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	<title>Ivanilson Santos, Author at Blog da Engenharia</title>
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	<title>Ivanilson Santos, Author at Blog da Engenharia</title>
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		<title>Vamos falar de sobrepesca?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ivanilson Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jun 2022 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia de Pesca]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A pesca excessiva é um grande desafio não somente local, mas global e ameaça a vida oceânica, os&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A pesca excessiva é um grande desafio não somente local, mas global e ameaça a vida oceânica, os meios de subsistência e os frutos do mar para as gerações futuras. Se você não conhece ou nunca leu sobre esse termo, então vem comigo que este artigo é um resumo de forma simples da sobrepesca para você.</p>



<h3 id="mas-afinal-o-que-e-sobrepesca" class="wp-block-heading">Mas afinal, o que é sobrepesca?</h3>



<p>Quando muitos organismos aquáticos são capturados e não há adultos suficientes para se reproduzir e sustentar uma população saudável, o estoque se torna sobrepescado (veja o vídeo didático a seguir).</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Overfishing explained" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/57QaiexyAFg?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<h3 id="fatos-de-sobrepesca" class="wp-block-heading">Fatos de sobrepesca</h3>



<p>De acordo com o relatório 2020 State of World Fisheries and Aquaculture (SOFIA) da <a href="http://www.fao.org/3/ca9229en/ca9229en.pdf">FAO </a>das Nações Unidas:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Mais de um terço (34,2%) dos estoques de peixes foram pescados além dos limites sustentáveis.</li><li>Houve um aumento de 14% na produção global de pesca de captura de 1990 a 2017.</li><li>Um terço da pesca global de frutos do mar é desperdiçado ao longo da cadeia de suprimentos e isso aumenta para metade em partes mais ricas do mundo, como a região da Oceania.</li><li>Em geral, as pescarias geridas de forma intensiva registaram diminuições na pressão média de pesca e aumentos na biomassa das unidades populacionais, com algumas atingindo níveis biologicamente sustentáveis.</li><li>As unidades populacionais subexploradas e pescadas de forma sustentável aumentaram em 2017 pela primeira vez devido, em parte, à melhor implementação das medidas de gestão.</li></ul>



<p>No gráfico a seguir você pode observar o estado dos estoques marinhos de 1974 a 2017.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Screenshot_2021-05-16-16-10-39-377_com.google.android.apps_.docs2_-1024x551.jpg" alt=""/><figcaption>Tendências globais do estado dos estoques de peixes marinhos de 1974 a 2017. Fonte:&nbsp;<a href="http://www.fao.org/3/ca9229en/ca9229en.pdf">FAO (2020)</a>.</figcaption></figure>



<h3 id="mas-quais-sao-os-efeitos-da-pesca-excessiva" class="wp-block-heading">Mas quais são os efeitos da pesca excessiva?</h3>



<p>Quando a pesca excessiva acontece, as populações de peixes diminuem e seus principais efeitos podem ser:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Os estoques de peixes entram em colapso e podem levar décadas para recuperar meios de subsistência, comunidades e segurança alimentar ameaçadores;</li><li>O preço do peixe pode aumentar à medida que a oferta cai e a demanda continua a aumentar;</li><li>A pesca pode se tornar mais difícil e menos eficiente;</li><li>Quando uma espécie de peixe é removida de um ecossistema, pode levar ao colapso do ecossistema;</li><li>A demanda de proteína muda para outras partes do oceano ou terra, pressionando outros sistemas alimentares.</li></ul>



<h3 id="e-as-principais-causas-dessa-pesca" class="wp-block-heading">E as principais causas dessa pesca?</h3>



<p>Quando muitos barcos perseguem poucos peixes, pode haver uma situação de sobrepesca. Isso pode ser devido ao lucro de curto prazo ou devido à falta de dados e previsão. Então se não soubermos quantos peixes existem e quantos estão sendo capturados, é muito difícil saber o quão saudável é um estoque de peixes. Assim, a pesca ilegal e não declarada é uma das razões para isso.</p>



<p>As principais causas da sobrepesca incluem:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Pegando peixes a uma taxa que é mais rápida do que eles podem se reproduzir;</li><li>Não saber quantos peixes foram capturados, como pesca ilegal, não declarada ou não regulamentada;</li><li>Pegando peixes juvenis que ainda não se reproduziram;</li><li>Curto prazo &#8211; estar muito focado em lucros de curto prazo e não pensar no futuro.</li></ul>



<p class="has-text-align-center"><em><span class="has-inline-color has-red-color">É importante lembrar que q<i>u</i></span><span class="has-inline-color has-red-color"><i>alquer tipo de pesca pode contribuir para a sobrepesca. </i></span><span class="has-inline-color has-red-color">Muitas vezes a sobrepesca está associada à pesca comercial, mas também pode ser devido a outras formas de pesca, como a pesca recreativa.</span></em></p>



<h3 id="mas-temos-solucoes" class="wp-block-heading">Mas temos soluções?</h3>



<p>As soluções para a sobrepesca incluem:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Práticas de pesca sustentáveis;</li><li>Regulamento do governo;</li><li>Remoção de subsídios prejudiciais à pesca;</li><li>Redução de bycatch;</li><li>Áreas marinhas protegidas;</li><li>Aquicultura responsável;</li><li>Combate ao desperdício alimentar.</li></ul>



<p></p>



<p class="has-text-align-center"><em>Siga o Instagram&nbsp;<a href="https://www.instagram.com/ivanilsonsnts/">@ivanilsonsnts</a>&nbsp;para mais conteúdo e conheça mais sobre a Engenharia de Pesca&nbsp;<a href="https://blogdaengenharia.com/author/ivanilson-de-lima/">aqui</a>.</em></p>
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		<item>
		<title>Nutrição na Aquicultura: o que você precisa saber!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ivanilson Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Apr 2022 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia de Aquicultura]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de Pesca]]></category>
		<category><![CDATA[Aquicultura]]></category>
		<category><![CDATA[aquicultura brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Aquicultura sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[EngenhariadeAquicultura]]></category>
		<category><![CDATA[EngenhariadePesca]]></category>
		<category><![CDATA[Nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[Nutrição Aquícola]]></category>
		<category><![CDATA[Nutrição na aquicultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A nutrição é extremamente importante para os organismos aquáticos assim como é importante para nós humanos. Usando uma&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A nutrição é extremamente importante para os organismos aquáticos assim como é importante para nós humanos. Usando uma linguagem bem simples, que a professora de nutrição Débora Machado Fracalossi sempre fala &#8220;saco vazio não para em pé&#8221;, não é mesmo? Neste artigo, para te explicar melhor essa expressão, objetivamos resumir e apresentar uma visão geral da importância da nutrição na aquicultura.</p>



<p>E não será apenas este, teremos uma série de artigos sobre nutrição na aquicultura. E você aprenderá o porquê do animal precisar de todo um aporte de nutrientes através da dieta para poder crescer e desenvolver as suas funções vitais (ex. crescimento, reprodução). Você também irá entender sobre todos esses nutrientes essenciais que são necessários na ração de organismos aquáticos.</p>



<h3 id="mas-por-que-a-nutricao-na-aquicultura-e-tao-importante" class="wp-block-heading">Mas por que a nutrição na aquicultura é tão importante?</h3>



<h4 id="desempenho-do-animal" class="wp-block-heading">Desempenho do animal</h4>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="747" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/IMG_20210316_104451-1024x747.jpg" alt="" class="wp-image-81189" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/IMG_20210316_104451-1024x747.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/IMG_20210316_104451-300x219.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/IMG_20210316_104451-768x560.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/IMG_20210316_104451-1536x1120.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/IMG_20210316_104451-2048x1494.jpg 2048w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/IMG_20210316_104451-16x12.jpg 16w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/IMG_20210316_104451-380x277.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/IMG_20210316_104451-800x584.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/IMG_20210316_104451-1160x846.jpg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/IMG_20210316_104451-600x438.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/IMG_20210316_104451-scaled.jpg 2560w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Fonte: Ivanilson Santos</figcaption></figure></div>


<p>Além dos animais estarem ganhando peso e crescendo, a proporção desses nutrientes na ração definem a composição corporal do organismo, se o peixe vai ganhando gordura ou&nbsp;músculo, por exemplo. E isso é extremamente importante pensando em rendimento de carcaça ou de filé para a obtenção do produto.</p>



<p>Os nutrientes também refletem de forma direta na conversão alimentar. Este termo significa o quanto de ração precisamos fornecer para o animal ganhar 1 kg, sendo um importante parâmetro para estudar a parte econômica da aquicultura e da nutrição.</p>



<h4 id="custo-de-producao" class="wp-block-heading">Custo de produção</h4>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter"><img decoding="async" src="https://img.freepik.com/fotos-gratis/closeup-contador-maos-contagem-calculadora_1262-3170.jpg" alt="Closeup, contador, mãos, contagem, calculadora Foto gratuita" /><figcaption class="wp-element-caption">Fonte: freepik</figcaption></figure></div>


<p>O custo de produção também é fortemente influenciado pela nutrição.</p>



<h4 id="mas-por-que" class="wp-block-heading has-text-align-left"><em>Mas por quê?</em></h4>



<p>Isso é porque a ração é o insumo que mais onera o custo de produção, ou seja, a ração é considerada o insumo mais caro na produção aquícola.</p>



<h4 id="entao-o-que-acontece" class="wp-block-heading has-text-align-left"><em>Então o que acontece?</em></h4>



<p>É necessário ter cautela para escolher qual a ração para o uso,&nbsp;observar a qualidade dos ingredientes contidos e o quanto&nbsp;fornecemos para evitar desperdício, como também para promover um crescimento útil ou desejado. Rações de baixa qualidade necessitam de maior uso, enquanto rações de melhor qualidade necessitam de menor uso, o que influenciará diretamente na qualidade de água. Por isso é muito importante avaliar o custo benefício da ração selecionada.</p>



<p>Então esperamos que ao longo do texto (e dos futuros artigos) vocês aprendam um pouco de nossa experiência adquirida ao longo da formação sobre a importância de reconhecer uma boa dieta para sua produção.</p>



<p>Cada espécie tem suas próprias exigências nutricionais em termos de nutrientes. Os nutrientes essenciais são fundamentais para todas as espécies de organismos aquáticos que estudamos e cultivamos. Porém, a proporção de aminoácidos, a quantidade de carboidratos e de gordura varia de espécie para espécie. Por isso, é importante estudar e saber sobre nutrição na aquicultura.</p>



<p>Os artigos futuros também irão proporcionar condições de saber onde pesquisar essas informações e, assim, vocês poderão ter uma ideia de como é uma ração e aprenderão na teoria a formulá-las. E mesmo que você não trabalhe numa fábrica de ração, vocês terão condições de escolher uma boa ração para aplicar ou recomendar ao produtor.</p>



<h4 id="relacao-com-a-qualidade-da-agua" class="wp-block-heading">Relação com a qualidade da água</h4>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://blog.jencoi.com/hubfs/labratory_tubes_water.jpg" alt="What's in the Water: 7 Common Characteristics That Water Quality Instruments  Measure" /><figcaption class="wp-element-caption">Fonte: <a href="https://www.google.com/url?sa=i&amp;url=https%3A%2F%2Fblog.jencoi.com%2F7-common-characteristics-that-water-quality-instruments-measure&amp;psig=AOvVaw3X8ICWiA1xGgh1oUmpdwRd&amp;ust=1647289167158000&amp;source=images&amp;cd=vfe&amp;ved=0CAsQjRxqFwoTCOC698T0w_YCFQAAAAAdAAAAABAD">Jenco Water Quality Blog</a></figcaption></figure>



<p>Outra grande importância é que a nutrição afeta diretamente a qualidade da água. Isto é, toda ração que é adicionada na água, os nutrientes hidrossolúveis (e.g. proteína, aminoácidos) começam a se dissolver na água. Isso afetará a dinâmica daquele ambiente.</p>



<p>Então os nutrientes disponíveis facilitarão o desenvolvimento de algas, por exemplo, e a ração que não foi ingerida irá fermentar e, consequentemente, poderá piorar a qualidade da água, se não tiver cuidado com o arraçoamento e qualidade da ração que estamos incluindo no sistema.</p>



<p>Se nós imaginarmos um frango, que come sua comida e do ar retira o oxigênio. Já o peixe respira no mesmo meio onde eles retiram os nutrientes, que é a água. Então o oxigênio dissolvido na água é o qual o peixe vai respirar.</p>



<p>Portanto, qualquer coisa errada que fizermos na nutrição vamos prejudicar, de certa forma, o desenvolvimento dos animais e afetando o sistema de cultivo. Por isso que precisamos ter essa atenção para não arraçoar demais e/ou usar rações que não sejam adequadas para a espécie ou fase de cultivo que estamos trabalhando.</p>



<h3 id="algumas-principais-diferencas-entre-nutricao-na-aquicultura-e-outros-animais-domesticos-terrestres" class="wp-block-heading">Algumas principais diferenças entre nutrição na aquicultura e outros animais domésticos terrestres:</h3>



<h4 id="1-menor-exigencia-energetica" class="wp-block-heading">1. Menor exigência energética</h4>



<p>Os peixes estão dentro do grupo que chamamos de monogástricos (mono significando um; gástrico significando estômago) como o frango e o suíno, sendo diferentes dos ruminantes que são os poligástricos, que possuem o estômago onde é feita a fermentação e depois o estômago químico.</p>



