<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Destaque Inferior Archives | Blog da Engenharia</title>
	<atom:link href="https://blogdaengenharia.com/editoria/secoes/destaque/destaque-inferior/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://blogdaengenharia.com/editoria/secoes/destaque/destaque-inferior/</link>
	<description>Conhecimento Técnico que Transforma</description>
	<lastBuildDate>Tue, 24 Jan 2023 11:47:45 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.7.5</generator>

<image>
	<url>https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/11/cropped-Ativo-26@bde4.0-logo-32x32.png</url>
	<title>Destaque Inferior Archives | Blog da Engenharia</title>
	<link>https://blogdaengenharia.com/editoria/secoes/destaque/destaque-inferior/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Tudo sobre Engenharia de Pesca</title>
		<link>https://blogdaengenharia.com/secoes/colunistas-blog-da-engenharia/engenharia-de-pesca-um-guia-para-voce/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=engenharia-de-pesca-um-guia-para-voce</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação BdE]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Mar 2023 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia de Pesca]]></category>
		<category><![CDATA[Guia das Engenharias]]></category>
		<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Inferior]]></category>
		<category><![CDATA[#BDE]]></category>
		<category><![CDATA[#blogdaengenharia]]></category>
		<category><![CDATA[#engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Blog Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[ENGENHARIA DE PESCA- Um guia para você!]]></category>
		<category><![CDATA[Guilherme Carvalho]]></category>
		<category><![CDATA[Guilherme Matos]]></category>
		<category><![CDATA[Guilherme Matos de Carvalho]]></category>
		<category><![CDATA[Site Engenharia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blogdaengenharia.com/?p=75035</guid>

					<description><![CDATA[<p>Para otimizar e desenvolver atividades que participam de uma parcela da base econômica é preciso que a tecnologia&#8230;</p>
<p>The post <a href="https://blogdaengenharia.com/secoes/colunistas-blog-da-engenharia/engenharia-de-pesca-um-guia-para-voce/">Tudo sobre Engenharia de Pesca</a> appeared first on <a href="https://blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Para otimizar e desenvolver atividades que participam de uma parcela da base econômica é preciso que a tecnologia seja implantada no processo e foi por isso que surgiu a Engenharia de Pesca. Já que, resumidamente a Engenharia de Pesca é responsável por implantar tecnologias que potencializam as atividades pesqueiras e os recursos aquáticos do país.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">A Engenharia de Pesca é voltada para o bom aproveitamento dos recursos naturais aquáticos, por meio da tecnologia do pescado, da aquicultura e outras atividades de utilização e preservação desses recursos. Ela forma profissionais que vem sendo muito procurados no mercado tanto nas regiões costeiras como em rios, por exemplo. </span><span style="color: #0000ff;"><strong><em>Vamos saber mais?</em></strong></span></p>
<figure id="attachment_75157" aria-describedby="caption-attachment-75157" style="width: 1920px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-75157 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/boardwalk-569314_1920.jpg" alt="Como o Engenheiro de Pesca trabalha?" width="1920" height="1280" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/boardwalk-569314_1920.jpg 1920w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/boardwalk-569314_1920-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/boardwalk-569314_1920-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/boardwalk-569314_1920-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/boardwalk-569314_1920-1536x1024.jpg 1536w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /><figcaption id="caption-attachment-75157" class="wp-caption-text">Fonte: Pixabay, 2021.</figcaption></figure>
<h3 id="como-o-engenheiro-de-pesca-trabalha" style="text-align: justify;"><b>Como o Engenheiro de Pesca trabalha?</b></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">O Engenheiro de pesca poderá atuar nas áreas de biotecnologia, aquicultura, extensão pesqueira, administração e economia pesqueira, sustentabilidade, tecnologia do pescado e de planejamento pesqueiro.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Na área de Biotecnologia são estudadas as substâncias presentes em outros organismos para serem utilizadas em produtos como remédios, cosméticos e até alimentos.&nbsp;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Na área de aquicultura, o engenheiro de pesca será responsável por toda a produção em cativeiro de seres aquáticos (peixes, caranguejos, algas, entre outros) e por avaliar se as condições do local de criação são adequadas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">O Engenheiro de pesca também pode atuar prestando consultoria para os pescadores de comunidades, passando para os pescadores boas práticas que aumentam a produtividade de maneira sustentável, dinamizando a atividade no local.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Outra atividade em que o engenheiro de pesca pode atuar é no projeto ou gerenciamento de empresas de pesca. Podendo oferecer consultoria a empresas, órgãos governamentais e não governamentais do setor.&nbsp;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">O engenheiro de pesca participa das pesquisas e estudos dos ecossistemas aquáticos (doce e salgada) para uma exploração sustentável e com preocupação com o meio ambiente, inclusive podendo descobrir novas espécies.&nbsp;&nbsp;&nbsp;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Você também pode optar pela área de tecnologia de pescado, sendo responsável por controlar e fiscalizar a higiene e técnicas de conservação e industrialização do pescado, podendo ainda trabalhar no desenvolvimento de novos produtos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Poderá também, realizar o planejamento pesqueiro, pesquisando o potencial pesqueiro de determinadas regiões e a elaboração de atividades para o seu desenvolvimento, para que o mercado explore esse potencial, além de criar práticas de captura de organismos aquáticos.</span></p>
<figure id="attachment_75155" aria-describedby="caption-attachment-75155" style="width: 1280px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-75155 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/turtle-863336_1280.jpg" alt="ENGENHARIA DE PESCA" width="1280" height="800" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/turtle-863336_1280.jpg 1280w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/turtle-863336_1280-300x188.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/turtle-863336_1280-1024x640.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/turtle-863336_1280-768x480.jpg 768w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /><figcaption id="caption-attachment-75155" class="wp-caption-text">Fonte: Pixabay, 2021.</figcaption></figure>
<h3 id="onde-voce-como-engenheiro-de-pesca-podera-trabalhar" style="text-align: justify;"><b>Onde você como Engenheiro de</b><b> Pesca</b><b> poderá trabalhar?</b></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">O Engenheiro de Pesca encontra espaço no setor público ou na iniciativa privada. No primeiro, tem oportunidades em órgãos públicos como Secretarias Municipal, Estadual e Federal, bem como, relacionados a preservação e conservação do meio ambiente e o meio docente. No segundo, em empresas de beneficiamento do pescado e ramos da algocultura, aquariofilia, embarcações pesqueiras, carcinicultura, ostreicultura, salmonicultura, tilapicultura e frigoríficos de pescado e na própria pesca.&nbsp;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Outra boa opção de atuação desse engenheiro está nas fazendas aquáticas, já que, segundo a legislação, esses estabelecimentos devem ter a presença de um engenheiro de pesca como responsável técnico.&nbsp;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Há oportunidades também, em atividades de consultoria, ensino</span> <span style="font-weight: 400;">e pesquisa (particularmente as focadas em novas tecnologias de cultivo sustentável).&nbsp;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Pode atuar também na instalação e manutenção de equipamentos que auxiliam a produção pesqueira. Participa ativamente na idealização e construção de infraestrutura ligada a área, tais como construção de lagos, barragens e cativeiros. Acompanha o desenvolvimento da produção, onde observa quais são as melhorias necessárias.</span></p>
<figure id="attachment_75156" aria-describedby="caption-attachment-75156" style="width: 1920px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-75156 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/beach-1449008_1920.jpg" alt="ENGENHARIA DE PESCA" width="1920" height="1281" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/beach-1449008_1920.jpg 1920w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/beach-1449008_1920-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/beach-1449008_1920-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/beach-1449008_1920-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/beach-1449008_1920-1536x1025.jpg 1536w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /><figcaption id="caption-attachment-75156" class="wp-caption-text">Fonte: Pixabay, 2021.</figcaption></figure>
<h3 id="bora-fechar-o-assunto" style="text-align: justify;"><b>Bora fechar o assunto!</b></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">A Engenharia de Pesca é uma área que tende a ganhar mais visibilidade no Brasil, devido ao grande potencial que o país tem em suas mãos (vasta costa, rios enormes e recursos das mais variadas formas).&nbsp;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Espera-se que os futuros Engenheiros de Pesca contribuam para que o Brasil possa se tornar um dos maiores produtores mundiais de pescado, aumentando assim a oferta de carne com proteína de qualidade e a geração de milhões de novos postos de trabalho e renda, e ainda contribuir para o desenvolvimento sustentável desta importante atividade. </span><span style="color: #ff6600;"><em><strong>Que tal?</strong></em></span></p>
<p>The post <a href="https://blogdaengenharia.com/secoes/colunistas-blog-da-engenharia/engenharia-de-pesca-um-guia-para-voce/">Tudo sobre Engenharia de Pesca</a> appeared first on <a href="https://blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Conheça a Engenharia Aeronáutica</title>
		<link>https://blogdaengenharia.com/secoes/colunistas-blog-da-engenharia/engenharia-aeronautica/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=engenharia-aeronautica</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação BdE]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Jan 2023 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia Aeronáutica]]></category>
		<category><![CDATA[Guia das Engenharias]]></category>
		<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Inferior]]></category>
		<category><![CDATA[blog da engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Blog de Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[dicas de engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas do curso de Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia aeronautica]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Estudantes de Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Guilherme Matos de Carvalho]]></category>
		<category><![CDATA[Qual Engenharia Escolher?]]></category>
		<category><![CDATA[site de engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Site Engenharia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blogdaengenharia.com/?p=68043</guid>

