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	<title>engenharia eletrica Archives | Blog da Engenharia</title>
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	<description>Conhecimento Técnico que Transforma</description>
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	<title>engenharia eletrica Archives | Blog da Engenharia</title>
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		<title>O apagão Europeu: o que realmente aconteceu?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Carolina Brandão Gontijo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 May 2025 13:25:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[blog da engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia eletrica]]></category>
		<category><![CDATA[Site Engenharia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Maior Apagão da Europa em 20 Anos: O Que Realmente Aconteceu? Há uma semana, a Europa enfrentava&#8230;</p>
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<p>O Maior Apagão da Europa em 20 Anos: O Que Realmente Aconteceu?</p>



<p>Há uma semana, a Europa enfrentava o maior apagão das últimas duas décadas. Em plena era da globalização e alta tecnologia, parece difícil imaginar países como Espanha e Portugal totalmente sem energia elétrica — mas foi exatamente isso que aconteceu.</p>



<h4 id="o-que-sabemos-ate-agora" class="wp-block-heading">O Que Sabemos Até Agora?</h4>



<p>De acordo com o jornal <em>The Guardian</em>, o apagão não teve origem em fenômenos naturais, como inicialmente se suspeitou. A concessionária de energia responsável já descartou essa hipótese, uma vez que eventos naturais costumam ser facilmente identificáveis.</p>



<p>Outra possibilidade levantada foi um ataque cibernético, possivelmente causado por agentes internos mal-intencionados. No entanto, essa teoria também foi oficialmente descartada.</p>



<h4 id="a-linha-do-tempo" class="wp-block-heading">A Linha do Tempo</h4>



<p>Tudo começou por volta das 12h30 do dia 28/04/2025. Ao analisarmos o gráfico de previsão de carga divulgado pela concessionária, nota-se que a energia disponível estava dentro do esperado para aquele dia. Ou seja, o problema não foi causado por um aumento súbito de demanda.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="600" height="362" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2025/05/image.png" alt="" class="wp-image-104954" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2025/05/image.png 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2025/05/image-300x181.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2025/05/image-380x229.png 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2025/05/image-550x332.png 550w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></figure>



<p></p>



<p>O alerta se acende quando observamos a origem da energia que sustentava o sistema: fontes renováveis.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="633" height="443" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2025/05/image-1.png" alt="" class="wp-image-104955" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2025/05/image-1.png 633w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2025/05/image-1-300x210.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2025/05/image-1-380x266.png 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2025/05/image-1-550x385.png 550w" sizes="(max-width: 633px) 100vw, 633px" /></figure>



<p></p>



<p>Segundo dados da companhia elétrica da Espanha, fontes solares e eólicas respondiam por mais de 60% da energia fornecida naquele momento — um padrão que se repetiu ao longo de todo o mês de abril, durante o período diurno.</p>



<h4 id="os-5-minutos-de-misterio" class="wp-block-heading">Os 5 Minutos de Mistério</h4>



<p>Entre 12h30 e 12h35 ocorreu o que ainda intriga especialistas. Exatamente às 12h33, um evento incomum afetou o sistema elétrico ibérico, que abastece Espanha e Portugal.</p>



<p>Pouco antes da falha, houve uma queda no fornecimento de energia importada da França. Simultaneamente, um pico repentino na geração eólica — que estava baixa até então — criou um desequilíbrio inesperado entre oferta e demanda. Esse descompasso acionou sinais de sobrecarga, levando ao desligamento automático de usinas nucleares.</p>



<p>Como se não bastasse, a geração fotovoltaica sofreu uma queda brusca: de 18.000 MW para 8.000 MW, apesar das condições climáticas estáveis. A suspeita é de que houve algum tipo de comando de desligamento, já que o céu permanecia ensolarado.</p>



<h4 id="possiveis-causas" class="wp-block-heading">Possíveis Causas</h4>



<p>Foi detectada uma desconexão em sistemas fotovoltaicos no sudoeste da Espanha, o que poderia ter contribuído para o apagão. No entanto, em situações normais, o sistema elétrico deveria conseguir se reequilibrar automaticamente.</p>



<p>Um dos fatores limitantes foi a fonte hidráulica, que normalmente entra em ação como reserva em casos de falha nas fontes renováveis. Contudo, no momento do apagão, essa fonte já operava em seu limite.</p>



<p>Outro ponto relevante envolve a frequência elétrica. Na Espanha, a rede opera em 50 Hz. Fontes renováveis, como solar e eólica, têm mais dificuldade para manter a estabilidade da frequência em situações de oscilação. Normalmente, essa estabilidade é garantida por fontes não renováveis, como térmicas e nucleares — que, nesse caso, estavam parcialmente desligadas.</p>



<h4 id="e-agora" class="wp-block-heading">E Agora?</h4>



<p>Após cerca de 10 horas, o sistema foi restabelecido. Mas as perguntas permanecem:<br><strong>Será que a rede elétrica foi devidamente preparada para suportar tamanha penetração de fontes renováveis?</strong><br><strong>Estudos de estabilidade foram realmente considerados antes de atingir níveis tão altos de geração fotovoltaica e eólica?</strong></p>



<p>Esse evento serve como alerta para todo o setor elétrico mundial: a transição energética é necessária, mas precisa vir acompanhada de segurança, planejamento e controle em tempo real.</p>



<p>Referências:</p>



<p><a href="https://theconversation.com/spain-portugal-blackouts-what-actually-happened-and-what-can-iberia-and-europe-learn-from-it-255666">https://theconversation.com/spain-portugal-blackouts-what-actually-happened-and-what-can-iberia-and-europe-learn-from-it-255666</a></p>



<p><a href="https://www.theguardian.com/business/2025/may/02/blackouts-energy-outage-risks-europe-worldwide-spain-portugal-france">https://www.theguardian.com/business/2025/may/02/blackouts-energy-outage-risks-europe-worldwide-spain-portugal-france</a></p>
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		<title>Energia Solar Fotovoltaica: A vilã do Futuro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Carolina Brandão Gontijo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Jun 2023 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia Elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque-topo]]></category>
		<category><![CDATA[blog da engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Energia Solar]]></category>
		<category><![CDATA[energias renovaveis]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia eletrica]]></category>
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<p>À medida que avançamos rumo a uma sociedade mais sustentável e consciente, a energia solar fotovoltaica desponta como uma solução incrível para a geração de eletricidade limpa e renovável. No entanto, é importante considerar o desafio futuro que enfrentaremos nos próximos 25 anos: o potencial de aproveitamento reduzido dos painéis solares. Neste artigo, exploraremos essa problemática e discutiremos a importância crucial das hidrelétricas no cenário da engenharia elétrica, complementando a geração solar e assegurando um fornecimento confiável e sustentável de energia.</p>



<h4 id="maximizando-o-potencial-dos-paineis-solares" class="wp-block-heading">Maximizando o potencial dos painéis solares:</h4>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-2 wp-block-columns-is-layout-flex">
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</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow">
<p>Os painéis solares têm evoluído de maneira notável, com avanços tecnológicos e redução de custos impulsionando sua adoção generalizada. Porém, é crucial reconhecer que essas melhorias têm limites. <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/os-pontos-negativos-das-energias-renovaveis/">Com uma vida útil média de 25 a 30 anos,</a> é natural que ocorra uma gradual redução na eficiência dos painéis devido a fatores como degradação dos materiais e acúmulo de poeira. </p>
</div>
</div>



<p>Embora os esforços para aprimorar a eficiência dos painéis solares continuem, é essencial que engenheiros e pesquisadores busquem soluções alternativas para garantir um fornecimento de energia robusto no futuro.</p>



