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	<title>Piscicultura Archives | Blog da Engenharia</title>
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	<description>Conhecimento Técnico que Transforma</description>
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	<title>Piscicultura Archives | Blog da Engenharia</title>
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	<item>
		<title>Frio na piscicultura, esteja preparado!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mayssa Nascimento de Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Aug 2021 11:00:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia de Aquicultura]]></category>
		<category><![CDATA[#BDE]]></category>
		<category><![CDATA[#blogdaengenharia]]></category>
		<category><![CDATA[frio]]></category>
		<category><![CDATA[informação]]></category>
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		<category><![CDATA[Piscicultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Depois de ler o título deste artigo, você pode estar se perguntando: os peixes sentem frio? A resposta é&#8230;</p>
<p>The post <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-de-aquicultura/frio-na-piscicultura-esteja-preparado/">Frio na piscicultura, esteja preparado!</a> appeared first on <a href="https://blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Depois de ler<span style="font-size: 1.21429rem;"> o </span>título deste artigo,<span style="font-size: 1.21429rem;"> você </span>pode estar<span style="font-size: 1.21429rem;"> se </span>perguntando: os<span style="font-size: 1.21429rem;"> peixes sentem</span><span style="font-size: 1.21429rem;"> frio? A resposta é sim! Mas não </span>é como<span style="font-size: 1.21429rem;"> os mamíferos. </span><span style="color: #ff0000;"><em>Este artigo<span style="font-size: 1.21429rem;"> </span>descreve<span style="font-size: 1.21429rem;"> como os peixes reagem ao frio e </span>o que você pode fazer<span style="font-size: 1.21429rem;"> para evitar </span>seus efeitos.</em></span></p>
<p style="text-align: justify;">O brasil tem enfrentado uma onda de frio que em alguns lugares do país já não se via há alguns anos, em determinados locais a sensação térmica chegou a -25°C. Essas baixas temperaturas causam impactos extremamente importante na piscicultura que em casos extremos pode levar a mortandade dos peixes.</p>
<h4 id="mayssa-por-que-causa-impactos" style="text-align: justify;">Mayssa, por que causa impactos?</h4>
<p style="text-align: justify;">O mais importante lembrar, que os peixes em grande parte &#8211; poucas exceções – são exotérmicos, ou popularmente conhecido, como espécie de sangue frio.</p>
<p style="text-align: justify;">A maior parte dos peixes regula seu metabolismo dependendo da temperatura da água em que ele habita, com a temperaturas elevadas, metabolismo acelera, com temperaturas baixas, diminui o metabolismo.</p>
<p style="text-align: justify;">Com isso, causa um desconforto nos peixes, fazendo eles consumirem menos, crescerem menos, se movimentarem menos, causando a queda na resposta imunológica, afetando a imunidade dos peixes.</p>
<p style="text-align: justify;">Devido à baixa imunidade, algumas espécies podem causar infecções bacterianas, fúngicas e virais durante este período e podem ser estressadas com o aumento do manuseio.</p>
<p style="text-align: justify;">A tilápia, <a href="https://blogdaengenharia.com/wp-admin/post.php?post=73528&amp;action=edit">o peixe mais produzido do Brasil,</a> tem como característica a rusticidade, pois expõe extensa adaptabilidade a diversas variações de temperaturas, o que a torna atrativa para exploração. Mas mesmo sendo conceituada como rustica, é susceptível a doenças que surgem com o frio intenso.</p>
<figure id="attachment_75684" aria-describedby="caption-attachment-75684" style="width: 2500px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-75684 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/iStock-472885902.jpg" alt="Frio" width="2500" height="1667" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/iStock-472885902.jpg 2500w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/iStock-472885902-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/iStock-472885902-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/iStock-472885902-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/iStock-472885902-1536x1024.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/iStock-472885902-2048x1366.jpg 2048w" sizes="(max-width: 2500px) 100vw, 2500px" /><figcaption id="caption-attachment-75684" class="wp-caption-text">www.istockphoto.com/br</figcaption></figure>
<h4 id="zona-de-conforto-termico" style="text-align: justify;"><strong>Zona de conforto térmico</strong></h4>
<p style="text-align: justify;">Os peixes costumam apresentar uma zona de conforto térmico, ou seja, quando o peixe está abaixo da zona de conforto é quando água é fria, e quando está acima, água está quente. Cada espécie apresenta uma zona de conforto térmico, segundo o site <a href="https://www.fishbase.de/">FishBase</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Os peixes que vivem em águas quentes produzem mais hormônios, tem o metabolismo mais acelerado, mas de forma exagerado pode ser prejudicial, atrapalhando a digestão dos alimentos.</p>
