidentes, como também vimos aqui, não é identificar culpados, mas sim <strong>agir nas causas e evitar que ele ocorra novamente</strong>. Dentre os vários, talvez dezenas ou centenas, de fatores para a ocorrência de uma catástrofe como foi a Primeira Guerra Mundial, tem-se que <strong>condições de trabalho que levam pessoas a injustiças, miséria e privações</strong> são, de fato, <strong>contribuintes </strong>para que ocorra uma Guerra. </p>



<p>A própria humanidade já reconheceu isso, mas ainda o mundo do trabalho não reflete essa realidade.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>É mais um elo da corrente se enfraquecendo.</p></blockquote>
<p>The post <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/qual-e-a-relacao-entre-condicoes-de-trabalho-e-guerras/">Qual é a relação entre &#8220;condições de trabalho&#8221; e &#8220;guerras&#8221;?</a> appeared first on <a href="https://blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>.</p>
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		<title>O que você precisa saber sobre o PGR</title>
		<link>https://blogdaengenharia.com/engenharia/o-que-voce-precisa-saber-sobre-o-pgr/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=o-que-voce-precisa-saber-sobre-o-pgr</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mauricio Franchi]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Sep 2022 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque-topo]]></category>
		<category><![CDATA[#normasregulamentadoras]]></category>
		<category><![CDATA[#PGR]]></category>
		<category><![CDATA[gestao de projetos]]></category>
		<category><![CDATA[gestao de riscos]]></category>
		<category><![CDATA[inventario de riscos]]></category>
		<category><![CDATA[pgr]]></category>
		<category><![CDATA[plano de acao]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Profissional de Engenharia certamente já ouviu sobre o PGR &#8211; Programa de Gerenciamento de Riscos. Composto pelo&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Profissional de Engenharia certamente já ouviu sobre o PGR &#8211; Programa de Gerenciamento de Riscos. Composto pelo Inventário de Riscos e Plano de Ação, a ideia mais comum é que esse documento integra mais um dos requisitos legais que a organização deve atender. Entretanto, ele deve ser visto como um modelo de gestão para os riscos ocupacionais presentes na organização. Também, deve ser entendido como uma ferramenta para que todos os envolvidos na organização a possam compreender a real situação dos quesitos de Saúde e Segurança no Trabalho.</p>



<h2 id="perigos-no-meio-ambiente-de-trabalho" class="wp-block-heading">Perigos no meio ambiente de trabalho</h2>



<p>A <strong>maioria das organizações</strong> apresenta <strong>perigos </strong>no ambiente de trabalho. Podemos ter exemplos desde uma indústria cuja atividade pode expor trabalhadores a substâncias tóxicas e níveis de ruído elevados; passando por uma obra construção civil que pode expor trabalhadores a riscos de quedas em altura; por um hospital com seus inúmeros riscos associados, como aqueles relacionados a agentes biológicos, condições ergonômicas psicossociais desfavoráveis até situações em que podemos ter acidentes ampliados, como polos petroquímicos e portos.</p>



<p>A exposição a esses perigos relatados é que caracteriza o <strong>RISCO OCUPACIONAL</strong>. A novidade que o PGR trouxe é que <strong>todos os riscos do ambiente de trabalho serão abordados.&nbsp;</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/08/aerial-view-gas-oil-refinery-oil-industry-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-84503" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/08/aerial-view-gas-oil-refinery-oil-industry-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/08/aerial-view-gas-oil-refinery-oil-industry-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/08/aerial-view-gas-oil-refinery-oil-industry-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/08/aerial-view-gas-oil-refinery-oil-industry-1536x1024.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/08/aerial-view-gas-oil-refinery-oil-industry-2048x1366.jpg 2048w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/08/aerial-view-gas-oil-refinery-oil-industry-18x12.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/08/aerial-view-gas-oil-refinery-oil-industry-380x253.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/08/aerial-view-gas-oil-refinery-oil-industry-800x534.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/08/aerial-view-gas-oil-refinery-oil-industry-1160x774.jpg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/08/aerial-view-gas-oil-refinery-oil-industry-600x400.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/08/aerial-view-gas-oil-refinery-oil-industry-scaled.jpg 2560w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h2 id="mas-e-o-que-e-o-pgr" class="wp-block-heading"><strong>Mas e o que é o PGR?</strong></h2>



<p>O PGR é o local (documento físico ou sistema digital) onde se <strong>consolidam diversas informações sobre os riscos</strong>. Conforme os requisitos legais da Norma Regulamentadora 01 (NR-1), ele é dividido em dois segmentos: Inventário de Riscos e o Plano de Ação.</p>



<p><strong>INVENTÁRIO DE RISCOS</strong>, onde se colocam informações detalhadas de como se dá a exposição a esses agentes ou condições perigosas, além de se realizar a Avaliação dos Riscos, onde é definido o grau de aceitabilidade desse risco. Normalmente, se usam escalas qualitativas (níveis) que indicam se o risco é tolerável ou não. Dentro das situações de tolerabilidade, pode haver algumas condições para que aquela situação possa ser aceita ou não, o risco é o mais baixo possível.</p>



<p><strong>PLANO DE AÇÃO</strong>, que deve conter todas as ações que a organização deve tomar para que os riscos presentes em seu meio ambiente de trabalho fiquem sempre em níveis aceitáveis (por isso a norma usa o termo “Nível de Risco”). Essas ações devem ser organizadas em um Cronograma e ter meios de se medir seus resultados. Além disso, são divididas em três tipos:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Ações que devem ser <strong>MANTIDAS</strong>: para situações onde o risco é tolerável, mas é necessário que sejam tomadas ações sistemáticas e periódicas para que <strong>aquela situação não se degrade</strong>. Um exemplo disso é quando temos uma cabine de exaustão de agentes químicos e precisamos fazer uma limpeza e inspeção semanal nela.</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li>Ações que devem ser <strong>APRIMORADAS</strong>: quando eu tenho um risco, mas preciso aprimorar as medidas de prevenção relacionadas a ele pra que o nível de risco fique o mais baixo possível. Exemplo disso é <strong>reduzir prazos de inspeção</strong> ou de manutenção de um elevador de materiais que é submetido a uso e condições adversas.</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li>Ações que devem ser <strong>IMPLEMENTADAS</strong>: normalmente quando um risco é caracterizado como intolerável, a organização – além de não permitir aquela atividade – <strong>deve implementar novas medidas de prevenção</strong>. A exemplo, quando se verifica que a atividade de manutenção em painéis de energia elétrica é realizada sem os devidos dispositivos de segurança.</li></ul>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/08/business-analyse-idea-concept-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-84504" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/08/business-analyse-idea-concept-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/08/business-analyse-idea-concept-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/08/business-analyse-idea-concept-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/08/business-analyse-idea-concept-1536x1024.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/08/business-analyse-idea-concept-2048x1365.jpg 2048w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/08/business-analyse-idea-concept-18x12.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/08/business-analyse-idea-concept-380x253.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/08/business-analyse-idea-concept-800x533.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/08/business-analyse-idea-concept-1160x773.jpg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/08/business-analyse-idea-concept-600x400.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/08/business-analyse-idea-concept-scaled.jpg 2560w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h2 id="e-qual-empresa-deve-ter-o-pgr" class="wp-block-heading"><strong>E qual empresa deve ter o PGR?</strong></h2>



<p><strong>Toda </strong><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br/composicao/orgaos-especificos/secretaria-de-trabalho/inspecao/seguranca-e-saude-no-trabalho/ctpp-nrs/normas-regulamentadoras-nrs">Norma Regulamentadora</a> (NR) possui em seu corpo inicial uma disposição nomeada <strong>CAMPO DE APLICAÇÃO</strong>. No caso do PGR, ele consta na primeira norma, a NR-01. Ao consultarmos o texto da lei, temos.</p>



<p><em>1.2 Campo de aplicação</em></p>



<p><em>1.2.1 As <strong>NR obrigam</strong>, nos termos da lei, empregadores e empregados, urbanos e rurais.</em></p>



<p>Os termos <strong>EMPREGADORES </strong>e <strong>EMPREGADOS </strong>referem-se às empresas que possuem trabalhadores <strong>sob o regime da CLT</strong>, o que é comum chamar de “<strong>funcionário registrado</strong>”. A Norma também estabelece hipóteses de tratamentos diferenciados para algumas situações.</p>



<h2 id="sou-prestador-de-servico-preciso-ter-um-pgr" class="wp-block-heading">Sou prestador de serviço. Preciso ter um PGR?</h2>



<p>Ainda que o campo de aplicação das NRs é para quem tenha trabalhadores sob o regime CLT, devemos observar o que diz o item sobre <strong>Contratantes e Contratadas</strong></p>



<p><em>1.5.8 Disposições gerais do gerenciamento de riscos ocupacionais</em></p>



<p><em>1.5.8.1 Sempre que várias organizações realizem, simultaneamente, atividades no mesmo local de trabalho devem <strong>executar ações integradas</strong> para aplicar as medidas de prevenção, visando à <strong>proteção de todos os trabalhadores</strong> expostos aos riscos ocupacionais.</em></p>



