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	<title>engenharia agronômica Archives | Blog da Engenharia</title>
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	<title>engenharia agronômica Archives | Blog da Engenharia</title>
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		<title>Engenheira Agrônoma Brasileira Representará o Brasil na COP28 em Dubai</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação BdE]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Nov 2023 12:51:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia Agronômica]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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<p>Uma notícia inspiradora acaba de ecoar no cenário nacional: Waleska Del Pietro Storani, engenheira agrônoma brasileira e colunista do Blog da Engenharia, foi escolhida para representar o Brasil na COP28 em Dubai. Neste artigo, destacaremos a importância dessa seleção, o papel crucial da engenharia agronômica e as expectativas para a participação brasileira no evento climático global.</p>



<h3 id="a-cop28" class="wp-block-heading">A COP28</h3>



<p>A 28ª Conferência das Partes, é um evento global crucial no âmbito das mudanças climáticas, reunindo representantes de governos, organizações não governamentais, cientistas e profissionais de diversas áreas. Organizada pela Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC), a conferência visa discutir e negociar ações e políticas para enfrentar os desafios relacionados às mudanças climáticas em escala internacional. </p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="720" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/11/COP28-1024x720.jpg" alt="" class="wp-image-93197" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/11/COP28-1024x720.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/11/COP28-300x211.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/11/COP28-768x540.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/11/COP28-1536x1080.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/11/COP28-380x267.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/11/COP28-800x563.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/11/COP28-1160x816.jpg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/11/COP28.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Fonte: CNN/ UAE COP 28 Expo City</figcaption></figure></div>


<p>A COP28 desempenha um papel vital na busca por soluções coletivas, estabelecendo metas e acordos que visam mitigar os impactos das mudanças climáticas e promover práticas sustentáveis em nível global. Dessa forma, o evento é uma plataforma essencial para a troca de conhecimentos, experiências e a definição de estratégias para alcançar objetivos climáticos ambiciosos.</p>



<h3 id="quem-e-waleska-del-pietro" class="wp-block-heading">Quem é Waleska Del Pietro</h3>



<p>Waleska é engenheira agrônoma, mestre em agricultura e meio ambiente. Atualmente está como conselheira no CREA-SP e ministra palestras em todo o Brasil. Sua trajetória exemplar na área da agronomia e consultoria em Cidades Inteligentes a credenciou para essa honrosa representação. Sua </p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/11/DSC_9158_Original-Grande-1024x576.jpeg" alt="" class="wp-image-93198" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/11/DSC_9158_Original-Grande-1024x576.jpeg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/11/DSC_9158_Original-Grande-300x169.jpeg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/11/DSC_9158_Original-Grande-768x432.jpeg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/11/DSC_9158_Original-Grande-380x214.jpeg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/11/DSC_9158_Original-Grande-800x450.jpeg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/11/DSC_9158_Original-Grande-1160x653.jpeg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/11/DSC_9158_Original-Grande.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Fonte: arquivo pessoal Waleska Del Pietro Storani</figcaption></figure></div>


<h3 id="o-impacto-da-engenharia-agronomica-na-sustentabilidade" class="wp-block-heading">O Impacto da Engenharia Agronômica na Sustentabilidade</h3>



<p>A influência da engenharia agronômica na sustentabilidade é indiscutível, revelando-se como um pilar fundamental para abordar desafios ambientais contemporâneos. Nesse sentido, torna-se evidente como essa engenharia desempenha um papel crucial na promoção de práticas agrícolas sustentáveis e na busca por soluções ambientais inovadoras. Profissionais de engenharia agronômica desempenham um papel multifacetado, abordando questões desde a conservação do solo até a gestão eficiente de recursos hídricos, contribuindo assim para a construção de sistemas agrícolas mais resistentes e ecologicamente equilibrados. Ao integrar conhecimentos científicos avançados, tecnologias inovadoras e práticas agronômicas sustentáveis, a engenharia agronômica emerge como uma força motriz na busca por uma agricultura mais eficiente, ecologicamente responsável e resiliente às mudanças climáticas. Dessa forma, a participação ativa desses profissionais em eventos como a COP28 reforça o papel essencial que a engenharia agronômica desempenha na concretização de soluções sustentáveis em nível global.</p>



<h3 id="expectativas-para-a-cop28" class="wp-block-heading">Expectativas para a COP28</h3>



<p>O encontro reunirá representantes de diversos países, organizações e setores, proporcionando uma plataforma única para a troca de ideias, experiências e a definição de estratégias concretas. Antecipa-se que a conferência abordará temas cruciais, desde metas de redução de emissões até a implementação de práticas sustentáveis em diferentes setores. Desse modo, espera-se que líderes mundiais apresentem compromissos mais ambiciosos em prol do meio ambiente, refletindo um esforço conjunto para lidar com os desafios climáticos que afetam o planeta. Além disso, a COP28 provavelmente será palco de discussões sobre inovações tecnológicas, financiamento climático e ações coletivas para atingir objetivos climáticos globais. O evento é aguardado como um marco significativo na busca por soluções abrangentes e colaborativas para as complexas questões climáticas que enfrentamos.</p>



<h3 id="o-papel-fundamental-dos-profissionais-de-engenharia" class="wp-block-heading">O Papel Fundamental dos Profissionais de Engenharia</h3>



<p>O envolvimento ativo dos profissionais de engenharia em eventos como a COP28 destaca o papel fundamental que desempenham na busca por soluções abrangentes para os desafios ambientais globais. Assim, a interseção entre inovação tecnológica e sustentabilidade, esses especialistas desempenham um papel crucial na concepção e implementação de práticas e tecnologias que visam mitigar os impactos das mudanças climáticas. Seja na formulação de estratégias para redução de emissões, na criação de infraestruturas resilientes ou na implementação de soluções energéticas sustentáveis, os profissionais de engenharia são peças-chave na concretização de ações efetivas.</p>



<h3 id="conclusao" class="wp-block-heading">Conclusão</h3>



<p>Por fim, a representação da engenheira agrônoma brasileira na COP28 é motivo de celebração e orgulho. Este artigo buscou destacar não apenas a importância dessa conquista individual, mas também o papel crucial da engenharia agronômica na construção de um futuro mais sustentável. Que esta participação inspire outros profissionais e reforce a contribuição significativa que a engenharia pode fazer em escala global.</p>
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		<title>Soja brasileira e Desmatamento da Amazônia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Guilherme Matos de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Jan 2021 20:33:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia Agronômica]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta ultima terça-feira (12/01/2021), surgiu uma declaração do Presidente da França Emmanuel Macron, o qual fez relação da produção do soja com o desmatamento do bioma amazônico.</p>
<blockquote><p>Depender da soja brasileira é endossar o desmatamento da Amazônia. foram palavras usadas por Macron.</p></blockquote>
<p>Mas será que realmente tem relação? <span style="color: #ff6600;">Bora conferir!</span></p>
<h3 id="soja-brasileira">Soja brasileira</h3>
<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-65423 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/soybean-growth-in-farm-with-blue-sky-background-agriculture-plant-seeding-growing-step-concept-scaled.jpg" alt="" width="2560" height="1466" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/soybean-growth-in-farm-with-blue-sky-background-agriculture-plant-seeding-growing-step-concept-scaled.jpg 2560w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/soybean-growth-in-farm-with-blue-sky-background-agriculture-plant-seeding-growing-step-concept-300x172.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/soybean-growth-in-farm-with-blue-sky-background-agriculture-plant-seeding-growing-step-concept-1024x586.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/soybean-growth-in-farm-with-blue-sky-background-agriculture-plant-seeding-growing-step-concept-768x440.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/soybean-growth-in-farm-with-blue-sky-background-agriculture-plant-seeding-growing-step-concept-1536x880.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/soybean-growth-in-farm-with-blue-sky-background-agriculture-plant-seeding-growing-step-concept-2048x1173.jpg 2048w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></p>
<p>A soja brasileira produzida no bioma amazônico é livre de desmatamento desde o ano de 2008, ou seja, a mais de 10 anos, como rebateu a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais que lamentou as declarações do presidente da França.</p>
<blockquote><p>Livre de desmatamento desde 2008, graças a uma iniciativa internacionalmente reconhecida. Declarou a entidade.</p></blockquote>
