<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Engenharia de Petróleo Archives | Blog da Engenharia</title>
	<atom:link href="https://blogdaengenharia.com/editoria/engenharia/engenharia-de-petroleo/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://blogdaengenharia.com/editoria/engenharia/engenharia-de-petroleo/</link>
	<description>Conhecimento Técnico que Transforma</description>
	<lastBuildDate>Wed, 17 Apr 2024 13:24:44 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.7.5</generator>

<image>
	<url>https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/11/cropped-Ativo-26@bde4.0-logo-32x32.png</url>
	<title>Engenharia de Petróleo Archives | Blog da Engenharia</title>
	<link>https://blogdaengenharia.com/editoria/engenharia/engenharia-de-petroleo/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Engenharia de Petróleo: Como Funciona a Exploração em Águas Profundas Com Novas Tecnologias</title>
		<link>https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-de-petroleo/engenharia-de-petroleo-exploracao-em-aguas-profundas/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=engenharia-de-petroleo-exploracao-em-aguas-profundas</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação BdE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Apr 2024 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia de Petróleo]]></category>
		<category><![CDATA[águas profundas]]></category>
		<category><![CDATA[AUVs]]></category>
		<category><![CDATA[exploração offshore]]></category>
		<category><![CDATA[impacto ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[ROVs]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia de perfuração]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blogdaengenharia.com/?p=95450</guid>

					<description><![CDATA[<p>A engenharia de petróleo em águas profundas tem enfrentado uma revolução tecnológica nos últimos anos, permitindo a exploração&#8230;</p>
<p>The post <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-de-petroleo/engenharia-de-petroleo-exploracao-em-aguas-profundas/">Engenharia de Petróleo: Como Funciona a Exploração em Águas Profundas Com Novas Tecnologias</a> appeared first on <a href="https://blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A engenharia de petróleo em águas profundas tem enfrentado uma revolução tecnológica nos últimos anos, permitindo a exploração de reservatórios anteriormente inacessíveis e elevando a eficiência e segurança dos processos. Dessa forma, este artigo aborda as novas tecnologias e os desafios da exploração de petróleo em profundidades oceânicas.</p>



<h3 id="automacao-e-robotica" class="wp-block-heading">Automação e Robótica</h3>



<p>Uma das grandes inovações na exploração de petróleo em águas profundas é a introdução de sistemas automatizados e robóticos. Drones subaquáticos, conhecidos como AUVs (Autonomous Underwater Vehicles), e ROVs (Remotely Operated Vehicles) são cruciais para o mapeamento e para operações em condições profundas. Esses equipamentos conseguem atuar onde a pressão e a falta de luz tornam inviável a presença humana. Dessa forma, esses veículos são equipados com sensores avançados que realizam levantamentos sísmicos e coletam dados em tempo real, permitindo uma análise detalhada do substrato marinho e identificação de reservatórios de petróleo.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="614" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/04/image-12.png" alt="engenharia" class="wp-image-95454" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/04/image-12.png 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/04/image-12-300x180.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/04/image-12-768x461.png 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/04/image-12-380x228.png 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/04/image-12-800x480.png 800w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Fonte: Ocean Observatories Initiative</figcaption></figure></div>


<h3 id="tecnologia-de-perfuracao-avancada" class="wp-block-heading">Tecnologia de Perfuração Avançada</h3>



<p>As técnicas de perfuração também passaram por significantes avanços. Assim, a perfuração direcional, que permite a execução de poços com trajetórias complexas, é uma das tecnologias que tem se destacado. Isso é essencial em ambientes profundos, onde os reservatórios podem estar localizados em áreas de difícil acesso ou sob uma camada espessa de sal.</p>



<h3 id="sistemas-de-contencao-de-vazamentos" class="wp-block-heading">Sistemas de Contenção de Vazamentos</h3>



<p>O desastre ambiental no Golfo do México em 2010 foi um divisor de águas para a indústria petrolífera. Desde então, foram desenvolvidos sistemas mais eficazes de prevenção e contenção de vazamentos. Esses sistemas utilizam tecnologias de detecção precoce e barreiras de contenção mais robustas, que podem ser ativadas automaticamente ao detectar a liberação de petróleo, minimizando os impactos ambientais de eventuais vazamentos.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" width="680" height="453" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/04/image-13.png" alt="engenharia" class="wp-image-95455" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/04/image-13.png 680w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/04/image-13-300x200.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/04/image-13-380x253.png 380w" sizes="(max-width: 680px) 100vw, 680px" /><figcaption class="wp-element-caption">Fonte: Reprodução/Exame</figcaption></figure></div>


<h3 id="desafios-logisticos-e-ambientais" class="wp-block-heading">Desafios Logísticos e Ambientais</h3>



<p>Apesar dos avanços tecnológicos, a exploração de petróleo em águas profundas enfrenta desafios significativos. Logisticamente, a operação em locais remotos exige uma infraestrutura complexa e de alto custo, incluindo navios especializados e plataformas de apoio. Assim, do ponto de vista ambiental, as operações em águas profundas estão sujeitas a rigorosas normas regulatórias. Tudo isso para proteção dos ecossistemas marinhos, o que requer uma gestão ambiental cuidadosa e responsável.</p>



<h3 id="conclusao" class="wp-block-heading">Conclusão</h3>



<p>As novas tecnologias na engenharia de petróleo em águas profundas estão revolucionando a capacidade de exploração e produção, superando desafios que antes pareciam intransponíveis. No entanto, o setor continua a enfrentar questões de viabilidade econômica e impactos ambientais, que demandam inovações constantes e sustentáveis.</p>



<p>Por fim, para mais informações sobre as novidades do setor de engenharia e tecnologia, visite o <a href="https://www.blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>, seu portal de conteúdo especializado.</p>
<p>The post <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-de-petroleo/engenharia-de-petroleo-exploracao-em-aguas-profundas/">Engenharia de Petróleo: Como Funciona a Exploração em Águas Profundas Com Novas Tecnologias</a> appeared first on <a href="https://blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Entenda como a Petrobrás revoluciona a separação de óleo e gás com a tecnologia HISEP no pré-sal</title>
		<link>https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-de-petroleo/petrobras-revoluciona-separaca-de-oleo-e-gas/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=petrobras-revoluciona-separaca-de-oleo-e-gas</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação BdE]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Feb 2024 15:01:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia de Petróleo]]></category>
		<category><![CDATA[eficiência de produção]]></category>
		<category><![CDATA[indústria de petróleo]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Petrobrás]]></category>
		<category><![CDATA[Pré-Sal]]></category>
		<category><![CDATA[redução de emissões]]></category>
		<category><![CDATA[separação submarina]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia HISEP]]></category>
		<category><![CDATA[Transição Energética]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blogdaengenharia.com/?p=94038</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Petrobrás está na vanguarda da inovação tecnológica no setor de petróleo e gás com o lançamento da&#8230;</p>
<p>The post <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-de-petroleo/petrobras-revoluciona-separaca-de-oleo-e-gas/">Entenda como a Petrobrás revoluciona a separação de óleo e gás com a tecnologia HISEP no pré-sal</a> appeared first on <a href="https://blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Petrobrás está na vanguarda da inovação tecnológica no setor de petróleo e gás com o lançamento da tecnologia HISEP, uma solução pioneira para a separação de óleo e gás diretamente no fundo do oceano.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img decoding="async" width="768" height="576" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/02/image-1.png" alt="" class="wp-image-94039" style="aspect-ratio:1.3333333333333333;width:453px;height:auto" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/02/image-1.png 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/02/image-1-300x225.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/02/image-1-200x150.png 200w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/02/image-1-260x195.png 260w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/02/image-1-380x285.png 380w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /></figure></div>


<h2 id="a-tecnologia-hisep" class="wp-block-heading">A tecnologia HISEP</h2>



<p>Essa tecnologia, desenvolvida no Centro de Pesquisas da Petrobrás (Cenpes), será aplicada no projeto Mero 3, localizado na prolífica região do pré-sal brasileiro. O uso do HISEP não apenas promete aumentar a eficiência da produção ao desafogar a planta de processamento de gás de superfície, mas também representa um passo significativo na redução das emissões de gases de efeito estufa, alinhando-se com os esforços globais para uma transição energética mais sustentável.</p>



<p>A Petrobrás, em parceria com a FMC Technologies do Brasil, parte da TechnipFMC, que venceu a licitação para o contrato integrado de Engenharia, Aquisição, Construção e Instalação (IEPC), está pronta para implementar esta tecnologia inovadora. O projeto Mero 3, ao adotar o HISEP, não apenas destaca o compromisso da Petrobrás com a inovação e a sustentabilidade ambiental, mas também reforça sua posição como líder na exploração de petróleo em águas profundas.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="480" height="320" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/02/image-2.png" alt="" class="wp-image-94041" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/02/image-2.png 480w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/02/image-2-300x200.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/02/image-2-380x253.png 380w" sizes="(max-width: 480px) 100vw, 480px" /><figcaption class="wp-element-caption">Fonte: reprodução Petroleo Hoje</figcaption></figure></div>


<h2 id="o-potencial-da-nova-tecnologia" class="wp-block-heading">O potencial da nova tecnologia</h2>



<p>A iniciativa de implementar o HISEP em Mero 3, com a interligação ao FPSO Marechal Duque de Caxias e a capacidade de processar significativas quantidades de óleo e gás por dia, ilustra o potencial transformador desta tecnologia. Ela não só tem o potencial de otimizar a produção nos campos com alta Razão Gás-Óleo (RGO) e teor de CO2, mas também de ser um modelo para futuras operações de exploração e produção em todo o mundo.</p>



<h2 id="reducao-do-impacto-ambiental" class="wp-block-heading">Redução do Impacto Ambiental</h2>



<p>Ao adotar a tecnologia HISEP, a Petrobrás não apenas busca a eficiência operacional e a redução do impacto ambiental, mas também reafirma seu papel como uma das empresas mais inovadoras do setor de energia. Este avanço representa um marco importante na jornada da Petrobrás e do Brasil em direção a um futuro energético mais limpo e sustentável, demonstrando o poder da inovação para superar os desafios técnicos e ambientais da indústria de óleo e gás.</p>



<p>Para mais informações sobre inovações tecnológicas e notícias do setor, continue acompanhando o portal <a href="https://chat.openai.com/g/g-sLN4ovrdE-redator-chefe-blog-da-engenharia/c/www.blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>, seu destino para atualizações abrangentes e análises aprofundadas em todas as engenharias.</p>
<p>The post <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-de-petroleo/petrobras-revoluciona-separaca-de-oleo-e-gas/">Entenda como a Petrobrás revoluciona a separação de óleo e gás com a tecnologia HISEP no pré-sal</a> appeared first on <a href="https://blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Engenharia de Petróleo ainda é uma Boa Carreira Diante da Transição Energética?</title>
		<link>https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-de-petroleo/engenharia-de-petroleo-ainda-e-uma-boa/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=engenharia-de-petroleo-ainda-e-uma-boa</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação BdE]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Dec 2023 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia de Petróleo]]></category>
		<category><![CDATA[Adaptação Profissional]]></category>
		<category><![CDATA[carreira em engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Energias Renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[Futuro da Engenharia de Petróleo]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de Trabalho em Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Transição Energética]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blogdaengenharia.com/?p=93317</guid>

