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	<title>engenharia aeroespacial Archives | Blog da Engenharia</title>
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	<title>engenharia aeroespacial Archives | Blog da Engenharia</title>
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		<title>Entenda os Motivos por Trás do Novo Adiamento da Volta da Starliner</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação BdE]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Jun 2024 16:05:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia Aeronáutica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A volta da nave Starliner, com seus astronautas da NASA a bordo, foi adiada novamente devido a problemas&#8230;</p>
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<p>A volta da nave Starliner, com seus astronautas da NASA a bordo, foi adiada novamente devido a problemas técnicos nos propulsores. Originalmente, os astronautas deveriam passar uma semana no laboratório orbital, mas a nova previsão de conclusão da missão é para o dia 26 de junho. Confira os detalhes a seguir.</p>



<h3 id="problemas-tecnicos-nos-propulsores-da-starliner" class="wp-block-heading"><strong>Problemas Técnicos nos Propulsores da Starliner</strong></h3>



<p>A Starliner, que é uma cápsula desenvolvida pela Boeing, enfrenta dificuldades técnicas desde sua última missão. Desta vez, os problemas nos propulsores levaram a NASA a adiar o retorno da tripulação. A segurança dos astronautas é a prioridade, e qualquer falha no sistema de propulsão pode comprometer a reentrada na atmosfera e a aterrissagem.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="720" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/06/propulsor-1024x720.jpg" alt="" class="wp-image-96345" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/06/propulsor-1024x720.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/06/propulsor-300x211.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/06/propulsor-768x540.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/06/propulsor-1536x1080.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/06/propulsor-380x267.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/06/propulsor-800x563.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/06/propulsor-1160x816.jpg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/06/propulsor.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h3 id="importancia-da-missao-para-a-engenharia-aeroespacial" class="wp-block-heading"><strong>Importância da Missão para a Engenharia Aeroespacial</strong></h3>



<p>Esta missão é crucial para a Boeing e a NASA, pois a Starliner é parte fundamental dos esforços para diversificar os veículos de transporte espacial, oferecendo uma alternativa ao SpaceX Crew Dragon. A engenharia por trás da Starliner envolve complexos sistemas de propulsão que garantem a segurança e a eficiência da nave durante suas operações.</p>



<h3 id="o-impacto-do-adiamento" class="wp-block-heading"><strong>O Impacto do Adiamento</strong></h3>



<p>O adiamento impacta não só a agenda dos astronautas, mas também os cronogramas de experimentos científicos planejados para o laboratório orbital. Cada dia adicional em órbita implica ajustes logísticos e operacionais significativos, tanto na Terra quanto no espaço.</p>



<h3 id="seguranca-em-primeiro-lugar" class="wp-block-heading"><strong>Segurança em Primeiro Lugar</strong></h3>



<p>Apesar do transtorno causado pelo adiamento, a decisão reflete o compromisso da NASA e da Boeing com a segurança. A detecção precoce de problemas e a resposta rápida são vitais para garantir missões bem-sucedidas e a integridade dos astronautas.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="720" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/06/astronauta-1024x720.jpg" alt="" class="wp-image-96346" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/06/astronauta-1024x720.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/06/astronauta-300x211.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/06/astronauta-768x540.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/06/astronauta-1536x1080.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/06/astronauta-380x267.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/06/astronauta-800x563.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/06/astronauta-1160x816.jpg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/06/astronauta.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h3 id="perspectivas-futuras-para-a-starliner" class="wp-block-heading"><strong>Perspectivas Futuras para a Starliner</strong></h3>



<p>Com a previsão de retorno agora marcada para o dia 26 de junho, a equipe de engenharia da Boeing está trabalhando incansavelmente para resolver as falhas nos propulsores. O sucesso desta missão é crucial para o futuro das viagens espaciais comerciais e para a reputação da Boeing no setor aeroespacial.</p>



<h3 id="engenharia-e-inovacao" class="wp-block-heading"><strong>Engenharia e Inovação</strong></h3>



<p>Cada desafio técnico enfrentado e superado na Starliner proporciona aprendizados valiosos que alimentam a inovação na engenharia aeroespacial. Problemas nos propulsores, embora desafiadores, incentivam melhorias contínuas e avanços tecnológicos que beneficiarão futuras missões.</p>



<h3 id="a-importancia-do-blog-da-engenharia" class="wp-block-heading"><strong>A Importância do Blog da Engenharia</strong></h3>



<p>Por fim, para mais informações sobre avanços e desafios na engenharia aeroespacial e outras áreas, acompanhe o Blog da Engenharia. Nosso portal é uma fonte essencial de conteúdo para engenheiros de todas as disciplinas, oferecendo insights e atualizações sobre as últimas inovações e tendências do setor. Visite <a href="https://www.blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a> para se manter informado.</p>
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		<title>Engenharia Aeroespacial: Desafios na Manutenção de Aeronaves</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação BdE]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Apr 2024 11:31:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia Aeronáutica]]></category>
		<category><![CDATA[Eficiência energética]]></category>
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		<category><![CDATA[manutenção de aeronaves]]></category>
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		<category><![CDATA[tecnologia aeroespacial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A manutenção de aeronaves é um campo crítico dentro da engenharia aeroespacial, enfrentando desafios constantes que vão desde&#8230;</p>
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<p>A manutenção de aeronaves é um campo crítico dentro da engenharia aeroespacial, enfrentando desafios constantes que vão desde a aderência às normas de segurança rigorosas até a implementação de novas tecnologias. Este artigo explora os principais obstáculos e como os profissionais buscam soluções para melhorar a segurança e eficiência neste setor vital.</p>



<h3 id="complexidade-dos-sistemas-aeronauticos" class="wp-block-heading">Complexidade dos Sistemas Aeronáuticos</h3>



<p>Aeronaves são compostas por milhares de partes, desde simples parafusos até sistemas eletrônicos complexos. Cada componente requer inspeções regulares e manutenções específicas para garantir a operação segura e eficiente. A complexidade dos sistemas aeronáuticos impõe uma grande demanda por precisão nas atividades de manutenção, exigindo que os engenheiros aeroespaciais tenham um conhecimento técnico profundo e atualizado.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="720" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/04/aviao-1024x720.jpg" alt="desafios" class="wp-image-95435" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/04/aviao-1024x720.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/04/aviao-300x211.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/04/aviao-768x540.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/04/aviao-1536x1080.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/04/aviao-380x267.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/04/aviao-800x563.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/04/aviao-1160x816.jpg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/04/aviao.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h3 id="avancos-tecnologicos" class="wp-block-heading">Avanços Tecnológicos</h3>



<p>A incorporação de novas tecnologias, como materiais compostos e sistemas eletrônicos avançados, apresenta tanto oportunidades quanto desafios. Enquanto essas tecnologias podem oferecer melhorias significativas em eficiência e redução de peso, elas também exigem novas habilidades e métodos de manutenção. A formação contínua é essencial para que os técnicos mantenham-se atualizados com as inovações tecnológicas.</p>



<h3 id="regulamentacoes-e-normas-de-seguranca" class="wp-block-heading">Regulamentações e Normas de Segurança</h3>



<p>A indústria aeroespacial é uma das mais reguladas do mundo, com normas estabelecidas por organizações como a FAA (Federal Aviation Administration) nos Estados Unidos e a EASA (European Aviation Safety Agency) na Europa. Aderir a essas regulamentações é crucial não apenas para a segurança operacional, mas também para a legalidade das operações de voo. Engenheiros e técnicos devem estar sempre cientes das atualizações nas regulamentações para garantir conformidade.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="720" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/04/aviao-1-1024x720.jpg" alt="desafios" class="wp-image-95436" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/04/aviao-1-1024x720.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/04/aviao-1-300x211.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/04/aviao-1-768x540.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/04/aviao-1-1536x1080.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/04/aviao-1-380x267.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/04/aviao-1-800x563.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/04/aviao-1-1160x816.jpg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/04/aviao-1.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h3 id="sustentabilidade-e-eficiencia" class="wp-block-heading">Sustentabilidade e Eficiência</h3>



<p>Com o aumento do foco em sustentabilidade, a indústria aeroespacial enfrenta pressões para reduzir emissões e melhorar a eficiência energética. Isso requer uma reavaliação dos processos de manutenção para incluir práticas mais ecológicas e econômicas, desde a escolha de materiais até métodos de reparo e manutenção.</p>



