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	<title>EngenhariadeAquicultura Archives | Blog da Engenharia</title>
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	<title>EngenhariadeAquicultura Archives | Blog da Engenharia</title>
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		<title>Nutrição na Aquicultura: o que você precisa saber!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ivanilson Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Apr 2022 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia de Aquicultura]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de Pesca]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A nutrição é extremamente importante para os organismos aquáticos assim como é importante para nós humanos. Usando uma&#8230;</p>
<p>The post <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-de-aquicultura/nutricao-na-aquicultura-o-que-voce-precisa-saber/">Nutrição na Aquicultura: o que você precisa saber!</a> appeared first on <a href="https://blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A nutrição é extremamente importante para os organismos aquáticos assim como é importante para nós humanos. Usando uma linguagem bem simples, que a professora de nutrição Débora Machado Fracalossi sempre fala &#8220;saco vazio não para em pé&#8221;, não é mesmo? Neste artigo, para te explicar melhor essa expressão, objetivamos resumir e apresentar uma visão geral da importância da nutrição na aquicultura.</p>



<p>E não será apenas este, teremos uma série de artigos sobre nutrição na aquicultura. E você aprenderá o porquê do animal precisar de todo um aporte de nutrientes através da dieta para poder crescer e desenvolver as suas funções vitais (ex. crescimento, reprodução). Você também irá entender sobre todos esses nutrientes essenciais que são necessários na ração de organismos aquáticos.</p>



<h3 id="mas-por-que-a-nutricao-na-aquicultura-e-tao-importante" class="wp-block-heading">Mas por que a nutrição na aquicultura é tão importante?</h3>



<h4 id="desempenho-do-animal" class="wp-block-heading">Desempenho do animal</h4>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="747" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/IMG_20210316_104451-1024x747.jpg" alt="" class="wp-image-81189" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/IMG_20210316_104451-1024x747.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/IMG_20210316_104451-300x219.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/IMG_20210316_104451-768x560.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/IMG_20210316_104451-1536x1120.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/IMG_20210316_104451-2048x1494.jpg 2048w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/IMG_20210316_104451-16x12.jpg 16w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/IMG_20210316_104451-380x277.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/IMG_20210316_104451-800x584.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/IMG_20210316_104451-1160x846.jpg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/IMG_20210316_104451-600x438.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/IMG_20210316_104451-scaled.jpg 2560w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Fonte: Ivanilson Santos</figcaption></figure></div>


<p>Além dos animais estarem ganhando peso e crescendo, a proporção desses nutrientes na ração definem a composição corporal do organismo, se o peixe vai ganhando gordura ou&nbsp;músculo, por exemplo. E isso é extremamente importante pensando em rendimento de carcaça ou de filé para a obtenção do produto.</p>



<p>Os nutrientes também refletem de forma direta na conversão alimentar. Este termo significa o quanto de ração precisamos fornecer para o animal ganhar 1 kg, sendo um importante parâmetro para estudar a parte econômica da aquicultura e da nutrição.</p>



<h4 id="custo-de-producao" class="wp-block-heading">Custo de produção</h4>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter"><img decoding="async" src="https://img.freepik.com/fotos-gratis/closeup-contador-maos-contagem-calculadora_1262-3170.jpg" alt="Closeup, contador, mãos, contagem, calculadora Foto gratuita" /><figcaption class="wp-element-caption">Fonte: freepik</figcaption></figure></div>


<p>O custo de produção também é fortemente influenciado pela nutrição.</p>



<h4 id="mas-por-que" class="wp-block-heading has-text-align-left"><em>Mas por quê?</em></h4>



<p>Isso é porque a ração é o insumo que mais onera o custo de produção, ou seja, a ração é considerada o insumo mais caro na produção aquícola.</p>



<h4 id="entao-o-que-acontece" class="wp-block-heading has-text-align-left"><em>Então o que acontece?</em></h4>



<p>É necessário ter cautela para escolher qual a ração para o uso,&nbsp;observar a qualidade dos ingredientes contidos e o quanto&nbsp;fornecemos para evitar desperdício, como também para promover um crescimento útil ou desejado. Rações de baixa qualidade necessitam de maior uso, enquanto rações de melhor qualidade necessitam de menor uso, o que influenciará diretamente na qualidade de água. Por isso é muito importante avaliar o custo benefício da ração selecionada.</p>



<p>Então esperamos que ao longo do texto (e dos futuros artigos) vocês aprendam um pouco de nossa experiência adquirida ao longo da formação sobre a importância de reconhecer uma boa dieta para sua produção.</p>



<p>Cada espécie tem suas próprias exigências nutricionais em termos de nutrientes. Os nutrientes essenciais são fundamentais para todas as espécies de organismos aquáticos que estudamos e cultivamos. Porém, a proporção de aminoácidos, a quantidade de carboidratos e de gordura varia de espécie para espécie. Por isso, é importante estudar e saber sobre nutrição na aquicultura.</p>



<p>Os artigos futuros também irão proporcionar condições de saber onde pesquisar essas informações e, assim, vocês poderão ter uma ideia de como é uma ração e aprenderão na teoria a formulá-las. E mesmo que você não trabalhe numa fábrica de ração, vocês terão condições de escolher uma boa ração para aplicar ou recomendar ao produtor.</p>



<h4 id="relacao-com-a-qualidade-da-agua" class="wp-block-heading">Relação com a qualidade da água</h4>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://blog.jencoi.com/hubfs/labratory_tubes_water.jpg" alt="What's in the Water: 7 Common Characteristics That Water Quality Instruments  Measure" /><figcaption class="wp-element-caption">Fonte: <a href="https://www.google.com/url?sa=i&amp;url=https%3A%2F%2Fblog.jencoi.com%2F7-common-characteristics-that-water-quality-instruments-measure&amp;psig=AOvVaw3X8ICWiA1xGgh1oUmpdwRd&amp;ust=1647289167158000&amp;source=images&amp;cd=vfe&amp;ved=0CAsQjRxqFwoTCOC698T0w_YCFQAAAAAdAAAAABAD">Jenco Water Quality Blog</a></figcaption></figure>



<p>Outra grande importância é que a nutrição afeta diretamente a qualidade da água. Isto é, toda ração que é adicionada na água, os nutrientes hidrossolúveis (e.g. proteína, aminoácidos) começam a se dissolver na água. Isso afetará a dinâmica daquele ambiente.</p>



<p>Então os nutrientes disponíveis facilitarão o desenvolvimento de algas, por exemplo, e a ração que não foi ingerida irá fermentar e, consequentemente, poderá piorar a qualidade da água, se não tiver cuidado com o arraçoamento e qualidade da ração que estamos incluindo no sistema.</p>



<p>Se nós imaginarmos um frango, que come sua comida e do ar retira o oxigênio. Já o peixe respira no mesmo meio onde eles retiram os nutrientes, que é a água. Então o oxigênio dissolvido na água é o qual o peixe vai respirar.</p>



<p>Portanto, qualquer coisa errada que fizermos na nutrição vamos prejudicar, de certa forma, o desenvolvimento dos animais e afetando o sistema de cultivo. Por isso que precisamos ter essa atenção para não arraçoar demais e/ou usar rações que não sejam adequadas para a espécie ou fase de cultivo que estamos trabalhando.</p>



<h3 id="algumas-principais-diferencas-entre-nutricao-na-aquicultura-e-outros-animais-domesticos-terrestres" class="wp-block-heading">Algumas principais diferenças entre nutrição na aquicultura e outros animais domésticos terrestres:</h3>



<h4 id="1-menor-exigencia-energetica" class="wp-block-heading">1. Menor exigência energética</h4>



<p>Os peixes estão dentro do grupo que chamamos de monogástricos (mono significando um; gástrico significando estômago) como o frango e o suíno, sendo diferentes dos ruminantes que são os poligástricos, que possuem o estômago onde é feita a fermentação e depois o estômago químico.</p>



<p>Então, se compararmos qual a grande diferença que existe na nutrição dos monogástricos terrestres e aquáticos, vamos perceber principalmente que os peixes têm menor exigência energética.</p>



<h6 id="mas-o-que-quer-dizer-isso" class="wp-block-heading"><em>Mas o que quer dizer isso?</em></h6>



<p>Eles precisam de menos energia na ração.</p>



<h6 id="e-por-que-eles-precisam-de-menos-energia" class="wp-block-heading"><em>E por que eles precisam de menos energia?</em></h6>



<p>Porque os organismos aquáticos juntamente com os anfíbios e os répteis são chamados de ectotérmicos (são organismos que não possuem uma temperatura corporal constante, variando dependendo da temperatura ambiente). Então, se esfriar a temperatura do peixe também vai baixar e o metabolismo dele irá retardar.</p>



<p>É importante destacar que cada espécie possui a sua temperatura ótima de crescimento. O que é diferente das aves e mamíferos, onde a temperatura é mantida constante.</p>



<p>Então são duas estratégias diferentes e que possuem seu sucesso, porém, essa estratégia de não manter a temperatura corporal constante permite uma economia de energia. Pois é necessário&nbsp; muita energia para manter a temperatura constante.</p>



<h6 id="de-onde-vem-essa-energia" class="wp-block-heading"><em>De onde vem essa energia?</em></h6>



<p>Da dieta!</p>



<p>Outro fato que implica essa menor exigência energética é que os animais aquáticos acabam gastando menos energia na locomoção e na sustentação na água em comparação com um animal terrestre não ter. Por isso a economia de energia.</p>



<p>E outra coisa que propicia uma economia energética bem importante é a excreção nitrogenada, ou seja, quando o animal ingere a proteína o excesso de nitrogênio que ele gerou vai ter que ser excretado. Os mamíferos excretam na forma de amônia, a famosa ureia. E para sintetizar a ureia gasta muita energia. Já nos organismos aquáticos a excreção nitrogenada se dá principalmente por amônia, por difusão com gasto energético bem mais reduzido.</p>



<p>Então são 3 as grandes economias de energia dos organismos aquáticos:<span style="color:#a31f00" class="has-inline-color"> </span><span class="has-inline-color has-black-color">não mantém a temperatura constante, gastam menos energia para se locomover e para se sustentar na água e também a excreção nitrogenada na forma de amônia requer muito menos energia.</span></p>



<h6 id="mas-qual-a-implicacao-em-ter-uma-menor-exigencia-energetica" class="wp-block-heading"><em>Mas qual a implicação em ter uma menor exigência energética?</em></h6>



<p>A implicação disso é que a ração terá mais proteína em relação a energia.</p>



<h4 id="2-acidos-graxos-essenciais" class="wp-block-heading">2. Ácidos graxos essenciais</h4>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://img.freepik.com/fotos-gratis/vista-superior-mao-escolher-capsulas-medicas_23-2148529747.jpg" alt="Vista superior mão escolher cápsulas médicas Foto gratuita" /><figcaption class="wp-element-caption">Fonte: freepik</figcaption></figure>



<p>Outra diferença que temos na nutrição de organismos aquáticos e terrestres é em relação aos ácidos graxos essenciais. Enquanto os animais terrestres necessitam principalmente dos ácidos graxos da série n-6 (ômega 6), os animais aquáticos tem essa exigência pela série n-3 (ômega 3).</p>



<p>Em artigos futuros sobre lipídios você irá entender melhor essas exigências e como isso pode modificar a formulação de uma ração, ou seja, o tipo de óleo que precisamos usar é diferente. E o quanto mais frio for o ambiente da espécie cultivada, como uma truta de ambiente frio, mais exigência ela terá para esses ácidos graxos da série n-3.</p>



<h6 id="e-qual-a-importancia-disso" class="wp-block-heading"><em>E qual a importância disso?</em></h6>



<p>É difícil achar fontes de n-3. Até recentemente a única fonte destes ácidos graxos eram as algas marinhas e o próprio peixe. Contudo, cada vez mais com um preço extremamente caro, tanto a farinha como o óleo de peixe.</p>



<p>Ultimamente tem se estudado as farinhas de algas para adicionar como aditivo alimentar na ração e já existem trabalhamos com isso mostrando que podemos suprir ácidos graxos da série n-3 através de alga. Inclusive, a tese de Priscila Rezende e dissertação do Colunista Ivanilson Santos fala sobre adição de macroalga como aditivo alimentar na ração do camarão-branco-do-pacífico.</p>



<p>Então os animais terrestres, como o gado, suínos e aves, não possuem esse tipo de exigência, assim como os peixes e os camarões precisam.</p>



<h6 id="mas-isso-e-em-funcao-de-que" class="wp-block-heading"><em>Mas isso é em função de quê?</em></h6>



<p>Essa configuração da série n-3 indica onde começa as ligações duplas na molécula do ácido graxo. Então o n-3 significa que começa no carbono 3 e n-6 no carbono 6.</p>