<h4 id="a-relevancia-imutavel-das-hidreletricas" class="wp-block-heading">A relevância imutável das hidrelétricas:</h4>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-4 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:66.66%">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="768" height="1024" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/05/pexels-antonio-prado-4500695-768x1024.jpg" alt="" class="wp-image-89577" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/05/pexels-antonio-prado-4500695-768x1024.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/05/pexels-antonio-prado-4500695-225x300.jpg 225w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/05/pexels-antonio-prado-4500695-1152x1536.jpg 1152w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/05/pexels-antonio-prado-4500695-1536x2048.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/05/pexels-antonio-prado-4500695-9x12.jpg 9w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/05/pexels-antonio-prado-4500695-380x507.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/05/pexels-antonio-prado-4500695-800x1067.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/05/pexels-antonio-prado-4500695-1160x1547.jpg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/05/pexels-antonio-prado-4500695-scaled.jpg 1920w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /><figcaption>Usina hidrelétrica</figcaption></figure>
</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:33.33%">
<p>Enquanto os painéis solares possam enfrentar desafios ao longo do tempo, as <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/conheca-as-usinas-hidreletricas-reversiveis-uhrs/">hidrelétricas</a> têm desempenhado um papel fundamental na geração de energia elétrica por décadas. Essas usinas aproveitam a força das correntes de água para gerar eletricidade por meio de turbinas. . Além de serem uma fonte renovável, as hidrelétricas oferecem vantagens significativas. Elas fornecem uma base confiável de energia, capaz de suprir a demanda mesmo quando a geração solar é reduzida. Além disso, as usinas hidrelétricas permitem o armazenamento de energia em reservatórios, garantindo uma gestão flexível da oferta e da demanda.</p>
</div>
</div>



<p>As usinas hidrelétricas tem como proprietários grandes empresas ou são estatais, portanto a garantia de investimento em melhorias e manutenção é certo. Outro ponto, mesmo que haja prejuízos nesta forma de geração temos certeza que a mesma ira continuar pois é de interesse do país e o investimento é concentrado em um único local. </p>



<p>Se você não esta confiando no que estou dizendo, lembre-se da época em que o governo solicitou a partida das usinas termoelétricas. O consumidor final que pagou essa diferença, mas eram grandes potências concentradas em um único local e era possível controlar a quantidade de energia gerada, o que hoje é inviável em uma usina solar. </p>



<h4 id="reflita" class="wp-block-heading">Reflita</h4>



<p>O governo implementou diversos programas incentivando a instalação de fazendas fotovoltaicas nos últimos anos, porém e daqui 25 anos? Quem vai arcar com os custos para a troca dos painéis? Para substituição de inversores? Todo incentivo para instalação deve também existir para o planejamento visando a manutenção desta tecnologia no futuro, principalmente em relação aos sistemas fotovoltaico. </p>



<p>Este tipo de sistema depende do proprietário que no caso é particular, este deve investir em manutenção e melhorias na instalação, e será que no futuro haverá interesse econômico nisto? Lembre-se a usinas fotovoltaicas se caracterizam por ter uma geração intermitente, portanto, não pode se ter confiabilidade nesta fonte por depender de um recurso natural não controlável. </p>



<p>Seja você estudante ou já profissional da área de engenharia comece a refletir sobre esta temática, será mesmo que estamos nos preparando para um futuro energético confiável? <strong>Será que a energia solar fotovoltaica terá viabilidade para atender demandas industriais nos próximos 50 anos? </strong></p>
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		<item>
		<title>Avanços Tecnológicos em Ensaios de Cabos Isolados</title>
		<link>https://blogdaengenharia.com/engenharia/avancos-tecnologicos-em-ensaios-de-cabos-isolados/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=avancos-tecnologicos-em-ensaios-de-cabos-isolados</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Leandro Prestes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Feb 2023 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia Elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque-topo]]></category>
		<category><![CDATA[EngeVeRse]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia eletrica]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blogdaengenharia.com/?p=87143</guid>

					<description><![CDATA[<p>VLF (Extra Baixa Frequencia) - Tecnologia  como Solução no ensaio de cabos elétricos</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Os ensaios em cabos isolados são essencias para garantir a confiabilidade dos sistemas elétricos. A aplicação de Frequencias Extra Baixa, representam uma avanço na tecnologia que devemos estar atentos para melhorar a qualidade de nosso sistema elétrico.</p>



<h3 id="evolucao-de-cabos" class="wp-block-heading">Evolução de Cabos </h3>



<p>Os cabos eléricos normalmente são um item pouco lembrado nas instalações eletricas, apesar de estarem presentes em praticamente todas as instalações. Eles estão presentes em todos os ramos,  desde a geração até os mais diversos tipos de indústria de médio e grande porte.</p>



<p>Diferente dos cabos tradicionais que utilizamos em nossas casas, estes cabos tem uma estrutura diferenciada, sendo basicamente compostos por 5 camadas:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Condutor</li><li>Blindagem ou camada semicondutora</li><li>Sistema de isolação ou dielétrico</li><li>Blindagem metálica</li><li>Proteção externa ou capa externa</li></ul>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="785" height="342" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/image-19.png" alt="Imagem de camadas de cabo de média tensão" class="wp-image-87322" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/image-19.png 785w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/image-19-300x131.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/image-19-768x335.png 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/image-19-18x8.png 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/image-19-380x166.png 380w" sizes="(max-width: 785px) 100vw, 785px" /><figcaption>Camadas de cabo isolado de média Tensão &#8211; Fonte: O Setor Elétrico</figcaption></figure>



<p>Aplicados pela primeira vez no final do Sec. XIV nos EUA e na Europa, estes cabos tiveram uma grande evolução na composição do meio isolante. Os primeiros cabos possuiam isolação em papel impregnado com óleo, posteriormente  passaram a utilizar isolações de base poliméricas em poli-cloreto de vinila (PVC), até finalmente chegar as atuais isolações em borracha de etileno-propileno (EPR) e polietileno reticulado (XLPE). </p>



<h3 id="acompanhar-a-evolucao" class="wp-block-heading">Acompanhar a evolução&#8230;</h3>



<p>Acompanhando os avanços na tecnologia de isolação de cabos, os ensaios elétricos também estão evoluindo.</p>



<p>Geralmente, os ensaios de comissionamento são realizados utilizando Tensão aplicada diretamente nos cabos em Corrente Contínua (CC). Este tipo de ensaio se popularizou pela facilidade de alcançar altas tensões com equipamentos de baixa potência, em outras palavras, torna os ensaios de campo mais fáceis devido os equipamentos serem menores.</p>



<p>Entretanto, apesar das normas brasileiras estarem alinhadas a este procedimento de ensaio, atualmente a engenharia internacional já reconhece estes tipo de ensaio como prejudicial ao material isolante.</p>



<p>Diversos estudos publicados pelo IEEE (<strong>Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos</strong>) e pelo CIGRE (<strong>Conselho Internacional de Grandes Sistemas Elétricos</strong>), além de outros fóruns internacionais apresentam algumas desvantagens na aplicação deste ensaio conhecido como HIPOT-DC. </p>



<p>Entre as limitações deste tipo de ensaio podemos citar, em primeiro lugar, que nem todos os tipos de falha são detectados. Não é incomum após a realização do ensaio, ocorrer a falha no cabo. Outro ponto a ser observado, é que este ensaio provoca uma polarização do material isolante, que também antecipa as falhas, ou seja, um teste que deveria detectar o problema no cabo, pode estar danificando o uma parte do cabo que em breve virá a falhar.</p>



<h3 id="tecnologia-como-solucao" class="wp-block-heading">Tecnologia como solução!</h3>



<p>O avanço dos estudos de engenharia, chegam a uma solução para este problema, alterando a frequência utilizada nos testes em corrente alternada. Em outras palavras, caso fossem utilizadas as frequencias industriais conhecidas (60 Hz), os equipamentos ficariam muito grandes, como solução, são utilizadas frequências muito baixas (0,1 Hz), o que ficou conhecido como <em>Very Low Frequency </em>(VLF) &#8211; Extra Baixa Frequência.</p>



<p>Apesar de ainda não ser normalizado no Brasil, a cada dia é mais  empregado em grandes empresas e concessionárias por todo o território Nacional. Estes testes são realizados com base no guia IEEE 400.2 de 2004 que estabelece diretrizes para este tipo de ensaio.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/image-18.png" alt="Circuto equivalente cabo elétrico - Fonte O Setor Elétrico" class="wp-image-87305" width="473" height="247" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/image-18.png 310w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/image-18-300x157.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/image-18-18x9.png 18w" sizes="(max-width: 473px) 100vw, 473px" /><figcaption>Circuto equivalente cabo elétrico &#8211; Fonte O Setor Elétrico</figcaption></figure></div>