<p>No mesmo sentido, o  Ministério da Agricultura não se manifestou sobre a fala de Macron, o qual, já demonstra insatisfação com a política ambiental do Brasil desde 2019, com críticas, recentemente por exemplo, no combate aos incêndios no mesmo bioma.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-65425 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/rain-forest-fire-disaster-is-burning-caused-by-humans-scaled.jpg" alt="" width="2560" height="1563" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/rain-forest-fire-disaster-is-burning-caused-by-humans-scaled.jpg 2560w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/rain-forest-fire-disaster-is-burning-caused-by-humans-300x183.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/rain-forest-fire-disaster-is-burning-caused-by-humans-1024x625.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/rain-forest-fire-disaster-is-burning-caused-by-humans-768x469.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/rain-forest-fire-disaster-is-burning-caused-by-humans-1536x938.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/rain-forest-fire-disaster-is-burning-caused-by-humans-2048x1250.jpg 2048w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></p>
<p>O Brasil é o maior produtor mundial de soja, com cerca de 243 mil produtores, gerando quase 1,5 milhões de empregos diretos e indiretos nos mais diversos setores.</p>
<p>O maior produtor de soja brasileiro é o estado do Mato Grosso, seguido por Goiás e Paraná formando um Top 3. O MT é um estado que comtempla cerca de 3 biomas, dentre eles o amazônico.</p>
<p>A produção neste bioma é bem complicada devido a legislação ambiental, no qual se uma propriedade é composta por esse bioma deve realizar 80% de preservação e 20% destinado para produção. Sendo uma das melhores legislações ambientais dentre todos os países em defesa do meio ambiente.</p>
<p>O que sabemos é que cerca de 10% da soja produzida no Brasil, vem de produção em bioma amazônico.</p>
<h3 id="produto">Produto?</h3>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-65422 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/soy-plantation-scaled.jpg" alt="" width="2560" height="1707" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/soy-plantation-scaled.jpg 2560w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/soy-plantation-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/soy-plantation-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/soy-plantation-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/soy-plantation-1536x1024.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/soy-plantation-2048x1365.jpg 2048w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></p>
<p>O soja pode ser destinado para vários meios da cadeia de produção nacional e internacional. Pode ser usado desde in-natura, como para produção de alimentos para humanos e animais, como também pra produção de biodiesel.</p>
<p>A China é o maior exportador da soja brasileira, devido sua própria produção não atender seu mercado interno. Sendo um pais com uma grande população a demanda para de soja para diversos fins é muito grande. Se tornando grande parceira comercial de nosso país, ao lado de diversos outros países asiáticos.</p>
<p>Mas a competição para a venda da soja é grande!</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-65421 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/famous-eiffel-tower-in-paris-with-gorgeous-colors-scaled.jpg" alt="" width="2560" height="1707" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/famous-eiffel-tower-in-paris-with-gorgeous-colors-scaled.jpg 2560w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/famous-eiffel-tower-in-paris-with-gorgeous-colors-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/famous-eiffel-tower-in-paris-with-gorgeous-colors-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/famous-eiffel-tower-in-paris-with-gorgeous-colors-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/famous-eiffel-tower-in-paris-with-gorgeous-colors-1536x1024.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/famous-eiffel-tower-in-paris-with-gorgeous-colors-2048x1365.jpg 2048w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A França pretende aumentar a área em cerca de 40% ou cerca 400 mil hectares da produção de <a href="https://dietaenutricao.com.br/leguminosas-as-5-mais-populares-e-seus-beneficios/#:~:text=Exemplos%20de%20leguminosas%201%20Feij%C3%B5es%3B%202%20Gr%C3%A3o%20de,4%20Ervilha%3B%205%20Fava%3B%206%20Amendoim%3B%207%20Lentilha.">leguminosas</a> (soja, feijão, ervilha&#8230;), sendo esse aumento nos próximos 3 anos.</p>
<p>Esse projeto francês envolve cerca de 100 milhões de euros, para restaurar a soberania alimentar, através de pesquisa com sementes, recuperação de áreas degradadas, basicamente o que é realizado por alguns anos no Brasil, por exemplo com ILPF.</p>
<p>Portanto seria uma jogada comercial a declaração do presidente francês? Ou apenas uma verdade sobre a produção de soja brasileira?</p>
<p>Contudo, como ficam os produtores e quais os impactos que essa declaração pode causar? Deixe seu ponto de vista!</p>
<hr />
<p style="text-align: center;">Saiba mais <a href="https://blogdaengenharia.com/acordo-uniao-europeia-mercosul-governo-bolsonaro-uemercosul/">aqui</a> sobre UE-MERCOSUL!</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
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		<title>Agricultura Quilombola</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Guilherme Matos de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Nov 2020 11:00:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia Agronômica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Antes de mais nada, é bom deixar claro que os quilombolas são grupos étnicos, sendo de predominância de&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Antes de mais nada, é bom deixar claro que os quilombolas são grupos étnicos, sendo de predominância de população negra rural. São estes auto definidos por relações ancestrais, tradições, práticas culturais, relação parental ou com o território. Você conhece a agricultura quilombola?</p>
<p style="text-align: justify;">Como parte de uma reparação histórica o <a href="http://www.incra.gov.br/pt/quilombolas.html">Incra</a> na esfera federal por força do decreto nº 4.887, de 2003 da o título dos territórios quilombolas para a garantia de sua reprodução física, social, econômica e cultural.</p>
<p style="text-align: justify;">Originando-se de kilombo do idioma Angolano, significa acampamento ou local de pouso. No Brasil Colônia, a palavra foi adaptada para designar o local de refúgio dos escravos fugitivos.</p>
<p style="text-align: justify;">Sendo assim, a política de regularização fundiária de Territórios Quilombolas é de suma importância para a dignidade e garantia da continuidade desse grupo.</p>
<p><figure id="attachment_64077" aria-describedby="caption-attachment-64077" style="width: 498px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-64077 " src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/11/qui.png" alt="Abertura área" width="498" height="282" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/11/qui.png 932w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/11/qui-300x170.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/11/qui-768x435.png 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/11/qui-600x338.png 600w" sizes="(max-width: 498px) 100vw, 498px" /><figcaption id="caption-attachment-64077" class="wp-caption-text">Fonte: https://bitlybr.com/0K9G</figcaption></figure></p>
<h4 id="historia" style="text-align: justify;">História</h4>
<p style="text-align: justify;">Quilombo é uma espécie de comunidade, que era composta por escravos, ex-escravos no <a href="https://www.historiadobrasil.net/quilombos/#:~:text=Hist%C3%B3ria%20dos%20Quilombos%20e%20quilombolas%2C%20vida%2C%20organiza%C3%A7%C3%A3o%2C%20como,remanescentes%2C%20eles%20s%C3%A3o%20habitados%20por%20descendentes%20de%20ex-escravos.">Brasil Colônia</a>  e hoje por descendentes destes que ali viviam. O quilombo tinha um líder, que comandava e organizava as tarefas para todos trabalharem em prol da comunidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Eles viviam basicamente de agricultura, e da pesca para sobrevivência. Ali podiam viver com sua cultura, tradição e religião, apesar das condições que eram submetidos buscavam uma maneira de se manterem em contato com suas raízes.</p>
<p style="text-align: justify;">Sendo que não era incomum que alguns senhores de engenhos contratassem homens armados para matar e capturar os quilombolas. E na história ocorreram vários combates, onde os quilombos sempre resistiam e faziam o possível para proteger o quilombo.</p>
<p style="text-align: justify;">Um dos quilombos mais retratados historicamente e literalmente foi o de Palmares, com um dos seus líderes o ex-escravo Zumbi dos Palmares. Atualmente o país conta com quilombos remanescentes, os quais funcionam com os descendentes dos antigos quilombos, que muitas vezes lutam pelo direito de uso da terra.</p>
<h4 id="agricultura" style="text-align: justify;"><strong>Agricultura</strong></h4>
<p style="text-align: justify;">Pela proximidade com a cultura indígena, a agricultura em grande parte é para subsistência, de forma simples trabalhando em grande parte com culturas do milho, mandioca, feijão e arroz. Por mais de 300 anos desenvolveram uma forma de produção no meio florestal, que aproveita dos resíduos naturais criados pela própria natureza.</p>
<p style="text-align: justify;">Na floresta ou ambientes florestais, o acúmulo de material orgânico é muito grande. O qual garante um substrato nutritivo, com camadas férteis de mais de 20 centímetros. Por analise visual &#8211; conhecimento adquirido pelas gerações com observação de plantas e solo por exemplo- são escolhidas as áreas de plantio.</p>
