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	<title>Engenharia Eletrônica Archives | Blog da Engenharia</title>
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	<description>Conhecimento Técnico que Transforma</description>
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	<title>Engenharia Eletrônica Archives | Blog da Engenharia</title>
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		<title>Internet e Energia elétrica: a dualidade do sucesso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Carolina Brandão Gontijo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Feb 2023 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia Eletrônica]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Já se perguntou qual é a rua mais movimentada do mundo?  Acredite se quiser, mas é a internet.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Entretanto, para poder se utilizar dos benefícios desta tecnologia é necessário ter energia elétrica. Não adianta ter o melhor sinal de internet do <strong>Mundo</strong> se você não tiver acesso a um dispositivo para utilizar do mesmo de nada adiantaria e este com certeza precisa de energia elétrica para funcionar.</p>



<p>Apesar de parecer inacreditável, contudo,  ainda existem locais no Brasil que pessoas não tem acesso a energia elétrica que é considerado uma<strong> necessidade básica</strong>. Não basta apenas o acesso a eletricidade, necessita-se que essa tenha uma qualidade mínima exigida pela ANEEL, que garanta confiabilidade, disponibilidade e segurança.</p>



<p>O Brasil tem o <a href="https://blogdaengenharia.com/carreira/mercado-de-trabalho/engenharia-no-brasil/a-energia-que-conecta/"><strong>SIN (Sistema Interligado Nacional)</strong></a> que precisa do sinal de internet para funcionar, pois existem sistemas instalados nas subestações que permitem o controle de toda energia elétrica gerada e distribuída pelo país. Portanto, neste ponto já começa a ficar claro a importância destas duas tecnologias trabalharem juntas e estarem sempre atualizadas.</p>



<h3 id="modernizacao-do-setor-eletrico" class="wp-block-heading">Modernização do setor elétrico</h3>



<p>Um sistema elétrico de qualidade precisa se manter em constante modernização, e visar sempre acompanhar o desenvolvimento de outras tecnologias como a internet.</p>



<h3 id="diversificacao-da-matriz-eletrica" class="wp-block-heading">Diversificação da Matriz Elétrica</h3>



<p>Será mesmo necessário investir no setor elétrico brasileiro? Tenho certeza que você leitor se lembra do que passamos nos últimos dois anos com as<strong> <a href="https://blogdaengenharia.com/diversos/crise-hidrica-e-a-contratacao-da-energia-mais-cara-das-termeletricas/">oscilações nos níveis de agua nos reservatórios das usina hidrelétricas.</a></strong> Portanto, para modificarmos este cenário começa assim um dos pilares para modernização que é a diversificação da matriz elétrica. </p>



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<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:100%"><div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="600" height="353" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/05-eletrica-brasil.png" alt="" class="wp-image-87431" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/05-eletrica-brasil.png 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/05-eletrica-brasil-300x177.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/05-eletrica-brasil-18x12.png 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/05-eletrica-brasil-380x224.png 380w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption><strong><a href="https://www.epe.gov.br/sites-pt/publicacoes-dados-abertos/publicacoes/PublicacoesArquivos/publicacao-675/topico-638/BEN2022.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Matriz Elétrica Brasileira 2021</a></strong>&nbsp;(BEN, 2022)&nbsp;</figcaption></figure></div>


<p>Conforme, pode ser observado a matriz atual brasileira é focada principalmente em energia elétrica provida da fonte hidráulica. Sendo assim, equilibrar melhor os percentuais de cada fonte seria a melhor alternativa para reduzir as oscilações na tarifa de energia elétrica. </p>



<p>Outro fator importante é maior segurança em relação a confiabilidade da energia elétrica. Em caso de ocorre um problema em um tipo de recurso base para geração torna-se possível continuar a geração de energia elétrica através de outra fonte sem afetar o atendimento ao cliente.</p>



<h3 id="direito-de-escolha" class="wp-block-heading">Direito de escolha</h3>



<p>No mercado atual brasileiro o consumidor não tem o direito de escolher qual a concessionária que irá fornecer sua energia elétrica, portanto é obrigado a contratar o serviço da empresa que atende a sua localidade.</p>



<p>Por isso, um outro pilar da modernização do setor elétrico é garantir ao consumidor o direito de escolher de qual fornecedor ele irá contratar o serviço. Esta ferramenta permitiria maior competividade entre as concessionárias de energia elétrica, e com certeza melhora no preço e na qualidade deste serviço.</p>



<h3 id="seguranca-cibernetica-no-setor-eletrico" class="wp-block-heading">Segurança cibernética no setor elétrico</h3>



<p>Com as constantes <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-de-software/vpn-ciberseguranca-seguranca-da-informacao/">invasões ocorridas em sistemas de T.I</a>. de diversas empresas e <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-de-software/hackers-invadem-sistema-do-crea-sp/">órgãos governamentais</a>, tornou-se relevante a inserção de mais mecanismos e sistemas de segurança no SIN. Visto que, uma invasão neste sistema teria potencial para afetar todo o Brasil, ocasionado parada em diversas industrias, hospitais, aeroportos e dentre outros locais essenciais. Os prejuízos um ataque dessa magnitude seriam incalculáveis, pois o prazo para retomada e reorganização de todo o país poderia demorar semanas e até meses.</p>



<h3 id="veiculos-eletricos" class="wp-block-heading">Veículos elétricos  </h3>



<p>A demanda por eletricidade tende a crescer e um fator que comprova isso é a inserção dos veículos elétricos, para atender esta demanda e também a que advém da industrialização a diversificação da matriz elétrica é primordial.</p>



<p>Entretanto, a entrada dos veículos elétricos produz também um outro ponto de atenção que este dispositivo pode absorver energia elétrica da rede mas também, pode fornecer este recurso. Então o sistema elétrico se torna cada vez mais bidirecional, o cliente não apenas recebe energia elétrica, pode também injetar na rede. </p>



<p>Portanto, justifica-se assim a importância de realizar um estudo sobre os equipamentos de proteção do sistema elétrico que estão instalados, se necessário realizar substituição nos dispositivos obsoletos para que este não atuem em momento incorreto devido a padrões internos do mesmo.</p>



<h3 id="concluindo" class="wp-block-heading"><strong>Concluindo</strong></h3>



<p>Assim sendo, torna-se importante a modernização do setor elétrico para poder ter acesso aos benefícios da internet com segurança, confiabilidade e tranquilidade, além de usufruir da eletricidade com seu potencial em plenitude.</p>



<p>Fonte:</p>



<p><a href="https://www.epe.gov.br/pt/abcdenergia/matriz-energetica-e-eletrica">https://www.epe.gov.br/pt/abcdenergia/matriz-energetica-e-eletrica</a></p>
</div>
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		<title>O mundo pode ficar desconectado: O fim dos cabos?</title>
		<link>https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-de-telecomunicacao/fim-dos-cabos/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=fim-dos-cabos</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Carolina Brandão Gontijo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Nov 2022 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia de Telecomunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Eletrônica]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
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		<category><![CDATA[fibra optica]]></category>
		<category><![CDATA[site da engenharia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Parece assustador mas caso as fibras ópticas que conectam todo os continentes se rompam através de ataques organizados isso pode realmente acontecer. </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Mundo conectado por cabos? Como assim Ana? Vem comigo saber como tudo sobre esse tema, e lhe convido para conhecer mais artigos aqui no BdE!</p>



<h3 id="como-tudo-comecou" class="wp-block-heading">Como tudo começou?</h3>



<p>Foi no século XIX que iniciou-se a instalação de cabos submarinos, na época nem se sonhava com internet. O objetivo era permitir a comunicação via telegrafo. Com isso o primeiro cabo instalado foi entre França e Inglaterra, depois veio Portugal para Inglaterra inaugurando o primeiro cabo transatlântico.  </p>



<p> Por ai a expansão continuou acelerada interligando a Inglaterra a suas colônias no Oriente Médio e também a  América do Norte. Com o tempo o telegrafo foi substituído pelo <a href="https://blogdaengenharia.com/secoes/colunistas-blog-da-engenharia/as-geracoes-da-telefonia-movel/">telefone</a> e agora este ultimo foi trocado pela internet. </p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter"><img decoding="async" src="https://files.tecnoblog.net/wp-content/uploads/2018/01/Cabos-submarinos-700x394.jpg" alt="Foto por Global Marine Photos/Flickr" class="wp-image-232389"/><figcaption>Cabos Submarinos de Comunicação</figcaption></figure></div>


<h4 id="mas-o-mundo-e-realmente-todo-conectado-por-esses-cabos" class="wp-block-heading">Mas o mundo é realmente todo conectado por esses cabos?</h4>



<p>Sim, esse bilhete é verdade. Em 2021, conforme dados do <a href="https://www2.telegeography.com/submarine-cable-faqs-frequently-asked-questions?__hstc=196094579.26622c428544a8b620feb0f9bb2ddc06.1548691024090.1548691024090.1548691024090.1&amp;__hssc=196094579.1.1548691024091&amp;__hsfp=807361863" target="_blank" rel="noreferrer noopener">TeleGeography.com</a> eram 448 cabos submarinos sendo 1,3 milhões de quilômetros em extensão. Estes números se mantem em constante aumento, devido a questões de novas empresas, cabos antigos, rompidos ou acidentes.  </p>



<p>Como já era de se esperar, os comprimento destes cabos varia muito sendo um dos menores de 131 quilômetros entre Irlanda e Reino Unido, e o maior que lida a Asia a América de 20 mil quilômetros. </p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://t.ctcdn.com.br/2BP9jpZp4qQhc_BMOp1OUsN-i4w=/1024x0/smart/i547470.jpeg" alt=""/><figcaption>Cabos submarinos pelo mundo</figcaption></figure>