					<description><![CDATA[<p>O profissional formado em Engenharia Aeronáutica, trabalha com a construção, o desenvolvimento, e a realização de manutenções em&#8230;</p>
<p>The post <a href="https://blogdaengenharia.com/secoes/colunistas-blog-da-engenharia/engenharia-aeronautica/">Conheça a Engenharia Aeronáutica</a> appeared first on <a href="https://blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">O profissional formado em Engenharia Aeronáutica, trabalha com a construção, o desenvolvimento, e a realização de manutenções em helicópteros, aeronaves, foguetes, satélites&#8230;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">É esse engenheiro que estará apto a ser o responsável pelo projeto, fabricação, manutenção, fiscalização e outras coisas mais desses móveis. </span><em><span style="font-weight: 400; color: #ff6600;">Já podemos começar a voar?</span></em></p>
<h3 id="como-o-engenheiro-aeronautico-trabalha" style="text-align: justify;"><b>Como o Engenheiro Aeronáutico trabalha?</b></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">O engenheiro aeronáutico entende de aviões, helicópteros, drones, asas delta, planadores e mísseis, logo ele consegue trabalhar em empresas relacionadas. Além disso, esse engenheiro também trabalha no projeto e lançamento de veículos espaciais, se ele se especializar nessa área poderá até fazer sua operação. Já dá pra ficar ansioso né?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Na área de projeto, desde o desenho da estrutura da aeronave e seus componentes é o engenheiro aeronáutico que executa, até a definição de quais materiais serão utilizados, criação de protótipos das peças e realização de testes antes de serem produzidas em escala industrial. No mínimo desafiador, não é mesmo?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Além disso, você como engenheiro aeronáutico será capaz de projetar e implantar sistemas de funcionamento das aeronaves, como motores, sensores e instrumentos de controle. Então na fabricação, poderá definir as especificações de alguns mecanismos como a alimentação de combustível, a pressurização da cabine e o trem de pouso.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Para a área de manutenção, você irá coordenar e realizar serviços de manutenção e reparos em aeronaves e helicópteros. E como as aeronaves, principalmente as de uso comercial, precisam ser vistoriadas periodicamente, você, engenheiro aeronáutico realizará manutenções preventivas analisando o estado de conservação e funcionamento de estruturas, sistemas de controle e equipamentos das aeronaves.</span></p>
<h3 id="fiscalizacao-e-sistematica">Fiscalização e Sistemática</h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Na fiscalização de aviação civil, você uma vez Engenheiro Aeronáutico, poderá trabalhar checando se todas as normas estão sendo cumpridas, e terá uma rotina de inspeções, analisando os mínimos detalhes pra checar se uma norma está sendo cumprida.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Na parte sistemática, ligada aos programas que controlam os pequenos detalhes da aeronave, como a pressurização da cabine, os trens de pouso e tudo mais, o engenheiro aeronáutico é contratado para projetar, instalar e testar o sistema relacionado com esses detalhes.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Além de toda essa responsabilidade o engenheiro aeronáutico também é capaz de administrar qualquer empresa, tanto relacionada à Aeronáutica quanto outras que tenham ênfase em finanças.</span></p>
<h3 id="onde-voce-como-engenheiro-aeronautico-podera-trabalhar" style="text-align: justify;"><b>Onde você como Engenheiro Aeronáutico poderá trabalhar?</b></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Se você se formar Engenheiro Aeronáutico pode trabalhar com helicópteros, planadores e todos os tipos de aviões e também com foguetes, satélites e sondas espaciais.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Será o responsável pela realização de reparos e pelas inspeções periódicas da estrutura e dos equipamentos, como asas, motores e fuselagem. Poderá cuidar também dos&nbsp;sensores e instrumentos de controle.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Pode encontrar oportunidades em diversas indústrias do Setor Aeroespacial e de Defesa, principalmente as fábricas de aviões e helicópteros, nas empresas que fabricam e desenvolvem peças de reposição para a manutenção das aeronaves, empresas de transporte aéreo (de passageiros ou de cargas), empresas de consultoria e em institutos de pesquisa aeroespacial.&nbsp;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Também se pode optar por atuar na carreira militar, prestando seus serviços para a Força Aérea Brasileira, ou atuar em obras e serviços relacionados com a infraestrutura aeronáutica, como construção de aeroportos e gerenciamento de tráfego aéreo.</span><span style="font-weight: 400;">&nbsp;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Como tudo está em contato com o ar, alguns fabricantes de carros também contratam esses engenheiros para o desenvolvimento de tecnologias relacionadas à aerodinâmica.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Mas não para por aí, você poderá atuar em obras e serviços ligados à infraestrutura aeronáutica, como a construção de aeroportos, o planejamento de linhas e o gerenciamento de tráfego aéreo.&nbsp;</span></p>
<h3 id="conclusao" style="text-align: justify;"><b>Conclusão</b></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">O fato de ter que estar sempre atualizado sobre as tendências do setor e acompanhar os avanços tecnológicos ser fundamental para este engenheiro manter sua competitividade no mercado de trabalho, é importante ressaltar que a indústria aeronáutica no Brasil é uma das maiores do mundo. O que significa que este é um mercado aquecido, e que a produção e comercialização de aeronaves está em alta.</span></p>
<hr>
<p style="text-align: center;"><a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia-aeroespacial-o-que-e/">Engenharia Espacial o que é?</a></p>
<p>The post <a href="https://blogdaengenharia.com/secoes/colunistas-blog-da-engenharia/engenharia-aeronautica/">Conheça a Engenharia Aeronáutica</a> appeared first on <a href="https://blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Engenheiro Acústico: O Guardião da Qualidade Acústica</title>
		<link>https://blogdaengenharia.com/secoes/colunistas-blog-da-engenharia/engenheiro-acustico-engenharia-acustica/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=engenheiro-acustico-engenharia-acustica</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação BdE]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Jan 2023 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia Metalúrgica]]></category>
		<category><![CDATA[Guia das Engenharias]]></category>
		<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Inferior]]></category>
		<category><![CDATA[#blogdaengenharia]]></category>
		<category><![CDATA[#engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[blog da engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[dicas de engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia no Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Guilherme Matos de Carvalho]]></category>
		<category><![CDATA[Qual Engenharia Escolher?]]></category>
		<category><![CDATA[site da engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[site de engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Site Engenharia ENGENHARIA ACÚSTICA]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blogdaengenharia.com/?p=68040</guid>

					<description><![CDATA[<p>Basicamente a Engenharia Acústica estuda e controla de forma eficiente a propagação das ondas sonoras, já que ruídos&#8230;</p>
<p>The post <a href="https://blogdaengenharia.com/secoes/colunistas-blog-da-engenharia/engenheiro-acustico-engenharia-acustica/">Engenheiro Acústico: O Guardião da Qualidade Acústica</a> appeared first on <a href="https://blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Basicamente a Engenharia Acústica estuda e controla de forma eficiente a propagação das ondas sonoras, já que ruídos e barulhos podem ser grandes empecilhos para sociedade. O trabalho do profissional de Engenharia Acústica envolve justamente trazer conforto acústico e o controle de ruído.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Sendo o Engenheiro acústico o responsável por todo o campo que compreende o som e vibrações, seu estudo e sua pesquisa são voltados para a análise dos mecanismos de produção, transmissão e recepção do som.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><em><span style="font-weight: 400; color: #ff6600;">Quer saber mais? Vem com a gente!!</span></em></p>
<h3 id="como-o-engenheiro-acustico-trabalha" style="text-align: justify;"><b>Como o Engenheiro Acústico trabalha?</b></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">É papel do engenheiro acústico o desenvolvimento de estratégias para o controle e manipulação do som e das vibrações, atuando na alteração e contenção de sons indesejáveis (controle de ruído) e em projeto de fontes sonoras.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Vamos falar então das áreas de atuação possíveis para você, se você optar por se tornar um Engenheiro Acústico.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Será sua tarefa, criar e executar sistemas de controle de vibrações para máquinas e equipamentos industriais, estruturas de edificações e veículos.&nbsp;&nbsp;&nbsp;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Na área ambiental, você irá atuar realizando medições e elaborando laudos técnicos para projetos acústicos de ambientes, objetivando assegurar o bem-estar do ponto de vista acústico. São utilizados diversos instrumentos para capturar, medir e processar sons na faixa auditiva do ser humano, além de ferramentas computacionais que tornam possível a elaboração de mapas de ruído ambiental.&nbsp;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Fará análises que podem gerar uma certidão de tratamento acústico, certificando que atividades que possivelmente causariam poluição sonora estão em níveis adequados.</span></p>
<h3 id="atuacao">Atuação</h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Poderá atuar na construção de equipamentos musicais, tendo conhecimento sobre como os instrumentos musicais funcionam e psicoacústica. Podendo trabalhar como designer de estúdios de gravação, de TV, rádio ou de ensaio. Aqui, também poderá atuar na eletroacústica (acústica voltada para reprodução de sinais por meios eletrônicos).&nbsp;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Você como Engenheiro Acústico pode vir a realizar projetos arquitetônicos que sejam apropriados aos aspectos acústicos de locais como escritórios, igrejas, teatros, ambientes de trabalho e salas de aula.&nbsp;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Você poderá trabalhar também na indústria naval e na marinha, no campo dos fenômenos de refração, difração e mecânica dos fluidos, para ser aplicado em equipamentos sonares.&nbsp;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Outro campo de oportunidades está na identificação de fontes de ruídos, na programação de ações que servirão para reduzir ou eliminar a poluição sonora em ambientes urbanos e industriais, além da determinação de protetores auditivos ideais.&nbsp;&nbsp;&nbsp;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Mas são as empresas do ramo aeroespacial e automobilístico as maiores empregadoras nessa área, que é considerada a mais complexa por envolver a presença do som em um meio de propagação que sofre diversas variações de velocidade. Você irá trabalhar com projetos de acústica em foguetes, helicópteros e aviões, por exemplo.&nbsp;&nbsp;</span></p>
<h3 id="onde-voce-como-engenheiro-acustico-podera-trabalhar" style="text-align: justify;"><b>Onde você como Engenheiro Acústico poderá trabalhar?</b></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Primeiramente, o Engenheiro Acústico pode trabalhar na acústica subaquática, dando manutenção a sonares de submarinos, ou na avaliação de ondas sísmicas.&nbsp;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Assim, como falamos, você poderá atuar no controle e na fiscalização de emissão de ruídos e vibrações emitidas por qualquer tipo de equipamento doméstico, como eletrodomésticos, ou industrial, e emite laudos técnicos. Na área de acústica musical é responsável pela análise vibroacústica de instrumentos.&nbsp;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">O curso de Engenharia Acústica, é um curso novo tendo pouca mão de obra especializada, tornando as perspectivas boas. Ainda mais que, há normas que</span> <span style="font-weight: 400;">determinam os requisitos mínimos de qualidade nas construções, elevando a demanda pelo profissional para projetar a acústica de edificações.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Dessa forma, estes profissionais estão sendo requisitados por empresas especializadas em soluções acústicas e pela área de silenciadores na indústria mecânica. Podendo também atuar de forma autônoma, com escritório próprio.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Assim, você poderá também, ser contratado por prefeituras, para elaborar e executar políticas públicas de mitigação do ruído.&nbsp;</span></p>
<h3 id="conclusao" style="text-align: justify;"><b>Conclusão</b></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Contudo, cada vez mais atribuições são concedidas ao profissional de Engenharia Acústica já que tecnologia na área vem aumentando, aumenta também o campo de atuação e papel do Engenheiro Acústico na sociedade.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Portanto, mesmo que o som esteja presente no nosso dia a dia e não conseguirmos vê-lo, precisamos controlar ele, assim como tudo que faz parte do nosso dia-a-dia. Quando ele ultrapassa limites aceitáveis, se torna bem mais que um incômodo, mas um verdadeiro mal para nossa saúde. E para prevenir nossa saúde nesse sentido, vem o trabalho do engenheiro acústico, profissional indispensável que tem o objetivo de definir os limites sonoros de ambientes, encontrar as fontes de ruídos e buscar meios de evitar a poluição sonora que traz tantos males à sociedade.</span></p>
<hr>
<p style="text-align: center;"><a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia-aeroespacial-o-que-e/"><span style="font-weight: 400;">Gostou? Quer ler mais sobre engenharias? clique aqui!&nbsp;</span></a></p>
<p>The post <a href="https://blogdaengenharia.com/secoes/colunistas-blog-da-engenharia/engenheiro-acustico-engenharia-acustica/">Engenheiro Acústico: O Guardião da Qualidade Acústica</a> appeared first on <a href="https://blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Qual o seu pior inimigo&#160; para fechar uma obra com segurança?</title>
		<link>https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-civil/qual-o-seu-pior-inimigo-para-fechar-uma-obra-com-seguranca/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=qual-o-seu-pior-inimigo-para-fechar-uma-obra-com-seguranca</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wilson Arlindo Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 May 2022 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestão de Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque-topo]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Inferior]]></category>
		<category><![CDATA[elaboração de propostas]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia de custos]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia e negócios]]></category>
		<category><![CDATA[negócios na construção civil]]></category>
		<category><![CDATA[orçamentos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blogdaengenharia.com/?p=82298</guid>

