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	<title>Kelvyn Davis, Author at Blog da Engenharia</title>
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	<title>Kelvyn Davis, Author at Blog da Engenharia</title>
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		<title>16 Psyche: Asteroide que pode ajudar a estudar a Terra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Kelvyn Davis]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Nov 2023 11:51:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A missão Psyche da NASA tem o objetivo de explorar um asteroide de nome 16 Psyche, composto por&#8230;</p>
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<p>A missão Psyche da NASA tem o objetivo de explorar um asteroide de nome 16 Psyche, composto por metais como ferro e níquel. Esse asteroide está no cinturão de asteroides entre Marte e Júpiter. Vem comigo nesse artigo entender mais sobre essa missão!</p>



<h5 id="caracteristicas-da-missao" class="wp-block-heading">Características da Missão </h5>



<p>Seu lançamento ocorreu em 13 de outubro de 2023, pelo foguete Falcon Heavy da SpaceX no Centro Espacial Kennedy. A previsão de chegada ao asteroide é em 2029. O custo total estimado da missão é de mais de U$$ 1 bilhão, cerca de 4,9 bilhões de reais.</p>



<p>A grande maioria dos asteroides <strong>são compostos por rochas e minerais</strong>, esse em especifico se diferencia por se tratar de um asteroide de metais. Essa característica do 16 Psyche pode ter acontecido devido a perda de suas camadas ao longo do tempo deixando seu núcleo exposto.</p>



<p>Esses estudos da <a href="https://psyche.asu.edu/"><strong>missão</strong></a> Psyche podem analisar a sua estrutura, composição e a história geológica dessa forma, podem ajudar a entender melhor a formação de Planetas como a Terra, que tem sua formação rochosa.</p>



<p>O asteroide <strong>16 Psyche</strong> possui o <strong>diâmetro de 226km</strong> sendo <strong>15,4 vezes menor</strong> que o diâmetro da Lua em comparação. A área desse asteroide é <strong>cerca de 165.800 km²</strong>, um pouco maior que o território do <strong>Estado do Acre.</strong></p>



<p>O comprimento da sonda Psyche é de <strong>24,7 metros</strong>, aproximadamente o comprimento de <strong>uma quadra de tênis.</strong> A sonda contará com propulsão elétrica solar.</p>



<h5 id="equipamentos-cientificos" class="wp-block-heading">Equipamentos Científicos </h5>



<p>A sonda Psyche possui diversos equipamentos científicos para realizar estudos no asteroide e coletar essas informações. Os principais equipamentos são:</p>



<p><strong>Espectrômetros de Nêutrons e Raios Gama:</strong> ambos vão medir a composição do asteroide. Dessa forma, eles podem detectar os elementos na superfície do Psyche de acordo com a radiação emitida.</p>



<p><strong>Magnetômetro:</strong> esse instrumento vai medir a existência do campo magnético do asteroide, diante disso, será possível entender melhor a origem do mesmo.</p>



<p><strong>LIDAR:</strong> é responsável por medir a distância entre a sonda e a superfície do asteroide com uma alta definição, com o intuito de, realizar um mapeamento da topográfico do 16 Psyche e direcionamento da navegação.</p>



<p><strong>Câmeras Multispectral: </strong>As câmeras também são essenciais para realizar capturas em alta definição da superfície do asteroide, e faz com que os cientistas possa analisar os diferentes tipos de rochas.</p>



<p><strong>Gravímetro: </strong>A medida que a sonda se move ao redor do Psyche o gravímetro é responsável por verificar as variações de gravidade do asteroide, entendendo melhor a sua distribuição de massa.</p>



<figure class="wp-block-image size-large is-style-default"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/11/psyche-laboratorio-1024x683.jpg" alt="Psyche" class="wp-image-93166" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/11/psyche-laboratorio-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/11/psyche-laboratorio-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/11/psyche-laboratorio-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/11/psyche-laboratorio-1536x1024.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/11/psyche-laboratorio-380x253.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/11/psyche-laboratorio-800x533.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/11/psyche-laboratorio-1160x773.jpg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/11/psyche-laboratorio.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Montagem dos painéis solares da sonda Psyche. Fonte: NASA, 2022.</em></figcaption></figure>



<h5 id="tratamento-dos-dados" class="wp-block-heading">Tratamento dos dados</h5>



<p>Além disso, a sonda irá testar uma nova tecnologia de comunicação a laser, que codifica dados em fótons em ondas de infravermelho ao invés de ondas de rádio. Esse tipo de comunicação permite que a sonda forneça mais dados em determinado período de tempo.</p>



<p>Na figura abaixo é possível ver a diferença entre os tipos de ondas, dessa maneira, o comprimento das ondas de rádios são maiores se comparadas as ondas de infravermelho.</p>


<div class="wp-block-image is-style-default">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" width="619" height="368" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/11/1-espectro-eletromagnetico-Brasil-Escola.webp" alt="" class="wp-image-93168" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/11/1-espectro-eletromagnetico-Brasil-Escola.webp 619w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/11/1-espectro-eletromagnetico-Brasil-Escola-300x178.webp 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/11/1-espectro-eletromagnetico-Brasil-Escola-380x226.webp 380w" sizes="(max-width: 619px) 100vw, 619px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Espectro Eletromagnético. Fonte: Brasil Escola.</em></figcaption></figure></div>


<p>Os cientistas e engenheiros da NASA examinam as informações coletadas pelos instrumentos científicos. Após um processamento inicial para calibração dos equipamentos, uma análise dos dados é feita de acordo com as características e padrões de cada área envolvida. Desse modo, modelos e teorias são aplicados para explicar os dados que foram estudados, além de comparações com outros corpos celestes.</p>



<p>Após essas análises e estudos, os resultados são publicados em revistas cientificas após revisão por pares (Revisão por pares é basicamente é uma validação feita por especialistas da mesma classe do autor da pesquisa, para elevar a qualidade do estudo, com comentários, sugestões e revisões.)</p>



<h5 id="cinturao-de-asteroides" class="wp-block-heading">Cinturão de Asteroides</h5>



<p>Há uma concentração de <strong>bilhões de asteroides</strong> de diversos tamanho com diâmetro desde alguns metros até centenas de metros. Esses asteroides assim como o 16 Psyche, possuem diferentes composições e orbitas, alguns podem guardar características da época da formação do sistema solar.</p>


<div class="wp-block-image is-style-default">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img decoding="async" width="1024" height="640" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/11/Sistema-Solar-Cinturao-de-Asteroides-Psyche-1-1-1024x640.jpg" alt="" class="wp-image-93165" style="aspect-ratio:1.6;width:800px;height:auto" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/11/Sistema-Solar-Cinturao-de-Asteroides-Psyche-1-1-1024x640.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/11/Sistema-Solar-Cinturao-de-Asteroides-Psyche-1-1-300x188.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/11/Sistema-Solar-Cinturao-de-Asteroides-Psyche-1-1-768x480.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/11/Sistema-Solar-Cinturao-de-Asteroides-Psyche-1-1-1536x960.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/11/Sistema-Solar-Cinturao-de-Asteroides-Psyche-1-1-2048x1280.jpg 2048w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/11/Sistema-Solar-Cinturao-de-Asteroides-Psyche-1-1-380x238.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/11/Sistema-Solar-Cinturao-de-Asteroides-Psyche-1-1-800x500.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/11/Sistema-Solar-Cinturao-de-Asteroides-Psyche-1-1-1160x725.jpg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/11/Sistema-Solar-Cinturao-de-Asteroides-Psyche-1-1.jpg 2560w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Representação do Sistema Solar, com o Cinturão de Asteroides entre as Órbitas de Marte e Júpiter. Fonte: Pinterest. </em></figcaption></figure></div>


<p>Essa enorme quantidade de asteroides são representam um risco para a Terra, ao mesmo se sofrerem alguma influencia de algum outro objeto celeste para fazer com que sua orbita venha em direção ao Terra. No entanto, um pouco mais próximo a nós temos a missão<strong> <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/chandrayaan-3-a-busca-por-recursos-na-lua/">Chandrayaan da Índia</a></strong>, na busca por recursos na Lua.</p>



<p>Devido a esses asteroides orbitarem o Sol dentro do cinturão, eles não cruzam a órbita da Terra. Caso algum um desses asteroides ou qualquer outro objeto vir em direção a Terra é feito um monitoramento e classificação com relação ao seu risco de impacto com o Planeta.</p>



<p>Os <strong>NEOS</strong> ou <strong>Near-Earth Objects</strong> (Objetos Próximos à Terra) são asteroides e cometas que tem sua orbita próxima a da Terra. Dessa maneira, algumas agências espaciais possuem programas espaciais dedicados a rastrear esses objetos e desenvolver planos para eventuais missões para eliminar esses riscos.</p>



<p>Em resumo, essas missões nos permitem entender melhor a formação do nosso sistema solar, principalmente do Planeta Terra. Nesse sentido, nos permite desenvolver novas tecnologias, novos métodos e novas maneiras de entender melhor o nosso passado e projetar o futuro!<br></p>



<p class="has-text-align-center"><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-secondary-color"><em>Fontes: NASA, Psyche (ASU).</em></mark></p>
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		<title>Chandrayaan-3: A busca por recursos na Lua!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Kelvyn Davis]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Oct 2023 10:46:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A missão Chandrayaan-3 estuda a possibilidade da água congelada da Lua ter vindo a bilhões de anos, por&#8230;</p>
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<p>A missão Chandrayaan-3 estuda a possibilidade da<strong> água congelada</strong> da Lua ter vindo <strong>a bilhões de anos</strong>, por meio de impactos de diversos cometas que poderiam ter gelo e é provável que tenham ficado nas crateras do polo sul da Lua até hoje.</p>



<p>A Lua é um satélite natural da Terra, sendo que a parte visível em relação a nós é sempre a mesma, por esse motivo o lado chamando <strong>Lado Oculto da Lua</strong> é uma região que não recebe luz solar e está permanentemente na sombra.</p>



<h5 id="por-que-a-lua-de-novo" class="wp-block-heading"><strong>Por que a Lua de novo?</strong></h5>



<p>A Lua é sempre vista como um local de exploração espacial devido a diversos fatores, como os potenciais recursos em solo lunar. Nesse sentido, muitos estudos e pesquisas ocorrem a décadas por sondas, rovers, entre outros instrumentos para essas missões espaciais.</p>



<p>A colonização de Marte que é um momento esperados por muitos, porém por diversos fatores pode demorar um pouco devido a condições e tecnologias que envolvem a ida até o Planeta Vermelho.</p>



<figure class="wp-block-image size-large is-style-default"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/09/moon-vehicle-1-1024x1024.webp" alt="Chandrayaan" class="wp-image-91783" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/09/moon-vehicle-1-1024x1024.webp 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/09/moon-vehicle-1-300x300.webp 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/09/moon-vehicle-1-150x150.webp 150w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/09/moon-vehicle-1-768x768.webp 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/09/moon-vehicle-1-80x80.webp 80w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/09/moon-vehicle-1-110x110.webp 110w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/09/moon-vehicle-1-380x380.webp 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/09/moon-vehicle-1-800x800.webp 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/09/moon-vehicle-1-1160x1160.webp 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/09/moon-vehicle-1-96x96.webp 96w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/09/moon-vehicle-1-jpg.webp 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Fonte: Pixabay, 2023.</em></figcaption></figure>



<p>Um passo importante nessa jornada de exploração de outro planeta é a exploração da Lua, o nosso satélite natural contém <strong>diversos tipos de metais como alumínio e titânio,</strong> assim como diversos minerais. O<strong> hélio-3</strong> também encontrado na Lua, pode ser um ponto fundamental no desenvolvimento da <strong>fusão nuclear</strong> tornando-a mais viável.</p>



<p>Além disso, com a confirmação de gelo na Lua, pode ser um dos recursos mais importantes a serem explorados na Lua e potencializar futuras explorações. Uma missão que está em andamento para voltar a Lua com a missão <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/missao-artemis-tecnologia-e-inovacao-para-voltarmos-a-lua/">Artemis</a>, que planeja colocar pessoas novamente em 2026 em solo lunar.</p>



<h5 id="chandrayaan-1" class="wp-block-heading"><strong>Chandrayaan-1</strong></h5>



<p>A Índia se tornou o quarto pais a pousar na Lua, sendo os 3 primeiros os EUA, União Soviética e China. Ainda na Guerra fria, Rússia ainda como União Soviética e os Estados Unidos pousaram em 1966. A China teve seu triunfo em 2013, e agora 10 anos depois a Índia entra para esse seleto grupo.</p>