<h3 id="como-esses-cabos-suportam-as-condicoes-maritimas" class="wp-block-heading">Como esses cabos suportam as condições marítimas? </h3>



<p>A espessura externa média dos cabos são de uma mangueira de jardim, mas o segredo esta em sua composição interna que contem filamentos finos como fios de cabelo humano. Estes  permitem inúmeras camadas de proteção de plásticos e metais para suportar as condições nas profundezas no mar.</p>



<p>Para cabos instalados em profundidades extremas como 6 quilômetros, estes tem proteção especifica devido a pressão marítima. Em contrapartida os mais próximo a superfície tem proteção contra os peixes. </p>



<h3 id="o-custo-de-um-mundo-conectado" class="wp-block-heading">O custo de um mundo conectado</h3>



<p>Centenas de milhões de dólares este é o valor para instalação de apenas um cabo. Para obras assim normalmente a realização ocorre através de parcerias com grandes empresas mundiais. Erros em projetos desse porte não são permitidos, por isso demanda-se muito estudo para definir rotas onde não haja falhas geológicas, zonas de pesca e ancoragem.</p>



<p>Mas, final das contas quem é o dono desses projetos milionários?  Normalmente existe um consorcio entre as empresas de telecom, mas também existem cabos privados de grandes investidores como Google, Facebook, Microsoft e Amazon. </p>



<h3 id="eles-mastigaram-a-internet" class="wp-block-heading">Eles mastigaram a internet</h3>



<p>Isso mesmo, aqueles objetos estranhos no fundo do mar despertaram a curiosidade dos tubarões, e em 1987 foram detectadas as primeiras tentativas famintas dos tubarões.  Mas, é claro que este problema foi resolvido com cabos com proteção anti-tubarão. </p>



<p>Mas este é um dos menores problemas e nas ultimas décadas não gerou nenhuma falha nos cabos devido a peixes. Os grandes vilões são os próprios humanos, as situações de pesca ou ancoragem foram responsáveis por 2/3 dos problemas ocorridos.</p>



<p>A vida útil media de um cabo é de 25 anos, sendo normalmente aposentados mais cedo devido a se tornarem obsoletos. Visto que os cabos atuais tem capacidade média de conexão de 160 a 200 Tbps (terabits por segundo)</p>



<h3 id="por-que-essa-comunicacao-nao-ocorre-pelo-ar" class="wp-block-heading">Por que essa comunicação não ocorre pelo ar?</h3>



<p>Os satélites tem aplicações importantes para conectas locais onde as fibras ainda não chegaram ou para distribuir o sinal principal para pontos locais. Porém, a capacidade de transporte de dados via satélite é bem inferior a dos condutores, isso iria encarecer muito o processo. </p>



<p><strong><em>Substituir os cabos por satélites? Esta ainda não é uma ideia nem um objetivo, visto a velocidade alta que as fibras cumprem seu papel. </em></strong></p>



<p>Fontes: <a href="https://tecnoblog.net/responde/como-funcionam-os-cabos-submarinos/">1</a> , <a href="https://canaltech.com.br/produtos/como-funcionam-os-cabos-submarinos-206018/">2</a> e <a href="https://www.ispblog.com.br/2021/12/30/cabos-opticos-submarinos/">3</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>A batalha de robôs virtuais ROBOCODE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcus Vinicius leal]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Jul 2022 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia da Computação]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de Automação]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de Software]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Eletrônica]]></category>
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		<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Batalha]]></category>
		<category><![CDATA[Robocode]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Já ouviu falar do robocode? Não é nada mais do que um game de batalha de robôs feito&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Já ouviu falar do<strong> robocode</strong>? Não é nada mais do que um game de batalha de robôs feito em base da linguagem <a href="https://www.tecmundo.com.br/programacao/2710-o-que-e-java-.htm">JAVA</a> com uma interface simples e sofisticada, pouco conhecido e divulgado. Sua origem é inglesa, foi desenvolvido pelo grupo <strong>developerWorks</strong>.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://lh4.googleusercontent.com/T5TfNt6PMr-dJSbHAZoTZ21Sut1QjFVopULCfGxN5KMwkmHhIVcmE3Zscp-JBSuF0cyJnv2i87XUVqX5F-e99IlObGWnbVVOlKrPTVWkj96iCU0-wd67venNXdLnoRarw2QpQErB" alt=""/><figcaption><a href="https://sourceforge.net/projects/robocode/">Fonte da Imagem</a></figcaption></figure>



<p>O game tem como objetivo destruir seus adversários. Os seus jogadores lutam com um personagens em forma de robôs virtual entre si, mas para isso seja feito, é necessário que você programe ele de tal modo que pense da maneira mais automatizada possível para que ele consiga sobreviver dependendo apenas dele mesmo durante toda a partida.&nbsp;</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" width="931" height="715" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/1.png" alt="" class="wp-image-80388" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/1.png 931w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/1-300x230.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/1-768x590.png 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/1-16x12.png 16w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/1-380x292.png 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/1-800x614.png 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/1-600x461.png 600w" sizes="(max-width: 931px) 100vw, 931px" /><figcaption><a href="http://cmaker.com.br/warlock-robocode/">Fonte da Imagem</a></figcaption></figure></div>



<p>Este jogo além de instigar a criatividade e raciocínio lógico ele também serve como instrumento de aprendizado para crianças e jovens que estão iniciando na programação.&nbsp;</p>



<p>No site oficial é possível ver as versões já lançadas, fóruns e tutoriais sobre os primeiros passos para começar a jogar. Disponível <a href="https://robocode.sourceforge.io/">Aqui.</a></p>



<p>No brasil há já a possibilidade de se tornar um competidor a nível nacional, o primeiro passo é a competição regional, sendo presencial ou virtual realizada pela LIAG para se inscrever basta esperar as inscricoes abrirem e acessar o site oficial disponivel <a href="https://liag.ft.unicamp.br/robocode/inscricao-ao-robocode-2020/,">Aqui.</a> </p>



<p>Assim sendo, as equipes que tiverem o melhor desempenho, são classificadas para a liga nacional representando o estado de origem de onde a equipe é, competindo com outras equipes brasileiras de outros estados.</p>



<p>No jogo é possível programar ferramentas de defesas, ataque e outras lógicas para conseguir sobreviver toda a partida, vence aquele que ficar por último sem ser destruído.</p>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://liag.ft.unicamp.br/robocode/inscricao-ao-robocode-2020/"><img decoding="async" src="https://lh4.googleusercontent.com/JZQPZ8Yce04Qg6ykfz4vq2N_CVDHq8K5O5cK_NybWnZVZZoB-M10ZcUe4wdiBqMGe0-Fu_X_QlDJBF3cUsk2In4teATj6G1N_zBCk3qSeSmI-j2gHZuwCI0fZ5EWDwmhIqbMe_aE" style="width: undefinedpx"></a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>O que são as CriptoMoedas ou moedas digitais?</title>
		<link>https://blogdaengenharia.com/engenharia/o-que-sao-as-criptomoedas-ou-moedas-digitais/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=o-que-sao-as-criptomoedas-ou-moedas-digitais</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcus Vinicius leal]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 May 2022 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia da Computação]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de Controle e Automação]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Eletrônica]]></category>
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		<category><![CDATA[Tecnologia da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque-topo]]></category>
		<category><![CDATA[#ENGENHARIA MECATRÔNICA #blogdaengenharia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para primeiro sabermos como fazemos a mineração de criptomoedas é necessário inicialmente. Sabermos o que são as moedas&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Para primeiro sabermos como fazemos a mineração de criptomoedas é necessário inicialmente. Sabermos<strong> o que são as moedas digitais</strong> e o <strong>futuro do pagamento de mercadorias online.</strong></p>



<h3 id="explicando-o-que-sao" class="wp-block-heading">Explicando o que são&#8230;</h3>



<p>De maneira mais &#8220;Grosseira&#8221; <strong>as criptomoedas, são literalmente uma moeda digital</strong>, que vem sendo utilizadas cada dia mais, tanto para investimentos pessoais, financeiros ou empresariais, quanto para compra e venda de produtos e serviços. Uma das grandes vantagens dessa moeda, é que não existe nenhum governo ou monopólio por trás. Portanto, esse também é o grande problema. Visto que não há nenhum tipo de rastreio e controle dessas transações bancarias.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://financeone.com.br/wp-content/uploads/2021/03/criptomoedas-para-iniciantes.jpg" alt="Criptomoedas para iniciantes: quais são e como funcionam"/><figcaption><a href="https://financeone.com.br/criptomoedas-para-iniciantes-como-funcionam/">Fonte da Imagem</a></figcaption></figure>



<p>Apesar do maior nome das CriptoMoedas ser o Bitcoin, eventualmente não existe apenas ela no mercado atual, contamos com milhares de moedas e cada vez mais entram novas no mercado. Basicamente as moedas digitais são endereços criptografados que necessitam de outros usuários para serem validados, essa <strong>validação é conhecida também popularmente como mineração</strong>.</p>



<p>Com o surgimento das CriptoMoedas, surgiu também o assunto mais comentado do momento os <strong>NFT(Non-Fungible Token)</strong>. Em tradução literal &#8220;Token não fungível. Eles funcionam usando o mesmo principio das moedas digitais, <strong>entretanto são códigos gerados através de um só computador com o objetivo autentificar o arquivo</strong>.<strong> Causando assim a unicidade do mesmo.</strong></p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://einvestidor.estadao.com.br/wp-content/uploads/sites/715/2021/12/boredapeyachtclubadidas_031220215349.jpg" alt="Adidas entra para o mundo do metaverso ao lado de gigantes de NTFs –  Criptomoedas – Estadão E-Investidor – As principais notícias do mercado  financeiro"/><figcaption><a href="https://einvestidor.estadao.com.br/criptomoedas/adidas-metaverso-investimento-nfts/">Fonte da Imagem</a></figcaption></figure>