					<description><![CDATA[<p>Neste artigo, descreveremos o principal motivo que impede a maioria dos profissionais de elaborar propostas e de fechar negócios com segurança, e como lidar com a situação</p>
<p>The post <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-civil/qual-o-seu-pior-inimigo-para-fechar-uma-obra-com-seguranca/">Qual o seu pior inimigo&nbsp; para fechar uma obra com segurança?</a> appeared first on <a href="https://blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>É comum cursarmos uma faculdade ou escola técnica, estagiarmos, trabalharmos às vezes por anos num segmento, e, quando surge uma oportunidade de nos aventurarmos”(justificaremos as aspas adiante), acabamos “travando”, perdendo oportunidades pelas quais almejamos por, muitas vezes, toda uma vida.</p>



<p>O lógico seria que, para fecharmos uma obra ou projeto com segurança, bastaria, àqueles que se aventuram neste caminho tão misterioso e, ao mesmo tempo, tão gratificante, que eles tenham:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Conhecimento técnico sobre os assuntos que serão oferecidos em proposta;</li><li>Visão do mercado e de como atuam os concorrentes e demais players de mercado;</li><li>Os recursos necessários (humanos, técnicos e materiais) para que a proposta seja plenamente cumprida;</li><li>Uma estrutura de apresentação tanto da empresa quanto do produto ofertado, de modo a apresentar a oferta (proposta) que melhor atenda ao cliente, com segurança e resultado.</li></ul>



<p>Porém, vemos muitos profissionais que, mesmo tendo os recursos e ferramentas acima, acabam “travando” na hora de apresentar uma proposta.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>&#8220;E aí, fica a pergunta: o que nos impede de ofertar e fechar uma obra ou projeto com segurança?&#8221;.</p><cite>Autor.</cite></blockquote>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/O-medo-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-82294" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/O-medo-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/O-medo-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/O-medo-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/O-medo-1536x1024.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/O-medo-2048x1365.jpg 2048w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/O-medo-18x12.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/O-medo-380x253.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/O-medo-800x533.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/O-medo-1160x773.jpg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/O-medo-600x400.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/O-medo-scaled.jpg 2560w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/simedblack-5480894/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=4733756">Med Ahabchane</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=4733756">Pixabay</a></figcaption></figure>



<p>Neste artigo, tomarei a liberdade de usar a experiência adquirida na gestão de equipes, tanto em orçamento quanto em planejamento de obra, para abordar aquele que, ao meu ver, é o pior inimigo de quem se propõe a orçar, propor e, principalmente, fechar obras e projetos com segurança.</p>



<h3 id="o-que-te-trava-de-seguir-adiante-em-qualquer-atividade-no-seu-cotidiano" class="wp-block-heading">O que te “trava” de seguir adiante, em qualquer atividade no seu cotidiano?</h3>



<p>No nosso dia-a-dia, é comum, nos depararmos com situações nas quais, instintivamente, nos sentimos “de mãos atadas”:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>A primeira vez que dirigimos um carro;</li><li>Que viajamos sozinhos;</li><li>Que apresentamos um trabalho técnico ou um projeto cujos reflexos podem nos levar a um outro estágio profissional;</li></ul>



<p>E outras tantas situações, que, por mais distintas que sejam, despertam em nós um dos instintos mais primitivos do ser humano: o medo. E aí cabe a pergunta:</p>



<h3 id="voce-tem-medo-de-que" class="wp-block-heading">Você tem medo de quê?</h3>



<p>Como já dissemos anteriormente, conhecimento técnico, visão de mercado, recursos para atender o escopo da proposta e ferramentas estruturadas para apresentar a empresa e a proposta, muitas vezes, esbarram no medo. </p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="717" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/duvida-1024x717.jpg" alt="" class="wp-image-82300" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/duvida-1024x717.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/duvida-300x210.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/duvida-768x538.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/duvida-1536x1075.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/duvida-18x12.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/duvida-380x266.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/duvida-800x560.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/duvida-1160x812.jpg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/duvida-600x420.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/duvida.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/tumisu-148124/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=5723449">Tumisu, please consider ☕ Thank you! ?</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=5723449">Pixabay</a></figcaption></figure>



<h6 id="esse-medo-pode-vir" class="wp-block-heading"><strong><span class="has-inline-color has-red-color">Esse medo pode vir:</span></strong></h6>



<ul class="wp-block-list"><li>Por estarmos lidando, pela primeira vez, com algo que não vivenciamos plenamente ainda;</li><li>Por, em algum momento de nossas trajetórias profissionais termos encarado o fechamento de obras como uma aventura” (lembra das aspas, que mencionei anteriormente?), e, em função disso, desenvolveram traumas. E gato escaldado tem medo de água fria&#8230;</li></ul>



<p>Nos dois casos, um fato comum desencadeia o medo: a falta de conhecimento. Mas, se temos conhecimento técnico, seja para elaborar uma proposta, seja para prestar o serviço ofertado, de que conhecimento não dispomos? O que, instintivamente, nos traz esse medo?</p>



<h4 id="a-construcao-civil-e-as-engenharias-de-maneira-geral-e-antes-de-tudo-uma-atividade-economica-e-que-requer-mais-que-conhecimento-tecnico-estrategia" class="wp-block-heading">A construção civil (e as engenharias, de maneira geral) é, antes de tudo, uma atividade econômica, e que requer, mais que conhecimento técnico, estratégia&#8230;</h4>



<p>Passamos anos, seja numa escola técnica, seja numa faculdade, enxergando o conhecimento técnico de uma maneira que julgo “romântica”: ao focarmos somente em aspectos técnicos, como qualidade do produto final ou velocidade de execução, dentre outros, negligenciamos que a Engenharia busca <strong><u>viabilizar</u></strong> o desenvolvimento de um produto ou serviço. </p>



<p>E o principal aspecto diferencial, uma vez entendido que o produto ou serviço é viável, é o <strong><u>custo/preço</u></strong>. Ou seja, o conhecimento técnico nos permite oferecer soluções, mas o que faz, de fato, que uma solução seja vencedora, é a estruturação de um modelo de negócio/atendimento que resulte num <strong><u>produto final competitivo</u></strong>. Resumindo: nem sempre a solução que tecnicamente se mostre a melhor, é, de fato, a que melhor atende o cliente final.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="575" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/Estrategia-1024x575.jpg" alt="" class="wp-image-82301" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/Estrategia-1024x575.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/Estrategia-300x169.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/Estrategia-768x432.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/Estrategia-1536x863.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/Estrategia-18x10.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/Estrategia-380x214.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/Estrategia-800x450.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/Estrategia-1160x652.jpg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/Estrategia-600x337.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/Estrategia.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/felixmittermeier-4397258/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=2730034">FelixMittermeier</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=2730034">Pixabay</a></figcaption></figure>



<p>Por outro lado, o mesmo produto pode ser oferecido de maneiras diferentes, em função de estratégias de mercado diferentes, oferecidas por fornecedores distintos. Para dar um exemplo, &nbsp;vamos considerar a cotação de uma cobertura metálica (com todo projeto e estudo de alternativas desenvolvido e finalizado, ficando claro que, neste caso, era a solução mais adequada) com dois fabricantes. Um deles ofereceu a cobertura pronta, acabada, levando a cobertura pronta, de carreta, para o posicionamento em obra, por meio de um guindaste. </p>



<p>O outro levou as peças desmontadas e montou no local, com um guincho de pequeno porte (munck). Provavelmente, o segundo fornecedor apresentou a melhor proposta, uma vez que caminhão comum e munck custam menos que carreta e guindaste. </p>



<h6 id="concordam-que-aqui-a-estrategia-executiva-fez-toda-a-diferenca" class="wp-block-heading"><strong><span class="has-inline-color has-red-color">Concordam que, aqui, a estratégia executiva fez toda a diferença?</span></strong></h6>



<p>Por fim, tomando o mesmo exemplo da cobertura acima, digamos que o cliente definiu que a montagem seria feita na obra (“in loco”). Aparentemente, as propostas seriam muito parecidas. Só que o primeiro fornecedor considerou que compraria todo material e emitiria uma nota fiscal do serviço pronto, ao final do serviço (travando dinheiro e faturando o material novamente, fazendo incidir custo com impostos duas vezes), enquanto o segundo fornecedor, de maneira estratégica, ofereceu para o cliente um desconto significativo, desde que ele fornecesse os materiais (até um limite que desse segurança ao cliente). </p>



<p>O desconto oferecido foi possível porque, ao não precisar faturar os materiais, o cliente não precisou pagar os impostos incidentes sobre esses materiais. </p>



<h6 id="novamente-nao-foi-a-solucao-tecnica-que-viabilizou-o-negocio-mas-o-modelo-de-negocio-ofertado" class="wp-block-heading">Novamente, não foi a solução técnica que viabilizou o negócio, mas o modelo de negócio ofertado.</h6>



<p>Com isso, podemos dizer que existe motivo para o medo (olha aí o inconsciente nos dando dicas preciosas&#8230;). Temos medo do desconhecido, e esse medo pode nos travar. E, neste caso, o que nos falta é o entendimento que a construção civil (e as engenharias, de modo geral) deve ser vista, antes de tudo, como <strong><u>negócio</u></strong>, e as soluções ofertadas devem resultar em lucros, para quem as solicita (o cliente) e para quem as executa. </p>



<p>E o segredo do sucesso, na engenharia como em qualquer negócio, é conseguir trazer satisfação para as duas partes, aliando soluções tecnicamente adequadas (e aí a faculdade nos dá os subsídios que nos são necessários) e economicamente atraentes (caso contrário, o vizinho oferece, tenha certeza disso). </p>



<p>Apresentar propostas com segurança (e, mais importante, fechar obras com segurança) implica em ter a segurança de ter esgotado as alternativas técnicas para a situação solicitada, mas, tão importante quanto (ou até mais importante, em muitos casos), oferecer modelos econômicos e alternativas logísticas que viabilizem, de fato, o negócio.</p>



<p>Ainda nos cabe observar um detalhe que, na engenharia, é muito negligenciado: negócios são feitos por pessoas, que representam empresas. </p>



<h6 id="ao-ofertar-um-produto-ele-oferece-junto-aspectos-como" class="wp-block-heading"><strong><span class="has-inline-color has-red-color">Ao ofertar um produto, ele oferece junto aspectos como:</span></strong></h6>



<ul class="wp-block-list"><li>Uma apresentação aderida ao perfil do cliente (numa obra para o Google, um negociador muito formal pode trazer dificuldades ao processo, ou trazer mais segurança, dependendo de como se porta);</li><li>Empatia com o cliente;</li><li>Confiabilidade ao expor o produto;</li><li>Conhecimento do produto final, do processo de produção e de todas as interfaces envolvidas;</li><li>Em resumo, muito da sensação de segurança que o cliente busca pode ser oferecido simplesmente com base no perfil de quem apresenta a proposta. Algo totalmente negligenciado na nossa formação técnica.</li></ul>



<p>Resumindo: é fundamental entender o negócio por trás da engenharia, e trabalhar isso no perfil do time de desenvolvimento/geração de negócios, para termos segurança na condução/fechamento de obras/negócios.</p>



<p>Mas, por mais que estejamos preparados para lidar com as situações, o “friozinho na barriga”é inevitável. <strong><span class="has-inline-color has-red-color">Aí cabe a pergunta: como lidamos com o medo, na elaboração/fechamento de propostas?</span></strong></p>



<h3 id="o-medoah-o-medo" class="wp-block-heading">O medo&#8230;ah, o medo&#8230;</h3>



