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	<title>Ecologia Archives | Blog da Engenharia</title>
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	<description>Conhecimento Técnico que Transforma</description>
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	<title>Ecologia Archives | Blog da Engenharia</title>
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		<title>Vamos falar de sobrepesca?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ivanilson Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jun 2022 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia de Pesca]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia]]></category>
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		<category><![CDATA[EngenhariadePesca]]></category>
		<category><![CDATA[Pesca]]></category>
		<category><![CDATA[pesca excessiva]]></category>
		<category><![CDATA[Sobrepesca]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A pesca excessiva é um grande desafio não somente local, mas global e ameaça a vida oceânica, os&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A pesca excessiva é um grande desafio não somente local, mas global e ameaça a vida oceânica, os meios de subsistência e os frutos do mar para as gerações futuras. Se você não conhece ou nunca leu sobre esse termo, então vem comigo que este artigo é um resumo de forma simples da sobrepesca para você.</p>



<h3 id="mas-afinal-o-que-e-sobrepesca" class="wp-block-heading">Mas afinal, o que é sobrepesca?</h3>



<p>Quando muitos organismos aquáticos são capturados e não há adultos suficientes para se reproduzir e sustentar uma população saudável, o estoque se torna sobrepescado (veja o vídeo didático a seguir).</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Overfishing explained" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/57QaiexyAFg?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<h3 id="fatos-de-sobrepesca" class="wp-block-heading">Fatos de sobrepesca</h3>



<p>De acordo com o relatório 2020 State of World Fisheries and Aquaculture (SOFIA) da <a href="http://www.fao.org/3/ca9229en/ca9229en.pdf">FAO </a>das Nações Unidas:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Mais de um terço (34,2%) dos estoques de peixes foram pescados além dos limites sustentáveis.</li><li>Houve um aumento de 14% na produção global de pesca de captura de 1990 a 2017.</li><li>Um terço da pesca global de frutos do mar é desperdiçado ao longo da cadeia de suprimentos e isso aumenta para metade em partes mais ricas do mundo, como a região da Oceania.</li><li>Em geral, as pescarias geridas de forma intensiva registaram diminuições na pressão média de pesca e aumentos na biomassa das unidades populacionais, com algumas atingindo níveis biologicamente sustentáveis.</li><li>As unidades populacionais subexploradas e pescadas de forma sustentável aumentaram em 2017 pela primeira vez devido, em parte, à melhor implementação das medidas de gestão.</li></ul>



<p>No gráfico a seguir você pode observar o estado dos estoques marinhos de 1974 a 2017.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Screenshot_2021-05-16-16-10-39-377_com.google.android.apps_.docs2_-1024x551.jpg" alt=""/><figcaption>Tendências globais do estado dos estoques de peixes marinhos de 1974 a 2017. Fonte:&nbsp;<a href="http://www.fao.org/3/ca9229en/ca9229en.pdf">FAO (2020)</a>.</figcaption></figure>



<h3 id="mas-quais-sao-os-efeitos-da-pesca-excessiva" class="wp-block-heading">Mas quais são os efeitos da pesca excessiva?</h3>



<p>Quando a pesca excessiva acontece, as populações de peixes diminuem e seus principais efeitos podem ser:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Os estoques de peixes entram em colapso e podem levar décadas para recuperar meios de subsistência, comunidades e segurança alimentar ameaçadores;</li><li>O preço do peixe pode aumentar à medida que a oferta cai e a demanda continua a aumentar;</li><li>A pesca pode se tornar mais difícil e menos eficiente;</li><li>Quando uma espécie de peixe é removida de um ecossistema, pode levar ao colapso do ecossistema;</li><li>A demanda de proteína muda para outras partes do oceano ou terra, pressionando outros sistemas alimentares.</li></ul>



<h3 id="e-as-principais-causas-dessa-pesca" class="wp-block-heading">E as principais causas dessa pesca?</h3>



<p>Quando muitos barcos perseguem poucos peixes, pode haver uma situação de sobrepesca. Isso pode ser devido ao lucro de curto prazo ou devido à falta de dados e previsão. Então se não soubermos quantos peixes existem e quantos estão sendo capturados, é muito difícil saber o quão saudável é um estoque de peixes. Assim, a pesca ilegal e não declarada é uma das razões para isso.</p>



<p>As principais causas da sobrepesca incluem:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Pegando peixes a uma taxa que é mais rápida do que eles podem se reproduzir;</li><li>Não saber quantos peixes foram capturados, como pesca ilegal, não declarada ou não regulamentada;</li><li>Pegando peixes juvenis que ainda não se reproduziram;</li><li>Curto prazo &#8211; estar muito focado em lucros de curto prazo e não pensar no futuro.</li></ul>



<p class="has-text-align-center"><em><span class="has-inline-color has-red-color">É importante lembrar que q<i>u</i></span><span class="has-inline-color has-red-color"><i>alquer tipo de pesca pode contribuir para a sobrepesca. </i></span><span class="has-inline-color has-red-color">Muitas vezes a sobrepesca está associada à pesca comercial, mas também pode ser devido a outras formas de pesca, como a pesca recreativa.</span></em></p>



<h3 id="mas-temos-solucoes" class="wp-block-heading">Mas temos soluções?</h3>



<p>As soluções para a sobrepesca incluem:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Práticas de pesca sustentáveis;</li><li>Regulamento do governo;</li><li>Remoção de subsídios prejudiciais à pesca;</li><li>Redução de bycatch;</li><li>Áreas marinhas protegidas;</li><li>Aquicultura responsável;</li><li>Combate ao desperdício alimentar.</li></ul>



<p></p>