<p style="text-align: justify;">Por outro lado, peixes que vivem em águas frias, tendem a ficaram lentos e se alimentarem menos, como citado acima, afeta o sistema metabólico dos peixes.</p>
<h4 id="fique-atento-na-escolha-da-especie" style="text-align: justify;"><strong>Fique atento na escolha da espécie </strong></h4>
<p style="text-align: justify;">O Brasil é um país que possui climas diversificados conforme a região, o que facilita na criação de diversas espécies. Para os produtores da região sul, onde é um lugar propenso a fazer frio extremos, a escolha mais resistente como: Carpa Cabeçuda, Húngara e Capim que são originárias da China, e o Jundiá que vem do Rio Grande do Sul. Além de ser resistentes, as espécies tendem a não parar a alimentação no frio.</p>
<p style="text-align: justify;">Por outro lado, os peixes tropicais como a Tilápia, Pacu e Piaucú, tem se mostrado bem resistente as condições variáveis de temperatura. Ainda assim, apresentam redução na alimentação, que resulta na diminuição do crescimento.</p>
<p style="text-align: justify;">As espécies como o Tambaqui e o Matrinxã, peixes amazônicos, apresenta dificuldades na adaptação do frio e tem apresentado diversos problemas em locais mais frios.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-75686" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/beautiful-fishes-swimming-in-the-sea-water-scaled.jpg" alt="Carpa" width="2560" height="1709" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/beautiful-fishes-swimming-in-the-sea-water-scaled.jpg 2560w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/beautiful-fishes-swimming-in-the-sea-water-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/beautiful-fishes-swimming-in-the-sea-water-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/beautiful-fishes-swimming-in-the-sea-water-768x513.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/beautiful-fishes-swimming-in-the-sea-water-1536x1025.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/beautiful-fishes-swimming-in-the-sea-water-2048x1367.jpg 2048w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></p>
<h4 id="como-diminuir-as-perdas-na-piscicultura" style="text-align: justify;"><strong>Como diminuir as perdas na piscicultura</strong></h4>
<p style="text-align: justify;">Acima de tudo, é recomendado que os produtores adequem a produção para que saia antes das temporadas de frio, mas quando isso não for possível, é muito importante tomar alguns cuidados.</p>
<p style="text-align: justify;">Os pesquisadores recomendam uma dieta adequada para evitar desperdícios e excesso de matéria orgânica na água. Pois nos períodos de baixo metabolismo e baixa ingestão alimentar. Salientando que o manejo alimentar corresponde a 70% dos custos da produção.</p>
<p style="text-align: justify;">Se possível, com antecedência utilizar suplementos, caso das vitaminas (C e E), aminoácidos, pró-bióticos e pré-bióticos, para auxiliar no aumento da imunidade dos peixes.</p>
<p style="text-align: justify;">A queda de temperatura do ar acontece bruscamente de um dia para o outro. Desta forma, é aconselhável em locais que apresenta baixas temperaturas a construção dos tanques maiores e mais profundos.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, o produtor deve prestar atenção na densidade de peixes por metro quadrado do tanque, que pode resultar estresse nos peixes. Nos dias mais frios deve ser evitado a renovação de água nos tanques &#8211; sempre está atento a <a href="https://blogdaengenharia.com/desenvolvimento-sustentavel-na-aquicultura/">sustentabilidade</a> &#8211; além de sempre ter cautela no manuseio.</p>
<p style="text-align: justify;">O produtor também pode optar por utilizar estufas, onde a temperatura do ambiente é controlada, oferecendo opções que permitem melhores condições de cultivo e produção.</p>
<p style="text-align: justify;">E por fim, contratar uma mão de obra capacitada que seja perceptível a toda mudança que ocorre nos tanques. Visando a qualidade da água, alimentação está sendo ofertada de forma apropriada e saúde dos peixes.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-75687" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/pexels-gaspar-zaldo-6739178-scaled.jpg" alt="temperatura " width="2560" height="1790" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/pexels-gaspar-zaldo-6739178-scaled.jpg 2560w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/pexels-gaspar-zaldo-6739178-300x210.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/pexels-gaspar-zaldo-6739178-1024x716.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/pexels-gaspar-zaldo-6739178-768x537.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/pexels-gaspar-zaldo-6739178-1536x1074.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/pexels-gaspar-zaldo-6739178-2048x1432.jpg 2048w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></p>