<p>A primeira missão em solo lunar da Índia <strong>Chandrayaan-1</strong> em 2008 pela <strong><a href="https://www.isro.gov.in/">ISRO</a></strong> (Organização Indiana de Pesquisa Espacial). Essa missão teve o objetivo de mapear a superfície lunar, porém fez uma descoberta importante detectando água na forma de gelo em um dos polos da Lua.</p>



<p>A sonda foi equipada com diversos instrumentos científicos, como espectrômetros, câmeras, entre outros equipamentos para os estudos dessa missão na Lua. Logo após um ano da chegada na Lua, em 2009, devido a um problema de comunicação com a sonda, a missão se encerrou antes do tempo.</p>



<h5 id="chandrayaan-2" class="wp-block-heading"><strong>Chandrayaan-2</strong></h5>



<p>A segunda missão ocorreu em 2019, chamada de Chandrayaan-2 composta por um orbitador, um módulo de pouso e um rover. Além da continuidade no estudo na missão anterior a <strong>Chandrayaan-2</strong> tinha como objetivo estudar a <strong>geologia, composição mineral, geofísica e exosfera</strong> da Lua.</p>


<div class="wp-block-image is-style-default">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="439" height="417" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/10/0421.webp" alt="Chandrayaan-2" class="wp-image-92158" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/10/0421.webp 439w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/10/0421-300x285.webp 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/10/0421-380x361.webp 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/10/0421-150x142.webp 150w" sizes="(max-width: 439px) 100vw, 439px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Fonte: ISRO, 2019.</em></figcaption></figure></div>


<p>A missão utilizou um rover chamado Pragyan para realizar essas pesquisas na Lua por meio do módulo Vikram para pousar na superfície lunar. No entanto, devido a um problema no módulo de pouso para chegar ao solo lunar houve uma perda na comunicação e consequentemente na perda do rover Pragyan.</p>



<p>Por outro lado, mesmo com a baixas nas outras duas partes da missão, o orbitador Chandrayaan-2 prosseguiu na suas pesquisas e observações no solo lunar e na exosfera lunar, devido a seus equipamentos científicos a bordo.</p>



<h5 id="chandrayaan-3" class="wp-block-heading"><strong>Chandrayaan-3</strong></h5>



<p>No dia 14 de julho de 2023 aconteceu o pouso do <strong>lander Vikram</strong> na Lua, a bordo dele estava o<strong> rover Pragyan</strong>, ambos com o mesmo nome da missão anterior. O rover e o lander operaram por 14 dias realizando experimentos científicos.</p>



<p>No dia 03 de setembro o rover e o lander ficou em modo de hibernação ou sleep mode. A partir do dia 22 de setembro de 2023 suas baterias estariam recarregadas por meio de suas placas solares e retornariam as pesquisas. No entanto, até o momento da escrita do artigo as tentativas de comunicação com o transmissor do lander não tiveram sucesso.</p>



<p>Esse procedimento foi aconteceu para proteger os sistemas de ambos, devido a área escolhida para pouso da missão. O ambiente se torna ainda mais desafiador devido as baixíssimas temperaturas que variam de <strong>-200Cº a -250Cº.</strong></p>


<div class="wp-block-image is-style-default">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/09/chandrayaan-3-fonte-facebook-isro-jpg.webp" alt="Chandrayaan-3" class="wp-image-91859" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/09/chandrayaan-3-fonte-facebook-isro-jpg.webp 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/09/chandrayaan-3-fonte-facebook-isro-300x300.webp 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/09/chandrayaan-3-fonte-facebook-isro-150x150.webp 150w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/09/chandrayaan-3-fonte-facebook-isro-768x768.webp 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/09/chandrayaan-3-fonte-facebook-isro-80x80.webp 80w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/09/chandrayaan-3-fonte-facebook-isro-110x110.webp 110w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/09/chandrayaan-3-fonte-facebook-isro-380x380.webp 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/09/chandrayaan-3-fonte-facebook-isro-800x800.webp 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/09/chandrayaan-3-fonte-facebook-isro-96x96.webp 96w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Fonte: ISRO, 2023.</em></figcaption></figure></div>


<p>Um dos primeiros experimentos feito pelo <strong>rover Pragyan</strong> foi a medição da temperatura da superfície da Lua. Desse modo, em apenas alguns centímetros de profundidade foi possível ver uma grande variação no solo lunar. A superfície o rover registrou cerca de <strong>60°C</strong> e a cerca 10cm de profundidade <strong>registrou -10°C.</strong></p>



<h5 id="a-conta-fecha" class="wp-block-heading">A conta fecha?</h5>



<p>A estimativa de custo total da missão Chandrayaan-3 foi de <strong>US$ 74,6 milhões,</strong> cerca de <strong>368,2 milhões de reais.</strong> Ainda assim, a Índia teve uma rápida ascensão no seu programa espacial de baixo custo em relação a outras organizações. Além disso, o sucesso da Índia nas missões se dão devido a sua alta quantidade de engenheiros qualificados que tornou essas explorações espaciais possíveis.</p>



<p>De fato essa missões espaciais realizadas a décadas sempre nos apresentam novas descobertas, algumas delas voltadas para exploração espacial, outras com o objetivo de voos comerciais como caso da<strong> <a href="https://blogdaengenharia.com/noticias/virgin-galactic-uma-nova-era-nos-voos-comerciais/">Virgin Galactic</a></strong>. Essas missões nos permitem buscar por novos conhecimentos, desenvolvimento de tecnologias e podem estar presente no nosso dia a dia.</p>



<p class="has-text-align-center"><em>Fontes: ISRO e SpaceToday.</em></p>
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		<item>
		<title>Virgin Galactic: uma nova era nos voos comerciais!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Kelvyn Davis]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Jul 2023 11:42:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A viagem até o espaço para pessoas comuns, como eu e você poderia parecer impossível até alguns anos&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A viagem até o espaço para pessoas comuns, como eu e você poderia parecer impossível até alguns anos atrás, pois somente astronautas estavam aptos para realizar tal façanha. As missões espaciais acontecem por meio de agências espaciais como a NASA, porém a empresa Virgin Galactic começou a possibilitar essa experiência em voos comerciais.</p>



<p>Ao atender todos os requisitos de saúde e condicionamento físico, o único obstáculo para alguns agora é o financeiro, atualmente o valor desse voo comercial está cotado a <strong>US$450.000</strong> (quatrocentos e cinquenta mil dólares), com a cotação do dólar na faixa de R$4,80 (Cotação na data da escrita do Artigo) essa experiência sairia por cerca de <strong>R$ 2.160.000,00</strong> (dois milhões e cento e sessenta mil reais).</p>



<h5 id="mais-que-um-aviao" class="wp-block-heading">Mais que um avião!</h5>



<p>O primeiro voo comercial chamado de <strong>“Galactic 01”</strong> da empresa Virgin Galactic aconteceu em 27 de junho de 2023, na base comercial Spaceport America, no Novo México levando abordo 4 tripulantes, sendo eles da força aérea e do conselho nacional de pesquisa da Itália. O segundo voo <strong>“Galactic 02”</strong> está programado para agosto de 2023 e a partir daí estão planejados voos mensais.</p>



<p>A espaçonave utiliza na missão é chamada de <strong>SpaceShipTwo</strong> ou <strong>VSS Unity</strong> que pode levar até 6 passageiros e 2 pilotos ao espaço, porém a primeira parte da missão a SpaceShipTwo é levada até uma altitude de 15 quilômetros por um avião transportador chamado de <strong>WhiteKnightTwo</strong> ou <strong>VSS Eve</strong> e após isso aciona seu motor para completar o seu voo suborbital.</p>


<div class="wp-block-image is-style-default">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/07/VSS-Unity-853x1024.jpg" alt="Virgin" class="wp-image-90494" width="693" height="832" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/07/VSS-Unity-853x1024.jpg 853w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/07/VSS-Unity-250x300.jpg 250w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/07/VSS-Unity-768x922.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/07/VSS-Unity-380x456.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/07/VSS-Unity-800x960.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/07/VSS-Unity.jpg 900w" sizes="(max-width: 693px) 100vw, 693px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>VSS Unity e VSS Eve em voo. Fonte: Pinterest.</em></figcaption></figure></div>


<p>A um limite reconhecido internacionalmente do espaço que é a cerda de <strong>100 quilômetros</strong> ou <strong>62 milhas</strong>, chamada de <strong>Linha de Kármán</strong>. A essa altitude os passageiros a bordo poderão sentir os efeitos da microgravidade por alguns minutos, além da curvatura da terra e apreciarem o espaço.</p>



<h5 id="briga-de-bilionarios" class="wp-block-heading">Briga de Bilionários?</h5>



<p>O primeiro voo aconteceu em 11 de julho de 2021, com o próprio <strong>Richard Branson</strong> com um dos passageiros a bordo da missão. Além dessa missão, outras empresas estão na competição do turismo espacial como a <strong>Blue Origin</strong> fundada por <strong>Jeff Bezos</strong>. A vontade de Richard Branson estar a bordo do voo partiu após um de seus concorrentes Jeff Bezos indicar que voaria em seu foguete.</p>



<p>Outra empresa bem conhecida por missões espaciais que também está nessa disputa é a <strong>SpaceX</strong> do <strong>Elon Musk</strong>, que também possui outras frentes de tecnologia com a <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/internet-via-satelite-starlink-uma-solucao-ou-um-novo-problema/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">internet via satélite</a> da Starlink. </p>



<p>Fundada em 2004 pelo empresário britânico Richard Branson, a Virgin Galactic possuia sede na cidade de Las Cruzes, no estado do Novo México, EUA. Em 2020 a empresa mudou suas operações para o Spaceport America.</p>


<div class="wp-block-image is-style-default">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="960" height="640" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/07/Is-Virgin-Galactic.png" alt="Galactic" class="wp-image-90493" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/07/Is-Virgin-Galactic.png 960w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/07/Is-Virgin-Galactic-300x200.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/07/Is-Virgin-Galactic-768x512.png 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/07/Is-Virgin-Galactic-380x253.png 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/07/Is-Virgin-Galactic-800x533.png 800w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Richard Branson, fundador da Virgin Galactic. Fonte: Pinterest.</em></figcaption></figure></div>


<p>Além dos voos comerciais, as missões do Virgin Galactic permitem a realização de experimentos de pesquisas no espaço, coletando dados para diversos testes científicos. Dessa forma, em missões cientificas a quantidade de passageiros será menor, devido ao espaço utilizados para os equipamentos científicos.</p>



<h5 id="desafios-e-complexidades" class="wp-block-heading">Desafios e Complexidades</h5>



<p>Desde o lançamento, a chegada ao espaço e o retorno a terra são os momentos capitais da missão, porém para isso uma série desafios complexos são resolvidos e solucionados visando a segurança. Treinamentos, regulações e licenciamentos são essenciais para esses lançamentos.</p>



<p>A segurança com certeza é um dos principais tópicos quando falamos de missões espaciais, tanto dos passageiros como da tripulação. Uma extensiva e detalhada avaliação de riscos, testes e protocolos é realizada para cada possível anormalidade durante o voo.</p>



<p>Os sistemas e as tecnologias utilizadas nessas missões também são de externa importância, uma vez que a comunicação segura e confiável durante toda a missão. Assim como sistemas de controle e voo precisos devido as condições enfrentadas no espaço.</p>



<p>Essas espaçonaves também precisam possuir uma construção aerodinâmica bem robusta para garantir a reentrada na atmosfera terrestre. Nessas condições a espaçonave deve suportar grande pressão aerodinâmica e altas temperaturas.</p>



<p>A tripulação passa por diversos treinamentos a fim de simular as situações que serão encontradas no espaço, além de procedimentos em casos de emergência. A questão saúde dos passageiros é importante, pois no voo o corpo passa por uma alta força G e depois pela microgravidade já no espaço.</p>



<p>E por fim, essas missões também precisam seguir uma serie de regulações e licenciamentos rigorosos para realizar essa voos espaciais. Essas autorizações e licenças podem ser um processo demorado e complexo de uma ou mais agências governamentais.</p>



<h5 id="oportunidade-para-poucos" class="wp-block-heading">Oportunidade para poucos?</h5>