<p>O item acima obriga que prestadores de serviço executem ações integradas para aplicar medidas de prevenção.<strong> O uso do termo “organização” já obriga todos que nesse local estiverem.</strong> Com isso, ainda que a contratada não tenha riscos em sua sede, em seu escritório, esses riscos irão surgir nos locais onde prestar serviço. Logo, o conhecimento de NR-01, especialmente o PGR, é fundamental.</p>



<p><em>1.5.8.2 O PGR da empresa contratante poderá incluir as <strong>medidas de prevenção para as empresas contratadas</strong> para prestação de serviços que atuem em suas dependências ou local previamente convencionado em contrato ou referenciar os programas de contratadas.</em></p>



<p>O item 1.5.8.2 mostra a opção de a contratante efetuar todas as ações do PGR <strong>ou as contratadas apresentarem seus PGRs</strong> para que sejam integrados.</p>



<p><em>1.5.8.3 As organizações contratantes devem fornecer às contratadas informações sobre os riscos ocupacionais sob sua gestão e que possam impactar nas atividades das contratadas.</em></p>



<p><em>1.5.8.4 As <strong>organizações contratadas devem fornecer ao contratante o Inventário de Riscos Ocupacionais específicos de suas atividades</strong> que são realizadas nas dependências da contratante ou local previamente convencionado em contrato.</em></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="508" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/08/electrician-with-tools-working-construction-site-repair-handyman-concept-1024x508.jpg" alt="" class="wp-image-84505" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/08/electrician-with-tools-working-construction-site-repair-handyman-concept-1024x508.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/08/electrician-with-tools-working-construction-site-repair-handyman-concept-300x149.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/08/electrician-with-tools-working-construction-site-repair-handyman-concept-768x381.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/08/electrician-with-tools-working-construction-site-repair-handyman-concept-1536x762.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/08/electrician-with-tools-working-construction-site-repair-handyman-concept-2048x1016.jpg 2048w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/08/electrician-with-tools-working-construction-site-repair-handyman-concept-18x9.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/08/electrician-with-tools-working-construction-site-repair-handyman-concept-380x189.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/08/electrician-with-tools-working-construction-site-repair-handyman-concept-800x397.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/08/electrician-with-tools-working-construction-site-repair-handyman-concept-1160x576.jpg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/08/electrician-with-tools-working-construction-site-repair-handyman-concept-600x298.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/08/electrician-with-tools-working-construction-site-repair-handyman-concept-scaled.jpg 2560w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>Electrician with tools, working on a construction site. Repair and handyman concept. House and house reconstruction.</figcaption></figure>



<h2 id="entao-qual-e-a-importancia-do-pgr" class="wp-block-heading">Então, qual é a importância do PGR?</h2>



<p>Além de ser uma obrigação, estando então sujeito a sanções como Autos de Infração, o PGR é o que r<strong>eproduz em tempo real todos os riscos ocupacionais</strong> que a organização tem em suas atividades. Também, é o sistema que <strong>guia a organização quanto às ações que devem ser tomadas</strong> para manter todos os riscos em níveis toleráveis ou até mesmo indicar que determinada situação não pode ser continuada.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>O envolvimento de todos na organização é fundamental.</p></blockquote>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O que você precisa entender sobre Equipamentos de Proteção Individual &#8211; EPIs</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mauricio Franchi]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Jul 2022 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque-topo]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de Segurança no Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[epi]]></category>
		<category><![CDATA[equipamento protecao coletiva]]></category>
		<category><![CDATA[equipamento protecao individual]]></category>
		<category><![CDATA[Mauricio Franchi]]></category>
		<category><![CDATA[TRABALHO EM ALTURA ENGENHARIA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando ocorre um acidente de trabalho, principalmente envolvendo quedas em altura, é comum escutarmos sobre os EPIs: &#8220;O&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Quando ocorre um acidente de trabalho, principalmente envolvendo quedas em altura, é comum escutarmos sobre os EPIs:</p>



<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p>&#8220;O trabalhador não estava usando Equipamentos de Proteção Individual no momento do acidente.&#8221;</p></blockquote></figure>



<p><strong>Até que ponto essa afirmação é correta?</strong> O que qualquer profissional &#8211; não somente aqueles da Área de Segurança e Saúde do Trabalho &#8211; deve saber sobre<strong> EPIs?</strong> <strong>Eles previnem acidentes?</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="833" height="1024" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/06/EPIs-1-833x1024.png" alt="" class="wp-image-83136" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/06/EPIs-1-833x1024.png 833w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/06/EPIs-1-244x300.png 244w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/06/EPIs-1-768x944.png 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/06/EPIs-1-1250x1536.png 1250w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/06/EPIs-1-1667x2048.png 1667w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/06/EPIs-1-10x12.png 10w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/06/EPIs-1-380x467.png 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/06/EPIs-1-800x983.png 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/06/EPIs-1-1160x1425.png 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/06/EPIs-1-600x737.png 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/06/EPIs-1.png 1875w" sizes="(max-width: 833px) 100vw, 833px" /><figcaption>https://www.agazeta.com.br/es/cotidiano/trabalhador-da-construcao-civil-morre-apos-cair-de-obra-em-vitoria-0122
</figcaption></figure>



<p>Ao pensarmos em EPIs, talvez a primeira imagem seja a dos óculos de proteção. Imagine que lhe foi indicado a usar um óculos de proteção quando estiver fazendo suco em casa. De repente, a tampa do liquidificador se desprende e espirra suco por toda parte, inclusive em seu rosto. <strong>Por sorte, você estava usando óculos.</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="819" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/06/healthy-green-smoothie-blender-1024x819.jpg" alt="" class="wp-image-83126" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/06/healthy-green-smoothie-blender-1024x819.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/06/healthy-green-smoothie-blender-300x240.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/06/healthy-green-smoothie-blender-768x614.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/06/healthy-green-smoothie-blender-1536x1229.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/06/healthy-green-smoothie-blender-2048x1638.jpg 2048w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/06/healthy-green-smoothie-blender-15x12.jpg 15w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/06/healthy-green-smoothie-blender-380x304.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/06/healthy-green-smoothie-blender-800x640.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/06/healthy-green-smoothie-blender-1160x928.jpg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/06/healthy-green-smoothie-blender-600x480.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/06/healthy-green-smoothie-blender-scaled.jpg 2560w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h3 id="o-acidente-ocorreu-sim" class="wp-block-heading"><strong>O acidente ocorreu? Sim.</strong> </h3>



<p>Lembrando que, em suma, <strong>acidente é todo evento indesejado</strong> que <strong>causa ou pode causar</strong> <strong>lesões </strong>ou agravos à saúde do trabalhador. Logo, a &#8220;explosão de suco&#8221; foi um <strong>acidente</strong>, pois <strong>não era desejado</strong> que isso ocorresse e <strong>poderia ter causado lesões</strong> ou agravos, como por exemplo nos olhos.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/06/worker-wearing-safety-glasses-construction-site-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-83132" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/06/worker-wearing-safety-glasses-construction-site-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/06/worker-wearing-safety-glasses-construction-site-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/06/worker-wearing-safety-glasses-construction-site-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/06/worker-wearing-safety-glasses-construction-site-1536x1024.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/06/worker-wearing-safety-glasses-construction-site-2048x1365.jpg 2048w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/06/worker-wearing-safety-glasses-construction-site-18x12.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/06/worker-wearing-safety-glasses-construction-site-380x253.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/06/worker-wearing-safety-glasses-construction-site-800x533.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/06/worker-wearing-safety-glasses-construction-site-1160x773.jpg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/06/worker-wearing-safety-glasses-construction-site-600x400.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/06/worker-wearing-safety-glasses-construction-site-scaled.jpg 2560w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p>Então pra quê serve o EPI?</p></blockquote></figure>



<h3 id="o-epi-serve-para-reduzir-ou-mitigar-o-dano-ao-trabalhador" class="wp-block-heading">O EPI serve para reduzir ou mitigar o dano ao trabalhador.</h3>



<p>O EPI atua a partir do momento em que ocorreu o evento inesperado (ex. Queda em Altura) ou a exposição a um agente nocivo (por exemplo o Ruído). Logo, ele é a <strong>última medida existente.</strong></p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>Se as Medidas de Proteção Individual são as últimas, isso pressupõe que há outras que a precedem, certo? </p></blockquote>



<p>Sim. Na área de Saúde e Segurança do Trabalho, temos duas outras medidas, sendo que as mais prioritárias se chamam <strong>Medidas de Proteção Coletiva</strong> e a intermediárias <strong>Medidas Administrativas</strong> ou de Organização do Trabalho.</p>



<h2 id="medidas-administrativas-ou-de-organizacao-do-trabalho" class="wp-block-heading">Medidas Administrativas ou de Organização do Trabalho</h2>