<p>Então, se compararmos qual a grande diferença que existe na nutrição dos monogástricos terrestres e aquáticos, vamos perceber principalmente que os peixes têm menor exigência energética.</p>



<h6 id="mas-o-que-quer-dizer-isso" class="wp-block-heading"><em>Mas o que quer dizer isso?</em></h6>



<p>Eles precisam de menos energia na ração.</p>



<h6 id="e-por-que-eles-precisam-de-menos-energia" class="wp-block-heading"><em>E por que eles precisam de menos energia?</em></h6>



<p>Porque os organismos aquáticos juntamente com os anfíbios e os répteis são chamados de ectotérmicos (são organismos que não possuem uma temperatura corporal constante, variando dependendo da temperatura ambiente). Então, se esfriar a temperatura do peixe também vai baixar e o metabolismo dele irá retardar.</p>



<p>É importante destacar que cada espécie possui a sua temperatura ótima de crescimento. O que é diferente das aves e mamíferos, onde a temperatura é mantida constante.</p>



<p>Então são duas estratégias diferentes e que possuem seu sucesso, porém, essa estratégia de não manter a temperatura corporal constante permite uma economia de energia. Pois é necessário&nbsp; muita energia para manter a temperatura constante.</p>



<h6 id="de-onde-vem-essa-energia" class="wp-block-heading"><em>De onde vem essa energia?</em></h6>



<p>Da dieta!</p>



<p>Outro fato que implica essa menor exigência energética é que os animais aquáticos acabam gastando menos energia na locomoção e na sustentação na água em comparação com um animal terrestre não ter. Por isso a economia de energia.</p>



<p>E outra coisa que propicia uma economia energética bem importante é a excreção nitrogenada, ou seja, quando o animal ingere a proteína o excesso de nitrogênio que ele gerou vai ter que ser excretado. Os mamíferos excretam na forma de amônia, a famosa ureia. E para sintetizar a ureia gasta muita energia. Já nos organismos aquáticos a excreção nitrogenada se dá principalmente por amônia, por difusão com gasto energético bem mais reduzido.</p>



<p>Então são 3 as grandes economias de energia dos organismos aquáticos:<span style="color:#a31f00" class="has-inline-color"> </span><span class="has-inline-color has-black-color">não mantém a temperatura constante, gastam menos energia para se locomover e para se sustentar na água e também a excreção nitrogenada na forma de amônia requer muito menos energia.</span></p>



<h6 id="mas-qual-a-implicacao-em-ter-uma-menor-exigencia-energetica" class="wp-block-heading"><em>Mas qual a implicação em ter uma menor exigência energética?</em></h6>



<p>A implicação disso é que a ração terá mais proteína em relação a energia.</p>



<h4 id="2-acidos-graxos-essenciais" class="wp-block-heading">2. Ácidos graxos essenciais</h4>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://img.freepik.com/fotos-gratis/vista-superior-mao-escolher-capsulas-medicas_23-2148529747.jpg" alt="Vista superior mão escolher cápsulas médicas Foto gratuita" /><figcaption class="wp-element-caption">Fonte: freepik</figcaption></figure>



<p>Outra diferença que temos na nutrição de organismos aquáticos e terrestres é em relação aos ácidos graxos essenciais. Enquanto os animais terrestres necessitam principalmente dos ácidos graxos da série n-6 (ômega 6), os animais aquáticos tem essa exigência pela série n-3 (ômega 3).</p>



<p>Em artigos futuros sobre lipídios você irá entender melhor essas exigências e como isso pode modificar a formulação de uma ração, ou seja, o tipo de óleo que precisamos usar é diferente. E o quanto mais frio for o ambiente da espécie cultivada, como uma truta de ambiente frio, mais exigência ela terá para esses ácidos graxos da série n-3.</p>



<h6 id="e-qual-a-importancia-disso" class="wp-block-heading"><em>E qual a importância disso?</em></h6>



<p>É difícil achar fontes de n-3. Até recentemente a única fonte destes ácidos graxos eram as algas marinhas e o próprio peixe. Contudo, cada vez mais com um preço extremamente caro, tanto a farinha como o óleo de peixe.</p>



<p>Ultimamente tem se estudado as farinhas de algas para adicionar como aditivo alimentar na ração e já existem trabalhamos com isso mostrando que podemos suprir ácidos graxos da série n-3 através de alga. Inclusive, a tese de Priscila Rezende e dissertação do Colunista Ivanilson Santos fala sobre adição de macroalga como aditivo alimentar na ração do camarão-branco-do-pacífico.</p>



<p>Então os animais terrestres, como o gado, suínos e aves, não possuem esse tipo de exigência, assim como os peixes e os camarões precisam.</p>



<h6 id="mas-isso-e-em-funcao-de-que" class="wp-block-heading"><em>Mas isso é em função de quê?</em></h6>



<p>Essa configuração da série n-3 indica onde começa as ligações duplas na molécula do ácido graxo. Então o n-3 significa que começa no carbono 3 e n-6 no carbono 6.</p>



<p>Começando no carbono 3 nós teremos muito mais espaço para a insaturação dentro da molécula. Normalmente os ácidos graxos da série são muito mais insaturados que os da série n-6.</p>



<h6 id="mas-o-que-significa-isso" class="wp-block-heading"><em>Mas o que significa isso?</em></h6>



<p>Significa dizer que na hora que começa a baixar a temperatura, a tilápia por exemplo, começa a inserir ácidos graxos insaturados dentro da membrana.</p>



<h6 id="e-por-que-isso" class="wp-block-heading"><em>E por que isso?</em></h6>



<p>Porque irá ajudar a regular a fluidez da membrana. Então para manter as trocas de cada célula com o ambiente, essa configuração n-3 irá facilitar muito o aumento da insaturação dos ácidos graxos que compõem os fosfolipídios das membranas. Mas calma, iremos aprender mais sobre nutrição na aquicultura com mais detalhes em outros textos que pretendemos compartilhar com vocês. E qualquer dúvida é só falar conosco.</p>



<p>Mas com isso que falamos, podemos perceber uma grande diferença entre os animais terrestres e aquáticos.</p>



<h4 id="3-absorcao-de-minerais" class="wp-block-heading">3. Absorção de minerais</h4>



<p>Vamos para outra grande diferença, a absorção de minerais.</p>



<h6 id="mas-por-que-2" class="wp-block-heading"><em>Mas por quê?</em></h6>



<p>Porque os peixes e os camarões conseguem absorver minerais diretamente da água pelas brânquias e até pela pele. Enquanto que o gado, o suíno e as aves você sempre precisará fornecer esses minerais através da ração. Portanto, na hora que formulamos a ração é fundamental considerar isso. E existem alguns minerais que até não precisamos acrescentar devido à excelente absorção que tem na água.</p>



<h4 id="4-utilizacao-de-carboidratos" class="wp-block-heading">4. Utilização de carboidratos</h4>



<p>Os organismos aquáticos habitam um meio que tem pouco carboidrato comparado com a terra, que tem diversos grãos, tubérculos que tem bastante carboidrato e servem como itens alimentares para os animais. Já as espécies aquáticas usam a própria proteína para gerar energia. Vamos ver que os 3 macronutrientes (proteína, lipídios e carboidratos) podem gerar energia. Só que a energia gerada é muito cara e não queremos que a proteína seja usada para gerar energia.</p>



<p>Portanto, precisamos inserir a quantidade de carboidrato e lipídio suficiente para evitar que a proteína seja degradada para gerar energia.</p>



<p>Mas tem um detalhe, os animais aquáticos acabam não utilizando o carboidrato tão bem. Então é fundamental saber qual a quantidade necessária para a espécie que estamos trabalhando. E tudo isso é sem contar os diferentes hábitos alimentares que veremos nos próximos artigos, onde podemos ver que os peixes carnívores (truta) utilizam ainda bem pior o carboidrato do que os peixes onívores (tilápia).</p>



<p>Além de utilizar pior que os suínos e aves, ainda existe essa outra particularidade relacionada ao hábito alimentar. Ou seja, quanto mais carnívoro pior o peixe utiliza o carboidrato.</p>



<h4 id="5-exigencia-de-acido-ascorbico" class="wp-block-heading">5. Exigência de ácido ascórbico</h4>



<h6 id="o-que-e-acido-ascorbico" class="wp-block-heading"><em>O que é ácido ascórbico?</em></h6>



<p>É a vitamina C. Na natureza alguns organismos, como os humanos e os peixes, não possuem a habilidade de sintetizar vitamina C.</p>



<h6 id="o-que-isso-significa" class="wp-block-heading"><em>O que isso significa?</em></h6>



<p>Tem que ser adicionado na dieta. Na prática, não podemos usar um premix vitamínico e mineral de frango e suíno que não tem vitamina C na ração de peixe.</p>



<h4 id="6-ambiente-aquatico" class="wp-block-heading">6. Ambiente aquático</h4>



<p>A última grande diferença é o ambiente aquático, que é um meio que promove perdas de nutrientes, porque no momento que a ração entra em contato com a água os nutrientes hidrossolúveis, como já falamos mais acima, já começam a se perder.</p>



<p>A nutrição e alimentação inadequada ou de forma errada também afetam a qualidade da água.</p>



<p>E a outra diferença é que o ambiente aquático temos a produção do alimento natural (e.g. algas, copépodes, cladóceros) e algumas espécies conseguem aproveitar essa produtividade primária como alimento, e existem algumas produções onde os peixes nas suas fases iniciais são criados sem ração.</p>



<p>Esperamos que este artigo tenha despertado muita curiosidade, dúvidas e interesse em conhecer mais sobre a importância da nutrição na aquicultura.</p>



<p><strong>Autores:</strong> <a href="https://www.instagram.com/ivanilsonsnts/">Ivanilson Santos</a>; <a href="https://www.instagram.com/mayssa_oli/">Mayssa Oliveira</a>; <a href="https://www.instagram.com/priscila_rezende/">Priscila Rezende</a>.</p>