<p>Assim como os voos nacionais e internacionais feitos hoje por milhares de pessoas ao redor do mundo, em seu início, no século passado eram restritos a uma pequena parcela da sociedade que tinham um poder aquisitivo muito elevado.</p>



<p>Esses <a href="https://www.virgingalactic.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">voos comerciais</a> como da Virgin Galactic ao espaço estão apenas começando e com isso possuem um alto valor. Dessa forma, com o passar o tempo e com mais empresas atuando nesse segmento com certeza esses valores caíram e ficaram mais acessíveis.</p>



<p><strong>Me conta aí, você já imaginou abrir o site de busca de passagens de aéreas e aparecer o “espaço” como destino?</strong></p>



<p class="has-text-align-center"><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-secondary-color"><em>Fontes: Virgin Galactic e SpaceToday.</em></mark></p>
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		<title>Internet Starlink: Uma solução ou um novo problema?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Kelvyn Davis]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Jun 2023 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque-topo]]></category>
		<category><![CDATA[blog da engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Blog de Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Elon Musk]]></category>
		<category><![CDATA[Kelvyn Davis]]></category>
		<category><![CDATA[Satélite]]></category>
		<category><![CDATA[SpaceX]]></category>
		<category><![CDATA[StarLink]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A conexão via internet se faz necessário atualmente para quase tudo que envolve tecnologia, seja no celular, no&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A conexão via internet se faz necessário atualmente para quase tudo que envolve tecnologia, seja no celular, no computador, no tablet, na televisão, entre outros dispositivos e acessórios, estamos conectados à rede. De tal forma que, utilizamos para trabalhar, para estudar, realizar pesquisas, se divertir, postar fotos e vídeos, escrever artigos, sempre estamos conectados de internet.</p>



<p>No Brasil são utilizados diversos tipos de internet, as conexões mais conhecidas são: via cabo, ADSL, via rádio, via satélite e fibra ótica. Cada uma com suas vantagens e desvantagens de velocidade, da qualidade de sinal, do preço, dos equipamentos, entre outras caraterísticas.</p>



<p>Nesse artigo vamos entender melhor sobre a internet via satélite da Starlink, que pode ajudar a resolver vários problemas de acesso à internet, porém pode trazer novas discussões devido aos seus impactos. <strong>Então conecte-se no seu 3G e vem comigo!!!</strong></p>



<h3 id="o-que-ha-de-diferente-nesses-satelites" class="wp-block-heading">O que há de diferente nesses satélites?</h3>



<p>A grande maioria dos serviços de internet via satélite utilizados no mundo ficam na órbita geoestacionária do planeta com <strong>altitude de mais de 35.000km</strong>, causando uma alta latência. Por outro lado, os satélites na Órbita Baixa da Terra possuem uma conexão de internet de alta velocidade e baixa latência (Latência é o tempo que a informação leva para chegar ao seu destino na rede).</p>



<p>Os satélites da Starlink ficaram na faixa de órbita baixa da terra, uma de suas características é que ele utiliza apenas uma matriz solar para alimentação dos seus sistemas, reduzindo possíveis falhas. Podemos ver uma representação do Starlink no vídeo abaixo.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="SpaceX Starlink satellites deploying their solar arrays" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/sMDUd-ZIjj8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe>
</div><figcaption><em>Representação da abertura do Satélite da Starlink.</em></figcaption></figure>



<p>Devido às limitações de tamanho e custo, os satélites chegam ao espaço dobrados dentro da coifa, local localizado no topo do foguete onde fica a carga útil. Após atingir uma determinada altitude eles vão sendo liberados e começam a abrir para ficar na sua forma final.</p>



<p>Com o intuito de evitar colisões com outros satélites e detritos espaciais, os satélites da Starlink possuem um sistema autônomo para desviar deles. Os satélites possuem um sistema de propulsão de ion, que permite realizar manobras durante sua vida útil.</p>



<p>A SpaceX <strong>planeja lançar 12.000</strong> satélites nos próximos anos para atender o planeta como um todo, porém já solicitou <strong>o lançamento de 40.000 satélites</strong>. Por serem compactos, há uma maior facilidade de lançar dezenas de satélites ao mesmo tempo ao espaço.</p>



<h3 id="valores-e-disponibilidade" class="wp-block-heading">Valores e disponibilidade</h3>



<p>O <a aria-label="undefined (opens in a new tab)" href="https://www.starlink.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">custo do equipamento</a> da Starlink hoje <strong>no Brasil é por volta de R$ 2.000,00</strong> sem contar os <strong>impostos e o frete</strong>, mais uma <strong>mensalidade de R$230,00</strong> para utilização do sistema. No site da Starlink é possível verificar a disponibilidade do serviço na sua cidade ou região de utilização.</p>



<p>Uma novidade é que <strong>até o dia 9 de junho no Brasil</strong>, o serviço da Starlink está com uma promoção de 50% de desconto nos equipamentos e 20% no preço da mensalidade, desse modo o valor fica em R$ 1.000,00 para os equipamentos e R$184,00 para a mensalidade.</p>



<p>Uma opção para que vive na estrada, é a utilização do Starlink Mobility que é instalado no teto veículos que permite ter uma conexão à internet, mesmo estando em movimento. Seu custo é um pouco mais elevado, onde o equipamento é RS2.500,00 + R$ 250,00 de mensalidade + impostos e frete.</p>



<p>Para conectar nesse sistema de internet aqui na terra é utilizado um kit da Starlink, composto por uma antena, roteador, cabos e uma base. Para a sua instalação é necessário um local sem obstruções para o céu. Por fim, o aplicativo da Starlink permite buscar um melhor local para a instalação do sistema.</p>



<h3 id="uma-solucao" class="wp-block-heading">Uma solução?</h3>



<p>A <strong>facilidade de conexão</strong> permite utilizar esse sistema em diversos locais, <strong>como áreas remotas</strong> ou<strong> áreas que tiveram algum desastre natural</strong>, <strong>como terremotos, furacões, enchentes.</strong> Uma vez que esses locais tenham esse sistema, o fácil acesso a rede permite a comunicação de equipes de resgate, suporte e orientação para atender as necessidades nessas situações.</p>



<p>Grande parte das infraestruturas de internet são feitas por cabos e antenas, e em situações de desastres naturais elas são danificadas ou destruídas, podendo levar dias, semanas ou meses para serem reestabelecidas.</p>



<p>O lançamento dos satélites do Starlink são feitos pelo foguete da SpaceX no foguete Falcon 9, podendo levar dezenas de satélites por lançamento. Atualmente existem <strong>mais de 4.000 satélites da Starlink</strong> em funcionamento, algumas centenas não funcionam mais e outras utilizando o sistema de reentrada queimaram na atmosfera.</p>



<figure class="wp-block-embed aligncenter is-type-rich is-provider-pinterest wp-block-embed-pinterest"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="SpaceX Starship: stunning image shows how it may deploy 240 Starlink craft" src="https://assets.pinterest.com/ext/embed.html?id=1087126797527449043&#038;src=oembed" height="856" width="450" frameborder="0" scrolling="no" ></iframe>
</div><figcaption><em>Montagem do Foguete Falcon 9 com os Satélites Starlink. Fonte: Pinterest</em>.</figcaption></figure>



<h3 id="um-novo-problema" class="wp-block-heading">Um novo problema?</h3>



<p>Se por um lado, temos uma solução para a conexão em qualquer local do planeta, <strong>alguns problemas surgem com o uso dessa tecnologia. </strong>Em primeiro lugar é a quantidade de detritos espaciais gerados por missões espaciais de diversas empresas. Outra questão, é que devido a essa quantidade de satélites as observações começam a ter dificuldades, uma vez que esses satélites causam interferências.</p>



<figure class="wp-block-image size-large is-style-default"><img decoding="async" src="https://t.ctcdn.com.br/QsJkJH6KV7AgKDNcaxVgm-Maia8=/660x0/smart/i365766.jpeg" alt="starlink"/><figcaption><em>Fonte: Cliff Johnson/Clara Martínez-Vázquez/DELVE Survey</em></figcaption></figure>



<p>Podemos notar as trilhas que são formadas nas observações, devido a luz refletida pelos satélites. Além disso, outras observações vem sendo atrapalhadas, não somente de telescópios aqui na Terra, bem como o <a href="https://blogdaengenharia.com/diversos/curiosidades/james-webb-o-telescopio-que-olha-o-passado-e-direciona-o-futuro/" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener">Telescópio James Web</a> que está a 1,5 milhão de quilômetros de distância.</p>



<p>Uma alternativa que está sendo utilizadas nos novos satélites da Starlink é o revestimento com uma tinta escurecida, para tentar diminuir os impactos dessa luz refletida nas observações astronômicas.</p>



<p>É possível avistar os satélites da Starlink em direção a órbita baixa da Terra, inclusive aqui do Brasil. Dessa maneira, se algum dia você estiver observando o céu e notar esses pontos em sequência você já sabe o que são eles.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="STARLINK satellites train seen from earth - SpaceX Elon Musk" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/pgysWWwESfU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe>
</div><figcaption><em>Satélites Starlink sendo lançados ao espaço.</em></figcaption></figure>



<p>Essas tecnologias surgem para facilitar e melhorar nossas vidas como a internet da Starlink, porém coloca em pauta problemas com o uso dessas tecnologias. Dessa forma, forçam a sociedade a tomar decisões para contornar essas dificuldades e seguir por novas soluções.</p>



<p class="has-text-align-center"><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-secondary-color"><em>Fontes: SpaceX e Starlink.</em></mark></p>
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		<title>Fórmula 1: Um mundo de TECNOLOGIA e ESTRATÉGIAS!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Kelvyn Davis]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 May 2023 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque-topo]]></category>
		<category><![CDATA[blog da engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Blog de Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Corrida de Carros]]></category>
		<category><![CDATA[Drive to Survive]]></category>
		<category><![CDATA[FIA]]></category>
		<category><![CDATA[Fómula 1]]></category>
		<category><![CDATA[Kelvyn Davis]]></category>
		<category><![CDATA[Temporada 2023 Fórmula 1]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O esporte que gira em torno de cifra bilionárias, que leva milhares de pessoas aos eventos, visibilidade de&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O esporte que gira em torno de cifra bilionárias, que leva milhares de pessoas aos eventos, visibilidade de marcas, com <strong>carros que ultrapassam 300 km/h</strong> e que já consagrou diversos nomes brasileiros como Aryton Senna, Nelson Piquet, Emerson Fittipaldi, Rubens Barrichello, está de volta! </p>



<h2 id="a-temporada-de-2023-da-formula-1-comecou-vem-comigo-nesse-artigo-entender-mais-sobre-esse-esporte" class="cnvs-block-section-heading cnvs-block-section-heading-1681859887788 is-style-cnvs-block-section-heading-11 halignleft" >
	<span class="cnvs-section-title">
		<span>A temporada de 2023 da Fórmula 1 começou, vem comigo nesse artigo entender mais sobre esse esporte!</span>
	</span>
</h2>



<p>O campeonato de Fórmula 1 é regulamentado pela <a href="https://www.formula1.com/en.html" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener">FIA</a> (Federação Internacional de Automobilismo) sendo considerada a categoria mais alta na competição de carros de corrida monopostos, onde os veículos possuem apenas um piloto.</p>



<p>Além disso, a FIA organiza outras importantes categorias de corrida monopostos como a Fórmula E, movidos exclusivamente a energia elétrica. Outras duas categorias que são muitos importantes são a Fórmula 2 e Fórmula 3, que servem como vitrine para a própria Fórmula 1.</p>



<h3 id="como-funciona-a-formula-1" class="wp-block-heading">Como funciona a Fórmula 1?</h3>



<p><strong><em>O Campeonato de 2023 de Fórmula 1 será dividido em 23 Circuitos, acontecendo em quase todos os continentes, sendo eles:</em></strong></p>