<p>Começando no carbono 3 nós teremos muito mais espaço para a insaturação dentro da molécula. Normalmente os ácidos graxos da série são muito mais insaturados que os da série n-6.</p>



<h6 id="mas-o-que-significa-isso" class="wp-block-heading"><em>Mas o que significa isso?</em></h6>



<p>Significa dizer que na hora que começa a baixar a temperatura, a tilápia por exemplo, começa a inserir ácidos graxos insaturados dentro da membrana.</p>



<h6 id="e-por-que-isso" class="wp-block-heading"><em>E por que isso?</em></h6>



<p>Porque irá ajudar a regular a fluidez da membrana. Então para manter as trocas de cada célula com o ambiente, essa configuração n-3 irá facilitar muito o aumento da insaturação dos ácidos graxos que compõem os fosfolipídios das membranas. Mas calma, iremos aprender mais sobre nutrição na aquicultura com mais detalhes em outros textos que pretendemos compartilhar com vocês. E qualquer dúvida é só falar conosco.</p>



<p>Mas com isso que falamos, podemos perceber uma grande diferença entre os animais terrestres e aquáticos.</p>



<h4 id="3-absorcao-de-minerais" class="wp-block-heading">3. Absorção de minerais</h4>



<p>Vamos para outra grande diferença, a absorção de minerais.</p>



<h6 id="mas-por-que-2" class="wp-block-heading"><em>Mas por quê?</em></h6>



<p>Porque os peixes e os camarões conseguem absorver minerais diretamente da água pelas brânquias e até pela pele. Enquanto que o gado, o suíno e as aves você sempre precisará fornecer esses minerais através da ração. Portanto, na hora que formulamos a ração é fundamental considerar isso. E existem alguns minerais que até não precisamos acrescentar devido à excelente absorção que tem na água.</p>



<h4 id="4-utilizacao-de-carboidratos" class="wp-block-heading">4. Utilização de carboidratos</h4>



<p>Os organismos aquáticos habitam um meio que tem pouco carboidrato comparado com a terra, que tem diversos grãos, tubérculos que tem bastante carboidrato e servem como itens alimentares para os animais. Já as espécies aquáticas usam a própria proteína para gerar energia. Vamos ver que os 3 macronutrientes (proteína, lipídios e carboidratos) podem gerar energia. Só que a energia gerada é muito cara e não queremos que a proteína seja usada para gerar energia.</p>



<p>Portanto, precisamos inserir a quantidade de carboidrato e lipídio suficiente para evitar que a proteína seja degradada para gerar energia.</p>



<p>Mas tem um detalhe, os animais aquáticos acabam não utilizando o carboidrato tão bem. Então é fundamental saber qual a quantidade necessária para a espécie que estamos trabalhando. E tudo isso é sem contar os diferentes hábitos alimentares que veremos nos próximos artigos, onde podemos ver que os peixes carnívores (truta) utilizam ainda bem pior o carboidrato do que os peixes onívores (tilápia).</p>



<p>Além de utilizar pior que os suínos e aves, ainda existe essa outra particularidade relacionada ao hábito alimentar. Ou seja, quanto mais carnívoro pior o peixe utiliza o carboidrato.</p>



<h4 id="5-exigencia-de-acido-ascorbico" class="wp-block-heading">5. Exigência de ácido ascórbico</h4>



<h6 id="o-que-e-acido-ascorbico" class="wp-block-heading"><em>O que é ácido ascórbico?</em></h6>



<p>É a vitamina C. Na natureza alguns organismos, como os humanos e os peixes, não possuem a habilidade de sintetizar vitamina C.</p>



<h6 id="o-que-isso-significa" class="wp-block-heading"><em>O que isso significa?</em></h6>



<p>Tem que ser adicionado na dieta. Na prática, não podemos usar um premix vitamínico e mineral de frango e suíno que não tem vitamina C na ração de peixe.</p>



<h4 id="6-ambiente-aquatico" class="wp-block-heading">6. Ambiente aquático</h4>



<p>A última grande diferença é o ambiente aquático, que é um meio que promove perdas de nutrientes, porque no momento que a ração entra em contato com a água os nutrientes hidrossolúveis, como já falamos mais acima, já começam a se perder.</p>



<p>A nutrição e alimentação inadequada ou de forma errada também afetam a qualidade da água.</p>



<p>E a outra diferença é que o ambiente aquático temos a produção do alimento natural (e.g. algas, copépodes, cladóceros) e algumas espécies conseguem aproveitar essa produtividade primária como alimento, e existem algumas produções onde os peixes nas suas fases iniciais são criados sem ração.</p>



<p>Esperamos que este artigo tenha despertado muita curiosidade, dúvidas e interesse em conhecer mais sobre a importância da nutrição na aquicultura.</p>



<p><strong>Autores:</strong> <a href="https://www.instagram.com/ivanilsonsnts/">Ivanilson Santos</a>; <a href="https://www.instagram.com/mayssa_oli/">Mayssa Oliveira</a>; <a href="https://www.instagram.com/priscila_rezende/">Priscila Rezende</a>.</p>