<h4 id="por-que-mesmo-depois-de-tanto-tempo-as-criptomoedas-ainda-continuam-subindo-e-valorizando-cada-vez-mais" class="wp-block-heading"><strong>Por que mesmo depois de tanto tempo as criptomoedas ainda continuam subindo e valorizando cada vez mais?</strong></h4>



<p>A resposta para esta pergunta é um pouco tanto complexa. Apesar de que a cada quatro anos existe uma ferramenta que faz com que o valor das moedas subam de forma exponencial. Como explica Valdiney Pimenta. CEO da BitPreço.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-default is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><strong>“Existe um mecanismo na rede do bitcoin que a cada quatro anos reduz a quantidade ofertada de moedas no mercado&#8230; Esse sistema é chamado de&nbsp;</strong><a href="https://tecnoblog.net/responde/o-que-e-halving/">halving</a><strong>, quando a mineração da moeda digital é deliberadamente reduzida pelo seu próprio programa&#8230; </strong></p><p>Esse movimento faz com que a criptomoeda se valorize bastante justamente porque ela se torna mais escassa&#8221;.</p><cite>Valdiney Pimenta. CEO da BitPreço.</cite></blockquote>



<p>Agora que conheceu um pouco sobre o que é e como funcionam as criptomoedas. O que me diz de começar a fazer sua própria mineração ou compra e revenda de NFTs?</p>
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		<title>Lâmpada de LED e a eficiência energética</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucas Henrique]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Mar 2022 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia de Telecomunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Eletrônica]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque-topo]]></category>
		<category><![CDATA[50 anos de LED]]></category>
		<category><![CDATA[eficiência]]></category>
		<category><![CDATA[Eficiência energética]]></category>
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		<category><![CDATA[LED]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>ão eficiente? Assim, Vamos descobrir tudo isso e muito mais neste artigo!</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="is-style-default">O LED já é um aliado da eficiência energética há muito tempo, entretanto, o que faz dele ser tão eficiente? Assim, Vamos descobrir tudo isso e muito mais neste artigo!</p>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-3 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:100%">
<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-2 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow">
<p>Sobretudo, podemos destacar que o LED pode reduzir o impacto ambiental significantemente por causa do seu baixo consumo de energia. </p>



<p>Por natureza o lema do LED é: Gerar muita energia com pouco gasto. Contudo, essa é a tecnologia que está envolvida no LED. Em síntese, as &#8220;já ultrapassadas&#8221; e tradicionais incandescentes consomem cerca de 90% a mais. Logo, as incandescentes também aumentam o impacto ambiental e a conta de energia no final do mês. O LED supera em eficiência energética os demais modelos de lâmpadas  — incluindo fluorescentes compactas, de vapor metálico e a vapor de sódio em alta pressão.</p>



<figure class="wp-block-gallery aligncenter columns-1 is-cropped wp-block-gallery-12 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img decoding="async" width="509" height="339" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/istockphoto-1325532772-170667a-1.jpg" alt="" data-id="81204" data-full-url="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/istockphoto-1325532772-170667a-1.jpg" data-link="https://blogdaengenharia.com/?attachment_id=81204" class="wp-image-81204" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/istockphoto-1325532772-170667a-1.jpg 509w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/istockphoto-1325532772-170667a-1-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/istockphoto-1325532772-170667a-1-18x12.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/istockphoto-1325532772-170667a-1-380x253.jpg 380w" sizes="(max-width: 509px) 100vw, 509px" /><figcaption class="blocks-gallery-item__caption">                                                  Lâmpadas de LED já é tendência no Brasil há mais de 10 anos</figcaption></figure></li></ul></figure>



<h3 id="mas-qual-e-a-magica-envolvida" class="wp-block-heading">Mas qual é a &#8220;mágica&#8221; envolvida?</h3>



<p>Tecnicamente, o LED é um dispositivo de estado sólido que incorpora uma junção p-n, emitindo radiação óptica quando excitado por uma corrente elétrica. A luz gerada a partir dos semicondutores se dá através da eletroluminescência que é um fenômeno em que o material emite luz quando uma corrente elétrica ou um campo elétrico passa por ele, onde os elétrons são capazes de se recombinar dentro do dispositivo, liberando energia na forma de fótons. </p>



<p>Seu desempenho varia significativamente com a temperatura de operação do LED e da densidade de corrente elétrica. Nesse sentido, o desenvolvimento tecnológico do LED permitiu a aplicação de diodos emissores de luz à tecnologia de iluminação, tornando viáveis substituições em aplicações gerais de iluminação artificial, deixando de ser empregado apenas para fins que exigem luz de baixa intensidade como sinalizações e circuitos. </p>



<p>Primordialmente, os LEDs operam com eficiências de 220 lm/W, sob condições favoráveis.  O LED já é um aliado da eficiência energética, como a tecnologia continua a evoluir, nos próximos anos a eficácia melhorará e os custos diminuirão.</p>



<p>Por exemplo, a tradução dos parágrafos acima podem ser entendidos como que, o LED é um diodo que quando percorrido por uma corrente elétrica é capaz de emitir luz. Contudo, o diodo é um componente eletrônico, assim, são feitos de materiais semicondutores como germânio ou silício, estes por sua vez conduzem corrente elétrica apenas em um sentido.  Portanto, quando há estímulo de um dos sentidos corretos a energia que passa pelo a gente físico químico é ativado e a luz é emitida.</p>



<div class="wp-block-image is-style-default"><figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="472" height="366" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/istockphoto-598954202-170667a.jpg" alt="" class="wp-image-81203" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/istockphoto-598954202-170667a.jpg 472w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/istockphoto-598954202-170667a-300x233.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/istockphoto-598954202-170667a-15x12.jpg 15w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/istockphoto-598954202-170667a-380x295.jpg 380w" sizes="(max-width: 472px) 100vw, 472px" /><figcaption>Lâmpadas de LED e seu funcionamento</figcaption></figure></div>



<h3 id="anatomia-de-uma-lampada-de-led-bulbo" class="wp-block-heading">Anatomia de uma lâmpada de LED &#8211; Bulbo</h3>



<p>As lâmpadas LED bulbo omnidirecionais de até 20W são constituídas por base, corpo,<br>driver, LED Printed Circuit Board (PCB) e difusor. </p>



<p>A imagem abaixo mostra uma lâmpada LED e seus componentes, assim é possível observar as partes que a constituem. </p>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-13 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="647" height="312" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/Untitled.png" alt="LED" data-id="81205" data-full-url="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/Untitled.png" data-link="https://blogdaengenharia.com/?attachment_id=81205" class="wp-image-81205" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/Untitled.png 647w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/Untitled-300x145.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/Untitled-18x9.png 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/Untitled-380x183.png 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/Untitled-600x289.png 600w" sizes="(max-width: 647px) 100vw, 647px" /><figcaption class="blocks-gallery-item__caption">                                                  Lâmpada LED desmontada mostrando seus componentes</figcaption></figure></li></ul></figure>



<p>A base é responsável pelo contato entre o receptáculo e o circuito de alimentação da lâmpada, o corpo da lâmpada serve de suporte para o driver e o LED PCB. Entretanto, o driver é composto por dispositivos eletrônicos e fornece níveis de tensão e corrente seguros aos chips de LED. </p>



<p>Logo, os chips de LED são arranjados em uma placa, de material que assume a função de dissipador de calor, que é chamada de LED PCB. O difusor é constituído de material plástico, de cor fosca, com a finalidade de distribuir a luz de forma uniforme e confortável aos olhos.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>



<h3 id="o-led-ja-e-um-aliado-da-eficiencia-energetica-mas-para-o-bolso-vale-a-pena-mesmo" class="wp-block-heading">O LED já é um aliado da eficiência energética, mas para o bolso, vale a pena mesmo?</h3>



<p>Já foi realizado um estudo que com uma amostra no período de 8,5 anos. Sendo assim, é evidente que o LED vale sim, muito mais a pena porque não é só uma questão de sustentabilidade mas sim, uma baita economia no bolso.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="500" height="220" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/img_tabelafinal.webp" alt="lÂMPADA" class="wp-image-81208" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/img_tabelafinal.webp 500w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/img_tabelafinal-300x132.webp 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/img_tabelafinal-18x8.webp 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/img_tabelafinal-380x167.webp 380w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /></figure></div>



<p>Veja que apesar de que as lâmpadas incandescentes que eram mais baratas, seu consumo energético era alto e, consequentemente pela usabilidade o consumidor pagava mais caro na conta, sobretudo foram tiradas do mercado. </p>



<p>Como sabemos agora,  O LED já é um aliado da eficiência energética e agora fica a pergunta: Você já substituiu e modernizou suas instalações com a famigerada lâmpada de LED?</p>