<p>Em resumo, como o cabo deveria se comportar como um capacitor perfeiito, por possuir condutores (blindagem e condutor) separdos por um isolante (Isolação), as pequenas falhas na isolação geram algumas corrente resistivas detectadas pelo ensaio. A comparação fasorial destas correntes permite determinar o grau de envelhecimento ou deterioração da isolação.</p>



<h3 id="esteja-antenado-nas-novidades" class="wp-block-heading">Esteja antenado nas novidades</h3>



<p>Como pudemos ver, esta tecnologia não é tão nova fora do nosso país, mas aqui ainda pode ser considerada uma novidade. Isto porque, grande parte dos equipamentos utilizados para este tipo de ensaio ainda são importados e, um pouco mais caros que os tradicionais HIPOT-DC.</p>



<p>Conhecer novas tecnologias é essencial para melhorar nossos sistemas, seja em sua operação ou manutenção&#8230; </p>



<p>Quer saber mais sobre manutenção de subestação? Não deixe de ler <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/passo-a-passo-para-manutencao-em-subestacao-parte-01/">este artigo</a></p>



<h2 id="me-conta-aqui-esta-tecnologia-e-uma-novidade-para-voce" class="cnvs-block-section-heading cnvs-block-section-heading-1675126014177 is-style-cnvs-block-section-heading-10 halignleft" >
	<span class="cnvs-section-title">
		<span>Me conta aqui, esta tecnologia é  uma novidade para você?</span>
	</span>
</h2>
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		<item>
		<title>Internet e Energia elétrica: a dualidade do sucesso</title>
		<link>https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-eletrica/internet-e-energia-eletrica-a-dualidade-do-sucesso/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=internet-e-energia-eletrica-a-dualidade-do-sucesso</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Carolina Brandão Gontijo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Feb 2023 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia Eletrônica]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque-topo]]></category>
		<category><![CDATA[EngeVeRse]]></category>
		<category><![CDATA[blog da engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[eletricidade]]></category>
		<category><![CDATA[Energia elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia eletrica]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia no Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Já se perguntou qual é a rua mais movimentada do mundo?  Acredite se quiser, mas é a internet.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Entretanto, para poder se utilizar dos benefícios desta tecnologia é necessário ter energia elétrica. Não adianta ter o melhor sinal de internet do <strong>Mundo</strong> se você não tiver acesso a um dispositivo para utilizar do mesmo de nada adiantaria e este com certeza precisa de energia elétrica para funcionar.</p>



<p>Apesar de parecer inacreditável, contudo,  ainda existem locais no Brasil que pessoas não tem acesso a energia elétrica que é considerado uma<strong> necessidade básica</strong>. Não basta apenas o acesso a eletricidade, necessita-se que essa tenha uma qualidade mínima exigida pela ANEEL, que garanta confiabilidade, disponibilidade e segurança.</p>



<p>O Brasil tem o <a href="https://blogdaengenharia.com/carreira/mercado-de-trabalho/engenharia-no-brasil/a-energia-que-conecta/"><strong>SIN (Sistema Interligado Nacional)</strong></a> que precisa do sinal de internet para funcionar, pois existem sistemas instalados nas subestações que permitem o controle de toda energia elétrica gerada e distribuída pelo país. Portanto, neste ponto já começa a ficar claro a importância destas duas tecnologias trabalharem juntas e estarem sempre atualizadas.</p>



<h3 id="modernizacao-do-setor-eletrico" class="wp-block-heading">Modernização do setor elétrico</h3>



<p>Um sistema elétrico de qualidade precisa se manter em constante modernização, e visar sempre acompanhar o desenvolvimento de outras tecnologias como a internet.</p>



<h3 id="diversificacao-da-matriz-eletrica" class="wp-block-heading">Diversificação da Matriz Elétrica</h3>



<p>Será mesmo necessário investir no setor elétrico brasileiro? Tenho certeza que você leitor se lembra do que passamos nos últimos dois anos com as<strong> <a href="https://blogdaengenharia.com/diversos/crise-hidrica-e-a-contratacao-da-energia-mais-cara-das-termeletricas/">oscilações nos níveis de agua nos reservatórios das usina hidrelétricas.</a></strong> Portanto, para modificarmos este cenário começa assim um dos pilares para modernização que é a diversificação da matriz elétrica. </p>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-5 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:100%"><div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="353" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/05-eletrica-brasil.png" alt="" class="wp-image-87431" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/05-eletrica-brasil.png 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/05-eletrica-brasil-300x177.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/05-eletrica-brasil-18x12.png 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/05-eletrica-brasil-380x224.png 380w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption><strong><a href="https://www.epe.gov.br/sites-pt/publicacoes-dados-abertos/publicacoes/PublicacoesArquivos/publicacao-675/topico-638/BEN2022.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Matriz Elétrica Brasileira 2021</a></strong>&nbsp;(BEN, 2022)&nbsp;</figcaption></figure></div>


<p>Conforme, pode ser observado a matriz atual brasileira é focada principalmente em energia elétrica provida da fonte hidráulica. Sendo assim, equilibrar melhor os percentuais de cada fonte seria a melhor alternativa para reduzir as oscilações na tarifa de energia elétrica. </p>



<p>Outro fator importante é maior segurança em relação a confiabilidade da energia elétrica. Em caso de ocorre um problema em um tipo de recurso base para geração torna-se possível continuar a geração de energia elétrica através de outra fonte sem afetar o atendimento ao cliente.</p>



<h3 id="direito-de-escolha" class="wp-block-heading">Direito de escolha</h3>



<p>No mercado atual brasileiro o consumidor não tem o direito de escolher qual a concessionária que irá fornecer sua energia elétrica, portanto é obrigado a contratar o serviço da empresa que atende a sua localidade.</p>



<p>Por isso, um outro pilar da modernização do setor elétrico é garantir ao consumidor o direito de escolher de qual fornecedor ele irá contratar o serviço. Esta ferramenta permitiria maior competividade entre as concessionárias de energia elétrica, e com certeza melhora no preço e na qualidade deste serviço.</p>



<h3 id="seguranca-cibernetica-no-setor-eletrico" class="wp-block-heading">Segurança cibernética no setor elétrico</h3>



<p>Com as constantes <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-de-software/vpn-ciberseguranca-seguranca-da-informacao/">invasões ocorridas em sistemas de T.I</a>. de diversas empresas e <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-de-software/hackers-invadem-sistema-do-crea-sp/">órgãos governamentais</a>, tornou-se relevante a inserção de mais mecanismos e sistemas de segurança no SIN. Visto que, uma invasão neste sistema teria potencial para afetar todo o Brasil, ocasionado parada em diversas industrias, hospitais, aeroportos e dentre outros locais essenciais. Os prejuízos um ataque dessa magnitude seriam incalculáveis, pois o prazo para retomada e reorganização de todo o país poderia demorar semanas e até meses.</p>



<h3 id="veiculos-eletricos" class="wp-block-heading">Veículos elétricos  </h3>



<p>A demanda por eletricidade tende a crescer e um fator que comprova isso é a inserção dos veículos elétricos, para atender esta demanda e também a que advém da industrialização a diversificação da matriz elétrica é primordial.</p>



<p>Entretanto, a entrada dos veículos elétricos produz também um outro ponto de atenção que este dispositivo pode absorver energia elétrica da rede mas também, pode fornecer este recurso. Então o sistema elétrico se torna cada vez mais bidirecional, o cliente não apenas recebe energia elétrica, pode também injetar na rede. </p>



<p>Portanto, justifica-se assim a importância de realizar um estudo sobre os equipamentos de proteção do sistema elétrico que estão instalados, se necessário realizar substituição nos dispositivos obsoletos para que este não atuem em momento incorreto devido a padrões internos do mesmo.</p>



<h3 id="concluindo" class="wp-block-heading"><strong>Concluindo</strong></h3>



<p>Assim sendo, torna-se importante a modernização do setor elétrico para poder ter acesso aos benefícios da internet com segurança, confiabilidade e tranquilidade, além de usufruir da eletricidade com seu potencial em plenitude.</p>