<h4 id="sistema-agricola" style="text-align: justify;">Sistema agrícola</h4>
<p style="text-align: justify;">Primeiramente é realizada a limpeza da área que raramente passa de um hectare. É realizada primeiro a limpeza da mata rasteira e esperado secar, para depois o corte de árvores maiores. Após a seca do material maior é feito a queimada.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, o fogo é usado para abrir caminho para prática agrícola, e é precedida por chuva para garantir que a cinza seja usada como nutriente, infiltrando pelo solo. E começa o controle de pássaros, controle de daninhas e colheita, sendo essas práticas feitas em grupos.</p>
<p style="text-align: justify;">A área geralmente é utilizada por dois anos e até por 4 safras de diferentes culturas, depois é abandonada e realizado a escolha de outro local. Prática essa que permite a recuperação sem um desgaste grande da área utilizada, onde a natureza sozinha consegue se recuperar.</p>
<p><figure id="attachment_64078" aria-describedby="caption-attachment-64078" style="width: 936px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-64078 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/11/queimada.png" alt="Agricultura quilombola" width="936" height="530" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/11/queimada.png 936w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/11/queimada-300x170.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/11/queimada-768x435.png 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/11/queimada-400x225.png 400w" sizes="(max-width: 936px) 100vw, 936px" /><figcaption id="caption-attachment-64078" class="wp-caption-text">Fonte: https://bitlybr.com/0K9G</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify;">Assim, por ser realizado em cima de camadas de materiais orgânicos e não no solo em si, o fogo não prejudica as camadas do solo e a morte dos microrganismos nele presente, e nem do banco de semente nativo do local, sendo considerado um sistema muito conservativo de nutrientes.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse sistema também é benéfico para a fauna, tradicionalmente são deixados alguma parte de &#8220;roça&#8221; para que os animais se alimentem, para que a “terra deixe boas próximas colheitas”. Além, que nos troncos podres, larvas crescem atraindo animais pequenos e assim sucessivamente.</p>
<p style="text-align: justify;">Sendo então, desde pequeno que o sistema de plantio da agricultura quilombola é repassado de geração para geração, garantindo que essa cultura não deixe de existir. Logo, sabemos que engenheiros agrônomos não conheçam esses sistemas, sendo estes muitas vezes nem vistos em sala de aula.</p>
<p><figure id="attachment_64079" aria-describedby="caption-attachment-64079" style="width: 924px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-64079 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/11/anima.png" alt="Fauna " width="924" height="518" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/11/anima.png 924w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/11/anima-300x168.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/11/anima-768x431.png 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/11/anima-400x225.png 400w" sizes="(max-width: 924px) 100vw, 924px" /><figcaption id="caption-attachment-64079" class="wp-caption-text">Fonte: https://bitlybr.com/0K9G</figcaption></figure></p>
<h4 id="engenheiros-agronomos" style="text-align: justify;">Engenheiros agrônomos</h4>
<p style="text-align: justify;">Mas, é importante conhecer esses sistemas de plantio, para que sempre forme opiniões embasadas sobre diferentes sistemas. Você viu em sala esse tipo de agricultura? Acha que deveria ser mais vista e conhecida? O que achou de conhecer o sistema da agricultura quilombola?</p>
<p style="text-align: justify;">Enfim, com uma rica cultura as comunidades quilombolas estão presentes em diversas áreas do nosso país, ainda sofrem com a dificuldade no acesso à saúde e à educação. Então, valorize e espalhe a verdade, e bons conhecimentos sobre as diferentes formar de plantar.</p>
<p><figure id="attachment_64080" aria-describedby="caption-attachment-64080" style="width: 908px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-64080 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/11/agrii.png" alt="Agricultura" width="908" height="500" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/11/agrii.png 908w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/11/agrii-300x165.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/11/agrii-768x423.png 768w" sizes="(max-width: 908px) 100vw, 908px" /><figcaption id="caption-attachment-64080" class="wp-caption-text">Fonte: https://bitlybr.com/0K9G</figcaption></figure></p>
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		<title>iLPF-Agricultura de Baixo Carbono</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Guilherme Matos de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Nov 2020 11:00:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia Agronômica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A insatisfação com o padrão de agricultura “moderna” acaba defendendo a necessidade de um novo paradigma que garanta&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A insatisfação com o padrão de agricultura “moderna” acaba defendendo a necessidade de um novo paradigma que garanta a segurança alimentar sem agredir o ambiente. Dados do IBGE mostram que no nosso país, áreas de lavouras ocupam cerca de 44 milhões de hectares e as áreas de pastagens naturais e plantadas cerca de 159 milhões de hectares, onde a iLPF &#8211; Integração Lavoura, Pecuária e Floresta <a href="https://www.gov.br/agricultura/pt-br/assuntos/sustentabilidade/plano-abc/integracao-lavoura-pecuaria-e-floresta-ilpf">seria uma boa saída</a>.</p>
<p>Assim, pode ser dito que o grande objetivo da iLPF é a mudança do sistema de uso da terra. Com fundamento na integração dos componentes do sistema de produção, para chegar a um patamar elevado de qualidade, de produção/produto/ambiente, sendo considerada agricultura de baixa emissão de carbono.</p>
<p>Já na região Centro-Oeste, uma região de muito calor, os benefícios ao bem estar animal se acentuam bastante, principalmente com a sombra para os animais no pastejo e para dias mais ensolarados. Outro benefício é que segura a umidade no solo, garantindo maior resistências em períodos com pouca chuva.</p>
<p>Normalmente são usadas fileiras de 32 metros entre linhas no plantio de espécies florestais, o qual pode ser adaptado para os implementos disponíveis além da manutenção da cultura implantada (evitar o sombreamento excessivo), por isso tanto adensamento como o distanciamento não pode ser grande, para evitar o desequilíbrio entre os manejos.</p>
<p><figure id="attachment_63720" aria-describedby="caption-attachment-63720" style="width: 474px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-63720 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/OIP.jpg" alt="iLPF bovinos" width="474" height="316" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/OIP.jpg 474w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/OIP-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 474px) 100vw, 474px" /><figcaption id="caption-attachment-63720" class="wp-caption-text">Fonte: https://bitlybr.com/Qsduf</figcaption></figure></p>
<h5 id="agricultura-de-baixo-carbono">Agricultura de Baixo Carbono</h5>
<p>Baixo Carbono é a redução ou eliminação de todo e qualquer insumo nocivos utilizados na produção. Nesse sentido, para a agricultura o sistema iLPF seria um começo para a redução desses insumos não renováveis que causam o efeito estufa. Sendo considerada uma agricultura de baixo carbono, a iLPF devido aos seus diversos benefícios ,que serão detalhados posteriormente, tem uma maior harmonia entre a produção/meio ambiente.</p>
<h5 id="mas-qual-a-definicao-de-ilpf"><strong>Mas qual a definição de iLPF?</strong></h5>
<p>Logo, pode ser definida como forma de uso da terra, uso esse planejado com diversificação, rotação, consorciação e/ou sucessão das atividades de agricultura e pecuária, com harmonia. Além disso tudo já falado, ainda possibilita que o solo seja explorado economicamente durante todo o ano, favorecendo o aumento na oferta de grãos, de carne e de leite a um custo mais baixo.</p>
<p>Todavia, além da melhoria das propriedades físicas, químicas e biológicas do solo, a quebra de ciclos biológicos de pragas e doenças, acaba contribuindo para aumentar a produtividade do sistema. Ou seja, devido à quebra desses ciclos de doenças, pragas e daninhas, se tem uma redução do uso de químicos, consecutivamente redução de custos.</p>
<p><figure id="attachment_63694" aria-describedby="caption-attachment-63694" style="width: 500px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-63694 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/Design-sem-nome-2-1.png" alt="Lavoura pecuária floresta" width="500" height="500" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/Design-sem-nome-2-1.png 500w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/Design-sem-nome-2-1-300x300.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/Design-sem-nome-2-1-150x150.png 150w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/Design-sem-nome-2-1-180x180.png 180w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/Design-sem-nome-2-1-400x400.png 400w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /><figcaption id="caption-attachment-63694" class="wp-caption-text">Integração Lavoura, Pecuária e Floresta</figcaption></figure></p>
<h5 id="beneficios-da-ilpf" style="text-align: center"><strong>Benefícios da iLPF</strong></h5>
<ul>
<li style="text-align: center"> Melhorias dos atributos físicos, químicos e biológicos do solo devido ao aumento da matéria orgânica;</li>
<li style="text-align: center"> Redução de perdas de produtividade na ocorrência de veranicos, quando associado a práticas de correção da fertilidade do solo e ao sistema de plantio direto;</li>