<p style="text-align: justify;">Como você pôde conferir, o cultivo de peixes no inverno requer cuidados significativos para reduzir problemas no resultado final. Como prevenção, é importante fazer um planejamento. Isso inclui desde a construção dos tanques, optar por uma espécie que tem melhor adaptação e um bom manejo.</p>
<p style="text-align: center;">Acompanhe mais sobre <em>engenharia da aquicultura</em> no Instagram, siga <span style="color: #ff0000;">@estudandoaquicultura.</span></p>
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		<title>Causas do gosto de barro em peixes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ivanilson Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Jun 2021 11:00:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia de Aquicultura]]></category>
		<category><![CDATA[#respeito]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Já está mais do que provado que o gosto de barro em peixes ou off-flavor, acontece pela presença&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Já está mais do que provado que o gosto de barro em peixes ou <em>off-flavor</em>, acontece pela presença de algas cianofíceas dentro do viveiro. Essas algas produzem e liberam substâncias (geosmina e 2-metil-isoborneol) na água que causam tal característica ao pescado. A proliferação dessas algas acontece em função do excesso de nutrientes e matéria orgânica acumulada em excesso no fundo dos viveiros.</p>
<p style="text-align: justify;">Essas substâncias são absorvidas pelos peixes por meio das brânquias e, consequentemente, são depositados no tecido adiposo e principalmente na gordura desses animais.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa é, portanto, a razão pela qual alguns peixes de água doce, como traíra, tilápias, carpas, curimba, pacu e tambaqui podem apresentar forte odor e gosto de barro na carne. Sendo assim, podemos facilmente encontrar peixe com gosto de barro em pisciculturas que não fazem controle de qualidade de água.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #0000ff;">Então, sem essa de dizer que peixe tem gosto de barro, peixe de pisciculturas mal cuidadas é que tem gosto de barro!</span></p>
<h4 id="mas-quais-sao-os-erros-que-podem-causar-gosto-de-barro-em-peixes" style="text-align: justify;">Mas quais são os erros que podem causar gosto de barro em peixes:</h4>
<ol>
<li style="text-align: justify;">Primeiramente, comprar ração pelo preço ao invés de qualidade causa gosto de barro nos peixes. Pois quanto piores forem os ingredientes utilizados e absorção dos nutrientes da ração, maior quantidade de matéria orgânica será acumulada;</li>
<li style="text-align: justify;">Não controlar matéria orgânica que se acumula no fundo do viveiro causa gosto de barro nos peixes. O acúmulo de matéria orgânica é inevitável, mas o que precisa ser feito é manejo de limpeza de fundo, controle de ração, renovação e/ou uso de probióticos/simbióticos;</li>
<li style="text-align: justify;">Fornecer resíduo de alimento para os peixes. Essa é clássica, pois é comum ouvir: &#8220;Ah, só de vez em quando”. A produção de peixes não cabe mais esse tipo de atitude;</li>
<li style="text-align: justify;"><span style="font-size: 1.21429rem;">Densidade de peixes acima da capacidade suporte do viveiro. Isso fará com que você forneça maior quantidade de ração do que o sistema pode suportar e o acúmulo de matéria orgânica será maior do que o suportado;</span></li>
<li style="text-align: justify;"><span style="font-size: 1.21429rem;">Não se preocupar com o aparecimento de algas no viveiro. Se o </span><em style="font-size: 1.21429rem;">off-flavor</em><span style="font-size: 1.21429rem;"> acontece por conta da presença de algas cianofíceas, evitar a proliferação de algas no viveiro, com certeza minimizará as chance de cianofíceas.</span></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Também recomendo este vídeo didático para você entender melhor o gosto de barro em peixes e descobrir alguns formas de eliminar essas substâncias do peixes, como a depuração:</p>
<p><iframe title="O peixe com gosto de barro" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/IcGUd1_E0To?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<h4 id="referencias" style="text-align: justify;">Referências:</h4>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://pubs.acs.org/doi/book/10.1021/bk-2003-0848">Yamprayoon, J., Noomhorm, A. (2003). Off-Flavor in Nile Tilapia (Oreochromis iloticus). Off-Flavors in Aquaculture, 235–245.</a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0044848620322572">Schram, E.; Kwadijk, C.; Hofman, A.; Blanco, A.; Murk, A.; Verreth, J.; Schrama, J. (2021). Effect of feeding during off-flavour depuration on geosmin excretion by Nile tilapia (Oreochromis niloticus), Aquaculture, v531, 735883.</a></p>
<hr />