<p>Fonte:</p>



<p><a href="https://www.epe.gov.br/pt/abcdenergia/matriz-energetica-e-eletrica">https://www.epe.gov.br/pt/abcdenergia/matriz-energetica-e-eletrica</a></p>
</div>
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		<title>Impactos do Cancelamento da REN 414 da ANEEL!</title>
		<link>https://blogdaengenharia.com/engenharia/impactos-do-cancelamento-da-ren-414-da-aneel/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=impactos-do-cancelamento-da-ren-414-da-aneel</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Leandro Prestes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Oct 2022 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia Elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque-topo]]></category>
		<category><![CDATA[ANEEL]]></category>
		<category><![CDATA[Blog de Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[energia]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia eletrica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quem mais ganhou e quem mais perdeu com a Nova REN1000/2021!</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A ANEEL (Agencia Nacional de Energia Elétrica), depois de mais de 10 anos precisou alterar uma das normas que é a base do sistema elétrica brasileiro:  a REN 414/2010. </p>



<p>As mudanças trazem impacto direto para os consumidores e para as concessionárias de Energia, mas afinal: quem mais ganhou ou perdeu com esta mudança? O CREA-RS promove um evento para discutir este tema.</p>



<h2 id="veja-abaixo-os-detalhes-destes-encontros-que-podem-clarear-suas-ideias-sobre-o-tema" class="cnvs-block-section-heading cnvs-block-section-heading-1665865337674 is-style-cnvs-block-section-heading-11 halignleft" >
	<span class="cnvs-section-title">
		<span><em><strong><span>Veja abaixo os detalhes destes encontros que podem clarear suas </span>ideias sobre o tema!</strong></em></span>
	</span>
</h2>



<h3 id="mudanca-sai-a-ren-414-2010-entra-a-ren-1000-2021" class="wp-block-heading">Mudança: Sai a REN 414/2010 entra a REN 1000/2021</h3>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="543" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/exchange-of-ideas-gca3dc07dc_1920-1024x543.jpg" alt="Imagem com alusão a duas pessoas com setas em sentidos opostos fazendo alusão as mudança / substituição. Fonte: Pixabay" class="wp-image-85318" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/exchange-of-ideas-gca3dc07dc_1920-1024x543.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/exchange-of-ideas-gca3dc07dc_1920-300x159.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/exchange-of-ideas-gca3dc07dc_1920-768x407.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/exchange-of-ideas-gca3dc07dc_1920-1536x814.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/exchange-of-ideas-gca3dc07dc_1920-18x10.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/exchange-of-ideas-gca3dc07dc_1920-380x201.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/exchange-of-ideas-gca3dc07dc_1920-800x424.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/exchange-of-ideas-gca3dc07dc_1920-1160x615.jpg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/exchange-of-ideas-gca3dc07dc_1920-600x318.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/exchange-of-ideas-gca3dc07dc_1920.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>Mudança &#8211; Fonte: Pixabay</figcaption></figure>



<p>Como pudemos ver no artigo <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/ren-1000-2021-consolidacao-simplificacao-e-atualizacao/">REN 1000/2021 &#8211; Consolidação, Simplificação e Atualização</a>, em Dezembro de 2021, a ANEEL,  motivada pelas mudanças e atualizações do setor elétrico, divulgou uma nova norma a REN 1000/2021. Esta nova norma substituiu a REN 414/2010 além de outras 60 normas da agência.</p>



<p>Contudo, apesar de durante a edição da norma, ser aberta uma consulta pública para coletar opiniões e estimular a participação dos profissionais e empresas, as mudanças pegaram muitos dos envolvidos de surpresa.</p>



<p>Assim mesmo sendo nova, a norma já sofreu algumas alterações e ainda causa dúvidas de entendimento entre os profissionais do setor.</p>



<h3 id="workshop-discute-impactos-das-mudancas" class="wp-block-heading">Workshop discute Impactos das Mudanças </h3>



<p>A conversa sobre o tema é uma das melhores formas de alinhar os entendimentos, e seguir  utilizando a resolução de maneira correta.</p>



<figure class="wp-block-image size-large is-style-rounded"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="791" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/me-gdf0a466b9_1920-1024x791.jpg" alt="Positivo e Negativo, imagem ilustrando ganha e perde- Fonte:PIXABAY" class="wp-image-85325" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/me-gdf0a466b9_1920-1024x791.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/me-gdf0a466b9_1920-300x232.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/me-gdf0a466b9_1920-768x593.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/me-gdf0a466b9_1920-1536x1186.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/me-gdf0a466b9_1920-16x12.jpg 16w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/me-gdf0a466b9_1920-380x294.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/me-gdf0a466b9_1920-800x618.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/me-gdf0a466b9_1920-1160x896.jpg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/me-gdf0a466b9_1920-600x463.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/me-gdf0a466b9_1920.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>Imagem Ilustrativa &#8211; Ganha ou perde &#8211; Fonte: Pixabay</figcaption></figure>



<p>Os Conselhos de engenharia se movimentam de modo a fomentar a participação de Engeneiros e profissionais do setor para comentar sobre o tema. Utilizando a mesma estratégia de Workshop utilizado pela Regional Carioca, o CREA-RS promoverá uma segunda rodada discussão. O evento será mediado pelos Engenheiros Jéferson Matheus de Oliveira e Sandro Donato Pavanatto Cerentini.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="612" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/workshop_crea-rs-1024x612.jpeg" alt="Imagem do Workshop - disponível no site do CREA- RS" class="wp-image-85326" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/workshop_crea-rs-1024x612.jpeg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/workshop_crea-rs-300x179.jpeg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/workshop_crea-rs-768x459.jpeg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/workshop_crea-rs-18x12.jpeg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/workshop_crea-rs-380x227.jpeg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/workshop_crea-rs-800x478.jpeg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/workshop_crea-rs-1160x693.jpeg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/workshop_crea-rs-600x359.jpeg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/workshop_crea-rs.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>Workshop Impactos do Cancelamento da REN 414/2010 ANEEL &#8211; Fonte: <a href="https://www.crea-rs.org.br/site/index.php?p=ver-noticia&amp;id=8548">CREA-RS</a></figcaption></figure></div>


<p>O evento acontecerá de forma on-line e gratuita nos dias <strong>17, 20, 24 e 27/10 </strong> sempre das <strong>19h às 21h</strong>, as incrições podem ser realizadas no botão abaixo.</p>



<div class="wp-block-buttons is-horizontal is-content-justification-center is-layout-flex wp-container-core-buttons-is-layout-1 wp-block-buttons-is-layout-flex">
<div class="wp-block-button is-style-fill"><a class="wp-block-button__link has-luminous-vivid-orange-to-vivid-red-gradient-background has-background" href="https://www.sympla.com.br/evento-online/workshop-os-impactos-do-cancelamento-da-ren-414-2010-da-aneel-quem-ganhou-e-quem-perdeu-2-ed/1731652" style="border-radius:64px" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Inscreva-se no 2º Workshop sobre a REN 1000/2021 da ANEEL</a></div>
</div>



<p>Certamente, este novo encontro irá esclarecer um pouco mais sobre as mudanças causadas pelas alterações da norma e nos propciará uma oportunidade de conversar com profissionais especialistas sobre o tema.</p>



<p>Em suma, é importante a participação  de todos, para que possamos conhecer a fundo uma das principais normas do setor elétrico.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-plain has-white-background-color has-background is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><strong><em>Toda mudança nos traz sentimentos diferentes : alegria, frustração ou dúvida&#8230; assim, entender o porque da mudança nos faz caminhar mais tranquilos de volta a zona de conforto.</em></strong></p><cite>O Autor</cite></blockquote>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A energia elétrica que conecta</title>
		<link>https://blogdaengenharia.com/especiais/carreira/mercado-de-trabalho/engenharia-no-brasil/a-energia-que-conecta/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=a-energia-que-conecta</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Carolina Brandão Gontijo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Aug 2022 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia Elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de Energia]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia no Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque-topo]]></category>
		<category><![CDATA[Blog Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[eletricidade]]></category>
		<category><![CDATA[Energia elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia eletrica]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blogdaengenharia.com/?p=83679</guid>