<li style="text-align: center"> Minimização da ocorrência doenças e plantas daninhas;</li>
<li style="text-align: center"> Aumento do bem-estar animal, em decorrência do maior conforto térmico;</li>
<li style="text-align: center"> Redução da pressão para a abertura de novas áreas;</li>
<li style="text-align: center"> Diminuição no uso de agroquímicos para controle de insetos-pragas, doenças e plantas daninhas;</li>
<li style="text-align: center"> Mitigação do efeito estufa, resultante da maior capacidade de sequestro de carbono;</li>
<li style="text-align: center"> Promoção da biodiversidade, e favorecimento de novos nichos e habitats para os agentes polinizadores das culturas e inimigos naturais de insetos-pragas e doenças;</li>
<li style="text-align: center"> Intensificação da ciclagem de nutrientes;</li>
<li style="text-align: center"> Melhor imagem pública dos agricultores perante a sociedade, atrelada à conscientização ambiental.</li>
</ul>
<h5 id="beneficios-economicos-e-sociais" style="text-align: center"><strong>Benefícios econômicos e sociais</strong></h5>
<ul>
<li style="text-align: center"> Incremento da produção anual de alimentos a menor custo;</li>
<li style="text-align: center"> Aumento da competividade das cadeias de produtos de origem animal nos mercados nacional e internacional;</li>
<li style="text-align: center"> Fixação e maior inserção social pela geração de emprego e renda no campo;</li>
<li style="text-align: center"> Aumento da oferta de alimentos seguros;</li>
<li style="text-align: center"> Qualidade de vida do produtor e da sua família com melhoria;</li>
<li style="text-align: center"> Melhoria da imagem da produção agropecuária e dos produtores brasileiros, pois concilia atividade produtiva e meio ambiente;</li>
<li style="text-align: center"> Maiores vantagens comparavas na inserção das questões ambientais nas discussões e negociações da Organização Mundial do Comércio.</li>
</ul>
<p><figure id="attachment_63721" aria-describedby="caption-attachment-63721" style="width: 502px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-63721 " src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/illlppff.png" alt="" width="502" height="349" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/illlppff.png 780w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/illlppff-300x209.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/illlppff-768x535.png 768w" sizes="(max-width: 502px) 100vw, 502px" /><figcaption id="caption-attachment-63721" class="wp-caption-text">Fonte: https://bitlybr.com/wG0as</figcaption></figure></p>
<p>Enfim, depois de tudo isso é notório os benefícios de uma produção de baixo carbono como a iLPF, com a junção de técnicas e manejos mais auto sustentáveis que futuramente serão a base da produção. Logo, isso se chama produzir mais, na mesma área! Mas, com diversificação, trabalho duro e <a href="https://blogdaengenharia.com/drones-no-agronegocio/">tecnologia</a>.</p>
<p>Portanto, atualmente não podemos chamar os agricultores de PRODUTORES, mais sim os chamar de EMPRESÁRIOS do ramo agropecuário, por que cada dia mais é visto que a “fazenda” é uma empresa e quem não leva dessa forma tem que começar a perceber e levar isso em conta.</p>
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		<title>Mandioca ou aipim? Como é correto chamar?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Guilherme Matos de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Oct 2020 11:00:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia Agronômica]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Antes de mais nada, não é de hoje que sabemos que em nosso país muitos objetos são chamados de diferentes nomes, um dos casos mais conhecidos é do “<a href="https://blogdaengenharia.com/biscoito-ou-bolacha/">biscoito ou bolacha</a>”, e trago hoje “mandioca ou aipim” para vocês.</p>
<p>Logo, já trago que é uma <a href="https://pradosonline.com.br/2019/04/04/mandioca-macaxeira-ou-aipim-um-pouco-sobre-variacao-linguistica/">variação linguística</a>, ou seja, varia de acordo com fatores regionais, culturais e sociais. O termo mais usado de forma técnica é a <strong>mandioca</strong>, que é encontrada e retratada na maior parte da literatura.</p>
<p><figure id="attachment_63806" aria-describedby="caption-attachment-63806" style="width: 480px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-63806 " src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/vs.png" alt="Mandioca" width="480" height="341" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/vs.png 1747w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/vs-300x213.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/vs-1024x727.png 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/vs-768x545.png 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/vs-1536x1090.png 1536w" sizes="(max-width: 480px) 100vw, 480px" /><figcaption id="caption-attachment-63806" class="wp-caption-text">Briga dos séculos!</figcaption></figure></p>
<p>Mas, a mandioca tem uma gama de nomes por ai, segue alguns:</p>
<ul>
<li>Aipim;</li>
<li>Macaxeira;</li>
<li>Mantioca;</li>
<li>Majosca;</li>
<li>Impim</li>
</ul>
<p>Caraca, que variedade de nomes! Qual você utiliza e que já conhecia? E sim, isso gera grandes debates seja qual for a idade! Defenda seu time rsrsrs</p>
<p>Enfim, sabia que essa cultura surgiu em nosso “Brasilzão”!? Ela já era cultivada pelos índios muito antes de 1500 quando chegaram os primeiros portugueses. Era um alimento muito consumido pelas tribos, e considerado um alimento muito calórico, aliado no combate contra a fome.</p>
<h3 id="e-vamos-de-historia">E vamos de História!</h3>
<p>Índios Tuxana contam uma <a href="https://www.portalsaofrancisco.com.br/alimentos/mandioca">história</a> há muitos anos, que a filha de um grande chefe quando apareceu grávida foi expulsa da tribo, por ter ficado grávida de forma misteriosa, pois nem ela sabia quem era o pai.</p>
<p>Vivendo em uma cabana, muito longe de sua tribo ela dá a luz a uma criança, uma menina muito branca, que acabou sendo chamada de “Mani”. O chefe, resolveu visitar sua filha como um pai e não como um chefe, para ver sua neta e acabou aceitando novamente sua filha para a tribo.</p>
<p>Mani era muito amada por todos, mas ao completar cerca de 3 anos morreu de forma misteriosa e de repente, então sua mãe a enterrou no quintal de casa aos prantos, e chorou muito, durante horas onde Mani foi enterrada.</p>
<p>Ao perceber algo estranho a índia nota uma brotação, uma planta surgia da terra onde Mani havia sido enterrada. Ao contar para toda a tribo, resolveram arrancar a planta, a qual tinha raízes em forma de chifres e que eram muito brancas! “Mani”, criança, e “oca”, chifre, ou seja, MANIOCA que deu origem ao nome de “Mandioca” conhecido atualmente.</p>
<p><figure id="attachment_63811" aria-describedby="caption-attachment-63811" style="width: 420px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-63811 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/manioca.jpg" alt="Mani oca lenda" width="420" height="298" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/manioca.jpg 420w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/manioca-300x213.jpg 300w" sizes="(max-width: 420px) 100vw, 420px" /><figcaption id="caption-attachment-63811" class="wp-caption-text">&#8220;Mani&#8221; retrato da lenda.<br />Fonte: https://bitlybr.com/Zjeob</figcaption></figure></p>
<h3 id="tecnicamente-falando">Tecnicamente Falando</h3>
<p>De nome científico <em>Manihot esculenta Crantz, </em>a mandioca é da família<strong> Euphorbiaceae</strong> de originária do Brasil, contendo até 250 espécies e variedades diferentes. Constitui uns dos principais alimentos energéticos para milhões de pessoas, principalmente em países onde a pobreza é alta.</p>
<p>O Brasil participa com 10% da produção mundial, sendo o segundo maior produtor mundial. De fácil adaptação é cultivada em todo país, sendo o oitavo produto agrícola em área cultivada e o sexto em valor de produção (<a href="https://www.embrapa.br/mandioca-e-fruticultura/cultivos/mandioca">EMBRAPA</a>, 2019).</p>
<h5 id="brasil">Brasil</h5>
<p><figure id="attachment_63812" aria-describedby="caption-attachment-63812" style="width: 444px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-63812 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/tab1.png" alt="Mandioca Brasil" width="444" height="555" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/tab1.png 444w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/tab1-240x300.png 240w" sizes="(max-width: 444px) 100vw, 444px" /><figcaption id="caption-attachment-63812" class="wp-caption-text">Fonte: IBGE &#8211; Produção Agrícola Municipal, 2018. Consultado em 30/09/2019.</figcaption></figure></p>
<p>Logo, o Pará é o estado com a maior área colhida (hectares), com maior produção (toneladas), mas falando em rendimento (toneladas/hectares) quem se destaca na cultura da mandioca é o estado de São Paulo, como mostra a tabela acima. Mas, falando em Regiões, o Norte é o maior produtor seguido pelo Sul e pelo Nordeste respectivamente.</p>
<p><figure id="attachment_63814" aria-describedby="caption-attachment-63814" style="width: 412px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-63814 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/graf2.png" alt="Mandioca estados" width="412" height="310" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/graf2.png 412w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/graf2-300x226.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/graf2-180x135.png 180w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/graf2-400x300.png 400w" sizes="(max-width: 412px) 100vw, 412px" /><figcaption id="caption-attachment-63814" class="wp-caption-text">Fonte: IBGE &#8211; Produção Agrícola Municipal, 2018. Consultado em 30/09/2019.</figcaption></figure></p>
<p>Contudo, olhe bem estes seguintes gráficos:</p>