<h3 id="desafios-logisticos" class="wp-block-heading">Desafios Logísticos</h3>



<p>A logística da manutenção de aeronaves também é uma área complexa, envolvendo o gerenciamento eficaz de peças de reposição, ferramentas e pessoal qualificado. A necessidade de manter ou aumentar a disponibilidade de aeronaves enquanto se reduzem custos operacionais é uma das principais prioridades para as companhias aéreas e serviços de manutenção.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="720" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/04/aviao-2-1024x720.jpg" alt="desafios" class="wp-image-95437" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/04/aviao-2-1024x720.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/04/aviao-2-300x211.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/04/aviao-2-768x540.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/04/aviao-2-1536x1080.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/04/aviao-2-380x267.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/04/aviao-2-800x563.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/04/aviao-2-1160x816.jpg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/04/aviao-2.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h3 id="conclusao" class="wp-block-heading">Conclusão</h3>



<p>A engenharia aeroespacial continua a ser um campo desafiador e dinâmico, especialmente na manutenção de aeronaves. Os profissionais da área estão constantemente buscando soluções inovadoras para superar esses desafios e garantir que a aviação continue sendo um meio de transporte seguro e eficiente. Dessa forma, a excelência em manutenção é crucial para o sucesso contínuo da indústria aeroespacial.<br></p>



<p>Por fim, continue acompanhando o <a href="https://blogdaengenharia.com/">Blog da Engenharia</a> e fique por dentro de todas as novidades do mundo da engenharia!</p>
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		<title>Conheça as Inovações em Engenharia Aeroespacial: Explorando a Vanguarda da Tecnologia e Pesquisa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação BdE]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jan 2024 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia Aeronáutica]]></category>
		<category><![CDATA[Aviação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O setor aeroespacial é um dos campos mais dinâmicos e emocionantes da engenharia. Constantemente empurrado pelos limites da&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O setor aeroespacial é um dos campos mais dinâmicos e emocionantes da engenharia. Constantemente empurrado pelos limites da ciência e tecnologia, esse segmento não apenas representa um pico da inovação humana mas também molda o futuro do transporte, exploração e segurança. Neste artigo, exploramos as mais recentes inovações em engenharia aeroespacial que estão definindo o novo horizonte dos céus e além. </p>



<h2 id="motores-mais-eficientes-e-sustentaveis" class="wp-block-heading">Motores Mais Eficientes e Sustentáveis</h2>



<p>Uma das áreas mais críticas de inovação na engenharia aeroespacial é o desenvolvimento de motores mais eficientes e menos poluentes. Com a crescente preocupação sobre as mudanças climáticas, a indústria aeroespacial está sob pressão para reduzir suas emissões de carbono. Novos motores estão sendo projetados para serem mais leves, consumir menos combustível e utilizar alternativas sustentáveis, como bioquerosene ou mesmo propulsão elétrica, em um futuro não muito distante.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="720" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/01/aeroespacial-1024x720.jpg" alt="aeroespacial" class="wp-image-93634" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/01/aeroespacial-1024x720.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/01/aeroespacial-300x211.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/01/aeroespacial-768x540.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/01/aeroespacial-1536x1080.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/01/aeroespacial-380x267.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/01/aeroespacial-800x563.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/01/aeroespacial-1160x816.jpg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/01/aeroespacial.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h2 id="materiais-avancados" class="wp-block-heading">Materiais Avançados</h2>



<p>O uso de materiais compósitos e metálicos avançados está revolucionando a construção de aeronaves e equipamentos espaciais. Esses materiais não só reduzem o peso das aeronaves, aumentando a eficiência do combustível, mas também melhoram a durabilidade e resistência, permitindo voos mais longos e seguros. Além disso, os avanços na nanotecnologia estão abrindo portas para revestimentos autoreparáveis e estruturas adaptativas.</p>



<h2 id="avionica-e-sistemas-de-navegacao" class="wp-block-heading">Aviônica e Sistemas de Navegação</h2>



<p>A modernização dos sistemas de aviônica e navegação está tornando os voos mais seguros e eficientes. Desde sistemas de piloto automático mais avançados até tecnologias de pouso automatizado e comunicação em tempo real com satélites, as inovações em aviônica estão aumentando a precisão e a segurança das operações aéreas. A integração de inteligência artificial e aprendizado de máquina está também permitindo o desenvolvimento de aeronaves não tripuladas com capacidades avançadas de decisão e autonomia.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="720" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/01/aeroespacial-1-1024x720.jpg" alt="aeroespacial" class="wp-image-93635" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/01/aeroespacial-1-1024x720.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/01/aeroespacial-1-300x211.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/01/aeroespacial-1-768x540.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/01/aeroespacial-1-1536x1080.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/01/aeroespacial-1-380x267.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/01/aeroespacial-1-800x563.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/01/aeroespacial-1-1160x816.jpg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/01/aeroespacial-1.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h2 id="turismo-e-exploracao-espacial" class="wp-block-heading">Turismo e Exploração Espacial</h2>



<p>O turismo espacial, outrora um sonho distante, está se tornando uma realidade graças aos avanços em engenharia aeroespacial. Empresas como SpaceX, Blue Origin e Virgin Galactic estão desenvolvendo veículos capazes de levar turistas para além da atmosfera terrestre. Paralelamente, missões ambiciosas para a Lua, Marte e além estão sendo planejadas, não apenas para explorar, mas com a visão de longo prazo de colonização.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="720" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/01/aeroespacial-2-1024x720.jpg" alt="aeroespacial" class="wp-image-93636" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/01/aeroespacial-2-1024x720.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/01/aeroespacial-2-300x211.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/01/aeroespacial-2-768x540.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/01/aeroespacial-2-1536x1080.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/01/aeroespacial-2-380x267.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/01/aeroespacial-2-800x563.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/01/aeroespacial-2-1160x816.jpg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/01/aeroespacial-2.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h2 id="o-papel-da-engenharia-aeroespacial-no-futuro" class="wp-block-heading">O Papel da Engenharia Aeroespacial no Futuro</h2>



<p>As inovações em engenharia aeroespacial estão moldando o futuro de várias maneiras. Além de avanços em viagens e transporte, as tecnologias desenvolvidas nesse campo estão encontrando aplicações em setores como telecomunicações, meteorologia e defesa. À medida que a tecnologia avança, o campo da engenharia aeroespacial continuará a ser um pilar vital para o progresso tecnológico, a segurança global e a exploração do desconhecido.</p>



<p>A engenharia aeroespacial está, sem dúvida, na vanguarda da inovação, impulsionando os limites do possível e imaginando um futuro onde o céu não é o limite, mas apenas o começo. O Blog da Engenharia continuará a ser seu portal de conteúdo para todas as engenharias, trazendo as últimas novidades, tendências e inovações do mundo da engenharia aeroespacial.</p>
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		<title>Reconhecimento Internacional na Engenharia Aeroespacial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação BdE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Aug 2023 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia aeroespacial]]></category>
		<category><![CDATA[Fadiga Estrutural]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisador Brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[Prêmio Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[TU Leuven]]></category>
		<category><![CDATA[UnB]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>André Luiz Pinto, pesquisador da Universidade de Brasília (UnB), fez história ao ser o primeiro brasileiro a receber&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>André Luiz Pinto, pesquisador da Universidade de Brasília (UnB), fez história ao ser o primeiro brasileiro a receber o prestigioso Prêmio Jaap Schijve 2023, um reconhecimento mundial no campo da pesquisa em engenharia aeroespacial.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="675" height="450" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/08/Pesquisador-brasileiro-Andre-Luiz-Pinto-recebendo-o-premio-Jaap-Schijve.png" alt="" class="wp-image-90990" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/08/Pesquisador-brasileiro-Andre-Luiz-Pinto-recebendo-o-premio-Jaap-Schijve.png 675w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/08/Pesquisador-brasileiro-Andre-Luiz-Pinto-recebendo-o-premio-Jaap-Schijve-300x200.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/08/Pesquisador-brasileiro-Andre-Luiz-Pinto-recebendo-o-premio-Jaap-Schijve-380x253.png 380w" sizes="(max-width: 675px) 100vw, 675px" /></figure>



<h3 id="solucao-inovadora-para-um-problema-critico" class="wp-block-heading"><strong>Solução Inovadora para um Problema Crítico</strong></h3>



<p>O pesquisador se destacou por desenvolver uma metodologia que permite prever falhas críticas em aeronaves, conhecidas como &#8220;fadiga por fretting&#8221;. Essa falha é resultante do atrito entre componentes de aeronaves, ocasionando o surgimento de trincas e, por consequência, uma ruptura.</p>



<h3 id="um-olhar-preciso-sobre-a-fadiga-e-o-fretting" class="wp-block-heading"><strong>Um Olhar Preciso sobre a Fadiga e o Fretting</strong></h3>



<p>Em seu trabalho, André Luiz Pinto analisou de forma abrangente a fadiga, problema ocasionado quando peças de aeronaves são submetidas a cargas abaixo do limite de resistência, e o fretting, desgaste decorrente do contato e atrito entre componentes de uma aeronave.</p>