<p class="has-text-align-center"><em>Acompanhe&nbsp;</em><a href="https://www.instagram.com/ivanilsonsnts/"><em>@ivanilsonsnts</em></a><em> para mais conteúdo e conheça mais sobre a Engenharia de Pesca&nbsp;</em><a href="https://blogdaengenharia.com/author/ivanilson-de-lima/"><em>aqui</em></a><em>.</em></p>
<p>The post <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-de-aquicultura/nutricao-na-aquicultura-o-que-voce-precisa-saber/">Nutrição na Aquicultura: o que você precisa saber!</a> appeared first on <a href="https://blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>.</p>
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		<title>11 livros em inglês sobre o oceano para crianças</title>
		<link>https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-oceanografica/11-livros-em-ingles-sobre-o-oceano-para-criancas/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=11-livros-em-ingles-sobre-o-oceano-para-criancas</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ivanilson Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Oct 2021 11:00:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia Oceanográfica]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de Pesca]]></category>
		<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[#dicaslivros]]></category>
		<category><![CDATA[cleantheocean]]></category>
		<category><![CDATA[culturaoceanica]]></category>
		<category><![CDATA[Década do Oceano]]></category>
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		<category><![CDATA[OceanLiteracy]]></category>
		<category><![CDATA[Oceano]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você sabia que hoje, dia 12 de outubro, é o Dia das Crianças no Brasil? Embora as crianças&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">Você sabia que hoje, dia 12 de outubro, é o Dia das Crianças no Brasil? Embora as crianças estejam passando por um ano letivo muito diferente do normal, é ainda mais importante garantir que tenham acesso a bons livros que as ajude a aprender e crescer. Então, usando minha experiência de aula de inglês, trago para você mamãe/papai, alguns dos melhores livros em inglês sobre o <a href="https://blogdaengenharia.com/dia-mundial-dos-oceanos-por-que-preservar/">oceano</a>.</p>
<p style="text-align: justify">Esses livros abordam conteúdos que vai desde aprender o alfabeto com mamíferos marinhos até explorar o fundo do mar com bravos exploradores do oceano. Portanto, selecionei eles com o intuito de compartilhar sugestões que não só ajudam a garantir que as crianças continuem lendo e aprendendo durante esses tempos de pandemia, mas que ainda possam experimentar nosso oceano enquanto em casa, <span style="color: #000080">confira</span>:</p>
<h6 id="1-o-grande-livro-do-azul" style="text-align: justify"><span style="color: #000080"><strong><a style="color: #000080" href="https://www.amazon.com/Big-Book-Blue-Yuval-Zommer/dp/0500651191/ref=sr_1_2?dchild=1&amp;keywords=ocean+books&amp;qid=1587090967&amp;refinements=p_72%3A1250221011&amp;rnid=1250219011&amp;s=books&amp;sr=1-2" target="_blank" rel="noopener noreferrer">1. O Grande Livro do Azul</a></strong></span></h6>
<p><img decoding="async" class="aligncenter" src="https://images-na.ssl-images-amazon.com/images/I/71ZFT+7e48L.jpg" /></p>
<p style="text-align: justify">Um livro que leva às crianças a uma viagem subaquática, explicando o que os cientistas marinhos devem saber sobre o nosso oceano e o que significa trabalhar no campo da exploração e conservação. Explorando várias espécies, seus habitats e mecanismos de sobrevivência, o livro explica os perigos em que alguns animais estão. Também orienta os leitores sobre como fazer a diferença para a vida marinha que precisam de nossa ajuda. Portanto, as ilustrações fantasticamente deixarão suas crianças maravilhadas de quão espetacular nosso oceano é.</p>
<h6 id="2-nas-profundezas-do-oceano" style="text-align: justify"><span style="color: #000080"><strong><a style="color: #000080" href="https://www.amazon.com/Deep-Ocean-Lucie-Brunelli%C3%A8re/dp/1419733567/ref=sr_1_1?dchild=1&amp;keywords=Deep+in+the+Ocean+-+Lucie+Brunelliere&amp;qid=1587092118&amp;s=books&amp;sr=1-1" target="_blank" rel="noopener noreferrer">2. Nas profundezas do oceano</a></strong></span></h6>
<p><img decoding="async" class="aligncenter" src="https://images-na.ssl-images-amazon.com/images/I/71TDAkhJ7QL.jpg" /></p>
<p style="text-align: justify">Este livro apresenta um conto de ficção com criaturas incríveis e lugares do oceano que refletem quanto o oceano é espetacular. Neste livro, uma equipe de cientistas que embarcou em um submarino foi pega por uma tempestade e foram tiradas do curso de navegação. Então à medida que mergulham no abismo, são imersos em um mundo mágico que deixará qualquer leitor com vontade de aprender mais sobre nosso oceano.</p>
<h6 id="3-onde-esta-o-pinguim" style="text-align: justify"><strong><span style="color: #000080"><a style="color: #000080" href="https://www.amazon.com/Wheres-Penguin-Nosy-Crow/dp/1536202509/ref=sr_1_2?dchild=1&amp;keywords=where%27s+the+penguin&amp;qid=1588177058&amp;s=books&amp;sr=1-2" target="_blank" rel="noopener noreferrer">3. Onde está o pinguim?</a></span></strong></h6>
<p><img decoding="async" class="aligncenter" src="https://images-na.ssl-images-amazon.com/images/I/81W+B51052L.jpg" /></p>
<p style="text-align: justify">Que lista de recomendação de livros infantis estaria completa sem um recurso apenas para bebês e crianças pequenas? Os mais pequenos vão adorar as ilustrações brilhantes!<em> </em>Pois este livro incentiva a curiosidade e a exploração com seu foco de busca e descoberta e traz a vida selvagem para a experiência literária inicial de uma criança.</p>
<h6 id="4-uma-pequena-baleia-azul" style="text-align: justify"><strong><span style="color: #000080"><a style="color: #000080" href="https://www.amazon.com/Small-Blue-Whale-Beth-Ferry/dp/1524713376/ref=sr_1_fkmr1_1?dchild=1&amp;keywords=A+Small+Blue+Whale+-+Beth+Ferry+and+Lisa+Mondorff&amp;qid=1587091827&amp;s=books&amp;sr=1-1-fkmr1" target="_blank" rel="noopener noreferrer">4. Uma pequena baleia azul</a></span></strong></h6>
<p><img decoding="async" class="aligncenter" src="https://images-na.ssl-images-amazon.com/images/I/81kkCUfUaML.jpg" /></p>
<p style="text-align: justify">Encantador tanto visualmente quanto por escrito, este livro baseado em lições de vida ganhou a recomendação do editor de livros infantis da Amazon. Neste livro baseado em imagens, uma pequena baleia azul que está se sentindo sozinha descobre o que significa ter (e ser) um amigo. O livro apresenta um grupo adorável de pinguins que vêm ao resgate da baleia quando ela mais precisa. Portanto, esta história comovente ajuda a ensinar às crianças o verdadeiro significado da amizade.</p>
<h6 id="5-senhor-seahorse" style="text-align: justify"><strong><span style="color: #000080"><a style="color: #000080" href="https://www.amazon.com/Mister-Seahorse-board-World-Carle/dp/0399254900/ref=sr_1_1?crid=3GVRFX4C6XZ1F&amp;dchild=1&amp;keywords=mister+seahorse&amp;qid=1587091875&amp;s=books&amp;sprefix=mister+seahor%2Cstripbooks%2C138&amp;sr=1-1" target="_blank" rel="noopener noreferrer">5. Senhor Seahorse</a></span></strong></h6>
<p><img decoding="async" class="aligncenter" src="https://images-na.ssl-images-amazon.com/images/I/81nlqwjukpL.jpg" alt="livros em inglês sobre o oceano" width="1855" height="2560" /></p>
<p style="text-align: justify">Muitos de nós ficamos surpresos com o fato de que os cavalos-marinhos pais são os que <a href="https://blogdaengenharia.com/cavalo-marinho-o-peixinho-mais-fofo-do-oceano/">carregam os ovos</a>, mas isso pode ser difícil de explicar para as crianças. Não temam, pois Eric vem ao resgate com este bestseller da <em>New York Times </em>repleto de ilustrações coloridas. Então, este livro trará um brilho de maravilha subaquática aos olhos de qualquer criança.</p>
<h6 id="6-o-livro-do-alfabeto-dos-mamiferos-marinhos" style="text-align: justify"><strong><span style="color: #000080"><a style="color: #000080" href="https://www.amazon.com/Sea-Mammal-Alphabet-Book/dp/0985203242/ref=sr_1_1?crid=LX2UD4H9NTBQ&amp;dchild=1&amp;keywords=sea+mammal+alphabet+book&amp;qid=1587091558&amp;s=books&amp;sprefix=the+sea+mamm%2Cstripbooks%2C146&amp;sr=1-1" target="_blank" rel="noopener noreferrer">6. O livro do alfabeto dos mamíferos marinhos</a></span></strong></h6>
<p><img decoding="async" class="aligncenter" src="https://images-na.ssl-images-amazon.com/images/I/91-ZCWpQhLL.jpg" alt="livros em inglês sobre o oceano" width="2560" height="2103" /></p>
<p style="text-align: justify">Se seus filhos estão aprendendo o alfabeto, eles também podem aprender sobre a vida selvagem do oceano ao mesmo tempo com este livro! Este é um dos livros em inglês sobre o oceano que as crianças podem associar os adoráveis ​​mamíferos marinhos que começam com cada letra do alfabeto.</p>
<h6 id="7-manfish-uma-historia-de-jacques-cousteau" style="text-align: justify"><strong><span style="color: #000080"><a style="color: #000080" href="https://www.amazon.com/gp/slredirect/picassoRedirect.html/ref=pa_sp_mtf_stripbooks_sr_pg1_2?ie=UTF8&amp;adId=A012011813BADE2MYPBD8&amp;url=%2FManfish-Jacques-Cousteau-Jennifer-Berne%2Fdp%2F0811860639%2Fref%3Dsr_1_10_sspa%3Fdchild%3D1%26keywords%3Docean%2Bbooks%26qid%3D1587090967%26refinements%3Dp_72%253A1250221011%26rnid%3D1250219011%26s%3Dbooks%26sr%3D1-10-spons%26psc%3D1&amp;qualifier=1587090967&amp;id=1628857679359512&amp;widgetName=sp_mtf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">7. Manfish: Uma História de Jacques Cousteau</a></span></strong></h6>
<p><img decoding="async" class="aligncenter" src="https://images-na.ssl-images-amazon.com/images/I/51a5Eeo4-FL.jpg" /></p>
<p style="text-align: justify">À medida que as crianças crescem, aprendem e exploram seus vários interesses, elas devem aprender sobre os líderes que abriram o caminho para tornar o mundo um lugar melhor. Como um renomado explorador do oceano e campeão do mar, Jacques Cousteau foi uma dessas pessoas. Seu fascínio pelo nosso oceano não surgiu do nada. Este famoso explorador já foi uma criança com um brilho de curiosidade nos olhos. Este é um dos livros em inglês sobre o oceano que conta a história de como Jacques se apaixonou pelo oceano e se tornou um de seus maiores defensores.</p>
<h6 id="8-salve-o-oceano" style="text-align: justify"><strong><span style="color: #000080"><a style="color: #000080" href="https://www.amazon.com/Save-Ocean-Bethany-Stahl-ebook/dp/B07PFG2T1P/ref=sr_1_15?dchild=1&amp;keywords=ocean+books&amp;qid=1587090967&amp;refinements=p_72%3A1250221011&amp;rnid=1250219011&amp;s=books&amp;sr=1-15" target="_blank" rel="noopener noreferrer">8. Salve o oceano</a></span></strong></h6>
<p><img decoding="async" class="aligncenter" src="https://m.media-amazon.com/images/P/B07PFG2T1P.01._SCLZZZZZZZ_SX500_.jpg" /></p>
<p style="text-align: justify">Apresentando uma tartaruga marinha chamada Agwe que todos os leitores vão adorar, esta história é outra comovente. Desta vez, sobre o que significa demonstrar responsabilidade pessoal e cuidar da melhor maneira possível o nosso planeta. A história cativante e educacional pinta para as crianças a importância da conservação e compartilha como é importante fazer boas escolhas com os itens que usamos todos os dias. O livro é completo de páginas de atividades com fatos sobre o oceano e um jogo de busca e localização. Então este livro, com certeza, deixará os leitores e seus pais ocupados, educados e entretidos.</p>
<h6 id="9-siga-a-lua-para-casa" style="text-align: justify"><strong><span style="color: #000080"><a style="color: #000080" href="https://www.amazon.com/Follow-Moon-Home-Hundred-Turtles/dp/145211241X/ref=sr_1_1?dchild=1&amp;keywords=follow+the+moon+home&amp;qid=1588177065&amp;s=books&amp;sr=1-1" target="_blank" rel="noopener noreferrer">9. Siga a Lua para Casa</a></span></strong></h6>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter" src="https://images-na.ssl-images-amazon.com/images/I/519UVDAdjYL.jpg" alt="livros em inglês sobre o oceano" width="500" height="483" /></p>
<p style="text-align: justify">Se você está procurando um livro que ajude a mostrar às crianças a diferença que elas realmente podem fazer, então este é o que você está procurando. Ele conta a história inspiradora de uma menina que ajuda a reunir uma comunidade para salvar filhotes de tartarugas nas praias da Carolina do Sul. Apresentando ilustrações em aquarela e motivos da importância do voluntariado e do ativismo, este livro puxa as cordas do coração e compartilha com as crianças como é importante nos reunirmos com nossa comunidade local e ajudar a salvar as coisas que amamos em nosso mundo natural, especialmente nosso oceano.</p>
<h6 id="10-shark-lady-a-verdadeira-historia-de-como-eugenie-clark-se-tornou-a-cientista-mais-destemida-do-oceano" style="text-align: justify"><strong><span style="color: #000080"><a style="color: #000080" href="https://www.amazon.com/Shark-Lady-Eugenie-Fearless-Scientist/dp/1492642045/ref=sr_1_8?dchild=1&amp;keywords=ocean+books&amp;qid=1587090967&amp;refinements=p_72%3A1250221011&amp;rnid=1250219011&amp;s=books&amp;sr=1-8" target="_blank" rel="noopener noreferrer">10. Shark Lady: a verdadeira história de como Eugenie Clark se tornou a cientista mais destemida do oceano</a></span></strong></h6>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter" src="https://images-na.ssl-images-amazon.com/images/I/A12PPf9WEeL.jpg" alt="livros em inglês sobre o oceano" width="2560" height="2560" /></p>
<p style="text-align: justify">Seria completamente negligente se não sugerisse um livro que mostre as mulheres poderosas e inspiradoras no campo da conservação. Este livro, aborda a história do cientista marinho e pesquisador de tubarões Eugenie Clark. Também conta a história de quão longe todos nós podemos ir se ousarmos ser destemidos e desafiar as expectativas. Este livvro foi eleito o Melhor Livro Infantil pela revista <em>Parents</em> em 2017. Pois a história ajuda a comunicar a importância da igualdade em nosso mundo e que todos podemos alcançar nossos objetivos se nos atrevermos a mergulhar fundo.</p>
<h6 id="11-cidadaos-do-mar-criaturas-maravilhosas-do-censo-da-vida-marinha" style="text-align: justify"><a href="https://www.amazon.com/Citizens-Sea-Wondrous-Creatures-Census/dp/1426206437/ref=sr_1_1?dchild=1&amp;keywords=citizens+of+the+sea&amp;qid=1588178314&amp;s=books&amp;sr=1-1"><span style="color: #000080"><strong>11. Cidadãos do mar: Criaturas maravilhosas do Censo da Vida Marinha</strong></span></a></h6>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter" src="https://images-na.ssl-images-amazon.com/images/I/91PjX1R-oEL.jpg" alt="livros em inglês sobre o oceano" width="2560" height="2449" /></p>
<p style="text-align: justify">Este livro é repleto de visuais cativantes para chamar a atenção do seu filho, e é prazeroso para todas as idades. Ele demonstra a incrível diversidade de vida que existe sob a superfície do nosso oceano e mostra o número inacreditável de criaturas com suas habilidades surpreendentes. Portanto, este é um livro que vai despertar uma sensação de admiração e fascinação pelo nosso oceano que certamente permanecerá nos próximos anos.</p>
<p>Além desses livros em inglês sobre o oceano, conheça também:</p>
<ul>
<li><a href="https://blogdaengenharia.com/a-menina-cientista-que-voce-precisa-conhecer/">A menina cientista que você precisa conhecer</a>;</li>
<li><a href="https://blogdaengenharia.com/livros-que-todo-engenheiro-civil-deveria-ter-em-casa/">Livros que todo engenheiro civil deveria ter em casa</a>;</li>
<li><a href="https://blogdaengenharia.com/5-livros-para-engenheiros-civis-disponiveis-no-kindle/">5 livros para engenheiros civis</a>;</li>