<p><figure id="attachment_63815" aria-describedby="caption-attachment-63815" style="width: 432px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-63815 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/graf4.png" alt="Mandioca" width="432" height="286" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/graf4.png 432w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/graf4-300x199.png 300w" sizes="(max-width: 432px) 100vw, 432px" /><figcaption id="caption-attachment-63815" class="wp-caption-text">Fonte: IBGE &#8211; Produção Agrícola Municipal, 2018. Consultado em 30/09/2019.</figcaption></figure></p>
<p><figure id="attachment_63816" aria-describedby="caption-attachment-63816" style="width: 426px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-63816 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/graf3.png" alt="Aipim" width="426" height="341" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/graf3.png 426w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/graf3-300x240.png 300w" sizes="(max-width: 426px) 100vw, 426px" /><figcaption id="caption-attachment-63816" class="wp-caption-text">Fonte: IBGE &#8211; Produção Agrícola Municipal, 2018. Consultado em 30/09/2019.</figcaption></figure></p>
<p><figure id="attachment_63817" aria-describedby="caption-attachment-63817" style="width: 428px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-63817 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/graf5.png" alt="Rendimento" width="428" height="274" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/graf5.png 428w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/graf5-300x192.png 300w" sizes="(max-width: 428px) 100vw, 428px" /><figcaption id="caption-attachment-63817" class="wp-caption-text">Fonte: IBGE &#8211; Produção Agrícola Municipal, 2018. Consultado em 30/09/2019.</figcaption></figure></p>
<p>Note que, apesar de em 2015 termos a menor área colhida desde 1970 e uma das menores produções ainda sim tivemos um maior rendimento da produção da mandioca! Isso pode ser devido a diversos fatores. Ou seja, fatores esses de tecnologia, melhoramento genético, profissionais e mão de obra mais qualificados.</p>
<p>Contudo, chame como preferir! Mas de forma técnica tente se dirigir chamando de “mandioca” preferencialmente. Assim sendo, devemos sempre ficar atento as origens, tradição e cultura de nosso país, assim como das culturas que plantamos aqui.</p>
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		<title>Próximos 10 anos do Agro: Você está preparado?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Guilherme Matos de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Oct 2020 11:00:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia Agronômica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Primeiramente, sem fazer um livro, é impossível trazer a total projeção do agronegócio para os próximos 10 anos.&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Primeiramente, sem fazer um livro, é impossível trazer a total projeção do agronegócio para os próximos 10 anos. E querendo trazer um pouco da economia para o &#8220;AGRO&#8221; a nível Brasil, vou me embasar nas projeções feitas pelo <a href="https://www.gov.br/agricultura/pt-br/assuntos/politica-agricola/todas-publicacoes-de-politica-agricola/projecoes-do-agronegocio/projecoes-do-agronegocio-2018-2019-2028-2029/view">Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento</a>. <a href="https://blogdaengenharia.com/voce-se-considera-um-bom-profissional/">Você está preparado?</a></p>
<h4 id="algumas-culturas">Algumas culturas</h4>
<h5 id="arroz" style="text-align: center;"><strong>Arroz</strong></h5>
<p><figure id="attachment_63443" aria-describedby="caption-attachment-63443" style="width: 300px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-63443 size-medium" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/Design-sem-nome-300x300.png" alt="Próximos 10 anos" width="300" height="300" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/Design-sem-nome-300x300.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/Design-sem-nome-150x150.png 150w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/Design-sem-nome-180x180.png 180w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/Design-sem-nome-400x400.png 400w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/Design-sem-nome.png 500w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-63443" class="wp-caption-text">Rizicultura.</figcaption></figure></p>
<p><span style="font-size: 1.21429rem;">Primeiramente uma pergunta, você sentiu no bolso o aumento no preço do arroz?</span></p>
<p style="text-align: left;">Um dos principais componentes na dieta dos brasileiros, e uma das principais culturas da minha região (extremo-sul catarinense), basicamente se concentra em 5 estados. Assim se formarmos um top 3 produtores,  quem vai representar o líder é o estado Rio Grande do Sul com 70% da produção nacional, seguido por Santa Catarina 10% e Tocantins 6%.</p>
<p>Enfim, as estimativas para o nosso querido arroz é de uma redução de área plantada. Agora senta que vem bomba, será uma <strong>redução de um milhão de hectares</strong> <strong>nos próximos 10 anos! </strong></p>
<p>Sim, é isso mesmo. Logo, podemos citar vários motivos para isso, como a dificuldade em trabalhar com essa cultura, baixo ganho econômico dos produtores, aumento da incidência de daninhas e pragas, fatores climáticos entre outros. Mas uma das principais é o decréscimo do consumo do arroz no país.</p>
<p>Frequentemente, nós brasileiros estamos deixando de consumir arroz, para experimentarmos outras coisas em nosso prato. Pode-se dever isso também, a uma maior facilidade atual de pedir um lanche por aplicativo, sem precisar cozinhar, sem louça para lavar por exemplo. Pode ser normal vermos um aumento no valor nos mercados e afins. Mas será aumento leve no preço, devido a área plantada estar diminuindo, consequentemente menor será a produção, mas o consumo também tende a baixar.</p>
<h5 id="feijao" style="text-align: center;"><strong>Feijão</strong></h5>
<p><figure id="attachment_63444" aria-describedby="caption-attachment-63444" style="width: 300px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-63444 size-medium" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/feijão-300x300.png" alt="Estimativas próximos 10 anos" width="300" height="300" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/feijão-300x300.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/feijão-150x150.png 150w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/feijão-180x180.png 180w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/feijão-400x400.png 400w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/feijão.png 500w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-63444" class="wp-caption-text">Feijão.</figcaption></figure></p>
<p>Em cima ou embaixo do arroz? Rsrsrsrsr</p>
<p>O companheiro do arroz em praticamente todos os pratos no nosso país! Em minha visão, os dois sempre vão estar relacionados em um país que tem uma forte tradição em consumo diário.</p>
<p>Assim sendo, Paraná e Minas Gerais são os principais estados produtores, representando quase 40% da produção nacional. Não diferente do arroz por estarem fortemente relacionados, não há previsão de crescimento de sua produção, podendo haver uma redução da produção.</p>
<p>O feijão,  não tende a ter uma redução no consumo, por isso essa redução na produção não vai ser drástica, onde ainda até importamos algumas toneladas para suprir a demanda nacional. No geral <strong>estabilidade</strong> é o que se espera.</p>
<h5 id="milho" style="text-align: center;"><strong>Milho</strong></h5>
<p><figure id="attachment_63445" aria-describedby="caption-attachment-63445" style="width: 300px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-63445 size-medium" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/feijão-1-300x300.png" alt="Estimativa 10 anos" width="300" height="300" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/feijão-1-300x300.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/feijão-1-150x150.png 150w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/feijão-1-180x180.png 180w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/feijão-1-400x400.png 400w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/feijão-1.png 500w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-63445" class="wp-caption-text">Milho.</figcaption></figure></p>
<p>Saudade de uma praia né minha filha? Rsrsrsrsrs</p>
<p>Formando um top 3 estados produtores, temos Mato Grosso (31%), Paraná (17%) e Goiás (11%). A área plantada de milho tende a ter um <strong>crescimento</strong> de  7% nos próximos 10 anos, passando de 17,2 milhões de hectares para 18,5 milhões de hectares. Destacando o milho de 2ª Safra, que teve um aumento de 130% de área plantada.</p>
<p>O crescimento pode estar relacionado a vários fatores, considero a exportação o principal fator. Pelos dados apontados nas projeções, a exportação deve DOBRAR, de 30 milhões de toneladas podendo chegar até 60 milhões de toneladas.</p>
<h5 id="soja-grao" style="text-align: center;"><strong>Soja Grão</strong></h5>
<p><figure id="attachment_63446" aria-describedby="caption-attachment-63446" style="width: 300px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-63446 size-medium" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/soja-300x300.png" alt="Projeção dos próximos 10 anos" width="300" height="300" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/soja-300x300.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/soja-150x150.png 150w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/soja-180x180.png 180w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/soja-400x400.png 400w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/soja.png 500w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-63446" class="wp-caption-text">O soja Grão</figcaption></figure></p>