<figure class="wp-block-table is-style-stripes"><table><tbody><tr><td class="has-text-align-left" data-align="left"><em>1 &#8211; Grande Prêmio do Bahrein &#8211; 5 de março </em></td></tr><tr><td class="has-text-align-left" data-align="left">2 &#8211; <em>Grande Prêmio da Arábia Saudita &#8211; 19 de março</em></td></tr><tr><td class="has-text-align-left" data-align="left">3 &#8211; Grande Prêmio da Austrália &#8211; 2 de abril – 02h</td></tr><tr><td class="has-text-align-left" data-align="left">4 &#8211; Grande Prêmio do Azerbaijão &#8211; 30 de abril – 08h</td></tr><tr><td class="has-text-align-left" data-align="left">5 &#8211; Grande Prêmio de Miami &#8211; 7 de maio – 16h30h</td></tr><tr><td class="has-text-align-left" data-align="left">6 &#8211; Grande Prêmio da Emília-Romanha- 21 de maio – 10h</td></tr><tr><td class="has-text-align-left" data-align="left">7 &#8211; Grande Prêmio de Mônaco &#8211; 28 de maio – 10h</td></tr><tr><td class="has-text-align-left" data-align="left">8 &#8211; Grande Prêmio da Espanha &#8211; 4 de junho– 10h</td></tr><tr><td class="has-text-align-left" data-align="left">9 &#8211; Grande Prêmio do Canadá &#8211; 18 de junho – 15h</td></tr><tr><td class="has-text-align-left" data-align="left">10 &#8211; Grande Prêmio da Áustria &#8211; 2 de julho – 10h</td></tr><tr><td class="has-text-align-left" data-align="left">11 &#8211; Grande Prêmio da Grã-Bretanha &#8211; 9 de julho – 11h</td></tr><tr><td class="has-text-align-left" data-align="left">12 &#8211; Grande Prêmio da Hungria &#8211; 23 de julho – 10h</td></tr><tr><td class="has-text-align-left" data-align="left">13 &#8211; Grande Prêmio da Bélgica &#8211; 30 de julho – 10h</td></tr><tr><td class="has-text-align-left" data-align="left">14 &#8211; Grande Prêmio dos Países Baixos &#8211; 27 de agosto – 10h</td></tr><tr><td class="has-text-align-left" data-align="left">15 &#8211; Grande Prêmio da Itália &#8211; 3 de setembro – 10h</td></tr><tr><td class="has-text-align-left" data-align="left">16 &#8211; Grande Prêmio de Singapura -17 de setembro – 09h</td></tr><tr><td class="has-text-align-left" data-align="left">17 &#8211; Grande Prêmio do Japão &#8211; 24 de setembro – 02h</td></tr><tr><td class="has-text-align-left" data-align="left">18 &#8211; Grande Prêmio do Catar &#8211; 8 de outubro – 11h</td></tr><tr><td class="has-text-align-left" data-align="left">19 &#8211; Grande Prêmio dos Estados Unidos &#8211; 22 de outubro – 16h</td></tr><tr><td class="has-text-align-left" data-align="left">20 &#8211; Grande Prêmio da Cidade do México &#8211; 29 de outubro – 16h</td></tr><tr><td class="has-text-align-left" data-align="left"><strong>21 &#8211; Grande Prêmio de São Paulo &#8211; 5 de novembro</strong> <strong>– 14h</strong></td></tr><tr><td class="has-text-align-left" data-align="left">22 &#8211; Grande Prêmio de Las Vegas &#8211; 18 de novembro – 03h</td></tr><tr><td class="has-text-align-left" data-align="left">22 &#8211; Grande Prêmio de Las Vegas &#8211; 18 de novembro – 03h</td></tr><tr><td class="has-text-align-left" data-align="left">23 &#8211; Grande Prêmio de Abu Dhabi &#8211; 26 de novembro – 10h</td></tr></tbody></table><figcaption class="wp-element-caption">Lista dos Grandes Prêmios em 2023 (Todos pelo horário de Brasília). Fonte: F1.</figcaption></figure>



<h3 id="caracteristicas-das-provas" class="wp-block-heading">Características das Provas</h3>



<p>Cada GP (Grande Prêmio) tem suas particularidades desde do tamanho da pista, alguns em circuitos de rua, provas feitas de noite, entre outras características. Dessa forma, o número de voltas de um Grande Prêmio é calculado de uma forma bem simples, a distância percorrida da largada até o final a prova deve ser de 305 km, com o limite de 2 horas de tempo de prova. Há uma exceção para o GP de Mônaco em que a distância mínima é de 260 km.</p>



<p>O <strong>GP Brasil em Interlagos</strong> tem uma a pista com total de 4,309 km por volta, dividindo pelos 305 km mencionados anteriormente teremos 70,78 voltas, arredondando para cima, o circuito tem 71 voltas no total, para as corridas de Fórmula 1.</p>



<figure class="wp-block-image size-large is-style-default"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="737" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/03/Interlag-1024x737.jpg" alt="Interlagos" class="wp-image-88405" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/03/Interlag-1024x737.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/03/Interlag-300x216.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/03/Interlag-768x553.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/03/Interlag-18x12.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/03/Interlag-380x274.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/03/Interlag-800x576.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/03/Interlag-1160x835.jpg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/03/Interlag.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Autódromo de Interlagos, 2021. Fonte: Pinterest.</figcaption></figure>



<p>O evento da Fórmula 1 é realizado em 3 dias, na sexta com 2 treinos livres, no sábado com 1 treino livre e classificação para a corrida, por fim a corrida ocorre no domingo. Os treinos livres são utilizados para as equipes ajustarem os carros para as necessidades da pista e clima durante a prova. Por outro lado, os treinos também servem para serem testados componentes novos nos carros, testes de largada, teste para estratégia de pneus, entre outros.</p>



<h3 id="corrida-rapida" class="wp-block-heading">Corrida Rápida</h3>



<p>Desde de 2021, a FIA acrescentou uma <strong>corrida</strong> <strong>Sprint</strong> em alguns Grandes Prêmios, a fim de ser uma corrida rápida, com 1/3 das voltas da corrida principal, por volta de 100 km no total. Dessa forma a classificação muda do sábado para sexta e a corrida Sprint ocorre no sábado. A classificação da corrida Sprint é utilizada para definir o grid de largada no domingo.</p>



<p>Os pilotos também recebem uma pontuação pela corrida Sprint, onde o 1° soma 8 pontos, o 2° recebe 7 pontos, de forma decrescente até o 8º, que soma 1 ponto.</p>



<p>Cada equipe pode correr com até dois carros por GP com seus dois pilotos, desse modo a equipe precisa seguir regras para na troca de componentes como o motor, caixa de câmbio e se excedido essa quota desses componentes o piloto leva punições no grid de largada.</p>



<h5 id="grid-de-2023" class="wp-block-heading">Grid de 2023</h5>



<p><strong><em>Para a temporada de 2023 o Grid será formado por 10 equipes e 20 pilotos:</em></strong></p>



<figure class="wp-block-table aligncenter is-style-stripes"><table><tbody><tr><td>Equipe: Alfa Romeo</td><td>Pilotos: Guanyu Zhou e Valtteri Bottas</td></tr><tr><td>Equipe: AlphaTauri</td><td>Pilotos: Yuki Tsunoda e Nyck de Vries</td></tr><tr><td>Equipe: Alpine</td><td>Pilotos: Pierre Gasly e Esteban Ocon</td></tr><tr><td>Equipe: Aston Martin&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</td><td>Pilotos: Fernando Alonso e Lance Stroll</td></tr><tr><td>Equipe: Ferrari&nbsp;&nbsp;</td><td>Pilotos: Charles Leclerc e Carlos Sainz</td></tr><tr><td>Equipe: Haas</td><td>Pilotos: Kevin Magnussen e Nico Hülkenberg</td></tr><tr><td>Equipe: McLaren</td><td>Pilotos: Lando Norris e Oscar Piastri</td></tr><tr><td>Equipe: Mercedes</td><td>Pilotos: Lewis Hamilton e George Russell</td></tr><tr><td>Equipe: Red Bull</td><td>Pilotos: Max Verstappen e Sergio Pérez</td></tr><tr><td>Equipe: Williams</td><td>Pilotos: Logan Sargeant e Alexander Albon</td></tr></tbody></table><figcaption class="wp-element-caption">Tabela de Equipes e Pilotos no Grid de 2023. Fonte: F1.</figcaption></figure>



<p>O atual bicampeão Max Verstappen tenta seu terceiro título esse ano, por outro lado o heptacampeão Lewis Hamilton busca seu oitavo título para se tornar o piloto com mais títulos na Fórmula 1. Bem como, o bicampeão Fernando Alonso, busca bons resultados na sua nova equipe Aston Martin. A maior categoria de automobilismo do mundo conta também com outros diversos pilotos mais experientes e pilotos novatos.</p>



<h5 id="pontuacao-na-f1" class="wp-block-heading">Pontuação na F1</h5>



<p><strong><em>A pontuação ao final da corrida é feita da seguinte forma, apenas para os 10 primeiros:</em></strong></p>



<figure class="wp-block-table aligncenter is-style-stripes"><table><tbody><tr><td>1º colocado: 25 pontos</td></tr><tr><td>2º colocado: 18 pontos</td></tr><tr><td>3º colocado: 15 pontos</td></tr><tr><td>4º colocado: 12 pontos</td></tr><tr><td>5º colocado: 10 pontos</td></tr><tr><td>6º colocado: 8 pontos</td></tr><tr><td>7º colocado: 6 pontos</td></tr><tr><td>&nbsp;8º colocado: 4 pontos</td></tr><tr><td>&nbsp;9º colocado: 2 pontos</td></tr><tr><td>10º colocado: 1 ponto</td></tr></tbody></table><figcaption class="wp-element-caption">Tabela de Pontuação Fórmula 1 em 2023. Fonte: F1.</figcaption></figure>



<p>Além disso, um ponto extra é dado para o piloto que fizer a volta mais rápida durante a corrida, porém é necessário que ele fique entre os 10 primeiros ao final da prova, caso não fique, o ponto não é validado.</p>



<p>Ao final das 23 provas, o piloto que somar mais pontos será o campeão mundial, e a soma da pontuação por equipe também é feita, dessa maneira a equipe que tiver a maior pontuação com seus 2 pilotos será campeã de construtores.</p>



<h5 id="bastidores-da-f1" class="wp-block-heading">Bastidores da F1</h5>



<p>Na Fórmula 1 não ocorre um “rebaixamento” para as piores equipes durante uma temporada, porém as que não conseguem ter bons resultados durante o ano ficam abaixo na classificação de construtores. Dessa maneira, recebem menos premiações e com isso possuem um orçamento menor para desenvolver o carro para a temporada seguinte.</p>



<p>Uma maneira que conhecer melhor a preparação dos pilotos e das equipes fora dos holofotes vistos durante o final de semana das corridas, é assistindo uma série/documentário criado em parceria da Netflix e a Fórmula 1. Em resumo, a série <em><strong>Formula 1: Drive to Survive</strong></em> (Fórmula 1: Dirigir para Viver) é dividida em 10 episódios, conta os bastidores do esporte antes, durante e depois uma prova, com acesso ao pilotos e chefes de equipes no seu dia a dia. </p>



<p>Vale ressaltar que a série é classificada como <strong>A12</strong>, <strong>não sendo indicada para menores de 12 anos</strong>, devido a linguagem imprópria e temas sensíveis.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="F1: Dirigir para Viver – Temporada 5 | Trailer oficial | Netflix" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/j1tiHvAPczQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe>
</div><figcaption class="wp-element-caption">Trailer série Drive to Survive. Fonte: Netflix.</figcaption></figure>



<h3 id="esporte-individual" class="wp-block-heading">Esporte Individual?</h3>



<p>A Fórmula 1 é um daqueles esporte conhecidos com <strong>“esporte individual mais coletivo que existe”</strong>, sem dúvidas a habilidade do piloto para guiar e tomar diversas decisões a 300km/h requer muita capacidade, porém o funcionamento do carro, troca de pneus, estratégias de corrida são feitas por dezenas pessoas das equipes nos bastidores, desde os mecânicos, passando pelos engenheiros, até os chefes de equipe.</p>



<p>As equipes precisam seguir regras orçamentárias e requisitos voltados para o desenvolvimento do carro de Fórmula 1, as equipes sempre estão buscando melhorar componentes, suspensão, design do carro para melhorar centésimos, eu alguns casos milésimos de segundo no tempo final, podem definir uma posição na corrida por exemplo.</p>



<p>Dessa maneira, cada equipe possui algumas diferenças em seus carros. As principais diferenças visuais nos carros são os bicos na parte dianteira, as laterais dos carros, o assoalho, a suspensão dianteira e traseira, além da a entrada de ar do motor que acima do cockpit do piloto.</p>