<p class="has-text-align-center"><em>Siga o Instagram&nbsp;<a href="https://www.instagram.com/ivanilsonsnts/">@ivanilsonsnts</a>&nbsp;para mais conteúdo e conheça mais sobre a Engenharia de Pesca&nbsp;<a href="https://blogdaengenharia.com/author/ivanilson-de-lima/">aqui</a>.</em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Tubarões: saiba a VERDADE por trás da fama “de vilão”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ivanilson Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Aug 2021 11:00:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia de Pesca]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Oceanográfica]]></category>
		<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Inferior]]></category>
		<category><![CDATA[Acidentes com tubarões]]></category>
		<category><![CDATA[Ataques tubarões em Recife]]></category>
		<category><![CDATA[blogdaeengenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Incidentes com tubarões]]></category>
		<category><![CDATA[shark attack]]></category>
		<category><![CDATA[tubarões]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ataques, acidentes, incidentes, vítimas! Afinal, como é que podemos falar sobre os encontros não agradáveis entre os humanos&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Ataques, acidentes, incidentes, vítimas! Afinal, como é que podemos falar sobre os <span style="color: #ff6600;">encontros não agradáveis entre os humanos e tubarões</span>? Quem são as vítimas? Para te responder, vamos explicar alguns conceitos:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>ataque é definido como a ação que causa um dano ou injúria a alguém;</li>
<li>acidente é o acontecimento em si, é o acontecimento que ocorreu o dano;</li>
<li>vítima é quem sofreu o dano, e;</li>
<li>incidente significa um evento não planejado, mas que tem o potencial para ter um acidente, ou seja, tem potencial para ter um dano.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Então, se incidente é um evento não planejado, a partir do momento que alguém entra no mar sabendo que tem risco de ser mordido por um tubarão deixa de ser um incidente, não é mesmo?</p>
<p style="text-align: justify;">Bom, agora nos conte uma coisa, o que leva uma pessoa a entrar no mar sabendo que é uma <span style="color: #ff6600;">zona de alto risco</span>? Diversos mergulhadores mergulham com tubarões, mas temos certeza que nenhum entraria no mar pra tomar banho em uma praia que tem diversos fatores contribuindo para a ocorrência de incidentes com esses animais. O lugar mais seguro é não entrar na água.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste sentido, nós preparamos esse artigo para te informar, alertar e levantar uma reflexão sobre os encontros não agradáveis entre os humanos e tubarões.</p>
<h4 id="vamos-comecar-falando-sobre-a-importancia-deles" style="text-align: justify;"><strong>Vamos começar falando sobre a importância deles!</strong></h4>
<p style="text-align: justify;">Os tubarões são predadores de topo de cadeia que desempenham um papel importantíssimo no equilíbrio dos ecossistemas marinhos. Os tubarões ajudam a manter a saúde de todo o ecossistema; contribuem com a eliminação das carcaças de animais mortos e na remoção de animais doentes e fracos; controlam a taxa populacional de diversas espécies de mesopredadores, evitando o desequilíbrio das cadeias tróficas; além disso, sua presença influencia no comportamento de diferentes espécies, como tartarugas e dugongos, contribuindo para a recuperação de alguns habitats como recifes de corais e bancos de gramas marinhas.</p>
<h6 id="apesar-dessa-grande-importancia-ecologica-esses-animais-estao-entre-os-grupos-de-vertebrados-mais-ameacados-do-mundo" style="text-align: center;"><span style="color: #ff6600;"><em><strong>Apesar dessa grande importância ecológica, esses animais estão entre os grupos de vertebrados mais ameaçados do mundo!</strong></em></span></h6>
<p style="text-align: justify;">A sobrepesca e perda de habitat são as principais causas de redução das suas populações.</p>
<p><figure id="attachment_75762" aria-describedby="caption-attachment-75762" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-large wp-image-75762" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/Sea-of-death-1024x682.jpg" alt="" width="1024" height="682" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/Sea-of-death-1024x682.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/Sea-of-death-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/Sea-of-death-768x511.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/Sea-of-death-1536x1022.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/Sea-of-death-2048x1363.jpg 2048w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/Sea-of-death.jpg 2560w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-75762" class="wp-caption-text">Sea of death. Fonte: <a href="https://www.nhm.ac.uk/resources/visit/wpy/2014/large/78.jpg">Natural History Museum</a>.</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify;">A fama de “comedores de humanos” que, embora extremamente injusta, predomina em muitos lugares do mundo, acaba dificultando ainda mais a conservação desse grupo tão ameaçado.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><strong>Felizmente</strong></span>, os tubarões não fazem jus a essa fama, sendo registrado em média 4 mortes por ano por ataques de tubarões em todo o mundo, um valor absurdamente baixo, principalmente se levarmos em conta que, além desses animais estarem distribuídos por todos os oceanos, o número de pessoas que se envolvem em atividades recreativas aquáticas é altíssimo.</p>
<p style="text-align: justify;">Infelizmente, em alguns locais em Pernambuco, como Recife, a junção de fatores antropogênicos com fatores naturais tem contribuído para o aumento de interações negativas entre humanos e tubarões.</p>
<p style="text-align: justify;">Diversos impactos causados na região costeira de Pernambuco, incluindo a criação do Porto de Suape (vista do porto no vídeo a seguir), afetaram áreas de alimentação e reprodução de várias espécies marinhas e estuarinas.</p>
<p><iframe title="Porto de Suape - Tour 360°" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/p8LI1wvkYg8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<hr />