<p>Continue Lendo no Blog da En<a href="https://blogdaengenharia.com/carreira/50-anos-de-led/">genharia!</a></p>
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		<title>A tecnologia de mãos dadas com a acessibilidade &#8211; PARTE 1</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcos Aurelio Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Sep 2021 10:14:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia Eletrônica]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Semana da Acessibilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No artigo passado (Clique aqui) sobre a importância da Engenharia sobre acessibilidade foi discutido muito sobre a função&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">No artigo passado (<a href="https://blogdaengenharia.com/wp-admin/post.php?post=76579&amp;action=edit">Clique aqui</a>) sobre a importância da Engenharia sobre acessibilidade foi discutido muito sobre a função de eu e você, para o tema. Vamos agora falar mais sobre a tecnologia de mãos dadas com a acessibilidade, <em><strong>vem comigo!</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">São muitas as deficiências que podem acometer o ser humano, e para tal se entende como situações ou limitações que os impede de conseguir executar uma tarefa de maneira independente, precisando recorrer a tecnologia para acessibilidade. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>As deficiências podem ser classificadas de três modos: momentâneas, temporárias e permanentes.</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;"><b>Momentânea</b><span style="font-weight: 400;">: Quando se está segurando caixas, um bebê de colo, um animal de estimação e não consegue abrir a porta, chamar o elevador, acender luzes, por exemplo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b>Temporária</b><span style="font-weight: 400;">: Significa que temporariamente a se tem alguma limitação, por exemplo uso de muletas, bengala, bota ortopédica, entre outros.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b>Permanente: </b><span style="font-weight: 400;">Quando se tem uma condição que não há perspectiva ou solução possível para ciência atual lhe devolver a sua autonomia, ou para isto tem um custo muito elevado.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Em cada uma dessas situações há possibilidades de lidar com elas com as ferramentas mais adequadas, e dependendo do tipo de deficiência também. O que podemos classificar entre quatro principais tipos, mas elas se estendem a partir de derivações dessas ou mesmo outros tipos. Essas classificações são </span><b>visual</b><span style="font-weight: 400;">, </span><b>motora</b><span style="font-weight: 400;">, </span><b>auditiva,</b> <b>cognitiva.</b></p>
<p><figure id="attachment_76651" aria-describedby="caption-attachment-76651" style="width: 681px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-76651 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/2018_08_23_jovens-tipos-graus-deficiencia-1.jpg" alt="" width="681" height="401" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/2018_08_23_jovens-tipos-graus-deficiencia-1.jpg 681w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/2018_08_23_jovens-tipos-graus-deficiencia-1-300x177.jpg 300w" sizes="(max-width: 681px) 100vw, 681px" /><figcaption id="caption-attachment-76651" class="wp-caption-text">Porcentagem da população por tipo e grau de dificuldade e deficiência Fonte: IBGE &#8211; Censo 2010.</figcaption></figure></p>
<h3 id="deficiencia-visual" style="text-align: justify;"><b>Deficiência visual</b></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">É a que mais acomete brasileiros, sendo que como visto no gráfico acima, onde a que baixa visão que pode acometer certos ângulos de visão do indivíduo. Podendo comprometer visão periférica, lateral entre outros, como dificuldade de enxergar sob luz forte. Quando levado para grande dificuldade ou impossibilidade que está relacionado com a cegueira total.</span></p>
<h5 id="bengala-eletronica">BeNgala Eletrônica</h5>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Um dos instrumentos que auxilia deficientes visuais a se locomover com independência é uma bengala. No qual eles batem contra o chão tendo resposta de um obstáculo à sua frente. O problema acontece quando esse obstáculo é maior que a altura de sua cintura e não necessariamente com suporte no chão. </span></p>
<p><figure id="attachment_76649" aria-describedby="caption-attachment-76649" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-76649 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/wewalk.jpeg" alt="Bengala eletronica" width="800" height="600" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/wewalk.jpeg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/wewalk-300x225.jpeg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/wewalk-768x576.jpeg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/wewalk-180x135.jpeg 180w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/wewalk-400x300.jpeg 400w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/wewalk-600x450.jpeg 600w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-76649" class="wp-caption-text">Pessoa usando bengala eletrônica</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Para contornar essa situação, bengalas eletrônicas foram desenvolvidas, e contam com sensores, semelhantes aos de estacionamento de veículos (ultrassom) para alertar o usuário seja com vibração ou efeito sonoro. Um exemplo de uma pessoa utilizando uma bengala dessa pode ser visto na figura acima.</span></p>
<h5 id="oculos-guia">Óculos Guia</h5>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Avanços no processamento de imagens e <a href="https://blogdaengenharia.com/inteligencia-artificial-presente-ou-futuro/">inteligência artificial</a>, fizeram com que fosse possível também o desenvolvimento de óculos que funcionam de maneira semelhante a um cão guia que mostra o caminho seguro para o indivíduo. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Ele funciona analisando imagens em tempo real que são capturadas por câmeras de amplo ângulo de abertura, filtrando e removendo informações não necessárias e processando em tempo real através de algoritmos (modelos) baseados em inteligência artificial.</span></p>
<p><figure id="attachment_76650" aria-describedby="caption-attachment-76650" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-76650 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/Glasses_for_the_blind.jpg" alt="" width="660" height="399" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/Glasses_for_the_blind.jpg 660w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/Glasses_for_the_blind-300x181.jpg 300w" sizes="(max-width: 660px) 100vw, 660px" /><figcaption id="caption-attachment-76650" class="wp-caption-text">Óculos com camera e outros sensores integrados</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Os modelos foram treinados para reconhecer uma gama muito grande de obstáculos e situações do cotidiano, como escadas e rampas, paredes, galhos de árvore entre outros. Desse modo, estímulos através de vibração nas hastes são providos ao usuário, bem como guia por áudio como se fosse um GPS.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">O mesmo dispositivo pode auxiliar fazendo a leitura de textos e placas à medida que ele pode reconhecer os mesmos e fazer a tradução do mesmo para o áudio. Fazendo com que o usuário esteja em um ambiente de realidade aumentada explorando outros sentidos para entregar uma experiência semelhante ao de uma pessoa não deficiente.</span></p>
<h3 id="deficiencia-motora" style="text-align: justify;"><b>Deficiência motora</b></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">A perda de habilidades motoras normalmente vindo de um acidente é um dos tipos de deficiências mais comuns, e também pode afetar grandemente as capacidades de uma pessoa, podendo a acometer de diferentes modos, como uma amputação de um ou mais membros, e em situações até múltiplos membros. Pode também causar uma paralisia dos membros inferiores (paraplegia) e ou dos quatro membros (tetraplegia).</span></p>
<h5 id="proteses">Próteses</h5>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Próteses são ferramentas muito antigas já utilizadas por pessoas com tais deficiências e que podem lhes devolver uma certa independência, entretanto não totalmente os devolve os sentidos e é o que a novas tecnologias vem fazendo com que seja possível.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Esses novos dispositivos são muitas vezes construídos de modo customizado para cada pessoa, e o diferencial é que elas podem por exemplo não ser apenas mais um acessório substituto mecanicamente, possuindo duas vias de comunicação.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">A primeira é das terminações nervosas na ponta de um braço amputado que são lidas e fazem com que a pessoa consiga movimentar mão, pulso e dedos com uma precisão muito boa, onde o dispositivo é construído com refinada engenharia biomédica, contendo atuadores muito precisos.</span></p>
<p><figure id="attachment_76652" aria-describedby="caption-attachment-76652" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://openbionics.com/hero-arm/"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-76652 size-large" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/IMG_2940-e1576773741477-2048x1366-1-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/IMG_2940-e1576773741477-2048x1366-1-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/IMG_2940-e1576773741477-2048x1366-1-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/IMG_2940-e1576773741477-2048x1366-1-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/IMG_2940-e1576773741477-2048x1366-1-1536x1025.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/IMG_2940-e1576773741477-2048x1366-1.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption id="caption-attachment-76652" class="wp-caption-text">Prótese avançada para substituir antebraço e mão.</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">A segunda via são sensores de pressão acoplados aos dedos de mão de uma prótese, que trazem a sensação de tato de volta para o usuário, ou através de vibração ou comunicação também com sistema nervoso central.</span></p>
<h5 id="cadeira-de-rodas-automatica">Cadeira de rodas automatica</h5>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Outros avanços tecnológicos fazem com que seja possível que as pessoas que são paraplégicas ou tetraplégicas contem com uma cadeira de rodas motorizada e dotada de diferentes sensores, o que permite uma interação muito boa com o usuário e com o ambiente ao seu redor, proporcionando deslocamentos mesmo em escadas ou rampas inclinadas.</span></p>
<p><figure id="attachment_76660" aria-describedby="caption-attachment-76660" style="width: 1050px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-76660 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/photo-1615506313305-e61daaa8cdcb.jpg" alt="Tecnologia para acessibilidade" width="1050" height="700" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/photo-1615506313305-e61daaa8cdcb.jpg 1050w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/photo-1615506313305-e61daaa8cdcb-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/photo-1615506313305-e61daaa8cdcb-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/photo-1615506313305-e61daaa8cdcb-768x512.jpg 768w" sizes="(max-width: 1050px) 100vw, 1050px" /><figcaption id="caption-attachment-76660" class="wp-caption-text">Cadeira de rodas automática/elétrica</figcaption></figure></p>