<p>A projeção levou em conta muitos fatores para o soja em grão, desde o rebanho bovino, valor de terras, produção do soja, que mostram uma tendência de <strong>crescimento</strong>. É a lavoura que mais deve expandir a área na próxima década, deve aumentar 9,5 milhões de hectares plantados.</p>
<p>E por isso, acredito que áreas atualmente ocupadas por outras cultura e que vão perder espaço como o arroz, vão ser substituídas pelo plantio do soja. Atualmente na região do extremo-sul catarinense,  estudos estão sendo feitos com uso do soja para retirada do arroz vermelho (arroz daninho), e tem mostrado altas produções de soja nas áreas de várzea, em baixadas.</p>
<h5 id="cafe" style="text-align: center;">Café</h5>
<p><figure id="attachment_63447" aria-describedby="caption-attachment-63447" style="width: 300px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-63447" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/café-300x300.png" alt="Estimativa" width="300" height="300" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/café-300x300.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/café-150x150.png 150w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/café-180x180.png 180w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/café-400x400.png 400w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/café.png 500w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-63447" class="wp-caption-text">Café</figcaption></figure></p>
<p>Essa cultura mexe comigo, não nego um café faça chuva ou faça sol. Afinal, nada melhor que aquele café para iniciar o dia, ou ficar acordado naquela aula mais conceitual né?</p>
<p>Você é fã de café também? Então agradeça a esse top 3 estados produtores: Minas Gerais (52%) , Espírito Santo (25%) e São Paulo (9%). Pode ficar tranquilo, a tendência para os próximos 10 anos é o <strong>crescimento</strong> de cerca de 10 milhões de sacas (60kg) de café. Grande parte se deve pelo aumento das exportações, sendo 6/10 sacas  destinadas nesse seguimento.</p>
<p>Entretanto, para os próximos 30 anos a coisa é diferente. Mudanças climáticas futuras podem prejudicar e muito a produção de café, como aponta o Bureau de Inteligência Competitiva do Café,  a elevação de temperatura poderá <strong>reduzir</strong> a área apta ao cultivo de café pela metade.</p>
<h5 id="carnes" style="text-align: center;">Carnes</h5>
<p><figure id="attachment_63448" aria-describedby="caption-attachment-63448" style="width: 300px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-63448 size-medium" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/carnes-300x300.png" alt="Projeção 10 anos" width="300" height="300" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/carnes-300x300.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/carnes-150x150.png 150w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/carnes-180x180.png 180w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/carnes-400x400.png 400w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/carnes.png 500w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-63448" class="wp-caption-text">Carne de Frango/suína/bovina.</figcaption></figure></p>
<p>Por último, mas não menos importante, as projeções de carnes para o Brasil mostram <strong>crescimento. </strong>Destacando a carne de frango e suína como principais responsáveis por esse crescimento. Juntas com a carne bovina, a produção no país deve passar de 26 milhões de toneladas para 33 milhões de toneladas.</p>
<p>A princípio,  a exportação novamente pode ser um dos principais fatores desse crescimento, onde devem crescer 3% ao ano. Outro motivo pode ser o crescimento populacional, o IBGE prevê 215 milhões de pessoas até 2028.</p>
<p>Definitivamente, devemos ficar atento as tendências no mercado, mudanças vão chegar e devemos estar preparados! Quer uma parte 2 com mais produtos projetados para os próximos 10 anos? Deixe seu comentário!</p>
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		<title>Alimentos Orgânicos: Do que você se alimenta?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Guilherme Matos de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Oct 2020 11:00:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia Agronômica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Antes de tudo, a agricultura orgânica é mais que somente não aplicar químicos, é também qualidade de vida.&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Antes de tudo, a agricultura orgânica é mais que somente não aplicar químicos, é também qualidade de vida. Uma pergunta, do que você se alimenta? Sabia que os orgânicos podem incluir a parte vegetal, animal, extração e processados!? O que você leva para sua mesa? Sou Gui Matos e olha o que preparei para você!</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-67325 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/vegetables-on-white-background-scaled.jpg" alt="" width="2560" height="1536" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/vegetables-on-white-background-scaled.jpg 2560w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/vegetables-on-white-background-300x180.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/vegetables-on-white-background-1024x614.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/vegetables-on-white-background-768x461.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/vegetables-on-white-background-1536x922.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/vegetables-on-white-background-2048x1229.jpg 2048w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></p>
<h3 id="o-que-e-agricultura-organica">O que é agricultura orgânica?</h3>
<p>Antes de mais nada, pode ser definida como um sistema de produção, próximo da natureza com mínimos danos. Por isso, exclui o uso de agrotóxicos, fertilizantes químicos, hormônios e demais aditivos químicos. São sistemas produtivos, com eficiência na utilização de recursos naturais, com rentabilidade econômica. Devem ser alimentos livres de resíduos tóxicos, sofrendo processamento ou não!</p>
<p>Sob o mesmo ponto de vista, a agricultura orgânica reúne vários modelos de agricultura como a biodinâmica, natural, biológica, permacultura ou agroecológica, como é dito na <a href="https://presrepublica.jusbrasil.com.br/legislacao/98009/lei-10831-03">Lei 10.831/2003</a>. A agricultura familiar do Brasil é a oitava maior produtora de alimentos no mundo, garantindo destaque no <a href="https://www.todamateria.com.br/o-que-e-agronegocio/">agronegócio</a> mundial.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-67326 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/vegetable-garden-salad-on-the-farm-scaled.jpg" alt="" width="2560" height="1707" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/vegetable-garden-salad-on-the-farm-scaled.jpg 2560w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/vegetable-garden-salad-on-the-farm-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/vegetable-garden-salad-on-the-farm-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/vegetable-garden-salad-on-the-farm-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/vegetable-garden-salad-on-the-farm-1536x1024.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/vegetable-garden-salad-on-the-farm-2048x1365.jpg 2048w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></p>
<h3 id="agricultura-organica-brasil">Agricultura orgânica: Brasil</h3>
<p>O Brasil tem por volta de 17 mil propriedades certificadas, sendo a maior parte de pequenos produtores, assim sendo um grande produtor mundial de alimentos orgânicos. A região sul destaca-se com pouco mais de seis mil produtores, seguida das regiões Sudeste e Nordeste com cerca de quatro mil produtores.</p>
<p>Além disso, a nível Brasil mais preciso no ano de 2014, a agricultura orgânica movimentou cerca de R$ 2 bilhões. A área cultivada em sistema orgânico em 2015 foi de aproximadamente 950 mil hectares. Onde é cultivado produtos como: Verduras, Legumes, frutas,  cereais e industrializados.</p>
<p><figure id="attachment_63416" aria-describedby="caption-attachment-63416" style="width: 500px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-63416 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/sdds.png" alt="Orgânicos" width="500" height="500" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/sdds.png 500w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/sdds-300x300.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/sdds-150x150.png 150w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/sdds-180x180.png 180w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/sdds-400x400.png 400w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /><figcaption id="caption-attachment-63416" class="wp-caption-text">Qualidade de vida.</figcaption></figure></p>
<h3 id="como-produzir-organico">Como produzir orgânico?</h3>
<p>A princípio, o planejamento é uma parte fundamental na agricultura orgânica, diferente do preconceito onde tem quem ache que a produção orgânica é algo largado. O planejamento além de tratar de forma correta os recursos utilizados na produção orgânica (<a href="https://blogdaengenharia.com/dia-mundial-da-agua-seu-uso-pela-engenharia-agricola/">água</a>, terra, plantas, animais&#8230;).</p>
<p>Para você produzir de forma orgânica algumas dicas são sempre bem vindas, então aí vai algumas delas:</p>
<ul>
<li>Trate os resíduos de forma que não contamine o ambiente;</li>
<li>Aumente a diversidade de planta, animais e cultivos;</li>
<li>Aproveite o máximo da sua produção, exemplo reutilizar o esterco, e restos vegetais para adubação;</li>
<li>Realize rotação de culturas;</li>
<li>Conserve fontes de água;</li>
<li>Promova o bem-estar animal.</li>
</ul>
<p><figure id="attachment_63414" aria-describedby="caption-attachment-63414" style="width: 500px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-63414 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/orgg.png" alt="Horta Orgânicos" width="500" height="500" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/orgg.png 500w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/orgg-300x300.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/orgg-150x150.png 150w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/orgg-180x180.png 180w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/orgg-400x400.png 400w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /><figcaption id="caption-attachment-63414" class="wp-caption-text">Diferentes cultivos em mesmo espaço.</figcaption></figure></p>