<p>No caso de risco de queda em altura, uma vez que não podemos evitar a atividade &#8211; já que é necessário que se faça aquele trabalho &#8211; <strong>prioritariamente </strong>devem-se adotar as <strong>Medidas de Proteção Coletiva</strong>, como por exemplo <strong>Guarda-Corpos </strong>de acordo com as normas. </p>



<p>Caso esses Guarda-Corpos <strong>não forem suficientes</strong> ou se <strong>não for tecnicamente possível </strong>instalar esses dispositivos, devem-se adotar <strong>Medidas Administrativas</strong> como: apenas permitir que a atividade seja feita por trabalhador devidamente <strong>autorizado </strong>pela empresa e <strong>capacitado </strong>de acordo com as normas, que tenha <strong>aptidão médica</strong> (comprovada por Médico do Trabalho) e que seja feita uma <strong>Análise de Risco</strong> prévia.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="667" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/06/medical-exam.jpg" alt="" class="wp-image-83125" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/06/medical-exam.jpg 1000w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/06/medical-exam-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/06/medical-exam-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/06/medical-exam-18x12.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/06/medical-exam-380x253.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/06/medical-exam-800x534.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/06/medical-exam-600x400.jpg 600w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<p>Evidentemente que, nesse caso, ainda persiste o risco de queda e as medidas administrativas <strong>são necessárias, porém não suficientes.</strong> Então, se devem usar <strong>Medidas de Proteção Individual</strong>. Agora sim é que os EPIs devem ser prescritos e utilizados, como por exemplo os tão falados Cinto de Segurança e Capacete.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/06/workers-washing-windows-office-building-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-83124" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/06/workers-washing-windows-office-building-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/06/workers-washing-windows-office-building-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/06/workers-washing-windows-office-building-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/06/workers-washing-windows-office-building-18x12.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/06/workers-washing-windows-office-building-380x253.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/06/workers-washing-windows-office-building-800x533.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/06/workers-washing-windows-office-building-1160x773.jpg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/06/workers-washing-windows-office-building-600x400.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/06/workers-washing-windows-office-building.jpg 1500w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h3 id="quando-os-epis-devem-ser-prescritos-e-utilizados" class="wp-block-heading">Quando os EPIs devem ser prescritos e utilizados.</h3>



<p>Nesse exemplo, caso ocorra um <strong>evento indesejado</strong> (queda em altura), o trabalhador então será <strong>retido </strong>pelo conjunto de <strong>Medidas de Proteção Individual</strong>, como o cinto, talabarte e ponto de ancoragem. </p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/06/workers-examining-work-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-83130" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/06/workers-examining-work-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/06/workers-examining-work-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/06/workers-examining-work-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/06/workers-examining-work-1536x1024.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/06/workers-examining-work-2048x1365.jpg 2048w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/06/workers-examining-work-18x12.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/06/workers-examining-work-380x253.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/06/workers-examining-work-800x533.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/06/workers-examining-work-1160x773.jpg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/06/workers-examining-work-600x400.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/06/workers-examining-work-scaled.jpg 2560w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Entretanto, as <strong>Medidas Administrativas</strong> são importantes porque se deve ter certeza (por meio da Análise de Risco) que essa <strong>queda é suportável</strong> pelo trabalhador, se haverá <strong>espaço suficiente</strong> para ser retido com segurança, se não vai <strong>colidir </strong>com outras estruturas (efeito pêndulo). Além disso, ele deve saber onde <strong>ancorar </strong>seu sistema, como evitar o efeito da <strong>suspensão inerte</strong>, como se dá o procedimento de <strong>resgate </strong>etc.</p>



<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p>Agora, da próxima vez que escutarmos que &#8220;o Trabalhador não usava EPIs&#8221;, já sabemos o que se deve questionar efetivamente.</p></blockquote></figure>



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			</item>
		<item>
		<title>Cinco vídeos de Análises de Acidentes que você não pode deixar de assistir.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mauricio Franchi]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 May 2022 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque-topo]]></category>
		<category><![CDATA[acidente de trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Análise de Acidentes]]></category>
		<category><![CDATA[Choque Elétrico]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de Segurança no Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Explosão]]></category>
		<category><![CDATA[incêndio]]></category>
		<category><![CDATA[Maurício Franchi]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando precisamos compreender como ocorreram alguns eventos, os recursos audiovisuais disponíveis em diversos canais do Youtube nos permitem&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Quando precisamos compreender como ocorreram alguns eventos, os recursos audiovisuais disponíveis em diversos canais do Youtube nos permitem acessar várias Análises de Acidentes. Nesse post, apresento cinco vídeos que nos mostram com riqueza de detalhes <strong>como uma série de acontecimentos levaram a catástrofes na Engenharia.</strong></p>



<h2 id="trabalhos-a-quente" class="wp-block-heading">Trabalhos a Quente</h2>



<p>Atividades que envolvem trabalhos a quente &#8211; como por exemp<strong>lo soldagem, maçarico ou uso de aquecedores ou resistências</strong> &#8211; podem gerar uma série de perigos quando associadas a <strong>espaços confinados</strong> ou a locais que podem formar uma <strong>atmosfera explosiva.</strong> Nesse vídeo, o <a aria-label="undefined (opens in a new tab)" href="https://www.csb.gov/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">USCSB </a>(Comitê de Segurança e Investigação de Perigos Químicos dos Estados Unidos, tradução livre) demonstra como diversos eventos em um trabalho a quente podem desencadear uma <strong>reação descontrolada</strong>, como <strong>incêndios</strong> e/ou <strong>explosões</strong>.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Hot Work: Hidden Hazards" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/PqskpvPejeU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<h2 id="explosao-de-poeira" class="wp-block-heading">Explosão de Poeira</h2>



<p>O mesmo USCSB demonstra como ocorreu um grave acidente com explosão de poeira de açúcar em uma fábrica no Estado da Georgia, nos Estados Unidos da América. Mostra uma série de perigos relacionados à própria atividade e <strong>como um alimento em pó é capaz de gerar uma explosão catastrófica</strong>. </p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-4-3 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Inferno: Dust Explosion at Imperial Sugar" width="1200" height="900" src="https://www.youtube.com/embed/Jg7mLSG-Yws?start=447&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p>No <strong>Brasil</strong>, já ocorreu tragédia envolvendo açúcar em 2013, quando houve uma <strong>explosão </strong>no <a aria-label="undefined (opens in a new tab)" href="https://g1.globo.com/sp/santos-regiao/noticia/2013/10/bombeiros-combatem-incendio-de-grandes-proporcoes-no-porto.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Terminal Açucareiro no Porto de Santos</a>, no estado de São Paulo, seguida por um <strong>incêndio de grandes proporções. </strong></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="620" height="465" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/04/Terminal-completamente-destruido-durante-incendio-no-Porto-Foto-Ricardo-Nogueira-AFP.jpeg" alt="" class="wp-image-81576" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/04/Terminal-completamente-destruido-durante-incendio-no-Porto-Foto-Ricardo-Nogueira-AFP.jpeg 620w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/04/Terminal-completamente-destruido-durante-incendio-no-Porto-Foto-Ricardo-Nogueira-AFP-300x225.jpeg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/04/Terminal-completamente-destruido-durante-incendio-no-Porto-Foto-Ricardo-Nogueira-AFP-16x12.jpeg 16w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/04/Terminal-completamente-destruido-durante-incendio-no-Porto-Foto-Ricardo-Nogueira-AFP-200x150.jpeg 200w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/04/Terminal-completamente-destruido-durante-incendio-no-Porto-Foto-Ricardo-Nogueira-AFP-260x195.jpeg 260w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/04/Terminal-completamente-destruido-durante-incendio-no-Porto-Foto-Ricardo-Nogueira-AFP-380x285.jpeg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/04/Terminal-completamente-destruido-durante-incendio-no-Porto-Foto-Ricardo-Nogueira-AFP-600x450.jpeg 600w" sizes="(max-width: 620px) 100vw, 620px" /><figcaption><strong>Terminal completamente destruído durante incêndio no Porto (Foto: Ricardo Nogueira / AFP)</strong></figcaption></figure>



<h2 id="colapso-de-vertedouro-de-barragem" class="wp-block-heading">Colapso de Vertedouro de Barragem</h2>



<p>Nosso colega de Engenharia Civil Grady Hillhouse, do canal <a aria-label="undefined (opens in a new tab)" href="https://www.youtube.com/c/PracticalEngineeringChannel/about" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>Practical Engineering</em></a>, demonstra todos os eventos que culminaram no <strong>colapso </strong>de um vertedouro na Barragem de Oroville, no Estado da Califórnia nos Estados Unidos da América. Além dos temas relacionados à Engenharia, principalmente quanto a questões de se realizarem <strong>estudos preditivos conservadores</strong>, mostra também as dimensões de <strong>responsabilidades </strong>que profissionais tem em relação à <strong>população e ao meio ambiente.</strong></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="What Really Happened at the Oroville Dam Spillway?" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/jxNM4DGBRMU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<h2 id="acidente-aereo-com-a-banda-mamonas-assassinas" class="wp-block-heading">Acidente Aéreo com a Banda Mamonas Assassinas </h2>