<h3 id="a-repercussao-da-fadiga-por-fretting-na-industria-aeroespacial" class="wp-block-heading"><strong>A Repercussão da Fadiga por Fretting na Indústria Aeroespacial</strong></h3>



<p>André alerta para a amplitude do problema, que atinge todas as indústrias, mas é especialmente grave na aeroespacial. Assim, segundo ele, a fadiga por fretting pode acarretar falhas significativas em aviões, com consequências severas, podendo até causar a queda da aeronave.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="681" height="1024" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/08/Pesquisador-brasileiro-Andre-Luiz-Pinto-recebendo-o-premio-Jaap-Schijve-1-681x1024.png" alt="" class="wp-image-90991" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/08/Pesquisador-brasileiro-Andre-Luiz-Pinto-recebendo-o-premio-Jaap-Schijve-1-681x1024.png 681w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/08/Pesquisador-brasileiro-Andre-Luiz-Pinto-recebendo-o-premio-Jaap-Schijve-1-200x300.png 200w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/08/Pesquisador-brasileiro-Andre-Luiz-Pinto-recebendo-o-premio-Jaap-Schijve-1-768x1155.png 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/08/Pesquisador-brasileiro-Andre-Luiz-Pinto-recebendo-o-premio-Jaap-Schijve-1-380x571.png 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/08/Pesquisador-brasileiro-Andre-Luiz-Pinto-recebendo-o-premio-Jaap-Schijve-1.png 798w" sizes="(max-width: 681px) 100vw, 681px" /></figure>



<h3 id="um-projeto-dual-e-reconhecido" class="wp-block-heading"><strong>Um Projeto Dual e Reconhecido</strong></h3>



<p>O doutorado de André foi realizado em parceria entre a UnB e a Universidade Católica de Leuven (TU Leuven), na Bélgica. Dessa forma, a metodologia desenvolvida pelo brasileiro chamou atenção por considerar variações complexas de forças, algo que abordagens anteriores não levavam em conta, possibilitando prever com mais precisão a vida útil dos componentes de uma aeronave.</p>



<h3 id="inspirando-a-proxima-geracao-de-engenheiros" class="wp-block-heading"><strong>Inspirando a Próxima Geração de Engenheiros</strong></h3>



<p>A conquista de André Luiz Pinto tem um impacto significativo para a ciência brasileira, proporcionando visibilidade e inspirando futuros engenheiros. Por fim, o Blog da Engenharia parabeniza o pesquisador pelo seu feito inédito e encoraja todos os leitores a se aprofundarem em nossa ampla gama de conteúdos sobre engenharia. Acesse agora mesmo e faça parte de uma comunidade apaixonada por conhecimento!<br><br>Leia também: <a href="https://blogdaengenharia.com/noticias/justica-brasileira-esta-recrutando-engenheiros-ao-redor-do-pais/">https://blogdaengenharia.com/noticias/justica-brasileira-esta-recrutando-engenheiros-ao-redor-do</a><a href="https://blogdaengenharia.com/noticias/justica-brasileira-esta-recrutando-engenheiros-ao-redor-do-pais/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">-pais/</a></p>
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		<title>De Minas a Marte: uma história inspiradora</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Carolina Brandão Gontijo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Sep 2022 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Curiosidades da Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Aeronáutica]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Física]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque-topo]]></category>
		<category><![CDATA[Blog de Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia aeroespacial]]></category>
		<category><![CDATA[marte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Desafiar limites, conquistar o que parecia ser impossível para muitos e ser fonte de inspiração para uma nação.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Você já ouviu falar do autor do Livro &#8221; <a aria-label="undefined (opens in a new tab)" href="https://sextante.com.br/livros/a-caminho-de-marte/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">A Caminho de Marte</a>&#8220;, ganhador do prêmio Jabuti em 2019?</strong> Ainda não. Então tenho muito prazer de lhe apresentar Ivair Gontijo, uma inspiração!</p>



<h2 id="primeiro-homem-a-pisar-na-lua" class="wp-block-heading">Primeiro homem a pisar na Lua</h2>



<p>O que a chegada do p<a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-aeronautica/missoes-espaciais-no-brasil-base-de-alcantara/">rimeiro homem a Lua</a> em 1969 tem haver com Marte? Acreditem se quiser mas  esse evento marcou a primeira vez que Ivair Gontijo viu televisão em sua vida. Situação comum para quem nasceu em uma família simples e numerosa no interior de Minas Gerais na década de 60. Porém ele nem imaginava que um dia faria parte de projetos que iriam explorar o espaço.</p>



<h2 id="e-se-ninguem-acreditar-em-mim" class="wp-block-heading">E se ninguém acreditar em mim?</h2>



<p>Ivair Gontijo passou por essa situação quando disse que iria estudar física. Nesta época trabalhava em uma fazenda como técnico agrícola, distante 100 quilômetros da cidade mais próxima e sem acesso eletricidade. A paixão por observar o céu e as estrelas começa aí, em um local distante, sem interferências de luzes artificiais e poluição industrial era a combinação perfeita para admirar um céu de oportunidades.</p>



<p>O sonho de ir para Capital fazer faculdade parecia algo distante, ainda mais fazer o curso de Física, por isso os colegas da fazenda não acreditaram e nem confiaram que isso iria se concretizar. Mas se você tem um sonho e luta diariamente por ele sem desistir pode ter certeza que vai se realizar.</p>



<p>Portanto foi isso que Ivair Gontijo fez, trabalhou, guardou dinheiro e foi para Capital realizar seu sonho. <strong>Atenção, não queria ser melhor que os outros, mas se esforce para ser sua melhor versão a cada dia</strong>. Apesar de muitos não acreditarem, Ivair Gontijo fez curso pré-vestibular se esforçou e conseguiu a sonhada aprovação na Universidade Federal de Minas Gerais para estudar Física.</p>



<h2 id="desejo-de-ir-alem" class="wp-block-heading">Desejo de ir além</h2>



<p>Mas você acha mesmo que a graduação seria o ápice dessa historia? Claro não, depois disso veio mestrado, doutorado no exterior e pós doutorado. Antes de conquistar Marte precisou conquistar sua determinação e foco para não desistir frente as primeiras dificuldades. </p>



<p>Foi assim subindo um degrau de cada vez, fazendo o seu melhor em todas as ocasiões e acreditando em seu potencial que a sua chegada a NASA aconteceu em 2006. Ivair Gontijo esteve a frente das duas ultimas missões enviadas a Marte sendo o &#8220;Curiosity&#8221; e o &#8220;Perseverance&#8221;. Mas em sua palestras a pergunta que mais surge é: Como que fez para entrar na NASA? </p>



<p>Para ter a respostas desta e conhecer toda a historia de Ivair Gontijo já sabe minha recomendação. Leia o livro &#8220;A Caminho Marte&#8221; que une ciência escrita de forma simples e sua historia de vida. </p>