<h3 id="vantagens">Vantagens</h3>
<p>Logo, as principais vantagens da agricultura orgânica são:</p>
<ul>
<li>Preservação dos recursos naturais;</li>
<li>Produção de alimentos saudáveis e de maior qualidade;</li>
<li>Sustentabilidade e baixo impacto ambiental;</li>
<li>Manutenção da biodiversidade;</li>
<li>Uso de adubos naturais;</li>
<li>Rotatividade de culturas;</li>
<li>Solo saudável e rico em nutrientes;</li>
<li>Utilização de energias renováveis.</li>
</ul>
<h3 id="desvantagens">Desvantagens</h3>
<p>Por outro lado, as principais desvantagens da agricultura orgânica são:</p>
<ul>
<li>Impacto ambiental com o uso pesticidas e agrotóxicos de origem orgânica;</li>
<li>Produtos mais caros que os convencionais.</li>
<li>Dificuldade de insumos apropriados para a produção orgânica; comercialização; assistência técnica; logística; certificação; distribuição e gestão.</li>
</ul>
<h3 id="quais-os-produtos-mais-consumidos">Quais os produtos mais consumidos?</h3>
<p>Contudo, no orgânico em primeiro lugar conforme pesquisa de Organis, primeiro vem o consumo de verduras (63%) , em segundo estão empatados por legumes e frutas (25%) e por ultimo os cereais (12%).</p>
<p><figure id="attachment_63410" aria-describedby="caption-attachment-63410" style="width: 500px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-63410 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/Orga.png" alt="produção agricultura orgânica" width="500" height="500" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/Orga.png 500w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/Orga-300x300.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/Orga-150x150.png 150w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/Orga-180x180.png 180w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/Orga-400x400.png 400w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /><figcaption id="caption-attachment-63410" class="wp-caption-text">Verduras/legumes/frutas/cereais.</figcaption></figure></p>
<p>De antemão, o selo é muito importante nas embalagens, muitas vezes por conta dele, são buscadas mais informações na própria embalagem, e maior é a probabilidade de compra do produto por confiança.</p>
<p><figure id="attachment_63411" aria-describedby="caption-attachment-63411" style="width: 500px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-63411 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/selo.png" alt="Orgânico Brasil" width="500" height="500" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/selo.png 500w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/selo-300x300.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/selo-150x150.png 150w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/selo-180x180.png 180w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/selo-400x400.png 400w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /><figcaption id="caption-attachment-63411" class="wp-caption-text">Selo de produto orgânico Brasil.</figcaption></figure></p>
<div class="elementor-element elementor-element-48454042 elementor-widget elementor-widget-heading" data-id="48454042">
<div class="elementor-widget-container">
<h3 id="por-que-consumir-agricultura-organica" class="elementor-heading-title elementor-size-default">Por que consumir agricultura orgânica?</h3>
</div>
</div>
<div class="elementor-element elementor-element-3ce8867e elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="3ce8867e">
<div class="elementor-widget-container">
<div class="elementor-text-editor elementor-clearfix">
<p>Nesse sentido, a equipe <a href="https://organis.org.br/">Organis</a> em pesquisa desenvolvida, mostrou que a principal motivação para o consumo de orgânicos é o conhecimento de que se trata de um produto mais saudável, também por indicações nas mídias e por profissionais da área da saúde.<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-63418 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/pepepepep.png" alt="" width="500" height="500" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/pepepepep.png 500w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/pepepepep-300x300.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/pepepepep-150x150.png 150w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/pepepepep-180x180.png 180w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/pepepepep-400x400.png 400w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<div>
<div class="elementor-element elementor-element-2a674698 elementor-widget elementor-widget-heading" data-id="2a674698">
<div class="elementor-widget-container">
<h3 id="consumo-de-organicos" class="elementor-heading-title elementor-size-default"> Consumo de orgânicos</h3>
</div>
</div>
<div class="elementor-element elementor-element-1623b56e elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="1623b56e">
<div class="elementor-widget-container">
<div class="elementor-text-editor elementor-clearfix">
<p>Assim como existe uma elevada disposição a consumir mais produtos orgânicos, existem fatores limitantes, onde o preço é citado como maior limitador (62%), seguido por falta de lugares próximos (32%), falta de conhecimento (11%), falta de confiança mesmo com certificação/selo (4%) e empatados com 2% falta de tempo para cozinhar e comprar.</p>
<p><figure id="attachment_63413" aria-describedby="caption-attachment-63413" style="width: 500px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-63413 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/mot.png" alt="orgânico" width="500" height="500" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/mot.png 500w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/mot-300x300.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/mot-150x150.png 150w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/mot-180x180.png 180w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/mot-400x400.png 400w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /><figcaption id="caption-attachment-63413" class="wp-caption-text">Fatores limitantes para aumento do consumo.</figcaption></figure></p>
<div class="elementor-element elementor-element-4d1b23a0 elementor-widget elementor-widget-heading" data-id="4d1b23a0">
<div class="elementor-widget-container">
<h3 id="interesse-em-organicos" class="elementor-heading-title elementor-size-default">Interesse em orgânicos</h3>
</div>
</div>
<div class="elementor-element elementor-element-513ea7b6 elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="513ea7b6">
<div class="elementor-widget-container">
<div class="elementor-text-editor elementor-clearfix">
<p>Contudo, você sabia que pelo menos metade da população possui  algum interesse em consumir orgânicos? Mas, é claro que também tem quem não queira (<a href="https://organis.org.br/pesquisa-consumo-de-produtos-organicos-no-brasil-2017/">3 em cada 10</a>) e afirmam não ter sequer interesse em conhece-los.</p>
<p>Enfim, e você faz parte de qual grupo? Criticar tudo ou escolher um lado e achar que é o único certo, é errado. Mantenha a vida com equilíbrio, consuma de tudo, do nosso &#8220;AGRO&#8221;.</p>
<hr />
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-67327 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/senior-woman-with-tomatoes-scaled.jpg" alt="" width="2560" height="1707" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/senior-woman-with-tomatoes-scaled.jpg 2560w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/senior-woman-with-tomatoes-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/senior-woman-with-tomatoes-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/senior-woman-with-tomatoes-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/senior-woman-with-tomatoes-1536x1024.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/senior-woman-with-tomatoes-2048x1365.jpg 2048w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></p>
</div>
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</div>
</div>
</div>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Inteligência Artificial agilizando classificação de grãos no Paraná</title>
		<link>https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-agronomica/inteligencia-artificial-classificacao-grao-soja-cocamar-senai-parana/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=inteligencia-artificial-classificacao-grao-soja-cocamar-senai-parana</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Guilherme Matos de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Oct 2020 11:00:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia Agronômica]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
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		<category><![CDATA[#engenharia]]></category>
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		<category><![CDATA[Agronomia]]></category>
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		<category><![CDATA[engenharia agronômica]]></category>
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		<category><![CDATA[IA]]></category>
		<category><![CDATA[site da engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[site de engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Site Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blogdaengenharia.com/?p=63527</guid>