<p>Antes de responder a pergunta acima, vale a pena falarmos um pouco sobre o medo, e porque é tão importante sabermos lidar com ele&#8230;</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="682" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/secret-3120483_1920-1024x682.jpg" alt="" class="wp-image-82302" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/secret-3120483_1920-1024x682.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/secret-3120483_1920-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/secret-3120483_1920-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/secret-3120483_1920-1536x1023.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/secret-3120483_1920-18x12.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/secret-3120483_1920-380x253.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/secret-3120483_1920-800x533.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/secret-3120483_1920-1160x773.jpg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/secret-3120483_1920-600x400.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/secret-3120483_1920.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/jplenio-7645255/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=3120483">jplenio</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=3120483">Pixabay</a></figcaption></figure>



<p>O medo talvez seja, junto com o apêndice, um dos últimos traços da nossa evolução, dentro do mundo animal. &nbsp;Temos medo porque, durante a evolução da espécie humana, ancestrais nossos caíram de penhascos (e perceberam que, ao nos aproximar de um lugar desconhecido, podemos cair também, morrendo por isso), ou foram atacados por animais que buscavam alimento (assim como ele atacava animais para deles se alimentar).</p>



<p>Ancestrais nossos entenderam que o fogo é bom, mas que, ao sermos envolvidos por ele, geralmente somos consumidos por ele. Ou seja, o medo vem junto com o instinto de sobrevivência, com o objetivo de <strong><u>respeitarmos</u></strong> cada situação e os riscos nela envolvidos, trazendo para nossa vida a noção de que precisamos conviver com as situações, mas sabendo que sempre há riscos (é como o fogo: é impossível vivermos sem ele, porém existe um limite natural de exposição ao fogo).</p>



<h6 id="podermos-ter-medo" class="wp-block-heading"><span class="has-inline-color has-red-color"><strong>Podermos ter medo:</strong></span></h6>



<ul class="wp-block-list"><li>De coisas que nos oferecem ameaça imediata (exemplo: medo de altura);</li><li>Da nossa expectativa ante uma situação desconhecida (exemplo: o que acontece se eu mudar meu itinerário e tomar um caminho pelo qual nunca passei, ou se eu fizer uma proposta de obra pela primeira vez)</li><li>De revivermos acontecimentos passados (exemplo: medo de um novo casamento, depois de um casamento frustrado, ou medo de fazer uma proposta de obra, depois de ter tomado prejuízo numa obra passada).</li></ul>



<p>Com base no que descrevermos anteriormente, podemos responder: porque é tão importante sabermos lidar com ele? E a resposta é: porque o medo nos protege, e, por isso, ele é necessário! Mas do mesmo jeito que preferimos ir à praia em dias quentes (porque sabemos que, no inverno, vamos passar frio, e o medo do frio nos protege de passa-lo na praia), precisamos saber usar, em cada situação pela qual passamos, o medo a nosso favor, nos protegendo, mas, ao mesmo tempo, nos dando a segurança de que fizemos tudo que nos cabe para atingir nosso objetivo.</p>



<p>Sempre que falo de medo, penso no autocontrole de um paraquedistas. Ele tem plena ciência de que, um passo errado, e ele vai morrer. Mas nem por isso ele deixa de saltar. </p>



<h6 id="so-que-antes-de-fazer-o-salto-ele" class="wp-block-heading"><strong><span class="has-inline-color has-red-color">Só que antes de fazer o salto, ele:</span></strong></h6>



<ul class="wp-block-list"><li>Verifica as condições de salto (ventos, visibilidade, local de queda, tempo máximo para acionar o paraquedas em segurança);</li><li>Verifica (em solo) se o paraquedas está de fato pronto para ser usado em salto;</li><li>Por fim, avalia (junto com seu superior imediato) se ele está de fato em condições pessoais (físicas/psicológicas/emocionais) de fazer o salto.</li></ul>



<p>Todos nós precisamos ser paraquedistas, em todas as nossas atividades. E ser paraquedista implica em correr riscos, sabendo quais são esses riscos, tendo um roteiro de como lidar com cada um deles e estando preparados para lidar com eles, sem aventuras. </p>



<p>Quem sabe esse <a href="http://google.com.br">lado</a> paraquedista não seja o que te falta para entrar nesse ramo tão instigante e lucrativo que é a gestão de negócios na construção civil? Se for, seja bem-vindo! </p>



<h2 id="vamos-compartilhar-nesse-espaco-nos-proximos-artigos-algumas-dicas-para-que-voce-possa-ter-a-seguranca-que-as-vezes-falta-para-seguir-em-frente-e-encarar-seu-paraquedas" class="cnvs-block-section-heading cnvs-block-section-heading-1652147340974 is-style-cnvs-block-section-heading-11 halignleft" >
	<span class="cnvs-section-title">
		<span>Vamos compartilhar nesse espaço, nos próximos artigos, algumas dicas para que você possa ter a segurança que às vezes falta para seguir em frente e encarar seu paraquedas&#8230;</span>
	</span>
</h2>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/parachute-5558223_1920-1024x657.jpg" alt="" class="wp-image-82303" width="700" height="449" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/parachute-5558223_1920-1024x657.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/parachute-5558223_1920-300x192.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/parachute-5558223_1920-768x492.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/parachute-5558223_1920-1536x985.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/parachute-5558223_1920-18x12.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/parachute-5558223_1920-380x244.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/parachute-5558223_1920-800x513.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/parachute-5558223_1920-1160x744.jpg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/parachute-5558223_1920-600x385.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/parachute-5558223_1920.jpg 1920w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /><figcaption>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/neelam279-9820894/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=5558223">Frauke Riether</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=5558223">Pixabay</a></figcaption></figure>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://blogdaengenharia.com/secoes/artigo-patrocinado/6-razoes-pelo-qual-voce-deve-se-especializar-em-gestao-de-obras-e-projetos-em-2021/">Continue lendo aqui no blog!</a></p>
<p>The post <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-civil/qual-o-seu-pior-inimigo-para-fechar-uma-obra-com-seguranca/">Qual o seu pior inimigo&nbsp; para fechar uma obra com segurança?</a> appeared first on <a href="https://blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Água como tática de guerra e seus impactos</title>
		<link>https://blogdaengenharia.com/engenharia/agua-como-tatica-de-guerra-e-seus-impactos/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=agua-como-tatica-de-guerra-e-seus-impactos</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Felipe Keiji Feital Harano]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 May 2022 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia Hídrica]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque-topo]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Inferior]]></category>
		<category><![CDATA[água]]></category>
		<category><![CDATA[conflito]]></category>
		<category><![CDATA[guerra]]></category>
		<category><![CDATA[recursos hídricos]]></category>
		<category><![CDATA[Rússica]]></category>
		<category><![CDATA[tática de guerra]]></category>
		<category><![CDATA[Ucrânia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blogdaengenharia.com/?p=81605</guid>

					<description><![CDATA[<p>Como assim água sendo usada para tática de guerra? Saiba como a guerra impacta os recursos hídricos e vice-versa. </p>
<p>The post <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/agua-como-tatica-de-guerra-e-seus-impactos/">Água como tática de guerra e seus impactos</a> appeared first on <a href="https://blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Há mais de dois meses do início do conflito entre Rússia e Ucrânia já são vistos reflexos na economia e na política mundial. Além disso, de forma não menos importante, o meio ambiente e os recursos hídricos são diretamente impactados pelas guerras.</p>



<p>Nesta primeira parte do artigo, serão demonstradas as táticas utilizadas nas batalhas que envolvem o uso da água e dos recursos hídricos para retardar ou até enfraquecer as tropas inimigas. <strong><span class="has-inline-color has-red-color">Vamos lá?</span></strong></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="553" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/1000_F_489576838_5uGt1A3xWKCjGBJJztnO2V8dYvkynNYH-1.jpg" alt="" class="wp-image-82327" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/1000_F_489576838_5uGt1A3xWKCjGBJJztnO2V8dYvkynNYH-1.jpg 1000w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/1000_F_489576838_5uGt1A3xWKCjGBJJztnO2V8dYvkynNYH-1-300x166.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/1000_F_489576838_5uGt1A3xWKCjGBJJztnO2V8dYvkynNYH-1-768x425.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/1000_F_489576838_5uGt1A3xWKCjGBJJztnO2V8dYvkynNYH-1-18x10.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/1000_F_489576838_5uGt1A3xWKCjGBJJztnO2V8dYvkynNYH-1-380x210.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/1000_F_489576838_5uGt1A3xWKCjGBJJztnO2V8dYvkynNYH-1-800x442.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/1000_F_489576838_5uGt1A3xWKCjGBJJztnO2V8dYvkynNYH-1-600x332.jpg 600w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption>Fonte: <a href="https://www.shutterstock.com/pt/image-vector/ukraine-crisis-map-russia-us-middle-2129601548">Shutterstock</a></figcaption></figure>



<h3 id="o-que-sao-os-recursos-hidricos" class="wp-block-heading">O que são os recursos hídricos?</h3>



<p class="is-style-default">Primeiramente, antes de falar dos impactos e como são afetados, precisamos entender o que significa o termo recursos hídricos. Apesar de muitas pessoas acharem que recursos hídricos e água são a mesma coisa, há diferença em suas definições.</p>



<p>Segundo a <a href="https://www.embrapa.br/">EMBRAPA</a>, &#8220;a água é o elemento natural desvinculado de qualquer uso&#8221;. Já o recurso hídrico &#8220;é toda água, superficial ou subterrânea ligada à algum uso ou atividade, podendo também ser utilizada como um bem econômico&#8221;.</p>



<blockquote class="wp-block-quote cnvs-block-core-quote-1649806108808 is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>&#8220;Todo recurso hídrico é água, mas nem toda água é um recurso hídrico&#8221;.</p><cite><a href="https://www.embrapa.br/tema-manejo-de-recursos-hidricos/perguntas-e-respostas">EMBRAPA</a></cite></blockquote>



<p>Dessa forma, agora que você entendeu essa diferença, vamos ao que realmente interessa!</p>



<h3 id="ataques-contra-infraestruturas-hidricas" class="wp-block-heading">Ataques contra infraestruturas hídricas</h3>



<p>Uma das principais e mais antigas estratégias de guerra utilizada é o ataque a “infraestruturas críticas”. Nesta tática, os danos acarretam grandes prejuízos à população local, ocasionando a suspensão do acesso aos recursos básicos, tais como conexões (viários, aeroportos, portos, etc.), comunicação (rádio, antenas de televisão, internet, etc.), energia elétrica e a distribuição de água potável.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="632" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/3.jpg" alt="" class="wp-image-82241" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/3.jpg 1000w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/3-300x190.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/3-768x485.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/3-18x12.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/3-380x240.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/3-800x506.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/3-600x379.jpg 600w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption>Fonte: <a href="https://www.shutterstock.com/pt/image-photo/water-steel-pipe-close-image-select-1119747365">Shutterstock</a></figcaption></figure>



<h4 id="historico" class="wp-block-heading">Histórico</h4>



<p>Conforme cita o portal G1, a prática de uso da desidratação e regulação da disponibilidade de água é uma prática recorrente nas histórias de guerra (Síria, Líbica, Iêmen, etc.), que teve seu primeiro registro na Guerra Peloponesa, 430 a.C.</p>



<p>Ainda, de acordo com o site <em><a href="https://www.worldwater.org/conflict/map/">Water Conflict Chronology</a></em> o primeiro registro foi na Mesopotamia (2500 a. C.). Na ocasião, Urlama, rei de Lagash, desviou água da região para canais da fronteira, secando e privando o abastecimento de regiões próximas de Umma. O site aponta que ao longo da história, já se identificaram ao menos 1.297 conflitos envolvendo a água.</p>