<p style="text-align: justify;">Essas alterações forçaram muitos desses animais a procurarem por áreas mais adequadas, e alguns fatores como a direção das correntes costeiras e a presença de um canal próximo as praias no trecho entre Pina e Candeias, facilitaram para que os tubarões passassem a utilizar essas áreas.</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, nessas regiões, é extremamente importante que as pessoas sigam as orientações e respeitem as sinalizações para evitar possíveis incidentes.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #ff6600;"><em>Afinal, não estamos no cardápio dos tubarões!</em></span></p>
<p><figure id="attachment_75758" aria-describedby="caption-attachment-75758" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.instagram.com/p/B_rDcCTDPLd/"><img decoding="async" class="wp-image-75758 size-large" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/diver_shark-1024x682.jpg" alt="" width="1024" height="682" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/diver_shark-1024x682.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/diver_shark-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/diver_shark-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/diver_shark.jpg 1160w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption id="caption-attachment-75758" class="wp-caption-text">Mergulhadora desfrutando de um incrível momento com tubarão. Veja a sequência de fotos em: <a href="https://www.instagram.com/p/B_rDcCTDPLd/">@juansharks</a></figcaption></figure></p>
<h4 id="mas-existem-medidas-que-possam-reduzir-esses-encontros-nao-agradaveis-entre-humanos-e-tubaroes" style="text-align: justify;"><strong>Mas existem medidas que possam reduzir esses encontros não agradáveis entre humanos e tubarões?</strong></h4>
<p style="text-align: justify;">Algumas medidas podem ser tomadas para reduzir ainda mais os riscos de incidentes com esses animais, isso inclui:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Evitar horário em que os tubarões são mais ativos, como ao amanhecer e no final da tarde;</li>
<li>Não entrar no mar sozinho, visto que se trata de animais oportunistas;</li>
<li>Evitar entrar no mar no período chuvoso, uma vez que a visibilidade da água diminui, dificultando a identificação de suas presas;</li>
<li>Não entrar na água com ferimentos, pois eles podem ser atraídos pelo sangue mesmo a uma longa distância;</li>
<li>Também não entrar com objetos que reluzem, pois esse brilho pode ser confundido com as escamas de peixes;</li>
<li>É recomendado não entrar no mar após ingerir muita bebida alcoólica.</li>
</ul>
<p><figure id="attachment_75765" aria-describedby="caption-attachment-75765" style="width: 623px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-75765 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/danger-risk-of-shark-attack-e1628883095518.jpg" alt="tubarões" width="623" height="371" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/danger-risk-of-shark-attack-e1628883095518.jpg 623w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/danger-risk-of-shark-attack-e1628883095518-300x179.jpg 300w" sizes="(max-width: 623px) 100vw, 623px" /><figcaption id="caption-attachment-75765" class="wp-caption-text">Placas de advertência. Fonte: <a href="https://www.fotoarena.com/">Fotoarena</a>.</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #ff6600;"><em>É sempre importante lembrarmos que é errado dizer que os tubarões infestam o </em><a style="color: #ff6600;" href="https://blogdaengenharia.com/dia-mundial-dos-oceanos-por-que-preservar/"><em>mar</em></a><em>, pois na verdade esse é o ambiente natural deles.</em></span></p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, se uma média de 4 mortes por ano é o suficiente para considerarmos esses animais como monstros, então como deveríamos ser considerados, visto que<span style="color: #ff6600;"> <strong>matamos mais de 11 mil tubarões por hora</strong></span>?</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, precisamos pensar nas nossas ações, e nos conscientizarmos e sensibilizarmos sobre a importância de contribuirmos para a conservação dos tubarões, pois se tem uma coisa que todos nós dependemos, é de um oceano saudável.</p>
<p style="text-align: center;"><em><span style="color: #ff6600;">Shark ask you for help!! Save them!! They are not thirsty for human blood!</span></em></p>
<p><iframe title="Shark asks divers for help!!!" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/h7XjOMUpa1I?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<hr />
<p style="text-align: justify;">Esperamos que este pequeno textinho possa ter esclarecido sobre a <span style="color: #ff6600;"><strong>VERDADE </strong></span>por trás da fama “de vilão” dos tubarões. Qualquer dúvida é só deixar nos comentários ou entrar em contato.</p>
<h4 id="fontes" style="text-align: justify;"><strong>Fontes:</strong></h4>
<ul style="text-align: justify;">
<li>HAZIN, F. H. et al. <a href="http://docserver.ingentaconnect.com/deliver/connect/umrsmas/00074977/v82n2/s4.pdf?expires=1628713786&amp;id=0000&amp;titleid=10983&amp;checksum=01914FE3DF07574A3E8C80B8CABBE946">A shark attack outbreak off Recife, Pernambuco, Brazil: 1992-2006</a>. <strong>Bulletin of Marine Science</strong>, 82(2): 199-212, 2008.</li>
<li>BORNATOWSKI, R. R. et al. <a href="https://ojs.ethnobiology.org/index.php/ebl/article/view/451">“Buying a Pig in a Poke”: the problem of elasmobranch meat consumption in Southern Brazil</a>. <strong>Ethnobiology Letters</strong>, 6(1): 196-202, 2015.</li>
<li>HEITHAUS, M. R. et al. <a href="https://besjournals.onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/j.1365-2656.2007.01260.x">State‐dependent risk‐taking by green sea turtles mediates top‐down effects of tiger shark intimidation in a marine ecosystem</a>. <strong>Journal of Animal Ecology</strong>, 76(5): 837-844, 2007.</li>
<li>RUPPERT, Jonathan LW et al. <a href="https://journals.plos.org/plosone/article?id=10.1371/journal.pone.0074648">Caught in the middle: combined impacts of shark removal and coral loss on the fish communities of coral reefs</a>. <strong>PloS one</strong>, 8(9): e74648, 2013.</li>