<li><a href="https://blogdaengenharia.com/o-que-ler-em-2021-4-livros-para-abrir-sua-mente-este-ano/">4 livros para abrir a sua mente</a>.</li>
</ul>
<hr />
<p style="text-align: center"><span style="color: #ff6600"><em>Siga o Instagram <a style="color: #ff6600" href="https://www.instagram.com/ivanilsonsnts/">@ivanilsonsnts</a> para mais conteúdo e conheça mais sobre a Engenharia de Pesca <a style="color: #ff6600" href="https://blogdaengenharia.com/author/ivanilson-de-lima/">aqui</a>.</em></span></p>
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		<title>Tubarões: saiba a VERDADE por trás da fama “de vilão”</title>
		<link>https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-de-pesca/tubaroes-saiba-a-verdade-por-tras-da-fama-de-vilao/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=tubaroes-saiba-a-verdade-por-tras-da-fama-de-vilao</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ivanilson Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Aug 2021 11:00:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia de Pesca]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Oceanográfica]]></category>
		<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Inferior]]></category>
		<category><![CDATA[Acidentes com tubarões]]></category>
		<category><![CDATA[Ataques tubarões em Recife]]></category>
		<category><![CDATA[blogdaeengenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Incidentes com tubarões]]></category>
		<category><![CDATA[shark attack]]></category>
		<category><![CDATA[tubarões]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ataques, acidentes, incidentes, vítimas! Afinal, como é que podemos falar sobre os encontros não agradáveis entre os humanos&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Ataques, acidentes, incidentes, vítimas! Afinal, como é que podemos falar sobre os <span style="color: #ff6600;">encontros não agradáveis entre os humanos e tubarões</span>? Quem são as vítimas? Para te responder, vamos explicar alguns conceitos:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>ataque é definido como a ação que causa um dano ou injúria a alguém;</li>
<li>acidente é o acontecimento em si, é o acontecimento que ocorreu o dano;</li>
<li>vítima é quem sofreu o dano, e;</li>
<li>incidente significa um evento não planejado, mas que tem o potencial para ter um acidente, ou seja, tem potencial para ter um dano.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Então, se incidente é um evento não planejado, a partir do momento que alguém entra no mar sabendo que tem risco de ser mordido por um tubarão deixa de ser um incidente, não é mesmo?</p>
<p style="text-align: justify;">Bom, agora nos conte uma coisa, o que leva uma pessoa a entrar no mar sabendo que é uma <span style="color: #ff6600;">zona de alto risco</span>? Diversos mergulhadores mergulham com tubarões, mas temos certeza que nenhum entraria no mar pra tomar banho em uma praia que tem diversos fatores contribuindo para a ocorrência de incidentes com esses animais. O lugar mais seguro é não entrar na água.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste sentido, nós preparamos esse artigo para te informar, alertar e levantar uma reflexão sobre os encontros não agradáveis entre os humanos e tubarões.</p>
<h4 id="vamos-comecar-falando-sobre-a-importancia-deles" style="text-align: justify;"><strong>Vamos começar falando sobre a importância deles!</strong></h4>
<p style="text-align: justify;">Os tubarões são predadores de topo de cadeia que desempenham um papel importantíssimo no equilíbrio dos ecossistemas marinhos. Os tubarões ajudam a manter a saúde de todo o ecossistema; contribuem com a eliminação das carcaças de animais mortos e na remoção de animais doentes e fracos; controlam a taxa populacional de diversas espécies de mesopredadores, evitando o desequilíbrio das cadeias tróficas; além disso, sua presença influencia no comportamento de diferentes espécies, como tartarugas e dugongos, contribuindo para a recuperação de alguns habitats como recifes de corais e bancos de gramas marinhas.</p>
<h6 id="apesar-dessa-grande-importancia-ecologica-esses-animais-estao-entre-os-grupos-de-vertebrados-mais-ameacados-do-mundo" style="text-align: center;"><span style="color: #ff6600;"><em><strong>Apesar dessa grande importância ecológica, esses animais estão entre os grupos de vertebrados mais ameaçados do mundo!</strong></em></span></h6>
<p style="text-align: justify;">A sobrepesca e perda de habitat são as principais causas de redução das suas populações.</p>
<p><figure id="attachment_75762" aria-describedby="caption-attachment-75762" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-75762" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/Sea-of-death-1024x682.jpg" alt="" width="1024" height="682" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/Sea-of-death-1024x682.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/Sea-of-death-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/Sea-of-death-768x511.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/Sea-of-death-1536x1022.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/Sea-of-death-2048x1363.jpg 2048w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/Sea-of-death.jpg 2560w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-75762" class="wp-caption-text">Sea of death. Fonte: <a href="https://www.nhm.ac.uk/resources/visit/wpy/2014/large/78.jpg">Natural History Museum</a>.</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify;">A fama de “comedores de humanos” que, embora extremamente injusta, predomina em muitos lugares do mundo, acaba dificultando ainda mais a conservação desse grupo tão ameaçado.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><strong>Felizmente</strong></span>, os tubarões não fazem jus a essa fama, sendo registrado em média 4 mortes por ano por ataques de tubarões em todo o mundo, um valor absurdamente baixo, principalmente se levarmos em conta que, além desses animais estarem distribuídos por todos os oceanos, o número de pessoas que se envolvem em atividades recreativas aquáticas é altíssimo.</p>
<p style="text-align: justify;">Infelizmente, em alguns locais em Pernambuco, como Recife, a junção de fatores antropogênicos com fatores naturais tem contribuído para o aumento de interações negativas entre humanos e tubarões.</p>
<p style="text-align: justify;">Diversos impactos causados na região costeira de Pernambuco, incluindo a criação do Porto de Suape (vista do porto no vídeo a seguir), afetaram áreas de alimentação e reprodução de várias espécies marinhas e estuarinas.</p>
<p><iframe title="Porto de Suape - Tour 360°" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/p8LI1wvkYg8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<hr />
<p style="text-align: justify;">Essas alterações forçaram muitos desses animais a procurarem por áreas mais adequadas, e alguns fatores como a direção das correntes costeiras e a presença de um canal próximo as praias no trecho entre Pina e Candeias, facilitaram para que os tubarões passassem a utilizar essas áreas.</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, nessas regiões, é extremamente importante que as pessoas sigam as orientações e respeitem as sinalizações para evitar possíveis incidentes.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #ff6600;"><em>Afinal, não estamos no cardápio dos tubarões!</em></span></p>
<p><figure id="attachment_75758" aria-describedby="caption-attachment-75758" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.instagram.com/p/B_rDcCTDPLd/"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-75758 size-large" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/diver_shark-1024x682.jpg" alt="" width="1024" height="682" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/diver_shark-1024x682.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/diver_shark-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/diver_shark-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/diver_shark.jpg 1160w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption id="caption-attachment-75758" class="wp-caption-text">Mergulhadora desfrutando de um incrível momento com tubarão. Veja a sequência de fotos em: <a href="https://www.instagram.com/p/B_rDcCTDPLd/">@juansharks</a></figcaption></figure></p>
<h4 id="mas-existem-medidas-que-possam-reduzir-esses-encontros-nao-agradaveis-entre-humanos-e-tubaroes" style="text-align: justify;"><strong>Mas existem medidas que possam reduzir esses encontros não agradáveis entre humanos e tubarões?</strong></h4>
<p style="text-align: justify;">Algumas medidas podem ser tomadas para reduzir ainda mais os riscos de incidentes com esses animais, isso inclui:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Evitar horário em que os tubarões são mais ativos, como ao amanhecer e no final da tarde;</li>
<li>Não entrar no mar sozinho, visto que se trata de animais oportunistas;</li>
<li>Evitar entrar no mar no período chuvoso, uma vez que a visibilidade da água diminui, dificultando a identificação de suas presas;</li>
<li>Não entrar na água com ferimentos, pois eles podem ser atraídos pelo sangue mesmo a uma longa distância;</li>
<li>Também não entrar com objetos que reluzem, pois esse brilho pode ser confundido com as escamas de peixes;</li>
<li>É recomendado não entrar no mar após ingerir muita bebida alcoólica.</li>
</ul>
<p><figure id="attachment_75765" aria-describedby="caption-attachment-75765" style="width: 623px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-75765 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/danger-risk-of-shark-attack-e1628883095518.jpg" alt="tubarões" width="623" height="371" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/danger-risk-of-shark-attack-e1628883095518.jpg 623w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/danger-risk-of-shark-attack-e1628883095518-300x179.jpg 300w" sizes="(max-width: 623px) 100vw, 623px" /><figcaption id="caption-attachment-75765" class="wp-caption-text">Placas de advertência. Fonte: <a href="https://www.fotoarena.com/">Fotoarena</a>.</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #ff6600;"><em>É sempre importante lembrarmos que é errado dizer que os tubarões infestam o </em><a style="color: #ff6600;" href="https://blogdaengenharia.com/dia-mundial-dos-oceanos-por-que-preservar/"><em>mar</em></a><em>, pois na verdade esse é o ambiente natural deles.</em></span></p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, se uma média de 4 mortes por ano é o suficiente para considerarmos esses animais como monstros, então como deveríamos ser considerados, visto que<span style="color: #ff6600;"> <strong>matamos mais de 11 mil tubarões por hora</strong></span>?</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, precisamos pensar nas nossas ações, e nos conscientizarmos e sensibilizarmos sobre a importância de contribuirmos para a conservação dos tubarões, pois se tem uma coisa que todos nós dependemos, é de um oceano saudável.</p>
<p style="text-align: center;"><em><span style="color: #ff6600;">Shark ask you for help!! Save them!! They are not thirsty for human blood!</span></em></p>
<p><iframe title="Shark asks divers for help!!!" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/h7XjOMUpa1I?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<hr />
<p style="text-align: justify;">Esperamos que este pequeno textinho possa ter esclarecido sobre a <span style="color: #ff6600;"><strong>VERDADE </strong></span>por trás da fama “de vilão” dos tubarões. Qualquer dúvida é só deixar nos comentários ou entrar em contato.</p>
<h4 id="fontes" style="text-align: justify;"><strong>Fontes:</strong></h4>
<ul style="text-align: justify;">
<li>HAZIN, F. H. et al. <a href="http://docserver.ingentaconnect.com/deliver/connect/umrsmas/00074977/v82n2/s4.pdf?expires=1628713786&amp;id=0000&amp;titleid=10983&amp;checksum=01914FE3DF07574A3E8C80B8CABBE946">A shark attack outbreak off Recife, Pernambuco, Brazil: 1992-2006</a>. <strong>Bulletin of Marine Science</strong>, 82(2): 199-212, 2008.</li>
<li>BORNATOWSKI, R. R. et al. <a href="https://ojs.ethnobiology.org/index.php/ebl/article/view/451">“Buying a Pig in a Poke”: the problem of elasmobranch meat consumption in Southern Brazil</a>. <strong>Ethnobiology Letters</strong>, 6(1): 196-202, 2015.</li>
<li>HEITHAUS, M. R. et al. <a href="https://besjournals.onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/j.1365-2656.2007.01260.x">State‐dependent risk‐taking by green sea turtles mediates top‐down effects of tiger shark intimidation in a marine ecosystem</a>. <strong>Journal of Animal Ecology</strong>, 76(5): 837-844, 2007.</li>
<li>RUPPERT, Jonathan LW et al. <a href="https://journals.plos.org/plosone/article?id=10.1371/journal.pone.0074648">Caught in the middle: combined impacts of shark removal and coral loss on the fish communities of coral reefs</a>. <strong>PloS one</strong>, 8(9): e74648, 2013.</li>
<li>ISAF &#8211; <a style="font-size: 1.21429rem;" href="https://www.floridamuseum.ufl.edu/shark-attacks/">https://www.floridamuseum.ufl.edu/shark-attacks/</a></li>
</ul>
<hr />
<p style="text-align: justify;">Veja também a letter que <a href="https://www.instagram.com/biarangel.sharks/">Bianca Rangel</a> publicou no início de agosto na <a class="notranslate" href="https://www.instagram.com/sciencemagazine/">@sciencemagazine</a>, que fala sobre <a href="https://science.sciencemag.org/content/373/6555/633.1">como o Brasil pode proteger os tubarões globalmente</a>. Para versão em português confira <a href="https://www.instagram.com/p/CScn3ghJBSb/">aqui</a>.</p>
<p>Faça sua inscrição no <a href="https://doity.com.br/ii-elasmulheres"><strong>II Simpósio ELASMulheres</strong></a> e aprenda tudo sobre os elasmobrânquios (tubarões e raias)!</p>
<p>Ajude-nos na campanha <a href="https://seashepherd.org.br/cacao-e-tubarao/">CAÇÃO É TUBARÃO</a>:</p>
<p><iframe title="CAÇÃO É TUBARÃO" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/D_DnSsLmBgY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<hr />
<p style="text-align: justify;">Escrito pela Bióloga <strong><a href="https://www.instagram.com/joyce.queiroz/">Joyce Queiroz</a> </strong>e pelo Colunista Engenheiro de Pesca <a href="https://www.instagram.com/ivanilsonsnts/"><strong>Ivanilson Santos</strong></a>.</p>
<hr />
<p style="text-align: center;"><span style="color: #ff6600;"><em>Aproveita para seguir</em><em> </em><em><a style="color: #ff6600;" href="https://www.instagram.com/ivanilsonsnts/">@ivanilsonsnts</a></em><em> e </em><em><a style="color: #ff6600;" href="https://www.instagram.com/joyce.queiroz/">@joyce.queiroz</a></em><em> no Instagram para mais informação e conheça mais sobre Engenharia de Pesca </em><em><a style="color: #ff6600;" href="https://blogdaengenharia.com/author/ivanilson-de-lima/">aqui</a></em><em>.</em></span></p>
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		<title>Óleo em praias de Fernando de Noronha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ivanilson Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Aug 2021 11:00:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia de Pesca]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Oceanográfica]]></category>
		<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
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		<category><![CDATA[fragmentos de óleo artificial]]></category>
		<category><![CDATA[óleo em noronha]]></category>
		<category><![CDATA[Óleo em praias de Fernando de Noronha]]></category>