<h5 id="exoesqueleto">Exoesqueleto</h5>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Exoesqueleto é um outro desenvolvimento que está ajudando a melhorar o deslocamento de pessoas com deficiências motoras. Fazendo com que uma estrutura de um material muito resistente e moldável de acordo com as articulações do corpo humano. Um controle com algoritmos avançados para estabilidade de balanço é executado.</span></p>
<p><figure id="attachment_76661" aria-describedby="caption-attachment-76661" style="width: 400px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-76661 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/400px-Положение_сидя_в_экзоскелете_ExoHeaver.jpg" alt="" width="400" height="600" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/400px-Положение_сидя_в_экзоскелете_ExoHeaver.jpg 400w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/400px-Положение_сидя_в_экзоскелете_ExoHeaver-200x300.jpg 200w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /><figcaption id="caption-attachment-76661" class="wp-caption-text">Pessoa usando modelo de exoesqueleto</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Uma segunda vantagem de um sistema desse tipo é que permite a pessoa que por impossibilidade patológica, volte a andar. Estimulando a movimentação e não atrofia dos músculos pós trauma por permanecer muito tempo em uma só posição.</span></p>
<h3 id="deficiencia-auditiva" style="text-align: justify;"><b>Deficiência</b> <b>auditiva</b></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">A deficiência auditiva limita seus portadores da percepção dos sons do ambiente e principalmente inibe um dos canais mais importantes para comunicação. Pois devido a não poder ouvir a própria voz muitas vezes não conseguem também desenvolver a fala.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Uma solução que não é nova por parte de aparelhos de audição, que fazem com que os sons sejam captados por um dispositivo externo e então direcionados para o ouvido médio.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Esse tipo de aparelho auditivo é chamado de Implante Coclear, mais detalhes de como a cirurgia para instalação desse dispositivo é feita pode ser acompanhada no vídeo abaixo.</span></p>
<p><iframe title="Cochlear Implant Animation" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/QBi1Bij39H8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Entretanto há outros tipos de aparelhos auditivos possíveis, os quais não requerem uma cirurgia, e são instalados similarmente a um fone de ouvido. Podendo suprir uma dificuldade em ouvir quando esta limitação é de no máximo 70 dB. E como a tecnologia evolui a passos muito rápidos essa barreira pode ser superada em questão de tempo conforme novos dispositivos são desenvolvidos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-76653 " src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/photo-1611186814639-70155fc4c930-200x300.jpg" alt="" width="291" height="437" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/photo-1611186814639-70155fc4c930-200x300.jpg 200w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/photo-1611186814639-70155fc4c930.jpg 634w" sizes="(max-width: 291px) 100vw, 291px" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">A integração dos aparelhos auditivos com outros dispositivos com Bluetooth, permite que outras funções sejam agregadas ao dispositivo como audio-descrição de ambientes. Útil para quando se tem um guia no local, entregando uma maior sensação de pertencimento ao usuário.  </span></p>
<h3 id="deficiencia-cognitiva" style="text-align: justify;"><b>Deficiência cognitiva</b></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Uma deficiência que dado seu grau pode causar outros tipos de deficiências, como no caso do ilustre e conhecido físico inglês, Stephen Hawking. Ele tinha esclerose lateral amiotrófica, doença de Lou Gehrig. Que é uma doença cognitiva-motora que ao longo da sua vida foi avançando e causando mais e mais dificuldades.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-76654" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/640px-Stephen_hawking_2008_nasa_cropped.jpg" alt="" width="640" height="640" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/640px-Stephen_hawking_2008_nasa_cropped.jpg 640w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/640px-Stephen_hawking_2008_nasa_cropped-300x300.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/640px-Stephen_hawking_2008_nasa_cropped-150x150.jpg 150w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/640px-Stephen_hawking_2008_nasa_cropped-180x180.jpg 180w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/640px-Stephen_hawking_2008_nasa_cropped-400x400.jpg 400w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/640px-Stephen_hawking_2008_nasa_cropped-600x600.jpg 600w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Ele utilizava uma cadeira de rodas especial para se locomover, controlada por ele mesmo através de um </span><i><span style="font-weight: 400;">joystick.</span></i><span style="font-weight: 400;"> E quando perdeu a capacidade de falar, utilizou um dispositivo que convertia a vibração de suas cordas vocais em sons através de um computador. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">As tecnologias para esse tipo de deficiência, são focadas em aprendizado principalmente, pois considerando que a limitação imposta faz com que seja difícil absorver e aprender coisas novas. Portanto mais estímulos sensoriais são necessários para que seja possível a memorização e aprendizado. Mais detalhes sobre essa parte podem ser encontrados na parte 2 deste artigo.</span></p>
<h3 id="tecnologia-para-todos">Tecnologia para todos</h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Qualquer que seja a deficiência a qual a pessoas esteja acometida, e seja ela momentânea, temporária ou permanente.  Há meios de a tecnologia auxiliar nessas situações, seja com locomoção, comunicação, segurança, ou ainda implementando possibilidades. Como a de chamar elevador, ligar lâmpadas enquanto se estiver com as mãos ocupadas utilizando a voz ou gestos com a cabeça.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Ligar e operar eletrodomésticos com controle da voz ou através de um computador ou smartphone é uma possibilidade muito interessante. Também para quem tem dificuldade com a operação deles, dando autonomia para as pessoas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Enfim há implementações complexas e simples que podem ser feitas com tecnologias atualmente presentes e algumas que estão ensaiando seus primeiros passos. Como a captação de terminações nervosas. E as necessidades de todas as pessoas deveriam ser levadas em consideração sempre que for construído um novo empreendimento ou dispositivo. Fazendo com que as tecnologias de acessibilidade fiquem acessíveis de fato.</span></p>
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		<title>LHC: O Grande Colisor de Hádrons</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cayo César Nascimento Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Aug 2021 11:00:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Curiosidades da Engenharia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Não é novidade para ninguém que a engenharia desafia a tudo e a todos. O impossível não existe&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Não é novidade para ninguém que a engenharia desafia a tudo e a todos. O impossível não existe no dicionário dessa profissão cheia de vertentes.</p>
<p style="text-align: justify;">A mistura de vários campos da engenharia não poderia dar um resultado diferente: <span style="color: #ff6600;">a magnífica criação do LHC, sigla em inglês para <em>Large Hadron Collider</em>, o Grande Colisor de Hádrons</span>.</p>
<h3 id="projeto-do-lhc" style="text-align: justify;">Projeto do LHC</h3>
<p style="text-align: justify;">A ideia da construção do <strong>LHC</strong> veio durante uma conferência na Suíça, em 1984. Com a colaboração de 100 países e mais de 200 universidades e centros de pesquisas, a obra finalmente teve início em meados dos anos 90. A um custo de, aproximadamente, 10 bilhões de euros, foi inaugurado em 10 de setembro de 2008.</p>
<p style="text-align: justify;">Em formato de um tubo circular, tem 27 quilômetros comprimento e 7 metros de diâmetro, sendo, portanto, a maior máquina já construída pelo ser humano. Está a 100 metros de profundidade. De fato, é algo que chega a ser inimaginável.</p>
<p><figure id="attachment_75103" aria-describedby="caption-attachment-75103" style="width: 410px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-75103" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/localizacao-do-lhc.jpg" alt="frança" width="410" height="341" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/localizacao-do-lhc.jpg 410w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/localizacao-do-lhc-300x250.jpg 300w" sizes="(max-width: 410px) 100vw, 410px" /><figcaption id="caption-attachment-75103" class="wp-caption-text">Formato e localização do LHC.</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify;">Localiza-se no maior centro de pesquisa de física de partículas do mundo, o CERN (em francês, <em>Conseil Européen pour la Recherche Nucléaire</em>), na fronteira entre a França e a Suíça.</p>
<p style="text-align: justify;">Com pouco mais de uma semana dos inícios das operações, o LHC precisou ser desativado temporariamente por causa de um vazamento de hélio, ocasionado devido a uma conexão elétrica entre dois ímãs. Posteriormente, em novembro de 2009, a máquina foi religada.</p>
<h3 id="o-que-acontece-dentro-dos-laboratorios" style="text-align: justify;">O que acontece dentro dos laboratórios?</h3>
<p style="text-align: justify;">Antes de mais nada, <span style="color: #ff6600;">precisamos entender alguns conceitos</span>.</p>
<p style="text-align: justify;">Os hádrons são partículas formadas por meio da união de quarks, que não existem sozinhos, apenas em pares ou em trios, e formam os mésons e bárions.</p>
<p style="text-align: justify;">O bárion é uma partícula subatômica formada por três quarks. Por exemplo, um bárion famoso é o próton: composto por dois quarks up (carga elétrica +2/3) e um quark down (carga elétrica +1/3), tendo carga elétrica total de +1.</p>
<p><figure id="attachment_75104" aria-describedby="caption-attachment-75104" style="width: 248px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-75104" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/248px-Proton.svg_.png" alt="ud" width="248" height="248" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/248px-Proton.svg_.png 248w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/248px-Proton.svg_-150x150.png 150w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/248px-Proton.svg_-180x180.png 180w" sizes="(max-width: 248px) 100vw, 248px" /><figcaption id="caption-attachment-75104" class="wp-caption-text">Formato do próton: dois quarks up (u) e quark down (d)</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify;">No interior do maior colisor de partículas do mundo, prótons são acelerados a 99,93% da velocidade da luz, com a ajuda de campos elétricos.</p>
<p style="text-align: justify;">Os feixes rodam em uma direção dos tuneis atingindo até 7 teraelétron-volts (TeV). Enquanto outro feixe roda no sentido oposto. Quando colidem, geram uma energia de até 14 TeV, tão intensa que é capaz de formar partículas subatômicas momentâneas nunca observadas, como as que se formaram logo após o <strong>Big Bang</strong>.</p>