<li>ISAF &#8211; <a style="font-size: 1.21429rem;" href="https://www.floridamuseum.ufl.edu/shark-attacks/">https://www.floridamuseum.ufl.edu/shark-attacks/</a></li>
</ul>
<hr />
<p style="text-align: justify;">Veja também a letter que <a href="https://www.instagram.com/biarangel.sharks/">Bianca Rangel</a> publicou no início de agosto na <a class="notranslate" href="https://www.instagram.com/sciencemagazine/">@sciencemagazine</a>, que fala sobre <a href="https://science.sciencemag.org/content/373/6555/633.1">como o Brasil pode proteger os tubarões globalmente</a>. Para versão em português confira <a href="https://www.instagram.com/p/CScn3ghJBSb/">aqui</a>.</p>
<p>Faça sua inscrição no <a href="https://doity.com.br/ii-elasmulheres"><strong>II Simpósio ELASMulheres</strong></a> e aprenda tudo sobre os elasmobrânquios (tubarões e raias)!</p>
<p>Ajude-nos na campanha <a href="https://seashepherd.org.br/cacao-e-tubarao/">CAÇÃO É TUBARÃO</a>:</p>
<p><iframe title="CAÇÃO É TUBARÃO" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/D_DnSsLmBgY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<hr />
<p style="text-align: justify;">Escrito pela Bióloga <strong><a href="https://www.instagram.com/joyce.queiroz/">Joyce Queiroz</a> </strong>e pelo Colunista Engenheiro de Pesca <a href="https://www.instagram.com/ivanilsonsnts/"><strong>Ivanilson Santos</strong></a>.</p>
<hr />
<p style="text-align: center;"><span style="color: #ff6600;"><em>Aproveita para seguir</em><em> </em><em><a style="color: #ff6600;" href="https://www.instagram.com/ivanilsonsnts/">@ivanilsonsnts</a></em><em> e </em><em><a style="color: #ff6600;" href="https://www.instagram.com/joyce.queiroz/">@joyce.queiroz</a></em><em> no Instagram para mais informação e conheça mais sobre Engenharia de Pesca </em><em><a style="color: #ff6600;" href="https://blogdaengenharia.com/author/ivanilson-de-lima/">aqui</a></em><em>.</em></span></p>
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		<title>Cataratas de Vitória: uma das maiores do mundo que secou.</title>
		<link>https://blogdaengenharia.com/diversos/sustentabilidade/cataratas-de-vitoria-uma-das-maiores-do-mundo-que-secou/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=cataratas-de-vitoria-uma-das-maiores-do-mundo-que-secou</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Isabela Guedes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Jun 2021 11:00:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Curiosidades da Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Ambiental e Sanitária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Considerada um dos maiores pontos turísticos africanos, as cataratas de Vitória estão em uma situação completamente delicada. Localizada&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Considerada um dos maiores pontos turísticos africanos, as cataratas de Vitória estão em uma situação completamente delicada. Localizada na fronteira entre Zimbábue e Zâmbia, sempre foi considerada como uma das maiores cataratas do mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">Com dimensão de 1,7 km em seu ponto mais largo e uma altura de mais de 100 metros. No período de 2019, ela se tornou apenas pequenos filetes de água, devido à seca, o que vem preocupando as autoridades locais. <span style="color: #ff6600;"><strong>Entenda um pouco do que está acontecendo no local.</strong></span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-72378" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Cataratas-de-Vitória_0.jpg" alt="cataratas" width="800" height="450" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Cataratas-de-Vitória_0.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Cataratas-de-Vitória_0-300x169.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Cataratas-de-Vitória_0-768x432.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Cataratas-de-Vitória_0-400x225.jpg 400w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Cataratas-de-Vitória_0-600x338.jpg 600w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<h3 id="motivos-da-seca-no-local" style="text-align: justify;">Motivos da seca no local</h3>
<p style="text-align: justify;">De acordo com especialistas que afirmam que um dos grandes problemas para que isso esteja acontecendo, é a falta de chuvas na região. Outro grande problema disso é que tem causado grandes impactos na economia e na população que vive nos países do sul do continente.</p>
<p style="text-align: justify;">Primeiramente, essas cataratas são alimentadas pelo <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_Zambeze">rio Zambeze</a>, que é considerado um dos mais importantes da África, pois passa por diversos pontos importantes do país. Porém com o com o grande aumento de temperatura da região, fez com que o volume do rio diminuísse drasticamente por conta da grande evaporação das <a href="https://blogdaengenharia.com/agua-o-maior-bem-da-vida/">águas</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Sobretudo, esse fenômeno de seca é comum na região, porém nos últimos anos eles vem se intensificando bastante. Essa seca no rio Zambeze tem um efeito extremamente drástico na segurança hídrica de Zimbábue, onde a crise de água já está em uma situação muito complicada.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><em> Isso pode gerar um problema para toda a região Austral da África. Além desse fator, temos que pensar que a redução dos níveis da represa de Kariba afetará toda a segurança hídrica do Zimbabwe</em>, <strong>segundo a ONU.</strong></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Além disso, há possibilidade de grandes impactos turísticos na região, é importante ressaltar que com a redução da queda de água do local, hidrelétricas próximas serão também afetadas causando também uma crise energética no país.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-72377" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/118266465_victoria.jpg" alt="" width="1600" height="900" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/118266465_victoria.jpg 1600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/118266465_victoria-300x169.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/118266465_victoria-1024x576.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/118266465_victoria-768x432.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/118266465_victoria-1536x864.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/118266465_victoria-400x225.jpg 400w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/118266465_victoria-600x338.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/118266465_victoria-800x450.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/118266465_victoria-1200x675.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1600px) 100vw, 1600px" /></p>