<p class="has-text-align-center"><em>Acompanhe&nbsp;</em><a href="https://www.instagram.com/ivanilsonsnts/"><em>@ivanilsonsnts</em></a><em> para mais conteúdo e conheça mais sobre a Engenharia de Pesca&nbsp;</em><a href="https://blogdaengenharia.com/author/ivanilson-de-lima/"><em>aqui</em></a><em>.</em></p>
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		<title>Concentrado de microalgas: o queridinho dos aquaristas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ivanilson Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Aug 2021 11:00:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia de Aquicultura]]></category>
		<category><![CDATA[AlimentoparaAquário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No primeiro artigo sobre microalgas, falamos sobre o seu potencial como o “alimento do futuro” por ser funcional,&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">No primeiro artigo sobre microalgas, falamos sobre o seu potencial</span> <a href="https://blogdaengenharia.com/microalgas-o-alimento-do-futuro/"> <span style="font-weight: 400">como o “alimento do futuro”</span></a><span style="font-weight: 400"> por ser funcional, saudável e altamente sustentável. Já no segundo artigo, conhecemos as aplicações de uma das espécies mais biotecnologicamente relevantes no mercado, a</span> <a href="https://blogdaengenharia.com/chlorella-o-superalimento-usado-ate-pela-nasa/"><i><span style="font-weight: 400">Chlorella</span></i></a><span style="font-weight: 400">. Neste artigo, vamos um pouco mais além e falaremos sobre a aplicação de concentrados de microalgas no aquarismo.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Portanto, se você é um aquarista ou deseja ter um aquário, mas não sabe qual alimento usar, este artigo é perfeito para você.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #ff6600"><i><span style="font-weight: 400">E mais uma vez aperte o cinto e vamos embarcar juntos nessa aventura e conhecer o grande aliado dos aquaristas!</span></i></span></p>
<h5 id="primeiramente-vamos-falar-da-importancia-das-microalgas-para-os-organismos-aquaticos" style="text-align: justify"><b>Primeiramente, vamos falar da importância das microalgas para os organismos aquáticos!</b></h5>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">As microalgas são organismos incríveis que têm aplicações em diversas áreas, desde funções básicas para o meio ambiente até para produção de cosméticos, fármacos e alimentação humana e animal.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">As microalgas são a base da cadeia alimentar nos ambientes aquáticos, por isso são muito importantes para a criação de organismos aquáticos. Mesmo que seja em apenas uma fase do seu ciclo de vida, todos os organismos cultivados dependem de microalgas. Na fase de larvicultura, peixes e camarões dependem das microalgas já que eles se alimentam de zooplâncton. Já os moluscos, dependem das microalgas em todas as fases, sendo que nas fases iniciais, larvicultura e semente, as microalgas são produzidas em laboratório, enquanto na engorda os moluscos filtram as microalgas disponíveis no ambiente. </span></p>
<h5 id="mas-afinal-por-que-adicionar-as-microalgas-nos-aquarios" style="text-align: justify"><b>Mas afinal, por que adicionar as microalgas nos aquários?</b></h5>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">A adição de microalgas nos aquários marinhos melhora o crescimento, coloração e resistência a doenças dos animais. Elas atuam de duas formas complementares, como alimento direto para corais e outros organismos filtradores como tridacnas, que apesar de obterem energia através da fotossíntese feita pelas zooxantelas, ingerem ativamente plâncton. O outro benefício para os aquários é a proliferação da microvida, que também suplementa a alimentação de peixes e corais.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Essa microvida que citamos é composta por todos os organismos microscópicos que vivem nos ambientes aquáticos, que são os copépodes, anfípodes e rotíferos. Portanto, uma microvida alimentada com microalgas é altamente nutritiva e rica em lipídeos essenciais, pigmentos e proteínas. Além dessa função nutricional, também promove o bem-estar dos animais.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Pelo seu alto valor nutritivo, as microalgas também podem ser usadas para cultivo e enriquecimento de alimento vivo, e também para enriquecer a dieta de reprodutores, sendo imprescindíveis para a formação dos gametas.</span></p>
<h5 id="que-maravilha-entao-como-faco-para-conseguir-as-microalgas" style="text-align: justify"><b>Que maravilha! Então como faço para conseguir as microalgas?</b></h5>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Quem tem aquário marinho em casa que já teve alguma desova de peixes ou tentou fazer a larvicultura deles com certeza deve saber o quanto é trabalhoso manter toda essa estrutura de cultivo em casa. São cuidados com cepas, culturas, nutrientes e sempre acontece um imprevisto e a cultura morre.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Para facilitar o hobby de muitas pessoas, uma empresa recente no mercado conhecida como</span> <a href="https://www.instagram.com/algabloom/"> <span style="font-weight: 400">Algabloom</span></a><span style="font-weight: 400">, desenvolve alimentos para organismos aquáticos a partir de microalgas que já estão prontos para usar.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Esses alimentos são denominados como concentrados de microalgas e podem ser usados para diversos organismos aquáticos. São usados para facilitar o trabalho dos produtores e diminuir o risco de perdas em larviculturas devido a contaminações das culturas de microalgas.</span></p>
<p><figure id="attachment_74285" aria-describedby="caption-attachment-74285" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-74285 size-large" style="font-weight: bold;text-align: center;font-size: 1.21429rem" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/concentrado-de-microalgas-1024x768.jpg" alt="" width="1024" height="768" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/concentrado-de-microalgas-1024x768.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/concentrado-de-microalgas-300x225.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/concentrado-de-microalgas-768x576.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/concentrado-de-microalgas-1536x1152.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/concentrado-de-microalgas-2048x1536.jpg 2048w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/concentrado-de-microalgas-180x135.jpg 180w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/concentrado-de-microalgas-400x300.jpg 400w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/concentrado-de-microalgas-600x450.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/concentrado-de-microalgas-800x600.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/concentrado-de-microalgas-1200x900.jpg 1200w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/concentrado-de-microalgas-1600x1200.jpg 1600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/concentrado-de-microalgas-scaled.jpg 2560w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-74285" class="wp-caption-text">Embalagem do concentrado de microalgas da Algabloom. Fonte: Rafael Sales.</figcaption></figure></p>
<h5 id=""></h5>
<h5 id="vale-a-pena-usar-concentrado-de-microalgas" style="text-align: justify"><b>Vale a pena usar concentrado de microalgas?</b></h5>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Como o nome já diz, o concentrado da Algabloom é cerca de 400x mais concentrado que as culturas de microalgas, então rende muito!</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Cultivar microalgas dá trabalho e contaminações das culturas acontecem, já o concentrado é prático porque está pronto para usar, é só deixar na geladeira e dosar a quantidade necessária.</span></p>
<p><figure id="attachment_74502" aria-describedby="caption-attachment-74502" style="width: 766px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-74502 size-large" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/dosagem-do-concentrado-de-microalgas-766x1024.jpeg" alt="" width="766" height="1024" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/dosagem-do-concentrado-de-microalgas-766x1024.jpeg 766w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/dosagem-do-concentrado-de-microalgas-224x300.jpeg 224w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/dosagem-do-concentrado-de-microalgas-768x1026.jpeg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/dosagem-do-concentrado-de-microalgas.jpeg 868w" sizes="(max-width: 766px) 100vw, 766px" /><figcaption id="caption-attachment-74502" class="wp-caption-text">Preparamentos para a aplicação do concentrado de microalgas em aquários. Fonte: Rafael Sales.</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify"><strong>Veja o vídeo a seguir e aprenda como usar o concentrado de microalgas da <a href="https://www.instagram.com/algabloom/">Algabloom</a>.</strong></p>
<p><iframe title="AQUARIO MARINHO | ALGABLOOM - A SUPER PASTA DE ALGAS NANNOCLOROPSIS - ALIMENTO PARA CORAIS" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/7WoGxeCl-68?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Além disso, usar os concentrados de microalgas evita a introdução de patógenos e compostos nitrogenados e fosfatados provenientes do meio de cultura das microalgas, assim não sobrecarrega o filtro biológico e impede a proliferação de algas indesejadas. Para isso, os produtos são testados cientificamente.</span></p>
<h5 id="qual-especie-e-usada-para-fazer-o-concentrado-de-microalgas" style="text-align: justify"><b>Qual espécie é usada para fazer o concentrado de microalgas?</b></h5>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">A Algabloom produz atualmente concentrados de </span> <a href="https://www.sciencedirect.com/topics/agricultural-and-biological-sciences/nannochloropsis"><i><span style="font-weight: 400">Nannochloropsis</span></i></a><span style="font-weight: 400">, uma microalga muito usada para a larvicultura de peixes marinhos, rotíferos e artêmias. Além dessa espécie, também estão desenvolvendo concentrados de outras espécies.</span></p>
<h5 id="como-surgiu-a-algabloom" style="text-align: justify"><b>Como surgiu a Algabloom?</b></h5>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">A Algabloom foi fundada pelo</span> <a href="https://www.instagram.com/rafael_ojs/"> <span style="font-weight: 400">Rafael Sales</span></a><span style="font-weight: 400"> que estudou Oceanologia na</span><a href="https://www.instagram.com/furgoficial/"> <span style="font-weight: 400">FURG</span></a><span style="font-weight: 400">, fez mestrado em Oceanografia na </span><a href="https://www.ufpe.br/"><span style="font-weight: 400">UFPE</span></a><span style="font-weight: 400"> e doutorado em Aquicultura na </span><a href="https://www.instagram.com/universidadeufsc/"><span style="font-weight: 400">UFSC</span></a><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p><figure id="attachment_74284" aria-describedby="caption-attachment-74284" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-74284 size-large" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/Fundador-da-Algabloom-Rafa-1024x768.jpg" alt="concentrado de microalgas" width="1024" height="768" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/Fundador-da-Algabloom-Rafa-1024x768.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/Fundador-da-Algabloom-Rafa-300x225.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/Fundador-da-Algabloom-Rafa-768x576.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/Fundador-da-Algabloom-Rafa-1536x1152.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/Fundador-da-Algabloom-Rafa-2048x1536.jpg 2048w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/Fundador-da-Algabloom-Rafa-180x135.jpg 180w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/Fundador-da-Algabloom-Rafa-400x300.jpg 400w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/Fundador-da-Algabloom-Rafa-600x450.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/Fundador-da-Algabloom-Rafa-800x600.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/Fundador-da-Algabloom-Rafa-1200x900.jpg 1200w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/Fundador-da-Algabloom-Rafa-1600x1200.jpg 1600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/Fundador-da-Algabloom-Rafa-scaled.jpg 2560w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-74284" class="wp-caption-text">Fundador da <span style="font-weight: 400">Algabloom</span>. Fonte: Rafael Sales.</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Ele trabalha com microalgas a mais de 10 anos, e desenvolveu um concentrado de microalgas para uso na larvicultura de peixes marinhos.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Ao ver o potencial desse produto para facilitar o trabalho dos produtores e garantir segurança e qualidade para promover o crescimento da aquicultura brasileira, ele decidiu fundar a Algabloom. Por ter trabalhado também com peixes ornamentais percebeu que o concentrado de microalgas também seria uma solução para os aquaristas marinhos terem aquários mais bonitos de forma simples e prática. </span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Para mais informações acesse:</span> <a href="https://www.instagram.com/algabloom/"><span style="font-weight: 400">@algabloom</span></a>.</p>
<hr />
<p style="text-align: center"><strong><span style="color: #ff6600"><i>Artigo escrito pelo Colunista</i> <a style="color: #ff6600" href="https://blogdaengenharia.com/author/ivanilson-de-lima/"><i>Ivanilson Santos</i></a><i> e pelo Fundador da Algabloom</i><a style="color: #ff6600" href="https://www.instagram.com/rafael_ojs/"> <i>Rafael Sales</i></a><i>.</i></span></strong></p>
<hr />
<p style="text-align: center"><span style="color: #ff6600"><i><span style="font-weight: 400">Siga </span></i><a style="color: #ff6600" href="https://www.instagram.com/ivanilsonsnts/"><i><span style="font-weight: 400">@ivanilsonsnts</span></i></a><i><span style="font-weight: 400"> e</span></i><a style="color: #ff6600" href="https://www.instagram.com/algabloom/"> <i><span style="font-weight: 400">@algabloom</span></i></a><i><span style="font-weight: 400"> para mais conteúdo e aproveite para conhecer mais sobre Engenharia de Pesca </span></i><a style="color: #ff6600" href="https://blogdaengenharia.com/author/ivanilson-de-lima/"><i><span style="font-weight: 400">aqui</span></i></a><i><span style="font-weight: 400">.</span></i></span></p>
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		<title>Tilapicultura: O setor que está dominando o mundo!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mayssa Nascimento de Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Aug 2021 11:00:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia de Aquicultura]]></category>
		<category><![CDATA[#BDE]]></category>
		<category><![CDATA[#engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[#tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Aquicultura]]></category>
		<category><![CDATA[EngenhariadeAquicultura]]></category>
		<category><![CDATA[Mayssa]]></category>
		<category><![CDATA[Tilapicultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você já ouviu falar em aquicultura? Provavelmente já! Mas e a tilapicultura? Certamente não, no entanto, tenho certeza&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Você já ouviu falar em aquicultura? Provavelmente já! Mas e a tilapicultura? Certamente não, no entanto, tenho certeza que já viu e consumiu. Ficou curioso agora? <em><span style="color: #ff0000;">Então, vem comigo para conhecer melhor e saber as perceptivas da tilapicultura para o mercado.</span></em></p>