<p>Lito Souza, do Canal <a href="https://www.youtube.com/c/avioesemusicas/featured">Aviões e Músicas</a>, relata como ocorreu o trágico <strong>acidente aéreo</strong> que vitimou a tripulação, assistentes e os integrantes da Banda Mamonas Assassinas em uma colisão contra a Serra da Cantareira, em São Paulo, no ano de 1996. Os vídeos de Análises de Acidentes demonstradas pelo autor ilustram <strong>como uma sequencia de pequenos eventos levaram a essa tragédia que comoveu o Brasil</strong>. Essa <strong>metodologia </strong>apresentada <strong>pode ser utilizada na maioria dos casos</strong> que o profissional de engenharia precisar realizar uma análise.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="O que REALMENTE aconteceu no ACIDENTE com os MAMONAS EP. 267" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/7i-j8nVxxJs?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<h2 id="choques-eletricos-por-contatos-acidentais" class="wp-block-heading">Choques Elétricos por contatos acidentais</h2>



<p>Aqui vemos como normalmente ocorre um acidente envolvendo <strong>descargas elétricas</strong> quando se trabalha com máquinas em <strong>proximidades de redes de eletricidade</strong>. São <strong>situações muito comuns</strong> que se encontram no cotidiano Profissionais de Engenharia, principalmente para aqueles que trabalham em campo. Também mostra a importância de se realizar uma detalhada <strong>Análise Preliminar da Tarefa</strong> e certificar-se de que todas as medidas de prevenção estão sendo utilizadas.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Worker on Scissor Lift Electrocuted" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/OATbbDySdug?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p>Sa<a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-de-seguranca-do-trabalho/acidentes/analise-de-acidentes-por-que-ela-pode-nos-salvar/">iba mais sobre o tema de Acidentes neste artigo!</a></p>
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		<title>Cinco livros para quem deseja entender mais sobre análise de acidentes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mauricio Franchi]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Mar 2022 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque-topo]]></category>
		<category><![CDATA[Análise de Acidentes]]></category>
		<category><![CDATA[Fatores Causais]]></category>
		<category><![CDATA[Referencias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Já vimos que uma análise de acidentes não se deve limitar àquelas causas imediatas, diretas, que levaram ao&#8230;</p>
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<p>Já vimos que uma análise de acidentes não se deve limitar àquelas causas imediatas, diretas, que levaram ao acidente, mas sim aprofundar para chegar à rede de causas que, quando alteradas, diminuem efetivamente as chances de se ocorrer um evento similar.</p>



<p>Com base nisso, separo aqui 5 livros que relatam de acidentes de trabalho e, que no decorrer de suas histórias, podemos claramente identificar uma série de fatores, inclusive organizacionais, que levaram aos acidentes.</p>



<h3 id="livros" class="wp-block-heading">Livros</h3>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="522" height="720" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/04-Analises-de-Acidentes-Fatais.png" alt="" class="wp-image-80614" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/04-Analises-de-Acidentes-Fatais.png 522w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/04-Analises-de-Acidentes-Fatais-218x300.png 218w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/04-Analises-de-Acidentes-Fatais-9x12.png 9w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/04-Analises-de-Acidentes-Fatais-380x524.png 380w" sizes="(max-width: 522px) 100vw, 522px" /></figure>



<p>Escrito por Auditores-Fiscais do Trabalho, esse livro apresenta 35 casos de acidentes fatais analisados pela Seção de Saúde e Segurança do Trabalho da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego no Rio Grande do Sul-RS. Essa impecável obra, disponível gratuitamente <a href="http://wikitrabalho.agitra.org.br/sst/livros/analise-de-acidentes">aqui</a>, tem sua descrição resumida em um brilhante texto:</p>



<p><em>&#8220;Ao assumirmos a <strong>tarefa de contar as histórias que se escondem por trás das&nbsp;estatísticas</strong>, buscamos expor à sociedade a nossa experiência, dando testemunho&nbsp;do que vimos, ouvimos e consolidamos nos relatórios de acidentes fatais. Em&nbsp;alguns casos, verificamos flagrantes descumprimentos das normas, que beiravam&nbsp;à negligência criminosa. Em outros, um amortecimento da percepção dos riscos,</em> <em>refletindo a <strong>banalidade com que a vida do trabalhador é tratada</strong>. </em></p>



<p><em>De um modo&nbsp;geral, constatamos que os processos de trabalho e suas formas de organização são os <strong>fatores preponderantes na gênese dos acidentes</strong>.&nbsp;No cenário dos acidentes, as primeiras informações que obtivemos, contadas&nbsp;pelos empregadores ou seus prepostos, quase sempre revelam uma <strong>tentativa apressada&nbsp;de transferir a responsabilidade para a própria vítima</strong>. Essa versão distorcida&nbsp;pode infiltrar-se na sociedade, onde os <strong>acidentados são apresentados como negligentes,&nbsp;descuidados ou desatentos</strong>. O trabalhador não está mais presente para&nbsp;que o contraponto seja apresentado, entretanto, dos relatórios da SEGUR/RS se&nbsp;extrai uma realidade diferente: <strong>redes de relações causais, cujas origens repousam&nbsp;principalmente em decisões ou omissões das organizações que contribuíram para&nbsp;a geração desses infortúnios.</strong>&#8220;</em></p>



<hr class="wp-block-separator is-style-wide"/>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="715" height="1024" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/01-Meia-Noite-em-Bhopal-715x1024.jpg" alt="" class="wp-image-80616" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/01-Meia-Noite-em-Bhopal-715x1024.jpg 715w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/01-Meia-Noite-em-Bhopal-210x300.jpg 210w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/01-Meia-Noite-em-Bhopal-768x1100.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/01-Meia-Noite-em-Bhopal-1073x1536.jpg 1073w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/01-Meia-Noite-em-Bhopal-1430x2048.jpg 1430w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/01-Meia-Noite-em-Bhopal-8x12.jpg 8w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/01-Meia-Noite-em-Bhopal-380x544.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/01-Meia-Noite-em-Bhopal-800x1145.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/01-Meia-Noite-em-Bhopal-1160x1661.jpg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/01-Meia-Noite-em-Bhopal-600x859.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/01-Meia-Noite-em-Bhopal.jpg 1788w" sizes="(max-width: 715px) 100vw, 715px" /></figure>



<p>Esse livro mostra a história da instalação de uma planta de fabricação de produto defensivo agrícola em Bhopal, na Índia. Além das questões sociais, de todo o impacto, tanto da construção de uma fábrica em um local remoto, quanto do terrível acidente ocorrido; aborda também temas técnicos que levaram à tragédia.</p>



<hr class="wp-block-separator is-style-wide"/>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/02-Vozes-de-Chernobyl-685x1024.jpg" alt="" class="wp-image-80618" width="685" height="1024" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/02-Vozes-de-Chernobyl-685x1024.jpg 685w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/02-Vozes-de-Chernobyl-201x300.jpg 201w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/02-Vozes-de-Chernobyl-768x1149.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/02-Vozes-de-Chernobyl-1027x1536.jpg 1027w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/02-Vozes-de-Chernobyl-1369x2048.jpg 1369w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/02-Vozes-de-Chernobyl-8x12.jpg 8w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/02-Vozes-de-Chernobyl-380x568.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/02-Vozes-de-Chernobyl-800x1196.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/02-Vozes-de-Chernobyl-1160x1735.jpg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/02-Vozes-de-Chernobyl-600x897.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/02-Vozes-de-Chernobyl.jpg 1663w" sizes="(max-width: 685px) 100vw, 685px" /></figure>



<p>Uma das fontes para a série de TV aborda o desastre nuclear sob a ótica de várias pessoas que se envolveram com a tragédia. O interessante da leitura desse livro é que estamos ouvindo a voz do trabalhador, que vem composta também de todo o aspecto pessoal e social que eles percebiam.</p>



<p>Eu, particularmente, tive a sorte de ter lido esse livro antes e depois de ter assistido à série de TV e a <strong>contextualização que a imagem trouxe nos dá outras sensações ao reler essa obra.</strong></p>



<hr class="wp-block-separator is-style-wide"/>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="683" height="1024" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/03-Bateau-Mouche-683x1024.jpg" alt="" class="wp-image-80619" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/03-Bateau-Mouche-683x1024.jpg 683w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/03-Bateau-Mouche-200x300.jpg 200w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/03-Bateau-Mouche-768x1151.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/03-Bateau-Mouche-1025x1536.jpg 1025w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/03-Bateau-Mouche-1366x2048.jpg 1366w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/03-Bateau-Mouche-8x12.jpg 8w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/03-Bateau-Mouche-380x570.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/03-Bateau-Mouche-800x1199.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/03-Bateau-Mouche-1160x1739.jpg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/03-Bateau-Mouche-600x899.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/03-Bateau-Mouche.jpg 1661w" sizes="(max-width: 683px) 100vw, 683px" /></figure>