					<description><![CDATA[<p>A engenharia de petróleo tem sido uma profissão tradicionalmente associada a altos salários e demanda estável. Contudo, em&#8230;</p>
<p>The post <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-de-petroleo/engenharia-de-petroleo-ainda-e-uma-boa/">Engenharia de Petróleo ainda é uma Boa Carreira Diante da Transição Energética?</a> appeared first on <a href="https://blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A engenharia de petróleo tem sido uma profissão tradicionalmente associada a altos salários e demanda estável. Contudo, em um contexto global de transição energética, com crescente foco em fontes renováveis, muitos questionam se ainda vale a pena investir nessa carreira. Neste artigo, exploraremos diversos aspectos dessa discussão, oferecendo uma visão equilibrada sobre o futuro da engenharia de petróleo.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="585" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/12/eng-de-petroleo-1024x585.jpeg" alt="petróleo" class="wp-image-93318" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/12/eng-de-petroleo-1024x585.jpeg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/12/eng-de-petroleo-300x171.jpeg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/12/eng-de-petroleo-768x439.jpeg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/12/eng-de-petroleo-380x217.jpeg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/12/eng-de-petroleo-800x457.jpeg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/12/eng-de-petroleo-1160x662.jpeg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/12/eng-de-petroleo.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h3 id="o-papel-continuo-do-petroleo-na-economia-global" class="wp-block-heading"><strong>O Papel Contínuo do Petróleo na Economia Global</strong></h3>



<p>Apesar do avanço das energias renováveis, o petróleo ainda desempenha um papel fundamental na economia mundial. Ele é essencial não apenas como fonte de energia, mas também como matéria-prima para a indústria química, farmacêutica e de materiais. Portanto, a demanda por profissionais qualificados na área de engenharia de petróleo deve persistir por várias décadas.</p>



<h3 id="transicao-energetica-e-novas-competencias" class="wp-block-heading"><strong>Transição Energética e Novas Competências</strong></h3>



<p>A transição energética não significa o fim imediato da indústria do petróleo, mas sinaliza uma transformação gradual. Engenheiros de petróleo com habilidades adaptativas e conhecimentos em tecnologias limpas e sustentáveis podem se encontrar em uma posição vantajosa. Eles podem contribuir para tornar a indústria mais eficiente e menos prejudicial ao meio ambiente, trabalhando em projetos de captura e armazenamento de carbono, por exemplo.</p>



<h3 id="diversificacao-de-habilidades-e-flexibilidade" class="wp-block-heading"><strong>Diversificação de Habilidades e Flexibilidade</strong></h3>



<p>Para permanecer relevante, o profissional de engenharia de petróleo deve considerar a diversificação de suas habilidades. Isso inclui familiarizar-se com fontes de energia alternativas e tecnologias emergentes. A capacidade de se adaptar a um setor em constante evolução é crucial.</p>



<h3 id="oportunidades-em-paises-em-desenvolvimento" class="wp-block-heading"><strong>Oportunidades em Países em Desenvolvimento</strong></h3>



<p>Em muitos países em desenvolvimento, o petróleo ainda é a principal fonte de energia e provavelmente continuará assim no curto a médio prazo. Nesses mercados, a demanda por engenheiros de petróleo permanece alta, oferecendo oportunidades significativas para profissionais da área.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="585" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/12/petroleo-1024x585.jpeg" alt="petróleo" class="wp-image-93319" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/12/petroleo-1024x585.jpeg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/12/petroleo-300x171.jpeg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/12/petroleo-768x439.jpeg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/12/petroleo-380x217.jpeg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/12/petroleo-800x457.jpeg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/12/petroleo-1160x662.jpeg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/12/petroleo.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h3 id="desafios-e-responsabilidades-eticas" class="wp-block-heading"><strong>Desafios e Responsabilidades Éticas</strong></h3>



<p>Os profissionais de engenharia de petróleo enfrentam desafios éticos significativos. Eles devem equilibrar as demandas econômicas com a responsabilidade ambiental e social. Este equilíbrio é essencial não apenas para a sustentabilidade do planeta, mas também para a longevidade da própria indústria.</p>



<h3 id="mas-e-ai-vale-a-pena" class="wp-block-heading">Mas e aí, vale a pena?</h3>



<p>A engenharia de petróleo continua sendo uma carreira viável, especialmente para aqueles que estão dispostos a evoluir com o setor. A chave para o sucesso futuro nesta área reside na capacidade de adaptar-se, inovar e aplicar conhecimentos em contextos mais amplos de energia e sustentabilidade.</p>



<p>A engenharia de petróleo ainda tem um papel importante a desempenhar, mas é indiscutível que estamos em uma era de mudança. Profissionais que reconhecem e se adaptam a estas mudanças encontrarão oportunidades, mesmo em uma paisagem em evolução.</p>



<p>Para mais insights e discussões sobre carreiras nas diversas áreas da engenharia, visite o Blog da Engenharia em <a href="http://www.blogdaengenharia.com/">www.blogdaengenharia.com</a>.</p>
<p>The post <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-de-petroleo/engenharia-de-petroleo-ainda-e-uma-boa/">Engenharia de Petróleo ainda é uma Boa Carreira Diante da Transição Energética?</a> appeared first on <a href="https://blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Você já ouviu falar em ouro negro?</title>
		<link>https://blogdaengenharia.com/engenharia/voce-ja-ouviu-falar-em-ouro-negro/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=voce-ja-ouviu-falar-em-ouro-negro</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lílian Barros da Silveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Jul 2023 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia Metalúrgica]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de Petróleo]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia no Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Química]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[#offshore]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blogdaengenharia.com/?p=89955</guid>

					<description><![CDATA[<p>Você já ouviu falar em ouro negro? Após os ciclos econômicos do pau-brasil, ouro, cana de açúcar e&#8230;</p>
<p>The post <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/voce-ja-ouviu-falar-em-ouro-negro/">Você já ouviu falar em ouro negro?</a> appeared first on <a href="https://blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Você já ouviu falar em ouro negro? Após os ciclos econômicos do pau-brasil, ouro, cana de açúcar e café, atualmente o Brasil vive o ciclo econômico do petróleo, sendo apelidado de ouro negro, assim como o café recebeu o apelido de ouro verde.</p>



<p>Em 2020 as receitas advindas do setor offshore contribuíram com cerca de 0,9% do PIB brasileiro. Já em 2022 o setor contribuiu com 1,8% e em 2023 deve passar a contribuir com 3% do PIB brasileiro. Além disso, a previsão é que até 2030 a produção de petróleo aumente entre 70% e 80%.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="700" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/06/grmwvnvssdu-1024x700.jpg" alt="sunset" class="wp-image-90202" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/06/grmwvnvssdu-1024x700.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/06/grmwvnvssdu-300x205.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/06/grmwvnvssdu-768x525.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/06/grmwvnvssdu-1536x1050.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/06/grmwvnvssdu-18x12.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/06/grmwvnvssdu-380x260.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/06/grmwvnvssdu-800x547.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/06/grmwvnvssdu-1160x793.jpg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/06/grmwvnvssdu.jpg 1600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>Photo by Zbynek Burival</figcaption></figure>



<p>A Petrobras, empresa estatal brasileira, já ganhou 4 vezes o prêmio Distinguished Achievement Award for Companies, conhecido como o Oscar da indústria mundial de óleo e gás. </p>



<p>Considerando a relevância que o petróleo tem para a economia brasileira e para a matriz energética mundial, este artigo tem como objetivo revelar algumas curiosidades sobre as reservas nacionais de óleo e gás.</p>



<p class="has-red-color has-text-color"><strong><em>Sendo assim,  através de uma série de perguntas e repostas você vai saber um pouco mais sobre esse assunto. Vamos nessa?</em></strong></p>



<p>Atualmente, qual posição o Brasil ocupa no raking mundial de países <a href="https://www.ibp.org.br/observatorio-do-setor/snapshots/maiores-produtores-mundiais-de-petroleo-em-2020/#:~:text=Atualmente%2C%20o%20Brasil%20%C3%A9%20o,metade%20da%20produ%C3%A7%C3%A3o%20mundial%20total.">produtores de petróleo</a>?<strong><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-red-color"> </mark><em>9ª posição</em></strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="620" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/06/image-1024x620.png" alt="" class="wp-image-89956" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/06/image-1024x620.png 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/06/image-300x182.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/06/image-768x465.png 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/06/image-18x12.png 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/06/image-380x230.png 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/06/image-800x485.png 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/06/image.png 1058w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>Ranking dos maiores produtores de petróleo do mundo. Fonte: Site do IBP </figcaption></figure>



<h3 id="1-qual-o-nome-das-principais-bacias-petroliferas-do-brasil" class="wp-block-heading">1 &#8211; Qual o nome das principais bacias petrolíferas do Brasil? </h3>



<p>Bacia de Campos, Bacia de Santos, Bacia do Espírito Santo e Bacia de Pelotas</p>



<h3 id="2-qual-a-maior-delas" class="wp-block-heading">2 &#8211; Qual a maior delas? </h3>



<p>Bacia de Santos. A Bacia de Santos tem 350 mil quilômetros quadrados (km²) de área, mais que o triplo da Bacia de Campos (cerca de 100 mil km²).</p>



<h3 id="3-qual-o-maior-campo-de-aguas-profundas-do-mundo" class="wp-block-heading">3 &#8211; <strong>Qual o maior campo de águas profundas do mundo?</strong> </h3>



<p>Campo de Búzios. Para ilustrar o tamanho do Campo de Búzios, vale a pena citar o comparativo abaixo.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>&#8220;O campo de Búzios nasceu para ser estrela. Concentra o maior volume de óleo e gás em águas profundas do mundo. Para ter uma noção da área, imagine a Baía de Guanabara – e duplique, com alguns quilômetros ainda faltando. São 852 km², o suficiente para abrigar 115 mil campos de futebol. Haja campeonatos para tudo isso. E da cidade maravilhosa também sai a referência para nos situarmos sobre a espessura do reservatório: de até 480 metros, bem similar à altura do famoso Pão de Açúcar.&nbsp;&#8221;&nbsp;</p><cite>https://nossaenergia.petrobras.com.br/energia/5-curiosidades-sobre-o-maior-campo-em-aguas-profundas-do-mundo/#:~:text=O%20campo%20de%20B%C3%BAzios%20nasceu,115%20mil%20campos%20de%20futebol.</cite></blockquote>



<h3 id="4-qual-o-significado-da-palavra-offshore" class="wp-block-heading">4 &#8211; Qual o significado da palavra offshore?<mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-red-color"> </mark></h3>



<p>Offshore é uma palavra que vem do inglês e significa &#8220;afastado da costa&#8221;. É usada para se referir às atividades de extração de petróleo e gás a partir das reservas localizadas no mar.</p>