<h3 id="unidade-de-potencia" class="wp-block-heading">Unidade de Potência</h3>



<p>Desde de 2014 a Fórmula 1 utiliza <strong>motores 1.6 litro V6 turbo híbrido</strong>, que combina o motor de combustão interna e um sistema de recuperação de energia, como resultado reduz o consumo de combustível e a diminui das emissões de poluentes.</p>



<p>Além do motor de combustão, a Unidade de Potência (UP) dos carros de F1 possuem os sistemas MGU-K e MGU-H, Baterias, Central Eletrônica e um Turbo compressor. O sistema MGU-K converte a energia cinética gerada nas frenagens durante a corrida em energia elétrica. Por outro lado o MGU-H também converte energia, porém utiliza o calor do escapamento, ambos são armazenados na bateria.</p>



<p>A Bateria (Energy Store) é outro componente muito importante nesse sistema, ela é construída por células de íons de lítio, pesando por volta de 20kg. Essas baterias são parecidas com utilizadas em smartphones e laptops, porém com uma capacidade muito maior e mais potente, sem colocar em risco a segurança e o funcionamento do carro.</p>



<p>Por fim, o Turbo Compressor (Turbocharger) é o componente responsável por comprimir o ar que entra no motor de combustão, resultando no aumento de potência maximizando o consumo de combustível. Esse componente é alimentado pelo sistema MGU-H.</p>



<figure class="wp-block-image size-large is-style-default"><img decoding="async" src="https://s2.glbimg.com/gutNrWbH8o4yhVNq4zBdg5EQc1I=/0x0:800x450/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_bc8228b6673f488aa253bbcb03c80ec5/internal_photos/bs/2017/U/C/erGngWSyG6908CC3i9Sw/motor.jpg" alt="Unidade de Potência" /><figcaption class="wp-element-caption">Motor Renault da F1. Fonte: Renault, 2017.</figcaption></figure>



<p>Todos esses componentes são gerenciados pela Central Eletrônica, que monitora o desempenho do veículo e ajustando as melhores condições para uma maior eficiência na pista. Em resumo, todos esses componentes da UP trabalham em conjunto para entregar uma melhor potência para o carro de Fórmula 1.</p>



<h3 id="compostos-de-pneus" class="wp-block-heading">Compostos de Pneus</h3>



<p>A fórmula 1 utiliza atualmente 5 compostos de pneus lisos (slicks) e mais 2 compostos para chuva com ranhuras. Os pneus do tipo slick se diferenciam pelo composto da borracha, quanto mais macio melhor a performance, em contrapartida desgastam com mais facilidade. Por outro lado os pneus mais duros apresentam um menor desgaste, e por sua vez sua performance é menor.</p>



<p><strong><em>Os pneus são identificados da seguinte forma:</em></strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>C1 – Composto Duro (Pneu Laranja)</li>



<li>C2 – Composto Médio (Pneu Branco)</li>



<li>C3 &#8211; Composto Macio (Pneu Amarelo)</li>



<li>C4 &#8211; Composto Supermacio (Pneu Vermelho)</li>



<li>C5 – Composto Ultramacio (Pneu Roxo)</li>
</ul>


<div class="wp-block-image is-style-default">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="563" height="375" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/03/9ce63c54f366670ceba0b8d4e70c450e-pinterest.jpg" alt="" class="wp-image-88301" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/03/9ce63c54f366670ceba0b8d4e70c450e-pinterest.jpg 563w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/03/9ce63c54f366670ceba0b8d4e70c450e-pinterest-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/03/9ce63c54f366670ceba0b8d4e70c450e-pinterest-18x12.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/03/9ce63c54f366670ceba0b8d4e70c450e-pinterest-380x253.jpg 380w" sizes="(max-width: 563px) 100vw, 563px" /><figcaption class="wp-element-caption">Compostos Pneus F1. Fonte: Pinterest.</figcaption></figure></div>


<p>Os mais utilizados em condições de pista seca são os compostos <strong>C2, C3 e C4</strong>. Vale lembrar que em uma corrida, o piloto é obrigado utilizar ao menos 2 tipos de pneus durante a prova, desse modo se não utilizar ele será desclassificado da corrida. Em provas com chuva, as equipes têm 2 compostos de pneus para serem utilizados: o composto de pista molhada (Pneu Verde) e o composto de chuva intensa (Pneu Azul).</p>



<p>Vale lembrar que em situações em que as condições de pistas são estejam adequadas a corrida é interrompida com bandeira vermelha e retomada apenas quando há segurança. Em contrapartida, a corrida pode ser suspensa ou finalizada se mais de 75% da corrida tenha sido completada.</p>



<h3 id="brasileiros-na-f1" class="wp-block-heading"><strong>Brasileiros na F1?</strong></h3>



<p>Há mais de 5 anos a principal categoria de automobilismo não tem um piloto titular brasileiro, nesse período somente um piloto teve a oportunidade de correr 2 vezes em provas oficiais. Atualmente 2 pilotos brasileiros estão mais próximos de pilotar um carro de F1, pois estão como pilotos reservas em duas equipes.</p>



<p>Normalmente os pilotos que tem destaque em campeonatos de Fórmula organizados pela FIA, ganham espaço na Fórmula 1, apesar de não ganhar uma vaga diretamente. Esse foi o caso dos pilotos brasileiros Felipe Drugovich e Pietro Fittipaldi, que são pilotos reservas da equipe Aston Martin e da equipe Haas, respectivamente.</p>



<p>O Paranaense <strong>Felipe Drugovich</strong>, nascido da Cidade de Maringá, foi campeão da Fórmula 2 em 2022 pela equipe MP Motorsport. Em sua terceira temporada correndo na Fórmula 2 ele se tornou o primeiro brasileiro a ser campeão nessa categoria.</p>


<div class="wp-block-image is-style-default">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="682" height="828" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/03/felipe-d2.1.jpg" alt="" class="wp-image-88300" style="width:341px;height:414px" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/03/felipe-d2.1.jpg 682w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/03/felipe-d2.1-247x300.jpg 247w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/03/felipe-d2.1-10x12.jpg 10w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/03/felipe-d2.1-380x461.jpg 380w" sizes="(max-width: 682px) 100vw, 682px" /><figcaption class="wp-element-caption">Piloto Felipe Drugovich na F2. Fonte: Pinterest.</figcaption></figure></div>


<p>O piloto <strong>Pietro Fittipaldi</strong>, neto do bicampeão Emerson Fittipaldi, teve a oportunidade de correr no ano de 2020 em duas corridas oficiais da Fórmula 1. Mesmo como piloto reserva na F1, Pietro correu em algumas categorias como Formula Indy e Stock Car Brasil em paralelo.</p>



<p>Assim como o piloto<strong> Enzo Fittipaldi</strong>, irmão de Pietro, correndo na F2, e os pilotos <strong>Gabriel Bortoleto </strong>e <strong>Caio Collet</strong> pilotos da F3, podem futuramente aparecerem nas equipes de Fórmula 1.</p>



<p>Nesse mundo de tecnologias e inovações o Brasil não possui um protagonista na pista, nosso país <a aria-label="undefined (opens in a new tab)" href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-aeronautica/missoes-espaciais-no-brasil-base-de-alcantara/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">busc</a><a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-aeronautica/missoes-espaciais-no-brasil-base-de-alcantara/" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener">a</a><a aria-label="undefined (opens in a new tab)" href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-aeronautica/missoes-espaciais-no-brasil-base-de-alcantara/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> outras frentes de tecnologia</a>, porém sem dúvidas é um esporte que já levou dezenas que brasileiros ao ponto mais alto do pódio, dezenas de histórias e vidas mudadas devido a esse esporte, muito seletivo de fato, porém de muita emoção e muita velocidade!</p>



<p class="has-text-align-center"><mark class="has-inline-color has-secondary-color"><em>Fontes: FIA, F1 e Globo Esporte </em>.</mark></p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Missão Artemis: Tecnologia e Inovação para voltarmos a Lua!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Kelvyn Davis]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Feb 2023 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Curiosidades da Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque-topo]]></category>
		<category><![CDATA[EngeVeRse]]></category>
		<category><![CDATA[Artemis]]></category>
		<category><![CDATA[blog da engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Exploração Espacial]]></category>
		<category><![CDATA[homem na lua]]></category>
		<category><![CDATA[Kelvyn Davis]]></category>
		<category><![CDATA[lua]]></category>
		<category><![CDATA[NASA]]></category>
		<category><![CDATA[Orion]]></category>
		<category><![CDATA[site de engenharia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você já deve ter ouvido essa frase: “Um pequeno passo para um homem, um grande salto para a&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Você já deve ter ouvido essa frase: <strong>“Um pequeno passo para um homem, um grande salto para a humanidade”</strong> dita pelo astronauta Neil Armstrong, ao pisar na Lua em 1969. Poderemos vivenciar isso novamente, a missão Artemis terá o objetivo de levar o homem à Lua, utilizando novas tecnologias para explorar o solo lunar. </p>



<p>Essa nova missão permitirá ficar por mais tempo em solo lunar e com isso começar a planejar as próximas missões de exploração espacial. Vem comigo nesse artigo entender mais sobre essa missão!</p>



<h3 id="estacao-gateway" class="wp-block-heading">Estação Gateway</h3>



<p>A Nasa irá construir uma base chamada de Base Camp na superfície lunar, além de uma estação chamada de <strong>Gateway</strong> que ficará em órbita lunar. A estação Gateway terá uma função importante nessa e em futuras missões, recebendo astronautas e instrumentos, e enviando para a base na superfície lunar.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Gateway Buildup Animation" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/Pme6SrG_-ZA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p>Assim como ocorre na estação espacial internacional hoje, a Gateway será constituída com diversas parcerias comerciais e internacionais. Esses avanços são importantes para a exploração espacial, como ocorreu na missão <a href="https://blogdaengenharia.com/noticias/sonda-juno-missao-para-estudar-o-planeta-jupiter/" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener">Juno</a> com objetivo de entender melhor a formação do planeta Júpiter.</p>



<p>O <strong>HALO</strong> (Posto Avançado de Habitação e Logística)<em>, </em>será o módulo de alojamento onde os astronautas ficaram durante sua estadia na estação Gateway e onde iram realizar pesquisas. Dessa forma, o HALO funcionará como uma central de controle das principais atividades referentes a exploração da superfície lunar.</p>



<p>Para as pesquisas cientificas na Gateway, três instrumentos já foram selecionados e estão em desenvolvimento. O<strong> HERMES</strong> (Conjunto Experimental de Medição Ambiental e de Radiação Heliofísica) será utilizado para monitorar particular de baixa energia solar, assim como ventos solares.</p>



<p>A <strong>ERSA </strong>(Matriz Europeia de Sensores de Radiação) será responsável por analisar o clima espacial referente a radiação em níveis mais elevados. E por fim, o instrumento <strong>IDA </strong>(Matriz de Dosímetro Interno) com a função de estudar os efeitos de blindagem da radiação para ajudar a verificar os riscos das tripulações nas missões de exploração.</p>



<h3 id="capsula-orion" class="wp-block-heading">Cápsula Orion</h3>



<p>A <strong>Cápsula Orion</strong> será responsável por levar a tripulação e suprimentos para a exploração da Lua. A Orion terá a capacidade de levar até 4 astronautas, tendo autonomia para permanecer até algumas semanas sem nenhum tipo de abastecimento. Além disso, a cápsula também será responsável pela reentrada dos astronautas no planeta Terra após as missões.</p>



<p>Para essas missões da Artemis todas essas estruturas de equipamentos, suprimentos e a tripulação para exploração espacial serão enviadas até o espaço pelo <strong>foguete do SLS </strong>(Sistema de Lançamento Espacial), que em sua versão final será foguete mais potente utilizado em missões espaciais.</p>



<p>O primeiro lançamento da Orion foi realizado em 16 de novembro de 2022, abordo do foguete SLS e teve o objetivo de entrar na órbita da lua, retornando a Terra após alguns dias. Essa primeira parte da missão não levou tripulantes a bordo da nave, apenas manequins para realizar testes nos trajes referentes a radiação e além de outras centenas de sensores para analisar informações durante a missão.</p>



<p>Como foi dito a Cápsula Orion será responsável por levar os astronautas até a estação Gateway, para enviar os astronautas até a superfície lunar será utilizado um sistema de pouso que está em desenvolvimento.</p>