<p>O autor Brasileiro relata esse acidente ocorrido em um réveillon nos anos 80 no Rio de Janeiro. <strong>Além de abordar os fatores imediatos</strong>, dos motivos que fizeram a embarcação afundar e causar uma série de fatalidades, <strong>mostra também todos os eventos anteriores que proporcionaram ocorrer o acidente.</strong></p>



<hr class="wp-block-separator is-style-wide"/>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-18 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="368" height="528" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/05-O-acidente-e-a-organizacao.jpg" alt="" data-id="80621" data-full-url="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/05-O-acidente-e-a-organizacao.jpg" data-link="https://blogdaengenharia.com/?attachment_id=80621" class="wp-image-80621" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/05-O-acidente-e-a-organizacao.jpg 368w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/05-O-acidente-e-a-organizacao-209x300.jpg 209w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/05-O-acidente-e-a-organizacao-8x12.jpg 8w" sizes="(max-width: 368px) 100vw, 368px" /></figure></li></ul></figure>



<p>Organizado por dois expoentes da ciência de análise de acidentes, esse livro é uma referência técnica ao mostrar como os fatores organizacionais estão intrinsecamente relacionados à ocorrência de acidentes de trabalho.<strong> Para quem trabalha na indústria e com sistemas complexos de organização, a leitura se torna um divisor de águas no entendimento dessa relação e, principalmente, no papel do Engenheiro nesse processo.</strong> É de distribuição gratuita e <a href="https://ftp.medicina.ufmg.br/osat/artigos/2016/oacidenteeaorganizacaomiolo_e_capa-12-08-2016.pdf" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener">disponível </a>na internet.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Responsabilidade Civil na Engenharia</title>
		<link>https://blogdaengenharia.com/engenharia/responsabilidade-civil-na-engenharia/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=responsabilidade-civil-na-engenharia</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mauricio Franchi]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Jan 2022 10:00:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[direito civil]]></category>
		<category><![CDATA[Mauricio Franchi]]></category>
		<category><![CDATA[responsabilidade engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[responsabilidades profissionais]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blogdaengenharia.com/?p=80048</guid>

					<description><![CDATA[<p>É comum escutarmos a seguinte frase quando se fala de Responsabilidade na Engenharia: &#8220;O profissional poderá ser processado&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>É comum escutarmos a seguinte frase quando se fala de Responsabilidade na Engenharia:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>&#8220;<em>O profissional poderá ser processado e responsabilizado por isso</em>&#8220;.</p><p></p></blockquote>



<h3 id="mas-responsabilizado-no-que-efetivamente" class="wp-block-heading"><strong>Mas responsabilizado no quê efetivamente?</strong></h3>



<p>Antes de tudo &#8211; de acordo com princípios de<span style="color:#3e16c1" class="has-inline-color"> </span><strong><span style="color:#0033e0" class="has-inline-color">Direito Civil</span></strong> &#8211; é muito importante ter o conceito de que <strong><span style="color:#0033e0" class="has-inline-color">toda atividade que acarreta prejuízo gera responsabilidade ou dever de indenizar.</span> </strong>De acordo com os mesmos conceitos, esse prejuízo pode-se originar em um ato (uma ação), um fato (um acontecimento) ou um negócio danoso.</p>



<p>Dessa maneira, temos que<span style="color:#0033e0" class="has-inline-color"> <strong>obrigatoriamente ter um prejuízo a outros para que então se exija a reparação, ou indenização.</strong></span> Esses prejuízos estão normalmente relacionados a perdas financeiras, mas também podem ser prejuízos causados de ordem moral, como um dano à imagem do ente prejudicado perante à sociedade; ou prejuízos relacionados a danos ambientais, por exemplo.</p>



<h4 id="ja-ouvi-dizer-que-o-outro-pode-ser-acionado-caso-nao-cumpra-o-contrato-mesmo-nao-tendo-causado-nenhum-prejuizo-e-verdade-isso" class="wp-block-heading"><em>Já ouvi dizer que o outro pode ser acionado caso não cumpra o contrato, mesmo não tendo causado nenhum prejuízo. É verdade isso?</em></h4>



<p>Quando existe uma <strong><span style="color:#0033e0" class="has-inline-color">relação contratual</span></strong> entre as partes, ou seja, há um contrato, um combinado (como por exemplo quando uma empresa de Engenharia presta uma consultoria para outra empresa para elaborar um projeto estrutural), há um princípio no Direito Civil que afirma: <strong><em><span style="color:#0033e0" class="has-inline-color">Pacta sunt servanta.</span></em></strong> Em uma tradução livre, isso significa que <strong>“Os contratos devem ser observados”.</strong></p>



<p>Assim, tudo o que está assinado no contrato torna-se uma <span style="color:#0033e0" class="has-inline-color"><strong>obrigação</strong> </span>entre as partes.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/01/businessman-reading-contract-closeup-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-80139" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/01/businessman-reading-contract-closeup-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/01/businessman-reading-contract-closeup-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/01/businessman-reading-contract-closeup-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/01/businessman-reading-contract-closeup-1536x1024.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/01/businessman-reading-contract-closeup-2048x1365.jpg 2048w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/01/businessman-reading-contract-closeup-18x12.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/01/businessman-reading-contract-closeup-380x253.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/01/businessman-reading-contract-closeup-800x533.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/01/businessman-reading-contract-closeup-1160x773.jpg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/01/businessman-reading-contract-closeup-600x400.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/01/businessman-reading-contract-closeup-scaled.jpg 2560w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h3 id="o-descumprimento-de-uma-clausula-contratual-pode-ensejar-que-a-parte-prejudicada-entre-com-uma-acao-judicial" class="wp-block-heading">O descumprimento de uma cláusula contratual pode ensejar que a parte prejudicada entre com uma ação judicial.</h3>



<p>No mundo jurídico, isso é chamado como<span style="color:#0033e0" class="has-inline-color"> “<strong>Direito de Regresso</strong>”.</span> É por isso que se diz que uma empresa (ou uma pessoa) “<em>regressou</em>” contra a outra.</p>



<p>Logo, <strong>mesmo que aparentemente não houve nenhum prejuízo</strong> como já citado, <strong>ocorreu um</strong> <strong>descumprimento</strong> em algum dos termos do contrato. &nbsp;</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><em>“Mas eu já fiquei sabendo de um caso em que houve um atraso na entrega de projeto e não foi para a justiça”</em>.</p></blockquote>



<p>Esse fato é comum. Apesar de constar no contrato, a parte prejudicada <strong><span style="color:#0033e0" class="has-inline-color">pode ou não decidir se entra com uma ação na justiça</span></strong> (ou “aciona judicialmente”).</p>



<p>Em outro contexto, podemos supor que uma empresa de engenharia foi contratada para realizar o projeto elétrico de uma nova indústria. O <strong>contrato previa entrega em 120 dias</strong> a partir da assinatura, <strong>sob pena de multa</strong>. Imaginem que <strong>uma parte da entrega atrasou por um motivo não previsto em contrato.</strong></p>



<p>Isso significa que a indústria (ou contratante) <strong>PODE exigir</strong> que a empresa de engenharia pague uma multa e, <strong>se essa não pagar</strong>, aí então ela pode <strong>acionar judicialmente.</strong> Porém, a mesma indústria pode entrar em um acordo diretamente com o a empresa de projeto (ou contratada) e definirem outras condições, ou até mesmo relevar o fato.</p>



<p>Logo, continuando com nosso vocabulário jurídico, esse atraso na entrega do projeto <strong><span style="color:#0033e0" class="has-inline-color">gerou um direito</span></strong> ao contratante de exigir uma multa, <strong><span style="color:#0033e0" class="has-inline-color">mas não gera uma obrigação de se entrar na Justiça.</span></strong></p>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-19 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="684" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/01/anguished-sad-depressed-lonely-business-man-1024x684.jpg" alt="" data-id="80135" data-full-url="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/01/anguished-sad-depressed-lonely-business-man-scaled.jpg" data-link="https://blogdaengenharia.com/?attachment_id=80135" class="wp-image-80135" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/01/anguished-sad-depressed-lonely-business-man-1024x684.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/01/anguished-sad-depressed-lonely-business-man-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/01/anguished-sad-depressed-lonely-business-man-768x513.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/01/anguished-sad-depressed-lonely-business-man-1536x1025.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/01/anguished-sad-depressed-lonely-business-man-2048x1367.jpg 2048w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/01/anguished-sad-depressed-lonely-business-man-18x12.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/01/anguished-sad-depressed-lonely-business-man-380x254.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/01/anguished-sad-depressed-lonely-business-man-800x534.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/01/anguished-sad-depressed-lonely-business-man-1160x774.jpg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/01/anguished-sad-depressed-lonely-business-man-600x401.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/01/anguished-sad-depressed-lonely-business-man-scaled.jpg 2560w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></li></ul></figure>