<p style="text-align: center;"><em>Siga o Instagram <a href="https://www.instagram.com/ivanilsonsnts/">@ivanilsonsnts</a> para mais conteúdo e conheça mais sobre a Engenharia de Pesca <a href="https://blogdaengenharia.com/author/ivanilson-de-lima/">aqui</a>.</em></p>
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		<title>Piscicultura no Brasil: O que é e qual a importância?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ivanilson Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Jun 2021 11:00:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia de Aquicultura]]></category>
		<category><![CDATA[Aquicultura]]></category>
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		<category><![CDATA[Piscicultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você já ouviu falar em piscicultura? E em cultivo de peixes? Tenho certeza que sim! Mas você ficou&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">Você já ouviu falar em piscicultura? E em cultivo de peixes? Tenho certeza que sim! Mas você ficou interessado em conhecer mais sobre este setor? Se sim, continue lendo este artigo e se prepare para conhecer um pouco sobre esta atividade e sua grande <a href="https://blogdaengenharia.com/aquicultura-por-que-investir-neste-setor/">importância para aquicultura ser uma indústria bilionária</a>. <span style="color: #000080">Bora conferir!</span></p>
<h4 id="mas-antes-vamos-entender-o-que-e-a-piscicultura" style="text-align: justify">Mas antes, vamos entender o que é a piscicultura!</h4>
<p style="text-align: justify">A piscicultura consiste no processo controlado de cultivo de peixes em cativeiro. É uma atividade que pode ser desenvolvida em águas continentais (doce ou salobra) ou no <a href="https://blogdaengenharia.com/dia-mundial-dos-oceanos-por-que-preservar/">oceano</a>.</p>
<p style="text-align: justify">A piscicultura pode ser feita em diferentes lugares como mar, represas, lagoas, açudes, tanques-rede, tanques de alvenaria, barragens ou viveiros.</p>
<figure id="attachment_73220" aria-describedby="caption-attachment-73220" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-73220" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/piscicultura_joicie-1-1024x576.jpg" alt="piscicultura" width="1024" height="576" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/piscicultura_joicie-1-1024x576.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/piscicultura_joicie-1-300x169.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/piscicultura_joicie-1-768x432.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/piscicultura_joicie-1-1536x864.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/piscicultura_joicie-1-2048x1152.jpg 2048w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/piscicultura_joicie-1-400x225.jpg 400w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/piscicultura_joicie-1-600x338.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/piscicultura_joicie-1-800x450.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/piscicultura_joicie-1-1200x675.jpg 1200w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/piscicultura_joicie-1-1600x900.jpg 1600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/piscicultura_joicie-1-2000x1125.jpg 2000w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/piscicultura_joicie-1-scaled.jpg 2560w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-73220" class="wp-caption-text">Tanques-rede para cultivo de tilápia. Fonte: <a href="https://www.instagram.com/joicianecruz/">@joicianecruz</a>.</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify"><span style="font-size: 1.21429rem">Esta atividade é praticada há muito tempo, existindo registros de que os chineses já cultivavam há vários séculos antes de nossa era e de que os egípcios já cultivavam a tilápia-do-nilo há 4.000 anos.</span></p>
<p style="text-align: justify">No Brasil, o setor começou a se desenvolver de forma comercial em meados do século XX, ganhando maiores proporções a partir da década de 90 com o melhoramento genético e aprimoramento de técnicas de manejo e sistemas de cultivo.</p>
<p style="text-align: justify">Portanto, a piscicultura evoluiu muito nos últimos anos e movimenta uma parte importante da economia do mercado brasileiro atualmente. Graças ao extenso território litorâneo do país, além da enorme produção local, o Brasil se tornou um dos países que mais produz peixe no mundo.</p>
<p style="text-align: justify">Levando em conta que o Brasil possui as maiores reservas de água doce do mundo e extenso litoral, seu potencial para desenvolver o cultivo de peixes é muito grande.</p>
<p style="text-align: justify">Aproveitando-se deste potencial, o Brasil vem tendo destaque no setor nos últimos anos, principalmente com a tilápia. Sendo assim, o país vem se mantendo nos últimos anos como o 4° maior produtor da espécie no mundo.</p>