<p>A <a aria-label="undefined (opens in a new tab)" href="https://www.nasa.gov/artemis-1" target="_blank" rel="noreferrer noopener">primeira etapa</a> na missão da Artemis 1, durou 25 dias onde a Cápsula Orion fez um voo rasante na Lua chegando cerca de 130km da superfície lunar. Após esse período a Cápsula retornou a Terra no dia 11 de dezembro de 2022. O pouso ocorreu no Oceano Pacifico, na região da península da Baixa Califórnia, no México.</p>



<h3 id="proximos-passos" class="wp-block-heading">Próximos passos</h3>



<p>Inicialmente serão 3 fases do projeto Artemis, o Artemis 1 já lançado em 2022 foi realizado para testes principalmente na nave Orion, o Artemis 2 tem previsão para 2024 levando astronautas a orbita da Lua, porém sem pousar em solo Lunar. O grande momento esperado deve acontecer entre 2025 e 2026 na missão Artemis 3, com o homem pisando novamente na Lua.</p>



<p>O local de pouso na Lua também será uma novidade, essa missão pousará no Polo Sul lunar tendo grande possibilidade de ter água congelada. Entretanto, essa região da Lua apresenta ainda mais dificuldades para os astronautas, onde estarão expostos a variações de temperaturas e ao acesso a luz solar.</p>



<p>A missão Artemis poderá representar um marco, onde a NASA <strong>pretende enviar a primeira mulher e a primeira pessoa negra à Lua</strong>. Ainda que ao todo 12 pessoas já pisaram na Lua, porém todas elas eram homens e brancos.</p>



<figure class="wp-block-image size-large is-style-default"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/solo-lunar-1024x576.jpg" alt="Lua" class="wp-image-87307" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/solo-lunar-1024x576.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/solo-lunar-300x169.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/solo-lunar-768x432.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/solo-lunar-1536x864.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/solo-lunar-2048x1152.jpg 2048w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/solo-lunar-18x10.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/solo-lunar-380x214.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/solo-lunar-800x450.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/solo-lunar-1160x652.jpg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/solo-lunar-scaled.jpg 2560w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption><em>Fonte: NASA.</em></figcaption></figure>



<p>De fato, esse será um grande momento assim como foi em 1969 quando o homem pisou na Lua pela primeira vez, e que proporcionará vivenciar novamente esse marco alcançado a mais de 50 anos. Essas missões serão um avanço permitindo almejar atingir o próximo grande passo da humanidade, enviar o homem a Marte.</p>



<p class="has-text-align-center"><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-secondary-color"><em>Fonte: NASA</em></mark></p>
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		<title>Sonda Juno: missão para estudar o planeta Júpiter.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Kelvyn Davis]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Dec 2022 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Curiosidades da Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque-topo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O planeta Júpiter é o maior do nosso sistema solar que orbita o Sol, tendo assim uma grande&#8230;</p>
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<p>O planeta Júpiter é o maior do nosso sistema solar que orbita o Sol, tendo assim uma grande influencia no sistema solar. A sonda Juno vai ajudar a estudar como Júpiter se formou, se possui um núcleo solido e de que maneira ele gera seu campo magnético.</p>



<p class="has-red-color has-text-color"><strong>Confira neste artigo tudo sobre essa missão e além disso pode ouvir o som captado do planeta Júpiter, ficou curioso? Vem comigo!</strong></p>



<h3 id="gigante-gasoso" class="wp-block-heading"><strong>Gigante Gasoso</strong></h3>



<p>Acredita-se que por volta de 4 bilhões de anos, uma grande nuvem de gás e poeira chamada de nebulosa solar colapsou formando assim nosso sistema solar. A maior parte da Nebulosa solar composta de gás hidrogênio formou nosso Sol. O restante da poeira foi se condensando para formar a Terra, assim como os outros Planetas, cometas e asteroides. Não há certeza do que exatamente gerou esse colapso inicial.</p>



<p>Devido a semelhança de gases descobertos no Planeta Júpiter e no Sol, como gás hélio e hidrogênio, o planeta gasoso foi formado muito próximo a formação do Sol. Sendo que essa composição predominante de gases só seria possível quando houve o colapso da Nebulosa Solar, no inicio do nosso sistema solar. A principal estrela do sistema solar está sendo estudada pela sonda Paker Solar Probre, <a aria-label="undefined (opens in a new tab)" href="https://blogdaengenharia.com/diversos/curiosidades/parker-solar-probe-a-sonda-que-tocou-o-sol/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">confira aqui</a>.</p>



<p>Júpiter possui dezenas de luas conhecidas em sua órbita com diversas características, as 4 maiores luas de Júpiter são: Io, Europa, Ganímedes e Calisto. Essas luas são conhecidas como Luas de Galileu, pois foram descobertas por ele entre o final de 1609 e início de 1610.</p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/11/2w-qwac0mzi-1024x768.jpg" alt="Saturn and its rings" class="wp-image-85970" width="700" height="525" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/11/2w-qwac0mzi-1024x768.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/11/2w-qwac0mzi-300x225.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/11/2w-qwac0mzi-768x576.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/11/2w-qwac0mzi-1536x1152.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/11/2w-qwac0mzi-16x12.jpg 16w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/11/2w-qwac0mzi-200x150.jpg 200w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/11/2w-qwac0mzi-260x195.jpg 260w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/11/2w-qwac0mzi-380x285.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/11/2w-qwac0mzi-800x600.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/11/2w-qwac0mzi-1160x870.jpg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/11/2w-qwac0mzi-600x450.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/11/2w-qwac0mzi.jpg 1600w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /><figcaption>Photo by NASA</figcaption></figure>



<h3 id="missao" class="wp-block-heading"><strong>Missão</strong></h3>



<p>O nome Juno vem na Mitologia Romana, onde Juno era a esposa do Rei dos deuses, Júpiter. Para o lançamento dessa missão não havia um foguete capaz de enviar a sonda diretamente para a orbita de Júpiter. Por isso, foi utilizado o que se chama de estilingue gravitacional usando o Planeta Terra para essa transferência de energia para a sonda. </p>



<p>Esse sobrevoo sobre a Terra ocorreu em 2013, dois anos depois do seu lançamento. A sonda realizou uma órbita depois de Marte e retornou sentido a Terra para assim ter a velocidade necessária para ir em direção a Júpiter.</p>



<figure class="wp-block-video"><video controls src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/11/568.mp4"></video><figcaption><em>Representação do lançamento da sonda</em> Juno <em>e utilização da órbita da Terra para seguir em direção a Júpiter. Fonte: NASA</em></figcaption></figure>



<p>A Sonda possui cerca de 20 metros de largura e 4 metros de altura, com a massa de 3.625 Kg. A sonda Juno possui três painéis solares, sendo a primeira <a aria-label="undefined (opens in a new tab)" href="https://www.missionjuno.swri.edu/#/mission" target="_blank" rel="noreferrer noopener">missão</a> enviada a Júpiter utilizando energia solar.</p>



<h3 id="campo-magnetico-de-jupiter" class="wp-block-heading"><strong>Campo Magnético de Júpiter</strong></h3>



<p>A Sonda Juno é equipada para realizar medições da magnetosfera do Planeta Júpiter. O campo magnético apresenta ser mais forte do que os encontrados em modelos prévios. Os dados mostram que na superfície de Júpiter o campo magnético é cerca de 30 vezes mais forte do que o campo magnético encontrado aqui na Terra.</p>



<p>Júpiter também pode produzir auroras em seus polos, pois quando partículas carregadas estão voando pelo espaço seu forte campo magnético faz com que elas colidam com a atmosfera solar do planeta.</p>



<figure class="wp-block-video aligncenter"><video controls src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/11/Campo-Magnetico-de-Jupiter-Representacao.mp4"></video><figcaption><em>Representação das Auroras do Planeta Júpiter. Fontes: NASA/ESA</em></figcaption></figure>



<h3 id="instrumentos-da-sonda-juno" class="wp-block-heading"><strong>Instrumentos da Sonda Juno</strong></h3>



<p class="has-red-color has-text-color"><strong>A Sonda Juno possui 8 instrumentos para realizar esses estudos científicos, sendo eles:</strong></p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>JADE</strong> (Jovian Auroral Distributions Experiment): é o instrumento utilizado para captar os elétrons e íons que criam as auroras nos polos de Júpiter.</li><li><strong>JEDI</strong> (Júpiter Energetic-particle Detector Instrument) realiza medições assim como o instrumento JADE, porém o JEDI consegue elétrons na faixa de 40 keV a 500 keV (Kilo elétron-volts), enquanto o JADE observa elétrons abaixo de 30 keV (Kilo elétron-volts).</li><li><strong>JIRAM</strong> (Jovian Infrared Auroral Mapper) esse instrumento faz observações de duas maneiras diferentes, sendo uma na forma de imagens (emissão de luz) e a outra na forma de térmica (infravermelho).</li><li><strong>JCM</strong> (JunCam) é o instrumento responsável pelas imagens de luz visível, apesar de não ser um dos principais instrumentos da sonda, é responsável pelas imagens das divulgações cientificas ao público, podendo ter a participação de astrônomos profissionais e amadores nesse processo.</li><li><strong>Magnetometer </strong>é o instrumento capaz de observar o campo magnético de Júpiter em 3D, para assim tentar entender como esse campo é gerado em seu núcleo.</li><li><strong>MWR</strong> Microwave Radiometer esse instrumento realiza medições das ondas de rádio nas regiões atmosfera de Júpiter abaixo das nuvens, em 6 diferentes tipos comprimentos de onda.</li><li><strong>UVS </strong>(Ultraviolet Imaging Spectrometer) é o instrumento destinado para realizar observações na luz ultravioleta, essa uma faixa de luz que não conseguimos enxergar devido a sua faixa de comprimento de onda. Assim como outros instrumentos o UVS, observará as auroras nos polos de Júpiter.</li><li><strong>WAVES </strong>esse instrumento é capaz de medir as ondas de plasma e de rádio na magnetosfera do planeta Júpiter, possibilitando estudar como ocorre as interações da atmosfera, magnetosfera e o campo magnético do planeta.</li></ul>



<h3 id="som-de-outro-planeta" class="wp-block-heading">Som de outro Planeta</h3>



<p>A NASA (Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço) responsável pela missão, disponibilizou um áudio captado do planeta Júpiter, confira abaixo.</p>



<figure class="wp-block-video aligncenter"><video controls src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/11/aud-1.mp4"></video><figcaption><em>Áudio captado pela Sonda Juno do Planeta Júpiter. Fonte: NASA</em></figcaption></figure>



<p>Nesses tipos de missões espaciais como a sonda Juno problemas referentes a seu funcionamento podem ocorrer e muitas vezes podem ser decisivos para a falha da missão. Desse modo, o sistema de funcionamento da missão Juno possui sensores que monitoram diversos fatores como: a energia no sistema da sonda, a temperatura dos computadores abordo, e também possui um sistema de backup de alguns componentes como para a bateria.</p>



<p>Se acontecer alguma situação que a Sonda Juno não foi preparada, ela possui um sistema chamado de “Modo de segurança”. Esse sistema faz a sonda direcionar seus painéis solares em direção ao Sol. Dessa forma, ela possui energia suficiente para se comunicar com responsáveis da missão aqui na Terra e assim tomar as providências necessárias.</p>



<h3 id="a-grande-mancha-vermelha" class="wp-block-heading"><strong>A Grande Mancha Vermelha</strong></h3>



<p>Uma das primeiras características quando se fala no Planeta Júpiter é a grande mancha vermelha desse gigante gasoso, que se trata de uma grande tempestade que ocorre a centenas de anos.</p>



<figure class="wp-block-image size-full is-style-default"><img loading="lazy" decoding="async" width="960" height="960" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/11/Jupiter.jpg" alt="Júpiter" class="wp-image-85928" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/11/Jupiter.jpg 960w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/11/Jupiter-300x300.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/11/Jupiter-150x150.jpg 150w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/11/Jupiter-768x768.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/11/Jupiter-12x12.jpg 12w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/11/Jupiter-80x80.jpg 80w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/11/Jupiter-110x110.jpg 110w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/11/Jupiter-380x380.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/11/Jupiter-800x800.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/11/Jupiter-600x600.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/11/Jupiter-100x100.jpg 100w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /><figcaption><em>Planeta Júpiter. Fontes: NASA/ESA</em></figcaption></figure>



<p>Um fato interessante é que essa mancha vem diminuindo com o tempo, podendo até sumir por completo em algum momento. Para se ter uma noção do quão grande é essa mancha, nosso planeta caberia tranquilamente dentro dela. No passado essa mancha já foi de 2 a 3 vezes o tamanho da Terra.</p>