<p>Vimos aqui uma série de <strong>termos jurídicos.</strong> O conhecimento dessas expressões e, principalmente os seus significados, são de muita importância para o profissional da Engenharia, pois <strong>contratos são parte fundamental do trabalho.</strong></p>



<p>Entretanto, <strong>essa não é a única forma de responsabilização</strong> por eventuais danos causados a outras pessoas ou entidades. <strong>Podemos ter outros tipos de responsabilidades na Engenharia</strong>, como a Responsabilidade<a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-civil/arquitetura/acessibilidade-onde-voce-nunca-notou/"> Trabalhista </a>e Criminal, por exemplo.</p>
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		<title>Compatibilidade entre produtos químicos e o risco de explosão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mauricio Franchi]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Sep 2021 11:00:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acidentes]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de Segurança do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Química]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Inferior]]></category>
		<category><![CDATA[#BDE]]></category>
		<category><![CDATA[#blogdaengenharia]]></category>
		<category><![CDATA[acidente de trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Mauricio Franchi]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A busca por maior eficiência em diversos processos por meio de uso de produtos químicos diferentes pode levar&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A busca por maior eficiência em diversos processos por meio de uso de produtos químicos diferentes pode levar a uma grave explosão ocasionada por uma questão simples: a compatibilidade química.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #0000ff;">Resultados financeiros são medidos, de forma simplificada, pela diferença entre o que se recebe e o que se gasta.</span></strong> Assim como em nossas contas domésticas, busca-se então tanto a vender mais quanto a gastar menos. Um amigo que trabalhava no setor de compras de uma grande empresa sintetizou essa busca contínua:</p>
<blockquote><p>Custo é igual unha: deve-se cortar sempre.</p></blockquote>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #0000ff;">Matérias-primas</span></strong> constituem parte significativa na composição de custos e, como consequência, impactam eficiência financeira de uma organização. Estes custos podem-se relacionar tanto ao valor de compra quanto, por exemplo, à <span style="color: #0000ff;">necessidade de adotar medidas de controle ambiental para seu uso, transporte e disposição final.</span></p>
<p style="text-align: justify;">Dessa maneira, a <strong><span style="color: #0000ff;">possibilidade tanto de uso de produtos químicos quanto de adoção de medidas de controle mais eficientes torna-se opção sempre atrativa.</span></strong> Uma das preocupações mais comuns é se o uso ou a reação de produtos químicos pode implicar na emissão de <span style="color: #0000ff;"><strong>substâncias tóxicas</strong></span> à saúde ou ao meio ambiente.</p>
<p style="text-align: justify;">Entretanto, quando falamos em compatibilidade química, <strong><span style="color: #0000ff;">há também o risco de explosão quando da reação entre dois (ou mais) produtos.</span></strong> Por isso, existem fatores delicados que se devem considerar <span style="color: #0000ff;">além da toxicidade</span>:</p>
<hr />
<h5 id="caracteristicas-de-reacoes-quimicas" style="text-align: justify;"><span style="color: #333333;">Características de reações químicas</span></h5>
<p style="text-align: justify;">No ensino médio, aprendemos uma série de conceitos sobre as reações químicas. Nesse momento interessam duas características:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Reações Exotérmicas</strong></li>
<li><strong>Reações Autocatalíticas</strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #0000ff;"><strong>As reações Exotérmicas</strong></span> são aquelas que <span style="color: #0000ff;">liberam energia na forma de calor para o ambiente.</span> Exemplo disso é quando se coloca uma <span style="color: #0000ff;">bolsa de água quente no abdômen para aliviar cólicas.</span> A água quente tem mais energia interna (entalpia) e, conforme ela vai-se resfriando até chegar na temperatura ambiente ela diminui essa energia e, como “<span style="color: #0000ff;"><em>em física nada se cria e tudo se transforma</em></span>”, esse calor transferido serve para aliviar os incômodos normalmente sentidos pelas mulheres.</p>
<p><figure id="attachment_76143" aria-describedby="caption-attachment-76143" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-76143 size-large" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/unpleased-young-ill-girl-wearing-white-robe-and-winter-hat-with-scarf-holding-and-looking-at-hot-water-bag-isolated-on-olive-green-1024x752.jpg" alt="" width="1024" height="752" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/unpleased-young-ill-girl-wearing-white-robe-and-winter-hat-with-scarf-holding-and-looking-at-hot-water-bag-isolated-on-olive-green-1024x752.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/unpleased-young-ill-girl-wearing-white-robe-and-winter-hat-with-scarf-holding-and-looking-at-hot-water-bag-isolated-on-olive-green-300x220.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/unpleased-young-ill-girl-wearing-white-robe-and-winter-hat-with-scarf-holding-and-looking-at-hot-water-bag-isolated-on-olive-green-768x564.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/unpleased-young-ill-girl-wearing-white-robe-and-winter-hat-with-scarf-holding-and-looking-at-hot-water-bag-isolated-on-olive-green-1536x1128.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/unpleased-young-ill-girl-wearing-white-robe-and-winter-hat-with-scarf-holding-and-looking-at-hot-water-bag-isolated-on-olive-green-2048x1503.jpg 2048w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/unpleased-young-ill-girl-wearing-white-robe-and-winter-hat-with-scarf-holding-and-looking-at-hot-water-bag-isolated-on-olive-green-scaled.jpg 2560w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-76143" class="wp-caption-text">Fonte: Freepik, 2021.</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #0000ff;"><strong>Já as reações autocatalíticas,</strong></span> tecnicamente, são aquelas em que “<em>um dos produtos da reação serve como catalisador do próprio reagente e faz com que se aumente rapidamente a velocidade da reação</em>”. Eu mesmo tinha dificuldade de entender esse conceito até que observei uma pessoa comendo docinhos coloridos:</p>
<p style="text-align: justify;">Ela separava por cor e comia as pastilhas brancas primeiro. Como o sabor era muito bom, ela comia depois rapidamente as laranjas. Como ficava cada vez melhor a sensação, ela então comia as vermelhas, verdes e as demais de uma vez, <strong><span style="color: #0000ff;">até que acabassem todas rapidamente.</span></strong></p>
<p><figure id="attachment_76142" aria-describedby="caption-attachment-76142" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-76142 size-large" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/front-view-colorful-candies-inside-glass-can-on-light-background-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/front-view-colorful-candies-inside-glass-can-on-light-background-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/front-view-colorful-candies-inside-glass-can-on-light-background-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/front-view-colorful-candies-inside-glass-can-on-light-background-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/front-view-colorful-candies-inside-glass-can-on-light-background-1536x1024.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/front-view-colorful-candies-inside-glass-can-on-light-background-2048x1365.jpg 2048w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/front-view-colorful-candies-inside-glass-can-on-light-background-scaled.jpg 2560w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-76142" class="wp-caption-text">Fonte: Freepik, 2021.</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify;">A reação prevista era transformar aquele pacotinho de chocolates em energia para o corpo de forma bem lenta, mas como a sensação de comer era tão boa, <strong><span style="color: #0000ff;">esse prazer se transformou em catalisador da própria reação</span></strong>, fazendo com que esse potinho fosse devorado em 14 minutos ao invés de durar uma semana.</p>
<h5 id="compatibilidade-quimica-exemplo-de-como-dois-produtos-podem-deflagrar-uma-explosao" style="text-align: justify;"><span style="color: #333333;">Compatibilidade química: exemplo de como dois produtos podem deflagrar uma explosão.</span></h5>
<p style="text-align: justify;">Algumas instalações industriais &#8211; principalmente aquelas relacionadas à indústria de açúcar, álcool e alimentícias &#8211;  <span style="color: #0000ff;">precisam ter suas tubulações limpas periodicamente</span>, pois tendem a formar incrustações.</p>
<p><figure id="attachment_76155" aria-describedby="caption-attachment-76155" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-76155 size-large" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/contemporary-stell-barrels-in-winemaker-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/contemporary-stell-barrels-in-winemaker-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/contemporary-stell-barrels-in-winemaker-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/contemporary-stell-barrels-in-winemaker-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/contemporary-stell-barrels-in-winemaker-1536x1024.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/contemporary-stell-barrels-in-winemaker-2048x1365.jpg 2048w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/contemporary-stell-barrels-in-winemaker-scaled.jpg 2560w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-76155" class="wp-caption-text">Fonte: Freepik, 2021.</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify;">Um dos métodos utilizados é a <span style="color: #0000ff;">circulação de soluções de limpeza e enxágue na tubulação</span>. Podem-se usar dois tipos de produtos químicos para esse fim:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Ácido Fórmico</strong></li>