<h4 id="estrategia" class="wp-block-heading">Estratégia</h4>



<p>O uso dessa tática militar é empregue para forçar os moradores das regiões afetadas a deixarem e abandonarem seus lares de forma brutal, atingindo o principal pilar para a sobrevivência humana, <strong>o acesso à água.</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="633" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/2.jpg" alt="Conflito" class="wp-image-82237" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/2.jpg 1000w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/2-300x190.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/2-768x486.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/2-18x12.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/2-380x241.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/2-800x506.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/2-600x380.jpg 600w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption> Fonte: <a href="https://www.shutterstock.com/pt/image-photo/odessa-ukraine-april-18-russia-war-2147119071">Shutterstock</a> </figcaption></figure>



<p>Além disso, a utilização desta “arma” afeta as tropas defensivas, deixando-as com <strong>fome e sede,</strong> e consequentemente enfraquecendo todo o exército local. Assim, <strong>as cidades atacadas ficam mais acessíveis</strong> para que os exércitos avancem suas tropas sem a interferência de civis e com uma menor resistência das tropas inimigas.</p>



<h4 id="consequencia-na-guerra-atual" class="wp-block-heading">Consequência na guerra atual</h4>



<p>De acordo com a Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) no mês passado <strong>mais de 1,4 milhões de pessoas já se encontravam sem acesso a água potável</strong>. Havendo a possibilidade de chegar a um nível de <strong>colapso total</strong>, com o risco de mais de 4,6 milhões ficarem desprovidos do recurso. </p>



<p>O fato se deve principalmente aos<strong> bombardeios e ataques que danificaram o sistema hídrico de abastecimento da Ucrânia</strong>, além é claro de ataques a fontes energéticas e as infraestruturas relacionadas, que <strong>impedem o bombeamento da água</strong> bruta e tratada.</p>



<h3 id="a-engenharia-hidrica-como-tatica-defensiva" class="wp-block-heading"><strong>A Engenharia Hídrica como tática defensiva</strong></h3>



<p> Outra forma utilizada recentemente na guerra Ucrânia x Rússia, é a <strong>emprego de itens de engenharia hídrica para retardar o avanço da tropa inimiga. </strong></p>



<h4 id="inundacao-de-grandes-areas" class="wp-block-heading"><strong>Inundação de grandes áreas</strong></h4>



<p>A princípio, esta tática  envolve a utilização de <strong>grandes estruturas de engenharia para inundar toda uma região</strong>, como a abertura ou o rompimento de comportas (em casos emergenciais).</p>



<p>Recentemente a Ucrânia <strong>utilizou a estratégia em um pequeno vilarejo chamado Demydiv</strong>, localizado ao norte de Kiev. A ação teve a intenção de <strong>retardar o avanço de tanques russos</strong> formando grandes áreas alagadas, para que as tropas não pudessem prosseguir.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Ukraine Released Water From a Hydroelectric Dam to Block Russian Advance" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/k9e4PFu-0ZE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p>O plano teve um grande sucesso, desempenhando um papel <strong>fundamental na defesa da tentativa de tomar a capital Kiev pelos russos</strong>, além de que abriu oportunidades para a criação de emboscadas e táticas de cerco para o exército ucraniano.</p>



<p>Apesar dos impactos causados na região,<strong> os moradores entendem que o sacrifício foi um “mal necessário”, trazendo uma enorme vantagem ao seu país nesta guerra.</strong></p>



<h4 id="destruicao-de-pontes-e-travessias" class="wp-block-heading"><strong>Destruição de pontes e travessias</strong></h4>



<p>Do mesmo modo, a <strong>destruição das próprias infraestruturas do país</strong>, tem sido uma tática bastante empregada pelo exército ucraniano.</p>



<p>Por exemplo, <strong>a demolição de suas próprias pontes</strong>, fazendo com que a ofensiva se direcione por pontos específicos e estratégicos, muitas vezes havendo a necessidade da construção de pontes suspensas para atravessas os rios, <strong>facilitando a utilização de táticas de confronto defensivo e planejado</strong>.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="623" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/1.jpg" alt="Rússia, Ucrânia" class="wp-image-82236" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/1.jpg 1000w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/1-300x187.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/1-768x478.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/1-18x12.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/1-380x237.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/1-800x498.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/1-600x374.jpg 600w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption>Fonte: <a href="https://www.shutterstock.com/pt/image-photo/irpen-ukraine-april-25-2022-war-2149412139">Shutterstock</a></figcaption></figure>



<p>De acordo com o levantado pelo jornal <em>“New York Times”</em> já foram mais de 300 pontes destruídas, que somados aos danos ocasionados pelo exército atacante à outras infraestruturas <strong>já totalizam um prejuízo de mais de 85 bilhões de dólares ao país europeu.</strong></p>



<h3 id="conclusao" class="wp-block-heading">Conclusão</h3>



<p>Por fim, apesar das táticas trazerem vantagens para os exércitos, quem paga a conta é o meio ambiente, que por muitas vezes sofrem danos irreparáveis. Desta forma, na parte 2 deste artigo, serão apresentados os impactos na qualidade dos recursos hídricos, do meio ambiente e da saúde humana ocasionado pela utilização destas táticas de guerra.</p>



<h2 id="ja-sabia-das-taticas-militares-que-utilizam-a-agua-e-os-recursos-hidricos" class="cnvs-block-section-heading cnvs-block-section-heading-1652137439376 is-style-cnvs-block-section-heading-11 halignleft" >
	<span class="cnvs-section-title">
		<span>Já sabia das táticas militares que utilizam a água e os recursos hídricos?</span>
	</span>
</h2>



<p class="has-text-align-center"><strong><em>Compartilhe, comente, aguarde a Parte 2 e não deixe de seguir o Blog da Engenharia!</em></strong></p>



<p class="has-text-align-center"><strong><em><a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-de-aquicultura/tudo-que-voce-precisa-saber-sobre-uso-de-sal-na-piscicultura/">Obrigado, e até a próxima!</a></em></strong></p>
<p>The post <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/agua-como-tatica-de-guerra-e-seus-impactos/">Água como tática de guerra e seus impactos</a> appeared first on <a href="https://blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Lembre-se: Just do it.</title>
		<link>https://blogdaengenharia.com/engenharia/lembre-se-just-do-it-2/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=lembre-se-just-do-it-2</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lílian Barros da Silveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 May 2022 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque-topo]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Inferior]]></category>
		<category><![CDATA[#blogdaengenharia]]></category>
		<category><![CDATA[blog da engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Blog de Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Blog Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia no Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Estudantes de Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[site da engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[site de engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Site Engenharia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blogdaengenharia.com/?p=81619</guid>

					<description><![CDATA[<p>Por incrível que pareça, mas o famoso slogan da Nike &#8220;Just do it&#8221;, foi inspirado na fala de&#8230;</p>
<p>The post <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/lembre-se-just-do-it-2/">Lembre-se: Just do it.</a> appeared first on <a href="https://blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Por incrível que pareça, mas o famoso slogan da Nike <a href="https://www.businessinsider.com/nike-just-do-it-inspired-utah-killer-gary-gilmore-2019-7">&#8220;Just do it&#8221;</a>, foi inspirado na fala de Gary Gilmore, um assassino norte-americano condenado a morte por fuzilamento.</p>



<p>Diante dos atiradores, ao ser questionado sobre quais eram suas últimas palavras, Gilmore disse: “Let’s do it”.</p>



<p>Na época, Dan Wieden, chefe da agência de publicidade Wieden&amp;Kenned contratada pela Nike, estava em busca de um slogan impactante que pudesse servir de estímulo tanto a atletas quanto a iniciantes na prática de atividade física. Ao ter conhecimento da frase, curtiu o “do it” e achou que a frase descrevia o propósito que buscava.</p>



<p>Daí Wieden adaptou a frase para “Just do it”, que veio a ser tonar um dos slogans mais conhecidos do mundo no século 20 e uma verdadeira filosofia da marca esportiva.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="750" height="422" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/Just-do-it2.png" alt="" class="wp-image-81159" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/Just-do-it2.png 750w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/Just-do-it2-300x169.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/Just-do-it2-18x10.png 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/Just-do-it2-380x214.png 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/Just-do-it2-600x338.png 600w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption>Just do it: Slogan da Nike criado em 1988 por Dan Wieden, publicitário da Wieden&amp;Kenned. </figcaption></figure></div>



<h3 id="mas-dai-voce-pode-ser-perguntar-qual-a-relacao-entre-o-famoso-slogan-da-nike-e-a-engenharia" class="wp-block-heading">Mas daí você pode ser perguntar: Qual a relação entre o famoso slogan da Nike e a engenharia?</h3>



<p>O trabalho de um engenheiro (a) é marcado por situações de estresse e pressão. O profissional encara diariamente uma montanha russa de emoções. Diante desse contexto como fica o emocional?</p>



<p>Influenciado por boas doses de adrenalina, ansiedade e nervosismo.</p>



<p>A solução é colocar a cabeça no lugar, gerenciar as emoções, definir as prioridades e simplesmente executar as tarefas, uma de cada vez, ou seja, Just do it.</p>



<p>Assim como o contexto de Gary Gilmore que inspirou o slogan, o jeito é encarar a situação. Por isso, quando estiver diante de situações de estresse e pressão, coloque a cabeça no lugar e lembre-se: Just do it. <a href="https://blogdaengenharia.com/carreira/soft-skills/resiliencia/">Sua escalada profissional</a> dependerá disso. </p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/just-do-it-escada-2.jpg" alt="" class="wp-image-81160" width="708" height="463" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/just-do-it-escada-2.jpg 393w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/just-do-it-escada-2-300x196.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/just-do-it-escada-2-18x12.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/just-do-it-escada-2-380x248.jpg 380w" sizes="(max-width: 708px) 100vw, 708px" /><figcaption>Lembre-se: Just do it!</figcaption></figure></div>



<p></p>
<p>The post <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/lembre-se-just-do-it-2/">Lembre-se: Just do it.</a> appeared first on <a href="https://blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Acompanhe o 3DEXPERIENCE 2022 com a cobertura exclusiva do Blog da Engenharia</title>
		<link>https://blogdaengenharia.com/especiais/softwares/3dexperience-2022-o-maior-evento-solidworks/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=3dexperience-2022-o-maior-evento-solidworks</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Leticia Pizzi]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Feb 2022 17:29:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Softwares para Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[3DEXPERIENCE World]]></category>
		<category><![CDATA[SOLIDWORKS]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque-topo]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Inferior]]></category>
		<category><![CDATA[Dassault Systèmes]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blogdaengenharia.com/?p=80290</guid>

					<description><![CDATA[<p>Desde 2018 o Blog da Engenharia cobre, o antigamente chamado como SOLIDWORKS WORLD e que hoje conhecemos como&#8230;</p>
<p>The post <a href="https://blogdaengenharia.com/especiais/softwares/3dexperience-2022-o-maior-evento-solidworks/">Acompanhe o 3DEXPERIENCE 2022 com a cobertura exclusiva do Blog da Engenharia</a> appeared first on <a href="https://blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Desde 2018 o Blog da Engenharia cobre, o antigamente chamado como SOLIDWORKS WORLD e que hoje conhecemos como <strong>3DEXPERIENCE </strong><a href="https://blogdaengenharia.com/editoria/engenharia/software/software-solidworks/" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener"><strong>WORLD</strong> </a>&#8211; um dos maiores eventos em tecnologia para a comunidade de tecnologia, designers, engenheiros, empreendedores e líderes de negócios.</p>