<p>Nesse sentido, podemos observar que as diversas missões voltados ao nosso sistema solar nos permite aprender mais, seja no desenvolvimento da missões ou com os resultado encontrados nelas. </p>



<p class="has-text-align-center"><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-secondary-color"><em>Fontes: NASA/JPL/SwRI</em></mark></p>
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		<title>Parker Solar Probe, a sonda que tocou o Sol</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Kelvyn Davis]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Oct 2022 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Curiosidades da Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque-topo]]></category>
		<category><![CDATA[blog da engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Exploração Espacial]]></category>
		<category><![CDATA[Kelvyn Davis]]></category>
		<category><![CDATA[NASA]]></category>
		<category><![CDATA[parker solar probe]]></category>
		<category><![CDATA[Site Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[sonda que tocou o sol]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Muito provavelmente você pode ter pensado: Certo, tocou o sol e queimou completamente! Na verdade, não queimou e&#8230;</p>
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<p>Muito provavelmente você pode ter pensado: Certo, tocou o sol e queimou completamente! Na verdade, não queimou e ainda vai “tocar” o Sol mais vezes antes de finalmente ter esse destino trágico.</p>



<p>Afinal, como uma sonda pode chegar perto do Sol e mesmo assim resistir a temperaturas inimagináveis por mais de uma vez? Vem comigo nesse artigo entender sobre essa sonda.</p>



<h4 id="missao" class="wp-block-heading">Missão</h4>



<p>Inicialmente chamada Parker Solar Plus, a Sonda Parker Solar Probe teve seu nome alterado para homenagear Dr. Eugene Parker devido aos seus estudos sobre o fluxo de partículas emitidas pelas estrelas. A Sonda tem o objetivo de entender melhor o Sol e a maneira de como ele nos influencia diretamente aqui na Terra.</p>



<p>O lançamento da sonda aconteceu em Cabo Canaveral, na Florida no dia 12 de agosto de 2018, no veículo lançador Delta IV Heavy, <a href="http://parkersolarprobe.jhuapl.edu/The-Mission/index.php#introduction" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener">projetado</a> pela NASA com um custo total de 1,5 bilhão de dólares.</p>



<p>A Sonda Parker Solar Probe se tornou o primeiro equipamento feito pelo ser humano a passar pela corona solar a fim de estudar o funcionamento do campo magnético solar e também o processo energético nas partículas solares.</p>



<p>Ao voar pela atmosfera superior do Sol, chamada de corona solar, a sonda Parker Solar Probe foi considerada como o objeto que tocou o Sol. Diferentemente da Terra, o Sol não possui uma superfície sólida e sim uma atmosfera superaquecida feita de material associado ao Sol devido a gravidade e as forças magnéticas.</p>


<div class="wp-block-image is-style-default">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="471" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/WISPR.gif" alt="Corona Solar" class="wp-image-84794" /><figcaption><em>Imagens durante a oitava órbita na corona solar em 2021. Fonte:</em> <em>NASA/Johns Hopkins APL</em></figcaption></figure></div>


<h4 id="trajetoria" class="wp-block-heading">Trajetória</h4>



<p>A Sonda Parker Solar Probe passou incialmente a cerca de 42,7 milhões de quilômetros, poucos meses após seu lançamento, já na parte final de sua jornada em 2025 a sonda poderá chegar a 6,2 milhões de quilômetros da superfície do Sol.</p>



<p>Por exemplo, o telescópio Espacial James Webb está a aproximadamente a 1,5 milhão de quilômetros da Terra, no ponto de Lagrange L2. Para saber mais detalhes sobre como esse Telescópio James Webb vai ajudar a responder questões sobre o início do universo, confira nosso <a aria-label="undefined (opens in a new tab)" href="https://blogdaengenharia.com/diversos/curiosidades/james-webb-o-telescopio-que-olha-o-passado-e-direciona-o-futuro/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">artigo</a>.</p>



<p>Como dito no inicio, a sonda se aproximou do sol e ainda vai se aproximar ainda mais, no total serão cerca de 24 orbitas ao redor Sol, até que em 2025 entrará em rota de colisão com a nossa estrela, finalizando assim seus 7 anos de pesquisas e descobertas.</p>


<div class="wp-block-image is-style-default">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="338" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/Parker13.gif" alt="Órbita Sonda" class="wp-image-84798" /><figcaption><em>Representação da órbita da Sonda Parker Solar Probe no Sistema Solar. Fonte: NASA</em></figcaption></figure></div>


<h4 id="instrumentos" class="wp-block-heading">Instrumentos</h4>



<p>Para que a Sonda realize suas descobertas, os instrumentos da Sonda precisam estar protegidos da alta temperatura que o Sol emite. Dessa forma, a sonda conta com um escudo térmico que protege de temperaturas próximas a 1370 °C, onde seus instrumentos operam a cerca de 30 °C.</p>


<div class="wp-block-image is-style-default">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="480" height="270" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/giphy.gif" alt="Passagem da Sonda pelo Sol" class="wp-image-84800" /><figcaption><em>Representação da passagem da Sonda Parker Solar Probe pelo Sol. Fonte: NASA.</em></figcaption></figure></div>


<p>A sonda conta com instrumentos essências para o estudo da  nossa estrela. Sendo eles:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Conjunto de instrumentos para captura de campos elétricos e magnéticos do sol. </li><li>Instrumentos para medir partículas de diversas escalas de energia. </li><li>Conjunto composto por duas câmeras para analisar a coroa e o vento solar. </li><li>Instrumentos voltados ao estudo das propriedades do hélio como velocidade, temperatura e densidade.</li></ul>



<h4 id="curiosidades" class="wp-block-heading">Curiosidades</h4>



<p>Além disso, para se aproximar cada vez mais do Sol, a sonda utiliza a gravidade do planeta Vênus para se mover e ajustar a direção progressivamente em direção ao Sol.</p>



<p>O objetivo da missão como dito é o estudo da nossa estrela, porém com sua proximidade a Vênus para utilizar sua orbita, foi possível captar imagens nunca vistas antes do segundo planeta do sistema solar. </p>


<div class="wp-block-image is-style-default">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/venus_nasa.jpg" alt="Planeta Vênus" class="wp-image-84795" width="440" height="508" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/venus_nasa.jpg 880w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/venus_nasa-260x300.jpg 260w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/venus_nasa-768x886.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/venus_nasa-10x12.jpg 10w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/venus_nasa-380x438.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/venus_nasa-800x923.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/venus_nasa-600x692.jpg 600w" sizes="(max-width: 440px) 100vw, 440px" /><figcaption><em>Imagem do Planeta Vênus feito pela Sonda Parker Solar Probe. Fonte: NASA.</em></figcaption></figure></div>


<p>Por fim, a exploração espacial ainda está no começo, entender como o Sol que está a milhares de quilômetros aqui da Terra nos influencia diretamente e é muito importante. Dessa maneira, essas descobertas cientificas nos permitem entender mais como a vida aqui na terra se desenvolveu.</p>



<p class="has-text-align-center has-secondary-color has-text-color" style="font-size:14px"><em>Fontes: NASA, Space Today</em>.</p>
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		<title>James Webb: O Telescópio que olha o passado e direciona o futuro!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Kelvyn Davis]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Aug 2022 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Curiosidades da Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque-topo]]></category>
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		<category><![CDATA[Exploração Espacial]]></category>
		<category><![CDATA[Jawes Webb]]></category>
		<category><![CDATA[Kelvyn Davis]]></category>
		<category><![CDATA[Missão Espacial]]></category>
		<category><![CDATA[NASA]]></category>
		<category><![CDATA[site da engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Telecópio James Webb]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A descoberta pelo o que aconteceu no passado, como o sistema solar foi formado, as interações de planetas,&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A descoberta pelo o que aconteceu no passado, como o sistema solar foi formado, as interações de planetas, buracos negros e galáxias são questionamentos feitos a muito tempo, porém isso pode começar a mudar com o Telescópio Espacial James Webb.  </p>



<h3 id="fases-do-projeto" class="wp-block-heading">Fases do Projeto</h3>



<p>A construção do James Webb se iniciou em 1996, com um custo aproximado de 500 milhões de dólares e com previsão de lançamento em 2007. Em virtude de uma serie de atrasos com o projeto e alterações na construção do mesmo foram adiando mais o seu lançamento. </p>



<p>Em 2011 o projeto quase foi cancelado devido a falta de verba. No ano de 2018 durante alguns testes seu escudo de calor foi danificado, o que postergou seu lançamento.  </p>



<p>Por fim, no dia 25 de dezembro de 2021, com um custo de 10 bilhões de dólares o Telescópio Espacial James Webb foi lançando ao espaço com uma parceria entre a NASA, ESA (Agência Espacial Europeia) e CSA (Agência Espacial Canadense) na base espacial de Kourou, na Guiana Francesa.</p>



<p>Devido a sua distância, uma vez lançando não se poderia fazer qualquer tipo de reparo indo até o telescópio. Um dos principais desafios encontrados pelos desenvolvedores foi seu tamanho, o telescópio não poderia ir montado ao espaço em sua forma final. </p>



<div class="wp-block-image is-style-default"><figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="450" height="280" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/Cfb-1.gif" alt="Telescópio James Webb" class="wp-image-83772"/><figcaption>Fonte: Gifer, 2022.</figcaption></figure></div>



<p>O James Webb precisou ir todo dobrado ao espaço e somente começou a sua fase de abertura depois de alguns dias, durando alguns meses para ficar pronto para seu funcionamento. Durante esse período seus instrumentos foram sendo calibrados.</p>



<h3 id="telescopio-james-webb" class="wp-block-heading"> Telescópio James Webb</h3>



<p>O Telescópio nos permite ver o passado do universo, pois estamos observando como era a luz de um objeto em determinado momento. Por exemplo, a Lua está a aproximadamente a 390.000 Km da Terra e a velocidade a luz é cerca de 300.000 Km por segundo, dessa forma, quando olhamos para Lua estamos vendo como ela era a 1,3 segundos atrás. </p>



<p>Dessa forma, quando olhamos para planetas, estrelas e galáxias, saímos da medida de segundos e passamos para minutos, horas e anos-luz de distancia. O luz do Sol do nosso sistema solar está a 8 minutos-luz de distância. </p>



<p>Os cientistas estimam que o universo possui cerca de 13,8 bilhões de anos, o Telescópio Webb tem a capacidade de observar próximo de 13,4 bilhões de anos-luz de distância, ou seja, vamos poder observar a formação de algumas galáxias próximo do inicio do universo.</p>



<p>O Telescópio Webb ficará a cerca de 1.500.000 km, no local conhecido como Ponto de Lagrange L2. A essa distância o James Webb fica fora da sombras da Lua e da Terra, dessa forma sua temperatura fica adequada para seu funcionamento. </p>



<figure class="wp-block-image size-full is-style-default"><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="450" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/JWST-L2-nasa.gif" alt="James Webb Ponto de Lagrange L2" class="wp-image-83795"/><figcaption>Fonte: NASA’s Goddard Space Flight Center, 2021.</figcaption></figure>



<p>Além disso, nesse ponto de Lagrange L2 as forças gravitacionais do Sol e da Terra se cancelam, fazendo com que o Telescópio tenha facilidade para ficar nesse local, com pouco esforço.</p>



<h3 id="primeiras-observacoes" class="wp-block-heading">Primeiras Observações </h3>



<p>As descobertas do Telescópio James Webb foram cada vez mais ganhando expectativas devido ao tempo e dinheiro aplicados nesse projeto, porém a espera valeu a pena. Em suas <a href="https://webbtelescope.org/" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener">primeiras observações</a> foram captados cinco pontos do espaço. Os alvos escolhidos foram o campo profundo do espaço, as Nebulosas de Carina, as Nebulosas do Anel do Sul, o espectro do exoplaneta WASP-96b e o quinteto de Stephen.</p>



<h6 id="campo-do-espaco-profundo" class="wp-block-heading"><strong>Campo do Espaço Profundo</strong></h6>



<p>O James Webb tem a capacidade de produzir imagens em infravermelho, com isso foi possível observar o aglomerado de galáxias SMACS 0723 com detalhes jamais visto até hoje. Esse nível de detalhamento possibilitou ver diversas de galáxias apenas com essa primeira observação.</p>