<li><strong>Peróxido de Hidrogênio (Água Oxigenada)</strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Como já vimos anteriormente, a troca de produtos químicos pode ser vantajosa tanto sob a ótica de custos quanto para eficiência operacional da organização. Para o caso do ácido e do peróxido citados, a questão é que são produtos extremamente <span style="color: #0000ff;"><strong>incompatíveis</strong> </span>e a o mínimo contato entre eles pode gerar <span style="color: #0000ff;"><strong>explosão catastrófica</strong></span>, visto que a reação causada é exotérmica e autocatalítica.</p>
<h5 id="explosao-em-usina-de-acucar-e-alcool" style="text-align: justify;"><span style="color: #333333;">Explosão em usina de açúcar e álcool</span></h5>
<p style="text-align: justify;">Nesse exemplo, houve previamente a substituição do Ácido Fórmico pela Água Oxigenada e, <strong><span style="color: #0000ff;">apesar de ter sido realizada uma pré-lavagem em toda a tubulação, houve uma explosão</span></strong> de um tanque de armazenamento. Tudo levou a crer que um resquício de ácido fórmico &#8211; ainda que diluído em água &#8211; ficou em alguma parte da tubulação e entrou em contato com o Peróxido de Hidrogênio. A reação exotérmica e autocatalítica produziu uma <strong><span style="color: #0000ff;">explosão</span> </strong>com forte deslocamento de ar e de calor capaz de <span style="color: #0000ff;"><strong>destruir dois patamares de uma instalação industrial</strong></span>.</p>
<p><figure id="attachment_76145" aria-describedby="caption-attachment-76145" style="width: 532px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-76145" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/Antes-da-Explosão-scaled.jpg" alt="" width="532" height="946" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/Antes-da-Explosão-scaled.jpg 1440w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/Antes-da-Explosão-169x300.jpg 169w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/Antes-da-Explosão-576x1024.jpg 576w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/Antes-da-Explosão-768x1365.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/Antes-da-Explosão-864x1536.jpg 864w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/Antes-da-Explosão-1152x2048.jpg 1152w" sizes="(max-width: 532px) 100vw, 532px" /><figcaption id="caption-attachment-76145" class="wp-caption-text">Local da explosão de um tanque de Peróxido de Hidrogênio após as reformas. Arquivo pessoal.</figcaption></figure></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><figure id="attachment_76146" aria-describedby="caption-attachment-76146" style="width: 538px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-76146 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/Depois-da-Explosão.jpg" alt="" width="538" height="374" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/Depois-da-Explosão.jpg 538w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/Depois-da-Explosão-300x209.jpg 300w" sizes="(max-width: 538px) 100vw, 538px" /><figcaption id="caption-attachment-76146" class="wp-caption-text">Patamares destruídos após a explosão. Arquivo pessoal.</figcaption></figure></p>
<p><figure id="attachment_76147" aria-describedby="caption-attachment-76147" style="width: 541px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-76147 " src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/Tanque-de-Peroxido-1024x576.jpg" alt="" width="541" height="304" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/Tanque-de-Peroxido-1024x576.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/Tanque-de-Peroxido-300x169.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/Tanque-de-Peroxido-768x432.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/Tanque-de-Peroxido-1536x864.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/Tanque-de-Peroxido-2048x1152.jpg 2048w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/Tanque-de-Peroxido-400x225.jpg 400w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/Tanque-de-Peroxido-600x338.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/Tanque-de-Peroxido-800x450.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/Tanque-de-Peroxido-1200x675.jpg 1200w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/Tanque-de-Peroxido-1600x900.jpg 1600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/Tanque-de-Peroxido-2000x1125.jpg 2000w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/Tanque-de-Peroxido-scaled.jpg 2560w" sizes="(max-width: 541px) 100vw, 541px" /><figcaption id="caption-attachment-76147" class="wp-caption-text">Contêiner com resquícios de peróxido de hidrogênio após reação autocatalítica. Arquivo pessoal.</figcaption></figure></p>
<hr />
<h5 id="explosao-de-durante-o-transporte-em-caminhao" style="text-align: justify;"><span style="color: #333333;">Explosão de durante o transporte em caminhão</span></h5>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://cidadeazulnoticias.com.br/caminhao-que-explodiu-em-posto-de-rio-claro-transportava-acido-formico-e-agua-oxigenada/">Caso emblemático</a> ocorrido em julho de 2021 na cidade de Rio Claro-SP. Como vemos a partir das notícias, o caminhão transportava esses <strong><span style="color: #0000ff;">dois produtos incompatíveis</span></strong> e, após um princípio de incêndio, houve uma <strong><span style="color: #0000ff;">explosão</span></strong> que devastou as instalações do posto de combustíveis e teve um <span style="color: #0000ff;"><strong>alcance de 2,5 quilômetros</strong></span>, além de o som ter sido escutado em locais distantes 15 quilômetros do epicentro.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://cidadeazulnoticias.com.br/caminhao-que-explodiu-em-posto-de-rio-claro-transportava-acido-formico-e-agua-oxigenada/"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-76148 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/Reportagem-1-cabecalho.png" alt="" width="737" height="128" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/Reportagem-1-cabecalho.png 737w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/Reportagem-1-cabecalho-300x52.png 300w" sizes="(max-width: 737px) 100vw, 737px" /></a> <a href="https://cidadeazulnoticias.com.br/caminhao-que-explodiu-em-posto-de-rio-claro-transportava-acido-formico-e-agua-oxigenada/"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-76149 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/Reportagem-2-texto.png" alt="" width="736" height="386" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/Reportagem-2-texto.png 736w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/Reportagem-2-texto-300x157.png 300w" sizes="(max-width: 736px) 100vw, 736px" /></a></p>
<p><figure id="attachment_76150" aria-describedby="caption-attachment-76150" style="width: 720px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://cidadeazulnoticias.com.br/caminhao-que-explodiu-em-posto-de-rio-claro-transportava-acido-formico-e-agua-oxigenada/"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-76150 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/posto-confiante-drone-1.jpg" alt="" width="720" height="706" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/posto-confiante-drone-1.jpg 720w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/posto-confiante-drone-1-300x294.jpg 300w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /></a><figcaption id="caption-attachment-76150" class="wp-caption-text">Instalações de Posto de Combustíveis danificadas em razão de explosão. Fonte: CAN &#8211; Cidade Azul Notícias.</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #0000ff;">Uma hipótese é que o contato entre as duas substâncias se deu como desdobramento do incêndio inicial</span>, provavelmente após algum dano às estruturas do caminhão e/ou dos contêineres. A explosão, como já vimos acima, é fruto de uma reação exotérmica e autocatalítica.</p>
<p><figure id="attachment_76158" aria-describedby="caption-attachment-76158" style="width: 344px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://(https://s3.cidadeazulnoticias.com.br/wp-content/uploads/2021/07/02094114/arte-explosao-caminhao-rio-claro-1.jpeg)"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-76158 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/Reportagem-3-infografico.png" alt="" width="344" height="358" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/Reportagem-3-infografico.png 344w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/Reportagem-3-infografico-288x300.png 288w" sizes="(max-width: 344px) 100vw, 344px" /></a><figcaption id="caption-attachment-76158" class="wp-caption-text">Fonte: CAN &#8211; Cidade Azul Notícias.</figcaption></figure></p>
<h5 id="o-que-se-pode-fazer-para-evitar-uma-explosao-por-incompatibilidade" style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #333333;">O que se pode fazer para evitar uma explosão por incompatibilidade</span></strong></h5>
<p style="text-align: justify;">De maneira filosófica, entendo que <span style="color: #0000ff;">uma das missões da Engenharia é trazer conforto e segurança à sociedade.</span><strong> <span style="color: #ff6600;">Conhecer as catástrofes ocorridas em razão de eventos anteriores, assim como todos os fatores que levaram às consequências à sociedade e ao meio ambiente</span></strong>, é elemento que contribui para que não se repitam os mesmos eventos. Por isso, <a href="https://blogdaengenharia.com/funcao-de-analise-de-acidentes/">estudar acidentes</a> similares é de extrema importância. Parafraseado a velha máxima:</p>
<blockquote><p>Aquele que falhar em aprender com a história está fadado a repeti-la.</p></blockquote>
<p><em><strong>Clique <a href="https://blogdaengenharia.com/author/mauricio-rodrigues/">aqui</a> para ter acesso aos meus artigos: </strong></em></p>
<p><em><strong>Também, você pode-me encontrar no <a href="https://www.instagram.com/academiadanr/">Instagram</a>.</strong></em></p>
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		<title>Qual é a função de uma Análise de Acidentes?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mauricio Franchi]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Jul 2021 11:00:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acidentes]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de Produção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Após um trágico evento, é comum buscar a entender quem foram os culpados. Isso pode-se dar talvez por&#8230;</p>