<p>O maior evento sobre SOLIDWORKS e tecnologias para engenharias é&nbsp; desenvolvido pela <a aria-label="undefined (opens in a new tab)" href="https://blogdaengenharia.com/eventos-da-engenharia/3dexperience-world/3dexperience-world-2021/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>Dassault Systemes</em> </a>e &nbsp; aqui no blog traremos as principais informações para você que quer ficar antenado nas novidades.</p>



<p>Devido a pandemia global do COVID-19,<a href="https://blogdaengenharia.com/eventos-da-engenharia/3dexperience-world/3dexperience-world-2021-online/" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener"> em 2021</a> o evento foi 100% online e gratuito. Ainda neste ano pensando na saúde e segurança de todos, esse formato se mantém, acontecendo de<strong> 7 a 9 de fevereiro.</strong></p>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-1 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:100%">
<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="3DEXPERIENCE World 2022 - Imagine all we can achieve together!" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/d5bZUZIeI5w?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p>Nestes dias o foco será a troca de conhecimento e novas informações, ocorrendo diversas palestras e reuniões de desenvolvedores, técnicos, usuários, parceiros, expositores. As sessões serão em inglês. Anualmente também ocorre um concurso de modelagem, o <em>Modelmania</em>, com premiação para os vencedores.</p>
</div>
</div>



<p class="has-text-align-center has-red-color has-text-color"><a aria-label="undefined (opens in a new tab)" href="https://www.ska.com.br/blog/inscreva-se-no-evento-3dexperience-world-2022/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Clique aqui para saber como se inscrever no evento!</strong></a></p>



<div class="wp-block-image is-style-default"><figure class="aligncenter size-medium"><img loading="lazy" decoding="async" width="300" height="300" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/3dexperience-platform-dassault-systemes-2021-300x300.png" alt="3dexperience plataform" class="wp-image-80297" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/3dexperience-platform-dassault-systemes-2021-300x300.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/3dexperience-platform-dassault-systemes-2021-150x150.png 150w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/3dexperience-platform-dassault-systemes-2021-12x12.png 12w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/3dexperience-platform-dassault-systemes-2021-80x80.png 80w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/3dexperience-platform-dassault-systemes-2021-110x110.png 110w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/3dexperience-platform-dassault-systemes-2021-380x379.png 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/3dexperience-platform-dassault-systemes-2021-600x598.png 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/3dexperience-platform-dassault-systemes-2021-100x100.png 100w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/3dexperience-platform-dassault-systemes-2021.png 768w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></figure></div>



<h2 id="resumo-da-programacao" class="wp-block-heading">Resumo da programação:</h2>



<p><strong>07/02 &#8211; SEGUNDA-FEIRA </strong></p>



<p>A Sessão Geral de abertura preparará o palco para três dias de conversas com as pessoas e empresas que compõem o ecossistema 3DEXPERIENCE Works.</p>



<p>Você ouvirá o CEO e vice-presidente da Dassault Systèmes, Bernard Charlès, e o CEO da SOLIDWORKS, Gian Paolo Bassi, sobre as tecnologias e tendências que transformarão a maneira como você trabalha.</p>



<p>O cliente da SOLIDWORKS, La Machine, discutirá seu novo projeto, o Herons Tree, um projeto de arquitetura em movimento na Ilha de Nantes que se concentra na renovação urbana.</p>



<p><strong>08/02 – TERÇA &#8211; FEIRA </strong></p>



<p>Saiba como o portfólio 3DEXPERIENCE Works fornece as ferramentas para os usuários imaginarem um futuro melhor juntos.</p>



<p><strong>09/02 – QUARTA &#8211; FEIRA</strong></p>



<p>Um ex-designer da Orange County Choppers, Jason Pohl, forneceu designs de última geração para empresas e indivíduos da Fortune 500 de todo o mundo. Ele liderará um painel de designers industriais para discutir os desafios de trabalhar para vários clientes.</p>



<p>Por si só, uma imaginação é poderosa. Quando você conecta sua imaginação com os outros, ela se torna imparável. Com as tecnologias atuais, pessoas em todo o mundo podem se reunir digitalmente para compartilhar causas significativas, objetivos comuns e visões coletivas.</p>



<p>Estudantes, professores, empreendedores, inventores e engenheiros profissionais se reúnem para compartilhar seus pontos fortes, desafios e triunfos e aprender a co-criar um futuro melhor com tecnologias que despertam curiosidade e inovação.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong><a href="https://www.ska.com.br/3dexperience-world-2022" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener">Alguns especialistas estarão comentando o evento, você pode ver mais clicando aqui.</a></strong></p>
<p>The post <a href="https://blogdaengenharia.com/especiais/softwares/3dexperience-2022-o-maior-evento-solidworks/">Acompanhe o 3DEXPERIENCE 2022 com a cobertura exclusiva do Blog da Engenharia</a> appeared first on <a href="https://blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O que são, quais são e um resumo sobre as NR&#8217;s!</title>
		<link>https://blogdaengenharia.com/engenharia/o-que-sao-quais-sao-e-um-resumo-sobre-as-nrs/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=o-que-sao-quais-sao-e-um-resumo-sobre-as-nrs</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eng° Angelo Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Nov 2021 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Inferior]]></category>
		<category><![CDATA[#nr #mte #segurança]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blogdaengenharia.com/?p=77531</guid>