<figure id="attachment_72512" aria-describedby="caption-attachment-72512" style="width: 681px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-72512 size-large" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Screenshot_2021-05-28-02-32-37-894_com.google.android.apps_.docs3_-681x1024.jpg" alt="" width="681" height="1024" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Screenshot_2021-05-28-02-32-37-894_com.google.android.apps_.docs3_-681x1024.jpg 681w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Screenshot_2021-05-28-02-32-37-894_com.google.android.apps_.docs3_-199x300.jpg 199w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Screenshot_2021-05-28-02-32-37-894_com.google.android.apps_.docs3_-768x1155.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Screenshot_2021-05-28-02-32-37-894_com.google.android.apps_.docs3_-1021x1536.jpg 1021w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Screenshot_2021-05-28-02-32-37-894_com.google.android.apps_.docs3_.jpg 1033w" sizes="(max-width: 681px) 100vw, 681px" /><figcaption id="caption-attachment-72512" class="wp-caption-text">Fonte: <a href="https://www.peixebr.com.br/anuario-2021/">Anuário Peixe BR 2021</a>.</figcaption></figure>
<h4 id="producao-da-piscicultura-brasileira" style="text-align: justify">Produção da piscicultura brasileira</h4>
<p style="text-align: justify">O <a href="https://www.peixebr.com.br/anuario-2021/">Anuário Peixe BR 2021</a>, divulgado em 22/02/2021, mostra que em 2020, apesar das dificuldades do primeiro semestre, o cultivo de peixes no Brasil apresentou excelente desempenho, com crescimento de 5,93%. Com isso, a produção saltou de 758.006 toneladas em 2019 para 802.930 em 2020.</p>
<p style="text-align: justify">Esse resultado foi o segundo melhor desempenho desde 2014!</p>
<figure style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.peixebr.com.br/anuario-2021/"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://gestagro360.com.br/wp-content/uploads/2021/02/Imagem2-1024x1024.jpg" alt="piscicultura" width="1024" height="1024" /></a><figcaption class="wp-caption-text">Fonte: <a href="https://www.peixebr.com.br/anuario-2021/">Anuário Peixe BR 2021</a>.</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify">Contudo, o ano de 2020 foi marcado por dois momentos distintos. A pandemia acertou a atividade em cheio no início do, em especial na Semana Santa, época mais importante para a piscicultura. As vendas reduziram e geraram muita preocupação para a cadeia produtiva.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter" src="https://www.kpsbadvogados.com.br/wp-content/uploads/corona-4930541_1920.jpg" alt="Comunicado sobre as medidas de prevenção de contágio por Coronavírus (COVID- 19) - Kozikoski, Sociedade de Advocacia &amp; Bertoncini" /></p>
<p style="text-align: justify">Assim, foi necessário, para os produtores, refazer planos, ajustar custos e redobrar a atenção para esse setor.</p>
<p style="text-align: justify">Com o cenário da pandemia mais equilibrado, o final de 2020 foi o melhor da piscicultura nos últimos anos. A demanda de consumo interno cresceu bastante e os produtores responderam com maior oferta.</p>
<p style="text-align: justify">Como resultado, os preços aos produtores ficaram em níveis consistentes e não só recuperaram os prejuízos do primeiro semestre do ano mas também finalizaram o ano com lucros.</p>
<p style="text-align: justify">O resultado somente não foi melhor devido à pressão dos custos, especialmente com a ração. Em 2020, o dólar saltou cerca de 40%. As indústrias de nutrição animal não conseguiram repassar todas as despesas extras, mas o aquecimento do mercado possibilitou algumas manobras que surtiram resultado.</p>
<h4 id="quais-sao-os-principais-produtores-no-brasil" style="text-align: justify">Quais são os principais produtores no Brasil?</h4>
<p style="text-align: justify">A região Sul é consolidada como a mais importante com 31,1% do total (participava com 30,3% em 2019) e produção de 249.802 toneladas.</p>
<p style="text-align: justify">Enquanto isso, o Nordeste superou o Norte e torna-se a 2ª região mais produtiva, com 18,8% do total (151.240 t).</p>
<p style="text-align: justify">Contudo, o Norte (3ª região mais importante) está praticamente empatado percentualmente (149.804 t), com 18,6% da produção em 2020.</p>
<p style="text-align: justify">Na sequência, vêm a região Sudeste, que representou cerca de 17,5% (140.772 t), e o Centro-Oeste contribuiu com cerca de 13,8% do total da produção brasileira. Esta última região apresenta grande potencial produtivo e certamente será um dos mais importantes propulsores da piscicultura no futuro.</p>
<figure id="attachment_72511" aria-describedby="caption-attachment-72511" style="width: 686px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-72511 size-large" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Screenshot_2021-05-28-02-29-07-545_com.google.android.apps_.docs2_-686x1024.jpg" alt="Piscicultura" width="686" height="1024" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Screenshot_2021-05-28-02-29-07-545_com.google.android.apps_.docs2_-686x1024.jpg 686w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Screenshot_2021-05-28-02-29-07-545_com.google.android.apps_.docs2_-201x300.jpg 201w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Screenshot_2021-05-28-02-29-07-545_com.google.android.apps_.docs2_-768x1146.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Screenshot_2021-05-28-02-29-07-545_com.google.android.apps_.docs2_-1030x1536.jpg 1030w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Screenshot_2021-05-28-02-29-07-545_com.google.android.apps_.docs2_.jpg 1043w" sizes="(max-width: 686px) 100vw, 686px" /><figcaption id="caption-attachment-72511" class="wp-caption-text">Fonte: <a href="https://www.peixebr.com.br/anuario-2021/">Anuário Peixe BR 2021</a>.</figcaption></figure>