<p>Por isso escolha pessoas em quem se inspirar, modele a sua vida através de histórias de pessoas que chegaram onde você deseja chegar. IMPORTANTE é modelar e NÃO copiar, ninguém é igual mas podemos evitar tropeços se aprendermos com o outro.</p>
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		<title>Corrida do Turismo Espacial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luan Saldanha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Jul 2021 17:08:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diversos]]></category>
		<category><![CDATA[aeroespacial]]></category>
		<category><![CDATA[blue origin]]></category>
		<category><![CDATA[corrida espacial]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia aeroespacial]]></category>
		<category><![CDATA[luan saldanha]]></category>
		<category><![CDATA[virgin galactic]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Talvez você já tenha ouvido falar sobre a Corrida Espacial, que aconteceu entre os Estados Unidos e a&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Talvez você já tenha ouvido falar sobre a <strong>Corrida Espacial</strong>, que aconteceu entre os Estados Unidos e a antiga União Soviética na década de 50, para disputa de quem conseguiria desenvolver tecnologia para construir uma aeronave espacial tripulada. Na década atual estamos acompanhando a <span style="color: #ff6600;"><strong>Corrida do Turismo Espacial</strong></span>!</p>
<p><figure id="attachment_74316" aria-describedby="caption-attachment-74316" style="width: 618px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-74316 " src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/pexels-pixabay-87089-scaled.jpg" alt="Corrida espacial" width="618" height="460" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/pexels-pixabay-87089-scaled.jpg 2560w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/pexels-pixabay-87089-300x223.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/pexels-pixabay-87089-1024x762.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/pexels-pixabay-87089-768x571.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/pexels-pixabay-87089-1536x1142.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/pexels-pixabay-87089-2048x1523.jpg 2048w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/pexels-pixabay-87089-180x135.jpg 180w" sizes="(max-width: 618px) 100vw, 618px" /><figcaption id="caption-attachment-74316" class="wp-caption-text">Fonte: Pexels.</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify;">Este é um tema que naturalmente já chama bastante atenção, mas há <span style="text-decoration: underline;">2 personagens</span> que estão dando um incremento ao assunto: <span style="color: #ff6600;"><strong>Richard Branson</strong></span> e <span style="color: #ff6600;"><strong>Jeff Bezos</strong></span>. Se alguém não conhece, provavelmente ouvirá bastante estes nomes nos próximos anos.</p>
<h4 id="quem-e-richard-branson-e-jeff-bezos" style="text-align: justify;">Quem é Richard Branson e Jeff Bezos</h4>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><strong>Richard Branson</strong></span> é o bilionário que criou a empresa <strong>Virgin Galactic</strong> e anunciou que fará a <span style="color: #ff6600;">primeira viagem espacial turística</span> no próximo dia 11 de julho. Quem quiser acompanhar pode acessar o site da empresa (<a href="https://www.virgingalactic.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">clique aqui</a>). Se você quiser também, no site deles é possível entrar na <strong>lista para reservar</strong> lugar para futuras viagens ao espaço!</p>
<p style="text-align: justify;">Já <span style="color: #ff6600;"><strong>Jeff Bezos</strong></span> é o fundador da <strong>Amazon</strong> e da <a href="https://www.blueorigin.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Blue Origin</strong></a>, empresa criada para o turismo espacial. Para se dedicar a este desafio, Bezos deixou o cargo de presidente-executivo da Amazon no início de julho. A primeira viagem espacial turística da sua empresa está marcada para o próximo dia <em>20 de julho.</em></p>
<p><figure id="attachment_74313" aria-describedby="caption-attachment-74313" style="width: 562px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-74313" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/02091814818034.jpg" alt="Richard Branson e Jeff Bezos" width="562" height="421" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/02091814818034.jpg 960w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/02091814818034-300x225.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/02091814818034-768x575.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/02091814818034-180x135.jpg 180w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/02091814818034-400x300.jpg 400w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/02091814818034-600x450.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/02091814818034-800x600.jpg 800w" sizes="(max-width: 562px) 100vw, 562px" /><figcaption id="caption-attachment-74313" class="wp-caption-text">Fonte: Virgin Galactic/Reuters/Clodagh Kilcoyne/File Photo.</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify;">Por fora, ainda tem outro bilionário nessa jogada: <span style="color: #ff6600;"><strong>Elon Musk</strong></span>, fundador da <strong>SpaceX</strong> e que tem como objetivo colonizar Marte!</p>
<p style="text-align: justify;">Uma briga bem interessante que vai agitar o espaço nos próximos anos!</p>
<hr />
<h4 id="a-corrida-para-o-turismo-espacial" style="text-align: justify;">A Corrida para o Turismo Espacial</h4>
<p style="text-align: justify;">Quando Jeff Bezos anunciou que iria fazer a primeira viagem de turismo ao espaço em 20 de julho, a Virgin Galactic e Richard Branson buscou <span style="text-decoration: underline;">acelerar e antecipar a viagem deles</span>, para o próximo dia 11.</p>
<p style="text-align: justify;">A nave que será usada pela Virgin Galactic é a <span style="color: #ff6600;"><strong>VSS Unity</strong> </span>que passou quase <strong>duas décadas</strong> sendo desenvolvida. Nós, como engenheiros, sabemos que não é nada simples este tipo de desenvolvimento, principalmente por envolver variáveis complexas (<em>física envolvida, pressurização adequada da cabine, segurança dos tripulantes, entre outros)</em>.</p>
<p><figure id="attachment_74314" aria-describedby="caption-attachment-74314" style="width: 1120px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-74314" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/28214736595361.jpg" alt="VSS Unity" width="1120" height="420" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/28214736595361.jpg 1120w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/28214736595361-300x113.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/28214736595361-1024x384.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/28214736595361-768x288.jpg 768w" sizes="(max-width: 1120px) 100vw, 1120px" /><figcaption id="caption-attachment-74314" class="wp-caption-text">Fonte: Virgin Galactic.</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify;">Esta aeronave será acoplada a uma <strong>“nave-mãe</strong>” que levará até a uma altitude de <strong><span style="color: #ff6600;">12 mil km</span></strong>, sendo posteriormente liberada. Após isto, o motor será acionado acelerando a<em><strong> 3,7 mil km/h</strong></em>, onde um voo praticamente na vertical será realizado! A viagem total tem previsão de 1 hora.</p>
<p><figure id="attachment_74312" aria-describedby="caption-attachment-74312" style="width: 1852px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-74312" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/Dz8jHR1VsAEU3fj.jpg" alt="Voo da Virgin Galactic." width="1852" height="960" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/Dz8jHR1VsAEU3fj.jpg 1852w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/Dz8jHR1VsAEU3fj-300x156.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/Dz8jHR1VsAEU3fj-1024x531.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/Dz8jHR1VsAEU3fj-768x398.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/Dz8jHR1VsAEU3fj-1536x796.jpg 1536w" sizes="(max-width: 1852px) 100vw, 1852px" /><figcaption id="caption-attachment-74312" class="wp-caption-text">Fonte: Twitter da Virgin Galactic.</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify;">Sobre a viagem espacial, ela vai percorrer mais de <strong>80 km acima da Terra</strong> (<span style="color: #ff6600;">o que é considerado como a fronteira do espaço sideral</span>). Ou seja, será uma <em>subida e descida até o espaço</em>!</p>
<p style="text-align: justify;">A aeronave da Blue Origin é a <strong>New Shepard</strong> e tem uma forma de voo diferente da Virgin Galactic. Ela é totalmente automatizada (não precisa de pilotos) e lançada semelhante a um foguete atualmente, com uma cápsula onde os passageiros ficarão.</p>
<p><figure id="attachment_74315" aria-describedby="caption-attachment-74315" style="width: 613px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-74315" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/espaco6.png" alt="Blue Origin" width="613" height="408" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/espaco6.png 680w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/espaco6-300x200.png 300w" sizes="(max-width: 613px) 100vw, 613px" /><figcaption id="caption-attachment-74315" class="wp-caption-text">Fonte: Blue Origin</figcaption></figure></p>
<h4 id="valor-de-uma-viagem-ao-espaco" style="text-align: justify;">Valor de uma viagem ao espaço</h4>
<p style="text-align: justify;">A Blue Origin concluiu um leilão online para venda da primeira vaga no New Shepard. Mais de <strong>7 mil pessoas se inscrevem no leilão</strong> e o vencedor vai desembolsar cerca de <span style="color: #ff6600;"><strong>US$ 28 milhões (28 milhões de dólares!)</strong> </span>para ter este privilégio. Na Blue Origin, além deste vencedor, também voará Jeff Bezos e seu irmão, Mark. O valor arrecadado no leilão vai ser doado à fundação da Blue Origin (<strong>Club for the Future</strong>).</p>