					<description><![CDATA[<p>A energia elétrica é um meio pelo qual o Brasil se conecta de norte a sul. Esta conexão permite que novas tecnologias e desenvolvimento cheguem a diversas localidades no país.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A rede elétrica de transmissão no Brasil interliga todo país, e é denominada como SIN (Sistema Interligado Nacional). Este termo esteve em alta na época do <a aria-label="undefined (opens in a new tab)" href="https://blogdaengenharia.com/carreira/mercado-de-trabalho/engenharia-no-brasil/apagao-no-amapa-os-desafios-do-setor-de-energia-do-brasil/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">apagão em Amapá</a>, pois a região em questão não faz parte do sistema interligado nacional.</p>



<p>O SIN é composto por diversos equipamentos e instalação que através de conexões elétricas possibilitam a distribuição de energia elétrica por todo Brasil. De acordo com dados da ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico) em 2017 o SIN tinha uma <strong>extensão de 186 mil quilômetros, capacidade instalada de 170 mil megawatts</strong> <strong>e composto por 4 subsistemas de geração.</strong></p>



<h3 id="sistema-interligado-nacional" class="wp-block-heading">Sistema Interligado Nacional</h3>



<p>O SIN é descrito como um sistema hidro-termo-eólico. Sendo assim,  a geração de energia elétrica ocorre principalmente através de usinas hidrelétricas. Esta portanto, representado um percentual de mais de 60% de toda energia elétrica gerada no país, este potencial advém de 16 bacias hidrográficas localizadas em território nacional.</p>



<p>Contudo, o sistema ainda contempla usinas térmicas que se localizam mais próximas as cargas e representam um percentual de 21% na composição do SIN. Ademais, tem-se fontes em ampla expansão como eólica e fotovoltaica que juntas são responsáveis por aproximadamente 10% de toda energia elétrica gerada no Brasil. </p>



<p>Sendo assim os quatro sistemas onde se localizam estas usinas são:</p>



<ul class="wp-block-list" id="block-09dea38b-3294-4df8-a664-f3ec7759e1c5"><li><strong>Subsistema Sudeste/Centro-Oeste (SE/CO)</strong> abrange as regiões Sudeste e Centro-Oeste, além dos estados de Rondônia e Acre;<br></li><li><strong>Subsistema Sul (S)</strong> corresponde à toda a região sul do país;<br></li><li><strong>Subsistema Nordeste (NE)</strong> engloba a região nordeste menos o Maranhão;<br></li><li><strong>Subsistema Norte (N)</strong>, contempla os estados do Amapá, Amazonas, Maranhão, Pará e Tocantins.</li></ul>



<p>Entretanto, ainda existe <strong>212 locais que não fazem parte do SIN </strong>representam menos 1% da carga total de energia elétrica do país. Sendo assim estes territórios em questão, em sua maioria na região Norte, nos estados de <strong>Rondônia, Acre, Amazonas, Amapá e Pará</strong>. Salvo que <strong>Roraima é o único estado a não integrar o SIN e </strong>tem seu abastecimento elétrico realizado parcialmente pela Venezuela<strong>.</strong> </p>



<p class="has-text-align-center">Para acessar o mapa completo do SIN acesse <a href="https://www.epe.gov.br/sites-pt/publicacoes-dados-abertos/publicacoes/PublicacoesArquivos/publicacao-168/Mapa%20do%20Sistema%20Integrado%20Nacional.pdf" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener">o link</a>.</p>



<h3 id="beneficios-do-sin" class="wp-block-heading">Benefícios do SIN</h3>



<p>Certamente, o SIN garante maior segurança, confiabilidade, eficiência e reduz nos custos das operações elétricas no país. Isto é, no caso de ocorrer falhas em uma linha de transmissão há a possibilidade de manobrar a rede para não interromper totalmente o fornecimento de energia elétrica.</p>



<p>Além disso, a interligação dos subsistemas em diferentes regiões permite melhor distribuição da energia elétrica devido á sazonalidades das chuvas. Inclusive, a alternativa de planejamento para diversificação composição da matriz energética.</p>



<h3 id="desafios-do-sin" class="wp-block-heading">Desafios do SIN</h3>



<p>Devido a grande extensão do país ocasiona-se extensa quilometragem das linhas de transmissão, gerando assim o significativo percentual de perdas energéticas o que reduz parcialmente a eficiência do SIN. Por outro lado, tem-se a possível falta de estimulo para o investimento de sistemas de geração de energia elétrica em determinados locais. Em virtude da possibilidade do transporte da energia gerada em outros terrenos. </p>



<p>Em suma, países com grande extensão territorial necessitam de alternativas para conexão de suas diversas localidades de modo a fornecer energia elétrica com segurança e confiabilidade. Portanto, no Brasil tem-se o SIN que encurta as distâncias e nos conecta através do recurso energético que é extremamente essencial.</p>



<h6 id="fontes" class="wp-block-heading">Fontes:</h6>



<ol class="wp-block-list"><li><a href="http://www.ons.org.br/paginas/sobre-o-sin/o-que-e-o-sin">Clique aqui!</a></li><li><a href="https://esferaenergia.com.br/fontes-de-energia/sistema-interligado-nacional/">Clique aqui!</a> </li><li><a href="https://megawhat.energy/verbetes/26595/sistema-interligado-nacional-sin">Clique aqui! </a></li></ol>
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		<title>Gasolina não, eletricidade sim!</title>
		<link>https://blogdaengenharia.com/engenharia/gasolina-nao-eletricidade-sim/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=gasolina-nao-eletricidade-sim</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Carolina Brandão Gontijo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jun 2022 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque-topo]]></category>
		<category><![CDATA[Carro elétrico]]></category>
		<category><![CDATA[carros elétricos]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia eletrica]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade]]></category>
		<category><![CDATA[veículos elétricos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A inserção de veículos elétricos no mercado automotivo é uma realidade que se intensifica. Será isso benéfico ou&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-left">A inserção de veículos elétricos no mercado automotivo é uma realidade que se intensifica. Será isso benéfico ou maléfico a toda cadeia produtiva e meio ambiente?</p>



<p class="has-text-align-left">Voltando ao passado, constata-se que a utilização de carros elétricos não é nenhuma novidade do século XXI. Visto que o desenvolvimento de tecnologias desta área ocorre desde os <a href="https://blogdaengenharia.com/secoes/colunistas-blog-da-engenharia/carros-eletricos-quao-longe-estamos/">anos de 1830</a>.</p>



<p class="has-text-align-left">Porém no cenário atual, a perspectiva de mobilidade elétrica tem uma função decisiva na sociedade que é o enfrentamento das mudanças climáticas. Em síntese, o objetivo principal é cumprir o <a href="https://cebds.org/o-que-e-o-acordo-de-paris/">Acordo de Paris </a>que determina limitar o aumento da temperatura em 2° Celsius. Ressalta-se o papel importante do setor de transportes na emissão dos gases CO² que corresponde a 24% das emissões totais.</p>



<h3 id="aumento-no-consumo-de-eletricidade" class="wp-block-heading">Aumento no consumo de eletricidade</h3>



<p>Conforme dados da  Bloomberg New Energy Finance, o impacto da inserção dos veículos elétricos acarretará um acréscimo de 6% na demanda global de eletricidade até 2040. Em contrapartida, evitará o consumo de 7,3 milhões de barris de combustível diariamente para o setor de transportes.</p>



<p>Apesar de a demanda do setor elétrico não ser muito impactada, ressalta-se a necessidade de preparo dos países para a nova tecnologia. Uma alternativa esta sendo a transição com os veículos híbridos que conciliam a tecnologia a combustão e a eletrificação garantindo maior autonomia aos mesmos.</p>



<h5 id="o-mito-do-impacto-dos-veiculos-eletricos" class="wp-block-heading">O MITO DO IMPACTO DOS VEÍCULOS ELÉTRICOS </h5>



<p>Conforme informações da CPFL que realizou um estudo através do projeto EMOTIVE comprovou que o impacto dos carros elétricos na rede elétrica brasileira seria pequeno. A pesquisa realizada durou 5 anos e o investimento foi de R$ 17 milhões de reais. Sendo assim, comprovou-se que mesmo com as  vendas sendo exclusivas de veículos elétricos a partir de 2018, o consumo destes representaria apenas 5,9% em 2030.</p>