<p><figure id="attachment_73530" aria-describedby="caption-attachment-73530" style="width: 626px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-73530" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/freepik-1.jpg" alt="" width="626" height="487" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/freepik-1.jpg 626w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/freepik-1-300x233.jpg 300w" sizes="(max-width: 626px) 100vw, 626px" /><figcaption id="caption-attachment-73530" class="wp-caption-text">Fonte: Freepik.</figcaption></figure></p>
<h4 id="mas-afinal-o-que-e-tilapicultura" style="text-align: justify;"><strong>Mas afinal, o que é tilapicultura?</strong></h4>
<p style="text-align: justify;">A <a href="https://blogdaengenharia.com/aquicultura-por-que-investir-neste-setor/">aquicultura</a> se divide em algumas modalidades de cultivo de organismos aquáticos, dentre elas a <a href="https://blogdaengenharia.com/piscicultura-no-brasil-o-que-e-e-qual-a-importancia/">piscicultura</a> é a mais difundida. A piscicultura, é a técnica que estuda cultivo e reprodução de peixes, e uma das espécies que mais se destaca no mercado mundial é a tilápia (em especial a tilápia-do-nilo ou <em>Oreochromis niloticus</em>), que origina o termo<em> <span style="color: #ff0000;">tilapicultura.</span></em></p>
<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-73623 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/Principais-Tilápias.png" alt="Tilapicultura" width="833" height="725" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/Principais-Tilápias.png 833w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/Principais-Tilápias-300x261.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/Principais-Tilápias-768x668.png 768w" sizes="(max-width: 833px) 100vw, 833px" /></p>
<hr />
<h4 id="expansao-mundial" style="text-align: justify;"><strong>Expansão mundial</strong></h4>
<p style="text-align: justify;">A tilápia é uma espécie oriunda da África e está presente em todos os continentes. Ela foi uma das primeiras espécies de peixes que o homem reproduziu em cativeiro. Existem dados de que a China já cultivava há vários séculos antes, e de que o Egito já cultivava a tilápia há 4.000 anos antes.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao longo dos anos, a tilápia foi sendo introduzida no ocidente e fazendo-se uma considerável fonte de proteína alimentar. Somente no século XX o Brasil começou a produzir tilápia, apenas nos anos 90 iniciou a busca por mais estudos. Assim, veio o melhoramento genético e desenvolvimento de técnicas de manejo e de cultivo.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo a <a href="http://www.fao.org/3/ca9229en/ca9229en.pdf">FAO (2020)</a>, a tilápia-do-nilo é terceira espécie mais cultivada no mundo, apenas sendo superada pelas carpas <em>Ctenopharyngodon idellus</em> e <em>Hypophthalmichthys molitrix</em>.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>E só para deixar você mais interessado&#8230;</em> Por ser considera a comunidade de peixes que mais cresce no mercado mundial, as tilápias já ganharam o apelido de “frango aquático”.</p>
<h4 id="producao-brasileira"><strong>Produção brasileira</strong></h4>
<p style="text-align: justify;">O Brasil ocupa a posição de 4º lugar como maior produtor de tilápia do mundo com cerca de 520 mil toneladas em 2020, ficando atrás apenas da China com uma produção de 2,00 milhões de toneladas, Indonésia com 1,40 milhões de toneladas e Egito que produziu 990 mil toneladas (<a href="https://www.peixebr.com.br/anuario-2021/">Anuário Peixe BR 2021</a>).</p>
<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-73709 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/Produtores-mundial.jpg" alt="Tilapicultura " width="641" height="720" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/Produtores-mundial.jpg 641w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/Produtores-mundial-267x300.jpg 267w" sizes="(max-width: 641px) 100vw, 641px" /></p>
<p style="text-align: justify;">O estado do Paraná, lidera com grande vantagem com 166.000 toneladas, em seguida o estado de São Paulo com 70.500 toneladas, em terceiro lugar Minas Gerais com 42.100 toneladas, Santa Catarina com 40.056 toneladas, e em quinto lugar o estado de Mato Grosso do Sul com 29.090 toneladas (<a href="https://www.peixebr.com.br/anuario-2021/">Anuário Peixe BR 2021</a>).</p>
<p><figure id="attachment_73533" aria-describedby="caption-attachment-73533" style="width: 1280px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-73533 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/Produtor.jpg" alt="Tilapicultura " width="1280" height="720" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/Produtor.jpg 1280w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/Produtor-300x169.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/Produtor-1024x576.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/Produtor-768x432.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/Produtor-400x225.jpg 400w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/Produtor-600x338.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/Produtor-800x450.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/Produtor-1200x675.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /><figcaption id="caption-attachment-73533" class="wp-caption-text">Imagem adaptada: Anuário Peixe BR 2021.</figcaption></figure></p>
<h4 id="o-que-torna-a-tilapicultura-atrativa" style="text-align: justify;"><strong>O que torna a tilapicultura atrativa?</strong></h4>
<p>O Brasil possui 12% de toda água doce do planeta, tornando-se viável a criação em tanques-rede, viveiros escavados ou em outros sistemas.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o produtor, a tilápia é uma espécie rústica, com alto índice de tolerância a variações de temperatura da água e oxigenação, resistente a manejo e doenças, tolera ser cultivada em altas densidades, possui crescimento rápido, <a href="https://www.aquamat.com.br/wp-content/uploads/informativos-tecnicos/tilapia/nutricao_e_alimentacao_de_tilapias__parte_2.pdf">conversão alimentar</a> que pode ter alteração de 1,3 a 1,5 quilo de ração para quilo de peixe e apresenta uma grande capacidade reprodutiva.</p>
<p style="text-align: justify;">Além das vantagens para o produtor, o consumidor pode desfrutar de um peixe com alta qualidade de filé e uma carne com alto valor proteico, com uma quantidade significativa de ômega-3, uma carne branca, sem odor intenso, magra, com capacidade render filés sem espinhas, e uma carne saborosa.</p>
<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-73534" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/consumo-tilápia.jpg" alt="" width="2000" height="1600" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/consumo-tilápia.jpg 2000w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/consumo-tilápia-300x240.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/consumo-tilápia-1024x819.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/consumo-tilápia-768x614.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/consumo-tilápia-1536x1229.jpg 1536w" sizes="(max-width: 2000px) 100vw, 2000px" /></p>
<p style="text-align: justify;">Por outro lado, a criação de tilápia não se baseia apenas para o consumo gastronômico, a utilização da pele de tilápia é bastante promissora. Isso porque <a href="https://www.ufc.br/noticias/15386-iniciadas-na-ufc-pesquisas-com-pele-de-tilapia-ja-sao-aplicadas-a-odontologia-nutricao-e-cosmetica-alem-de-13-especialidades-medicas">pesquisadores brasileiros da Universidade Federal do Ceará</a>, usam pele de tilápia para tratar queimaduras, ferida, cirurgias ginecológicas e medicina regenerativa, não se estendendo apenas para humanos, mas também para animais vítimas de queimadas.</p>
<blockquote><p><em>Já a pele de tilápia tem efeito de cicatrização mais rápido e não necessita de tantas trocas, já que o colágeno interage com a ferida da queimadura facilitando o processo de cicatrização. Afirmou Marcelo Borges, professor da Faculdade de Medicina de Olinda em Pernambuco.</em></p></blockquote>
<h4 id="desafios" style="text-align: justify;"><strong>Desafios</strong></h4>
<p style="text-align: justify;">Apesar do Brasil apresentar dados satisfatório para o crescimento no mercado mundial, existem gargalos que vão em contramão. Atualmente, piscicultura enfrenta dificuldade em comercialização com cenário atual com pandemia, além de dificuldade para tornar o licenciamento ambiental mais eficiente, os produtores encontram dificuldade com o custo da ração que corresponde por grande parte do custo da produção e com desenvolvimento tecnológico.</p>
<p style="text-align: justify;">Em conclusão, esses desafios podem ser abordados como oportunidade para quem se interessa, pois o mercado da tilapicultura tem grandes perspectivas de crescimento e gera bilhões de reais através da proteína animal.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #ff6600;"><strong><em>Mas e você, o que achou? Vale a pena mergulhar nesse mercado bilionário?</em></strong></span></p>
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		<title>Aquicultura 4.0: A revolução tecnológica no campo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mayssa Nascimento de Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Aug 2021 11:00:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia de Aquicultura]]></category>
		<category><![CDATA[Aquicultura]]></category>
		<category><![CDATA[ciência]]></category>
		<category><![CDATA[EngenhariadeAquicultura]]></category>
		<category><![CDATA[Mayssa]]></category>
		<category><![CDATA[softaware]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Definitivamente, estamos na era da tecnologia. O surgimento dessa era está em linha com as tendências de diversos setores que buscam conectividade e inovação tecnológica. <span style="color: #ff6600;"><em>Venha comigo para entender os conceitos e benefícios da Aquicultura 4.0.</em></span></p>
<h4 id="introducao" style="text-align: justify;"><strong>Introdução</strong></h4>
<p style="text-align: justify;">Acima de tudo, devemos lembrar que a aquicultura é considerada a indústria de alimentos que <a href="https://blogdaengenharia.com/aquicultura-por-que-investir-neste-setor/">mais cresceu nos últimos 50 anos</a>. De acordo com dados da <em><span style="color: #ff0000;"><a style="color: #ff0000;" href="http://www.fao.org/3/ca9229en/ca9229en.pdf">FAO (2020)</a></span></em>, a indústria está produzindo cerca de 179 milhões de toneladas, e estima-se que a produção aumentará para 20 milhões de toneladas até 2030. Porém, os profissionais que atuam na área precisam estar preparados para a alta demanda. A aquicultura 4.0 foi criada para atender às necessidades da demanda de produção.</p>
<p><figure id="attachment_74045" aria-describedby="caption-attachment-74045" style="width: 1280px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-74045 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/Expectativa-para-o-consumo-de-pescado-global-em-2012-e-2030.png" alt="Aquicultura" width="1280" height="720" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/Expectativa-para-o-consumo-de-pescado-global-em-2012-e-2030.png 1280w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/Expectativa-para-o-consumo-de-pescado-global-em-2012-e-2030-300x169.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/Expectativa-para-o-consumo-de-pescado-global-em-2012-e-2030-1024x576.png 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/Expectativa-para-o-consumo-de-pescado-global-em-2012-e-2030-768x432.png 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/Expectativa-para-o-consumo-de-pescado-global-em-2012-e-2030-400x225.png 400w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/Expectativa-para-o-consumo-de-pescado-global-em-2012-e-2030-600x338.png 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/Expectativa-para-o-consumo-de-pescado-global-em-2012-e-2030-800x450.png 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/Expectativa-para-o-consumo-de-pescado-global-em-2012-e-2030-1200x675.png 1200w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /><figcaption id="caption-attachment-74045" class="wp-caption-text">Imagem adaptada do livro: Aquicultura no Brasil: Novas Perspectivas</figcaption></figure></p>
<h4 id="como-surgiu-o-conceito" style="text-align: justify;">Como surgiu o conceito</h4>
<p style="text-align: justify;">O conceito 4.0 – Quarta Revolução industrial – um planejamento do governo alemão, com o objetivo de inovações tecnológicas que mudariam o mundo e modelar industrias no futuro.</p>
<p style="text-align: justify;">Em primeiro lugar, para compreendermos melhor o conceito é preciso voltarmos alguns anos atrás nas aulas de histórias, onde era abordado as três revoluções industriais.</p>
<p style="text-align: justify;">Primeira Revolução industrial: Em 1784, invenção da produção mecânica desenvolvida por água e vapor.</p>
<p style="text-align: justify;">Segunda Revolução Industrial: Em 1870, difusão da produção em massa fundamentada na eletricidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Terceira Revolução Industrial: Em 1969, era da automação e robótica, com suporte da informática.</p>
<p style="text-align: justify;">Quarta Revolução Industrial: Atualmente, robôs autônomos, realidade aumentada, computação em nuvem, cibersegurança e<span style="color: #ff0000;"><em> <a style="color: #ff0000;" href="https://blogdaengenharia.com/internet-das-coisas-a-revolucao-da-tecnologia/">internet das coisas.</a></em></span></p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">O alemão Klaus Schawab, desenvolvedor da ideia descreve: “Estamos à beira de uma revolução tecnológica que modificará a forma que vivemos, trabalhamos e nos relacionamos”.</p>
</blockquote>
<p>E de fato, isso está mudando, porque essa mudança está acontecendo em todas as áreas.</p>
<h4 id="aquicultura-4-0"><strong>Aquicultura 4.0</strong></h4>
<p style="text-align: justify;">A aquicultura 4.0 surgirá inevitavelmente devido à necessidade de melhorias. Segundo dados da FAO (2020), a aquicultura atingiu aproximadamente 179 milhões de toneladas de peixes e 156 milhões de toneladas de consumo humano em 2018. Além disso, o mercado precisa de mudanças que levem à consciência técnica, social e ambiental, visando a segurança alimentar das próximas décadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Aquicultura 4.0 não perde a essência, ela agrupa tecnologia, conhecimento cientifico e um produto de qualidade para o consumidor final, visando o bem-estar dos organismos aquáticos e se preocupando com os impactos na natureza. Em suma, a nova revolução visa otimizar a produção, aumentar a produtividade, expandir mercados e atingir níveis inexplorados.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Para o seu interesse,</em> o mercado já oferece <em><span style="color: #ff0000;"><a style="color: #ff0000;" href="https://www.instagram.com/p/CPG_DNBJz3q/">aplicativos que auxiliam</a></span></em> no monitoramento do desempenho da produtividade e na realização de cálculos parciais, entre outras tecnologias.</p>
<p style="text-align: justify;">Esses novos sistemas simplificam e otimizam a vida dos produtores, podendo utilizar tecnologias inovadoras para utilizar um mapa completo da área aquícola para analisar as condições desfavoráveis ​​para a produção futura, e aumentar os dados de produtividade.</p>