		<category><![CDATA[piche]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A equipe de monitores do Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha encontrou no dia 13/08/21 uma grande&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A equipe de monitores do Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha encontrou no dia 13/08/21 uma grande intensidade de piche (fragmentos de óleo artificial), nas praias do mar de fora em Fernando de Noronha (Praia do Leão, Caieras, Sueste, Atalaia e Abreu).</p>
<p><figure id="attachment_75778" aria-describedby="caption-attachment-75778" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-75778 size-large" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/destaque-1024x988.jpg" alt="Óleo em praias de Fernando de Noronha" width="1024" height="988" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/destaque-1024x988.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/destaque-300x289.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/destaque-768x741.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/destaque.jpg 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-75778" class="wp-caption-text">Óleo em praia de Fernando de Noronha. Fonte: <a href="https://www.instagram.com/instituto_biomabrasil/">@instituto_biomabrasil</a></figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 1.21429rem;">A maior parte do material encontrado é composto por plástico envolto em óleo.</span> <span style="font-size: 1.21429rem;"> A impressão que dá é que o óleo conseguiu buscar uma corrente boa, associou com esse lixo marinho e aí conseguiu chegar na praia.</span></p>
<p><figure id="attachment_75784" aria-describedby="caption-attachment-75784" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-75784 size-large" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/Screenshot_2021-08-15-21-18-54-450_com.instagram.android_2-1024x558.jpg" alt="Óleo em praias de Fernando de Noronha" width="1024" height="558" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/Screenshot_2021-08-15-21-18-54-450_com.instagram.android_2-1024x558.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/Screenshot_2021-08-15-21-18-54-450_com.instagram.android_2-300x164.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/Screenshot_2021-08-15-21-18-54-450_com.instagram.android_2-768x419.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/Screenshot_2021-08-15-21-18-54-450_com.instagram.android_2.jpg 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-75784" class="wp-caption-text">Plástico envolto em óleo. Fonte: <a href="https://www.instagram.com/instituto_biomabrasil/">@instituto_biomabrasil</a></figcaption></figure></p>
<h3 id="qual-a-origem-do-material" style="text-align: justify;"><strong>Qual a origem do material?</strong></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 1.21429rem;">Nunca foi registrado tanto óleo em Fernando de Noronha e, n</span>esse momento, ainda não é possível saber qual é a origem do material. A suspeita é de que seja um material antigo em razão de suas características, mais &#8220;seco&#8221; e parece estar bem &#8220;degradado&#8221;- ou seja, é um óleo que está no mar a algum tempo e fica mais fácil de tirar.⁣</p>
<p style="text-align: justify;">Contudo, após a coleta, o material será levado para análise. Depois disso, será possível ter uma ideia se é recente ou não e qual é a origem. Normalmente é via navio, mas não sabemos o que aconteceu, de onde veio, ainda é uma incógnita.</p>
<h3 id="coleta-e-analise-de-material" style="text-align: justify;"><strong>Coleta e análise de material</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Um mutirão de limpeza foi realizado para a coleta de piche junto com lixo oceânico em dois turnos no dia 14, envolvendo a Praia do Leão, Sueste, Caieras e Enseada do Abreu.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 1.21429rem; text-align: justify;">No dia 15 de agosto, também foi realizado</span> <span style="font-size: 1.21429rem; text-align: justify;"> monitoramento pela manhã para identificar locais e quantitativo de material para planejar novos mutirões nos pontos mais significativos. F</span><span style="font-size: 1.21429rem; text-align: justify;">oi verificada a diminuição expressiva da chegada de material.</span></p>
<p style="text-align: justify;">Posteriormente foram realizadas coletas de resíduos nas praias do Sueste, <span style="font-size: 1.21429rem;">Atalaia e Enseada do Abreu.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 1.21429rem;">O trabalho envolveu diversas instituições e voluntários (cerca 50 pessoas no total das praias) e foram coletados aproximadamente 500kg no dia 14/08 e 400kg de material no dia 15/08. </span> <span style="font-size: 1.21429rem;">Estiveram no mutirão, além dos servidores do ICMBio, militares da Marinha, técnicos da Administração da Ilha, policiais militares, ambientalistas e moradores de Noronha.</span></p>
<p><figure id="attachment_75781" aria-describedby="caption-attachment-75781" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-75781 size-large" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/equipe-1024x558.jpg" alt="" width="1024" height="558" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/equipe-1024x558.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/equipe-300x163.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/equipe-768x418.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/equipe.jpg 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-75781" class="wp-caption-text">Equipe de coleta. Fonte: <a href="https://www.instagram.com/icmbionoronha/">@icmbionoronha</a></figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify;">Todo o material foi pesado, acondicionado para a destinação correta, separada pequenas amostras e posteriormente será enviado para diversas universidades e para a Marinha do Brasil, que tem uma área específica para avaliações desse tipo.</p>
<p style="text-align: justify;">Os dias foram extremamente frutíferos graças ao empenho de tanta gente envolvida. E enquanto houver resíduo nas praias, será mantido as mobilizações para a devida limpeza. Portanto, no dia 16/08 os monitoramentos nas prais continuarão com coletas pontuais e focadas com maior esforço de limpeza no mangue do Sueste, salvo ocorra alguma alteração no fluxo de chegada de lixo.</p>
<h6 id="faca-parte-da-equipe-de-voluntario-da-coleta-do-oleo-em-praias-de-fernando-de-noronha" style="text-align: justify;"><strong>Faça parte da equipe de voluntário da coleta do óleo em praias de Fernando de Noronha!</strong></h6>
<p style="text-align: justify;">O contato do óleo com a pele é muito perigoso, portanto, é <span style="font-size: 1.21429rem;">OBRIGATÓRIO o uso d</span>os seguintes <span style="font-size: 1.21429rem;">EPI:</span></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><span style="font-size: 1.21429rem;">Máscaras (N95 preferencialmente);</span></li>
<li data-track-category="Link no Texto">Luvas (de borracha preferencialmente);</li>
<li data-track-category="Link no Texto">Botas (pode ser sete léguas).</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Não esqueça dos cuidados de pandemia, leve sua própria água, cuide-se!</p>
<p style="text-align: center;">Saiba mais informações sobre os mutirões em: <a class="notranslate" href="https://www.instagram.com/econoronhaconcessionaria/">@econoronhaconcessionaria</a>, <a class="notranslate" href="https://www.instagram.com/icmbio/">@icmbio</a>, <a class="notranslate" href="https://www.instagram.com/noronha_oficial/">@noronha_oficial</a>,<span style="font-size: 1.21429rem;"> </span><a class="notranslate" style="font-size: 1.21429rem;" href="https://www.instagram.com/mmeioambiente/">@mmeioambiente</a>, <a class="notranslate" href="https://www.instagram.com/marinhaoficial/">@marinhaoficial</a>, <a class="notranslate" href="https://www.instagram.com/carla_guaitanele/">@carla_guaitanele</a>, <a class="notranslate" href="https://www.instagram.com/ligadasmulherespelooceano/">@ligadasmulherespelooceano</a>.</p>
<hr />
<p style="text-align: center;"><span style="color: #ff6600;"><i>Siga </i><a style="color: #ff6600;" href="https://www.instagram.com/ivanilsonsnts/"><i>@ivanilsonsnts</i></a><i> </i><i>para mais conteúdo e conheça mais sobre a Engenharia de Pesca </i><a style="color: #ff6600;" href="https://blogdaengenharia.com/author/ivanilson-de-lima/"><i>aqui</i></a><i>.</i></span></p>
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		<title>Currículo: como se destacar entre os demais.</title>
		<link>https://blogdaengenharia.com/secoes/colunistas-blog-da-engenharia/curriculo-como-destacar-o-seu-dos-demais/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=curriculo-como-destacar-o-seu-dos-demais</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ivanilson Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Aug 2021 11:00:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas acadêmicas]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Sob Pressão na Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
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		<category><![CDATA[Destaque Inferior]]></category>
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		<category><![CDATA[Currículo como se destacar!]]></category>
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		<category><![CDATA[Currículo Vitae]]></category>
		<category><![CDATA[Lattes]]></category>
		<category><![CDATA[linkedin]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quem nunca ouviu falar que “Se não tiver um bom currículo, nunca conseguirá emprego?&#8221;, estamos aqui para te&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Quem nunca ouviu falar que <span style="color: #ff6600;"><strong>“Se não tiver um bom currículo, nunca conseguirá emprego?&#8221;</strong></span>, estamos aqui para te dizer que essa é uma meia verdade! Currículos são a porta de entrada, o primeiro passo para a oportunidade.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">E um bom currículo on-line é fundamental para mostrar ao mercado o seu perfil, as suas conquistas profissionais e também que você está disponível para novos desafios.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">É por meio dele, também, que você realiza a primeira etapa para <span style="color: #ff6600;"><strong>chamar a atenção de um recrutador</strong></span>. Então, tendo isso em vista, ele deve reunir suas competências técnicas e trabalhos já realizados, para o profissional de RH analisar se o seu conhecimento ou experiência são compatíveis com a oportunidade de emprego disponível.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Continuamente, elaborar um currículo atraente, interessante e competitivo pode não ser uma das tarefas mais fáceis. Por isso, na internet, existem vários sites para você criar um material visualmente interessante para conquistar o recrutador.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Dessa forma, hoje vamos falar dos principais formatos de currículo: <strong>o LinkedIn, focado no mercado de trabalho, e o Lattes, para quem é da área acadêmica.</strong> Porém, antes vamos falar um pouco do currículo que todo mundo conhece e precisa ter.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-75555 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/pexels-lukas-590016.jpg" alt="" width="1280" height="847" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/pexels-lukas-590016.jpg 1280w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/pexels-lukas-590016-300x199.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/pexels-lukas-590016-1024x678.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/pexels-lukas-590016-768x508.jpg 768w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></p>
<h3 id="curriculo-vitae" style="text-align: justify;"><strong>Currículo Vitae</strong></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">A expressão <em>curriculum vitae</em> vem do latim e significa <strong>“trajetória da vida”</strong>. Esse modelo deve apresentar um resumo de sua formação, qualificações e experiências profissionais, destacando os<strong><span style="color: #ff6600;"> seus</span></strong> <span style="color: #ff6600;"><strong>objetivos de carreira e as suas competências.</strong></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">O currículo vitae não possui um formato oficial e funciona como um <span style="color: #ff6600;"><strong>“cartão de visita”</strong></span> do candidato, independente da sua área de atuação. Ou seja, com um perfil no LinkedIn ou no Lattes, é muito provável que empresas solicitem o bom e velho CV.</span></p>
<p><figure id="attachment_75644" aria-describedby="caption-attachment-75644" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-75644 size-large" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/cv-1024x683.jpg" alt="currículo" width="1024" height="683" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/cv-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/cv-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/cv-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/cv-1536x1024.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/cv.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-75644" class="wp-caption-text">Fonte: Pixabay</figcaption></figure></p>
<h3 id="curriculo-no-linkedin" style="text-align: justify;"><strong>Currículo no LinkedIn</strong></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;"><strong>Não há dúvidas que o LinkedIn virou o nosso currículo vitae on-line, não é mesmo?</strong> Hoje, o LinkedIn é usado para se conectar com os recrutadores e empresas, e assim fazer dessa rede social um currículo dinâmico. É uma oportunidade incrível que pode chegar até mesmo quando você não está procurando por ela.</span></p>
<p><figure id="attachment_75558" aria-describedby="caption-attachment-75558" style="width: 1280px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-75558 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/pexels-pixabay-267350.jpg" alt="" width="1280" height="928" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/pexels-pixabay-267350.jpg 1280w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/pexels-pixabay-267350-300x218.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/pexels-pixabay-267350-1024x742.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/pexels-pixabay-267350-768x557.jpg 768w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /><figcaption id="caption-attachment-75558" class="wp-caption-text">Fonte: Pixabay</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Contudo, para se destacar na rede social é necessário tomar alguns cuidados que vão te ajudar a construir um bom currículo digital.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Então, acompanhe agora 3 pontos importantes que os recrutadores observam no seu LinkedIn, quando estão procurando por um candidato:</strong></p>
<h5 id="1-a-sua-foto-de-perfil" style="text-align: justify;"><strong>1. A sua foto de perfil</strong></h5>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Esse é um dos primeiros contatos que o recrutador terá com você e sua foto está representando a sua imagem. Aqui não é sobre ser bonito ou feio, mas sobre apresentar uma imagem de alguém profissional. </span><span style="color: #ff6600;"><strong>Mas, como fazer isso?</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Evite fotos recortadas e informais, evite roupas estampadas. Use uma foto que condiz com suas expectativas profissionais.</span></p>