<h3 id="efeitos-ambientais-no-continente-africano" style="text-align: justify;">Efeitos ambientais no continente africano</h3>
<p style="text-align: justify;">Desta forma, obviamente que um efeito extremo como esse muitas vezes não é considerado somente como consequência de mudanças climáticas. Porém pesquisadores já notam que nessa região do Sul africano tem nos últimos tempos registrados diversos fenômenos que indicam que são sim, efeitos causados pelo aumento de gases de efeito estufa.</p>
<p style="text-align: justify;">Primeiramente, o fator que mais preocupa as autoridades é que provavelmente a África será o continente mais afetado com essas mudanças. Porém também será o que terá mais dificuldade a se adaptar a esses efeitos por conta de problemas de suprimento de água, segurança alimentar e proteção da biodiversidade, devido a cada vez mais secas e enchentes mais catastróficas.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-72379" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/572c94bc-096d-4019-a019-16249dfbef58.png" alt="cataratas" width="800" height="540" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/572c94bc-096d-4019-a019-16249dfbef58.png 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/572c94bc-096d-4019-a019-16249dfbef58-300x203.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/572c94bc-096d-4019-a019-16249dfbef58-768x518.png 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Quer saber sobre mais curiosidades da Engenharia? Você pode clicar <a href="https://blogdaengenharia.com/author/isabela-guedes/">aqui</a> e ter acesso aos meus outros artigos. <span style="font-size: 1.21429rem;">Além disso, você consegue me encontrar nas redes sociais: </span><a style="font-size: 1.21429rem;" href="https://instagram.com/engcivil.guedes">Instagram</a><span style="font-size: 1.21429rem;"> | </span><a style="font-size: 1.21429rem;" href="https://www.linkedin.com/in/igueedes/">Linkedin</a></strong></em></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Dia Mundial do Meio Ambiente são todos os dias!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Waleska Del Pietro Storani]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Jun 2021 20:15:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia Ambiental e Sanitária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Definido pela Organização das Nações Unidas (ONU), em Estocolmo no dia 25 de Junho de 1972 O Dia&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Definido pela <a href="https://brasil.un.org/"><em>Organização das Nações Unidas</em> (ONU)</a>, em Estocolmo no dia 25 de Junho de 1972 <strong><span style="color: #008000;">O Dia Mundial do Meio Ambiente</span></strong>, possui o objetivo principal de trazer a atenção de todos para os problemas ambientais e para importância da preservação dos recursos naturais.</p>
<p style="text-align: justify;">Atualmente a preocupação pelas causas ambientais vem crescendo por parte de grandes potências, mas há muito que melhorar. <span style="color: #008000;"><strong>Convidamos vocês para esse debate importantíssimo, vamos lá?</strong></span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-72922 aligncenter" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/60ba68a7ccdeb.jpg" alt="meio ambiente" width="1024" height="681" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/60ba68a7ccdeb.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/60ba68a7ccdeb-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/60ba68a7ccdeb-768x511.jpg 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<h3 id="a-sustentabilidade-e-conectar-atitudes-para-melhorar-o-planeta" style="text-align: justify;">A sustentabilidade é conectar atitudes para melhorar o planeta!</h3>
<p style="text-align: justify;">Primeiramente, é um dia mundial para lembrar a população e os governantes sobre a importância da preservação dos nossos recursos e da necessidade de leis que garantam o desenvolvimento sustentável, que aliás é de responsabilidade de todos nós! É preciso mais que consciência, é preciso a sensibilização e a clareza de como atitudes diárias podem nos ajudar a salvar nosso planeta. <span style="color: #008000;"><strong>Vídeo abaixo mostra o desmatamento da Amazônia nos últimos 30 anos.</strong></span></p>
<p><iframe title="Desmatamento Amazônia MT de 1984 a 2016" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/XkiccSRAIgs?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p style="text-align: justify;">Sobretudo, o desenvolvimento sustentável exprime a relação entre crescimento econômico, conservação ambiental e preocupação social. A partir da sensibilização da sociedade em razão do uso irracional dos recursos naturais e dos impactos ambientais gerados pela ação humana, o conceito de crescimento sustentável se coloca como uma alternativa. Além disso essa atitude que promove a interdependência entre economia, meio ambiente e sociedade.</p>