<p style="text-align: justify;">Entretanto, isto não significa que para viajar ao espaço custará esta fortuna. Algumas notícias iniciais mostra que os primeiros voos serão vendidos por um valor entre <strong>200 e 250 mil dólares</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><span style="color: #000000;">Portanto,</span></span><span style="color: #ff6600;"><span style="color: #000000;"> você já</span> está preparado (fisicamente, psicologicamente e <strong>financeiramente</strong>) para ir ao espaço?</span></p>
<p>Assim sendo, se quiser conhecer um pouco mais sobre curiosidades do espaço, confira o artigo &#8220;<a href="https://blogdaengenharia.com/a-majestade-do-espaco-onibus-espacial/">A majestade do espaço: Ônibus Espacial</a>&#8220;.</p>
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		<title>Conheça a Engenharia Aeroespacial</title>
		<link>https://blogdaengenharia.com/secoes/colunistas-blog-da-engenharia/conheca-a-engenharia-aeroespacial/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=conheca-a-engenharia-aeroespacial</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pamela Thaís Licheski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Apr 2021 11:00:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Guia das Engenharias]]></category>
		<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Inferior]]></category>
		<category><![CDATA[blog da engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Como fazer engenharia aeroespacial?]]></category>
		<category><![CDATA[Conheça a engenharia aeroespacial]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia aeroespacial]]></category>
		<category><![CDATA[O que faz um engenheiro aeroespacial?]]></category>
		<category><![CDATA[Onde atua um engenheiro aeroespacial?]]></category>
		<category><![CDATA[Saiba tudo sobre engenharia aeroespacial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Essa provavelmente você já ouviu falar, porém duvido que saiba exatamente o que um engenheiro aeroespacial faz! Mas&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span data-contrast="auto">Essa provavelmente você já ouviu falar, porém duvido que saiba exatamente o que um engenheiro aeroespacial faz! Mas calma aí, não se preocupe&#8230; Graças ao <a href="https://blogdaengenharia.com/">Blog da Engenharia</a> que é o blog mais conectado e completo, você descobrirá agora muitas coisas sobre a <span style="color: #ff0000;"><strong>Engenharia Aeroespacial</strong></span>!</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Então, já sabe né?! Continua acompanhando, porque vai que você decide ser um engenheiro aeroespacial! </strong></p>
<h3 id="o-que-e-engenharia-aeroespacial-afinal" style="text-align: justify;"><span class="TextRun SCXW97396471 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun SCXW97396471 BCX0">O que é Engenharia Aeroespacial afinal?</span></span><span class="EOP SCXW97396471 BCX0" data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:2,&quot;335551620&quot;:2,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></h3>
<p style="text-align: justify;"><span data-contrast="auto">Você deve estar ligando tudo</span><span data-contrast="auto"> isso</span><span data-contrast="auto"> a espaço, estrelas, planetas, <a href="https://blogdaengenharia.com/cientistas-registram-com-mais-detalhes-buraco-negro-milhoes-de-vezes-maior-que-a-terra/">buraco negro</a>, meteoros </span><span data-contrast="auto">e já deve estar no mundo da lua</span><span data-contrast="auto">&#8230;</span><span data-contrast="auto"> Mas deixa eu te dizer, errado você não está!</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span data-contrast="auto"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-69956 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/pexels-faaiq-ackmerd-1025469-scaled.jpg" alt="engenharia aeroespacial" width="2560" height="1707" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/pexels-faaiq-ackmerd-1025469-scaled.jpg 2560w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/pexels-faaiq-ackmerd-1025469-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/pexels-faaiq-ackmerd-1025469-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/pexels-faaiq-ackmerd-1025469-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/pexels-faaiq-ackmerd-1025469-1536x1024.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/pexels-faaiq-ackmerd-1025469-2048x1365.jpg 2048w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span data-contrast="auto">Primeiramente, a engenharia aeroespacial é o ramo da engenharia que lida com projeto, construção</span><span data-contrast="auto">, manutenção</span><span data-contrast="auto"> e aplicação de aeronaves, espaçonaves e satélites. Em suma, usando como base diversas áreas da física, como a termodinâmica, mecânica dos fluídos, eletrônica, mecânica clássica entre outras. </span><span data-contrast="auto">Uffa</span><span data-contrast="auto">! Já deu </span><span data-contrast="auto">pra</span><span data-contrast="auto"> perceber que é física correndo pelas veias né?</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span data-contrast="auto">Então, basicamente é graças a esses engenheiros que o homem pisou na lua, que um r<a href="https://blogdaengenharia.com/robo-pousa-em-marte-historia-diante-de-nossos-olhos/">obô chegou até Marte</a>, e que vários satélites plainam sobre o espaço. Porém, cuidado para não confundir essa engenharia com a astronáutica ou aeronáutica, essas duas </span><span data-contrast="auto">aí</span><span data-contrast="auto"> são consideradas especializações da aeroespacial, sendo a primeira responsável por veículos espaciais e a segundo por veículos de voos atmosféricos. </span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><img decoding="async" src="https://images.educamaisbrasil.com.br/content/noticias/engenharia-aeroespacial-o-que-voce-precisa-saber_g.jpg" alt="Engenharia Aeroespacial: o que você precisa saber" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span data-contrast="auto">Além de tudo isso, um engenheiro aeroespacial gerencia atividades que ocorrem no espaço e os sistemas de coordenação do tráfego aéreo. Sim, o espaço tem tráfego aéreo! Nesse sentido, eles possuem conhecimento sobre aerodinâmica, ciência dos materiais, estruturas e <a href="https://www.google.com.br/search?q=avi%C3%B4nica&amp;sxsrf=ALeKk02Zyq2gGbCA9H3kKjaFjek2zbk2_Q%3A1617899313793&amp;ei=MS9vYPz9L43H5OUPtLmAuAk&amp;oq=avi%C3%B4nica&amp;gs_lcp=Cgdnd3Mtd2l6EAMyBAgjECcyBAgAEEMyAggAMgQIABAeMgQIABAeMgQIABAeMgQIABAeMgQIABAeMgQIABAeMgYIABAFEB46BwgAEEcQsANQjwhYjwhg-AxoAXACeACAAYoBiAGGApIBAzAuMpgBAKABAaoBB2d3cy13aXrIAQjAAQE&amp;sclient=gws-wiz&amp;ved=0ahUKEwi82oXPiO_vAhWNI7kGHbQcAJcQ4dUDCA0&amp;uact=5">aviônica</a>. É tanta complexidade, que um engenheiro espacial não participa de todas as fases de um projeto, muito pelo contrário, são vários engenheiros desse ramo com especializações especificas para cada fase de um projeto.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
<h3 id="senta-que-la-vem-historia" style="text-align: justify;"><span class="TextRun SCXW262131946 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun SCXW262131946 BCX0">Senta que lá vem história</span></span><span class="EOP SCXW262131946 BCX0" data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:2,&quot;335551620&quot;:2,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></h3>
<p style="text-align: justify;"><span data-contrast="auto">A origem dessa engenharia veio dos pioneiros da aviação no início do século XX. Muitos conceitos eram agregados de outros ramos da engenharia, pois eles tinham experiência prática e precisavam de conhecimento teórico. Porém, os pioneiros aeroespaciais, tinham o domínio em dinâmica dos fluídos.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span data-contrast="auto">Posteriormente, após os famosos </span><span data-contrast="auto">inventores Santos Dumont e os irmãos Wright deslancharem, a engenharia aeroespacial teve um crescimento significativo. Pincipalmente depois do desenvolvimento de aviões militares na <a href="https://www.google.com.br/search?q=Primeira+Guerra+Mundial&amp;sxsrf=ALeKk01qJKOi3r9KzynPZcjDKEulISQ-4g%3A1617899316518&amp;ei=NC9vYKD9Hrq-5OUPmN6O8AM&amp;oq=Primeira+Guerra+Mundial&amp;gs_lcp=Cgdnd3Mtd2l6EAMyCAgAELEDEIMBMgIIADICCAAyAggAMgIIADICCAAyAggAMgIIADICCAAyAggAOgcIIxDqAhAnUKSMAlikjAJg4pICaAFwAngAgAF3iAHcAZIBAzAuMpgBAKABAaABAqoBB2d3cy13aXqwAQrAAQE&amp;sclient=gws-wiz&amp;ved=0ahUKEwig56vQiO_vAhU6H7kGHRivAz4Q4dUDCA0&amp;uact=5">Primeira Guerra Mundial</a>. Em seguida, os alemães em cima de muitas pesquisas e teorias, foram desenvolvidas armas de longo alcance para a Segunda Guerra Mundial, inclusive o <a href="https://www.google.com.br/search?q=foguete+V-2&amp;sxsrf=ALeKk00W3SiXLuAVupPHU89QoDJtLOmUyg%3A1617899352779&amp;ei=WC9vYKaCL6Cw5OUPpbK4qAs&amp;oq=foguete+V-2&amp;gs_lcp=Cgdnd3Mtd2l6EAMyAggAOgcIIxDqAhAnUNN7WNN7YKR_aAFwAngAgAF0iAHbAZIBAzAuMpgBAKABAaABAqoBB2d3cy13aXqwAQrAAQE&amp;sclient=gws-wiz&amp;ved=0ahUKEwimjtHhiO_vAhUgGLkGHSUZDrUQ4dUDCA0&amp;uact=5">foguete V-2</a>.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
<p><figure id="attachment_69959" aria-describedby="caption-attachment-69959" style="width: 634px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-69959 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/v2_harwich1.jpg" alt="" width="634" height="483" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/v2_harwich1.jpg 634w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/v2_harwich1-300x229.jpg 300w" sizes="(max-width: 634px) 100vw, 634px" /><figcaption id="caption-attachment-69959" class="wp-caption-text">Foguete V-2, conhecido como foguete da vingança</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify;"><span data-contrast="auto">Em suma, a engenharia aeroespacial foi se desenvolvendo muito, principalmente durante as guerras, pois o objetivo era desenvolver equipamentos ainda maiores e mais tecnológicos para missões maiores.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