<h4 id="e-quanto-aos-estados-quais-os-mais-importantes" style="text-align: justify">E quanto aos estados, quais os mais importantes?</h4>
<p style="text-align: justify">Apoiada por cooperativas importantes, como <a href="http://www.copacol.com.br/">Copacol</a> e <a href="http://www.cvale.com.br/">C.Vale</a>, a piscicultura paranaense cresceu muito mais que o país como um todo.</p>
<p style="text-align: justify">Este modelo cooperativista ganha cada vez mais importância no estado, fez a produção de tilápia crescer 11,5% no Paraná e ampliou ainda mais a liderança do estado na produção de peixes no Brasil, com 172.000 toneladas em 2020 contra 154.200 toneladas em 2019.</p>
<p style="text-align: justify">São Paulo mantém a 2ª posição entre os estados produtores e teve bom crescimento (+6,9%) em 2020. Este avanço está ligado à regulamentação ambiental nos últimos dois anos, além de ser um grande centro consumidor (o que atrai investimentos).</p>
<p style="text-align: justify">Rondônia é o maior produtor de peixes nativos do Brasil, com 65.500 toneladas. Apesar da produção ter recuado 4,8% em 2020, o estado mantém-se na 3ª posição entre os estados produtores, ainda distante do 4º lugar, Santa Catarina, cuja produção cresceu 3% e atingiu 51.700 toneladas.</p>
<p style="text-align: justify">O aumento da produção de pangasius foi um importante ingrediente para o Maranhão ser o 5º maior produtor de peixes (47.700 toneladas, crescimento de 6%) em 2020, superando o Mato Grosso (2.600 toneladas, recuo de 5,3%).</p>
<p style="text-align: justify">Minas Gerais mantém-se na 7ª posição do ranking de estados produtores, com um tremendo salto de 14,8% na produção (44.300 t). Mato Grosso do Sul também ficou estável (8ª posição), com crescimento de 8,7% na produção (32.390 t).</p>
<p style="text-align: justify">Inversão de posição também nos 9º e 10º lugares, sendo que a Bahia superou Goiás (30.062 toneladas) e ficou em 9º, com 30.270 toneladas (+5,8%).</p>
<figure id="attachment_72510" aria-describedby="caption-attachment-72510" style="width: 667px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-72510 size-large" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Screenshot_2021-05-28-02-22-25-971_com.google.android.apps_.docs2_-667x1024.jpg" alt="piscicultura" width="667" height="1024" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Screenshot_2021-05-28-02-22-25-971_com.google.android.apps_.docs2_-667x1024.jpg 667w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Screenshot_2021-05-28-02-22-25-971_com.google.android.apps_.docs2_-195x300.jpg 195w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Screenshot_2021-05-28-02-22-25-971_com.google.android.apps_.docs2_-768x1179.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Screenshot_2021-05-28-02-22-25-971_com.google.android.apps_.docs2_-1001x1536.jpg 1001w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Screenshot_2021-05-28-02-22-25-971_com.google.android.apps_.docs2_.jpg 1073w" sizes="(max-width: 667px) 100vw, 667px" /><figcaption id="caption-attachment-72510" class="wp-caption-text">Fonte: <a href="https://www.peixebr.com.br/anuario-2021/">Anuário Peixe BR 2021</a>.</figcaption></figure>
<h4 id="e-quais-as-especies-mais-produzidas" style="text-align: justify">E quais as espécies mais produzidas?</h4>
<p style="text-align: justify">A tilápia foi o destaque de 2020!</p>
<figure id="attachment_72246" aria-describedby="caption-attachment-72246" style="width: 300px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-72246" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Tilápia-do-Nilo-Oreochromis-niloticus.png" alt="" width="300" height="135" /><figcaption id="caption-attachment-72246" class="wp-caption-text">Tilápia-do-nilo <em>(Oreochromis niloticus)</em>.</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify">A produção brasileira cresceu 12,5%, atingindo 486.155 toneladas (contra 432.149 t de 2021). Sendo assim, a espécie consolidou-se ainda mais no Brasil. Sua participação na produção total de peixes passou para 60.6% (57% para 2019).</p>
<figure style="width: 520px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.peixebr.com.br/anuario-2021/"><img loading="lazy" decoding="async" src="http://www.seafoodbrasil.com.br/images/noticias/tilapia_tabela_2021.jpg" alt="piscicultura" width="520" height="611" /></a><figcaption class="wp-caption-text">Fonte: <a href="https://www.peixebr.com.br/anuario-2021/">Anuário Peixe BR 2021</a>.</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify">Em segundo, destacam-se os peixes nativos (tambaqui e seus híbridos) sendo um segmento muito importante da piscicultura brasileira com 278.671 toneladas em 2020, porém, teve sua participação reduzida.</p>