<p style="text-align: justify;">Cuidar do planeta não é mais uma obrigação e sim uma necessidade, é a única maneira de garantir a existência de recursos naturais para as gerações futuras. Portanto o assunto sustentabilidade está cada vez mais presente no cotidiano das empresas e da sociedade e já tornou obrigação para muitas delas. <strong><span style="color: #008000;">Vale lembrar, que O Dia Mundial do Meio Ambiente não é apenas em uma data específica, devemos ter essa preocupação nos 365 dias do ano!</span></strong></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-72923 aligncenter" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/60ba6ae898a73.jpg" alt="sustentabilidade" width="1024" height="765" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/60ba6ae898a73.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/60ba6ae898a73-300x224.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/60ba6ae898a73-768x574.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/60ba6ae898a73-180x135.jpg 180w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/60ba6ae898a73-400x300.jpg 400w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<h3 id="nosso-papel-como-engenheiros">Nosso papel como Engenheiros</h3>
<p style="text-align: justify;">Primeiramente nossas cidades precisam ser repensadas para iniciar um novo ciclo de desenvolvimento, planejamento e retomada econômica. Os profissionais das engenharias, agronomia e geociências tem papel fundamental nessa transformação para que ela seja cada vez mais sustentável.</p>
<p style="text-align: justify;">Através deles, as atividades humanas, pautadas na ciência e na Engenharia, são o estopim das mudanças e todas elas causam impactos ambientais, sejam eles de menor ou maior proporção, negativos ou positivos. Passamos pela obtenção dos recursos minerais, pelo preparo do solo à produção de alimentos, pelo desenvolvimento de máquinas, produção de <a href="https://blogdaengenharia.com/energia-renovavel-entenda-o-conceito-da-producao-de-energia-limpa/">energia</a>, além da construção e planejamento do campo e das nossas cidades.</p>
<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-72924 aligncenter" style="font-size: 19.4286px;" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/60ba6b44f375a.jpg" alt="meio ambiente" width="1024" height="618" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/60ba6b44f375a.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/60ba6b44f375a-300x181.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/60ba6b44f375a-768x464.jpg 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p style="text-align: justify;">Para tanto cabe a atuação com autorresponsabilid<span style="font-size: 1.21429rem;">ade, </span><span style="font-size: 1.21429rem;">visando sempre promover o desenvolvimento sustentável local, atingindo assim resultados a nível global, garantindo recursos naturais para posterioridade.</span></p>
<p>Veja o vídeo impactante da ONU sobre O Dia Mundial do Meio Ambiente e <strong><span style="color: #008000;">pare um pouco para refletir sobre o que você está fazendo diariamente para a causa.</span></strong></p>
<p><iframe title="Dia Mundial do Meio Ambiente — É #HoraDaNatureza" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/cswtFR-vgys?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>The post <a href="https://blogdaengenharia.com/secoes/colunistas-blog-da-engenharia/dia-mundial-do-meio-ambiente-sao-todos-os-dias/">Dia Mundial do Meio Ambiente são todos os dias!</a> appeared first on <a href="https://blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>.</p>
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		<title>Transposição do rio São Francisco e a introdução de espécies exóticas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ivanilson Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 May 2021 11:00:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia de Pesca]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia no Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisadores da UEPB em parceria com a UFRN e a UFPB relataram o primeiro registro de uma espécie&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">Pesquisadores da <span style="color: #000080">UEPB</span> em parceria com a <span style="color: #000080">UFRN</span> e a <span style="color: #000080">UFPB</span> relataram o primeiro registro de uma espécie exótica de peixe  <em>(Moenkhausia costae) </em>no açude Poções, bacia do rio Paraíba do Norte, em Monteiro, Paraíba.</p>
<p style="text-align: justify">Portanto, neste artigo, vamos entender tudo sobre esta pesquisa e sua importância.<span style="color: #000080"> Bora conferir?</span></p>
<h4 id="primeiramente-que-peixe-e-este-como-ele-foi-introduzida-neste-acude" style="text-align: justify">Primeiramente, que peixe é este? Como ele foi introduzida neste açude?</h4>
<p style="text-align: justify">O peixe <span style="color: #333333"><em>Moenkhausia costae</em></span> é uma espécie de piaba (popularmente conhecida como tetra fortuna) que ocorre naturalmente em alguns rios do Nordeste, mas não ocorria no rio Paraíba do Norte, antes da transposição do rio São Francisco.</p>
<p><figure id="attachment_71372" aria-describedby="caption-attachment-71372" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.fishbase.se/Summary/SpeciesSummary.php?id=50895&amp;lang=portuguese"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-71372 size-large" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/piaba-1024x576.jpg" alt="transposição do rio São Francisco" width="1024" height="576" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/piaba-1024x576.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/piaba-300x169.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/piaba-768x432.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/piaba-400x225.jpg 400w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/piaba-600x338.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/piaba-800x450.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/piaba-1200x675.jpg 1200w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/piaba.jpg 1279w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption id="caption-attachment-71372" class="wp-caption-text"><em>Moenkhausia costae</em> (Steindachner 1907).</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify">A pesquisa relata que o açude Poções foi o primeiro desta bacia a receber águas da transposição do rio, em março de 2017.</p>
<p style="text-align: justify">Por isso, os pesquisadores acreditam que esta espécie tenha sido introduzida através dos canais da transposição, quando foi identificada pela primeira vez.</p>