<p><figure id="attachment_75102" aria-describedby="caption-attachment-75102" style="width: 2400px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-75102 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/20190820_info_teoria_big-bang.jpg" alt="quark" width="2400" height="1275" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/20190820_info_teoria_big-bang.jpg 2400w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/20190820_info_teoria_big-bang-300x159.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/20190820_info_teoria_big-bang-1024x544.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/20190820_info_teoria_big-bang-768x408.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/20190820_info_teoria_big-bang-1536x816.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/20190820_info_teoria_big-bang-2048x1088.jpg 2048w" sizes="(max-width: 2400px) 100vw, 2400px" /><figcaption id="caption-attachment-75102" class="wp-caption-text">Partículas nos primeiros instantes do universo. Fonte: Beatriz Abdalla/Jornal da USP.</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify;">As partículas podem dar até 11.245 voltas por segundo no colisor. A pressão em algumas partes do LHC chega a 10<sup>-13</sup> atm, muito perto da pressão no espaço.</p>
<p style="text-align: justify;">Em funcionamento, pode chegar a temperaturas cem mil vezes maior do que a do sol. Também é refrigerado a -271,3 °C, próximo do zero absoluto.</p>
<p style="text-align: justify;">Conforme os cientistas, as novas partículas encontradas poderão esclarecer melhor o funcionamento do universo, hoje explicado pelo Modelo Padrão.</p>
<h3 id="experiencias" style="text-align: justify;">Experiências</h3>
<p style="text-align: justify;">O LHC trabalha com várias experiências. As principais são:</p>
<p style="text-align: justify;">ALICE – <em><strong>A L</strong>arge <strong>I</strong>on <strong>C</strong>ollider <strong>E</strong>xperiment </em>(Experimento do Grande Colisor de Íons): dentro desse laboratório trabalham mais de 1000 físicos de 31 países diferentes. Nele, é estudado um estado da matéria chamado plasma de quark-glúons, onde somente é possível em um meio extremamente enérgico, com colisões de íons pesados.</p>
<p><figure id="attachment_75105" aria-describedby="caption-attachment-75105" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-75105" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/LRsaba_CERN_0212_3219.jpg" alt="exp" width="1500" height="1000" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/LRsaba_CERN_0212_3219.jpg 1500w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/LRsaba_CERN_0212_3219-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/LRsaba_CERN_0212_3219-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/LRsaba_CERN_0212_3219-768x512.jpg 768w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /><figcaption id="caption-attachment-75105" class="wp-caption-text">ALICE.</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify;">ATLAS – <em><strong>A T</strong>oroidal <strong>L</strong>HC <strong>A</strong>pparatu<strong>s </strong></em>(Dispositivo Instrumental Toroidal para o LHC): Com mais de 2500 cientistas, tem 46 metros de comprimento, 25 metros de altura, 25 metros de largura e 7000 toneladas, o Atlas é um detector de partículas, onde, em 2013, foi detectada sinais do <strong>Bóson de Higgs</strong> (mais conhecido como partícula de Deus).</p>
<p><figure id="attachment_75106" aria-describedby="caption-attachment-75106" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-75106" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/lhc-atlas-620-original4.jpeg" alt="RI" width="620" height="349" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/lhc-atlas-620-original4.jpeg 620w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/lhc-atlas-620-original4-300x169.jpeg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/lhc-atlas-620-original4-400x225.jpeg 400w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/lhc-atlas-620-original4-600x338.jpeg 600w" sizes="(max-width: 620px) 100vw, 620px" /><figcaption id="caption-attachment-75106" class="wp-caption-text">ATLAS.</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify;">CMS – <em><strong>C</strong>ompact <strong>M</strong>uon <strong>S</strong>olenoid </em>(Solenoide Compacto de Múon): é um outro detector de partículas, assim como o Atlas, sendo uma versão mais compacta.</p>
<p><figure id="attachment_75107" aria-describedby="caption-attachment-75107" style="width: 1920px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-75107" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/detector_stripe01-min_0.jpg" alt="ENT" width="1920" height="1080" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/detector_stripe01-min_0.jpg 1920w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/detector_stripe01-min_0-300x169.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/detector_stripe01-min_0-1024x576.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/detector_stripe01-min_0-768x432.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/detector_stripe01-min_0-1536x864.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/detector_stripe01-min_0-400x225.jpg 400w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/detector_stripe01-min_0-600x338.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/detector_stripe01-min_0-800x450.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/detector_stripe01-min_0-1200x675.jpg 1200w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/detector_stripe01-min_0-1600x900.jpg 1600w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /><figcaption id="caption-attachment-75107" class="wp-caption-text">CMS.</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify;">LHCb – <em><strong>L</strong>arge<strong> H</strong>adron <strong>C</strong>ollider “<strong>b</strong>eauty”</em>: esse experimento é relacionado a física do <em>quark-bottom </em>(por isso a referência “<strong>b</strong>eauty”), buscando as respostas sobre as assimetrias da matéria e antimatéria no universo.</p>
<p><figure id="attachment_75108" aria-describedby="caption-attachment-75108" style="width: 1280px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-75108" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/maxresdefault.jpg" alt="you" width="1280" height="720" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/maxresdefault.jpg 1280w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/maxresdefault-300x169.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/maxresdefault-1024x576.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/maxresdefault-768x432.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/maxresdefault-400x225.jpg 400w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/maxresdefault-600x338.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/maxresdefault-800x450.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/maxresdefault-1200x675.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /><figcaption id="caption-attachment-75108" class="wp-caption-text">LHCb.</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify;">LHCf – <em><strong>L</strong>arge <strong>H</strong>adron <strong>C</strong>ollider “<strong>f</strong>orward”</em>: o pequeno detector LHCf faz com que as partículas colidam “roçando” uma na outra, em vez de colidirem de frente (<em>forward</em>), simulando os raios cósmicos através de altas energias.</p>
<p><figure id="attachment_75109" aria-describedby="caption-attachment-75109" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-75109" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/800px-LHCf.jpg" alt="cern" width="800" height="600" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/800px-LHCf.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/800px-LHCf-300x225.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/800px-LHCf-768x576.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/800px-LHCf-180x135.jpg 180w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/800px-LHCf-400x300.jpg 400w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/800px-LHCf-600x450.jpg 600w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-75109" class="wp-caption-text">LHCf.</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify;">TOTEM – <em><strong>Tot</strong>al <strong>E</strong>lastic and Diffractive Cross Section <strong>M</strong>easurement</em>: segundo o <a href="https://home.cern/science/experiments/totem">site oficial</a> do LHC, o experimento TOTEM visa fazer medição precisa do tamanho do próton e a luminosidade das colisões.</p>
<p><figure id="attachment_75110" aria-describedby="caption-attachment-75110" style="width: 400px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-75110" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/44940006_e8f18d8f-5b27-44a7-b121-77aa5012fa59.jpg" alt="bbc" width="400" height="260" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/44940006_e8f18d8f-5b27-44a7-b121-77aa5012fa59.jpg 400w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/44940006_e8f18d8f-5b27-44a7-b121-77aa5012fa59-300x195.jpg 300w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /><figcaption id="caption-attachment-75110" class="wp-caption-text">TOTEM.</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify;">FASER – <em><strong>F</strong>orw<strong>a</strong>rd <strong>S</strong>earch <strong>E</strong>xpe<strong>r</strong>iment</em>: ainda de acordo com o site oficial, esse laboratório está situado a 480 metros do ponto de colisão do ATLAS para pesquisar novas partículas leves e estudar neutrinos.</p>
<p><figure id="attachment_75111" aria-describedby="caption-attachment-75111" style="width: 1280px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-75111" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/1280px-FASER_Detector_Layout.png" alt="WI" width="1280" height="649" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/1280px-FASER_Detector_Layout.png 1280w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/1280px-FASER_Detector_Layout-300x152.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/1280px-FASER_Detector_Layout-1024x519.png 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/1280px-FASER_Detector_Layout-768x389.png 768w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /><figcaption id="caption-attachment-75111" class="wp-caption-text">FASER.</figcaption></figure></p>
<h3 id="o-futuro-do-lhc" style="text-align: justify;">O futuro do LHC</h3>
<p style="text-align: justify;">O LHC foi o substituto do LEP (<em>Large Electron-Positron collider</em>) e, atualmente, já se pensa no substituto do gigante.</p>
<p style="text-align: justify;">A CERN apresentou o projeto do FCC (Futuro Colisor Circular). <span style="color: #ff6600;">Com um custo de 25,5 bilhões de dólares, a expectativa é que comece a funcionar em 2050, terá um diâmetro de – pasmem – 100 quilômetros</span>.</p>
<p><figure id="attachment_75112" aria-describedby="caption-attachment-75112" style="width: 1440px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-75112" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/FCC-v2.jpg" alt="go" width="1440" height="690" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/FCC-v2.jpg 1440w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/FCC-v2-300x144.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/FCC-v2-1024x491.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/FCC-v2-768x368.jpg 768w" sizes="(max-width: 1440px) 100vw, 1440px" /><figcaption id="caption-attachment-75112" class="wp-caption-text">Comparação do FCC com o LHC.</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify;">Há críticos que digam que temos muitos mais problemas a serem resolvidos com essa quantia tão alta para a construção. Mas cientistas da CERN estão certos de que a proposta dará respostas que hoje são uma incógnita para a humanidade.</p>
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		<title>Engenheiro, que tal uma agenda para organização?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Robson José Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Jun 2021 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia Eletrônica]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