<p>The post <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-de-seguranca-do-trabalho/acidentes/funcao-de-analise-de-acidentes/">Qual é a função de uma Análise de Acidentes?</a> appeared first on <a href="https://blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Após um trágico evento, é comum buscar a entender quem foram os culpados. Isso pode-se dar talvez por uma associação com notícias sobre crimes, que são diariamente veiculadas. <em><strong>Do ponto de vista da Análise de Acidentes, não é isso o que realmente queremos.</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">Entretanto, quando há repercussão em mídias, não podemos deixar de lado que a polêmica é um forte argumento para se obter audiência. Logo, são destacadas expressões como &#8220;busca por justiça&#8221; e &#8220;responsáveis&#8221;, por exemplo. Faz parte do negócio.</p>
<p style="text-align: justify;">Dessa forma,<span style="font-size: 1.21429rem;"> normalmente se ouvem  frases parecidas, assim como a indigesta descrição do acidente, seguida por entrevista a autoridades de segurança pública na busca imediata do motivo e culpados do acidente.</span></p>
<blockquote><p><em>“Os técnicos da autoridade regional irão iniciar imediatamente a investigação do acidente”.</em></p></blockquote>
<p style="text-align: justify;">Seja aqui ou em qualquer outro país, o roteiro é praticamente o mesmo. Talvez até a música de fundo do programa vespertino seja a mesma. <span style="font-size: 1.21429rem;">Tempo</span><span style="font-size: 1.21429rem;">s depois, a notícia não ocupa o mesmo espaço. As investigações não são liberadas no tempo em que se espera. Então, sai um documento enorme, detalhado, porém seguido da reflexão interna:</span></p>
<blockquote><p><em>“Mas eu nunca vejo pessoas sendo presas depois que saem os relatórios”.</em></p></blockquote>
<p style="text-align: justify;">Essa talvez seja um dos <strong>paradigmas</strong> dessa ciência: <strong><span style="color: #0000ff;">de que Análise de Acidentes serve para apontar os culpados.</span></strong> Ainda que se pareça frio para com as vítimas, quem aponta culpados é a justiça. Nesse órgão, são asseguradas as garantias jurídicas às partes da ação, inclusive as de se defender. É claro que o Judiciário pode usar o relatório de Análise de Acidentes, <span style="color: #0000ff;">mas a Engenharia deve-se manter no seu quadrado quando lida com um evento adverso desses.</span></p>
<h5 id="afinal-pra-que-serve-uma-analise-de-acidentes" style="text-align: justify;"><strong>Afinal, pra quê serve uma Análise de Acidentes?</strong></h5>
<p style="text-align: justify;">Já vimos <a href="https://blogdaengenharia.com/analise-de-acidentes-por-que-ela-pode-nos-salvar/">aqui</a> que uma análise de acidentes pode-nos salvar. Em termos técnicos e de maneira (muito) resumida, a Análise de Acidentes <strong>identifica os fatores que levaram ou contribuíram para ocorrer o evento adverso e propõe medidas de controle.</strong> Em outras palavras, ela deve responder às seguintes:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>O que aconteceu;</li>
<li>Como aconteceu;</li>
<li>Por que aconteceu;</li>
<li>O que poderia ter evitado ou reduzido as consequências;</li>
<li>O que se pode fazer para evitar novos eventos similares.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Embarcando no exemplo da aviação civil comercial, é inegável que falamos de um meio de transporte muito seguro, <strong>mas essa segurança não veio sem custos humanos.</strong> Um dos fatores que caracterizam essa solidez no transporte aéreo é que ocorrem sistematicamente procedimentos de Análise de Acidentes e Incidentes.</p>
<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-74012 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/airport-terminal-1-scaled.jpg" alt="" width="2560" height="1708" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/airport-terminal-1-scaled.jpg 2560w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/airport-terminal-1-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/airport-terminal-1-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/airport-terminal-1-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/airport-terminal-1-1536x1025.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/airport-terminal-1-2048x1366.jpg 2048w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></p>
<p style="text-align: justify;">Quem já voou de avião deve-se lembrar de quantas nuances e detalhes tem toda a operação. <strong><span style="color: #0000ff;">Pode-se perceber que se buscam as melhores técnicas e procedimentos para assegurar que o melhor está sendo aplicado</span></strong>: desde a profissional de Nutrição que vê a refeição embalada segundo práticas seguras até a Engenheira Civil que “bate o olho” e reconhece a solidez de estruturas de apoio. <strong><span style="color: #0000ff;">Para que se torne (e se mantenha) seguro, esse segmento abrange diversos aspectos quando realiza uma análise de acidentes e incidentes:</span> Projeto, Execução, Operação, Manutenção, Treinamento, Seleção de Pessoal etc.</strong></p>
<h3 id="a-analise-deve-ser-tao-profunda-a-ponto-de-se-chegarem-a-fatores-que-se-modificados-impedirao-ou-reduzirao-em-muito-as-chances-de-se-ocorrerem-eventos-similares" style="text-align: justify;">A Análise deve ser tão profunda a ponto de se chegarem a fatores que, se modificados, impedirão ou reduzirão em muito as chances de se ocorrerem eventos similares.</h3>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://ftp.medicina.ufmg.br/osat/artigos/2016/oacidenteeaorganizacaomiolo_e_capa-12-08-2016.pdf">Michel Llory</a> et al, em admirável obra sobre o tema, afirma:</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">A análise organizacional, permite, de modo potencial, fazer avançar a análise tanto quanto necessário, com o objetivo de encontrar as causas realmente determinantes e, assim, tomar as medidas corretivas eficazes que permitam evitar outras catástrofes, diferentes nas suas modalidades, mas que têm, fundamentalmente, as mesmas causas.</p>
</blockquote>
<hr />
<h5 id="entao-eu-tenho-que-fazer-minha-analise-de-acidentes-igual-a-da-aviacao" style="text-align: justify;"><strong>Então eu tenho que fazer minha análise de acidentes igual à da aviação? </strong></h5>
<p style="text-align: justify;"><strong>A resposta é não e sim ao mesmo tempo.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Evidentemente que a maioria dos eventos adversos não está relacionada a sistemas tão complexos quanto da Aviação ou de uma Planta de Energia Nuclear. Logo, a não ser que sua organização seja tão complexa quanto esses, o relatório não será do tipo de &#8220;mil páginas&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Por outro lado, <strong>as análises acidentes também devem ir além das causas mais óbvias, chamadas imediatas</strong>, que são aqueles fatores mais próximos ou lógicos que levaram ao acidente. Dessa maneira, o profissional que realiza a Análise de Acidentes deve chegar aos fatores que realmente foram determinantes para ocorrência. Logo, em sistemas ou organizações mais simples, a chegada a esses fatores tende a ser mais simples também.</p>
<hr />
<h5 id="exemplo-da-infancia" style="text-align: justify;">exemplo da infância</h5>
<p style="text-align: justify;">É como o tradicional caso da primeira juventude em que dois amigos estavam em mais uma das corridas dominicais de bicicleta e ambos “levaram um capote memorável” ao passarem muito perto (“tirando fina”) de um caminhão parado. Por sorte, saíram com somente arranhões e as magrelas raladas.</p>
<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-74013 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/active-young-man-holding-by-his-hurt-broken-leg-while-lying-autumn-forest-path-by-his-bicycle-1-scaled.jpg" alt="" width="2560" height="1707" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/active-young-man-holding-by-his-hurt-broken-leg-while-lying-autumn-forest-path-by-his-bicycle-1-scaled.jpg 2560w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/active-young-man-holding-by-his-hurt-broken-leg-while-lying-autumn-forest-path-by-his-bicycle-1-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/active-young-man-holding-by-his-hurt-broken-leg-while-lying-autumn-forest-path-by-his-bicycle-1-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/active-young-man-holding-by-his-hurt-broken-leg-while-lying-autumn-forest-path-by-his-bicycle-1-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/active-young-man-holding-by-his-hurt-broken-leg-while-lying-autumn-forest-path-by-his-bicycle-1-1536x1024.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/active-young-man-holding-by-his-hurt-broken-leg-while-lying-autumn-forest-path-by-his-bicycle-1-2048x1365.jpg 2048w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></p>
<p style="text-align: justify;">Os espectadores, que seriam os próximos a correr, sabiam que por pouco os dois ases não deram com a cara na caçamba do caminhão, o que poderia ter sido muito pior.</p>
<p style="text-align: justify;">Após o susto, conversando na calçada (ou já iniciando a Análise do Acidente), um dos sortudos, no auge de sua confiança, apenas falou que “<em>devia ter areia no chão por causa do caminhão. Não preciso fazer nada, pois não vai acontecer de novo</em>”.</p>
<p style="text-align: justify;">O outro, que tinha por hobby desenhar aviões, foi além: reconheceu que estavam rápido demais, que deveriam ter visto antes se não havia carros ou sujeira na “pista de corrida” e que sua bicicleta não estava muito boa, além de ele saber que o machucado poderia (ou deveria) ter sido muito pior.</p>
<p style="text-align: justify;">Então, ele parou de correr (tanto), arrumou sua bicicleta e comprou um capacete além de verificar antes o trajeto. Ou seja, reconheceu os fatores que contribuíram para a ocorrência e já tomou medidas de prevenção.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Quem tem mais chance de sofrer mais um acidente ou se machucar: o sortudo ou o desenhista?</strong></p>
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