<h3 id="onde-um-engenheiro-aeroespacial-pode-atuar" style="text-align: justify;"><span class="TextRun SCXW124314278 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun SCXW124314278 BCX0">Onde um engenheiro aeroespacial pode atuar?</span></span><span class="EOP SCXW124314278 BCX0" data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:2,&quot;335551620&quot;:2,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></h3>
<p style="text-align: justify;"><span data-contrast="auto">Como já citado acima, </span><span data-contrast="auto">projetos espaciais são muito complexos. Dessa maneira, um engenheiro aeroespacial se especializa em uma área especifica que queira atuar. Por exemplo, os que trabalham com aeronaves são designados engenheiros aeronáuticos, enquanto os que trabalham com espaçonaves são engenheiros astronáuticos. </span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span data-contrast="auto">Além disso, são </span><span data-contrast="auto">capazes</span><span data-contrast="auto"> de desenvolver tecnologias </span><span data-contrast="auto">para aviação, em sistemas defensivos e na exploração espacial. Existes os que se especializam em design estrutural, orientação, navegação e controle, instrumentação, métodos de produção e comunicação. Existem também, as especializações em produtos aeroespaciais, como aviões comerciais, caças militares, helicópteros, espaçonaves, satélites, misseis ou foguetes.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><img decoding="async" src="https://images.educamaisbrasil.com.br/content/noticias/saiba-tudo-sobre-engenharia-aeroespacial_g.jpg" alt="Saiba tudo sobre Engenharia Aeroespacial" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span class="TextRun SCXW84117808 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun SCXW84117808 BCX0">Nesse sentido, um engenheiro aeroespacial poderá atuar em cima de pesquisas, em universidades, institutos de pesquisa e empresas do ramo aeroespacial. Além disso, esse engenheiro pode desenvolver sua carreira em setores como indústria, agronegócio, órgão do setor aeroespacial e de defesa.</span></span><span class="EOP SCXW84117808 BCX0" data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>É muita coisa né? Realmente essa engenharia é muito abrangente e complexa! </strong></p>
<h3 id="quero-ser-uma-engenheiroa-aeroespacial" style="text-align: justify;"><span class="TextRun SCXW129172658 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun SCXW129172658 BCX0">Quero ser um(a) Engenheiro(a) Aeroespacial</span></span><span class="EOP SCXW129172658 BCX0" data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:2,&quot;335551620&quot;:2,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></h3>
<p style="text-align: justify;"><span data-contrast="auto">Primeiramente, boa sorte! </span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span data-contrast="auto">Calma, não estou querendo te assustar não, afinal de contas cada engenharia tem suas grandes complexidades. Mas deixa eu te contar, no Brasil as atividades de Engenharia Aeroespacial em universidades são bem recentes, porém vem ganhando grandes e significativas proporções.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span data-contrast="auto">No entanto, vamos falar de como cursar uma faculdade de engenharia aeroespacial. Inicialmente, o <a href="http://www.ita.br/aer/aesp">ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica)</a> disponibiliza esse curso que é o único no país voltado para projeto e construção de sistemas aeroespaciais, como foguetes</span><span data-contrast="auto">, veículos lançadores sub</span><span data-contrast="auto"> </span><span data-contrast="auto">orbitas, veículos espaciais e satélites</span><span data-contrast="auto">. Não é por menos que é a universidade mais renomada e disputada nesse ramo.</span><span data-contrast="auto"> Esse curso foi criado em 2010, devido a necessidade de formar profissionais em fluxo contínuo, pois o <a href="http://www.inpe.br/">INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais)</a> e o <a href="https://www.iae.cta.br/">IAE (Instituto de Aeronáutica e Espaço)</a> dois órgãos de educação públicos estavam lotados, além das universidades privadas.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span data-contrast="auto">Em contrapartida, existem outras universidades que possuem esse curso atualmente, como a UnB, UFSC-CTJ, UFSM, UFABC, UFMG, UFU e a UNIVAP. E caso seus planos seja começar a cursar essa engenharia, nos primeiros anos terá uma formação básica, que abrange bases científicas em física, matemática, química e computação, além de disciplinas de humanidades. Nos três últimos anos, se inicia as matérias especificas do curso, como propulsão, aerodinâmica, eletrônica e telecomunicações, térmica, estruturas, engenharia de sistemas, gestão de projetos, mecânica orbital e dinâmica de voo.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-69961 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/pexels-jeswin-thomas-3781338-scaled.jpg" alt="" width="2560" height="1699" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/pexels-jeswin-thomas-3781338-scaled.jpg 2560w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/pexels-jeswin-thomas-3781338-300x199.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/pexels-jeswin-thomas-3781338-1024x680.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/pexels-jeswin-thomas-3781338-768x510.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/pexels-jeswin-thomas-3781338-1536x1019.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/pexels-jeswin-thomas-3781338-2048x1359.jpg 2048w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span data-contrast="auto">Por fim, mas não menos importante no quinto e último ano o aluno fará um estágio curricular obrigatório. Além disso, o curso possui visões de engenharia ambiental, direito, administração e econômica.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
<h3 id="engenharia-aeroespacial-ai-vou-eu" style="text-align: justify;"><span class="TextRun SCXW35550729 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun SCXW35550729 BCX0">Engenharia aeroespacial ai vou eu!</span></span><span class="EOP SCXW35550729 BCX0" data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:2,&quot;335551620&quot;:2,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></h3>
<p><figure style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" src="http://s2.glbimg.com/ofJfOudoVAlnK9FyWwyMoaZhGL4=/s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2013/09/12/nadia1.jpg" alt="Nadia Del Corto Baradel se formou em engenharia aeroespacial na Rússia (Foto: Arquivo pessoal)" width="620" height="465" /><figcaption class="wp-caption-text">Nadia Del Corto Baradel se formou em engenharia aeroespacial na Rússia &#8211; Fonte: G1</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify;"><span data-contrast="auto">E aí, gostou? Vamos combinar que parece ser muito assustador, e muito complexo. Porém, me diz aí qual </span><span data-contrast="auto">engenharia</span><span data-contrast="auto"> não é?</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span data-contrast="auto">Mas imagina só, você projetando foguetes, criando tecnologias para veículos espaciais, conseguindo aquela vaguinha na <a href="https://www.nasa.gov/">NASA</a>. Incrível não é mesmo?!</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>Então, caso você seja um engenheiro aeroespacial ou deseja começar, continua acompanhando o <a style="color: #ff0000;" href="https://blogdaengenharia.com/">Blog da Engenharia</a>, pois como já te falei, é o blog mais conectado e completo da internet! </strong></span></p>
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		<title>A majestade do espaço: Ônibus Espacial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cayo César Nascimento Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Apr 2021 11:00:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Curiosidades da Engenharia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Após uma série de veículos utilizados para fazer viagens além da nossa atmosfera, os Estados Unidos lançam, em&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Após uma série de veículos utilizados para fazer viagens além da nossa atmosfera, os Estados Unidos lançam, em 1981, o mais moderno transporte para orbitar a Terra: o famoso Ônibus Espacial, na tentativa bem sucedida de substituir a também notável nave Apollo. Com mais de 30 anos de serviços, foi aposentado em meados de 2011.<strong> </strong></p>
<h3 id="o-onibus-espacial" style="text-align: justify;"><strong>O Ônibus Espacial</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Em primeiro lugar, a proposta do programa dos ônibus espaciais (<em>Space Shuttle</em>) da NASA foi fazer uma revolução nas viagens, misturando foguetes com aviões, já que este conseguia decolar como um foguete e pousar como um avião, além de ter a possibilidade de ser renovável.</p>
<p style="text-align: justify;">Era formado por um conjunto de três equipamentos, sendo:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>um orbitador (reutilizável): em forma de avião utilizada para transporte de tripulantes e cargas. A decolagem era feita através de impulso vertical e planando no pouso. Foram construídos sete orbitadores: Enterprise, Columbia, Challenger, Discovery, Atlantis, Endeavour e Buran;</li>
<li>um par de foguetes de combustível sólido (reutilizável): era usado para dar força extrema nos primeiros minutos de decolagem, sendo ejetados logo após. O par gerava, aproximadamente, 80% da potência necessária para o ônibus espacial sair do chão;</li>
<li>um tanque de combustível líquido (não reutilizável): a maior parte do ônibus espacial, levava cerca de 800 toneladas de oxigênio e hidrogênio líquidos. Este tanque era ejetado com o ônibus já em órbita, fazendo a reentrada na atmosfera e desintegrando-se.</li>