<h5 id="2-a-sua-funcao" style="text-align: justify;"><strong> 2. A sua função</strong></h5>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Ter uma boa <em><strong><span style="color: #ff6600;">headline</span></strong></em> é fundamental para ser encontrado ou encontrada por recrutadores, é através do que você coloca lá que os algoritmos do LinkedIn irão sugerir seu perfil na busca quando o recrutador digitar uma função desejada.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Nesse campo muitas pessoas erram ao colocar diversas funções e formações diferentes, foque em utilizar de 3 a 4 palavras chaves que façam sentido para sua função. Por exemplo: ESPECIALISTA EM MELHORIA CONTÍNUA.</span></p>
<h5 id="3-resumo" style="text-align: justify;"><strong>3. Resumo</strong></h5>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;"><strong>É o espaço que você tem para ganhar de vez o recrutador!</strong> No campo de resumo você precisa colocar alguns resultados que você já conseguiu gerar. Nesse campo também você pode mostrar algumas das suas habilidades ou conhecimentos que possam ser executados para gerar mais resultados.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Posteriormente, você precisa mostrar para o recrutador 2 itens em especial sobre você: seu <strong>POTENCIAL</strong>, que é o que você é capaz de fazer e seus <strong>RESULTADOS</strong>, que são as coisas que você já fez.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Nesse sentido, uma dica extra, é procurar sempre usar palavras chaves, são elas que irão chamar a atenção do recrutador no primeiro momento. Dessa forma, fazendo com que o mesmo se interesse, e pare para realizar a leitura por completo do seu perfil – que no caso do LinkedIn pode funcionar como um currículo!</span></p>
<p><figure id="attachment_75539" aria-describedby="caption-attachment-75539" style="width: 1920px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-75539 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/linkedin-689760_1920.jpg" alt="Lattes, LinkedIn" width="1920" height="1280" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/linkedin-689760_1920.jpg 1920w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/linkedin-689760_1920-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/linkedin-689760_1920-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/linkedin-689760_1920-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/linkedin-689760_1920-1536x1024.jpg 1536w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /><figcaption id="caption-attachment-75539" class="wp-caption-text">Fonte: Pixabay, 2021.</figcaption></figure></p>
<h3 id="curriculo-lattes" style="text-align: justify;"><strong>Currículo Lattes</strong></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">O Lattes é o <strong><span style="color: #ff6600;">currículo científico brasileiro</span></strong> e é elaborado nos padrões da Plataforma Lattes, gerenciada pelo <a href="http://www.cnpq.br/">Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).</a></span></p>
<p><figure id="attachment_75637" aria-describedby="caption-attachment-75637" style="width: 686px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://lattes.cnpq.br/"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-75637" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/cientistas-e-pesquisadores-brasileiros.jpg" alt="" width="686" height="246" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/cientistas-e-pesquisadores-brasileiros.jpg 686w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/cientistas-e-pesquisadores-brasileiros-300x108.jpg 300w" sizes="(max-width: 686px) 100vw, 686px" /></a><figcaption id="caption-attachment-75637" class="wp-caption-text">Fonte: <a href="https://lattes.cnpq.br/">Plataforma Lattes</a>.</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Então, é nele onde incluímos toda nossa <span style="color: #ff6600;"><strong>trajetória dentro da universidade</strong></span>, como por exemplo, projetos, publicações, área de trabalho e toda produção e pré-produção científica e tecnológica que nos envolvemos ao longo da nossa carreira acadêmica e profissional, em um só lugar</span> <span style="font-weight: 400;"> em âmbito nacional e internacional. </span><span style="font-weight: 400;"><strong>Você também pode identificar suas áreas temáticas de interesse, linhas de pesquisa e projetos.</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Assim, o Lattes é a melhor base de dados científicos brasileira para stalkear e ser stalkeado. Afinal, seu formato disponibilizado on-line garante uma maior visibilidade para quem pretende seguir a carreira acadêmica.</span></p>
<p><figure id="attachment_75638" aria-describedby="caption-attachment-75638" style="width: 685px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-75638" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/Estudantes-professores-e-pesquisadores.jpg" alt="" width="685" height="244" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/Estudantes-professores-e-pesquisadores.jpg 685w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/Estudantes-professores-e-pesquisadores-300x107.jpg 300w" sizes="(max-width: 685px) 100vw, 685px" /><figcaption id="caption-attachment-75638" class="wp-caption-text">Fonte: <a href="https://lattes.cnpq.br/">Plataforma Lattes</a>.</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Em suma,<strong> o Lattes é um grande diferencial para alunos, professores ou pesquisadores</strong> e serve de</span> <span style="font-weight: 400;"> pré-requisito para se candidatarem às bolsas de pesquisas, financiamento de projetos, processos seletivos, e estágios em laboratórios.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Nesse sentido, possuir registro no Lattes é fundamental para que haja visibilidade do que você produz durante o percurso acadêmico e profissional. Portanto, mantenha o seu Currículo Lattes atualizado!</span></p>
<p><figure id="attachment_75639" aria-describedby="caption-attachment-75639" style="width: 685px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://lattes.cnpq.br/"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-75639 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/Atualização-do-Lattes.jpg" alt="" width="685" height="244" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/Atualização-do-Lattes.jpg 685w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/Atualização-do-Lattes-300x107.jpg 300w" sizes="(max-width: 685px) 100vw, 685px" /></a><figcaption id="caption-attachment-75639" class="wp-caption-text">Fonte: <a href="https://lattes.cnpq.br/">Plataforma Lattes</a>.</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify;">Mas assim como no LinkedIn, para montar o seu Currículo Lattes, você também precisa se atentar a alguns critérios, são eles:</p>
<h5 id="1-escolha-a-sua-foto-de-perfil-que-dar-match" style="text-align: justify;"><strong>1. Escolha a</strong><strong> sua foto de perfil </strong><strong>que dar Match</strong></h5>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Se você é daqueles que vai fuçar o currículo lattes do(a) crush para saber se é uma pessoa a sua “altura”, esse tópico vai ser ótimo para você (<em>hehehe</em>)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Porque, hoje em dia temos que ser criteriosos mesmo! Tinder para quê? Vamos avaliar os currículos. </span><span style="font-weight: 400;">Brincadeiras à parte! </span></p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Causar uma boa impressão é importante.</span></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">O uso de uma foto é um critério obrigatório para cadastrar seu Lattes. Depois da criação você pode retirar, mas eu não aconselho. Afinal, é sua identidade como estudante, professor e/ou pesquisador. Então vamos aprender como escolher uma boa foto?</span></p>
<h6 id="cola-que-e-sucesso" style="text-align: center;"><strong><span style="color: #ff6600;"><em>Cola que é sucesso!</em></span></strong></h6>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><strong style="font-size: 1.21429rem;">Não seja um ghost: </strong> <span style="font-size: 1.21429rem;">Quando você retira sua foto e deixa em branco aparece apenas uma silhueta. Isso deixa seu Lattes parecendo como o de um usuário fantasma e sem personalidade.</span></li>
<li style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;"><strong>Foco no foco:</strong> Você e o seu rosto são o que devem aparecer na foto. Portanto, não esteja distante nela.</span></li>
<li style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;"><strong> Pouca informação:</strong> Nada de colocar uma foto com texto ou imagens isso vai deixar a foto &#8220;poluída&#8221; visualmente.</span></li>
<li style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;"><strong> Evite óculos escuros:</strong> Isso não permite o contato olho no &#8220;olho&#8221;. Essa recomendação não é a mesma para os óculos de grau, principalmente, se você depende deles!</span></li>
<li style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;"><strong> A estrela é você:</strong> Nada de colocar uma foto sua com outra pessoa tipo &#8220;casal&#8221; ou &#8220;amigos do terceirão&#8221;. O Lattes diz respeito apenas a você!</span></li>
<li style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;"><strong> Saiba brilhar:</strong> Escolha uma foto que tenha uma boa iluminação! Não adianta colocar uma muito escura e que sequer possa identificar você.</span></li>
<li style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;"><strong> Apareça de cara limpa:</strong> Ou seja, você e seu rostinho lindo! Isso não se refere a usar ou não maquiagem, você pode estar maquiad@ sim, desde que não seja &#8220;muito pesada&#8221;.</span></li>
<li style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;"><strong> Mostre sua personalidade:</strong> Você gosta de sorrir? Sorria. Você é mais séria? Fique séria. Transmita a pessoa que você é!</span></li>
<li style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;"><strong> Tenha uma foto chamativa:</strong> Deve ser chamativa o suficiente para fazer com que as pessoas queiram abrir o seu currículo na íntegra. Lembre-se: o foco é você e seu rosto!</span></li>
<li style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;"><strong> O que sua foto comunica:</strong> Qual a mensagem que sua foto passa? Lembre-se: julgamos e somos julgados a todo momento! Pergunta para um amigo de confiança o que sua foto transmite!</span></li>
</ul>
<h5 id="2-resumo" style="text-align: justify;"><strong>2. Resumo</strong></h5>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Talvez você já tenha se questionado sobre o que colocar no resumo do currículo Lattes. </span> <span style="font-weight: 400;">Você deve inserir suas informações de maior relevância em poucas linhas. Lembre-se: é<span style="color: #ff6600;"><strong> o seu cartão de “boas vindas” ao mesmo tempo deve refletir quem você é e o que fez ou faz.</strong></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Posteriormente, lembre-se também que a <strong><span style="color: #ff6600;">&#8220;primeira impressão é a que fica&#8221;</span></strong> e transmita ao</span> <span style="font-weight: 400;"> visitante quais são suas experiências e em que está atuando no momento. E é por esse motivo a importância de elaborar um bom resumo no seu currículo Lattes.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Não existe uma regra de como elaborar, mas com base na minha observação nos currículos dos professores e minha experiência em atualização de Lattes </span><span style="font-weight: 400;"> vou te ensinar alguns passos que uso para atualizar meu currículo:</span></p>
<ul>
<li>Escreva sua formação, seja concluída ou em andamento;</li>
<li>Vínculos que você tem ou já teve durante e após a graduação;</li>
<li>Experiências e ênfases na graduação e após, e suas linhas de pesquisa.</li>
</ul>
<p>Exemplo de um resumo perfeito: <a href="http://lattes.cnpq.br/0814947894209025">Leandro Cesar de Godoy</a>.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="color: #ff6600;"><em>Nota: escreva na terceira pessoa do singular.</em></span></strong></p>
<h5 id="3-bonus"><strong>3. Bônus</strong></h5>
<p style="text-align: justify;"><strong>Há duas formas de analisar o teu Lattes, são os critérios objetivos e subjetivos.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, você deve focar mais no que, de fato, conta pontos, que são publicações em periódicos e capítulos de livros, publicações em anais de eventos, participação, organização de eventos, bancas, orientações, projetos de pesquisa ou de ensino ou extensão, estágios no Brasil e internacionais. Contudo, existem outras coisas que podem te ajudar a se destacar.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas você deve atentar para algumas coisas e focar em desenvolver uma trajetória linear, <strong>participe de grupos de pesquisa, domine seu inglês, escolha uma determinada área para focar e faça muitos estágios, vá a campo.</strong> Pode não parecer, mas aquela experiência prática que você teve vai contar muito. Com ela, você vai desenvolver melhor a sua escrita de paper, ter mais domínio na forma de transmitir o conhecimento e, com certeza, qualquer recrutador vai se encantar contigo.</p>
<p>Acompanhe as dúvidas frequentes na <a href="https://lattes.cnpq.br/">Plataforma Lattes</a>.</p>
<p><figure id="attachment_75640" aria-describedby="caption-attachment-75640" style="width: 686px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://lattes.cnpq.br/"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-75640" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/Perguntas-frequentes.jpg" alt="" width="686" height="246" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/Perguntas-frequentes.jpg 686w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/Perguntas-frequentes-300x108.jpg 300w" sizes="(max-width: 686px) 100vw, 686px" /></a><figcaption id="caption-attachment-75640" class="wp-caption-text">Fonte: <a href="https://lattes.cnpq.br/">Plataforma Lattes</a>.</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Gostou das dicas sobre como se destacar com o LinkedIn e Lattes? Conta pra gente, vamos amar receber feedback!</strong></p>
<p><figure id="attachment_75537" aria-describedby="caption-attachment-75537" style="width: 1920px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-75537 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/laptop-336373_1920.jpg" alt="currículo" width="1920" height="1280" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/laptop-336373_1920.jpg 1920w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/laptop-336373_1920-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/laptop-336373_1920-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/laptop-336373_1920-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/laptop-336373_1920-1536x1024.jpg 1536w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /><figcaption id="caption-attachment-75537" class="wp-caption-text"><em>Fonte: Pixabay, 2021.</em></figcaption></figure></p>
<hr />