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		<category><![CDATA[Organização pessoal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Apesar de ser um recurso criado há muito tempo e de fácil acesso a grande maioria das pessoas.&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Apesar de ser um recurso criado há muito tempo e de fácil acesso a grande maioria das pessoas. A <a href="https://blog.asaas.com/agenda-diaria-dicas-para-o-profissional-se-organizar-melhor/">organização de tarefas</a> do dia a dia em uma agenda, não é um hábito da maioria da população.</p>
<p><figure id="attachment_73075" aria-describedby="caption-attachment-73075" style="width: 683px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/c-jtjc0g7i-1-scaled.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-73075 size-large" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/c-jtjc0g7i-1-683x1024.jpg" alt="man looking at phone" width="683" height="1024" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/c-jtjc0g7i-1-683x1024.jpg 683w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/c-jtjc0g7i-1-200x300.jpg 200w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/c-jtjc0g7i-1-768x1152.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/c-jtjc0g7i-1-1024x1536.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/c-jtjc0g7i-1-1365x2048.jpg 1365w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/c-jtjc0g7i-1-scaled.jpg 1707w" sizes="(max-width: 683px) 100vw, 683px" /></a><figcaption id="caption-attachment-73075" class="wp-caption-text">Photo by matthew reyes</figcaption></figure></p>
<h3 id="na-vida-profissional-este-e-um-recurso-necessario" style="text-align: justify;">Na vida profissional, este é um recurso necessário?</h3>
<p style="text-align: justify;">Existe uma grande diversidade de <a href="https://blogdaengenharia.com/dicas-para-gerenciar-processos-e-otimizar-o-seu-dia-a-dia-no-escritorio/">aplicativos e softwares</a> desenvolvidos com o intuito de facilitar a organização pessoal. Dentro de muitas corporações, a utilização destas ferramentas já é parte da rotina dos funcionários. Visto que este recurso facilita muito a organização e gestão de uma equipe. Muitos deles, permitem organizar reuniões, mostram a disponibilidade de cada membro para tal compromisso. Além é claro, de emitir lembretes para os compromissos.</p>
<h3 id="como-e-a-organizacao-de-um-engenheiro-durante-as-finalizacoes-de-projetos" style="text-align: justify;">Como é a organização de um engenheiro durante as finalizações de projetos?</h3>
<p style="text-align: justify;">A fase de conclusão de um projeto, é verdadeiramente conturbada na vida de um engenheiro. Geralmente, os projetos têm prazos muito curtos de execução e ao final de cada projeto, existem uma diversidade de tarefas acumuladas.</p>
<p style="text-align: justify;">Eliminar todas as pendências, finalizar todas as tarefas e entregar o projeto dentro da data limite é tarefa árdua; exige muito comprometimento do gestor. O ritmo de trabalho se torna muito mais intenso que o normal, algumas horas extras de trabalho são exigidas e por algumas vezes a vida profissional impacta de forma muito significativa na vida pessoal.</p>
<h3 id="uma-organizacao-profissional-bem-elaborada-pode-comprometer-sua-vida-pessoal-de-forma-positiva" style="text-align: justify;">Uma organização profissional bem elaborada pode comprometer sua vida pessoal de forma positiva?</h3>
<p style="text-align: justify;">Deixar que a vida profissional interfira nos compromissos pessoais é algo muito desagradável. Este descuido traz consequências ruins não só para o profissional em questão. Quando se trata de vida pessoal, o primeiro impacto é sofrido pela família.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando um compromisso pessoal é desmarcado, ou em casos piores até mesmo esquecido por conta de um compromisso profissional; é algo muito ruim para os envolvidos.</p>
<p style="text-align: justify;">Sem dúvida, passar por esta situação não é nada agradável. Isto traz insatisfação por parte dos familiares e amigos. E uma carga muito negativa de frustação, por parte de quem se esqueceu deste compromisso.</p>
<p style="text-align: justify;">Pensando por este lado, é evidente que uma boa organização pessoal de compromissos pode sim contribuir positivamente para a vida pessoal. Até mesmo trazendo uma vida mais saudável.</p>
<p style="text-align: justify;">Em primeiro lugar o compromisso com a família e com a saúde pessoal é imprescindível. Portanto, organizar-se pode ser um hábito construtivo de saúde e felicidade. Compromissos pessoais têm sua relevância na vida de cada um e a responsabilidade de cumprir com estes é fundamental para a saúde e felicidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, os compromissos pessoais, têm relevância muito significativa dentro da agenda de um engenheiro. Organizar uma agenda pessoal e profissional e honrar com ambos os compromissos é de fundamental importância para cada um.</p>
<p style="text-align: justify;">Conciliar esta agenda é responsabilidade de cada um e o principal objetivo deste artigo é mostrar que os compromissos pessoais e profissionais têm pesos dentro da vida em um geral. E a organização de agendas deve ser uma ferramenta para contribuir para a formação de uma vida profissional eficiente e produtiva que contribua para uma vida pessoal feliz e realizada.</p>
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		<title>Desmistificando a diferença entre energia solar térmica e fotovoltaica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thays Marques Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 May 2021 11:00:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cursos de Engenharia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A energia solar é oriunda da elementar fonte de energia do planeta terra, o sol. O Brasil é considerado&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">A energia solar é oriunda da elementar fonte de energia do planeta terra, o sol. O</span> <span style="font-weight: 400;">Brasil é considerado um país beneficiado a respeito dos índices de </span><span style="font-weight: 400;">radiação solar, visto que por ser um país posicionado na sua maior parte na região intertropical, possui grande potencial de energia solar durante todo ano (TIBA, 2000). </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Contudo, o proveito da energia solar ocorre de duas formas: térmica e fotovoltaica, existindo diferença entre elas. Portanto, <em><span style="color: #ff0000;">e<em>n</em>tenda a seguir quais são essas diferenças!</span></em></span></p>
<h3 id="energia-solar-termica" style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;"><strong>Energia Solar Térmica</strong> </span></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">A energia solar térmica ocorre através da captação do calor do sol, convertendo-o</span> <span style="font-weight: 400;">por meio do coletor solar em energia. Nesse processo, a energia solar térmica é</span> <span style="font-weight: 400;">destinada ao aquecimento de fluido, o que corriqueiramente serve para aquecer</span> <span style="font-weight: 400;">água. A partir disso, se pode tomar como exemplo, o uso desse sistema em atividades residências</span> <span style="font-weight: 400;">que utilizam piscinas, chuveiros e torneiras.</span><span style="font-weight: 400;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">De acordo com o funcionamento do coletor solar, temos três expressivos processos:</span> <span style="font-weight: 400;">irradiação, condução e convecção. A energia que incide por meio da irradiação é</span> <span style="font-weight: 400;">absorvida através da chapa metálica preta, cor esta que favorece a captação da</span> <span style="font-weight: 400;">radiação e, consequentemente, da emissão. É por intermédio dos coletores solares</span> <span style="font-weight: 400;">que a radiação solar é assimilada aquecendo o fluido que passa pelas tubulações.</span><span style="font-weight: 400;"> </span></p>
<p><figure id="attachment_71523" aria-describedby="caption-attachment-71523" style="width: 400px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-71523 size-full" style="font-weight: 400; font-size: 19.4286px;" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/fabrica-de-coletor-solar-01.jpg" alt="" width="400" height="267" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/fabrica-de-coletor-solar-01.jpg 400w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/fabrica-de-coletor-solar-01-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /><figcaption id="caption-attachment-71523" class="wp-caption-text">Fonte: Tecnosol</figcaption></figure></p>
<h3 id="energia-solar-fotovoltaica" style="text-align: justify;"><strong>Energia Solar Fotovoltaica </strong></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">A energia solar fotovoltaica é determinada por a conversão direta da radiação solar em eletricidade através do efeito fotovoltaico. Esse fenômeno refere-se a produção de uma diferença de potenc</span><span style="font-weight: 400;">ial elétrico no meio dos terminais e faz uso dos materiais </span><span style="font-weight: 400;">semicondutores, dado que a partir do aparecimento da luz solar ocorre o movimento dos el</span><span style="font-size: 1.21429rem;">étrons e os mesmos geram a corrente elétrica. A respeito desses materiais semicondutores, tem-se como exemplo as células solares que comumente o silício é utilizado na produção.</span></p>
<p><figure id="attachment_71524" aria-describedby="caption-attachment-71524" style="width: 853px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-71524 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/imagem-post-177.jpg" alt="" width="853" height="480" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/imagem-post-177.jpg 853w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/imagem-post-177-300x169.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/imagem-post-177-768x432.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/imagem-post-177-400x225.jpg 400w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/imagem-post-177-600x338.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/imagem-post-177-800x450.jpg 800w" sizes="(max-width: 853px) 100vw, 853px" /><figcaption id="caption-attachment-71524" class="wp-caption-text">Fonte: Engegrid</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Com finalidade de ocorrer a conversão da energia elétrica em corrente contínua (CC) para corrente alternada (CA), utiliza-se um equipamento denominado inversor. Assim sendo, esse inversor é um importante equipamento nos sistemas solares, isso porque os módulos fotovoltaicos geram energia elétrica em corrente contínua e a corrente que desfrutamos em residências nas tomadas é alternada</span><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Existem dois modelos de sistemas fotovoltaicos, sendo eles: Off-grid (sistemas isolados) e On-grid (conectado à rede). Logo, o Off-grid é um sistema autônomo que faz uso de baterias, as mesmas atuam como dispositivo de armazenamento de energia. Por outro lado, já no sistema On-grid, que é conectado a rede elétrica, permite produzir excedentes e, por conseguinte, desfrutar de créditos futuros. </span></p>