<p>Porém, o cenário realista proposto pela CPFL é que em 2030 sejam 1,18 milhões de carros elétricos no Brasil, representando apenas 3,8% de toda frota nacional. Bem como, pode-se considerar um percentual de vendas anuais de 7,6% para modelos eletrificados ate 2030. Portanto neste caso a mobilidade elétrica no Brasil não seria um desafio para as empresas de energia elétrica.</p>



<p>Diante deste cenário, o aumento no consumo de energia elétrica devido a nova tecnologia seria de 0,6% a 1,6% nos próximos 12 anos visando atender de 4 a 10 milhões de carros. Ainda no estudo realizado no projeto EMOTIVE constatou-se  que o quilômetro rodado com veículo elétrico tem um custo de R$ 0,11 e o carro a combustão o valor é de R$ 0,30, destacando assim mais um ponto positivo da eletrificação.<br> </p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/two-charging-electric-cars-at-charge-station-in-the-city-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-82406" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/two-charging-electric-cars-at-charge-station-in-the-city-1024x576.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/two-charging-electric-cars-at-charge-station-in-the-city-300x169.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/two-charging-electric-cars-at-charge-station-in-the-city-768x432.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/two-charging-electric-cars-at-charge-station-in-the-city-1536x864.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/two-charging-electric-cars-at-charge-station-in-the-city-2048x1152.jpg 2048w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/two-charging-electric-cars-at-charge-station-in-the-city-18x10.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/two-charging-electric-cars-at-charge-station-in-the-city-380x214.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/two-charging-electric-cars-at-charge-station-in-the-city-800x450.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/two-charging-electric-cars-at-charge-station-in-the-city-1160x652.jpg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/two-charging-electric-cars-at-charge-station-in-the-city-600x337.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/two-charging-electric-cars-at-charge-station-in-the-city-scaled.jpg 2560w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h5 id="resumindo" class="wp-block-heading"><br>Resumindo</h5>



<p>A mobilidade elétrica promove inúmeros benefícios como a redução na emissão de dióxido de carbono que por consequência minimiza os impactos do efeito estufa. Além, da redução no valor do quilômetro rodado que torna mais fácil a popularização dos veículos. Para finalizar, o carregamento do carro elétrico pode ser realizado em sua própria residência através de uma tomada comum e o consumo é semelhante ao de um chuveiro elétrico.</p>



<h6 id="hora-de-comecar-a-analisar-os-modelos-de-carros-eletricos-disponiveis-no-mercado" class="wp-block-heading">Hora de começar a analisar os modelos de carros elétricos disponíveis no mercado.</h6>



<p></p>



<p>Referências:</p>



<p><a href="https://insideevs.uol.com.br/news/546302/carros-eletricos-demanda-energia-eletrica/">https://insideevs.uol.com.br/news/546302/carros-eletricos-demanda-energia-eletrica/</a></p>



<p><a href="https://www.automotivebusiness.com.br/pt/posts/noticias/carro-eletrico-tem-baixo-impacto-no-consumo-de-energia-no-brasil/">https://www.automotivebusiness.com.br/pt/posts/noticias/carro-eletrico-tem-baixo-impacto-no-consumo-de-energia-no-brasil/</a></p>
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		<title>O risco dos adaptadores de tomadas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Carolina Brandão Gontijo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Apr 2022 13:33:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque-topo]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia eletrica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tenho certeza que você já utilizou pelo menos uma vez um adaptador para possibilitar a ligação de algum equipamento elétrico na sua residência. Mas você sabe o risco que esta se submetendo?</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Tenho certeza que você já utilizou pelo menos uma vez um adaptador para possibilitar a ligação de algum equipamento elétrico na sua residência. Mas você sabe o risco que esta se submetendo?</p>



<p>&nbsp;Tudo se inicia no fato de não haver um <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-eletrica/por-que-as-tomadas-e-plugues-nao-sao-padronizados-no-mundo/"><strong>padrão mundia</strong>l</a> para tomada, sendo assim cada país pode escolhe o seu conforme suas próprias necessidades. Com isso na década de 80 o Brasil tinha 12 padrões diferentes de plugues de tomada e 8 tipos de tomadas, detalhe que hoje no mundo todo são 15 padrões. Na sua residência nessa época você podia ter mais de um tipo de tomada, talvez cada ambiente com um tipo, era bem confuso e complexo.</p>



<h3 id="padrao-brasileiro" class="wp-block-heading">Padrão Brasileiro</h3>



<p>Dez anos depois, a ABNT juntamente com as industrias definiram o novo padrão a ser utilizado pelo Brasil. Sendo assim, ficou definido o padrão do tipo F de 3 pinos redondos sendo o terceiro pino para aterramento. Mas foi apenas em 1998 que foi divulgada a norma NBR 14.136 que apresentava as diretrizes para o novo padrão. No ano de 2000 foi emitido através da portaria nº 185, a certificação compulsória de plugues e tomadas pelo INMETRO.</p>



<p><br>Todavia a obrigatoriedade do plugue de três pinos começou em 2006, sendo este precondição para conseguir o Habite-se nas prefeituras e o prazo para adequação foi até 2009. Paralelo a isso, a venda dos diversos padrões continuaram tendo sua proibição apenas a partir de 2011.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://www.mundodaeletrica.com.br/y/1504/modelos-tomadas-600.webp" alt=""/><figcaption>Tipos de tomadas</figcaption></figure>



<p>Como destaque ao novo padrão tem-se o recuo interno, o que faz com que a entrada dos pinos fique “afundada”. Junto disto tem-se também o formato hexagonal exigido para que possa ser encaixado na tomada. Sobre a questão do aterramento este fato é controverso, pois o mesmo somente tem efetividade se na edificação houver instalado o sistema de aterramento. Mas caso não haja o mesmo, o terceiro pino não tem função projetada.</p>



<p>Além do mais, as diferenças não se restringem apenas ao tipo de plugue ainda se tem diferença de tensão e corrente. No Brasil tem-se a tensão de 127V e 220V, portanto se conectar o seu equipamento na tensão errada o risco de danifica-lo é alto. Outro detalhe é relativo a corrente, sabe quando você tenta encaixar o plugue mas ele é mais grosso do que a tomada instalada. Isto significa que sua tomada precisa ser modificada e instalar uma para 20A ao invés da comum que é de 10A.  Ressalta-se que nesses casos a utilização de adaptadores é extremamente perigosa, pois pode gerar uma sobrecarga e causar um incêndio.  </p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://qph.fs.quoracdn.net/main-qimg-2878dade757daf1a2dbeba0cb04ab901-lq" alt=""/><figcaption>Tensão elétrica</figcaption></figure>



<h3 id="adaptadores" class="wp-block-heading">Adaptadores</h3>



<p>Com toda essa mudança ocorrida no ano de 2009 começou um problema, e quem tem todo seu sistema elétrico já instalado o que vai fazer? Quando se compra um equipamento novo, este não conecta as tomadas antigas, ai se começa o uso dos adaptadores. Mas o detalhe é você sabe os riscos de se utilizar estes dispositivos.</p>



<p>A utilização dos adaptadores é a forma mais viável economicamente para se adaptar ao novo padrão, mas assim o alvo de ter mais segurança com o novo padrão não é atingido. E o mais preocupante é quando o consumidor adquire o adaptador para mudança do pino de 20A para 10A, pois não se sabe se o condutor instalado tem essa capacidade de corrente. A confusão se inicia por ai, o problema é que o simples uso desses adaptadores pode gerar sobrecarga em sua residência e ocasionar um incêndio.</p>



<p>Com isso, em 2006 foi estabelecida a portaria N° 85, na qual o INMETRO regulamenta a certificação de adaptadores de tomada com o intuito de torna-los mais seguros. Estes dispositivos podem ser do tipo simples ou múltiplos, contendo dois ou três polos. Os adaptadores podem ter tensão até 440V e corrente até 42A, mas o padrão normalmente é de 250V e com corrente de 10 ou 20A. Os padrões construtivos e de ensaios desse, devem seguir as normativas NBR 14936 e NBR NM 60884-1.</p>



<p>Finalmente, no processo de certificação pode ser escolhido uma das classes sendo a 5 ou a 7. Na certificação tipo 5 se realiza  ensaio de tipo, avaliação e aprovação de Sistema de Gestão de qualidade do fabricante, acompanhamento através de auditorias no fabricante e ensaio em amostras<strong>. </strong>Já na certificação tipo 7 a avaliação é realizada por meio da verificação do Lote, onde a certificação estará somente vinculada ao lote avaliado (fabricado ou adquirido).</p>