<div class="wp-block-image is-style-default"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/Espaco-Profundo-1003x1024.png" alt="Observações Campo do Espaço Profundo" class="wp-image-83733" width="752" height="768" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/Espaco-Profundo-1003x1024.png 1003w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/Espaco-Profundo-294x300.png 294w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/Espaco-Profundo-768x784.png 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/Espaco-Profundo-1505x1536.png 1505w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/Espaco-Profundo-2007x2048.png 2007w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/Espaco-Profundo-12x12.png 12w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/Espaco-Profundo-380x388.png 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/Espaco-Profundo-800x816.png 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/Espaco-Profundo-1160x1184.png 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/Espaco-Profundo-600x612.png 600w" sizes="(max-width: 752px) 100vw, 752px" /><figcaption> Fonte: NASA / ESA / CSA / STScI, 2022.</figcaption></figure></div>



<h6 id="nebulosas-de-carina" class="wp-block-heading"><strong>Nebulosas de Carina</strong></h6>



<p>A nebulosa de Carina se trata de um berçário estelar conhecida com uma das mais brilhantes do céu, e fica a aproximadamente 7.500 anos-luz da Terra. Desse modo, a observação do James Webb mostra uma região próxima de formação de estrelas apresentando um grande contraste devido a intensa radiação ultravioleta e ventos estelares.</p>



<div class="wp-block-image is-style-default"><figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="593" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/Nebulosa-Carina-1024x593.png" alt="Nebulosas de Carina" class="wp-image-83739" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/Nebulosa-Carina-1024x593.png 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/Nebulosa-Carina-300x174.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/Nebulosa-Carina-768x445.png 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/Nebulosa-Carina-1536x890.png 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/Nebulosa-Carina-2048x1186.png 2048w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/Nebulosa-Carina-18x10.png 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/Nebulosa-Carina-380x220.png 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/Nebulosa-Carina-800x463.png 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/Nebulosa-Carina-1160x672.png 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/Nebulosa-Carina-600x347.png 600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption> Fonte: NASA / ESA / CSA / STScI, 2022.</figcaption></figure></div>



<h6 id="nebulosa-do-anel-do-sul" class="wp-block-heading"><strong>Nebulosa do Anel do Sul</strong></h6>



<p>Com duas estrelas no centro, a Nebulosa do Anel do Sul apresenta camadas de gás que foram sendo expelidas durante o processo de transformação para se tornar uma anã branca. Esse termo é utilizado quando uma estrela chega no final de sua atividade, o mesmo que vai acontecer com o Sol do nosso sistema solar.</p>



<div class="wp-block-image is-style-default"><figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="475" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/Nebulosa-Anel-do-Sul-1024x475.png" alt="Nebulosa do Anel do Sul" class="wp-image-83735" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/Nebulosa-Anel-do-Sul-1024x475.png 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/Nebulosa-Anel-do-Sul-300x139.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/Nebulosa-Anel-do-Sul-768x357.png 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/Nebulosa-Anel-do-Sul-1536x713.png 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/Nebulosa-Anel-do-Sul-2048x951.png 2048w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/Nebulosa-Anel-do-Sul-18x8.png 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/Nebulosa-Anel-do-Sul-380x176.png 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/Nebulosa-Anel-do-Sul-800x371.png 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/Nebulosa-Anel-do-Sul-1160x539.png 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/Nebulosa-Anel-do-Sul-600x279.png 600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>Fonte: NASA / ESA / CSA / STScI, 2022.</figcaption></figure></div>



<h6 id="espectro-do-exoplaneta-wasp-96b" class="wp-block-heading"><strong>Espectro do Exoplaneta WASP-96b</strong></h6>



<p>Localizado a 1.500 anos-luz da Terra, o exoplaneta WASP-96b foi analisado pelo James Webb por meio da luz da atmosfera que passa sobre o planeta. Assim sendo, em seu espectro foi analisado a presença de vapor água em sua atmosfera, orbitando próximo a sua estrela o Exoplaneta WASP-96b tem uma temperatura aproximada de 537°C.</p>



<div class="wp-block-image is-style-default"><figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="689" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/Espectro-Exoplaneta-1024x689.png" alt="Espectro Exoplaneta WASP-96b" class="wp-image-83734" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/Espectro-Exoplaneta-1024x689.png 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/Espectro-Exoplaneta-300x202.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/Espectro-Exoplaneta-768x517.png 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/Espectro-Exoplaneta-1536x1033.png 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/Espectro-Exoplaneta-2048x1378.png 2048w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/Espectro-Exoplaneta-18x12.png 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/Espectro-Exoplaneta-380x256.png 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/Espectro-Exoplaneta-800x538.png 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/Espectro-Exoplaneta-1160x780.png 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/Espectro-Exoplaneta-600x404.png 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/Espectro-Exoplaneta.png 3840w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption> Fonte: NASA / ESA / CSA / STScI, 2022.</figcaption></figure></div>



<h6 id="quinteto-de-stephen" class="wp-block-heading"><strong>Quinteto de Stephen</strong></h6>



<p>Por fim, o quinteto de Stephen apresenta galáxias em interação a milhões de anos. Dessa maneira, a poeira, caudas de gás e estrelas são puxadas de várias galáxias criando atividades cósmica ao redor. Essas interações permitem obter novas analises de como possivelmente a evolução do universo se iniciou.</p>



<div class="wp-block-image is-style-default"><figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="982" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/Quinteto-de-Stephen-1024x982.png" alt="Observações James Webb" class="wp-image-83754" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/Quinteto-de-Stephen-1024x982.png 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/Quinteto-de-Stephen-300x288.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/Quinteto-de-Stephen-768x736.png 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/Quinteto-de-Stephen-1536x1473.png 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/Quinteto-de-Stephen-2048x1964.png 2048w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/Quinteto-de-Stephen-13x12.png 13w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/Quinteto-de-Stephen-380x364.png 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/Quinteto-de-Stephen-800x767.png 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/Quinteto-de-Stephen-1160x1112.png 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/Quinteto-de-Stephen-600x575.png 600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption> Fonte: NASA / ESA / CSA / STScI, 2022.</figcaption></figure></div>



<p>Em resumo, a procura por entender o passado a muito é buscado por diversos cientistas, pesquisadores, engenheiros por meio de instituições e nações no mundo. Infelizmente o Brasil não teve participação direta no James Webb, porém temos um grande avanço se tratando de <a aria-label="undefined (opens in a new tab)" href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-aeronautica/missoes-espaciais-no-brasil-base-de-alcantara/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">missões espaciais aqui em nosso país</a>.</p>



<p>O James Webb ajudará a responder muitas das questões já existentes e também nos trará novos questionamentos, porém nosso desenvolvimento é feita dessa maneira. E você, já se questionou hoje?</p>



<p class="has-text-align-center"><span class="has-inline-color has-secondary-color">Fontes: NASA, Webb Telescope, Correio Braziliense.</span></p>
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		<title>Taxa Selic: como o aumento desse índice impacta o seu dia a dia!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Kelvyn Davis]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jun 2022 22:53:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque-topo]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[blog da engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Blog de Engenharia]]></category>
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		<category><![CDATA[Copom]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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		<category><![CDATA[site da engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Taxa Selic]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nos últimos meses você deve ter visto o aumento da taxa básica de juros do Brasil: a Taxa&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Nos últimos meses você deve ter visto o aumento da taxa básica de juros do Brasil: a Taxa Selic, porém o que exatamente é esse índice e como ele impacta a vida das pessoas, de empresas e da economia?</p>



<p>O Banco Central por meio do <a aria-label="undefined (opens in a new tab)" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2022-05/copom-eleva-taxa-basica-de-juros-para-1275-ao-ano" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Copom</a> (Comitê de Política Monetária) é o responsável por revisar o valor da Selic a cada período de 45 dias. De março de 2021 para o período atual <span class="has-inline-color has-black-color">a Selic </span><strong><span class="has-inline-color has-red-color">saiu de</span></strong> <strong><span class="has-inline-color has-red-color">2% para 13,25% ao ano</span></strong>.</p>



<h3 id="taxa-selic" class="wp-block-heading">Taxa Selic</h3>



<p>A Selic (Sistema Especial de Liquidação e Custódia) tem o objetivo de controlar a inflação, entretanto, diversos fatores têm influenciado essa alta. Em um momento pós melhora da pandemia, o mundo se viu diante do <strong><span class="has-inline-color has-red-color">conflito entre a Rússia e a Ucrânia</span></strong>. Dessa forma, em pouco tempo o petróleo e outras <a aria-label="undefined (opens in a new tab)" href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-mecanica/preco-do-aco-impactos-sobre-a-economia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">commodities</a> tiveram impacto nos preços.</p>



<p>O Brasil e o mundo se viram diante de uma alta nos preços dos produtos. O aumento nos combustíveis foi notado quase que de imediato, causando aumento no transporte de produtos e insumos, e por consequência repassado ao consumidor final.</p>



<p>Com isso, os consumidores se veem diante de uma maior dificuldade para conseguir parcelamentos e créditos, uma vez que o valor da dívidas ficam mais altas, diminuindo o consumo.</p>



<h3 id="impactos-no-brasil-e-no-exterior" class="wp-block-heading">Impactos no Brasil e no exterior</h3>



<p>Esse aumento da taxa básica <strong><span class="has-inline-color has-red-color">não foi uma exclusividade do Brasil</span></strong>, diversos países precisaram aumentar suas taxas, como por exemplo os Estados Unidos que aumentaram sua taxa básica para o intervalo de 1,50% a 1,75% ao ano.</p>



<p>Diante disso, o capital que poderia ser investimento no Brasil em diversos setores é reduzido, pois o investidor de fora tem preferência por outros países. Em muitos casos o investidor prefere receber um pouco menos nos EUA, devido a maior segurança sobre seu investimento se comparado ao Brasil.</p>



<div class="wp-block-image is-style-default"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://cdn.pixabay.com/photo/2017/07/13/12/51/puzzle-2500328_960_720.jpg" alt="Economia" width="670" height="352" title="Dolar"/><figcaption>Fonte: PixaBay</figcaption></figure></div>



<p>As empresas também são impactadas diretamente, uma vez que com as taxas de juros altas muitos investimentos que poderiam criar mais empregos, aumentar o consumo, gerar mais demanda para produtos e serviços se veem diante de <strong><span class="has-inline-color has-red-color">uma economia mais desacelerada.</span></strong></p>



<p>Outro fator importante na economia no Brasil é o câmbio, com a Taxa Selic a 13,25% o dólar teve uma queda considerável nesses últimos meses. Em um momento de baixa a importação fica mais acessível devido ao baixo valor da moeda estrangeira. Por outro lado, em momentos de alta do dólar os setores que exportam têm um melhor retorno em suas negociações.</p>



<h3 id="o-que-fazer" class="wp-block-heading">O que fazer?</h3>



<p>Em momentos de incertezas como esses, saber se proteger minimamente dessas variações do mercado é importante. Uma opção é ter <a aria-label="undefined (opens in a new tab)" href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/como-investir-sem-ser-influenciado-por-transacoes-bilionarias/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">investimentos</a> que possibilitem trazer uma segurança para momentos de emergência, como passamos recentemente de 2020.</p>



<div class="wp-block-image is-style-default"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://cdn.pixabay.com/photo/2020/06/12/20/33/decision-5291766_960_720.jpg" alt="O que fazer" width="603" height="401"/><figcaption>Fonte: PixaBay</figcaption></figure></div>



<p>No Brasil sempre temos situações que podem afetar a economia, empregos e o desenvolvimento do país como um todo, devido a uma série de fatores internos e externos.</p>



<blockquote class="wp-block-quote has-text-align-center is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“O Brasil não é para principiantes” </p><cite>Tom Jobim</cite></blockquote>



<p>Portanto, sabemos que <strong><span class="has-inline-color has-red-color">novos desafios</span></strong> nos esperam nos diversos âmbitos das nossas vidas, assim como esses momentos passados nos últimos meses e anos. Muitos dessas situações acontecem sem que possamos fazer algo para impedir, entretanto é nossa responsabilidade saber como agir diante delas. </p>



<p>O conhecimento é a melhor maneira para passar por momentos desafiadores, pois nos dá alternativas para ação, e você já aprendeu algo novo hoje?</p>



<p class="has-text-align-center"><span class="has-inline-color has-secondary-color">Fontes: Agência Brasil, Yahoo Notícias e Forbes.</span></p>
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