<h3 id="vantagens-da-aquicultura-4-0" style="text-align: justify;"><strong>Vantagens da aquicultura 4.0</strong></h3>
<p><figure id="attachment_74103" aria-describedby="caption-attachment-74103" style="width: 2560px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-74103" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/20943477-scaled.jpg" alt="" width="2560" height="1707" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/20943477-scaled.jpg 2560w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/20943477-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/20943477-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/20943477-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/20943477-1536x1024.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/20943477-2048x1365.jpg 2048w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /><figcaption id="caption-attachment-74103" class="wp-caption-text">Fonte: <a href="http://www.freepik.com">Designed by vectorjuice / Freepik</a></figcaption></figure></p>
<h4 id="automacao" style="text-align: justify;"><strong>Automação </strong></h4>
<p style="text-align: justify;">Uma das inovações da aquicultura 4.0 é a automação dos processos, que é desenvolvida por técnicas computadorizas ou até mesmo mecânicas. Muitos produtores já utilizam são os alimentadores automáticos, onde é feito programação com horários pré-determinados e liberando a ração, sem necessidade da mão de obra.</p>
<h4 id="gerenciamento" style="text-align: justify;"><strong>Gerenciamento</strong></h4>
<p style="text-align: justify;">Em segundo lugar, não basta ter apenas as informações, mas saber organiza-las é crucial para se obter um melhoramento e controle do negócio. Um bom gerenciamento é capaz de reduzir custos, estoques, mão de obra e investimentos desnecessários.</p>
<p style="text-align: justify;">Existem softwares que auxilia no planejamento e controle, todos sendo disponibilizada em aplicativos que podem ser acessados de qualquer lugar, com smarthphone, computador ou tablet.</p>
<h4 id="desenvolvimento-cientifico" style="text-align: justify;"><strong>Desenvolvimento científico </strong></h4>
<p style="text-align: justify;">Cientistas desenvolveram sequenciamento do genoma de peixes. Com isso, é possível uma interpretação mais detalhada do DNA, para analisar os genes que afetam os aspectos produtivo e qualidade do produto.</p>
<h4 id="rastreabilidade-do-produto" style="text-align: justify;"><strong>Rastreabilidade do produto</strong></h4>
<p style="text-align: justify;">Com a rastreabilidade do produto é possível detectar a origem e o processo do produto, por exemplo, através se QR Codes nas embalagens. Não apenas beneficiando o consumidor com garantia de origem dos produtos, mas também aos produtores, eliminando papéis, disponibilizando acesso aos dados atualizados e eliminando erros.</p>
<h4 id="sistema-de-cultivo-offshore" style="text-align: justify;"><strong>Sistema de cultivo Offshore</strong></h4>
<p style="text-align: justify;">Por fim, o sistema Offshore também conhecido como aquicultura no oceano, é tipo de cultivo é voltado para uma aquicultura sustentável. Envolve o cultivo de organismos aquáticos distantes da costa marinha.</p>
<h3 id="o-que-precisa-ser-feito-para-atingir-todos-os-produtores" style="text-align: justify;">O que precisa ser feito para atingir todos os produtores</h3>
<p style="text-align: justify;">Certamente devido à carência de tecnologia nessa área no Brasil, é necessário investir em uma infraestrutura de conectividade virtual para poder utilizar softwares que requeiram conectividade. Com propriedades conectadas, a tecnologia já está disponível e uma gestão eficiente alcançará bons resultados em um futuro próximo.</p>
<p style="text-align: justify;">Em conclusão, essas inovações estão se tornando uma tendência e crescendo em popularidade e, com a proliferação da tecnologia, há cada vez mais opções para melhorar a produção. <span style="color: #ff0000;"><em>E você já apostou em alguma dessas tecnologias?</em></span></p>
<p style="text-align: center;">Acompanhe mais sobre engenharia da aquicultura no Instagram, siga <span style="color: #ff0000;">@estudandoaquicultura.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Piscicultura no Brasil: O que é e qual a importância?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ivanilson Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Jun 2021 11:00:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia de Aquicultura]]></category>
		<category><![CDATA[Aquicultura]]></category>
		<category><![CDATA[blogdaeengenharia]]></category>
		<category><![CDATA[EngenhariadeAquicultura]]></category>
		<category><![CDATA[EngenhariadePesca]]></category>
		<category><![CDATA[Piscicultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você já ouviu falar em piscicultura? E em cultivo de peixes? Tenho certeza que sim! Mas você ficou&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">Você já ouviu falar em piscicultura? E em cultivo de peixes? Tenho certeza que sim! Mas você ficou interessado em conhecer mais sobre este setor? Se sim, continue lendo este artigo e se prepare para conhecer um pouco sobre esta atividade e sua grande <a href="https://blogdaengenharia.com/aquicultura-por-que-investir-neste-setor/">importância para aquicultura ser uma indústria bilionária</a>. <span style="color: #000080">Bora conferir!</span></p>
<h4 id="mas-antes-vamos-entender-o-que-e-a-piscicultura" style="text-align: justify">Mas antes, vamos entender o que é a piscicultura!</h4>
<p style="text-align: justify">A piscicultura consiste no processo controlado de cultivo de peixes em cativeiro. É uma atividade que pode ser desenvolvida em águas continentais (doce ou salobra) ou no <a href="https://blogdaengenharia.com/dia-mundial-dos-oceanos-por-que-preservar/">oceano</a>.</p>
<p style="text-align: justify">A piscicultura pode ser feita em diferentes lugares como mar, represas, lagoas, açudes, tanques-rede, tanques de alvenaria, barragens ou viveiros.</p>
<p><figure id="attachment_73220" aria-describedby="caption-attachment-73220" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-73220" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/piscicultura_joicie-1-1024x576.jpg" alt="piscicultura" width="1024" height="576" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/piscicultura_joicie-1-1024x576.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/piscicultura_joicie-1-300x169.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/piscicultura_joicie-1-768x432.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/piscicultura_joicie-1-1536x864.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/piscicultura_joicie-1-2048x1152.jpg 2048w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/piscicultura_joicie-1-400x225.jpg 400w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/piscicultura_joicie-1-600x338.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/piscicultura_joicie-1-800x450.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/piscicultura_joicie-1-1200x675.jpg 1200w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/piscicultura_joicie-1-1600x900.jpg 1600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/piscicultura_joicie-1-2000x1125.jpg 2000w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/piscicultura_joicie-1-scaled.jpg 2560w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-73220" class="wp-caption-text">Tanques-rede para cultivo de tilápia. Fonte: <a href="https://www.instagram.com/joicianecruz/">@joicianecruz</a>.</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-size: 1.21429rem">Esta atividade é praticada há muito tempo, existindo registros de que os chineses já cultivavam há vários séculos antes de nossa era e de que os egípcios já cultivavam a tilápia-do-nilo há 4.000 anos.</span></p>
<p style="text-align: justify">No Brasil, o setor começou a se desenvolver de forma comercial em meados do século XX, ganhando maiores proporções a partir da década de 90 com o melhoramento genético e aprimoramento de técnicas de manejo e sistemas de cultivo.</p>
<p style="text-align: justify">Portanto, a piscicultura evoluiu muito nos últimos anos e movimenta uma parte importante da economia do mercado brasileiro atualmente. Graças ao extenso território litorâneo do país, além da enorme produção local, o Brasil se tornou um dos países que mais produz peixe no mundo.</p>
<p style="text-align: justify">Levando em conta que o Brasil possui as maiores reservas de água doce do mundo e extenso litoral, seu potencial para desenvolver o cultivo de peixes é muito grande.</p>
<p style="text-align: justify">Aproveitando-se deste potencial, o Brasil vem tendo destaque no setor nos últimos anos, principalmente com a tilápia. Sendo assim, o país vem se mantendo nos últimos anos como o 4° maior produtor da espécie no mundo.</p>
<p><figure id="attachment_72512" aria-describedby="caption-attachment-72512" style="width: 681px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-72512 size-large" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Screenshot_2021-05-28-02-32-37-894_com.google.android.apps_.docs3_-681x1024.jpg" alt="" width="681" height="1024" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Screenshot_2021-05-28-02-32-37-894_com.google.android.apps_.docs3_-681x1024.jpg 681w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Screenshot_2021-05-28-02-32-37-894_com.google.android.apps_.docs3_-199x300.jpg 199w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Screenshot_2021-05-28-02-32-37-894_com.google.android.apps_.docs3_-768x1155.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Screenshot_2021-05-28-02-32-37-894_com.google.android.apps_.docs3_-1021x1536.jpg 1021w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Screenshot_2021-05-28-02-32-37-894_com.google.android.apps_.docs3_.jpg 1033w" sizes="(max-width: 681px) 100vw, 681px" /><figcaption id="caption-attachment-72512" class="wp-caption-text">Fonte: <a href="https://www.peixebr.com.br/anuario-2021/">Anuário Peixe BR 2021</a>.</figcaption></figure></p>
<h4 id="producao-da-piscicultura-brasileira" style="text-align: justify">Produção da piscicultura brasileira</h4>
<p style="text-align: justify">O <a href="https://www.peixebr.com.br/anuario-2021/">Anuário Peixe BR 2021</a>, divulgado em 22/02/2021, mostra que em 2020, apesar das dificuldades do primeiro semestre, o cultivo de peixes no Brasil apresentou excelente desempenho, com crescimento de 5,93%. Com isso, a produção saltou de 758.006 toneladas em 2019 para 802.930 em 2020.</p>
<p style="text-align: justify">Esse resultado foi o segundo melhor desempenho desde 2014!</p>
<p><figure style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.peixebr.com.br/anuario-2021/"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://gestagro360.com.br/wp-content/uploads/2021/02/Imagem2-1024x1024.jpg" alt="piscicultura" width="1024" height="1024" /></a><figcaption class="wp-caption-text">Fonte: <a href="https://www.peixebr.com.br/anuario-2021/">Anuário Peixe BR 2021</a>.</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify">Contudo, o ano de 2020 foi marcado por dois momentos distintos. A pandemia acertou a atividade em cheio no início do, em especial na Semana Santa, época mais importante para a piscicultura. As vendas reduziram e geraram muita preocupação para a cadeia produtiva.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter" src="https://www.kpsbadvogados.com.br/wp-content/uploads/corona-4930541_1920.jpg" alt="Comunicado sobre as medidas de prevenção de contágio por Coronavírus (COVID- 19) - Kozikoski, Sociedade de Advocacia &amp; Bertoncini" /></p>
<p style="text-align: justify">Assim, foi necessário, para os produtores, refazer planos, ajustar custos e redobrar a atenção para esse setor.</p>
<p style="text-align: justify">Com o cenário da pandemia mais equilibrado, o final de 2020 foi o melhor da piscicultura nos últimos anos. A demanda de consumo interno cresceu bastante e os produtores responderam com maior oferta.</p>
<p style="text-align: justify">Como resultado, os preços aos produtores ficaram em níveis consistentes e não só recuperaram os prejuízos do primeiro semestre do ano mas também finalizaram o ano com lucros.</p>
<p style="text-align: justify">O resultado somente não foi melhor devido à pressão dos custos, especialmente com a ração. Em 2020, o dólar saltou cerca de 40%. As indústrias de nutrição animal não conseguiram repassar todas as despesas extras, mas o aquecimento do mercado possibilitou algumas manobras que surtiram resultado.</p>
<h4 id="quais-sao-os-principais-produtores-no-brasil" style="text-align: justify">Quais são os principais produtores no Brasil?</h4>
<p style="text-align: justify">A região Sul é consolidada como a mais importante com 31,1% do total (participava com 30,3% em 2019) e produção de 249.802 toneladas.</p>
<p style="text-align: justify">Enquanto isso, o Nordeste superou o Norte e torna-se a 2ª região mais produtiva, com 18,8% do total (151.240 t).</p>
<p style="text-align: justify">Contudo, o Norte (3ª região mais importante) está praticamente empatado percentualmente (149.804 t), com 18,6% da produção em 2020.</p>
<p style="text-align: justify">Na sequência, vêm a região Sudeste, que representou cerca de 17,5% (140.772 t), e o Centro-Oeste contribuiu com cerca de 13,8% do total da produção brasileira. Esta última região apresenta grande potencial produtivo e certamente será um dos mais importantes propulsores da piscicultura no futuro.</p>
<p><figure id="attachment_72511" aria-describedby="caption-attachment-72511" style="width: 686px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-72511 size-large" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Screenshot_2021-05-28-02-29-07-545_com.google.android.apps_.docs2_-686x1024.jpg" alt="Piscicultura" width="686" height="1024" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Screenshot_2021-05-28-02-29-07-545_com.google.android.apps_.docs2_-686x1024.jpg 686w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Screenshot_2021-05-28-02-29-07-545_com.google.android.apps_.docs2_-201x300.jpg 201w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Screenshot_2021-05-28-02-29-07-545_com.google.android.apps_.docs2_-768x1146.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Screenshot_2021-05-28-02-29-07-545_com.google.android.apps_.docs2_-1030x1536.jpg 1030w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Screenshot_2021-05-28-02-29-07-545_com.google.android.apps_.docs2_.jpg 1043w" sizes="(max-width: 686px) 100vw, 686px" /><figcaption id="caption-attachment-72511" class="wp-caption-text">Fonte: <a href="https://www.peixebr.com.br/anuario-2021/">Anuário Peixe BR 2021</a>.</figcaption></figure></p>
<h4 id="e-quanto-aos-estados-quais-os-mais-importantes" style="text-align: justify">E quanto aos estados, quais os mais importantes?</h4>
<p style="text-align: justify">Apoiada por cooperativas importantes, como <a href="http://www.copacol.com.br/">Copacol</a> e <a href="http://www.cvale.com.br/">C.Vale</a>, a piscicultura paranaense cresceu muito mais que o país como um todo.</p>
<p style="text-align: justify">Este modelo cooperativista ganha cada vez mais importância no estado, fez a produção de tilápia crescer 11,5% no Paraná e ampliou ainda mais a liderança do estado na produção de peixes no Brasil, com 172.000 toneladas em 2020 contra 154.200 toneladas em 2019.</p>