<h3 id="5-o-que-e-o-grau-api" class="wp-block-heading">5 &#8211; <strong>O que é o grau API?</strong> </h3>



<p><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-black-color">Grau API é uma escala criada pela American Petroleum Institute para medir a densidade do óleo. A relação entre o grau API e a densidade do petróleo é inversamente proporcional, dessa forma quanto maior o grau API, menor a densidade do óleo e de maior qualidade ele é.</mark></p>



<h3 id="6-o-que-significa-a-unidade-de-medida-boe" class="wp-block-heading">6 &#8211; <strong>O que significa a unidade de medida <a href="https://www.manutencaoesuprimentos.com.br/barril-de-oleo-equivalente-boe/#gsc.tab=0">BOE</a>?</strong> </h3>



<p>Barril de óleo equivalente. Um BOE é a energia equivalente a cerca de 1,7 megawatts de eletricidade e equivalente também à energia de 5.800 metros cúbicos de gás natural. </p>



<p>Essa unidade de energia é utilizada para a comparação de diferentes formas de reservas de combustível, permitindo que uma empresa que tem tanto petróleo como gás dê um valor único para as suas reservas de combustível inteiras. </p>



<h3 id="7-quais-sao-os-tipos-de-plataforma-de-extracao-de-petroleo-e-gas" class="wp-block-heading">7 &#8211; <strong>Quais são os tipos de plataforma de extração de petróleo e gás?</strong> </h3>



<p>Fixa, Autoelevável, Semissubmersível, FPSO, FPSO Monocoluna, TLWP, Navio Sonda</p>



<h3 id="8-o-que-e-o-pre-sal" class="wp-block-heading">8 &#8211; <strong>O que é o pré-sal?</strong> </h3>



<p>De maneira geral, há 3 classificações para as camadas de rocha localizadas abaixo do oceano são elas: o pré-sal, sal e pós-sal. No contexto do offshore brasileiro, pré-sal é a famosa camada onde está localizada as mais profundas reservas de petróleo e gás natural.</p>



<p>O óleo extraído do pré-sal é mais leve que o extraído nos demais campos do país, sendo, portanto de excelente qualidade e apresentando alto valor comercial.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="537" height="358" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/06/image-6.png" alt="" class="wp-image-90072" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/06/image-6.png 537w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/06/image-6-300x200.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/06/image-6-18x12.png 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/06/image-6-380x253.png 380w" sizes="(max-width: 537px) 100vw, 537px" /><figcaption>Imagem das camadas abaixo do oceano</figcaption></figure></div>


<h6 id="quais-inovacoes-tecnologicas-receberam-o-oscar-da-industria-do-oleo-e-gas" class="has-red-color has-text-color wp-block-heading"><strong>Quais inovações tecnológicas receberam o &#8220;Oscar&#8221; da indústria do óleo e gás? </strong></h6>



<ul class="wp-block-list"><li>1992 -&gt; Sistemas de Produção para Águas Profundas &#8211; Marlim </li><li>2001 -&gt; Avanço nas Tecnologias para Águas Profundas – Roncador</li><li>2015 -&gt; Prêmio pelo conjunto de tecnologias desenvolvidas para a produção da camada Pré-Sal </li><li>2021 -&gt; Prêmio pelo conjunto de inovações desenvolvidas para viabilizar a produção em Búzios o maior campo de petróleo em águas profundas do mundo</li></ul>



<h2 id="para-saber-mais-sobre-as-tecnologias-renderam-o-premio-distinguished-achievement-award-for-companies-vale-a-pena-visitar-a-pagina-tecnologias-premiadas-do-pre-sal" class="cnvs-block-section-heading cnvs-block-section-heading-1687488304440 is-style-cnvs-block-section-heading-9 halignleft" >
	<span class="cnvs-section-title">
		<span>Para saber mais sobre as tecnologias renderam o prêmio Distinguished Achievement Award for Companies vale a pena visitar a página <a href="https://presal.petrobras.com.br/tecnologias-pioneiras/?_gl=1*1ehdjmd*_ga*MTI0NzQ2OTQxMC4xNjgzMzk0NDA0*_ga_9TG5WL85H3*MTY4NjQyMTM0MS45LjAuMTY4NjQyMTM0Mi41OS4wLjA.#5">Tecnologias premiadas do&nbsp;Pré-Sal</a>.</span>
	</span>
</h2>



<p>Além dessas, há muitas outras curiosidades sobre o nosso ouro negro. Continue acompanhando nossa página para saber um pouco mais sobre nossas reservas de petróleo e suas tecnologias de exploração.</p>
<p>The post <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/voce-ja-ouviu-falar-em-ouro-negro/">Você já ouviu falar em ouro negro?</a> appeared first on <a href="https://blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Petrobras, a maior investidora do Brasil</title>
		<link>https://blogdaengenharia.com/engenharia/novo-plano-estrategico-da-petrobras/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=novo-plano-estrategico-da-petrobras</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lílian Barros da Silveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 May 2023 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia de Energia]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de Petróleo]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Industrial]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Metalúrgica]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia no Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque-topo]]></category>
		<category><![CDATA[blog da engenharia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blogdaengenharia.com/?p=89070</guid>

					<description><![CDATA[<p>O novo Plano Estratégico da Petrobras, que se refere ao período de 2023 a 2027, consolida a empresa&#8230;</p>
<p>The post <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/novo-plano-estrategico-da-petrobras/">Petrobras, a maior investidora do Brasil</a> appeared first on <a href="https://blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O novo Plano Estratégico da Petrobras, que se refere ao período de 2023 a 2027, consolida a empresa como a maior investidora do Brasil.</p>



<p>Isso porque o volume de investimentos previstos para os próximos 5 anos deve aumentar em 15% em relação ao cenário anterior à pandemia da Covid-19, s<a href="https://petrobras.com.br/fatos-e-dados/novo-plano-estrategico-2023-2027-preve-investimentos-de-us-78-bilhoes-nos-proximos-cinco-anos.htm">egundo divulgado pela companhia</a>.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="780" height="545" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/04/image-6.png" alt="" class="wp-image-89121" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/04/image-6.png 780w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/04/image-6-300x210.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/04/image-6-768x537.png 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/04/image-6-18x12.png 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/04/image-6-380x266.png 380w" sizes="(max-width: 780px) 100vw, 780px" /><figcaption>Comparação dos investimentos da Petrobras antes e após a pandemia da Covid 19</figcaption></figure>



<p class="has-green-color has-text-color"><strong>Faz parte do plano de investimento, o desenvolvimento de iniciativas em baixo carbono voltados para a transição energética, dentre essas iniciativas estão:</strong></p>



<ul class="wp-block-list"><li>Descarbonização das operações da empresa</li><li>Programa BioRefino (diesel renovável e bioquerosene de aviação)</li><li>Pesquisa e Desenvolvimento (P&amp;D) para novas competências</li></ul>



<p>Ainda no contexto da transição energética, foram definidos 3 três novas rotas de geração de energia, nas quais os estudos serão aprofundados e daí, avaliada a viabilidade de desenvolvimento de projetos, essas rotas são: hidrogênio, eólica offshore e captura de carbono.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="734" height="543" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/04/image-5.png" alt="" class="wp-image-89120" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/04/image-5.png 734w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/04/image-5-300x222.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/04/image-5-16x12.png 16w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/04/image-5-380x281.png 380w" sizes="(max-width: 734px) 100vw, 734px" /></figure>



<p>O plano estratégico da Petrobras também prevê a exploração de novas fronteiras de óleo e gás com a implantação de 18 FPSOs (Floating Production Storage and Offloading) entre 2023 e 2027.</p>



<p>Além disso, prevê a expansão do parque de refino, maiores investimentos em biorefino,  expansão da capacidade de processamento e escoamento de gás. Sem contar os investimentos para expansão da capacidade logística, afim de garantir melhor fluxo dos produtos e de suas operações em geral.  </p>



<h2 id="sendo-assim-a-previsao-e-de-que-o-setor-de-oleo-e-gas-brasileiro-seja-o-maior-investidor-do-brasil-nos-proximos-5-anos" class="cnvs-block-section-heading cnvs-block-section-heading-1681859463383 is-style-cnvs-block-section-heading-9 halignleft" >
	<span class="cnvs-section-title">
		<span><strong>Sendo assim, a previsão é de que o setor de óleo e gás brasileiro seja o maior investidor do Brasil nos próximos 5 anos. </strong></span>
	</span>
</h2>
<p>The post <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/novo-plano-estrategico-da-petrobras/">Petrobras, a maior investidora do Brasil</a> appeared first on <a href="https://blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Petrobras inova com navio-plataforma que reduz pela metade emissões de Marlim em Campos</title>
		<link>https://blogdaengenharia.com/engenharia/fpso-anita-garibaldi/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=fpso-anita-garibaldi</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação BdE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Apr 2023 01:42:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia de Petróleo]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque-topo]]></category>
		<category><![CDATA[#blogdaengenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Anita Garibaldi]]></category>
		<category><![CDATA[blog da engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Blog de Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Estudantes de Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[FSPO]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blogdaengenharia.com/?p=89230</guid>

					<description><![CDATA[<p>O novo FPSO Anita Garibaldi está em fase de finalização no Estaleiro Jurong Aracruz, no Espírito Santo, e&#8230;</p>
<p>The post <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/fpso-anita-garibaldi/">Petrobras inova com navio-plataforma que reduz pela metade emissões de Marlim em Campos</a> appeared first on <a href="https://blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O novo <strong>FPSO Anita Garibaldi </strong>está em fase de finalização no <strong>Estaleiro Jurong Aracruz</strong>, no Espírito Santo, e se prepara para entrar em operação no segundo semestre deste ano. A plataforma faz parte do Projeto de Revitalização dos Campos de Marlim e Voador, com a unidade <strong>flutuante Anna Nery</strong>, e será essencial para o futuro da exploração de óleo e gás no território brasileiro.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/04/Eng-Eduardo-Cavalcanti-visita-FPSO-Anita-Garibaldi-Blog-da-Engenharia2-1024x576.jpg" alt="Eng Eduardo Cavalcanti visita FPSO Anita Garibaldi - Blog da Engenharia2" class="wp-image-89240" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/04/Eng-Eduardo-Cavalcanti-visita-FPSO-Anita-Garibaldi-Blog-da-Engenharia2-1024x576.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/04/Eng-Eduardo-Cavalcanti-visita-FPSO-Anita-Garibaldi-Blog-da-Engenharia2-300x169.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/04/Eng-Eduardo-Cavalcanti-visita-FPSO-Anita-Garibaldi-Blog-da-Engenharia2-768x432.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/04/Eng-Eduardo-Cavalcanti-visita-FPSO-Anita-Garibaldi-Blog-da-Engenharia2-18x10.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/04/Eng-Eduardo-Cavalcanti-visita-FPSO-Anita-Garibaldi-Blog-da-Engenharia2-380x214.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/04/Eng-Eduardo-Cavalcanti-visita-FPSO-Anita-Garibaldi-Blog-da-Engenharia2-800x450.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/04/Eng-Eduardo-Cavalcanti-visita-FPSO-Anita-Garibaldi-Blog-da-Engenharia2-1160x652.jpg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/04/Eng-Eduardo-Cavalcanti-visita-FPSO-Anita-Garibaldi-Blog-da-Engenharia2.jpg 1450w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>Eng Eduardo Cavalcanti entrando no FSPO Anita Garibaldi | Foto: Blog da Engenharia</figcaption></figure>