<p style="text-align: justify;">Infelizmente, esse é o último artigo da Semana Sob Pressão: quando tudo está certo para dar errado! Então, nosso último conselho a você que caiu de paraquedas nesse artigo é: acesse a aba <a href="https://blogdaengenharia.com/eventos-engenharia-brasil/"><span style="color: #ff0000;"><strong>EVENTOS</strong></span></a> e depois <a href="https://blogdaengenharia.com/editoria/eventos/sob-pressao/"><span style="color: #ff0000;"><strong>SOB PRESSÃO</strong></span></a>, e dessa forma terá acesso a todos os artigos desenvolvidos pelos nossos colunistas, feitos especialmente para você que está se sentindo encurralado no meio de tantas decisões a serem tomadas. Preste bem atenção, e você verá que um material complementa o outro &#8211; como uma receita de bolo &#8211; e no final você junta tudo e compartilha com seus amigos!</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-75571 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/WhatsApp-Image-2021-08-08-at-21.56.34.jpeg" alt="" width="1280" height="658" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/WhatsApp-Image-2021-08-08-at-21.56.34.jpeg 1280w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/WhatsApp-Image-2021-08-08-at-21.56.34-300x154.jpeg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/WhatsApp-Image-2021-08-08-at-21.56.34-1024x526.jpeg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/WhatsApp-Image-2021-08-08-at-21.56.34-768x395.jpeg 768w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></p>
<hr />
<p style="text-align: center;"><span style="color: #ff6600;"><em>Artigo escrito pelos Colunistas <a style="color: #ff6600;" href="https://blogdaengenharia.com/author/henrique/">Henrique Oliveira</a> e <a style="color: #ff6600;" href="https://blogdaengenharia.com/author/ivanilson-de-lima/">Ivanilson Santos</a>.</em></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #ff6600;"><em>Siga <a style="color: #ff6600;" href="https://www.instagram.com/eng.henriqueoliveirass/">@eng.henriqueoliveirass</a> e <a style="color: #ff6600;" href="https://www.instagram.com/ivanilsonsnts/">@ivanilsonsnts</a> para mais conteúdo sobre o <a style="color: #ff6600;" href="https://bit.ly/colunistassobpressao">1º Webnar SOB PRESSÃO</a> do <a style="color: #ff6600;" href="https://www.instagram.com/blogdaengenharia/">@blogdaengenharia</a>.</em></span></p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Concentrado de microalgas: o queridinho dos aquaristas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ivanilson Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Aug 2021 11:00:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia de Aquicultura]]></category>
		<category><![CDATA[AlimentoparaAquário]]></category>
		<category><![CDATA[aquário]]></category>
		<category><![CDATA[biotecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[blogdaengenharia]]></category>
		<category><![CDATA[ConcentradodeMicrolagas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No primeiro artigo sobre microalgas, falamos sobre o seu potencial como o “alimento do futuro” por ser funcional,&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">No primeiro artigo sobre microalgas, falamos sobre o seu potencial</span> <a href="https://blogdaengenharia.com/microalgas-o-alimento-do-futuro/"> <span style="font-weight: 400">como o “alimento do futuro”</span></a><span style="font-weight: 400"> por ser funcional, saudável e altamente sustentável. Já no segundo artigo, conhecemos as aplicações de uma das espécies mais biotecnologicamente relevantes no mercado, a</span> <a href="https://blogdaengenharia.com/chlorella-o-superalimento-usado-ate-pela-nasa/"><i><span style="font-weight: 400">Chlorella</span></i></a><span style="font-weight: 400">. Neste artigo, vamos um pouco mais além e falaremos sobre a aplicação de concentrados de microalgas no aquarismo.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Portanto, se você é um aquarista ou deseja ter um aquário, mas não sabe qual alimento usar, este artigo é perfeito para você.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #ff6600"><i><span style="font-weight: 400">E mais uma vez aperte o cinto e vamos embarcar juntos nessa aventura e conhecer o grande aliado dos aquaristas!</span></i></span></p>
<h5 id="primeiramente-vamos-falar-da-importancia-das-microalgas-para-os-organismos-aquaticos" style="text-align: justify"><b>Primeiramente, vamos falar da importância das microalgas para os organismos aquáticos!</b></h5>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">As microalgas são organismos incríveis que têm aplicações em diversas áreas, desde funções básicas para o meio ambiente até para produção de cosméticos, fármacos e alimentação humana e animal.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">As microalgas são a base da cadeia alimentar nos ambientes aquáticos, por isso são muito importantes para a criação de organismos aquáticos. Mesmo que seja em apenas uma fase do seu ciclo de vida, todos os organismos cultivados dependem de microalgas. Na fase de larvicultura, peixes e camarões dependem das microalgas já que eles se alimentam de zooplâncton. Já os moluscos, dependem das microalgas em todas as fases, sendo que nas fases iniciais, larvicultura e semente, as microalgas são produzidas em laboratório, enquanto na engorda os moluscos filtram as microalgas disponíveis no ambiente. </span></p>
<h5 id="mas-afinal-por-que-adicionar-as-microalgas-nos-aquarios" style="text-align: justify"><b>Mas afinal, por que adicionar as microalgas nos aquários?</b></h5>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">A adição de microalgas nos aquários marinhos melhora o crescimento, coloração e resistência a doenças dos animais. Elas atuam de duas formas complementares, como alimento direto para corais e outros organismos filtradores como tridacnas, que apesar de obterem energia através da fotossíntese feita pelas zooxantelas, ingerem ativamente plâncton. O outro benefício para os aquários é a proliferação da microvida, que também suplementa a alimentação de peixes e corais.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Essa microvida que citamos é composta por todos os organismos microscópicos que vivem nos ambientes aquáticos, que são os copépodes, anfípodes e rotíferos. Portanto, uma microvida alimentada com microalgas é altamente nutritiva e rica em lipídeos essenciais, pigmentos e proteínas. Além dessa função nutricional, também promove o bem-estar dos animais.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Pelo seu alto valor nutritivo, as microalgas também podem ser usadas para cultivo e enriquecimento de alimento vivo, e também para enriquecer a dieta de reprodutores, sendo imprescindíveis para a formação dos gametas.</span></p>
<h5 id="que-maravilha-entao-como-faco-para-conseguir-as-microalgas" style="text-align: justify"><b>Que maravilha! Então como faço para conseguir as microalgas?</b></h5>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Quem tem aquário marinho em casa que já teve alguma desova de peixes ou tentou fazer a larvicultura deles com certeza deve saber o quanto é trabalhoso manter toda essa estrutura de cultivo em casa. São cuidados com cepas, culturas, nutrientes e sempre acontece um imprevisto e a cultura morre.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Para facilitar o hobby de muitas pessoas, uma empresa recente no mercado conhecida como</span> <a href="https://www.instagram.com/algabloom/"> <span style="font-weight: 400">Algabloom</span></a><span style="font-weight: 400">, desenvolve alimentos para organismos aquáticos a partir de microalgas que já estão prontos para usar.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Esses alimentos são denominados como concentrados de microalgas e podem ser usados para diversos organismos aquáticos. São usados para facilitar o trabalho dos produtores e diminuir o risco de perdas em larviculturas devido a contaminações das culturas de microalgas.</span></p>
<p><figure id="attachment_74285" aria-describedby="caption-attachment-74285" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-74285 size-large" style="font-weight: bold;text-align: center;font-size: 1.21429rem" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/concentrado-de-microalgas-1024x768.jpg" alt="" width="1024" height="768" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/concentrado-de-microalgas-1024x768.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/concentrado-de-microalgas-300x225.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/concentrado-de-microalgas-768x576.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/concentrado-de-microalgas-1536x1152.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/concentrado-de-microalgas-2048x1536.jpg 2048w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/concentrado-de-microalgas-180x135.jpg 180w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/concentrado-de-microalgas-400x300.jpg 400w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/concentrado-de-microalgas-600x450.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/concentrado-de-microalgas-800x600.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/concentrado-de-microalgas-1200x900.jpg 1200w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/concentrado-de-microalgas-1600x1200.jpg 1600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/concentrado-de-microalgas-scaled.jpg 2560w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-74285" class="wp-caption-text">Embalagem do concentrado de microalgas da Algabloom. Fonte: Rafael Sales.</figcaption></figure></p>
<h5 id=""></h5>
<h5 id="vale-a-pena-usar-concentrado-de-microalgas" style="text-align: justify"><b>Vale a pena usar concentrado de microalgas?</b></h5>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Como o nome já diz, o concentrado da Algabloom é cerca de 400x mais concentrado que as culturas de microalgas, então rende muito!</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Cultivar microalgas dá trabalho e contaminações das culturas acontecem, já o concentrado é prático porque está pronto para usar, é só deixar na geladeira e dosar a quantidade necessária.</span></p>
<p><figure id="attachment_74502" aria-describedby="caption-attachment-74502" style="width: 766px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-74502 size-large" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/dosagem-do-concentrado-de-microalgas-766x1024.jpeg" alt="" width="766" height="1024" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/dosagem-do-concentrado-de-microalgas-766x1024.jpeg 766w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/dosagem-do-concentrado-de-microalgas-224x300.jpeg 224w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/dosagem-do-concentrado-de-microalgas-768x1026.jpeg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/dosagem-do-concentrado-de-microalgas.jpeg 868w" sizes="(max-width: 766px) 100vw, 766px" /><figcaption id="caption-attachment-74502" class="wp-caption-text">Preparamentos para a aplicação do concentrado de microalgas em aquários. Fonte: Rafael Sales.</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify"><strong>Veja o vídeo a seguir e aprenda como usar o concentrado de microalgas da <a href="https://www.instagram.com/algabloom/">Algabloom</a>.</strong></p>
<p><iframe title="AQUARIO MARINHO | ALGABLOOM - A SUPER PASTA DE ALGAS NANNOCLOROPSIS - ALIMENTO PARA CORAIS" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/7WoGxeCl-68?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Além disso, usar os concentrados de microalgas evita a introdução de patógenos e compostos nitrogenados e fosfatados provenientes do meio de cultura das microalgas, assim não sobrecarrega o filtro biológico e impede a proliferação de algas indesejadas. Para isso, os produtos são testados cientificamente.</span></p>
<h5 id="qual-especie-e-usada-para-fazer-o-concentrado-de-microalgas" style="text-align: justify"><b>Qual espécie é usada para fazer o concentrado de microalgas?</b></h5>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">A Algabloom produz atualmente concentrados de </span> <a href="https://www.sciencedirect.com/topics/agricultural-and-biological-sciences/nannochloropsis"><i><span style="font-weight: 400">Nannochloropsis</span></i></a><span style="font-weight: 400">, uma microalga muito usada para a larvicultura de peixes marinhos, rotíferos e artêmias. Além dessa espécie, também estão desenvolvendo concentrados de outras espécies.</span></p>
<h5 id="como-surgiu-a-algabloom" style="text-align: justify"><b>Como surgiu a Algabloom?</b></h5>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">A Algabloom foi fundada pelo</span> <a href="https://www.instagram.com/rafael_ojs/"> <span style="font-weight: 400">Rafael Sales</span></a><span style="font-weight: 400"> que estudou Oceanologia na</span><a href="https://www.instagram.com/furgoficial/"> <span style="font-weight: 400">FURG</span></a><span style="font-weight: 400">, fez mestrado em Oceanografia na </span><a href="https://www.ufpe.br/"><span style="font-weight: 400">UFPE</span></a><span style="font-weight: 400"> e doutorado em Aquicultura na </span><a href="https://www.instagram.com/universidadeufsc/"><span style="font-weight: 400">UFSC</span></a><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p><figure id="attachment_74284" aria-describedby="caption-attachment-74284" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-74284 size-large" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/Fundador-da-Algabloom-Rafa-1024x768.jpg" alt="concentrado de microalgas" width="1024" height="768" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/Fundador-da-Algabloom-Rafa-1024x768.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/Fundador-da-Algabloom-Rafa-300x225.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/Fundador-da-Algabloom-Rafa-768x576.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/Fundador-da-Algabloom-Rafa-1536x1152.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/Fundador-da-Algabloom-Rafa-2048x1536.jpg 2048w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/Fundador-da-Algabloom-Rafa-180x135.jpg 180w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/Fundador-da-Algabloom-Rafa-400x300.jpg 400w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/Fundador-da-Algabloom-Rafa-600x450.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/Fundador-da-Algabloom-Rafa-800x600.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/Fundador-da-Algabloom-Rafa-1200x900.jpg 1200w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/Fundador-da-Algabloom-Rafa-1600x1200.jpg 1600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/Fundador-da-Algabloom-Rafa-scaled.jpg 2560w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-74284" class="wp-caption-text">Fundador da <span style="font-weight: 400">Algabloom</span>. Fonte: Rafael Sales.</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Ele trabalha com microalgas a mais de 10 anos, e desenvolveu um concentrado de microalgas para uso na larvicultura de peixes marinhos.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Ao ver o potencial desse produto para facilitar o trabalho dos produtores e garantir segurança e qualidade para promover o crescimento da aquicultura brasileira, ele decidiu fundar a Algabloom. Por ter trabalhado também com peixes ornamentais percebeu que o concentrado de microalgas também seria uma solução para os aquaristas marinhos terem aquários mais bonitos de forma simples e prática. </span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Para mais informações acesse:</span> <a href="https://www.instagram.com/algabloom/"><span style="font-weight: 400">@algabloom</span></a>.</p>
<hr />
<p style="text-align: center"><strong><span style="color: #ff6600"><i>Artigo escrito pelo Colunista</i> <a style="color: #ff6600" href="https://blogdaengenharia.com/author/ivanilson-de-lima/"><i>Ivanilson Santos</i></a><i> e pelo Fundador da Algabloom</i><a style="color: #ff6600" href="https://www.instagram.com/rafael_ojs/"> <i>Rafael Sales</i></a><i>.</i></span></strong></p>
<hr />