<p style="text-align: justify">São Paulo mantém a 2ª posição entre os estados produtores e teve bom crescimento (+6,9%) em 2020. Este avanço está ligado à regulamentação ambiental nos últimos dois anos, além de ser um grande centro consumidor (o que atrai investimentos).</p>
<p style="text-align: justify">Rondônia é o maior produtor de peixes nativos do Brasil, com 65.500 toneladas. Apesar da produção ter recuado 4,8% em 2020, o estado mantém-se na 3ª posição entre os estados produtores, ainda distante do 4º lugar, Santa Catarina, cuja produção cresceu 3% e atingiu 51.700 toneladas.</p>
<p style="text-align: justify">O aumento da produção de pangasius foi um importante ingrediente para o Maranhão ser o 5º maior produtor de peixes (47.700 toneladas, crescimento de 6%) em 2020, superando o Mato Grosso (2.600 toneladas, recuo de 5,3%).</p>
<p style="text-align: justify">Minas Gerais mantém-se na 7ª posição do ranking de estados produtores, com um tremendo salto de 14,8% na produção (44.300 t). Mato Grosso do Sul também ficou estável (8ª posição), com crescimento de 8,7% na produção (32.390 t).</p>
<p style="text-align: justify">Inversão de posição também nos 9º e 10º lugares, sendo que a Bahia superou Goiás (30.062 toneladas) e ficou em 9º, com 30.270 toneladas (+5,8%).</p>
<p><figure id="attachment_72510" aria-describedby="caption-attachment-72510" style="width: 667px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-72510 size-large" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Screenshot_2021-05-28-02-22-25-971_com.google.android.apps_.docs2_-667x1024.jpg" alt="piscicultura" width="667" height="1024" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Screenshot_2021-05-28-02-22-25-971_com.google.android.apps_.docs2_-667x1024.jpg 667w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Screenshot_2021-05-28-02-22-25-971_com.google.android.apps_.docs2_-195x300.jpg 195w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Screenshot_2021-05-28-02-22-25-971_com.google.android.apps_.docs2_-768x1179.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Screenshot_2021-05-28-02-22-25-971_com.google.android.apps_.docs2_-1001x1536.jpg 1001w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Screenshot_2021-05-28-02-22-25-971_com.google.android.apps_.docs2_.jpg 1073w" sizes="(max-width: 667px) 100vw, 667px" /><figcaption id="caption-attachment-72510" class="wp-caption-text">Fonte: <a href="https://www.peixebr.com.br/anuario-2021/">Anuário Peixe BR 2021</a>.</figcaption></figure></p>
<h4 id="e-quais-as-especies-mais-produzidas" style="text-align: justify">E quais as espécies mais produzidas?</h4>
<p style="text-align: justify">A tilápia foi o destaque de 2020!</p>
<p><figure id="attachment_72246" aria-describedby="caption-attachment-72246" style="width: 300px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-72246" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Tilápia-do-Nilo-Oreochromis-niloticus.png" alt="" width="300" height="135" /><figcaption id="caption-attachment-72246" class="wp-caption-text">Tilápia-do-nilo <em>(Oreochromis niloticus)</em>.</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify">A produção brasileira cresceu 12,5%, atingindo 486.155 toneladas (contra 432.149 t de 2021). Sendo assim, a espécie consolidou-se ainda mais no Brasil. Sua participação na produção total de peixes passou para 60.6% (57% para 2019).</p>
<p><figure style="width: 520px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.peixebr.com.br/anuario-2021/"><img loading="lazy" decoding="async" src="http://www.seafoodbrasil.com.br/images/noticias/tilapia_tabela_2021.jpg" alt="piscicultura" width="520" height="611" /></a><figcaption class="wp-caption-text">Fonte: <a href="https://www.peixebr.com.br/anuario-2021/">Anuário Peixe BR 2021</a>.</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify">Em segundo, destacam-se os peixes nativos (tambaqui e seus híbridos) sendo um segmento muito importante da piscicultura brasileira com 278.671 toneladas em 2020, porém, teve sua participação reduzida.</p>
<p><figure id="attachment_71823" aria-describedby="caption-attachment-71823" style="width: 350px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-71823 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Colossoma-macropomum.png" alt="" width="350" height="180" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Colossoma-macropomum.png 350w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Colossoma-macropomum-300x154.png 300w" sizes="(max-width: 350px) 100vw, 350px" /><figcaption id="caption-attachment-71823" class="wp-caption-text">Tambaqui <em>(Colossoma macropomum)</em>.</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify">Enquanto as outras espécies (carpa, truta e pangasius) mostraram bom desempenho, com crescimento de 10,9%. Destaque para o pangasius, que ganha espaço na produção – especialmente na região Nordeste. Em 2020, estas espécies somaram 38.104 toneladas.</p>
<p><figure id="attachment_73171" aria-describedby="caption-attachment-73171" style="width: 631px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://guiapescado.wwf.pt/"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-73171 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/20171027101908552318e-removebg-preview-e1623416218546.png" alt="" width="631" height="227" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/20171027101908552318e-removebg-preview-e1623416218546.png 631w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/20171027101908552318e-removebg-preview-e1623416218546-300x108.png 300w" sizes="(max-width: 631px) 100vw, 631px" /></a><figcaption id="caption-attachment-73171" class="wp-caption-text">Pangasius</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #333399"><em>Que este pequeno texto te <a style="color: #333399" href="https://blogdaengenharia.com/a-menina-cientista-que-voce-precisa-conhecer/">inspire</a> e proporcione uma noção do enorme mundo mágico que envolve a aquicultura, o mercado que gera bilhões e apresenta enorme importância para alimentar de forma sustentável e responsável a crescente população mundial e às gerações futuras <a style="color: #333399" href="https://blogdaengenharia.com/desenvolvimento-sustentavel-na-aquicultura/">com proteína saudável, magra, acessível e e ecologicamente correta</a>.</em></span></p>
<hr />
<p><span style="color: #ff0000">Fonte da foto destaque: <a style="color: #ff0000" href="https://www.instagram.com/joicianecruz/">@joicianecruz</a></span></p>
<hr />
<p style="text-align: center">Leia mais artigos do <a href="https://blogdaengenharia.com/">Blog da Engenharia</a> e da coluna <a href="https://blogdaengenharia.com/editoria/engenharia-de-pesca/">Engenharia de Pesca</a>.</p>
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		<title>Aquicultura: por que investir neste setor?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ivanilson Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 May 2021 12:22:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia de Aquicultura]]></category>
		<category><![CDATA[Aquicultura]]></category>
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		<category><![CDATA[EngenhariadeAquicultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você deve se perguntar: mas afinal, por que investir na aquicultura? Neste artigo, vou te introduzir um pouco&#8230;</p>
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<p><p style="text-align: justify">Você deve se perguntar: mas afinal, por que investir na aquicultura? Neste artigo, vou te introduzir um pouco dessa indústria bilionária, sua importância e porque você deve ingressar nesta atividade. <span style="color: #000080">Curiosos? Então bora conferir!</span></p> <h4 id="entao-o-que-e-aquicultura" style="text-align: justify">Então, o que é aquicultura?</h4> <p style="text-align: justify">A aquicultura é uma das <a href="https://blogdaengenharia.com/atribuicoes-profissionais-do-engenheiro-de-pesca/">atribuições profissionais dos Engenheiros de Pesca</a> e é uma atividade aquícola definida como o processo controlado de cultivo de organismos aquáticos, especialmente para consumo humano. É um conceito semelhante ao da agropecuária, mas com peixes em vez de plantas ou gado.</p> <p style="text-align: justify">A aquicultura tem diversos ramos <em>(serão mais abordados em outros artigos)</em>, pois esta atividade envolve o cultivo de diversos organismo aquáticos. Além da criação de peixes promovida pela piscicultura, envolve também a carcinicultura, criação de camarões; a malacocultura, criação de moluscos; a algicultura, cultivo de algas (<a href="https://blogdaengenharia.com/microalgas-o-alimento-do-futuro/">1</a>, <a href="https://blogdaengenharia.com/chlorella-o-superalimento-usado-ate-pela-nasa/">2</a>); a ranicultura, criação de rãs, além das criações de tartarugas e crocodilos e jacarés.</p> <figure id="attachment_72040" aria-describedby="caption-attachment-72040" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.instagram.com/ivanilsonsnts/"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="927" class="wp-image-72040 size-large" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/engenheiro-de-pesca-scaled-e1621560004819-1024x927.jpg" alt="aquicultura" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/engenheiro-de-pesca-scaled-e1621560004819-1024x927.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/engenheiro-de-pesca-scaled-e1621560004819-300x272.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/engenheiro-de-pesca-scaled-e1621560004819-768x696.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/engenheiro-de-pesca-scaled-e1621560004819-1536x1391.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/engenheiro-de-pesca-scaled-e1621560004819-2048x1855.jpg 2048w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/engenheiro-de-pesca-scaled-e1621560004819.jpg 2451w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption id="caption-attachment-72040" class="wp-caption-text">Engenheiro de Pesca desenvolvendo pesquisa em aquicultura. Fonte: <a href="https://www.instagram.com/ivanilsonsnts/">@ivanilsonsnts</a>.</figcaption></figure> <p style="text-align: justify">Sendo assim, esta atividade acontece em todo o mundo, sendo desenvolvida em água doce, água salobra e água marinha e também em água salinizada artificialmente.</p> <h4 id="como-a-aquicultura-e-desenvolvida" style="text-align: justify">Como a aquicultura é desenvolvida?</h4> <p style="text-align: justify">De maneira geral, ela pode ser realizada em tanques-rede, que são cultivos do tipo gaiolas em rios, açudes, lagos, lagoas, oceano ou no mar; em tanques construídos de alvenaria ou em viveiros escavados no solo de propriedades aquícolas.</p> <figure id="attachment_73292" aria-describedby="caption-attachment-73292" style="width: 768px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="768" height="1024" class="wp-image-73292 size-large" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/tanques-rede-@joicianecruz-768x1024.jpg" alt="aquicultura" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/tanques-rede-@joicianecruz-768x1024.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/tanques-rede-@joicianecruz-225x300.jpg 225w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/tanques-rede-@joicianecruz-1152x1536.jpg 1152w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/tanques-rede-@joicianecruz.jpg 1536w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /><figcaption id="caption-attachment-73292" class="wp-caption-text">Tanques-rede de uma fazenda no rio São Francisco para o cultivo de tilápia. Fonte: <a href="https://www.instagram.com/joicianecruz/">@joicianecruz</a>.</figcaption></figure> <p style="text-align: justify"><span style="font-size: 1.21429rem">A primeira etapa da cadeia produtiva da aquicultura é o incubatório. É aqui que ocorre a incubação dos ovos e a criação dos organismos aquáticos nas primeiras fases da vida. Porém, os métodos do processo da aquicultura podem diferir de espécie para espécie.</span></p> <figure id="attachment_72038" aria-describedby="caption-attachment-72038" style="width: 480px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="480" height="360" class="wp-image-72038 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/incubatório.jpg" alt="" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/incubatório.jpg 480w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/incubatório-300x225.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/incubatório-180x135.jpg 180w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/incubatório-400x300.jpg 400w" sizes="(max-width: 480px) 100vw, 480px" /><figcaption id="caption-attachment-72038" class="wp-caption-text">Incubadora para ovos de Tilápia.</figcaption></figure> <p style="text-align: justify">Uma vez que os animais estão suficientemente maduros, eles são transferidos para a fazenda de engorda, onde são cultivados até o tamanho da despesca, usando rações produzidas em fábricas de rações.</p> <figure id="attachment_73293" aria-describedby="caption-attachment-73293" style="width: 960px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="960" height="1024" class="size-large wp-image-73293" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/ração-para-tilápia-@joicianecruz-960x1024.jpg" alt="" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/ração-para-tilápia-@joicianecruz-960x1024.jpg 960w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/ração-para-tilápia-@joicianecruz-281x300.jpg 281w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/ração-para-tilápia-@joicianecruz-768x819.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/ração-para-tilápia-@joicianecruz-1440x1536.jpg 1440w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/ração-para-tilápia-@joicianecruz-1920x2048.jpg 1920w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/ração-para-tilápia-@joicianecruz-scaled.jpg 2400w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /><figcaption id="caption-attachment-73293" class="wp-caption-text">Ração para tilápia. Fonte: <a href="https://www.instagram.com/joicianecruz/">@joicianecruz</a>.</figcaption></figure> <p style="text-align: justify">Esse pescado é então transportado para uma instalação de beneficiamento, onde é embalado e enviado para varejistas de alimentos e supermercados. É aí que, você consumidor, entra!</p> <figure id="attachment_72473" aria-describedby="caption-attachment-72473" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" class="wp-image-72473 size-large" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Refeição-com-camarão-Litopenaeus-vannamei-1024x683.jpg" alt="" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Refeição-com-camarão-Litopenaeus-vannamei-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Refeição-com-camarão-Litopenaeus-vannamei-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Refeição-com-camarão-Litopenaeus-vannamei-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Refeição-com-camarão-Litopenaeus-vannamei-1536x1024.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Refeição-com-camarão-Litopenaeus-vannamei-2048x1365.jpg 2048w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Refeição-com-camarão-Litopenaeus-vannamei-scaled.jpg 2560w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-72473" class="wp-caption-text">Refeição com camarão marinho, <em>Litopenaeus vannamei</em>.</figcaption></figure> <p style="text-align: justify">É importante destacar que cada uma dessas etapas pode variar no que diz respeito ao seu efeito sobre o meio ambiente e a qualidade e segurança dos frutos do mar que eles produzem.