<p>Por fim, se for utilizar um adaptador verifique se o condutor instalado tem a capacidade de corrente para 20A. Outra alternativa é avaliar a trocar de sua tomada ao invés de utilizar o adaptador. Segurança acima de tudo, sua vida não tem preço.</p>



<p class="has-text-align-center">Fonte</p>



<p class="has-text-align-center"> https://www.gazetadopovo.com.br/republica/tomada-do-pt-por-que-padrao-tres-pinos/ </p>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://andraplan.com.br/servicos/adaptadores-de-plugues-e-tomadas.html">https://andraplan.com.br/servicos/adaptadores-de-plugues-e-tomadas.html</a></p>
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		<title>Brasil: o risco de apagões ainda em 2021!</title>
		<link>https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-eletrica/brasil-o-risco-de-termos-apagoes-ainda-em-2021/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=brasil-o-risco-de-termos-apagoes-ainda-em-2021</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gabriely da Silva Pinto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Sep 2021 23:40:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia no Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Inferior]]></category>
		<category><![CDATA[ANEEL]]></category>
		<category><![CDATA[apagao]]></category>
		<category><![CDATA[blog da engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Blog de Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Crise Hídrica]]></category>
		<category><![CDATA[energia]]></category>
		<category><![CDATA[Energia elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia eletrica]]></category>
		<category><![CDATA[Gabriely da Silva Pinto]]></category>
		<category><![CDATA[Gabriely Pinto]]></category>
		<category><![CDATA[site da engenharia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blogdaengenharia.com/?p=77001</guid>