					<description><![CDATA[<p>A parte de classificação de grãos é um processo de extrema importância para as vendas de produtos agrícolas,&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A parte de classificação de grãos é um processo de extrema importância para as vendas de produtos agrícolas, ou seja, através da classificação são obtidos ganhos (lucro) sobre toda uma produção. Quanto melhor ou mais próximo ao nível classificado da empresa, maior será o ganho sobre a produção. Imagine o ganho de tempo com o uso da inteligência artificial (IA) nesse processo!</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-67320 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/large-soy-plantation-on-a-cloudy-day-scaled.jpg" alt="" width="2560" height="1707" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/large-soy-plantation-on-a-cloudy-day-scaled.jpg 2560w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/large-soy-plantation-on-a-cloudy-day-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/large-soy-plantation-on-a-cloudy-day-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/large-soy-plantation-on-a-cloudy-day-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/large-soy-plantation-on-a-cloudy-day-1536x1024.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/large-soy-plantation-on-a-cloudy-day-2048x1365.jpg 2048w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></p>
<h3 id="classificacao">Classificação</h3>
<p>Assim sendo,  a classificação separa as matérias primas em categorias de diferentes qualidades, considerando aspectos físicos do produtos.</p>
<p>Atualmente a classificação é realizada por pessoas contratadas com base em tabelas modelos, seja direto na propriedade, armazém ou indústria, ou seja, demandam grande tempo e muitas vezes é sujeito a erros de classificação ou é realizada por grandes máquinas.</p>
<p>Imagine uma colheita rendendo muitos caminhões carregados, mesmo uma pegando uma pequena parte para classificação, a amostra continuará grande, demandando muito tempo para ser feita. Mas, uma empresa do Paraná pretende acelerar esse processo.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-67319 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/farmer-hand-with-soy-beans-on-cultivated-agricultural-field-organic-farming-soya-plantation-scaled.jpg" alt="" width="2560" height="1706" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/farmer-hand-with-soy-beans-on-cultivated-agricultural-field-organic-farming-soya-plantation-scaled.jpg 2560w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/farmer-hand-with-soy-beans-on-cultivated-agricultural-field-organic-farming-soya-plantation-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/farmer-hand-with-soy-beans-on-cultivated-agricultural-field-organic-farming-soya-plantation-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/farmer-hand-with-soy-beans-on-cultivated-agricultural-field-organic-farming-soya-plantation-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/farmer-hand-with-soy-beans-on-cultivated-agricultural-field-organic-farming-soya-plantation-1536x1024.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/farmer-hand-with-soy-beans-on-cultivated-agricultural-field-organic-farming-soya-plantation-2048x1365.jpg 2048w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></p>
<h3 id="parceria">Parceria</h3>
<p>A cooperativa <a href="https://www.cocamar.com.br/noticia/Inteligencia_Artificial_para_classificar_a_soja/5447">Cocamar</a> em parceria com o <a href="https://www.senaipr.org.br/">Senai</a> no Paraná, vem acelerando e padronizando a classificação de grãos de soja com o uso de <strong>inteligência artificial</strong>, com a visão computacional que estima a concentração de clorofila e acidez dos grãos.</p>
<p>Isso significa que através da captura de imagens, é possível extrair as informações através do algoritmo treinado para monitorar os níveis de acidez e clorofila desejados do grão.</p>
<p><figure id="attachment_63528" aria-describedby="caption-attachment-63528" style="width: 500px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-63528 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/soja-classi.png" alt="Inteligência artificial (IA)" width="500" height="500" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/soja-classi.png 500w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/soja-classi-300x300.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/soja-classi-150x150.png 150w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/soja-classi-180x180.png 180w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/soja-classi-400x400.png 400w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /><figcaption id="caption-attachment-63528" class="wp-caption-text">Imagem ilustrativa da classificação de grãos de soja.</figcaption></figure></p>
<p>Fazendo parte do investimento em inovação da empresa, com o projeto e parceira com o núcleo tecnológico do Senai. O objetivo é a busca de maior produtividade no campo dos associados, o qual acaba beneficiando tanto a empresa quanto seus cooperados.</p>
<p>Com base nesse sistema de IA, a Cocamar pretende compor o preço de compra por avaliação dos grãos de seus produtores associados.</p>
<p>Enfim, é tendência para um futuro próximo a utilização de IA para classificação, além do uso de grandes máquinas ou pessoas. Contudo, não é novidade devemos nos adaptar a essas mudanças, <a href="https://blogdaengenharia.com/inteligencia-artificial-presente-ou-futuro/">logo vão ser aderidas</a> por várias empresas do meio agropecuário.</p>
<hr />
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-67318 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/pods-of-soybeans-in-a-field-scaled.jpg" alt="" width="2560" height="1707" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/pods-of-soybeans-in-a-field-scaled.jpg 2560w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/pods-of-soybeans-in-a-field-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/pods-of-soybeans-in-a-field-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/pods-of-soybeans-in-a-field-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/pods-of-soybeans-in-a-field-1536x1024.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/pods-of-soybeans-in-a-field-2048x1365.jpg 2048w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>The post <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-agronomica/inteligencia-artificial-classificacao-grao-soja-cocamar-senai-parana/">Inteligência Artificial agilizando classificação de grãos no Paraná</a> appeared first on <a href="https://blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>.</p>
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		<title>Unesp irá criar 11 cursos de engenharia até 2014</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação BdE]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Apr 2012 23:15:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Ambiental e Sanitária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>[pullquote_right][/pullquote_right]A Universidade Estadual Paulista (Unesp) anunciou em Março, a criação de 11 novos cursos de Engenharia em nove&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>[pullquote_right][/pullquote_right]A Universidade Estadual Paulista (Unesp) anunciou em Março, a criação de 11 novos cursos de Engenharia em nove cidades do estado de São Paulo. No total, os cursos terão oferta de 440 vagas<em> (veja tabela abaixo)</em>. Segundo a Unesp, até o final de 2016, o objetivo é que a instituição tenha 2.200 mais alunos.</p>
<div>
<p style="text-align: center;"><a href="//www.engenharia360.com/wp-content/uploads/2012/04/logo_unesp_variacao2.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-1229" src="//www.engenharia360.com/wp-content/uploads/2012/04/logo_unesp_variacao2-300x38.jpg" alt="" width="300" height="38" /></a></p>
<p>A criação dos cursos foi aprovada pelo Conselho Universitário da Unesp, mas o projeto pedagógico, de acordo com a instituição, ainda será discutido. A estimativa da instituição é que os novos cursos sejam implementados entre 2012 e 2014.<br />
Segundo a Unesp, a decisão de criar mais vagas e cursos de engenharia se enquada no programa de expansão da universidade e atende a demandas &#8220;nacionais, estaduais e locais&#8221;. A instituição citou um estudo de 2010 que mostrou a diminuição da participação brasileira na formação de engenheiros. Ainda de acordo com a universidade, o MEC apontou que, em 1999, só 5,9% dos formandos brasileiros eram de engenharia, porcentagem que caiu para 5% em 2008.<br />
Uma comissão da Pró-reitoria de Graduação foi criada para receber propostas de novos cursos e levou em consideração os aspectos regionais, acadêmicos e administrativos, além da vocação de cada unidade universitária.
</p></div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th colspan="3">NOVOS CURSOS ANUNCIADOS PELA UNESP</th>
</tr>
<tr>
<th>Cidade</th>
<th>Curso</th>
<th>Vagas</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Araraquara – FCF</td>
<td>Engenharia de Bioprocessos</td>
<td>40</td>
</tr>
<tr>
<td>Araraquara – IQ</td>
<td>Engenharia Química</td>
<td>40</td>
</tr>
<tr>
<td>Botucatu – FCA</td>
<td>Engenharia de Bioprocessos</td>
<td>40</td>
</tr>
<tr>
<td>Dracena</td>
<td>Engenharia Agronômica</td>
<td>40</td>
</tr>
<tr>
<td>Itapeva</td>
<td>Engenharia de Manufatura</td>
<td>40</td>
</tr>
<tr>
<td>Registro</td>
<td>Engenharia de Pesca</td>
<td>40</td>
</tr>
<tr>
<td>Rosana</td>
<td>Engenharia de Energia e Recursos Renováveis</td>
<td>40</td>
</tr>
<tr>
<td>São João da Boa Vista*</td>
<td>Engenharia Eletrotécnica e Engenharia de Materiais</td>
<td>80</td>
</tr>
<tr>
<td>São José dos Campos</td>
<td>Engenharia Ambiental</td>
<td>40</td>
</tr>
<tr>
<td>Tupã</td>
<td>Engenharia de Biossistemas</td>
<td>40</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="3">*O campus de São João da Boa Vista, que abrigará dois cursos novos, ainda será construído.<br />
<em>Fonte: Unesp</em></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<div></div>
<div></div>
<div>Fonte: <a title="G1" href="//g1.globo.com/vestibular-e-educacao/noticia/2012/03/unesp-cria-11-cursos-de-engenharia-com-440-vagas-em-nove-cidades.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">G1</a></div>
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