<figure id="attachment_71823" aria-describedby="caption-attachment-71823" style="width: 350px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-71823 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Colossoma-macropomum.png" alt="" width="350" height="180" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Colossoma-macropomum.png 350w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Colossoma-macropomum-300x154.png 300w" sizes="(max-width: 350px) 100vw, 350px" /><figcaption id="caption-attachment-71823" class="wp-caption-text">Tambaqui <em>(Colossoma macropomum)</em>.</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify">Enquanto as outras espécies (carpa, truta e pangasius) mostraram bom desempenho, com crescimento de 10,9%. Destaque para o pangasius, que ganha espaço na produção – especialmente na região Nordeste. Em 2020, estas espécies somaram 38.104 toneladas.</p>
<figure id="attachment_73171" aria-describedby="caption-attachment-73171" style="width: 631px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://guiapescado.wwf.pt/"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-73171 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/20171027101908552318e-removebg-preview-e1623416218546.png" alt="" width="631" height="227" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/20171027101908552318e-removebg-preview-e1623416218546.png 631w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/20171027101908552318e-removebg-preview-e1623416218546-300x108.png 300w" sizes="(max-width: 631px) 100vw, 631px" /></a><figcaption id="caption-attachment-73171" class="wp-caption-text">Pangasius</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #333399"><em>Que este pequeno texto te <a style="color: #333399" href="https://blogdaengenharia.com/a-menina-cientista-que-voce-precisa-conhecer/">inspire</a> e proporcione uma noção do enorme mundo mágico que envolve a aquicultura, o mercado que gera bilhões e apresenta enorme importância para alimentar de forma sustentável e responsável a crescente população mundial e às gerações futuras <a style="color: #333399" href="https://blogdaengenharia.com/desenvolvimento-sustentavel-na-aquicultura/">com proteína saudável, magra, acessível e e ecologicamente correta</a>.</em></span></p>
<hr />
<p><span style="color: #ff0000">Fonte da foto destaque: <a style="color: #ff0000" href="https://www.instagram.com/joicianecruz/">@joicianecruz</a></span></p>
<hr />
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Peixes exóticos e a disputa desigual com peixes nativos</title>
		<link>https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-de-pesca/peixes-exoticos-e-a-disputa-desigual-com-peixes-nativos/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=peixes-exoticos-e-a-disputa-desigual-com-peixes-nativos</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ivanilson Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 May 2021 11:00:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia de Pesca]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia no Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia]]></category>
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		<category><![CDATA[Aquicultura]]></category>
		<category><![CDATA[Aquicultura sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[CrimeAmbiental]]></category>
		<category><![CDATA[CultivodePeixesNativos]]></category>
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		<category><![CDATA[DisputaDesigual]]></category>
		<category><![CDATA[EngenhariadePesca]]></category>
		<category><![CDATA[IntroduçãodeEspécies]]></category>
		<category><![CDATA[peixes]]></category>
		<category><![CDATA[PeixesExóticos]]></category>
		<category><![CDATA[PeixesNativos]]></category>
		<category><![CDATA[Piscicultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os peixes exóticos são considerados um dos principais responsáveis pela perda de biodiversidade em diversos ecossistemas aquáticos (extinção&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">Os peixes exóticos são considerados um dos principais responsáveis pela perda de biodiversidade em diversos ecossistemas aquáticos (extinção de espécies).</p>
<p style="text-align: justify">Neste artigo, vamos conhecer mais sobre o que são os peixes exóticos, por que são tão perigosos e algumas alternativas para evitar a sua introdução em locais que não são de sua origem. <span style="color: #000080">Então aperte os cintos e simbora conferir!</span></p>
<h4 id="afinal-o-que-sao-peixes-exoticos" style="text-align: justify">Afinal, o que são peixes exóticos?</h4>
<p style="text-align: justify">Peixes exóticos são espécies que foi transferida de sua localidade original para um lugar onde ela não existia, geralmente pela ação humana, de forma intencional ou não.</p>