					<description><![CDATA[<p>Em 2001 os brasileiros enfrentaram as consequências de uma grande crise hídrica, a qual provocou apagões em diferentes&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Em 2001 os brasileiros enfrentaram as consequências de uma grande crise hídrica, a qual provocou apagões em diferentes regiões do país. O interrompimento do fornecimento de energia elétrica era programado pelo governo, a fim de evitar um colapso no sistema elétrico do país.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Infelizmente hoje o Brasil vive um cenário sob condições similares à crise de 2001, visto que há uma crise hídrica vigente, e em contramão o consumo de energia por parte dos brasileiros é ascendente. </span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Dessa forma, há projeções que apontam as chances de termos apagões em 2021. No entanto, outras projeções descartam essa possibilidade, mas acreditam que ocorra em 2022.</span></p>
<p><figure id="attachment_77018" aria-describedby="caption-attachment-77018" style="width: 1920px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/bulb-2287759_1920.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-77018" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/bulb-2287759_1920.jpg" alt="" width="1920" height="1280" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/bulb-2287759_1920.jpg 1920w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/bulb-2287759_1920-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/bulb-2287759_1920-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/bulb-2287759_1920-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/bulb-2287759_1920-1536x1024.jpg 1536w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></a><figcaption id="caption-attachment-77018" class="wp-caption-text">(Fonte: Pixabay | Reprodução)</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Por conta disso, é importante se contextualizar sob a situação, acreditando que enquanto indivíduos somos capazes de promover pequenas mudanças em prol de melhorar o cenário no futuro. </span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Continue a leitura e entenda o que nos fez chegar a esse cenário, e confira quais medidas possuem grande potencial para impedir que uma crise hídrica afete tanto o fornecimento de energia elétrica. </span></p>
<h3 id="o-que-nos-fez-chegar-a-esse-cenario">O que nos fez chegar a esse cenário?</h3>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Conforme o artigo &#8220;</span><span style="font-weight: 400"><a href="https://blogdaengenharia.com/falta-dagua-logo-falta-eletricidade-bandeira-tarifaria/">Falta d´água. Logo, falta eletricidade – Bandeira tarifária</a>”</span><span style="font-weight: 400"> aponta, que hoje 64,9% da matriz elétrica do país conta com a participação das hidrelétricas para realizar o fornecimento de energia elétrica no país.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">No entanto, o Brasil vive nos últimos anos alguns episódios de crise hídrica, mas a situação se agravou em 2021, ao ponto de hoje estarmos vivendo a <a href="http://www.ons.org.br/paginas/energia-agora/reservatorios">pior crise hídrica</a> desde 1930, visto que nos últimos <a href="http://www.ons.org.br/paginas/energia-agora/reservatorios">7 anos</a> a média do volume de chuvas tem sido inferior à média histórica .</span></p>
<p><figure id="attachment_77019" aria-describedby="caption-attachment-77019" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/20171205_00_represa_crise-agua.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-77019" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/20171205_00_represa_crise-agua.jpg" alt="" width="800" height="420" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/20171205_00_represa_crise-agua.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/20171205_00_represa_crise-agua-300x158.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/20171205_00_represa_crise-agua-768x403.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-77019" class="wp-caption-text">(Fonte: Jornal USP | Reprodução)</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Levando em consideração que a participação das hidrelétricas é significativa na geração de energia elétrica do país, as consequências da crise hídrica vigente atinge de forma expressiva o setor elétrico. </span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Além disso, o país ainda enfrenta uma crise sanitária e econômica. Tais circunstâncias fez com que a ANEEL em 2020 anunciasse que iria manter a bandeira tarifária verde até 31 de dezembro deste mesmo ano, no entanto, </span><a href="https://www.enel.com.br/pt/midia/news/d202012-reativacao-do-mecanismo-de-bandeira-tarifaria.html"><span style="font-weight: 400">no dia 30 de novembro a agência anunciou</span></a><span style="font-weight: 400"> que iria reativar o mecanismo das <a href="https://blogdaengenharia.com/entenda-como-funciona-o-sistena-de-bandeiras-tarifarias/">bandeiras tarifárias,</a> em razão de uma queda nos níveis dos reservatórios das hidrelétricas. </span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Desde então, a crise hídrica tem-se agravado, de modo que, hoje a bandeira tarifária vigente é </span><span style="font-weight: 400"> a “escassez hídrica” criada em setembro de 2021. A mesma impõe o acréscimo de 14,21 reais a cada </span>100kWh<span style="font-weight: 400">.</span></p>
<h3 id="o-risco-do-fornecimento-de-energia-ser-interrompido">O risco do fornecimento de energia ser interrompido</h3>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Apesar das termelétricas já terem sido acionadas na tentativa de suprir a demanda de energia no país, os níveis dos reservatórios seguem sendo críticos.</span></p>
<p><figure id="attachment_77020" aria-describedby="caption-attachment-77020" style="width: 1920px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/flood-4977406_1920.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-77020" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/flood-4977406_1920.jpg" alt="" width="1920" height="1278" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/flood-4977406_1920.jpg 1920w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/flood-4977406_1920-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/flood-4977406_1920-1024x682.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/flood-4977406_1920-768x511.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/flood-4977406_1920-1536x1022.jpg 1536w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></a><figcaption id="caption-attachment-77020" class="wp-caption-text">(Fonte: Pixabay | Reprodução)</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Contudo, é necessário considerar um nível mínimo nos reservatórios e bacias para que seja possível manter as operações nas usinas, sem danificar as turbinas. Em virtude desse fato, o risco do fornecimento de energia ser racionado, ou interrompido é real. </span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Para acompanhar as atualizações em relação aos níveis dos reservatórios, basta acessar a página o site Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) <a href="http://www.ons.org.br/paginas/energia-agora/reservatorios">(Clique aqui)</a>. </span></p>
<h3 id="medidas-capazes-de-impedir-que-uma-crise-hidrica-afete-tanto-o-setor-eletrico">Medidas capazes de impedir que uma crise hídrica afete tanto o setor elétrico</h3>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Parafraseando a canção de Jorge Ben Jor, moramos em um país tropical, abençoado por Deus e bonito por natureza, e este aspecto faz com que o Brasil tenha potencial para explorar muitas fontes renováveis para obtenção de energia elétrica.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Ao ter uma matriz elétrica diversificada não sofreríamos tanto com as consequências de uma crise hídrica. Além disso, a busca por inserir mais alternativas sustentáveis em nossa matriz elétrica colabora para mitigar algumas das consequências do aquecimento global. </span></p>
<p><figure id="attachment_77022" aria-describedby="caption-attachment-77022" style="width: 1920px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/lightbulb-2631864_1920.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-77022" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/lightbulb-2631864_1920.jpg" alt="" width="1920" height="1193" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/lightbulb-2631864_1920.jpg 1920w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/lightbulb-2631864_1920-300x186.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/lightbulb-2631864_1920-1024x636.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/lightbulb-2631864_1920-768x477.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/lightbulb-2631864_1920-1536x954.jpg 1536w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></a><figcaption id="caption-attachment-77022" class="wp-caption-text">(Fonte: Pixabay | Reprodução)</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Então, encerro o artigo indicando uma série de conteúdo sobre <a href="https://blogdaengenharia.com/um-olhar-sobre-as-energias-renovaveis/">Fontes Renováveis</a>, produzida pelo Engenheiro e Mestre em Energias Renováveis Charles. </span><span style="font-weight: 400">É importante alavancar a diversificação da matriz elétrica do Brasil </span><span style="font-size: 1.21429rem"> e nós, como o futuro da engenharia, e engenheiros, precisamos refletir, conhecer sobre, e dedicar esforços atuando em prol de mobilizar tais mudanças buscando um futuro mais sustentável. Acesse a série de conteúdos a seguir: </span><a href="https://blogdaengenharia.com/um-olhar-sobre-as-energias-renovaveis/">Um olhar sobre as Energias Renováveis ; </a><a href="https://blogdaengenharia.com/fontes-renovaveis-parte-1-energia-eolica/">Energia Eólica ;</a><a href="https://blogdaengenharia.com/fontes-renovaveis-parte-2-energia-da-biomassa/">Energia da Biomassa ; e </a><a href="https://blogdaengenharia.com/fontes-renovaveis-parte-3-energia-solar/">Energia Solar.</a></p>
<p style="text-align: justify">
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		<title>Engenheiros que solucionam crimes: nicho de mercado.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Isabela Guedes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Aug 2021 11:00:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Civil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Primeiramente, sabemos que o profissional de Engenharia chega ao mercado de trabalho com inúmeras possibilidades de campo de&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Primeiramente, sabemos que o profissional de Engenharia chega ao mercado de trabalho com inúmeras possibilidades de campo de atuação. Alguns desses nichos de mercado são mais conhecidos por todos, mas existe um que grande parte das pessoas não sabe.</p>
<p style="text-align: justify;">A área de Peritos Criminais Engenheiros é ampla, podendo ter profissionais do setor de Civil, Mecânica, Elétrica, Eletrônica e Química. <span style="color: #ff0000;"><strong>Você sabe quais as possibilidades de trabalho para essa profissão?</strong></span></p>
<p><figure id="attachment_75880" aria-describedby="caption-attachment-75880" style="width: 1707px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-75880 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/david-von-diemar-jM6Y2nhsAtk-unsplash-scaled-e1629312120350.jpg" alt="perícia" width="1707" height="1427" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/david-von-diemar-jM6Y2nhsAtk-unsplash-scaled-e1629312120350.jpg 1707w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/david-von-diemar-jM6Y2nhsAtk-unsplash-scaled-e1629312120350-300x251.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/david-von-diemar-jM6Y2nhsAtk-unsplash-scaled-e1629312120350-1024x856.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/david-von-diemar-jM6Y2nhsAtk-unsplash-scaled-e1629312120350-768x642.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/david-von-diemar-jM6Y2nhsAtk-unsplash-scaled-e1629312120350-1536x1284.jpg 1536w" sizes="(max-width: 1707px) 100vw, 1707px" /><figcaption id="caption-attachment-75880" class="wp-caption-text"><strong>Fonte:</strong> David von Diemar</figcaption></figure></p>
<h3 id="o-que-faz-um-perito-criminal-engenheiro">O que faz um Perito Criminal Engenheiro?</h3>
<p style="text-align: justify;">Primeiramente, diferente do que muita gente acredita, o setor da perícia criminal precisa sim de profissionais da Engenharia. Eles são responsáveis pela parte técnico-científica para análise dos fatores que estão sendo investigados. O campo de atuação, abrange exames <em>“in loco”</em> e em laboratórios executando laudos periciais e complementando exames técnicos com seu conhecimento.</p>
<p><figure id="attachment_75881" aria-describedby="caption-attachment-75881" style="width: 567px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-75881" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/arq_5fb5881e9172d-image.png" alt="perito" width="567" height="378" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/arq_5fb5881e9172d-image.png 567w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/arq_5fb5881e9172d-image-300x200.png 300w" sizes="(max-width: 567px) 100vw, 567px" /><figcaption id="caption-attachment-75881" class="wp-caption-text"><strong>Fonte:</strong> concursosaz</figcaption></figure></p>
<h5 id="perito-criminal-engenheiro-mecanico">Perito Criminal Engenheiro Mecânico</h5>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong>Caso você seja Engenheiro Mecânico, nessa área você pode executar perícias automobilísticas e em equipamentos que sejam objetos de investigação. Há uma necessidade de um conhecimento apurado em inspeção, fabricação e utilização de equipamentos para assegurar que estão de acordo com as normas técnicas.</p>
<h5 id="perito-criminal-engenheiro-civil">Perito Criminal Engenheiro Civil</h5>
<p style="text-align: justify;">Para os Engenheiros Civis, além de diversas ocorrências externas para levantamento de dados, coletas de vestígios para elaborar laudos, há a necessidade de um conhecimento técnico aprimorado em análise de campo. Esse profissional atende diversas ocorrências de rupturas estruturais, desabamentos, incêndios, além disso pode acompanhar levantamentos topográficos de áreas onde crimes aconteceram.</p>
<h5 id="perito-criminal-engenheiro-eletricista" style="text-align: justify;">Perito Criminal Engenheiro Eletricista</h5>
<p style="text-align: justify;">Nesse caso, temos o profissional atuando em três modalidades principais de ocorrência: vida, trânsito e patrimônio. Fazem enormes contribuições em casos de perícia de incêndios, furto de energia, dispositivos eletroeletrônicos, assim como situações que ocasionam morte por descarga elétrica.</p>
<h5 id="perito-criminal-engenheiro-eletronico" style="text-align: justify;">Perito Criminal Engenheiro Eletrônico</h5>
<p style="text-align: justify;">Esse Engenheiro irá ajudar a solucionar casos de provas de áudio e vídeo, verificar a autenticidade desse material. Vale lembrar que, eles são essenciais em casos por exemplo de crimes que envolvam internet.</p>
<h3 id="como-ingressar-nessa-area">Como ingressar nessa área!</h3>
<p style="text-align: justify;">Antes de tudo, o profissional precisa estar devidamente habilitado para exercer as competências técnicas e portado de um diploma em Engenharia reconhecido pelo MEC. Além disso, para trabalhar na área, necessita de um concurso público.</p>
<p style="text-align: justify;">As vagas disponíveis dependem da necessidade do órgão, mas algumas regiões solicitam que o profissional seja formado em qualquer Engenharia. Vale ressaltar que esses concursos possuem salários bem atrativos, de até 15 mil reais.</p>
<p><figure id="attachment_75883" aria-describedby="caption-attachment-75883" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-75883" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/perito1.jpg" alt="Perito" width="1200" height="628" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/perito1.jpg 1200w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/perito1-300x157.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/perito1-1024x536.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/perito1-768x402.jpg 768w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /><figcaption id="caption-attachment-75883" class="wp-caption-text"><strong>Fonte:</strong> Exponencial Concursos</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify;">Você conhecia essa área? Se você se interessou, basta procurar os concursos pelo Brasil inteiro. Sempre divulgam várias vagas para esses profissionais.</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Quer saber sobre mais curiosidades da Engenharia? Você pode clicar <a href="https://blogdaengenharia.com/author/isabela-guedes/">aqui</a> e ter acesso aos meus outros artigos. <span style="font-size: 1.21429rem;">Além disso, você consegue me encontra nas redes sociais: </span><a style="font-size: 1.21429rem;" href="https://instagram.com/engcivil.guedes">Instagram</a><span style="font-size: 1.21429rem;"> | </span><a style="font-size: 1.21429rem;" href="https://www.linkedin.com/in/igueedes/">Linkedin</a></strong></em></p>
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