					<description><![CDATA[<p>As Normas Regulamentadoras &#8211; NRs, são relativas à segurança e medicina do trabalho, é o cumprimento destas é&#8230;</p>
<p>The post <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/o-que-sao-quais-sao-e-um-resumo-sobre-as-nrs/">O que são, quais são e um resumo sobre as NR&#8217;s!</a> appeared first on <a href="https://blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">As Normas Regulamentadoras &#8211; NRs, são relativas à segurança e medicina do trabalho, é o cumprimento destas é obrigatório pelas empresas privadas, públicas e pelos órgãos públicos da administração direta ou indireta. Também é dever dos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário, que possuam empregados regidos pela <a href="http://www.guiatrabalhista.com.br/clt.htm">Consolidação das Leis do Trabalho &#8211; CLT</a>.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">O não cumprimento das disposições legais e regulamentares sobre segurança e medicina do trabalho, acarretará ao empregador a aplicação das penalidades previstas na legislação pertinente.</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Com isso, podemos ter um ato faltoso a recusa injustificada do empregado ao cumprimento de suas obrigações com a segurança do trabalho. Entenda:</em></strong></p>
<p><iframe title="O QUE SÃO NR’s?" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/60RhCi2zaOk?start=337&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<hr>
<p style="text-align: justify;"><strong>Agora conheça&nbsp; todas as NRs através do link:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br/composicao/orgaos-especificos/secretaria-de-trabalho/inspecao/seguranca-e-saude-no-trabalho/ctpp-nrs/normas-regulamentadoras-nrs">https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br/composicao/orgaos-especificos/secretaria-de-trabalho/inspecao/seguranca-e-saude-no-trabalho/ctpp-nrs/normas-regulamentadoras-nrs</a></p>
<hr>
<h1 id="a-historia-das-nrs" style="text-align: justify;">A história das NRs</h1>
<p style="text-align: justify;">As NRs surgiram em 1978, quando o Ministério do Trabalho publicou através da portaria nº 3.214, normas regulamentadoras relativas à medicina, higiene e segurança do trabalho.</p>
<p class="dou-paragraph" style="text-align: justify;"><em><strong>As NR são classificadas em:</strong></em></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li class="dou-paragraph"><strong>GERAIS</strong>, as normas que regulamentam aspectos decorrentes da relação jurídica prevista na Lei sem estarem condicionadas a outros requisitos, como atividades, instalações, equipamentos ou setores e atividades econômicos específicos.</li>
<li class="dou-paragraph"><strong>ESPECIAIS</strong>, as normas que regulamentam a execução do trabalho considerando as atividades, instalações ou equipamentos empregados, sem estarem condicionadas a setores ou atividades econômicos específicos.</li>
<li class="dou-paragraph"><strong>SETORIAIS</strong>, as normas que regulamentam a execução do trabalho em setores ou atividades econômicos específicos.</li>
</ul>
<p><iframe title="Você sabia que as Normas Regulamentadoras - NRs são divididas em 3 etapas?" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/BQkfeZ8mgEw?start=202&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<h1 id="um-resumo-sobre-elas" style="text-align: justify;">Um resumo sobre elas</h1>
<h6 id="nr-1-disposicoes-gerais" style="text-align: justify;"><strong>NR 1 – Disposições Gerais</strong></h6>
<p style="text-align: justify;">Estabelece todos os campos de atuação de todas as outras normas. Além disso, também determina as obrigações e os direitos tanto do Governo, quanto dos empregadores e dos colaboradores, e ainda estabelece disposições gerais e regulados nos artigos <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L6514.htm" rel="noopener">154 a 159 da CLT</a></p>
<h6 id="nr-2-inspecao-previa-revogada" style="text-align: justify;"><strong>NR 2 – Inspeção Prévia (REVOGADA)</strong></h6>
<p style="text-align: justify;">Determina a obrigatoriedade de todos os estabelecimentos novos realizarem uma Inspeção Prévia antes do início de suas atividades.</p>
<h6 id="nr-3-embargo-ou-interdicao" style="text-align: justify;"><strong>NR 3 – Embargo ou Interdição</strong></h6>
<p class=" " style="text-align: justify;">Estabelece procedimentos para embargo e interdição em caso de Grave e Iminente Risco (GIR) à vida e à saúde dos trabalhadores, de forma a regulamentar o <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-Lei/Del5452.htm#art161.">artigo&nbsp;161 da CLT161 da CLT</a>, conforme redação dada pela&nbsp;<a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L6514.htm">Lei n.º 6.514</a>, de 22 de dezembro de 1977.</p>
<h6 id="nr-4-servicos-especializados-em-engenharia-de-seguranca-em-medicina-do-trabalho" style="text-align: justify;"><strong>NR 4 – Serviços Especializados em Engenharia de Segurança em Medicina do Trabalho</strong></h6>
<p style="text-align: justify;">Estabelece a obrigatoriedade da criação dos SESMT nas empresas. O principal objetivo do projeto é corrigir e atenuar os potenciais riscos para oferecer uma qualidade de vida melhor para o trabalhador.</p>
<h6 id="nr-5-comissao-interna-de-prevencao-de-acidentes" style="text-align: justify;"><strong>NR 5 – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes</strong></h6>
<p style="text-align: justify;">Determina a obrigatoriedade das empresas criarem a CIPA — Comissão Interna de Prevenção de Acidentes. Como o nome já diz, esta é mais uma estratégia para prevenir os índices de Acidentes do Trabalho.</p>
<h6 id="nr-6-equipamentos-de-protecao-individual-epi" style="text-align: justify;"><strong>NR 6 – Equipamentos de Proteção Individual – EPI</strong></h6>
<p style="text-align: justify;">Determina os tipos de equipamentos que o empregador deve fornecer ao colaborador, como e quando deve fazer isso. Além do mais, nela consta a lista completa dos EPIs para cada tipo de proteção.</p>
<h6 id="nr-7-programa-de-controle-medico-de-saude-ocupacional-pcmso" style="text-align: justify;"><strong>NR 7 – Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO)</strong></h6>
<p style="text-align: justify;">Estabelece a obrigatoriedade dos exames ocupacionais que servem para atestar a saúde física dos trabalhadores. É através do PCMSO que se pode avaliar se o colaborador continua saudável ou não.</p>
<p><iframe title="O QUE É ASO? O DOCUMENTO MAIS IMPORTANTE DA SAÚDE E SEGURANÇA DO TRABALHO." width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/4w6JEVw5ygI?start=1&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>NR 8 – Edificações</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Define as boas práticas necessárias para a segurança e integridade física de todos os trabalhadores que atuam nas Edificações.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>NR 9 – Programas de Prevenção de Riscos Ambientais</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Determina a obrigação de toda empresa que admita funcionários em regime CLT a criação do PPRA. O Programas de Prevenção de Riscos Ambientais tem como objetivo identificar para evitar os potenciais riscos no ambiente de trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>NR 10 – Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Determina as obrigações de todos aqueles que trabalham com energia elétrica. Consequentemente, visa diminuir os índices de Acidentes Ocupacionais causados por choques elétricos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>NR 11 – Transporte, Movimentação, Armazenagem e Manuseio de Materiais.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Trata sobre as medidas preventivas para todo tipo de material ou equipamento de transporte, como guindastes, elevadores, etc. O intuito, como todas as Normas Regulamentadoras, é atenuar os riscos de Acidentes de Trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>NR 12 – Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Define as obrigatoriedades sobre os locais de instalação, máquinas e equipamentos que serão utilizados por trabalhadores. Além disso, também é nesta NR que são definidas as regras de manutenção de maquinário e etc.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>NR 13 – Caldeiras, Vasos de Pressão e Tubulações</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Estabelece todas as medidas de proteção de tudo a que se refere às Caldeiras, Vasos de Pressão e Tubulações. Desde a instalação, passando pela manutenção e, depois, inspeções e vistorias de segurança.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>NR 14 – Fornos</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Determina as medidas de segurança para os trabalhadores que atuam diretamente com Fornos Industriais. Aqui também devem ser observadas as legislações estaduais e municipais, além de federais.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>NR 15 – Atividades e Operações Insalubres</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Estabelece os limites de tolerância para cada tipo de risco que pode ser encontrado no ambiente de trabalho. Sendo assim, ultrapassando este limite, o trabalho pode ser considerado insalubre e de extremo risco para o trabalhador.</p>
<p><iframe title="INSALUBRIDADE   Minha atividade profissional gera direito a insalubridade?" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/OeWBT7RZKnQ?start=23&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>NR 16 – Atividades e Operações Perigosas</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Define as responsabilidades do empregador e os direitos dos trabalhadores que atuam em situações perigosas. Dependendo do nível de exposição ao risco, o colaborador pode ou não receber o adicional salarial.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>NR 17 – Ergonomia</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Visa unir as condições de trabalho com as questões psicofisiológicas dos trabalhadores. O intuito é fornecer um ambiente de trabalho confortável que evite a possibilidade de doenças por esforço repetitivo, por exemplo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>NR 18 – Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Define todas as medidas de proteção a serem executadas na indústria da construção. Essas medidas deverão ser tomadas antes, durante e depois de obra, visando a proteção de todos que trabalham naquele local.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>NR 19 – Explosivos</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Visa atenuar os riscos de quem trabalha diretamente com explosivos. Nesse sentido, a Norma Regulamentadora define as obrigatoriedades não só para o manuseio, como também para o controle e armazenamento desses materiais.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>NR 20 – Segurança e Saúde no Trabalho com Inflamáveis e Combustíveis</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Define as boas práticas a serem realizadas pelos empregadores e trabalhadores que atuam com Inflamáveis e Combustíveis. As medidas dizem respeito às condições de armazenamento, como também de manuseio, etc.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>NR 21 – Trabalho a Céu Aberto</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Define as condições de trabalho para todos os trabalhadores que atuam a céu aberto. O principal objetivo dessa norma é assegurar a proteção contra todo tipo de intempérie que possa prejudicar sua saúde.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>NR 22 – Segurança e Saúde Ocupacional na Mineração</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Estabelece as obrigatoriedades que asseguram a saúde e a segurança física dos trabalhadores na área da Mineração.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>NR 23 – Proteção Contra Incêndios</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Essa é uma Norma Regulamentadora que deve ser seguida por todas as empresas, pois define as condições de segurança contra possibilidade de incêndios. Aqui entram as saídas de emergência, indicações de saída, sinalizações, etc.</p>
<p><iframe title="O QUE É PLANO DE RESPOSTA À EMERGÊNCIA? - ISO 45001 &amp; NR01" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/HYNKfhpuWBs?start=36&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>NR 24 – Condições Sanitárias e de Conforto nos Locais de Trabalho</strong></p>
<p style="text-align: justify;">É outra NR que deve ser seguida por todas as empresas. Através dela, são determinadas as condições básicas de conforto necessárias para a qualidade de vida dos trabalhadores.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>NR 25 – Resíduos Industriais</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Trata a respeito da eliminação de todo tipo de resíduo industrial em virtude de que pode oferecer riscos à saúde do trabalhador. Entre eles podemos mencionar os resíduos tóxicos, radioativos, gasosos ou sólidos, riscos biológicos, etc.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>NR 26 – Sinalização de Segurança</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Regulamenta as cores utilizadas nas sinalizações de segurança dos ambientes de trabalho. O intuito é indicar zonas de perigo, organizar o local de trabalho e prevenir acidentes ocupacionais.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>NR 27 – Registro Profissional do Técnico de Segurança do Trabalho no MTB (REVOGADA)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Essa NR também foi revogada, mas mesmo assim cabe explicar. Esta Norma Regulamentadora define os requisitos que devem ser atendidos pelo profissional da Segurança do Trabalho para atuar como um Técnico.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>NR 28 – Fiscalização e Penalidades</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Essa é a Norma Regulamentadora que define sobre a fiscalização trabalhista da Segurança e Medicina do Trabalho nas empresas. Também são definidas aqui as possíveis penalidades para o não cumprimento das outras NRs.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>NR 29 –&nbsp; Segurança e Saúde no Trabalho Portuário</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Define as medidas de segurança que deverão ser adotadas pelas empresas atuantes no trabalho portuário. Lembrando que as disposições dessa norma são válidas para os trabalhadores atuantes em terra como em alto mar.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>NR 30 – Norma Regulamentadora de Segurança e Saúde no Trabalho Aquaviário</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Tem como objetivo determinar as medidas de segurança adotadas, dessas vez, por empresas do trabalho Aquaviário. Ou seja, embarcações comerciais para o transporte de pessoas ou mercadorias.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>NR 31 – Segurança e Saúde no Trabalho na Agricultura, Pecuária, Silvicultura, Exploração Florestal e Aquicultura</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Estabelece&nbsp; as medidas a serem aplicadas no ambiente e na metodologia de trabalho para tornar compatível o desenvolvimento das atividades com a segurança e saúde dos trabalhadores.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>NR 32 – Segurança e Saúde no Trabalho em Estabelecimentos de Saúde</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Define as obrigatoriedades que poderão proporcionar segurança àqueles que trabalham em estabelecimentos de saúde. O intuito principal é evitar doenças ocupacionais provenientes de contágios e etc.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>NR 33 – Segurança e Saúde no Trabalho em Espaços Confinados</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Determina as medidas de controle de risco que deverão ser obrigatoriamente adotadas pelos empregadores que possuem espaços confinados. Essa norma visa proteger os trabalhadores que atuam nesses lugares mesmo que indiretamente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>NR 34 – Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção e Reparação Naval.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Define quais os requisitos mínimos de conforto e qualidade de vida para os trabalhadores da indústria naval. Além disso, também regulamenta a obrigatoriedade por parte das empresas de tomarem as medidas de segurança.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>NR 35 – Trabalho em Altura</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Determina a promoção da segurança dos trabalhadores que atuam em alturas. Para isso, define as medidas de segurança adotadas como, por exemplo, os EPIs, EPCs entre outros.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>NR 36 – Segurança e Saúde no Trabalho em Empresas de Abate e Processamento de Carnes e Derivados</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Tem como principal objetivo regulamentar os processos de identificação, avaliação e controle dos riscos encontrados na indústria do abate e processamento de carnes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>NR 37 – Segurança e Saúde em Plataformas de Petróleo</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Visa estabelecer todas as medidas protetivas que deverão ser tomadas pelos empregadores relacionados às Plataformas de Petróleo. O principal objetivo é atenuar os potenciais riscos para que seja possível promover a segurança do trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>As NRs são importantes para a Segurança do Trabalho</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Portanto,&nbsp; é importante que você saiba pelo menos o básico sobre cada uma delas e divulgue para todos as direitos e deveres.</p>
<p style="text-align: justify;">Por fim, se esse artigo foi relevante pra você, deixe abaixo seu comentário, compartilhe no seu perfil do Instagram e não se esqueça de me seguir por lá –&nbsp; <a href="https://www.instagram.com/eng.angelosantos/">@eng.angelosantos</a>.</p>
<p>The post <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/o-que-sao-quais-sao-e-um-resumo-sobre-as-nrs/">O que são, quais são e um resumo sobre as NR&#8217;s!</a> appeared first on <a href="https://blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>5 porquês do grafeno ser o material querido do momento</title>
		<link>https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-de-materiais-engenharia/5-porques-do-grafeno-ser-o-material-querido-do-momento/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=5-porques-do-grafeno-ser-o-material-querido-do-momento</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bárbara Guimarães]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Oct 2021 10:00:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Curiosidades da Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de Materiais]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia no Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Industria 4.0]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Inferior]]></category>
		<category><![CDATA[#barbaraguimaraes]]></category>
		<category><![CDATA[#barbarasilvasalesguimaraes]]></category>
		<category><![CDATA[#blogdaengenharia]]></category>
		<category><![CDATA[#guimaraesbarbara]]></category>
		<category><![CDATA[#materiais]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[grafeno]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blogdaengenharia.com/?p=78042</guid>