<p>O time do <strong>Blog da Engenharia</strong> teve a oportunidade de visitar a <strong>FPSO Anita Garibaldi</strong>, representado pelo <strong>Eng. Eduardo Cavalcanti </strong>e pelo <strong>colunista Felipe Santana</strong>. Durante a visita, foi possível conferir de perto como funciona a produção de petróleo e gás em alto mar, além de conhecer os equipamentos e tecnologias utilizados na unidade. A equipe pôde ver de perto a complexidade do processo de produção, desde a extração até o armazenamento e escoamento do petróleo.</p>



<h2 id="novo-fpso-com-capacidade-para-produzir-ate-80-mil-barris-de-petroleo-por-dia" class="wp-block-heading">Novo FPSO com capacidade para produzir até 80 mil barris de petróleo por dia</h2>



<p>O <strong>FPSO Anita Garibaldi </strong>tem capacidade de produção diária de <strong>até 80 mil barris</strong> de <strong>petróleo</strong> (<strong>bpd</strong>) e pode processar até 7 milhões de m³ de gás/dia. A unidade será interligada a 43 poços, com pico de produção previsto para 2026, e produzirá óleo dos reservatórios de pós-sal de Marlim e Voador e do reservatório de pré-sal de Brava.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/04/Eng-Eduardo-Cavalcanti-visita-FPSO-Anita-Garibaldi-Blog-da-Engenharia4-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-89242" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/04/Eng-Eduardo-Cavalcanti-visita-FPSO-Anita-Garibaldi-Blog-da-Engenharia4-1024x576.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/04/Eng-Eduardo-Cavalcanti-visita-FPSO-Anita-Garibaldi-Blog-da-Engenharia4-300x169.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/04/Eng-Eduardo-Cavalcanti-visita-FPSO-Anita-Garibaldi-Blog-da-Engenharia4-768x432.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/04/Eng-Eduardo-Cavalcanti-visita-FPSO-Anita-Garibaldi-Blog-da-Engenharia4-18x10.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/04/Eng-Eduardo-Cavalcanti-visita-FPSO-Anita-Garibaldi-Blog-da-Engenharia4-380x214.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/04/Eng-Eduardo-Cavalcanti-visita-FPSO-Anita-Garibaldi-Blog-da-Engenharia4-800x450.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/04/Eng-Eduardo-Cavalcanti-visita-FPSO-Anita-Garibaldi-Blog-da-Engenharia4-1160x652.jpg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/04/Eng-Eduardo-Cavalcanti-visita-FPSO-Anita-Garibaldi-Blog-da-Engenharia4.jpg 1450w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>FSPO Anita Garibaldi | Foto: Blog da Engenharia</figcaption></figure>



<h2 id="campanha-de-revitalizacao-do-campo-de-marlim-e-estrategica-para-a-petrobras" class="wp-block-heading">Campanha de revitalização do Campo de Marlim é estratégica para a Petrobras</h2>



<p>A campanha de revitalização do Campo de Marlim será essencial para o futuro da Petrobras no mercado da Bacia de Campos, segundo o presidente da estatal, Jean Paul Prates. Marlim é um ícone dos campos gigantes do pós-sal e a finalização da obra do navio plataforma Anita Garibaldi reitera ainda mais o protagonismo conferido pela Petrobras ao ativo e a outros projetos da Bacia de Campos.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="768" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/04/Foto-Aérea-Novo-FPSO-Anita-Garibaldi-se-prepara-para-campanha-da-Petrobras-no-Campo-de-Marlim-Blog-da-Engenharia1-1024x768.jpg" alt="" class="wp-image-89231" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/04/Foto-Aérea-Novo-FPSO-Anita-Garibaldi-se-prepara-para-campanha-da-Petrobras-no-Campo-de-Marlim-Blog-da-Engenharia1-1024x768.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/04/Foto-Aérea-Novo-FPSO-Anita-Garibaldi-se-prepara-para-campanha-da-Petrobras-no-Campo-de-Marlim-Blog-da-Engenharia1-300x225.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/04/Foto-Aérea-Novo-FPSO-Anita-Garibaldi-se-prepara-para-campanha-da-Petrobras-no-Campo-de-Marlim-Blog-da-Engenharia1-768x576.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/04/Foto-Aérea-Novo-FPSO-Anita-Garibaldi-se-prepara-para-campanha-da-Petrobras-no-Campo-de-Marlim-Blog-da-Engenharia1-16x12.jpg 16w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/04/Foto-Aérea-Novo-FPSO-Anita-Garibaldi-se-prepara-para-campanha-da-Petrobras-no-Campo-de-Marlim-Blog-da-Engenharia1-200x150.jpg 200w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/04/Foto-Aérea-Novo-FPSO-Anita-Garibaldi-se-prepara-para-campanha-da-Petrobras-no-Campo-de-Marlim-Blog-da-Engenharia1-260x195.jpg 260w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/04/Foto-Aérea-Novo-FPSO-Anita-Garibaldi-se-prepara-para-campanha-da-Petrobras-no-Campo-de-Marlim-Blog-da-Engenharia1-380x285.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/04/Foto-Aérea-Novo-FPSO-Anita-Garibaldi-se-prepara-para-campanha-da-Petrobras-no-Campo-de-Marlim-Blog-da-Engenharia1-800x600.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/04/Foto-Aérea-Novo-FPSO-Anita-Garibaldi-se-prepara-para-campanha-da-Petrobras-no-Campo-de-Marlim-Blog-da-Engenharia1-1160x870.jpg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/04/Foto-Aérea-Novo-FPSO-Anita-Garibaldi-se-prepara-para-campanha-da-Petrobras-no-Campo-de-Marlim-Blog-da-Engenharia1.jpg 1250w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>FSPO Anita Garibaldi | Foto: Blog da Engenharia</figcaption></figure>



<p>A revitalização de Marlim e Voador, juntamente com a entrada em operação das novas plataformas, faz parte do Plano de Renovação da Bacia de Campos, voltado para a revitalização de ativos maduros operados pela companhia na região. O projeto prevê a substituição de 10 plataformas por duas, com capacidade de produzir em conjunto até 150 mil barris por dia (bpd).</p>



<h2 id="petrobras-busca-aumentar-producao-e-reduzir-custos" class="wp-block-heading">Petrobras busca aumentar produção e reduzir custos</h2>



<p>A visita do Blog da Engenharia, representado pelo Eng. Eduardo Cavalcanti, à plataforma Anita Garibaldi, reforça a importância do projeto de revitalização do Campo de Marlim para as operações futuras da Petrobras. A companhia busca aumentar sua produção e reduzir custos com a substituição das antigas plataformas por novas unidades mais eficientes.</p>



<p>Além disso, o<strong> Plano Estratégico 2023 – 2027</strong> prevê a entrada em operação de 36 poços na região do Espírito Santo, onde está localizado o Estaleiro Jurong Aracruz. A perfuração de cinco poços exploratórios, a aquisição de dados de reservatório e o início de produção do FPSO Maria Quitéria no projeto integrado do Parque das Baleias, em 2024, também fazem parte do plano.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/04/Eng-Eduardo-Cavalcanti-visita-FPSO-Anita-Garibaldi-Blog-da-Engenharia10-1024x576.jpg" alt="Eng. Eduardo Cavalcanti do Blog da Engenharia em visita no FSPO Anita Garibaldi | Foto: Blog da Engenharia" class="wp-image-89248" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/04/Eng-Eduardo-Cavalcanti-visita-FPSO-Anita-Garibaldi-Blog-da-Engenharia10-1024x576.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/04/Eng-Eduardo-Cavalcanti-visita-FPSO-Anita-Garibaldi-Blog-da-Engenharia10-300x169.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/04/Eng-Eduardo-Cavalcanti-visita-FPSO-Anita-Garibaldi-Blog-da-Engenharia10-768x432.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/04/Eng-Eduardo-Cavalcanti-visita-FPSO-Anita-Garibaldi-Blog-da-Engenharia10-18x10.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/04/Eng-Eduardo-Cavalcanti-visita-FPSO-Anita-Garibaldi-Blog-da-Engenharia10-380x214.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/04/Eng-Eduardo-Cavalcanti-visita-FPSO-Anita-Garibaldi-Blog-da-Engenharia10-800x450.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/04/Eng-Eduardo-Cavalcanti-visita-FPSO-Anita-Garibaldi-Blog-da-Engenharia10-1160x652.jpg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/04/Eng-Eduardo-Cavalcanti-visita-FPSO-Anita-Garibaldi-Blog-da-Engenharia10.jpg 1450w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>Eng. Eduardo Cavalcanti do Blog da Engenharia em visita no FSPO Anita Garibaldi | Foto: Blog da Engenharia</figcaption></figure>



<p>Com a previsão de início das operações do FPSO Anita Garibaldi no Campo de Marlim, a Petrobras está cada vez mais próxima da campanha de revitalização da Bacia de Campos e da consolidação de sua posição no mercado de óleo e gás brasileiro.</p>



<h3 id="acao-importante-em-tempos-de-mudancas-climaticas" class="wp-block-heading">Ação Importante em Tempos de Mudanças Climáticas</h3>



<p>A iniciativa da Petrobras é importante em um momento em que as mudanças climáticas têm se tornado cada vez mais urgentes. A empresa, que já foi alvo de críticas por suas atividades que impactam o meio ambiente, tem se esforçado para reduzir suas emissões e adotar práticas mais sustentáveis em suas operações.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/04/Eng-Eduardo-Cavalcanti-e-Felipe-Santana-visita-FPSO-Anita-Garibaldi-Blog-da-Engenharia1-1-1024x576.jpg" alt="Felipe Santana e Eduardo Cavalcanti, ambos representando o Blog da Engenharia na visita ao FPSO Anita Garibaldi" class="wp-image-89280" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/04/Eng-Eduardo-Cavalcanti-e-Felipe-Santana-visita-FPSO-Anita-Garibaldi-Blog-da-Engenharia1-1-1024x576.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/04/Eng-Eduardo-Cavalcanti-e-Felipe-Santana-visita-FPSO-Anita-Garibaldi-Blog-da-Engenharia1-1-300x169.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/04/Eng-Eduardo-Cavalcanti-e-Felipe-Santana-visita-FPSO-Anita-Garibaldi-Blog-da-Engenharia1-1-768x432.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/04/Eng-Eduardo-Cavalcanti-e-Felipe-Santana-visita-FPSO-Anita-Garibaldi-Blog-da-Engenharia1-1-18x10.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/04/Eng-Eduardo-Cavalcanti-e-Felipe-Santana-visita-FPSO-Anita-Garibaldi-Blog-da-Engenharia1-1-380x214.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/04/Eng-Eduardo-Cavalcanti-e-Felipe-Santana-visita-FPSO-Anita-Garibaldi-Blog-da-Engenharia1-1-800x450.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/04/Eng-Eduardo-Cavalcanti-e-Felipe-Santana-visita-FPSO-Anita-Garibaldi-Blog-da-Engenharia1-1-1160x652.jpg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/04/Eng-Eduardo-Cavalcanti-e-Felipe-Santana-visita-FPSO-Anita-Garibaldi-Blog-da-Engenharia1-1.jpg 1450w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>Felipe Santana e Eduardo Cavalcanti, ambos representando o Blog da Engenharia na visita ao FPSO Anita Garibaldi | Foto: Blog da Engenharia</figcaption></figure>