<h3 id="diferenca-entre-os-sistemas" style="text-align: justify;"><strong>Diferença entre os sistemas </strong></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Dessa forma, diante do que foi apresentado neste artigo, </span><span style="font-weight: 400;">a energia solar térmica é uma forma de utilizar a energia</span> <span style="font-weight: 400;">proveniente do sol como calor e a energia fotovoltaica é um tipo de tecnologia que</span> <span style="font-weight: 400;">gera corrente contínua a partir de semicondutores quando estes são iluminados por</span> <span style="font-weight: 400;">fóton (RIBEIRO, 2016). </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Portanto, </span><span style="font-weight: 400;">a diferença entre os sistemas corresponde ao fato de que a energia solar térmica é indicada ao aquecimento de fluido e a energia solar fotovoltaica é dirigida a geração de eletricidade. </span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #ff6600;">Siga também o instagram @eletrizandoo e conheça mais sobre as Energias Renováveis aqui! <a style="color: #ff6600;" href="https://blogdaengenharia.com/um-olhar-sobre-as-energias-renovaveis/">https://blogdaengenharia.com/um-olhar-sobre-as-energias-renovaveis/</a></span></p>
<hr />
<h4 id=""><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-71525 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/energia-solar-placas-1080x608-1.jpg" alt="Energia Solar: entenda a diferença entre a térmica e a fotovoltaica" width="1080" height="608" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/energia-solar-placas-1080x608-1.jpg 1080w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/energia-solar-placas-1080x608-1-300x169.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/energia-solar-placas-1080x608-1-1024x576.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/energia-solar-placas-1080x608-1-768x432.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/energia-solar-placas-1080x608-1-400x225.jpg 400w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/energia-solar-placas-1080x608-1-600x338.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/energia-solar-placas-1080x608-1-800x450.jpg 800w" sizes="(max-width: 1080px) 100vw, 1080px" /></h4>
<h4 id="-2"></h4>
<h4 id="referencias" style="text-align: center;"><strong>Referências </strong></h4>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400;">RIBEIRO, Nadja Cardoso Campos. Análise de sistema híbrido solar: fotovoltaico e</span> <span style="font-weight: 400;">térmico. 2016. [58] f., il. Trabalho de conclusão de curso (Bacharelado em</span> <span style="font-weight: 400;">Engenharia de Energia)—Universidade de Brasília, Brasília, 2016.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400;">Tiba, C. Atlas Solarimétrico do Brasil – banco de dados terrestres. Recife: Editora Universitária da UFPE, 2000. </span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400;">[1] Imagem</span><span style="font-weight: 400;">  </span><a href="https://www.tecnosol.net.br/fabrica-de-coletor-solar.php"><span style="font-weight: 400;">https://www.tecnosol.net.br/fabrica-de-coletor-solar.php</span></a><span style="font-weight: 400;"> </span></p>
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		<title>Por que os carros elétricos ainda não são populares no Brasil?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucas Henrique]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 May 2021 11:00:47 +0000</pubDate>
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<p style="text-align: justify;">Por que os carros elétricos ainda não são populares no Brasil? Mais que uma questão econômica, os carros elétricos no Brasil ainda não emplacaram por conta de diversos motivos, inclusive políticos. Assim, neste artigo você vai entender melhor a questão dos carros elétricos por aqui.</p>
<h5 id="ja-existem-carros-circulando-pelo-brasil" style="text-align: justify;">Já Existem carros circulando pelo brasil</h5>
<p style="text-align: justify;">Sim, já existem! “Apesar dos apesares” os carros elétricos já estão disponíveis para compra no Brasil. Entretanto, marcas como Renault, Volkswagen, BMW oferecem veículos com preços a partir de 130 mil Reais, sendo pouco acessíveis por conta do preço. Além disso, a tecnologia ainda é pouco comum no país, e pode ser difícil encontrar postos compatíveis com esse tipo de recarga.</p>
<p style="text-align: justify;">Vez ou outra somos bombardeados de notícias sobre lançamentos de veículos elétricos no mercado mundial. Assim, empresas como a Tesla investe muito nisso, sendo que a primeira ainda é especializada em carros que utilizam somente a energia limpa para a locomoção.</p>
<p style="text-align: justify;">Vários desafios são contabilizados para comercialização mais popular dos elétricos por aqui, principalmente sobre trâmites e impostos referentes a importação e escassez de pontos de abastecimento.</p>
<figure id="attachment_70509" aria-describedby="caption-attachment-70509" style="width: 750px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-70509 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/golf-eletrico.jpeg" alt="E-Golf snedo recarregado" width="750" height="500" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/golf-eletrico.jpeg 750w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/golf-eletrico-300x200.jpeg 300w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption id="caption-attachment-70509" class="wp-caption-text">Volkswagen E-Golf próximo ao posto de abastecimento elétrico</figcaption></figure>
<h5 id="compensa-investir-num-carro-eletrico-por-aqui" style="text-align: justify;">compensa investir num carro elétrico por aqui?</h5>
<p style="text-align: justify;">Por que os carros elétricos ainda não são populares no Brasil?</p>
<p style="text-align: justify;">Vamos parar para pensar um pouco. Suponhamos que uma pessoa decidiu adquirir um elétrico aqui no <a href="https://blogdaengenharia.com/">Brasil</a> e paga por impostos previstos para importação.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta pessoa está ciente do risco de comprar um veículo que ainda há muito poucos pontos de assistências técnicas autorizadas no <a href="https://www.aneel.gov.br/">Brasil</a> (pelo menos por enquanto).</p>
<p style="text-align: justify;">Entretanto,  em um mundo ideal o carro não apresentará nenhuma avaria mecânica/elétrica, porém vai chegar uma hora que esta veículo precisará de uma recarga.</p>
<p style="text-align: justify;">Pergunta: Seria fácil encontrar uma tomada para recarregá-lo aí na sua região? Muito provavelmente que a resposta é não. Entretanto, se encontrar, o tempo de uma recarga completa é de 4 a 6 horas contínuas. Percebe a complexidade do processo até aqui? veja que não é apenas uma questão de &#8220;grana&#8221; e política; chega ser até mesmo cultural!</p>
<p style="text-align: justify;">Claro que em países que já estão com esta tecnologia mais implementada que é o caso da Suécia, há postos de troca de baterias instantâneas, o que garante que a pessoa possa substituir imediatamente suas baterias e seguir sua viagem &#8211; infelizmente algo que parece um pouco distante aqui no Brasil.</p>
<figure id="attachment_70521" aria-describedby="caption-attachment-70521" style="width: 749px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-70521 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/eletrico-car.jpeg" alt="" width="749" height="500" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/eletrico-car.jpeg 749w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/eletrico-car-300x200.jpeg 300w" sizes="(max-width: 749px) 100vw, 749px" /><figcaption id="caption-attachment-70521" class="wp-caption-text">Carros elétricos estacionados carregando suas baterias</figcaption></figure>
<h5 id="politica-interna-sobre-os-veiculos-eletricos" style="text-align: justify;">política interna sobre os veículos elétricos</h5>
<p style="text-align: justify;">Infelizmente, por aqui ainda não há uma sinalização de política pública que estimule este mercado. Com a quase completa ausência de estímulos e incentivos à população a produção e comercialização dos <a href="https://blogdaengenharia.com/aplicativo-auxilia-na-manutencao-de-veiculos/">veículos</a> elétricos no país acaba que sendo inviável.</p>
<p style="text-align: justify;">O governo tem alguns desafios para enfrentar frotas de veículos elétricos no país por conta do mínimo de infraestrutura também. Contudo, os altos <span class="Apple-style-span">custos</span>, a relativa baixa <span class="Apple-style-span">autonomia</span>, ou até mesmo o medo de não encontrar postos para carregar inviabilizam a tecnologia.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro ponto, não menos importante seria a questão ambiental para analisar os descartes ou reciclagem das baterias para todos veículos adquiridos pela população. Lembrando que atualmente somos 212 milhões de brasileiros.</p>
<h5 id="pros-e-contras-sobre-ter-um-carro-eletrico" style="text-align: justify;">prós e contras sobre ter um carro elétrico</h5>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #ff6600;">Primeiro, vamos às vantagens de ter um carro elétrico:</span></strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Custo:</strong> o custo de carregar um carro elétrico fica mais viável do que gasolina ou etanol por exemplo.</li>
<li><strong>Eficiência:</strong> Acaba sendo maus tranquilo quando reduz a poluição sonora, tornando o carro elétrico uma escolha eficiente neste aspecto</li>
<li><strong>Manutenção:</strong> os carros elétricos têm menos peças móveis, ou seja, manutenção mais fácil. Mesmo carros elétricos híbridos (gasolina e eletricidade) geralmente tem menos manutenção mais baixos, porque usam a bateria em conjunto.</li>
<li><strong>Meio <a href="https://blogdaengenharia.com/gestao-de-carbono-o-legado-da-camargo-correa-para-o-meio-ambiente-blog-da-engenharia-facebook/">ambiente:</a></strong> Não é possível reduzir a zero as emissões de poluentes, porém é possível manter o ar mais limpo e saudável com o elétrico.</li>
<li><strong>Segurança: </strong>São mais seguros por conta da tecnologia embarcada, diminuindo muito riscos de acidentes e incêndios.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><strong>Desvantagens de ter um carro elétrico:</strong></span></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Autonomia: </strong>Em comparação com veículos à gasolina, diesel ou etanol, isso ainda está bem abaixo da média. Um veículo de médio porte, considerado com uma boa autonomia ainda está na faixa de 200 km para percorrer (claro que depende muito da maneira que o motorista conduz).</li>
<li><strong>Custo: </strong>Como já escrito anteriormente, os custos de produção, importação e manutenção são bastante elevados para realidade do país ainda.</li>
<li><strong>Tempo para recarregar:</strong> Tempo de recarga é de aproximadamente 6 horas, ou seja, um tempão pra esperar!</li>
<li><strong>Recarga:</strong> Não será uma tarefa fácil encontrar um ponto de recarga para o motorista conseguir seguir uma viagem de mais de 200 km.</li>
<li><strong>Tamanho:</strong> Os carros de passeio de até 4 lugares ainda são novidades no mundo, isso quer dizer que se você é amante de um SUV ou carro de grande porte, ainda não é a realidade.</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><em><span style="color: #ff6600;">Mas e aí, o que você pensa sobre ter veículos elétricos aqui no Brasil? Será que o Brasileiro não está preparado para esta tecnologia?</span></em></p>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="https://powershiftco.com.au"><em>Direito de Imagens reservados: Power Shift, clique aqui e confira mais sobre.</em></a></strong></p><p>The post <a href="https://blogdaengenharia.com/especiais/carreira/mercado-de-trabalho/engenharia-no-brasil/por-que-os-carros-eletricos-ainda-nao-sao-populares-no-brasil/">Por que os carros elétricos ainda não são populares no Brasil?</a> appeared first on <a href="https://blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>.</p>
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