					<description><![CDATA[<p>Você com certeza já ouviu falar sobre o grafeno, mas quero simplificar para você em 5 porquês desse material&#8230;</p>
<p>The post <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-de-materiais-engenharia/5-porques-do-grafeno-ser-o-material-querido-do-momento/">5 porquês do grafeno ser o material querido do momento</a> appeared first on <a href="https://blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Você com certeza já ouviu falar sobre o <strong>grafeno</strong>, mas quero simplificar para você em <strong>5 porquês</strong> desse material ser tão querido assim.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-78047" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/10/28170905537286.jpg" alt="" width="960" height="640" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/10/28170905537286.jpg 960w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/10/28170905537286-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/10/28170905537286-768x512.jpg 768w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /></p>
<p style="text-align: justify;">Primeiramente preciso te contar simplificadamente o que é o grafeno. É simplesmente uma forma alotrópica do carbono, onde os átomos de carbono estão organizados em forma hexagonal em um plano com espessura de apenas um átomo.</p>
<h5 id="vamos-aos-5-porques-do-grafeno-ser-o-material-mais-querido-do-momento" style="text-align: justify;"><strong>Vamos aos 5 porquês do grafeno ser o material mais querido do momento:</strong></h5>
<ol>
<li style="text-align: justify;">É um material com a espessura de 1 átomo de carbono, 1 milhão de vezes mais fino que uma folha de papel, sendo o material mais leve feito pelo homem (1 folha de grafeno do tamanho de um campo de futebol pesaria 1g);</li>
<li style="text-align: justify;">Além de ser o mais leve também é o mais forte, cerca de 200 vezes mais forte que o aço;</li>
<li style="text-align: justify;">É flexível e elástico;</li>
<li style="text-align: justify;">Possui elevado grau de transparência;</li>
<li style="text-align: justify;">Conduz calor 2x melhor que o diamante e eletricidade melhor que o cobre ou o ouro. O grafeno conduz eletricidade 250 vezes melhor do que o silício.</li>
</ol>
<h4 id="e-quais-seriam-as-possiveis-aplicacoes-do-grafeno">E quais seriam as possíveis aplicações do grafeno?</h4>
<p style="text-align: justify;">O grafeno é uma <a href="https://www.youtube.com/watch?v=l6yqJxB4uzA">promessa de revolução</a> no setor de eletrônicos, produzindo baterias que seriam recarregadas ultrarrápidas (imagina carregar celulares e até carros elétricos em segundos) e de longa duração. Com o este material poderemos produzir telefones flexíveis e quase transparentes e computadores ultrarrápidos. Com sua propriedade de ser flexível, poderemos enrolar os computadores e celulares igual enrolamos folhas de jornal.</p>
<p style="text-align: justify;">Poderemos também utilizar o grafeno em tecidos para que nossas roupas se adaptassem as condições climáticas. Existem inúmeras aplicações para o grafeno, como também para filtragem de água e dessalinização da água do mar. Coletes balísticos também estão sendo produzidos com apenas algumas folhas de grafeno, sendo mais eficientes do que o kevlar.</p>
<p style="text-align: justify;">Se combinarmos grafeno com alguns tipos de polímeros (formando assim os <a href="https://blogdaengenharia.com/materiais-compositos/">compósitos</a>) o material poderá expandir ou se contrair quando aplicado uma corrente elétrica. Essas são apenas algumas aplicações desse material. Incrível não é mesmo?</p>
<p style="text-align: justify;">Mas depois de você ler sobre todas essas incríveis aplicações do grafeno você deve estar se fazendo a seguinte pergunta: porque não estamos usando este material com grande potencial e nem fabricando ele em escala industrial?</p>
<p style="text-align: justify;">Existem muitas técnicas para a sua produção, porém, ainda não estão em produção de larga escala (escala industrial). A dificuldade na produção também torna ele muito caro.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas olhem que informação bacana para nós do Brasil: Vocês sabiam que o grafeno é produzido a partir do grafite e que o Brasil possui a terceira maior reserva de grafite do mundo?</p>
<p style="text-align: justify;">Dessa forma, percebemos assim que mais importante do que ter a maior reserva de grafite é dominar o processo produtivo e tornar assim ele mais barato.</p>
<p>The post <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-de-materiais-engenharia/5-porques-do-grafeno-ser-o-material-querido-do-momento/">5 porquês do grafeno ser o material querido do momento</a> appeared first on <a href="https://blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Tratamento de Efluentes: Tratamento Secundário</title>
		<link>https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-quimica/efluentes-tratamento-secundario-parte-iii/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=efluentes-tratamento-secundario-parte-iii</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo Bonjour]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Oct 2021 10:00:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia Química]]></category>
		<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Inferior]]></category>
		<category><![CDATA[#blogdaengenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Biogás]]></category>
		<category><![CDATA[blogdeengenharia]]></category>
		<category><![CDATA[blogdeengenhariaquímica]]></category>
		<category><![CDATA[bonjour]]></category>
		<category><![CDATA[bonjourpaulo]]></category>
		<category><![CDATA[efluentes]]></category>
		<category><![CDATA[estaçãodetratamentodeefluentes]]></category>
		<category><![CDATA[lodoativado]]></category>
		<category><![CDATA[matériaorgânica]]></category>
		<category><![CDATA[microrganismo]]></category>
		<category><![CDATA[Paulo Bonjour]]></category>
		<category><![CDATA[paulovictor]]></category>
		<category><![CDATA[paulovictorborretbonjour]]></category>
		<category><![CDATA[processoaeróbio]]></category>
		<category><![CDATA[processoanaeróbio]]></category>
		<category><![CDATA[tratamentodeefluente]]></category>
		<category><![CDATA[tratamentoderesiduos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blogdaengenharia.com/?p=77951</guid>

					<description><![CDATA[<p>Na terceira parte sobre efluentes industriais, trataremos sobre o tratamento secundário. Essa fase, por sua vez, visa remover&#8230;</p>
<p>The post <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-quimica/efluentes-tratamento-secundario-parte-iii/">Tratamento de Efluentes: Tratamento Secundário</a> appeared first on <a href="https://blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Na terceira parte sobre efluentes industriais, trataremos sobre o tratamento secundário. Essa fase, por sua vez, visa remover compostos biodegradáveis, ou seja, a matéria orgânica dissolvida que estão presentes na solução.</span></p>
<h3 id="classificacoes-de-tratamentos" style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Classificações de tratamentos</span></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">No tratamento secundário de efluentes podemos caracterizá-los de duas formas.&nbsp; </span><span style="font-weight: 400;">Primeiramente, podemos ter os processos em função da aeração, por exemplo, aeróbios e anaeróbios.</span></p>
<p><figure id="attachment_77953" aria-describedby="caption-attachment-77953" style="width: 384px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-77953 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/10/esgoto02.jpg" alt="tratamento de efluentes" width="384" height="272" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/10/esgoto02.jpg 384w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/10/esgoto02-300x213.jpg 300w" sizes="(max-width: 384px) 100vw, 384px" /><figcaption id="caption-attachment-77953" class="wp-caption-text">Fonte: Chemicharo (1997)</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Nos processos aeróbios, a reação ocorre com a presença de oxigênio. Como produto, temos a formação de CO2, lodo e efluente.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Em contrapartida, nos processos anaeróbios, não contamos com a presença de oxigênio. É de se esperar que também tenhamos como produto lodo e efluente. </span><span style="font-weight: 400;">Mas e o CO2?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Neste caso, ao invés de produzirmos CO2, temos a produção de biogás. </span><span style="font-weight: 400;">Por outro lado, podemos classificar, também, os processos da forma como ocorre o crescimento microbiano, isso quer dizer que, o crescimento pode ocorrer disperso no líquido ou aderido em um suporte.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter" src="https://media.istockphoto.com/photos/growing-bacteria-in-petri-dishes-on-agar-gel-scientific-experiment-picture-id1223471740?k=20&amp;m=1223471740&amp;s=612x612&amp;w=0&amp;h=pQibZApCokexsv5AHXJN0TsbSWbhwONdQAX7LmcdeMk=" alt="growing bacteria in petri dishes on ágar gel experimento científico. - microorganisms - fotografias e filmes do acervo efluentes" width="612" height="408"></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Vamos destrinchar um pouco mais esses processos!?</span></p>
<h3 id="processos-aerobicos-no-tratamento-de-efluentes" style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Processos Aeróbicos no tratamento de efluentes</span></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Como vimos anteriormente, os processos além de poderem ser aeróbios, também podem ser com crescimento disperso ou aderido. </span><span style="font-weight: 400;">Com o crescimento disperso, estes processos ocorrem em lagoas de estabilização.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Em lagoas de aeração facultativa temos a ocorrência tanto do processo aeróbio, quanto do anaeróbio. </span><span style="font-weight: 400;">Como assim?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Neste tipo de lagoa, a aeração, quando de forma natural, o oxigênio é fornecido por difusão atmosférica e ou fotossíntese. De forma artificial, temos o emprego de turbinas para facilitar a entrada de oxigênio, o que gera turbilhonamento na água. Além disso, ocorre apenas na superfície.</span></p>
<p><figure id="attachment_77954" aria-describedby="caption-attachment-77954" style="width: 701px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-77954" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/10/lagoa-facultativa.jpg" alt="" width="701" height="547" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/10/lagoa-facultativa.jpg 701w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/10/lagoa-facultativa-300x234.jpg 300w" sizes="(max-width: 701px) 100vw, 701px" /><figcaption id="caption-attachment-77954" class="wp-caption-text">Fonte: VON SPERLING, 2001</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Já no fundo, temos a ocorrência do processo anaeróbio.&nbsp; </span><span style="font-weight: 400;">Em consequência, as zonas intermediárias podem realizar o processo de ambas as formas, sendo assim, dizemos que a aeração é facultativa.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Sobretudo, temos que ter a ocorrência de reações, não? E neste caso, ocorre mais de uma.&nbsp; </span><span style="font-weight: 400;">O material carbonáceo presente na superfície dos efluentes sofre oxidação enquanto o de fundo sofre fermentação anaeróbica.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Já o material nitrogenado sofre <a href="https://mundoeducacao.uol.com.br/biologia/nitrificacao-desnitrificacao.htm">nitrificação</a>.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Por fim, se tratando de lagoas aeradas, temos a mistura completa. Seu mecanismo de funcionamento visa manter sólidos e biomassa suspensos e dispersos no líquido, além de fornecer oxigênio.&nbsp;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Comparando com os exemplos anteriores, temos um menor espaço de instalação e tempo de permanência. Todavia, os gastos com energia são maiores.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Em conclusão, o último processo aerado ocorre com o emprego de biodisco. Neste caso, o biofilme se adere nos discos e a medida que ocorre a rotação, a matéria orgânica e o ar entram em contato com a biomassa.</span></p>
<h3 id="processos-anaerobios-no-tratamento-de-efluentes" style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Processos anaeróbios no tratamento de efluentes</span></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Os processos anaeróbios ocorrem por fases.&nbsp;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Primeiramente, temos a ocorrência da hidrólise de moléculas grandes pela ação das enzimas que são liberadas pelas bactérias.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Na segunda fase, as bactérias produzem álcoois, ácidos, amônia e CO2 através da transformação dos macronutrientes presentes na matéria orgânica. Designamos essa fase como fase ácida.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Por fim, a fase metanogênica é onde ocorre realmente a formação do biogás , composto majoritariamente por metano, pela reação do dióxido de carbono com o hidrogênio. No decorrer da reação, verifica-se uma queda na velocidade de reação por conta do “isolamento” bacteriano pela formação de bolhas.</span></p>
<p><figure style="width: 756px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://lh5.googleusercontent.com/6mE6z3S79NsPjWLq0jBavEHy7lRHv5RXjGxBucWFkO31RX1ayVwPmtCldCmHhs56738nubqvd9BSW2mB5fRVT4nEmW2oMBMBuPwRsVEBfX_NcCynKka0ET9CTteMkOyIxHQdQeIa" alt="Principais tipos de tratamento de efluentes – Canteiro de Engenharia" width="756" height="567"><figcaption class="wp-caption-text">Reator anaeróbio. Fonte: https://canteirodeengenharia.com.br/2019/08/21/tratamento-de-efluentes/</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Esses equipamentos, conhecidos como biodigestores, podem funcionar tanto em bateladas como em operação contínua. </span><span style="font-weight: 400;">Em suma, qual processo utilizar?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Essa resposta dependerá da sua matriz efluente, bem como teríamos que avaliar o processo com melhor custo benefício.</span></p>
<p style="text-align: justify;">Acompanhem o <a href="https://blogdaengenharia.com/">blog da engenharia</a> para ficarem por dentro dos próximos tópicos.</p>
<p>The post <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-quimica/efluentes-tratamento-secundario-parte-iii/">Tratamento de Efluentes: Tratamento Secundário</a> appeared first on <a href="https://blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