<p><strong><a href="https://www.linkedin.com/in/eduardoscavalcanti/" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener">Eng. Eduardo Cavalcanti</a> </strong>e <strong><a href="https://www.linkedin.com/in/felipsantna/" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener">Felipe Santana</a></strong>, ambos do <strong>Blog da Engenharia</strong>, estiveram na plataforma pouco antes de sua partida e puderam constatar de perto os avanços tecnológicos e a eficiência energética da nova unidade. &#8220;<em>É muito importante para o Brasil e para o mundo que a Petrobras esteja investindo em tecnologia e inovação, sempre buscando reduzir suas emissões de gases de efeito estufa e aumentar sua produção de forma sustentável</em>&#8220;, afirmou Eduardo Cavalcanti.</p>



<h3 id="impacto-ambiental-reduzido" class="wp-block-heading">Impacto Ambiental Reduzido</h3>



<p>Uma das principais vantagens do novo navio-plataforma é a sua capacidade de reduzir em até 50% as emissões de gases de efeito estufa na produção de petróleo em Marlim, um importante campo de petróleo localizado na Bacia de Campos. O gerente de unidades afretadas na fase de projeto da Petrobras, Carlos Romeiro, destaca que a substituição das antigas plataformas é uma ação importante para reduzir a emissão de gases poluentes.</p>



<p>Com as novas unidades, a expectativa é de que a produção da Bacia de Campos alcance até 900 mil barris de óleo equivalente por dia em 2027, o triplo do que seria possível sem a modernização das plataformas. Além disso, a plataforma Anita Garibaldi, juntamente com a plataforma Ana Nery, também interligada em Marlim, irá produzir 150 mil barris de petróleo por dia a partir do segundo semestre deste ano.</p>



<h2 id="como-funciona-a-producao-de-petroleo" class="wp-block-heading">Como funciona a produção de petróleo</h2>



<p>A produção de petróleo inicia-se com a prospecção, que é a busca por reservas de petróleo no subsolo. Essa etapa é realizada por meio de técnicas de geologia e geofísica, que permitem identificar a presença de petróleo em camadas profundas da terra. Após a descoberta, é necessário realizar a perfuração dos poços de petróleo, que podem ter milhares de metros de profundidade.</p>



<p>Uma vez que o petróleo é extraído do poço, ele passa por uma série de processos para separar os componentes líquidos e gasosos e remover impurezas. Em seguida, o petróleo é transportado para refinarias, onde é processado para produção de combustíveis e outros derivados.</p>



<h2 id="a-importancia-da-fpso-na-producao-de-petroleo" class="wp-block-heading">A importância da FPSO na produção de petróleo</h2>



<p>A <strong>FPSO</strong> (<strong>Floating Production Storage and Offloading</strong>) é uma unidade flutuante que desempenha um papel crucial na produção de petróleo em alto mar. Ela é projetada para armazenar, processar e transferir petróleo e gás natural produzidos por plataformas de petróleo para navios petroleiros. A FPSO é uma solução flexível e econômica para produção em áreas remotas ou profundas, onde a construção de uma plataforma fixa pode não ser viável.</p>



<p>A FPSO é uma estrutura complexa que pode abrigar desde sistemas de produção e armazenamento até alojamentos para a equipe de operação. Ela é equipada com equipamentos de separação de água e óleo, compressores, geradores elétricos e outras unidades para processamento e tratamento do petróleo. Além disso, a FPSO pode ser conectada a poços de petróleo por meio de dutos submarinos ou por meio de navios-tanque que transferem o produto para armazenamento e posterior transporte.</p>



<p>Em resumo, a <strong>FPSO </strong>é uma <strong>peça fundamental na cadeia </strong>de produção de petróleo em alto mar, permitindo que plataformas remotas possam produzir e transportar o petróleo de forma eficiente e econômica.</p>
<p>The post <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/fpso-anita-garibaldi/">Petrobras inova com navio-plataforma que reduz pela metade emissões de Marlim em Campos</a> appeared first on <a href="https://blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Uma análise do petróleo no contexto COVID-19</title>
		<link>https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-de-petroleo/petroleo-no-contexto-covid-19/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=petroleo-no-contexto-covid-19</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Helberte Braz S. Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Apr 2022 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia de Petróleo]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de Minas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque-topo]]></category>
		<category><![CDATA[COVID]]></category>
		<category><![CDATA[helbert braz]]></category>
		<category><![CDATA[helberte braz]]></category>
		<category><![CDATA[helberte braz santos pereira]]></category>
		<category><![CDATA[Petrobrás]]></category>
		<category><![CDATA[petróleo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blogdaengenharia.com/?p=79596</guid>

					<description><![CDATA[<p>O primeiro caso de covid-19 no mundo, ocorreu em Wuhan (China) no final do ano de 2019. Por&#8230;</p>
<p>The post <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-de-petroleo/petroleo-no-contexto-covid-19/">Uma análise do petróleo no contexto COVID-19</a> appeared first on <a href="https://blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-left">O primeiro caso de covid-19 no mundo, ocorreu em Wuhan (China) no final do ano de 2019. Por ter sido o epicentro do vírus, sofreu um grande impacto inicialmente. A Agência Internacional de Energia (IEA, na sigla inglês) estimava que a demanda chinesa por petróleo seria de 1,8 milhão de barris por dia inferior à de 2019 no primeiro quadrimestre de 2020.</p>



<p>Com o isolamento do mundo, vários setores da economia foram afetados. Na indútria<br>petroleira o impacto não poderia ser diferente. Com as paradas de operação e pela interrupção no fornecimento de materiais, a demanda teve uma grande queda.</p>



<p>No fechamento do mercado internacional do petróleo, em março, o preço do barril do<br>petróleo caiu 30%, a maior queda desde a Guerra do Golfo Pérsico de 1991. A previsão para 2020 era de que a economia mundial crescesse 3%, mas segundo o balanço mensal da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP), essa estimativa caiu para 2,4% durante o início pandemia global (três primeiros meses).</p>



<figure class="wp-block-image is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://www.infoescola.com/wp-content/uploads/2012/07/petroleo_727266628-600x337.jpg" alt="" width="701" height="394" /><figcaption>Tanques para armazenamento de petróleo. Foto: Avigator Fortuner / Shutterstock.com<br></figcaption></figure>



<p>A crise do petróleo atingiu o desempenho financeiro da britânica BP, a primeira grande<br>empresa a divulgar seu balanço do primeiro trimestre do ano de 2020. Os lucros da empresa despencaram 67% nos primeiros três meses de 2020 para US $ 800 milhões, mesmo o agravamento do coronavírus começando em meados de fevereiro.</p>



<p>A indústria do petróleo é uma das indústrias mais vulneráveis ao coronavírus. Principalmente no início da pandemia, as pessoas não enchiam os tanques de seus carros (ou pelo menos não os enchiam com tanta frequência), e os aviões da companhia aérea estavam estacionados.</p>



<h2 id="fechamento-do-ano-2020" class="wp-block-heading">Fechamento do ano 2020</h2>



<p>De acordo com o site Poder 360 o barril do petróleo encerrou 2020 mais barato do que<br>começou. Os contratos do petróleo Brent (referência do Mar do Norte, na costa do Reino Unido) fecharam 31.dez.2020 em US$ 51,80, uma queda de 21,5% em comparação ao preço de 2019 (US$ 66,00). Já o petróleo dos Estados Unidos (WTI) concluiu as operações a US$ 48,52 o barril, redução de 20,5% em relação ao valor de referência do fim do ano passado (US$ 61,06).</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://img.r7.com/images/um-funcionario-segura-uma-amostra-de-petroleo-bruto-no-campo-de-petroleo-yarakta-de-propriedade-da-irkutsk-oil-co-na-regiao-de-irkutsk-russia-18072021155604431?dimensions=771x420&amp;&amp;resize=771x420&amp;crop=1199x653+0+170&amp;resize=771x420&amp;crop=1199x653+0+170" alt="Funcionário segura amostra de petróleo bruto no campo de Yarakt, na região de Irkutsk, Rússia" /><figcaption>Funcionário segura amostra de petróleo bruto no campo de Yarakt, na região de Irkutsk, Rússia<br>VASILY FEDOSENKO/REUTERS &#8211; 11/03/2019<br></figcaption></figure>



<h2 id="valores-de-combustiveis-altos" class="wp-block-heading">Valores de combustíveis altos</h2>



<p>Desde o início de 2021, o preço da gasolina por litro nas refinarias aumentou 34,78%, e<br>o preço do diesel aumentou 27,72%. Esse aumento de receita é repassado à população por meio de distribuidoras e postos de serviços. Só neste ano, a gasolina quadruplicou. Nos postos de gasolina, a gasolina é vendida a preços superiores a 5 reais.</p>



<p>O motivo de tantos aumentos nos preços dos combustíveis é a política de preços adotada pela Petrobras. Desde o golpe de 2016 e o impeachment da presidente Dilma, o governo Temer e agora o Bolsonaro passaram a adotar os preços internacionais do petróleo, ou seja, se o preço do petróleo estrangeiro subir, o preço do petróleo Brasil vai subir.</p>



<h2 id="analise-petroleo-2021" class="wp-block-heading">Análise Petróleo 2021</h2>



<p>De acordo com a Petrobrás no 1T21, mantiveram um sólido desempenho operacional,<br>mesmo com o agravamento da pandemia da COVID-19 no Brasil. A produção média de óleo, LGN e gás natural no 1T21 foi de 2,77 MMboed, 3,1% acima do 4T20 devido à continuidade do ramp-up da plataforma P-70, instalada no campo de Atapu, e a menores perdas com paradas para manutenção em plataformas do présal. Quando comparado com o 1T20, a produção teve uma redução de 5% devido, principalmente, aos desinvestimentos concluídos ao longo de 2020 e início de 2021 e ao declínio natural de produção, que teve uma média de 11% nos projetos que já atingiram o seu pico de produção e entraram na fase de declínio.</p>