</ul>
<p><figure id="attachment_68564" aria-describedby="caption-attachment-68564" style="width: 1920px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-68564" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Shuttle_profiles.jpg" alt="ônibus espacial" width="1920" height="853" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Shuttle_profiles.jpg 1920w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Shuttle_profiles-300x133.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Shuttle_profiles-1024x455.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Shuttle_profiles-768x341.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Shuttle_profiles-1536x682.jpg 1536w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /><figcaption id="caption-attachment-68564" class="wp-caption-text">Cinco dos sete Ônibus.</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify;">Foi projetado apenas para chegar até a órbita baixa do planeta, sendo assim, conseguia chegar a uma altitude máxima de 528 km acima do nível do mar. Ou seja, não poderia chegar até a lua, como alguns de seus antecessores. Entre os seus maiores feitos, está o transporte da parte americana da Estação Espacial Internacional.</p>
<p style="text-align: justify;">Sendo lembrado como um dos veículos espaciais mais modernos do mundo – em seus anos de glória, era considerado a máquina mais potente já criada pelo ser humano – tinha um custo de construção de 1,7 bilhão de dólares, sendo o custo por viagem de aproximadamente US$ 450 milhões.</p>
<p style="text-align: justify;">Das 135 missões planejadas, 133 foram concluídas com sucesso. Duas terminaram em tragédias: a STS-51-L com a Challenger e a STS-107 com o Columbia.</p>
<h3 id="o-acidente-com-a-missao-sts-51-l" style="text-align: justify;"><strong>O acidente com a missão STS-51-L</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Após uma série de atrasos na decolagem devido ao mau tempo, a missão STS-51-L finalmente foi lançada no dia 28 de janeiro de 1986, às 16h38, horário da Flórida. Tinha como objetivo a colocação do satélite <em>Tracking Data Relay Satellite-2</em> (TDRS-2) em órbita e observação e experimento do cometa <em>Halley</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, também se destacava o fato de a missão levar a primeira professora civil ao espaço. Christa McAuliffe foi escolhida entre mais de 11 mil candidatos para ministrar, do espaço, 15 minutos de aula para 2,5 milhões de alunos.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma falha em um anel de vedação no foguete de propulsão, que teve um vazamento de gás pressurizado, fez com que o foguete do lado direito da espaçonave se desprendesse, causando uma enorme explosão 73 segundos após a decolagem. De acordo com estudos da <em>Presidential Commission on the Space Shuttle Challenger Accident</em>, essa falha ocorreu por causa da expansão e contração da borracha devido à variação de temperatura na Flórida durante os últimos dias.<strong> </strong></p>
<p><figure id="attachment_68565" aria-describedby="caption-attachment-68565" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-68565" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Challenger_explosion.jpg" alt="explosão" width="800" height="648" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Challenger_explosion.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Challenger_explosion-300x243.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Challenger_explosion-768x622.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-68565" class="wp-caption-text">Explosão do Challenger.</figcaption></figure></p>
<h3 id="o-acidente-com-a-missao-sts-107" style="text-align: justify;"><strong>O acidente com a missão STS-107</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Em 16 de janeiro de 2003, a missão STS-107 foi lançada a partir da plataforma 39A do Centro Espacial John F. Kennedy, na Flórida. O objetivo era realizar experimentos em microgravidade durante 16 dias.</p>
<p style="text-align: justify;">A bordo do Columbia estavam o comandante Rick Husband, o piloto Willie McCool, os especialistas de missão David Brown, Kalpana Chawla e Laurel Clark e os especialistas de carga Michael Anderson e Ilan Ramon. Todos americanos, exceto Ramon, que era israelense.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim como na Challenger, na decolagem já houve um incidente: um pedaço de espuma se desprendeu do propulsor e se chocou com a asa do ônibus espacial, algo tido como normal, de acordo com a NASA, até porque este mesmo problema tinha acontecido várias outras vezes, todas sem maiores adversidades.</p>
<p style="text-align: justify;">De fato, esse desprendimento não afetou a missão ao longo dos 16 dias seguintes… Até o momento da volta à Terra. A princípio, tudo ocorria bem durante o procedimento de descida. Quando estava a 120km de altitude, passando pelo Pacífico e entrando no solo californiano, a temperatura da asa começou a subir, chegando a 3 mil graus Celsius, o que era normal nos procedimentos de pouso, devido as forças aerodinâmicas.</p>
<p style="text-align: justify;">Os primeiros pedaços começaram a se desprender da Columbia quando estava entrando no estado do Texas. A temperatura de 3 mil graus era habitual, mas a falha na asa ocorrida durante a decolagem, não. Após uma série de problemas e defeitos, o veículo foi pulverizado nos céus da cidade de Dallas, matando todos os sete tripulantes.</p>
<p><figure id="attachment_68566" aria-describedby="caption-attachment-68566" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-68566" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/1024px-STS-107-Debris_KSC_Hangar.jpg" alt="destroços." width="1024" height="680" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/1024px-STS-107-Debris_KSC_Hangar.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/1024px-STS-107-Debris_KSC_Hangar-300x199.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/1024px-STS-107-Debris_KSC_Hangar-768x510.jpg 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-68566" class="wp-caption-text">Cerca de 80 mil partes da Columbia foram encontradas em diversos estados americanos.</figcaption></figure></p>
<h3 id="o-onibus-espacial-em-numeros" style="text-align: justify;"><strong>O Ônibus Espacial em números</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Conhecido como a majestade do espaço, o programa do Ônibus Espacial fica ainda maior quando falamos sobre as suas estatísticas.</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Foram dadas 16.557 órbitas ao redor da Terra;</li>
<li>Percorreu aproximadamente 700 milhões de quilômetros;</li>
<li>114 voos;</li>
<li>Transportou 703 passageiros; e</li>
<li>Lançou 61 satélites.</li>
</ul>
<h3 id="fim-de-uma-era" style="text-align: justify;"><strong>Fim de uma era </strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Por último, após longos anos de serviços, acontece a missão derradeira.<br />
Através do orbitador Atlantis, a STS-135 levou quatro astronautas e o Módulo de Logística Multifuncional – MPLM (<em>Multi-Purpose Logistics Module</em>) para Estação Espacial Internacional, pousando 12 dias depois, na manhã do dia 20 de julho de 2011.</p>
<p><figure id="attachment_68567" aria-describedby="caption-attachment-68567" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-68567" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/1024px-STS-135_Space_Shuttle_Atlantis_makes_its_final_landing_04.jpg" alt="pouso." width="1024" height="681" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/1024px-STS-135_Space_Shuttle_Atlantis_makes_its_final_landing_04.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/1024px-STS-135_Space_Shuttle_Atlantis_makes_its_final_landing_04-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/1024px-STS-135_Space_Shuttle_Atlantis_makes_its_final_landing_04-768x511.jpg 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-68567" class="wp-caption-text">O último Ônibus Espacial pousa na Flórida.</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify;">Logo, a justificativa da aposentaria foi que a frota tinha mais de 20 anos, precisando de manutenções constantes e caras e que só faziam viagens curtas, não sendo aproveitado para viagens à lua, por exemplo.</p>
<p style="text-align: justify;">Atualmente, é possível fazer visitação à alguns destes Ônibus. O Discovery pode ser encontrado no Steven F. Udvar Hazy Center, no estado americano da Virgínia. O Enterprise encontra-se no Museu Espacial USS Intrepid, em Nova York.</p>
<p style="text-align: justify;">Desde que se aposentou, o Atlantis está em exposição no Centro Espacial Kennedy, na Flórida. O Endeavour, que substituiu o Challenger depois que houve o fatal acidente, foi levado para o Centro de Ciências da Califórnia, em Los Angeles.</p>
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		<title>Atribuições de um Engenheiro Aeroespacial no CONFEA/CREA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucas Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Dec 2020 11:00:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia Aeronáutica]]></category>
		<category><![CDATA[Cursos de Engenharia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Antes de entender as atribuições de um Engenheiro Aeroespacial, vamos falar sobre quem regulamenta as atividades da área.&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Antes de entender as atribuições de um Engenheiro Aeroespacial, vamos falar sobre quem regulamenta as atividades da área. (Ahh, e se você tem dúvidas sobre o curso de Engenharia Aeroespacial&#8230; Volte uma casa! <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia-aeroespacial-o-que-e/">Clique aqui e leia o meu último artigo</a> antes de continuar)</p>