<h4 id="mas-a-introducao-de-novas-especies-nao-e-algo-bom-para-um-reservatorio-por-exemplo" style="text-align: justify"><strong>Mas a introdução de novas espécies não é algo bom para um reservatório, por exemplo?</strong></h4>
<p style="text-align: justify">Não, é importante lembrar que um reservatório não apresenta boas condições somente porque há muitos peixes ali, quais espécies que estão presentes importa e muito.</p>
<p style="text-align: justify">As principais motivações de introdução de peixes estão relacionadas à ações humanas visando benefício próprio, são elas:</p>
<ul style="text-align: justify">
<li style="text-align: justify">Aumento da produção de pescado;</li>
<li style="text-align: justify">Repovoamento de estoque pesqueiro;</li>
<li style="text-align: justify">Incremento da pesca esportivo;</li>
<li style="text-align: justify">Aquariofilia.</li>
</ul>
<h4 id="mas-por-que-uma-especie-exotica-e-tao-perigosa" style="text-align: justify">Mas por que uma espécie exótica é tão perigosa?</h4>
<p style="text-align: justify">A fauna e flora presente em uma bacia hidrográfica é resultado de processos evolutivos ao longo de muitos anos, que resultou em um equilíbrio naquele ecossistema.</p>
<p style="text-align: justify">Assim, o peixe exótico ao ser introduzido no novo ambiente, não passou por todo esse processo evolutivo junto aos organismos daquele local, não têm predadores naturais, a maioria são espécies resistentes que possuem ampla tolerância, crescimento e reprodução rápida, são agressivas (competem por espaço e outros recursos), se for carnívora pode predar (se alimentar) espécies nativas.</p>
<p style="text-align: justify">Outro aspecto negativo decorrente da introdução de espécies exóticas é o fato de que trazem consigo novas doenças e pragas para outros peixes, para o ambiente e até mesmo para os humanos.</p>
<p style="text-align: justify">Além disso, esses peixes podem provocar uma mistura de espécies (hibridização) e a pior situação é que essas espécies podem até ocasionar a extinção local de peixes nativos, restando ao pescador, ao povo e ao reservatório somente o peixe que veio de fora.</p>
<p style="text-align: justify"><span style="text-align: justify;font-size: 1.1429rem">Sendo assim, os peixes exóticos podem ser motivo de vários problemas ambientais, econômicos e até de saúde.</span></p>
<h4 id="a-introducao-de-especies-exoticas-e-considerada-crime-ambiental" style="text-align: justify"><strong>A introdução de espécies exóticas é considerada crime ambiental!</strong></h4>
<p style="text-align: justify">A Lei 9.605/98, também conhecida por Lei de Crimes Ambientais, regulamentada pelo Decreto Federal 6.514/08, não só proíbe, mas tipifica como crime: “Introduzir espécime animal no País, sem parecer técnico oficial favorável e licença expedida por autoridade competente (art. 31).</p>
<p style="text-align: justify"><strong><em><span style="color: #000080">DENUNCIA DEVE SER FEITA AO IBAMA PELO NÚMERO: 0800 061 8080</span></em></strong></p>
<h4 id="alternativas" style="text-align: justify"><strong>Alternativas</strong></h4>
<p style="text-align: justify">Não existe apenas uma alternativa, precisamos pensar em diferentes formas como:</p>
<ul style="text-align: justify">
<li style="text-align: justify">Informar, sensibilizar e convencer as comunidades quanto ao risco da introdução de peixes exóticos.</li>
<li>Pressionar órgãos públicos para incentivar o cultivo dos peixes nativos!</li>
<li>Mais pesquisas devem ser feitas, visando o cultivo de peixes nativos para substituir a fonte de proteínas advindas das espécies de peixes de água doce introduzidas nos reservatórios.</li>
<li>Também é possível fazer piscicultura isolada, ou seja, construções de açudes ou viveiros distantes dos cursos dos rios, evitando que as espécies introduzidas em outros locais.</li>
<li>Deixar os reservatórios que fornecem água para a população livres de peixes exóticos!</li>
<li><em style="font-size: 1.21429rem"><em><strong><span style="color: #000080">A conscientização pode começar nas escolas!</span></strong></em></em></li>
</ul>
<hr />
<p style="text-align: justify"><span style="color: #000080"><em>Este artigo foi inspirado e baseado nas seguintes referências: </em></span></p>
<ul>
<li style="text-align: justify"><span style="color: #000080"><em><a style="color: #000080" href="https://www.researchgate.net/publication/325429670_A_disputa_desigual_entre_peixes_nativos_e_exoticos_do_semiarido">Levis C, Ramos TPA, Lima SMQ (2013) A disputa desigual entre peixes nativos e exóticos do semiárido. EDUFRN, Natal, 67pp</a>.</em></span></li>
<li style="text-align: justify"><a style="font-size: 1.21429rem;color: #000080" href="https://www.researchgate.net/publication/299545960_Introducao_de_Especies_em_Ecossistemas_Aquaticos_Causas_Prevencao_e_Medidas_de_Controle"><em>Bellay S, Rosa RR, Fernandes SEP, Silveira MJ (2016). Introdução de espécies em ecossistemas aquáticos: causas, prevenção e medidas de controle. Revista em agronegócio e Meio Ambiente, Maringá (PR).</em></a></li>
</ul>
<hr />
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