<p>A produção no pré-sal totalizou 1,90 MMboed no trimestre, representando 69% da produção total da Petrobras contra 63% registrados no 1T20. A produção nas plataformas do campo de Búzios aumentou 14%, devido, principalmente, à maior eficiência e à estabilização das unidades. Registramos, também, aumento da produção no campo de Tupi, devido ao término do ramp-up da P-67, e nos campos de Berbigão, Sururu e Atapu, com a continuidade do ramp-up das plataformas P-68 e P-70.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://clickpetroleoegas.com.br/wp-content/uploads/2021/04/Petroleo-veiculos-eletricos-789x490.jpg" alt="Petróleo veículos elétricos" /></figure>



<h2 id="fechamento-do-ano-2021" class="wp-block-heading">Fechamento do ano 2021</h2>



<p>A <a href="https://petrobras.com.br/pt/">Petrobras</a> anunciou em 09 de fevereiro de 2022 que superou todas as metas de produção estabelecidas para 2021, estabelecendo diversos recordes, incluindo resultados na produção própria do pré-sal, com média anual de 1,95 milhão de barris de óleo equivalente, respondendo por 70% do total da empresa.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“Nossa produção no pré-sal vem crescendo rapidamente e o recorde registrado representa mais do que o dobro do volume que produzíamos nesta camada há cinco anos”</p><cite><p> disse o diretor de Desenvolvimento da Produção, João Henrique Rittershaussen</p></cite></blockquote>



<p>A Petrobras também destacou um aumento de 8,5% nas vendas de derivados em 2021 em relação a 2020, com ênfase no aumento da comercialização de gasolina, diesel e querosene para aviação, principalmente devido ao forte impacto das vendas de derivado da pandemia do novo coronavírus em 2020, além da menor importação de gasolina e diesel por terceiros entre os períodos, resultando em aumento da participação da companhia no mercado.</p>



<p>Outro derivado que contribui para o crescimento das vendas totais é o óleo combustível, que aumentou em 2021 em relação ao ano anterior, devido ao aumento da demanda para uso em térmicas.</p>



<p>A Petrobras também bateu recordes anuais de vendas e produção de diesel S-10 em 2021, proporcionando melhores resultados ambientais e econômicos para os usuários. As vendas de diesel S-10 aumentaram 34,7% e a produção aumentou 10%.</p>
<p>The post <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-de-petroleo/petroleo-no-contexto-covid-19/">Uma análise do petróleo no contexto COVID-19</a> appeared first on <a href="https://blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Segurança e saúde nas plataformas de petróleo</title>
		<link>https://blogdaengenharia.com/secoes/colunistas-blog-da-engenharia/seguranca-plataforma-petroleo/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=seguranca-plataforma-petroleo</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Matheus Meneses Mendonça]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Apr 2021 12:32:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia de Petróleo]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de Segurança do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de Segurança no Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Inferior]]></category>
		<category><![CDATA[#BDE]]></category>
		<category><![CDATA[#blogdaengenharia]]></category>
		<category><![CDATA[#engenhariadepetroleo]]></category>
		<category><![CDATA[acidentes]]></category>
		<category><![CDATA[analise de riscos]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[epi]]></category>
		<category><![CDATA[explosao]]></category>
		<category><![CDATA[Gás]]></category>
		<category><![CDATA[incêndio]]></category>
		<category><![CDATA[Matheus Mendonça]]></category>
		<category><![CDATA[Matheus Meneses]]></category>
		<category><![CDATA[Matheus Meneses Mendonça]]></category>
		<category><![CDATA[oil]]></category>
		<category><![CDATA[petróleo]]></category>
		<category><![CDATA[plataforma]]></category>
		<category><![CDATA[riscos]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[segurança]]></category>
		<category><![CDATA[site de engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blogdaengenharia.com/?p=70721</guid>

					<description><![CDATA[<p>A maioria das plataformas de petróleo estão localizadas a quilômetros da costa. Além disso, desempenham atividades complexas como&#8230;</p>
<p>The post <a href="https://blogdaengenharia.com/secoes/colunistas-blog-da-engenharia/seguranca-plataforma-petroleo/">Segurança e saúde nas plataformas de petróleo</a> appeared first on <a href="https://blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A maioria das plataformas de petróleo estão localizadas a quilômetros da costa. Além disso, desempenham atividades complexas como a de perfuração, produção e tratamento de <a href="https://blogdaengenharia.com/o-fim-do-petroleo-entenda-as-previsoes-e-alternativas/">petróleo</a> e <a href="https://blogdaengenharia.com/finalizado-gas-natural-e-glp-entenda-a-diferenca/">gás</a>.</p>
<p>Vale ressaltar também que além de fazer essas atividades, é necessário que a plataforma se mantenha estável em alto mar e operando 24h/dia, ou seja, sem parar.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-70741 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/rig-2251648_1920.jpg" alt="Segurança plataforma" width="1920" height="1280" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/rig-2251648_1920.jpg 1920w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/rig-2251648_1920-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/rig-2251648_1920-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/rig-2251648_1920-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/rig-2251648_1920-1536x1024.jpg 1536w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></p>
<p>Assim, essa grande complexidade de atividades envolvendo várias áreas da engenharia gera grandes riscos para a <a href="https://atosoficiais.com.br/anp/">segurança</a> do trabalho nesses locais.</p>
<h3 id="a-seguranca-dos-colaboradores-nas-plataformas-de-petroleo">A segurança dos colaboradores nas plataformas de petróleo</h3>
<p>Nas plataformas de petróleo existem os mais diversos tipos de profissioanais. Há colaboradores das áreas de saúde, mergulho, engenharia, hotelaria, gastronomia, entre outros.</p>
<p>Por mais diferentes que sejam os profissionais e suas áreas de atuação, todos eles precisam passar por treinamentos padronizados de segurança do trabalho.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-70743 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/ocean-1283641_1920.jpg" alt="Segurança" width="1920" height="1271" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/ocean-1283641_1920.jpg 1920w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/ocean-1283641_1920-300x199.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/ocean-1283641_1920-1024x678.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/ocean-1283641_1920-768x508.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/ocean-1283641_1920-1536x1017.jpg 1536w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></p>
<p>Além disso, para que se possa trabalhar embarcado, as empresas exigem que os trabalhadores possuam cursos como os de salvatagem e de escape de aeronave submersa.</p>
<p>Ambos os cursos citados acima preparam os colaboradores para situações de emergência em que seja necessário o escape com segurança da plataforma, aeronave ou embarcação de transporte.</p>
<h3 id="principais-riscos">Principais riscos</h3>
<h5 id="incendios">Incêndios</h5>
<p>O risco de incêndios é a principal ameaça para uma plataforma, pois oferece perigo tanto para os trabalhadores quanto para a plataforma que pode ser destruída por completo.</p>
<p>Esse risco se deve ao manuseio de produtos inflamáveis como o petróleo e o gás natural. Além disso, este último é armazenado sob altas pressões, o que aumenta os riscos associados.</p>
<p>Assim, todas as plataformas devem seguir um rigoroso protocolo contra incêndios. Isso porque o risco é alto e o prejuízo é imensurável, já que envolve vidas.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-70746 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/6577-scaled.jpg" alt="" width="2560" height="2560" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/6577-scaled.jpg 2560w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/6577-300x300.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/6577-1024x1024.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/6577-150x150.jpg 150w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/6577-768x768.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/6577-1536x1536.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/6577-2048x2048.jpg 2048w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/6577-180x180.jpg 180w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/6577-400x400.jpg 400w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/6577-600x600.jpg 600w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></p>
<h5 id="vazamento-de-gases">Vazamento de gases</h5>
<p>Durante o tratamento primário do óleo, que ocorre nas plataformas, pode haver a liberação de gases tóxicos como o sulfeto de hidrogênio (H<sub>2</sub>S), monóxido de carbono (CO) e dióxido de carbono (CO<sub>2</sub>).</p>
<p>Dessa forma, o vazamento de gases representa um grande risco à saúde dos trabalhadores comprometendo a segurança.</p>
<p>Assim, exige-se o planejamento de uma rede de encanamento para que esses gases sejam tratados e não ocorram vazamentos.</p>
<h5 id="exposicao-solar">Exposição solar</h5>
<p>Grande parte das atividades em plataformas petrolíferas são executadas em sua superfície ou até mesmo no próprio mar.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-70740 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/sunset-2180346_1920.jpg" alt="" width="1920" height="742" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/sunset-2180346_1920.jpg 1920w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/sunset-2180346_1920-300x116.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/sunset-2180346_1920-1024x396.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/sunset-2180346_1920-768x297.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/sunset-2180346_1920-1536x594.jpg 1536w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></p>
<p>Dessa forma, há uma exposição solar elevada, demandando obrigatoriamente a utilização de EPIs para que os riscos sejam minimizados.</p>
<h5 id="explosoes">Explosões</h5>
<p>Esse risco está relacionado ao de vazamento de fluidos inflamáveis. A grande complexidade das tubulações e armazenamento de óleo e gás torna a tarefa de evitar vazamentos bastante complicada.</p>
<p>Nesse contexto, não é difícil encontrar casos de plataformas petrolíferas que sofreram com explosões.</p>
<h2 id="como-minimizar-os-riscos-nas-plataformas-de-petroleo">Como minimizar os riscos nas plataformas de petróleo?</h2>
<p>Apesar de haver vários riscos ocupacionais, existem medidas que podem ser adotadas para minimizar e prevenir acidentes nesses locais de forma significativa. Vejamos algumas delas a seguir!</p>
<h5 id="utilizar-equipamentos-de-protecao-individual-epi">Utilizar Equipamentos de Proteção Individual (EPI)</h5>
<p>A utilização do EPI pelos colaboradores nas plataformas é essencial pois existem riscos em todas as atividades realizadas.</p>
<p>Além disso o uso do EPI assegura a saúde do funcionário e reflete no conforto durante o desempenho das tarefas. Ou seja, pode aumentar a produtividade.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-70742 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/top-view-safety-construction-helmet-and-medical-mask-scaled.jpg" alt="segurança" width="2560" height="1665" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/top-view-safety-construction-helmet-and-medical-mask-scaled.jpg 2560w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/top-view-safety-construction-helmet-and-medical-mask-300x195.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/top-view-safety-construction-helmet-and-medical-mask-1024x666.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/top-view-safety-construction-helmet-and-medical-mask-768x499.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/top-view-safety-construction-helmet-and-medical-mask-1536x999.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/top-view-safety-construction-helmet-and-medical-mask-2048x1332.jpg 2048w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></p>
<p>Os principais EPI&#8217;s utilizados nas plataformas de petróleo são os respiradores, óculos de proteção, capacete com jugular, luvas de proteção, calçados de segurança, protetor auricular e vestimentas de segurança.</p>
<h5 id="realizar-a-analise-preliminar-de-risco">Realizar a Análise Preliminar de Risco</h5>
<p>É extremamente importante que a administração da plataforma de petróleo, antes de receber colaboradores, faça uma análise qualitativa e quantitativa dos riscos.</p>
<p>Além disso, deve-se fazer uma análise das causas e efeitos dos acidentes que podem ocorrer na execução das atividades e como evitá-los para garantir a segurança.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-70739 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/business-3694993_1920.jpg" alt="" width="1920" height="639" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/business-3694993_1920.jpg 1920w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/business-3694993_1920-300x100.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/business-3694993_1920-1024x341.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/business-3694993_1920-768x256.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/business-3694993_1920-1536x511.jpg 1536w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></p>
<p>Dessa forma, pode-se dar mais ênfase aos acidentes que ocorrem com mais frequência e que acarretam em maiores prejuízos.</p>
<p>Isso permite uma maior eficiência na prevenção de riscos e uma maior segurança para os trabalhadores.</p>
<h5 id="capacitar-a-equipe-de-trabalho">Capacitar a equipe de trabalho</h5>
<p>Buscar treinar a equipe é a chave para a redução do número de acidentes de trabalho e aumentar a segurança.</p>
<p>Assim, é por meio dessa capacitação que os colaboradores aprendem a utilizar corretamente o EPI e a tomar as melhores decisões em situações adversas como vazamentos e incêndios.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-70738 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/board-4858827_1920.jpg" alt="segurança" width="1920" height="1280" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/board-4858827_1920.jpg 1920w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/board-4858827_1920-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/board-4858827_1920-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/board-4858827_1920-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/board-4858827_1920-1536x1024.jpg 1536w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></p>
<p>Portanto, após os treinamentos e capacitações relacionadas às medidas de prevenção e segurança, os colaboradores percebem a real importância em adotá-las.</p>
<p>Dessa maneira, os riscos serão minimizados e os acidentes nas plataformas petrolíferas surgirão com uma frequência menor.</p>
<p>The post <a href="https://blogdaengenharia.com/secoes/colunistas-blog-da-engenharia/seguranca-plataforma-petroleo/">Segurança e saúde nas plataformas de petróleo</a> appeared first on <a href="https://blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Diferença entre gás natural e GLP</title>
		<link>https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-de-petroleo/gas-natural-e-glp-entenda-a-diferenca/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=gas-natural-e-glp-entenda-a-diferenca</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Matheus Meneses Mendonça]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Apr 2021 11:00:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Curiosidades da Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de Energia]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de Petróleo]]></category>
		<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Inferior]]></category>
		<category><![CDATA[#blogdaengenharia]]></category>
		<category><![CDATA[#engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[#engenhariadepetroleo]]></category>
		<category><![CDATA[#gasdecozinha]]></category>
		<category><![CDATA[#gasnatural]]></category>
		<category><![CDATA[#GLP]]></category>
		<category><![CDATA[blog da engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[botijão]]></category>
		<category><![CDATA[cilindros]]></category>
		<category><![CDATA[energia]]></category>
		<category><![CDATA[Gás]]></category>
		<category><![CDATA[Gás liquefeito de petróleo]]></category>
		<category><![CDATA[gás Natural]]></category>
		<category><![CDATA[Matheus]]></category>
		<category><![CDATA[Matheus Mendonça]]></category>
		<category><![CDATA[Matheus Meneses Mendonça]]></category>
		<category><![CDATA[petróleo]]></category>
		<category><![CDATA[site de engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blogdaengenharia.com/?p=68472</guid>