<p>O sistema <a href="https://www.confea.org.br/sistema-profissional/o-sistema#:~:text=O%20chamado%20Sistema%20Confea%2FCrea,observados%20os%20princ%C3%ADpios%20%C3%A9ticos%20profissionais.">CONFEA/CREA</a> existe desde 1933 e é formado pelo Conselho Federal de Engenharia e Agronomia – CONFEA e pelos Conselhos Regionais de Engenharia e Agronomia – CREAs. Esses conselhos são responsáveis por analisar, fiscalizar e aperfeiçoar o exercício das atividades dos profissionais de engenharia, agronomia e geociências.</p>
<p>Contudo, antes de qualquer profissão <strong>nova</strong> ser reconhecida pelo CONFEA, as instituições de ensino devem ser avaliadas e aprovadas pelo Ministério da Educação, por fim, é possível que os egressos se registrem no CREA.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-64408 aligncenter" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/12/foto1_a2-1.jpg" alt="" width="640" height="360" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/12/foto1_a2-1.jpg 640w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/12/foto1_a2-1-300x169.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/12/foto1_a2-1-400x225.jpg 400w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/12/foto1_a2-1-600x338.jpg 600w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<h3 id="atribuicoes-de-acordo-com-o-a-resolucao-no-1-106">Atribuições de acordo com o a resolução Nº 1.106</h3>
<p>Em 28 de setembro de 2018 foi regulamentada a resolução <a href="http://normativos.confea.org.br/ementas/visualiza.asp?idEmenta=66754">Nº 1.106</a>, que &#8220;<em>Discrimina as atividades e competências profissionais do engenheiro aeroespacial e insere o título na Tabela de Títulos Profissionais do Sistema Confea/Crea, para efeito de fiscalização do exercício profissional</em>&#8220;.</p>
<p>As atribuições de um Engenheiro Aeroespacial estão previstas no <a href="https://www.jusbrasil.com.br/topicos/12089629/artigo-7-da-lei-n-5194-de-24-de-dezembro-de-1966">art. 7° da Lei nº 5.194</a>, de 1966, combinadas com as atividades 1 a 18 do art. 5º, §1º, da Resolução nº 1.073, de 19 de abril de 2016:</p>
<ul>
<li><em>01 – Gestão, supervisão, coordenação, orientação técnica.</em></li>
<li><em>02 – Coleta de dados, estudo, planejamento, anteprojeto, projeto, detalhamento, dimensionamento e especificação.</em></li>
<li><em>03 – Estudo de viabilidade técnico-econômica e ambiental.</em></li>
<li><em>04 – Assistência, assessoria, consultoria.</em></li>
<li><em>05 – Direção de obra ou serviço técnico.</em></li>
<li><em>06 – Vistoria, perícia, inspeção, avaliação, monitoramento, laudo, parecer técnico, auditoria, arbitragem.</em></li>
<li><em>07 – Desempenho de cargo ou função técnica.</em></li>
<li><em>08 – Treinamento, ensino, pesquisa, desenvolvimento, análise, experimentação, ensaio, divulgação técnica, extensão.</em></li>
<li><em>09 – Elaboração de orçamento.</em></li>
<li><em>10 – Padronização, mensuração, controle de qualidade.</em></li>
<li><em>11 – Execução de obra ou serviço técnico.</em></li>
<li><em>12 – Fiscalização de obra ou serviço técnico.</em></li>
<li><em>13 – Produção técnica e especializada.</em></li>
<li><em>14 – Condução de serviço técnico.</em></li>
<li><em>15 – Condução de equipe de produção, fabricação, instalação, montagem, operação, reforma, restauração, reparo ou manutenção.</em></li>
<li><em>16 – Execução de produção, fabricação, instalação, montagem, operação, reforma, restauração, reparo ou manutenção.</em></li>
<li><em>17 – Operação, manutenção de equipamento ou instalação.</em></li>
<li><em>18 – Execução de desenho técnico.</em></li>
</ul>
<p>Essas atribuições são válidas para um Engenheiro Aeroespacial quando referentes a aeronaves e veículos aeroespaciais, seus sistemas e seus componentes; máquinas, motores e equipamentos; instalações industriais e mecânicas relacionadas ao campo de atuação; infraestrutura aeroespacial; operação, tráfego e serviços de comunicação de transporte aeroespacial.</p>
<p>Agora que você conheceu as atribuições de um Engenheiro Aeroespacial de acordo com o CONFEA/CREA, comente aqui embaixo a sua área de atuação e, se a área for diferente, quais são as atribuições mais relevantes?</p>
<p>The post <a href="https://blogdaengenharia.com/secoes/colunistas-blog-da-engenharia/atribuicoes-de-um-engenheiro-aeroespacial-no-confea-crea/">Atribuições de um Engenheiro Aeroespacial no CONFEA/CREA</a> appeared first on <a href="https://blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>.</p>
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		<title>Engenharia Aeroespacial: o que é?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucas Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Nov 2020 00:49:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia Aeronáutica]]></category>
		<category><![CDATA[Cursos de Engenharia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O espanto é certo toda vez que alguém menciona ter estudado ou estar estudando Engenharia Aeroespacial, em uma&#8230;</p>
<p>The post <a href="https://blogdaengenharia.com/secoes/colunistas-blog-da-engenharia/engenharia-aeroespacial-o-que-e/">Engenharia Aeroespacial: o que é?</a> appeared first on <a href="https://blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O espanto é certo toda vez que alguém menciona ter estudado ou estar estudando Engenharia Aeroespacial, em uma roda de conversa. Logo após o espanto, vêm as perguntas: com o que você vai trabalhar? Você vai ser astronauta? Você vai virar piloto? O que você estuda? Quando você vai para a <a href="https://www.nasa.gov/">NASA</a>?</p>
<p>Muitas pessoas nunca ouviram falar deste curso fascinante, outras até já ouviram, mas não fazem ideia o que estudam e onde atuam os graduados neste curso. Ao ler este texto suas dúvidas acabarão!</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-63680" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/foto2_a1.jpg" alt="Aeroespacial" width="715" height="210" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/foto2_a1.jpg 715w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/foto2_a1-300x88.jpg 300w" sizes="(max-width: 715px) 100vw, 715px" /></p>
<h2 id="o-curso-areas-de-atuacao-e-as-instituicoes-no-brasil"><strong>O curso, áreas de atuação e as instituições no Brasil</strong></h2>
<p>A Engenharia Aeroespacial tem sua base na física clássica, elétrica, dinâmica, termodinâmica, mecânica dos fluidos e mecânica dos sólidos. O curso tem como objetivo o desenvolvimento de projetos, aplicações e a manufatura de sistemas veiculares, como: espaçonaves, foguetes, satélites, sondas espaciais, aeronaves e helicópteros. A importância do(a) Engenheiro(a) Aeroespacial para a sociedade não é tão evidente no dia-a-dia, mas a expectativa de viagens espaciais tripuladas por civis e a futurística utilização de drones autônomos para transportar pessoas nas grandes cidades, leva a crer que a profissão tende a ganhar um grande espaço em algumas décadas.</p>
<p>Para se tornar um bacharel em engenharia aeroespacial no Brasil é preciso estudar no mínimo 5 anos (10 semestres) em uma das poucas instituições de ensino que oferecem esta graduação. Dentre elas estão: UFSC, ITA, UFMG, UnB, UFABC, UFSM e a UniVap (Eng. Aeronáutica e Espaço).</p>
<p>Após a graduação o profissional tem diversas opções, ele pode partir para o Mestrado e o Doutorado, pode atuar nos organismos de Pesquisa ou em Programas Espaciais, como o do <a href="http://www.inpe.br/">INPE</a> e <a href="https://www.iae.cta.br/">IAE</a>. Bem como, pode também atuar em empresas dos setores aéreo, Defesa&amp;Espaço ou até mesmo Energia, como a Weg. Alguns exemplos de organizações são: Embraer, Avibrás, Hélibras, FAB, centros de pesquisa, empresas pequenas de aviação, serviços de consultoria, cias aéreas e os fornecedores destas empresas. Geralmente as áreas das empresas que buscam um Engenheiro Aeroespacial são: Compras, Vendas, Engenharia, Qualidade, Manufatura, Manutenção, Gerenciamento de Projetos e, às vezes, até o Administrativo para cargos de gerência.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-63681 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/foto4_a12.jpg" alt="" width="602" height="213" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/foto4_a12.jpg 602w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/foto4_a12-300x106.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/foto4_a12-600x213.jpg 600w" sizes="(max-width: 602px) 100vw, 602px" /></p>
<h2 id="aeroespacial-x-aeronautica-e-ciencias-aeronauticas"><strong>Aeroespacial x Aeronáutica e Ciências Aeronáuticas</strong></h2>
<p style="text-align: left">Além das primeiras perguntas clássicas, é muito comum acharem que a Engenharia Aeroespacial é a mesma coisa que a Engenharia Aeronáutica ou as Ciências Aeronáuticas. Na verdade, existem algumas diferenças entre estes três cursos e os profissionais destas áreas. A Engenharia Aeronáutica é menos abrangente, está mais voltada para projetos, manufatura e aplicações com foco exclusivo na aviação, ou seja, aeronaves e helicópteros.</p>
<p>Já o curso de Ciências Aeronáuticas prepara o aluno para ser piloto privado, piloto comercial ou atuar na gestão de empresas da aviação civil. Algumas das funções que o graduado em Ciências Aeronáuticas pode exercer são: Comandante, Copiloto, Administrador Aeroportuário, Gestor de órgãos da área e Consultor de Segurança do Voo.</p>
<p>E aí, está preparado para esta missão Aeroespacial?</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-63682" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/foto3_a1.jpg" alt="" width="1140" height="641" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/foto3_a1.jpg 1140w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/foto3_a1-300x169.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/foto3_a1-1024x576.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/foto3_a1-768x432.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/foto3_a1-400x225.jpg 400w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/foto3_a1-600x338.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/foto3_a1-800x450.jpg 800w" sizes="(max-width: 1140px) 100vw, 1140px" /></p>
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