<h4 id="mas-ei-explica-o-que-e-a-transposicao-do-rio-sao-francisco" style="text-align: justify">Mas ei, explica o que é a transposição do rio São Francisco!</h4>
<p style="text-align: justify">O <a href="https://www.youtube.com/watch?v=pSV0idxBKT4">projeto de transposição do rio São Francisco</a> é conduzido pelo Governo Federal e <span style="font-size: 1.21429rem">envolve uma construção de mais de 700 km de canais de concreto ao longo do território de quatro Estados do Nordeste brasileiro (Pernambuco, Paraíba, Ceará e Rio Grande do Norte).</span></p>
<p style="text-align: justify">Esta construção iniciou em 2007 e, por atrasos, têm o término previsto para 2022.</p>
<p><iframe title="Entenda como funciona a transposição do Rio São Francisco" width="1200" height="900" src="https://www.youtube.com/embed/frBzNBhF4EY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p style="text-align: justify">Projetos como esse é bastante comum ao redor do mundo, sendo utilizado para garantir o abastecimento de regiões secas, principalmente, devido à alta demanda por água doce.</p>
<p style="text-align: justify">Contudo, essas construções representam, também, uma ameaça à biodiversidade aquática das regiões ao provocarem um desequilíbrio na fauna nativa com a introdução de espécies exóticas (novas no local).</p>
<p style="text-align: justify">E, pelo jeito, a transposição do São Francisco não foi diferente mesmo prevendo diversas barreiras que em tese impediriam a passagem de peixes pelos canais.</p>
<h4 id="agora-conta-o-que-e-uma-especie-exotica" style="text-align: justify">Agora, conta o que é uma espécie exótica?</h4>
<p style="text-align: justify">É uma espécie que foi deslocada de sua localidade original e colocada em um lugar onde ela não existia, geralmente pela ação humana, de forma intencional ou não. Para mais informações sobre espécies exóticas acesse o artigo <a href="https://blogdaengenharia.com/peixes-exoticos-e-a-disputa-desigual-com-peixes-nativos/">&#8220;Peixes exóticos e a disputa desigual com peixes nativos&#8221;</a>.</p>
<h4 id="e-como-os-pesquisadores-chegaram-a-conclusao-que-essa-piaba-e-uma-especie-exotica-na-bacia-do-rio-paraiba-do-norte" style="text-align: justify">E como os pesquisadores chegaram a conclusão que essa piaba é uma espécie exótica na bacia do rio Paraíba do Norte?</h4>
<p style="text-align: justify">O açude Poções é monitorado há muitos anos pela equipe do Laboratório de Ecologia Aquática da UEPB.</p>
<p style="text-align: justify">Então para chegar aos resultados da pesquisa, os pesquisadores compararam a composição e a frequência relativa de espécies de peixes do açude usando dados coletados antes e após a transposição do rio São Francisco.</p>
<p style="text-align: justify">Em 2018, foram registrados 5 exemplares de <em>Moenkhausia costae</em> pela primeira vez no açude Poções, mais de 1 ano depois que este açude tinha recebido águas do São Francisco.</p>
<p style="text-align: justify">Já na amostragem de janeiro de 2020, foram registrados 36 exemplares de <em>Moenkhausia costae</em>, sendo ela a terceira mais abundante.</p>
<p style="text-align: justify">Esta última coleta levou os pesquisadores a inferir que a espécie está se proliferando no açude e pode provocar um grande desequilíbrio no ecossistema da região.</p>
<h4 id="mas-como-uma-piaba-pode-prejudicar-outros-peixes-do-acude" style="text-align: justify">Mas como uma piaba pode prejudicar outros peixes do açude?</h4>
<p style="text-align: justify">A introdução de espécies exóticas é considerada uma das maiores causas de perda de biodiversidade nativa em todo planeta, levando muitas espécies à extinção.</p>
<p style="text-align: justify">As espécies exóticas c<span style="font-size: 1.21429rem">ompetem por alimentação e outros recursos com as outras piabas nativas; p</span><span style="font-size: 1.21429rem">odem se alimentar de ovos de várias espécies (inclusive das maiores)</span><span style="font-size: 1.21429rem">; p</span><span style="font-size: 1.21429rem">odem trazer doenças do seu local de origem para o novo ambiente, causando assim um desequilíbrio ambiental.</span></p>
<h4 id="conclusao" style="text-align: justify">Conclusão</h4>
<p style="text-align: justify">A pesquisa destaca que, apesar da importância da transposição de rios para garantir o abastecimento de regiões secas, estes empreendimentos podem representar uma ameaça à biodiversidade.</p>
<p style="text-align: justify">Portanto, esta análise pode servir como um alerta para futuros projetos de transposição para que situações como essa não ocorram com frequência.</p>
<p style="text-align: justify"><em>A pesquisa foi publicada na edição de maio de 2021 da revista <a href="https://doi.org/10.1590/1676-0611-BN-2020-1049">“Biota Neotropica”</a> e foi usada como base para a escrita desse artigo.</em></p>
<p><a href="https://www.scielo.br/pdf/bn/v21n2/1676-0611-bn-21-02-e20201049.pdf"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-71375" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/piaba-1024x554.png" alt="transposição do rio São Francisco" width="1024" height="554" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/piaba-1024x554.png 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/piaba-300x162.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/piaba-768x415.png 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/piaba.png 1085w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></p>
<hr />
<p style="text-align: center">Leia mais artigos do <a href="https://blogdaengenharia.com/">Blog da Engenharia</a> e da coluna <a href="https://blogdaengenharia.com/editoria/engenharia-de-pesca/">Engenharia de Pesca</a>.</p>
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		<title>Peixes exóticos e a disputa desigual com peixes nativos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ivanilson Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 May 2021 11:00:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia de Pesca]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia no Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os peixes exóticos são considerados um dos principais responsáveis pela perda de biodiversidade em diversos ecossistemas aquáticos (extinção&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">Os peixes exóticos são considerados um dos principais responsáveis pela perda de biodiversidade em diversos ecossistemas aquáticos (extinção de espécies).</p>