					<description><![CDATA[<p>Antes de tudo, é importante salientar que o gás natural e o gás liquefeito de petróleo (GLP) estão&#8230;</p>
<p>The post <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-de-petroleo/gas-natural-e-glp-entenda-a-diferenca/">Diferença entre gás natural e GLP</a> appeared first on <a href="https://blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">Antes de tudo, é importante salientar que o gás natural e o gás liquefeito de petróleo (GLP) estão relacionados com a produção e refino do <a href="https://blogdaengenharia.com/o-fim-do-petroleo-entenda-as-previsoes-e-alternativas/">petróleo</a>. Dito isso, vamos agora conhecer as definições e as principais diferenças de cada um.</p>
<h3 id="gas-liquefeito-de-petroleo-glp" style="text-align: justify">Gás Liquefeito de petróleo (GLP)</h3>
<p style="text-align: justify">O GLP, conhecido como gás de cozinha, é uma mistura de gases formada principalmente por butano (C<sub>4</sub>H<sub>10</sub>) e propano (C<sub>3</sub>H<sub>8</sub>) que são frações leves obtidos por meio do refino do petróleo.</p>
<p style="text-align: justify"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-68479 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/kettle-2178442_1920.jpg" alt="" width="1920" height="1280" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/kettle-2178442_1920.jpg 1920w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/kettle-2178442_1920-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/kettle-2178442_1920-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/kettle-2178442_1920-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/kettle-2178442_1920-1536x1024.jpg 1536w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></p>
<p style="text-align: justify">Ambos são hidrocarbonetos de cadeia curta e na forma gasosa são incolores e inodoros. Assim, por ser um produto inodoro por natureza, um composto a base de enxofre (t-butil mercaptana) é adicionado à mistura para dar cheiro e facilitar a detecção de possíveis vazamentos.</p>
<p style="text-align: justify">Ou seja, aquele odor que você sente quando há vazamento de gás na cozinha não é o cheiro do gás, é tão somente o cheiro de um composto adicionado ao produto.</p>
<p style="text-align: justify">O GLP é comercializado na forma líquida sob altas pressões em botijões e cilindros. Quando os gases que compõem o GLP são pressurizados, estes se condensam ocupando menos espaço, facilitando seu transporte e comercialização.</p>
<p style="text-align: justify"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-68480 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/gas.jpg" alt="GLP" width="780" height="519" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/gas.jpg 780w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/gas-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/gas-768x511.jpg 768w" sizes="(max-width: 780px) 100vw, 780px" /></p>
<p style="text-align: justify">Além disso, o GLP é altamente inflamável e sua combustão é praticamente completa. Isso o torna adequado para o uso como combustível em situações que exijam baixos níveis de poluentes como o uso doméstico.</p>
<p style="text-align: justify">O GLP é mais denso que o ar. Assim, o aumento da concentração desse gás desloca o ar atmosférico. Isso diminui a quantidade de oxigênio disponível no local podendo levar à asfixia em ambientes fechados.</p>
<p style="text-align: justify">Os sinais e sintomas da exposição são falta de ar, fadiga, diminuição da visão, alteração do humor, dor de cabeça, confusão, decréscimo da atividade motora, estupor, coma e, em casos extremos, morte.</p>
<h3 id="gas-natural-gn" style="text-align: justify">Gás Natural (GN)</h3>
<p style="text-align: justify">O gás natural é uma mistura de hidrocarbonetos leves, principalmente o metano (CH<sub>4</sub>). Esse composto, a temperatura e pressão ambientes, permanece no estado gasoso.</p>
<p style="text-align: justify">Na natureza, assim como o petróleo, ele é originalmente encontrado em reservatórios de rochas porosas no subsolo (terrestre ou marinho). Frequentemente, encontra-se associado e é produzido junto ao óleo.</p>
<p style="text-align: justify"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-68481 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/pexels-pixabay-327041-scaled.jpg" alt="Gás Natural" width="2560" height="2330" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/pexels-pixabay-327041-scaled.jpg 2560w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/pexels-pixabay-327041-300x273.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/pexels-pixabay-327041-1024x932.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/pexels-pixabay-327041-768x699.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/pexels-pixabay-327041-1536x1398.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/pexels-pixabay-327041-2048x1864.jpg 2048w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></p>
<p style="text-align: justify">Assim como ocorre com o GLP, no gás natural também é adicionado um odorizante para que vazamentos possam ser detectados com facilidade, evitando acidentes.</p>
<p style="text-align: justify">No Brasil, o <a href="http://transpetro.com.br/transpetro-institucional/nossas-atividades/dutos-e-terminais/gas-natural.htm">transporte do GN</a> é realizado por meio de gasodutos e a comercialização feita por distribuidoras concessionárias. Dessa forma, o GN chega aos consumidores por uma rede canalizada.</p>
<p style="text-align: justify">Por ser um combustível muito versátil, é bastante utilizado nas indústrias petroquímicas, nas usinas termoelétricas e de cogeração de energia, além de veículos motorizados.</p>
<h3 id="diferencas-entre-gn-e-glp" style="text-align: justify">Diferenças entre GN e GLP</h3>
<p style="text-align: justify">Uma das principais diferenças entre GN e GLP está na forma de distribuição. Como dito nos tópicos anteriores, o Gás Natural é disponibilizado por uma rede canalizada. Dessa forma, o usuário recebe mensalmente uma conta de consumo.</p>
<p style="text-align: justify"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-68475 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/closeup-view-of-a-cylindrical-grinder-industrial-concept-scaled.jpg" alt="Gás natural" width="2560" height="1707" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/closeup-view-of-a-cylindrical-grinder-industrial-concept-scaled.jpg 2560w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/closeup-view-of-a-cylindrical-grinder-industrial-concept-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/closeup-view-of-a-cylindrical-grinder-industrial-concept-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/closeup-view-of-a-cylindrical-grinder-industrial-concept-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/closeup-view-of-a-cylindrical-grinder-industrial-concept-1536x1024.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/closeup-view-of-a-cylindrical-grinder-industrial-concept-2048x1365.jpg 2048w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></p>
<p style="text-align: justify">Por outro lado, o Gás Liquefeito de Petróleo é comercializado em <a href="https://blogdaengenharia.com/brasil-testa-botijao-de-gas-reciclavel/">botijões</a> e cilindros ou através do abastecimento por caminhões de um recipiente fixo no local. Dessa forma, o consumidor o repõe conforme a necessidade.</p>
<p style="text-align: justify">Assim, pode-se afirmar que o GLP é mais acessível por ter seu transporte através de cilindros, podendo ser levado a qualquer lugar. Em contrapartida, o GN necessita de uma estrutura de rede de distribuição, que a maioria das cidades e bairros não possuem (ainda).</p>
<p style="text-align: justify">Outra grande diferença é a composição. O GN, formado basicamente por metano (CH<sub>4</sub>), é mais leve do que o GLP, formado por propano (C<sub>3</sub>H<sub>8</sub>) e butano (C<sub>4</sub>H<sub>10</sub>). Ademais, diferentemente do GLP, o GN é mais leve que o ar, o que favorece sua dispersão no ambiente em caso de vazamento.</p>
<p style="text-align: justify">Quanto a emissão de poluentes são muito parecidos. Ambos têm baixo índice de emissão comparado a outros combustíveis como lenha, carvão, querosene, etc.</p>
<p style="text-align: justify"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-68477 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/stove-5580691_1920.jpg" alt="" width="1920" height="1280" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/stove-5580691_1920.jpg 1920w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/stove-5580691_1920-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/stove-5580691_1920-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/stove-5580691_1920-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/stove-5580691_1920-1536x1024.jpg 1536w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></p>
<p style="text-align: justify">Por ser disponibilizado em cilindros que são constantemente reutilizados, o GLP por vezes pode acumular a chamada oleína, uma impureza que normalmente fica no fundo do cilindro mas que pode vir a ser trazida junto com a vaporização.</p>
<p style="text-align: justify">Dessa forma, é necessário o uso de filtros de linha para evitar que esta oleína afete o funcionamento dos aparelhos. O gás natural, por sua vez, não enfrenta esse problema.</p>
<h3 id="qual-utilizar" style="text-align: justify">Qual utilizar?</h3>
<p style="text-align: justify">Uma dúvida comum entre os consumidores é referente a diferença do GN e do GLP no funcionamento dos aparelhos a gás em sua residência ou indústria.</p>
<p style="text-align: justify">O GN e o GLP são gases com características e composições diferentes, e possuem variações em suas propriedades (poder calorífico, pressão de operação, etc). Por isso, os aparelhos são produzidos para funcionar com um gás, ou com o outro.</p>
<p style="text-align: justify"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-68478 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/gas-reductor-2755544_1920.jpg" alt="" width="1920" height="1280" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/gas-reductor-2755544_1920.jpg 1920w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/gas-reductor-2755544_1920-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/gas-reductor-2755544_1920-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/gas-reductor-2755544_1920-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/gas-reductor-2755544_1920-1536x1024.jpg 1536w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></p>
<p style="text-align: justify">Toda a estrutura dos equipamentos como bicos injetores, calibração e outras funcionalidades, são apropriadas de acordo com o tipo de gás. Isso promove o funcionamento com eficiência e segurança.</p>
<p style="text-align: justify">Sempre deve ser observado o tipo de gás marcado na embalagem e no próprio produto, e utilizado somente este gás.</p>
<p style="text-align: justify">Em caso de necessidade (mudança de imóvel, por exemplo), é possível realizar um processo de conversão de gases no aparelho. No entanto, é um serviço que precisa ser feito por profissionais qualificados e utilizando-se de peças originais do fabricante para substituição.</p>
<p>The post <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-de-petroleo/gas-natural-e-glp-entenda-a-diferenca/">Diferença entre gás natural e GLP</a> appeared first on <a href="https://blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O fim do Petróleo está próximo? Entenda as previsões e alternativas</title>
		<link>https://blogdaengenharia.com/secoes/colunistas-blog-da-engenharia/o-fim-do-petroleo-entenda-as-previsoes-e-alternativas/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=o-fim-do-petroleo-entenda-as-previsoes-e-alternativas</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Matheus Meneses Mendonça]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Feb 2021 11:00:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Curiosidades da Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de Petróleo]]></category>
		<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Inferior]]></category>
		<category><![CDATA[#blogdaengenharia]]></category>
		<category><![CDATA[#blogdaengenharia #engenheiroderedes]]></category>
		<category><![CDATA[Blog de Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Blog Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de Petróleo e Gás]]></category>
		<category><![CDATA[fim da era do petróleo]]></category>
		<category><![CDATA[fim do petróleo]]></category>
		<category><![CDATA[Gás]]></category>
		<category><![CDATA[gás Natural]]></category>
		<category><![CDATA[Matheus Meneses]]></category>
		<category><![CDATA[Matheus Meneses Mendonça]]></category>
		<category><![CDATA[Ouro negro]]></category>
		<category><![CDATA[queda do petróleo]]></category>
		<category><![CDATA[Reservas de petróleo]]></category>
		<category><![CDATA[site de engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Site Engenharia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blogdaengenharia.com/?p=65380</guid>