</p> <p style="text-align: justify"><em>Nos próximos artigos, irei abordar tudo sobre os sistemas de cultivo da aquicultura.</em></p> <h4 id="entao-por-que-investir-na-aquicultura" style="text-align: justify">Então, por que investir na aquicultura?</h4> <p style="text-align: justify">De acordo com a <a href="http://www.fao.org/3/ca9229en/ca9229en.pdf">FAO (2020)</a>, o mundo produziu cerca de 179 milhões de toneladas de pescado em 2018.</p> <figure id="attachment_71635" aria-describedby="caption-attachment-71635" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.fao.org/3/ca9229en/ca9229en.pdf"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="509" class="wp-image-71635 size-large" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Screenshot_2021-05-16-16-06-31-139_com.google.android.apps_.docs2_-1024x509.jpg" alt="" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Screenshot_2021-05-16-16-06-31-139_com.google.android.apps_.docs2_-1024x509.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Screenshot_2021-05-16-16-06-31-139_com.google.android.apps_.docs2_-300x149.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Screenshot_2021-05-16-16-06-31-139_com.google.android.apps_.docs2_-768x382.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Screenshot_2021-05-16-16-06-31-139_com.google.android.apps_.docs2_-1536x763.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Screenshot_2021-05-16-16-06-31-139_com.google.android.apps_.docs2_-400x200.jpg 400w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Screenshot_2021-05-16-16-06-31-139_com.google.android.apps_.docs2_.jpg 1938w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption id="caption-attachment-71635" class="wp-caption-text">Produção mundial de pescado oriundos da pesca e aquicultura. NOTA: Exclui mamíferos aquáticos, crocodilos e jacarés, algas marinhas e outras plantas aquáticas. Fonte: <a href="http://www.fao.org/3/ca9229en/ca9229en.pdf">FAO (2020)</a>.</figcaption></figure> <p style="text-align: justify">Deste total, 156 milhões de toneladas foram destinadas ao consumo humano, o que equivale a um abastecimento anual estimado de 20,5 kg de pescado por habitante por ano. E as 22 milhões de toneladas restantes foram destinadas a usos não alimentares, principalmente para a produção de farinha e óleo de peixe e outros fins.</p> <figure id="attachment_71636" aria-describedby="caption-attachment-71636" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.fao.org/3/ca9229en/ca9229en.pdf"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="407" class="wp-image-71636 size-large" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Screenshot_2021-05-16-16-07-31-495_com.google.android.apps_.docs2_-e1621367963939-1024x407.jpg" alt="" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Screenshot_2021-05-16-16-07-31-495_com.google.android.apps_.docs2_-e1621367963939-1024x407.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Screenshot_2021-05-16-16-07-31-495_com.google.android.apps_.docs2_-e1621367963939-300x119.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Screenshot_2021-05-16-16-07-31-495_com.google.android.apps_.docs2_-e1621367963939-768x305.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Screenshot_2021-05-16-16-07-31-495_com.google.android.apps_.docs2_-e1621367963939-1536x610.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Screenshot_2021-05-16-16-07-31-495_com.google.android.apps_.docs2_-e1621367963939.jpg 1934w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption id="caption-attachment-71636" class="wp-caption-text">Utilização e consumo de pescado por habitante por ano no mundo. NOTA: Exclui mamíferos aquáticos, crocodilos e jacarés, algas marinhas e outras plantas aquáticas. Fonte: <a href="http://www.fao.org/3/ca9229en/ca9229en.pdf">FAO (2020)</a>.</figcaption></figure> <p style="text-align: justify">A aquicultura foi responsável por 46% da produção total e 52% do pescado para consumo humano (82,1 milhões de toneladas). Isso significa dizer que o mundo já consume mais pescado cultivado do que capturado.</p> <p style="text-align: justify">Quando englobamos a produção de algas no mundo nós tivemos uma produção de cerca 114,5 milhões de toneladas (US $ 263,6 bilhões).</p> <p style="text-align: justify">E é interessante ressaltar que o comercio internacional de pescado é cerca de 50,3% de todo comercio de proteína animal no mundo, ou seja, se consome mais de pescado que suínos, bovinos e frangos no mundo.</p> <h4 id="quais-os-organismos-aquaticos-mais-produzidos" style="text-align: justify">Quais os organismos aquáticos mais produzidos?</h4> <p style="text-align: justify">Os peixes são os organismos dentro da aquicultura mais cultivados no mundo. Para você ter uma ideia, foram produzidas cerca de 54,3 milhões de toneladas (US $ 139,7 bilhões) de peixe cultivado em 2018 <a href="http://www.fao.org/3/ca9229en/ca9229en.pdf">(FAO, 2020)</a>.</p> <p style="text-align: justify">Portanto, a piscicultura é o ramo da aquicultura que é mais representativo no mundo. Dentro da piscicultura, de modo geral, nós temos a piscicultura marinha e de água doce.</p> <p style="text-align: justify">A piscicultura marinha e costeira foi responsável por produzir 7,3 milhões de toneladas (US $ 35,4 bilhões) enquanto a de água doce produziu 47 milhões de toneladas (87% da piscicultura mundial; US $ 104,3 bilhões).</p> <p style="text-align: justify">Isto é, o organismo mais cultivado no mundo é o peixe, e as espécies de água doce são as mais representativas e cultivadas no mundo.</p> <p style="text-align: justify">As outras espécies mais representativas são os moluscos (17,7 milhões de toneladas, 34,6 bilhões de dólares) – principalmente bivalves – crustáceos (9,4 milhões de toneladas, US $ 69,3 bilhões) – principalmente camarão <em>Litopenaeus vannamei</em> – invertebrados marinhos (435.400 toneladas, US $ 2 bilhões), tartarugas aquáticas (370 000 toneladas, US $ 3,5 bilhões ) e rãs (131.300 toneladas, US $ 997 milhões).</p> <figure id="attachment_72036" aria-describedby="caption-attachment-72036" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.fao.org/3/ca9229en/ca9229en.pdf"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="509" class="wp-image-72036 size-large" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Screenshot_2021-05-20-20-54-49-751_com.google.android.apps_.docs2_-1024x509.jpg" alt="" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Screenshot_2021-05-20-20-54-49-751_com.google.android.apps_.docs2_-1024x509.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Screenshot_2021-05-20-20-54-49-751_com.google.android.apps_.docs2_-300x149.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Screenshot_2021-05-20-20-54-49-751_com.google.android.apps_.docs2_-768x382.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Screenshot_2021-05-20-20-54-49-751_com.google.android.apps_.docs2_-1536x763.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Screenshot_2021-05-20-20-54-49-751_com.google.android.apps_.docs2_-400x200.jpg 400w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Screenshot_2021-05-20-20-54-49-751_com.google.android.apps_.docs2_.jpg 2011w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption id="caption-attachment-72036" class="wp-caption-text">Produção mundial de organismos aquáticos oriundos da aquicultura. Fonte: <a href="http://www.fao.org/3/ca9229en/ca9229en.pdf">FAO (2020)</a>.</figcaption></figure> <h4 id="mas-e-a-aquicultura-brasileira" style="text-align: justify">Mas e a aquicultura brasileira?</h4> <p style="text-align: justify">De acordo com o IBGE (2019) o Brasil contribuiu com uma produção de aproximadamente 520 mil toneladas de peixe cultivado em 2019. Essencialmente representado por peixe de água doce, pois a produção de peixe marinho é<span style="color: #000080"> <strong>ainda</strong></span> recente e se quer é captada pelos dados do IBGE.</p> <p style="text-align: justify">Na maior parte do país, contamos com a tilápia sendo produzida e tornando-se a base da piscicultura em nosso país em 2020. Isso faz do Brasil o 4º maior produtor mundial de tilápia. A produção brasileira de tilápia passou de 432.149 toneladas em 2019 para 486.155 em 2020, atingindo 12,5% de crescimento <a href="https://www.peixebr.com.br/anuario-2021/">(Peixe BR, 2020)</a>.</p> <figure id="attachment_72246" aria-describedby="caption-attachment-72246" style="width: 300px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="300" height="135" class="wp-image-72246 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Tilápia-do-Nilo-Oreochromis-niloticus.png" alt="aquicultura"><figcaption id="caption-attachment-72246" class="wp-caption-text">Tilápia do Nilo <em>(Oreochromis niloticus)</em>.</figcaption></figure> <p style="text-align: justify">Na região norte, nós temos os peixes amazônicos como o tambaqui, que é o peixe mais cultivado de origem brasileira, e seus híbridos (tambacu, tambatinga). Esse peixe também vem ganhando destaque em outras regiões do país. A produção de peixes nativos atingiu 278.671 toneladas em 2020 <a href="https://www.peixebr.com.br/anuario-2021/">(Peixe BR, 2020)</a>.</p> <figure id="attachment_71823" aria-describedby="caption-attachment-71823" style="width: 350px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.simpeixes.com.br/peixes/tambaqui/"><img loading="lazy" decoding="async" width="350" height="180" class="wp-image-71823 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Colossoma-macropomum.png" alt="" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Colossoma-macropomum.png 350w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Colossoma-macropomum-300x154.png 300w" sizes="(max-width: 350px) 100vw, 350px" /></a><figcaption id="caption-attachment-71823" class="wp-caption-text">Tambaqui (<em>Colossoma macropomum).</em></figcaption></figure> <p style="text-align: justify">As outras espécies (carpa, truta e pangasius) também mostram bom desempenho, com crescimento de 10,9% em 2020. Destaque para o pangasius, que vem ganhando espaço na piscicultura brasileira – especialmente na região Nordeste <a href="https://www.peixebr.com.br/anuario-2021/">(Peixe BR, 2020)</a>.</p> <p style="text-align: justify">Após os peixes, nós temos dois cultivos promissores, o cultivo de camarões com 46 mil toneladas e o cultivo de moluscos com 14 mil toneladas (IBGE, 2019).</p> <figure id="attachment_71639" aria-describedby="caption-attachment-71639" style="width: 612px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="612" height="264" class="wp-image-71639 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/white-shrimp1-removebg-preview-e1621194388557.png" alt="aquicultura" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/white-shrimp1-removebg-preview-e1621194388557.png 612w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/white-shrimp1-removebg-preview-e1621194388557-300x129.png 300w" sizes="(max-width: 612px) 100vw, 612px" /><figcaption id="caption-attachment-71639" class="wp-caption-text">Camarão-branco-do-pacífico (<em>Litopenaeus vannamei)</em>.</figcaption></figure> <p style="text-align: justify">Contudo, o Brasil possui um enorme potencial para o crescimento dessa atividade tão importante para o mundo.</p> <h4 id="mas-afinal-por-que-a-aquicultura-e-importante" style="text-align: justify">Mas afinal, por que a aquicultura é importante?</h4> <p style="text-align: justify">A sobrepesca nos <a href="https://blogdaengenharia.com/dia-mundial-dos-oceanos-por-que-preservar/">oceanos</a> e outros recursos naturais está aumentando continuamente a cada ano. Além disso, estima-se que 10 bilhões de pessoas habitarão o planeta até 2050 e, consequentemente, a demanda por proteína animal aumentará 52% <a href="http://www.fao.org/3/ca9229en/ca9229en.pdf">(FAO, 2020)</a>.</p> <figure id="attachment_71637" aria-describedby="caption-attachment-71637" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.fao.org/3/ca9229en/ca9229en.pdf"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="551" class="wp-image-71637 size-large" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Screenshot_2021-05-16-16-10-39-377_com.google.android.apps_.docs2_-1024x551.jpg" alt="" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Screenshot_2021-05-16-16-10-39-377_com.google.android.apps_.docs2_-1024x551.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Screenshot_2021-05-16-16-10-39-377_com.google.android.apps_.docs2_-300x161.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Screenshot_2021-05-16-16-10-39-377_com.google.android.apps_.docs2_-768x413.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Screenshot_2021-05-16-16-10-39-377_com.google.android.apps_.docs2_-1536x826.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Screenshot_2021-05-16-16-10-39-377_com.google.android.apps_.docs2_.jpg 1735w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption id="caption-attachment-71637" class="wp-caption-text">Tendências globais do estado dos estoques de peixes marinhos de 1974 a 2017. Fonte: <a href="http://www.fao.org/3/ca9229en/ca9229en.pdf">FAO (2020)</a>.</figcaption></figure> <p style="text-align: justify">Por isso, <a href="https://blogdaengenharia.com/desenvolvimento-sustentavel-na-aquicultura/">abordagens sustentáveis ​​e saudáveis</a> para alimentar a população cada vez maior são mais necessárias do que nunca. Pois, por mais difícil que seja admitir, há um limite de recursos pesqueiros. Há tantos peixes nos oceanos, mas apenas uma quantidade finita!</p> <p style="text-align: justify">É ai que a aquicultura entra! <a href="https://blogdaengenharia.com/desenvolvimento-sustentavel-na-aquicultura/">Pois, apresenta enorme importância para alimentar de forma sustentável e responsável</a> a crescente população mundial e às gerações futuras com proteína saudável, magra, acessível e e ecologicamente correta.</p> <figure id="attachment_72041" aria-describedby="caption-attachment-72041" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" class="wp-image-72041 size-large" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/pescado-para-consumo-1024x683.jpg" alt="aquicultura" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/pescado-para-consumo-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/pescado-para-consumo-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/pescado-para-consumo-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/pescado-para-consumo-1536x1024.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/pescado-para-consumo-2048x1365.jpg 2048w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/pescado-para-consumo.jpg 2508w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-72041" class="wp-caption-text">Pescado de qualidade pronto para consumo.</figcaption></figure> <p style="text-align: justify">Então, <a href="https://blogdaengenharia.com/a-aquicultura-na-protecao-dos-oceanos/">a principal responsabilidade da aquicultura é complementar com eficiência as opções de espécies capturados por pesca</a> na natureza para aumentar a quantidade de pescado disponível em todo o mundo.</p> <p style="text-align: justify">Este pescado é altamente eficiente, pois têm a maior retenção de proteína, menor taxa de conversão alimentar em comparação com frango, porco e vaca. E a sua produção apresenta emissões de gases de efeito estufa mais baixas do que a agropecuária.</p> <p style="text-align: justify">Além disso, esse setor produtivo vem contribuindo também com emprego e renda.</p> <p style="text-align: justify"><em><span style="color: #333399">Espero que com este pequeno texto <a style="color: #333399" href="https://blogdaengenharia.com/a-menina-cientista-que-voce-precisa-conhecer/">você se inspire</a> e tenha uma noção do enorme mundo mágico que envolve a aquicultura, o mercado que gera bilhões.</span></em></p>  <p style="text-align: center"><span style="color: #ff6600"><em>Leia mais artigos do <a href="https://blogdaengenharia.com/">Blog da Engenharia</a> e da coluna <a href="https://blogdaengenharia.com/editoria/engenharia-de-pesca/">Engenharia de Pesca</a>.</em></span></p></p>