<p style="text-align: justify">Neste artigo, vamos conhecer mais sobre o que são os peixes exóticos, por que são tão perigosos e algumas alternativas para evitar a sua introdução em locais que não são de sua origem. <span style="color: #000080">Então aperte os cintos e simbora conferir!</span></p>
<h4 id="afinal-o-que-sao-peixes-exoticos" style="text-align: justify">Afinal, o que são peixes exóticos?</h4>
<p style="text-align: justify">Peixes exóticos são espécies que foi transferida de sua localidade original para um lugar onde ela não existia, geralmente pela ação humana, de forma intencional ou não.</p>
<h4 id="mas-a-introducao-de-novas-especies-nao-e-algo-bom-para-um-reservatorio-por-exemplo" style="text-align: justify"><strong>Mas a introdução de novas espécies não é algo bom para um reservatório, por exemplo?</strong></h4>
<p style="text-align: justify">Não, é importante lembrar que um reservatório não apresenta boas condições somente porque há muitos peixes ali, quais espécies que estão presentes importa e muito.</p>
<p style="text-align: justify">As principais motivações de introdução de peixes estão relacionadas à ações humanas visando benefício próprio, são elas:</p>
<ul style="text-align: justify">
<li style="text-align: justify">Aumento da produção de pescado;</li>
<li style="text-align: justify">Repovoamento de estoque pesqueiro;</li>
<li style="text-align: justify">Incremento da pesca esportivo;</li>
<li style="text-align: justify">Aquariofilia.</li>
</ul>
<h4 id="mas-por-que-uma-especie-exotica-e-tao-perigosa" style="text-align: justify">Mas por que uma espécie exótica é tão perigosa?</h4>
<p style="text-align: justify">A fauna e flora presente em uma bacia hidrográfica é resultado de processos evolutivos ao longo de muitos anos, que resultou em um equilíbrio naquele ecossistema.</p>
<p style="text-align: justify">Assim, o peixe exótico ao ser introduzido no novo ambiente, não passou por todo esse processo evolutivo junto aos organismos daquele local, não têm predadores naturais, a maioria são espécies resistentes que possuem ampla tolerância, crescimento e reprodução rápida, são agressivas (competem por espaço e outros recursos), se for carnívora pode predar (se alimentar) espécies nativas.</p>
<p style="text-align: justify">Outro aspecto negativo decorrente da introdução de espécies exóticas é o fato de que trazem consigo novas doenças e pragas para outros peixes, para o ambiente e até mesmo para os humanos.</p>
<p style="text-align: justify">Além disso, esses peixes podem provocar uma mistura de espécies (hibridização) e a pior situação é que essas espécies podem até ocasionar a extinção local de peixes nativos, restando ao pescador, ao povo e ao reservatório somente o peixe que veio de fora.</p>
<p style="text-align: justify"><span style="text-align: justify;font-size: 1.1429rem">Sendo assim, os peixes exóticos podem ser motivo de vários problemas ambientais, econômicos e até de saúde.</span></p>
<h4 id="a-introducao-de-especies-exoticas-e-considerada-crime-ambiental" style="text-align: justify"><strong>A introdução de espécies exóticas é considerada crime ambiental!</strong></h4>
<p style="text-align: justify">A Lei 9.605/98, também conhecida por Lei de Crimes Ambientais, regulamentada pelo Decreto Federal 6.514/08, não só proíbe, mas tipifica como crime: “Introduzir espécime animal no País, sem parecer técnico oficial favorável e licença expedida por autoridade competente (art. 31).</p>
<p style="text-align: justify"><strong><em><span style="color: #000080">DENUNCIA DEVE SER FEITA AO IBAMA PELO NÚMERO: 0800 061 8080</span></em></strong></p>
<h4 id="alternativas" style="text-align: justify"><strong>Alternativas</strong></h4>
<p style="text-align: justify">Não existe apenas uma alternativa, precisamos pensar em diferentes formas como:</p>
<ul style="text-align: justify">
<li style="text-align: justify">Informar, sensibilizar e convencer as comunidades quanto ao risco da introdução de peixes exóticos.</li>
<li>Pressionar órgãos públicos para incentivar o cultivo dos peixes nativos!</li>
<li>Mais pesquisas devem ser feitas, visando o cultivo de peixes nativos para substituir a fonte de proteínas advindas das espécies de peixes de água doce introduzidas nos reservatórios.</li>
<li>Também é possível fazer piscicultura isolada, ou seja, construções de açudes ou viveiros distantes dos cursos dos rios, evitando que as espécies introduzidas em outros locais.</li>
<li>Deixar os reservatórios que fornecem água para a população livres de peixes exóticos!</li>
<li><em style="font-size: 1.21429rem"><em><strong><span style="color: #000080">A conscientização pode começar nas escolas!</span></strong></em></em></li>
</ul>
<hr />
<p style="text-align: justify"><span style="color: #000080"><em>Este artigo foi inspirado e baseado nas seguintes referências: </em></span></p>
<ul>
<li style="text-align: justify"><span style="color: #000080"><em><a style="color: #000080" href="https://www.researchgate.net/publication/325429670_A_disputa_desigual_entre_peixes_nativos_e_exoticos_do_semiarido">Levis C, Ramos TPA, Lima SMQ (2013) A disputa desigual entre peixes nativos e exóticos do semiárido. EDUFRN, Natal, 67pp</a>.</em></span></li>
<li style="text-align: justify"><a style="font-size: 1.21429rem;color: #000080" href="https://www.researchgate.net/publication/299545960_Introducao_de_Especies_em_Ecossistemas_Aquaticos_Causas_Prevencao_e_Medidas_de_Controle"><em>Bellay S, Rosa RR, Fernandes SEP, Silveira MJ (2016). Introdução de espécies em ecossistemas aquáticos: causas, prevenção e medidas de controle. Revista em agronegócio e Meio Ambiente, Maringá (PR).</em></a></li>
</ul>
<hr />
<p style="text-align: center">Leia mais artigos do <a href="https://blogdaengenharia.com/">Blog da Engenharia</a> e da coluna <a href="https://blogdaengenharia.com/editoria/engenharia-de-pesca/">Engenharia de Pesca</a>.</p>
<hr />
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