					<description><![CDATA[<p>Saber quando e se haverá realmente o fim do petróleo é uma dúvida frequente entre os profissionais ligados&#8230;</p>
<p>The post <a href="https://blogdaengenharia.com/secoes/colunistas-blog-da-engenharia/o-fim-do-petroleo-entenda-as-previsoes-e-alternativas/">O fim do Petróleo está próximo? Entenda as previsões e alternativas</a> appeared first on <a href="https://blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Saber quando e se haverá realmente o fim do petróleo é uma dúvida frequente entre os profissionais ligados ao setor petrolífero. A princípio, essa pergunta está relacionada apenas com o esgotamento físico das reservas.</p>
<p><span style="color: #ff6600;">Contudo, seu sentido pode ser estendido à substituição do petróleo por outras <a style="color: #ff6600;" href="https://blogdaengenharia.com/um-olhar-sobre-as-energias-renovaveis/">fontes de energia</a>.</span></p>
<p>Um estudo publicado pela BP (British Petroleum) demonstrou que as reservas de petróleo podem acabar em 2067. Essa informação pode até assustar um pouco, porém esse estudo não levou em consideração a descoberta de novas reservas no futuro, pois isso é imprevisível.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-65456 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/industrial-furnace-heat-exchanger-cracking-hydrocarbons-factory-sky-sunset-close-up-equipment-petrochemical-plant-scaled.jpg" alt="Fim do petróleo" width="2560" height="1707" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/industrial-furnace-heat-exchanger-cracking-hydrocarbons-factory-sky-sunset-close-up-equipment-petrochemical-plant-scaled.jpg 2560w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/industrial-furnace-heat-exchanger-cracking-hydrocarbons-factory-sky-sunset-close-up-equipment-petrochemical-plant-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/industrial-furnace-heat-exchanger-cracking-hydrocarbons-factory-sky-sunset-close-up-equipment-petrochemical-plant-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/industrial-furnace-heat-exchanger-cracking-hydrocarbons-factory-sky-sunset-close-up-equipment-petrochemical-plant-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/industrial-furnace-heat-exchanger-cracking-hydrocarbons-factory-sky-sunset-close-up-equipment-petrochemical-plant-1536x1024.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/industrial-furnace-heat-exchanger-cracking-hydrocarbons-factory-sky-sunset-close-up-equipment-petrochemical-plant-2048x1365.jpg 2048w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></p>
<p>Muitos especialistas acreditam que as reservas esgotarão em 100 anos. Outros já dizem o contrário. São inúmeros fatores que influenciam esse prognóstico tais como a descoberta de novas reservas, mudanças econômicas, interesses políticos e a transição para outras fontes de energia. Tudo isso impede a formulação de uma  previsão confiável.</p>
<h3 id="principal-obstaculo-do-setor"><strong>Principal obstáculo do setor</strong></h3>
<p>De acordo com relatório da <a href="https://www.gov.br/anp/pt-br/canais_atendimento/imprensa/noticias-comunicados/anp-divulga-dados-de-exploracao-de-petroleo-e-gas-natural-relativos-a-2021">Agência Nacional de Petróleo</a> (ANP), em 2019, as reservas provadas de petróleo no mundo atingiram a marca de 1,7 trilhão de barris. Isso mostra que, atualmente, a quantidade não é o maior contribuinte para o fim do petróleo.</p>
<p>Além disso,  o desenvolvimento de novas tecnologias ao longo do tempo permitirá a descoberta de novas jazidas. Por outro lado, essas novas reservas tendem a estar relacionadas a reservatórios de difícil acesso contendo óleos viscosos e mais pesados (˚API baixo).</p>
<p>Esse tipo de óleo possui maiores concentrações de componentes mais pesados como resinas e asfaltenos, tornando-o menos atrativo economicamente.</p>
<p><figure id="attachment_65383" aria-describedby="caption-attachment-65383" style="width: 1157px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-65383 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/Petróleo.gif" alt="Fim do petróleo" width="1157" height="711" /><figcaption id="caption-attachment-65383" class="wp-caption-text">Fonte: O Petróleo</figcaption></figure></p>
<p>Reservatórios complexos, como os localizados a quilômetros de profundidade do leito marinho, exigem tecnologias avançadas e altos investimentos para explorá-los. Adicionalmente, os óleos pesados, que são de difícil transporte e refino, exigem novas tecnologias e processos para tornar sua exploração viável economicamente e ambientalmente.</p>
<p>Assim, o principal obstáculo do setor está em desenvolver novas técnicas para que se possa explorar as atuais e futuras reservas de tal forma que seja economicamente viável e ecologicamente sustentável.</p>
<h3 id="petroleo-x-energias-renovaveis"><strong>Petróleo x Energias renováveis</strong></h3>
<p>Outro fator que contribui para a queda do petróleo é a sua substituição por energias alternativas e renováveis. De fato, não há como impedir isso. Energias renováveis e que relativamente agridem menos o meio ambiente tendem a substituir as energias não renováveis como o petróleo.</p>
<p>Todavia, os produtos resultantes do petróleo não se resumem a combustíveis como fonte de energia, vai muito além disso.</p>
<p>Os derivados do petróleo são usados também como matéria prima para fabricação de plástico, borracha, asfalto, tecidos, produtos de limpeza, remédios e comidas. Sim, você não leu errado, o petróleo está envolvido na fabricação de remédios e comidas.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-65384 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/about-3887433_640.jpg" alt="utilização do petróleo" width="640" height="426" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/about-3887433_640.jpg 640w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/about-3887433_640-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p>Por exemplo, alguns derivados do petróleo são utilizados na indústria de corantes, conservantes, flavorizantes e fertilizantes. Já os remédios, especialmente os analgésicos e até mesmo os homeopáticos, contêm benzeno, um derivado do petróleo (Betaeq, 2019).</p>
<p>O petróleo será dificilmente substituído por completo e haverá demanda por seus derivados em diversos ramos industriais por um longo tempo. Além disso, a substituição por parte das fontes renováveis se dará de forma lenta e gradual pois envolve aspectos políticos e econômicos.</p>
<h3 id="gas-natural-uma-alternativa-a-queda-do-petroleo">Gás natural: uma alternativa à queda do petróleo</h3>
<p>Uma alternativa que surge para compensar a queda do petróleo é o gás natural. Na maioria dos poços de petróleo existe a produção concomitante de óleo, água e gás. Este último, apesar de seu transporte e armazenamento serem caros e complexos, vem atraindo olhares por agredir menos o meio ambiente.</p>
<p>O gás natural não produz fuligem nem fumaça negra. Além disso, produz menos gases tóxicos quando comparado a outros derivados do petróleo. Sua queima produz água e gás carbônico. Dessa forma, o gás natural pode ser considerado energia limpa de acordo com a ISO 14000 (Naturgy Brasil, 2020).</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-65457 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/blue-flames-of-gas-burning-from-a-kitchen-gas-stove-scaled.jpg" alt="Fim do petróleo" width="2560" height="1707" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/blue-flames-of-gas-burning-from-a-kitchen-gas-stove-scaled.jpg 2560w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/blue-flames-of-gas-burning-from-a-kitchen-gas-stove-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/blue-flames-of-gas-burning-from-a-kitchen-gas-stove-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/blue-flames-of-gas-burning-from-a-kitchen-gas-stove-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/blue-flames-of-gas-burning-from-a-kitchen-gas-stove-1536x1024.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/blue-flames-of-gas-burning-from-a-kitchen-gas-stove-2048x1365.jpg 2048w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></p>
<p>Tudo isso nos leva a crer que o fim do petróleo está bastante longe. Assim, cabe a nós, engenheiros e profissionais ligados ao setor de petróleo e gás desenvolver novas tecnologias afim de descobrir novas reservas, tornar sua exploração viável economicamente e, principalmente sustentável.</p>
<p>The post <a href="https://blogdaengenharia.com/secoes/colunistas-blog-da-engenharia/o-fim-do-petroleo-entenda-as-previsoes-e-alternativas/">O fim do Petróleo está próximo? Entenda as previsões e alternativas</a> appeared first on <a href="https://blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