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		<title>Microalgas: o alimento do futuro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ivanilson Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Mar 2021 11:00:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia de Aquicultura]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de Pesca]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Oceanográfica]]></category>
		<category><![CDATA[Aquicultura]]></category>
		<category><![CDATA[biotecnologia]]></category>
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		<category><![CDATA[microalgas]]></category>
		<category><![CDATA[Superfood]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com a crescente população mundial a preocupação com hábitos alimentares, a busca por mais qualidade de vida e&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">Com a crescente população mundial a preocupação com hábitos alimentares, a busca por mais qualidade de vida e a necessidade de aumentar a produção de proteína animal vêm se destacando nos últimos anos e, principalmente em 2020, em virtude da <a href="https://news.un.org/pt/tags/covid-19">pandemia</a>. Sendo assim, as microalgas, consideradas como o “<a href="https://www.youtube.com/watch?v=4uAAegPkCKo">alimento do futuro</a>”, vêm conquistando espaço como um alimento funcional e super saudável, além de possuir uma cadeia produtiva altamente sustentável.</p>
<p style="text-align: justify">A prospecção e busca <a href="https://blogdaengenharia.com/atribuicoes-profissionais-do-engenheiro-de-pesca/">pelos Engenheiros de Pesca</a> por novas espécies e compostos presentes nesses micro-organismos e outros profissionais da área é crescente e vem se diversificando com a inserção de novas microalgas na utilização para consumo humano por possuírem diversos compostos (carotenoides, polissacarídeos, ácidos graxos, peptídeos bioativos e pigmentos, entre outras) que aumentam o valor agregado dos alimentos e influenciam positivamente na saúde humana.</p>
<p style="text-align: justify">Portanto, se você faz parte desse grupo de pessoas que busca por bem-estar, maior expectativa de vida e tem interesse por fontes naturais, <a href="https://blogdaengenharia.com/aquicultura-por-que-investir-neste-setor/">sustentáveis e benéficas à saúde</a>, <span style="color: #000080"><strong>não deixe de ler este artigo!</strong></span></p>
<h3 id="antes-de-tudo-vamos-entender-o-que-sao-microalgas" style="text-align: justify"><strong>Antes de tudo, vamos entender o que são microalgas</strong></h3>
<p style="text-align: justify">O termo microalgas engloba organismos eucarióticos (algas) e também procarióticos (cianobactérias), que é destinado aos micro-organismos unicelulares e que realizam fotossíntese para completar o ciclo de vida. Estas vivem em meio aquático e até mesmo ambientes úmidos e se reproduzem muito rapidamente.</p>
<p style="text-align: justify">Elas não são consideradas plantas, mas também dependem da fotossíntese para sobreviver – embora algumas possam se desenvolver por outras vias de crescimento – e se desenvolvem utilizando luz do sol e gás carbônico.</p>
<p><figure id="attachment_67443" aria-describedby="caption-attachment-67443" style="width: 1000px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-67443 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/fitoplâncton.jpg" alt="microalgas" width="1000" height="560" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/fitoplâncton.jpg 1000w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/fitoplâncton-300x168.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/fitoplâncton-768x430.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/fitoplâncton-400x225.jpg 400w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption id="caption-attachment-67443" class="wp-caption-text">Imagem microscópica de microalgas. Fonte: https://sbmicrobiologia.org.br/mudancas-nofitoplancton-aumentam-absorcao-de-carbono-pelos-oceanos/</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify">Ao longo da história, as algas vêm sendo usadas para várias finalidades, sendo a mais antiga a aplicação na <a href="https://doi.org/10.1016/j.chemosphere.2021.129800">alimentação humana e animal</a>. Além disso, esses micro-organismos também possuem importância biológica, ecológica e econômica. Contudo, neste primeiro artigo sobre microalgas focaremos na importância econômica, em especial no seu uso na alimentação humana.</p>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #000080"><em><b>Vamos embarcar juntos nessa aventura!</b></em></span></p>
<h3 id="algas-como-alimento-funcional" style="text-align: justify"><strong>Algas como alimento funcional</strong></h3>
<p style="text-align: justify">A microalga (cianobactéria) Spirulina tem sido utilizada na alimentação humana há mais de dois mil anos por povos do México, África e Ásia (especialmente da China), e em 1974 foi considerada pelo Organização das Nações Unidas (ONU) como o &#8220;alimento do futuro&#8221;. A Spirulina se destaca, principalmente, pelo seu elevado teor proteico, sendo esta composta principalmente por aminoácidos essenciais, além de outros pigmentos com potencial de inibir o desenvolvimento de células tumorais.</p>
<p><iframe title="Is algae the food of the future? | Mission Ahead" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/tAdrNQNP8ew?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p style="text-align: justify">Contudo, as algas só ganharam destaque a partir da metade do XX, quando começaram as pesquisas sobre fontes proteicas para suprir a escassez de proteína animal.</p>
<p style="text-align: justify">Assim, inúmeras novas espécies (como a alga verde <a href="https://blogdaengenharia.com/chlorella-o-superalimento-usado-ate-pela-nasa/">Clorela</a> ou <i>Chlorella</i>) de composições distintas de biomoléculas vêm sendo descobertas para possíveis aplicações que vão além da alimentação humana.</p>
<p style="text-align: justify">Ainda mais, a <a href="https://www.instagram.com/waitrose/">Waitrose</a>, conhecida pelo lançamento das tendências alimentares de cada ano, declarou as algas como <span style="color: #000080"><strong>o ingrediente destaque</strong></span> que precisa de uma maior atenção em 2021. Eles afirmam que em 2020, as vendas de algas cresceram 23% comparado com 2019 e 71% com 2018. Eles também ressaltam que as buscas pelo termo “algas” apresentaram crescimento exponencial nos últimos anos, principalmente em 2020.</p>
<p style="text-align: justify">Apesar de tantas descobertas/estudos, as microalgas ainda não são difundidas como uma fonte comum de alimentação, sobretudo nos países subdesenvolvidos, mesmo com os benefícios que seu consumo pode trazer ao organismo.</p>
<h3 id="beneficios-das-microalgas" style="text-align: justify"><strong>Benefícios das microalgas</strong></h3>
<p style="text-align: justify">Os benefícios das microalgas à saúde dependem da espécie consumida e das condições de cultivo as quais são submetidas, como temperatura, presença ou ausência de certos nutrientes, concentração de CO<sub>2</sub>, intensidade luminosa e fotoperíodo. Esses fatores podem estimular a biossíntese de compostos nutricionais de interesse, como carotenoides ou ácidos graxos.</p>
<p style="text-align: justify">Além da capacidade de sintetizar os compostos aqui já mencionados, as microalgas também possuem capacidade de produzir outros compostos únicos, chamados de metabólitos secundários. Esses metabólitos incluem um grupo diversificado de substâncias como hormônios e toxinas.</p>
<p style="text-align: justify">Ademais, esses metabólitos apresentam várias atividades biotecnológicas, incluindo atividade anticancerígena, antioxidante, antibacteriana, antiviral e anti-inflamatória. Por isso, as microalgas são fontes de compostos com valiosas propriedades na saúde humana e que tem despertado interesse crescente pelos profissionais da saúde.</p>
<p style="text-align: justify">Assim, o interesse por pesquisas para avaliar os componentes nutricionais e a atividade bioativa de compostos extraídos de microalgas para aplicação da indústria alimentícia é cada vez maior.</p>
<p><figure id="attachment_67663" aria-describedby="caption-attachment-67663" style="width: 920px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.instagram.com/naoyure/"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-67663 size-large" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/biomassa-de-microalga-e1613087531690-920x1024.jpg" alt="" width="920" height="1024" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/biomassa-de-microalga-e1613087531690-920x1024.jpg 920w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/biomassa-de-microalga-e1613087531690-270x300.jpg 270w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/biomassa-de-microalga-e1613087531690-768x854.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/biomassa-de-microalga-e1613087531690.jpg 960w" sizes="(max-width: 920px) 100vw, 920px" /></a><figcaption id="caption-attachment-67663" class="wp-caption-text">Biomassa de microlga para avaliação de suas aplicações biotecnológicas.  Fonte: <a href="https://www.instagram.com/naoyure/">Oliveira, 2021</a>.</figcaption></figure></p>
<h3 id="principais-especies" style="text-align: justify"><strong>Principais espécies</strong></h3>
<p style="text-align: justify">Algumas das microalgas mais biotecnologicamente relevantes são:</p>
<ul style="text-align: justify">
<li><em>Chlorella spp. </em>(também conhecida como algas verdes ou Clorela);</li>
<li><em>Arthrospira platensis</em> (também conhecida como algas azuis, Spirulina ou cianobactéria).</li>
<li><em>Haematococcus pluvialis</em>;</li>
<li><em>Dunaliella salina</em>;</li>
<li><em>Isochrysis galbana</em>.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #000080"><strong>Os benefícios dessas microalgas e outras serão abordados em artigos futuros!</strong></span></p>
<h3 id="mas-afinal-como-essas-algas-sao-consumidas" style="text-align: justify"><strong>Mas afinal, como essas algas são consumidas?</strong></h3>
<p style="text-align: justify">As microalgas são comercializadas de várias formas, mas as principais, para a alimentação humana, são em <a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/21574818/">comprimidos, cápsulas ou em pó</a>.</p>
<p style="text-align: justify">Os <a href="https://www.oceandrop.com.br/chlorella/p">comprimidos</a> ou <a href="https://www.oceandrop.com.br/power-box/p?gclid=Cj0KCQiA34OBBhCcARIsAG32uvOVOKua3QnaCbqzZbR1uDM8yg7sBRzycw8CAySTYJEzQFqkLN-RkHUaAoKyEALw_wcB#hb_tipo_produto=5474">cápsulas</a> são consumidos como suplemento alimentar após as refeições diárias. Já o <a href="https://produto.mercadolivre.com.br/MLB-1260420881-spirulina-em-po-pura-c-laudo-500-g-_JM?matt_tool=40237343&amp;matt_word=&amp;matt_source=google&amp;matt_campaign_id=12131920443&amp;matt_ad_group_id=120523325487&amp;matt_match_type=&amp;matt_network=g&amp;matt_device=c&amp;matt_creative=493383634706&amp;matt_keyword=&amp;matt_ad_position=&amp;matt_ad_type=pla&amp;matt_merchant_id=137361087&amp;matt_product_id=MLB1260420881&amp;matt_product_partition_id=319510144234&amp;matt_target_id=pla-319510144234&amp;gclid=Cj0KCQiA34OBBhCcARIsAG32uvO9J3viyZnh_4hUjK0tcU-q2y-W4BWLTlUcrejT9SmRuQ7DHmWpZc8aAioJEALw_wcB">pó (biomassa) das microalgas</a> é acrescido aos ingredientes dos alimentos para agregar valor nutricional.</p>
<p><figure id="attachment_67429" aria-describedby="caption-attachment-67429" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.netmeds.com/health-library/post/spirulina-5-incredible-health-benefits-of-this-blue-green-algae"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-67429 size-large" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Spirulina-Tablets-Capsules-Powder-1024x682.jpg" alt="microalgas" width="1024" height="682" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Spirulina-Tablets-Capsules-Powder-1024x682.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Spirulina-Tablets-Capsules-Powder-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Spirulina-Tablets-Capsules-Powder-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Spirulina-Tablets-Capsules-Powder-1536x1024.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Spirulina-Tablets-Capsules-Powder.jpg 2000w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption id="caption-attachment-67429" class="wp-caption-text">Microalga Spirulina em pó, capsulas e comprimidos. Fonte: https://www.netmeds.com/</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify">Além disso, podemos encontrar uma gama de produtos oriundos do pó dessas surpreendentes algas no mercado, como podemos ver a seguir:</p>
<ul style="text-align: justify">
<li><a href="https://www.instagram.com/p/CIHvsYip63-/">Donuts;</a></li>
<li><a href="https://www.youtube.com/watch?v=QQr28_W9E-Q">Cookies;</a></li>
<li><a href="https://www.instagram.com/p/CIBDNogsZ5h/">Bolos;</a></li>
<li><a href="https://www.instagram.com/p/CK1pHOMBcCH/">Panquecas;</a></li>
<li><a href="https://www.instagram.com/p/CGucXcDlnE1/">Sucos;</a></li>
<li><a href="https://www.instagram.com/p/CJ9PoOErwjv/">Smoothies;</a></li>
<li>Entre outros.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify">Portanto, o mercado desses superalimentos oriundos de microalgas é bastante promissor e vem evoluindo a cada ano. Esses alimentos fornecem <a href="https://blogdaengenharia.com/aquicultura-por-que-investir-neste-setor/">proteína sustentável, natural e benéfica</a> para a crescente população e, com certeza, para as gerações futuras. Além disso, a produção de algas apresenta grande importância para atingir as metas do <a href="http://www.fao.org/sdg-progress-report/en/#sdg-14">ODS 14</a> como descrito no artigo <a href="https://blogdaengenharia.com/a-aquicultura-na-protecao-dos-oceanos/">A aquicultura na proteção dos oceanos</a>.</p>
<hr />
<p style="text-align: justify"><em>Artigo escrito em conjunto</em><em style="font-size: 1.21429rem"> com o <a href="https://www.researchgate.net/profile/Carlos_Yure_B_Oliveira">Doutorando Carlos Yure Oliveira</a> e inspirado em uma de <a href="https://www.researchgate.net/publication/335393184_Microalgae_as_functional_food_a_booming_marketMicroalgas_como_alimento_funcional_um_mercado_em_expansao">suas pesquisas</a>. Ele estuda microalgas desde o início de sua graduação em Engenharia de Pesca e é uma grande referência nas áreas de <a href="http://lattes.cnpq.br/3825860944561089">Aquicultura, Algocultura e Biotecnologia</a>.</em></p>
<p style="text-align: justify"><em>As informações apresentadas neste artigo destinam-se ao conhecimento geral e não pretendem substituir a consulta ao profissional médico ou servir como sugestões para algum tratamento. Em caso de dúvidas procure um médico ou nutricionista.</em></p>
<hr />
<p style="text-align: center">Leia mais artigos do <a href="https://blogdaengenharia.com/">Blog da Engenharia</a> e da coluna <a href="https://blogdaengenharia.com/editoria/engenharia-de-pesca/">Engenharia de Pesca</a>.</p>
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