<p style="text-align: center"><span style="color: #ff6600"><i><span style="font-weight: 400">Siga </span></i><a style="color: #ff6600" href="https://www.instagram.com/ivanilsonsnts/"><i><span style="font-weight: 400">@ivanilsonsnts</span></i></a><i><span style="font-weight: 400"> e</span></i><a style="color: #ff6600" href="https://www.instagram.com/algabloom/"> <i><span style="font-weight: 400">@algabloom</span></i></a><i><span style="font-weight: 400"> para mais conteúdo e aproveite para conhecer mais sobre Engenharia de Pesca </span></i><a style="color: #ff6600" href="https://blogdaengenharia.com/author/ivanilson-de-lima/"><i><span style="font-weight: 400">aqui</span></i></a><i><span style="font-weight: 400">.</span></i></span></p>
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		<title>O oceano nos conecta, literalmente mesmo!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ivanilson Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Aug 2021 11:00:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia de Pesca]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Oceanográfica]]></category>
		<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Inferior]]></category>
		<category><![CDATA[cabos submarinos]]></category>
		<category><![CDATA[EngenhariadePesca]]></category>
		<category><![CDATA[Oceanografia]]></category>
		<category><![CDATA[preserveosoceanos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O oceano é um só e conecta o planeta todo. Não, não estamos falando do primeiro princípio da&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">O <a href="https://blogdaengenharia.com/dia-mundial-dos-oceanos-por-que-preservar/">oceano</a> é um só e conecta o planeta todo. Não, não estamos falando do primeiro princípio da <a href="https://blogdaengenharia.com/cultura-oceanica-a-relacao-ser-humano-e-oceano/">cultura oceânica</a> segundo a ONU.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Sua internet depende do mar, sendo que mais de 99% da nossa comunicação na internet depende de cabos submarinos que estão pelo mundo todo.</span></p>
<h3 id="mas-calma-nos-nao-desenvolvemos-satelites-4g-e-wi-fi-cade-a-nuvem" style="text-align: justify;"><b>Mas calma, nós não desenvolvemos satélites, 4G e WI-FI? Cadê a nuvem?</b></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">O oceano nos conecta através de nuvem, que se encontra debaixo do mar, passando por vents submarinos </span> <span style="font-weight: 400;">e animais que nós nem imaginamos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">O nosso sinal &#8220;</span> <i><span style="font-weight: 400;">sem fio</span></i><span style="font-weight: 400;">&#8221; só vai até a torre mais próxima, para depois voltar para a fiação debaixo da terra (e do mar).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Esses cabos surgiram em 1811, quando o primeiro cabo elétrico foi instalado no rio Isar, na Alemanha. Mais de um século depois, em 1954, o primeiro cabo comercial foi instalado no Mar Báltico, ligando a Suécia e a Ilha de Gotland. Desde então, </span> <a href="https://www.sciencedirect.com/topics/engineering/submarines"><span style="font-weight: 400;">os cabos submarinos</span></a><span style="font-weight: 400;">, continuaram a se espalhar por todo o mundo e ainda hoje são tecnologias de ponta.</span></p>
<h3 id="a-grande-vantagem" style="text-align: justify;"><b>A grande vantagem?</b></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Os cabos são muito usados em terra também, seja para enviar uma mensagem da Florida para Toronto ou para Recife.</span></p>
<h3 id="mas-isso-nao-vem-sem-impactos" style="text-align: justify;"><b>Mas isso não vem sem impactos!</b></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Esses cabos podem causar perturbações na vida marinha e nos habitats assim como qualquer outra instalação feita pelo homem ou atividade humana no mar.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Os impactos acontecem, principalmente durante a instalação, manutenção e descomissionamento dos cabos, feita com navios. Esses efeitos podem incluir danos ou perda de habitat, poluição </span> <a href="https://scholar.google.com/scholar_lookup?title=Assessment%20of%20the%20environmental%20impacts%20of%20cables&amp;publication_year=2009&amp;author=T.%20Merck&amp;author=R.%20Wasserthal"><span style="font-weight: 400;">química</span></a><span style="font-weight: 400;"> e </span><a href="http://dx.doi.org/10.1093/cid/cir102"><span style="font-weight: 400;">sonora</span></a><span style="font-weight: 400;">, </span><a href="https://scholar.google.com/scholar?q=OSPAR%20Commission.%20Background%20document%20on%20potential%20problems%20associated%20with%20power%20cables%20other%20than%20those%20for%20oil%20and%20gas%20activities;%202008."><span style="font-weight: 400;">emissão de calor</span></a><span style="font-weight: 400;">, mudanças nos </span><a href="https://scholar.google.com/scholar?q=Normandeau%20Associates%20Inc.,%20Exponent%20Inc.,%20Tricas%20T,%20Gill%20A.%20Effects%20of%20EMFs%20from%20undersea%20power%20cables%20on%20elasmobranchs%20and%20other%20marine%20species;%202011."><span style="font-weight: 400;">campos eletromagnéticos</span></a><span style="font-weight: 400;">, risco de </span><a href="https://doi.org/10.1109/JOE.2008.2001638"><span style="font-weight: 400;">emaranhamento</span></a><span style="font-weight: 400;"> e </span><a href="https://doi.org/10.1100/2012/386713"><span style="font-weight: 400;">criação de recife artificial</span></a><span style="font-weight: 400;"> e </span><a href="https://ars.els-cdn.com/content/image/1-s2.0-S1364032118305355-gr6_lrg.jpg"><span style="font-weight: 400;">efeitos de reserva</span></a><span style="font-weight: 400;"> (proteção da área de instalação).</span></p>
<p><figure id="attachment_74971" aria-describedby="caption-attachment-74971" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-74971 size-large" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/Potenciais-impactos-causados-​​pelos-diferentes-tipos-de-imersão-de-cabos-durante-as-fases-de-operação-e-instalaçãodescomissionamento.-1024x632.png" alt="o oceano nos conecta" width="1024" height="632" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/Potenciais-impactos-causados-​​pelos-diferentes-tipos-de-imersão-de-cabos-durante-as-fases-de-operação-e-instalaçãodescomissionamento.-1024x632.png 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/Potenciais-impactos-causados-​​pelos-diferentes-tipos-de-imersão-de-cabos-durante-as-fases-de-operação-e-instalaçãodescomissionamento.-300x185.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/Potenciais-impactos-causados-​​pelos-diferentes-tipos-de-imersão-de-cabos-durante-as-fases-de-operação-e-instalaçãodescomissionamento.-768x474.png 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/Potenciais-impactos-causados-​​pelos-diferentes-tipos-de-imersão-de-cabos-durante-as-fases-de-operação-e-instalaçãodescomissionamento.-1536x948.png 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/Potenciais-impactos-causados-​​pelos-diferentes-tipos-de-imersão-de-cabos-durante-as-fases-de-operação-e-instalaçãodescomissionamento..png 1600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-74971" class="wp-caption-text">Potenciais impactos causados ​​pelos diferentes tipos de imersão de cabos durante as fases de operação e instalação/descomissionamento.</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">De modo geral, os impactos ecológicos associados aos cabos podem ser considerados fracos ou moderados, embora muitas incertezas permaneçam e necessitem de mais estudos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Pesquisas recentes mostram que as </span> <a href="https://doi.org/10.1080/13603100902805359"><span style="font-weight: 400;">melhorias tecnológicas</span></a><span style="font-weight: 400;"> (enterramento de cabos ou proteção) proporcionam mais segurança (para humanos e para a fauna), pois diminui o risco de emaranhamentos e de curiosos.</span></p>
<h3 id="e-sabe-quem-adora-morder-um-cabinho" style="text-align: justify;"><b>E sabe quem adora morder um cabinho?</b></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Os tubas! Isso mesmo, os tubarões. Eles vem causando problemas com cabos a décadas!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Pesquisadores acreditam que os animais são atraídos pelo campo magnético dos cabos, que conseguem perceber pelas Ampolas de Lorenzini. Mas talvez eles também sejam só curiosos. Se de repente tivesse um pedaço comprido de plástico passando no meio da sua casa, o que você iria fazer?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Desde que os cabos começaram a ser enrolados em Kevlar, um tipo de plástico, os incidentes diminuíram muito.</span></p>
<h5 id="veja-so-quantos-cabos-existem-no-mundo" style="text-align: justify;"><b>Veja só quantos cabos existem no mundo:</b></h5>
<p><figure id="attachment_74972" aria-describedby="caption-attachment-74972" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-74972 size-large" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/Quantidade-de-cabos-existentes-no-mundo-1024x576.png" alt="o oceano nos conecta" width="1024" height="576" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/Quantidade-de-cabos-existentes-no-mundo-1024x576.png 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/Quantidade-de-cabos-existentes-no-mundo-300x169.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/Quantidade-de-cabos-existentes-no-mundo-768x432.png 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/Quantidade-de-cabos-existentes-no-mundo-400x225.png 400w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/Quantidade-de-cabos-existentes-no-mundo-600x338.png 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/Quantidade-de-cabos-existentes-no-mundo-800x450.png 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/Quantidade-de-cabos-existentes-no-mundo-1200x675.png 1200w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/Quantidade-de-cabos-existentes-no-mundo.png 1366w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-74972" class="wp-caption-text">Quantidade de cabos existentes no mundo.</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Segundo o TeleGeography são 1,2 milhão de km de cabos, o suficiente para dar 300 voltas na Terra. Você pode ver o mapa interativo e as empresas responsáveis por cada um em </span> <a href="http://www.submarinecablemap.com"><span style="font-weight: 400;">www.submarinecablemap.com</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Então está aí mais um motivo para agradecer ao oceano que nos une!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #333333;"><i><span style="font-weight: 400;">Achou interessante? Ajude-nos a divulgar como o oceano nos conecta!</span></i></span></p>
<hr />
<p style="text-align: justify;"><i><span style="font-weight: 400;">Fontes: The Undersea Network, livro de Nicole Starosielski, professora da NYU, Melissa Cristina Márquez, bióloga marinha em reportagem para Forbes, e artigo científico </span></i> <a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S1364032118305355"><i><span style="font-weight: 400;">A review of potential impacts of submarine power cables on the marine environment: Knowledge gaps, recommendations and future directions</span></i></a><i><span style="font-weight: 400;">.</span></i></p>
<hr />
<p style="text-align: center;"><span style="color: #ff6600;"><i><span style="font-weight: 400;">Siga </span></i><a style="color: #ff6600;" href="https://www.instagram.com/ivanilsonsnts/"><i><span style="font-weight: 400;">@ivanilsonsnts</span></i></a><i> </i><i><span style="font-weight: 400;">para mais conteúdo e conheça mais sobre a Engenharia de Pesca </span></i><a style="color: #ff6600;" href="https://blogdaengenharia.com/author/ivanilson-de-lima/"><i><span style="font-weight: 400;">aqui</span></i></a><i><span style="font-weight: 400;">.</span></i></span></p>
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		<title>5 lições para aprender com a vida marinha</title>
		<link>https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-oceanografica/5-licoes-para-aprender-com-a-vida-marinha/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=5-licoes-para-aprender-com-a-vida-marinha</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ivanilson Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Jul 2021 11:00:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia de Pesca]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Oceanográfica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Todos nós poderíamos usar um pouco de inspiração às vezes, especialmente em um mundo moderno com tantas incertezas.&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Todos nós poderíamos usar um pouco de inspiração às vezes, especialmente em um mundo moderno com tantas incertezas. Há uma fonte incomparável que amo recorrer quando preciso melhorar meu humor ou um lembrete gentil dos maiores presentes da vida. Essa fonte é o nosso <a href="https://blogdaengenharia.com/dia-mundial-dos-oceanos-por-que-preservar/">oceano</a>, claro! Pois o oceano abre um leque de lições para aprender com a vida marinha.</p>
<p style="text-align: justify;">Se você está se perguntando como exatamente o oceano pode proporcionar lições para aprender com a vida marinha, não se preocupe. Pois neste artigo, trago algumas da lições, que despertam um novo senso de esperança, alegria e determinação em todos nós, confira:</p>
<h6 id="1-nada-impede-o-amor-de-uma-mae" style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000080;">1. Nada impede o amor de uma mãe</span></strong></h6>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-72755 size-large" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/1-e1622496107582-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/1-e1622496107582-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/1-e1622496107582-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/1-e1622496107582-768x513.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/1-e1622496107582.jpg 1497w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p style="text-align: justify;">As morsas mães são conhecidas por carregar seus filhotes nas costas enquanto nadam, garantindo que seus bebês fiquem seguros e protegidos. Eles também não são as únicas criaturas que exibem esses tipos de comportamento.</p>
<p style="text-align: justify;">As mães da baleia franca demonstram um apego materno incrivelmente forte com seus filhotes e as lontras marinhas são conhecidas por acariciar seus filhotes em cima de si mesmas enquanto dormem de costas, garantindo que seus filhos nunca se afastem.</p>
<p style="text-align: justify;">E mães polvos? Essas mães zelam incansavelmente por milhares de ovos durante o período de incubação, até mesmo dispensando suas refeições para garantir que seus bebês estejam protegidos.</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, é claro que o amor de uma mãe pode ser considerado uma das forças de amor mais implacáveis ​​e poderosas neste mundo.</p>
<h6 id="2-voce-pode-fazer-qualquer-coisa-que-colocar-na-mente" style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000080;">2. Você pode fazer qualquer coisa que colocar na mente</span></strong></h6>
<p style="text-align: justify;">Há uma criatura marinha que considero uma das mais icônicas quando se trata de demonstrar poder de vontade e crença em si mesmo: os filhotes de tartarugas marinhas. Pois um filhote de tartaruga marinha, ao nascer e sair para o oceano, se depara imediatamente com um dos maiores e mais difíceis desafios que já enfrentou.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-72756" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/2.gif" alt="" width="500" height="281" /></p>
<p style="text-align: justify;">O que pode ser apenas um punhado de metros pode parecer quilômetros para essas espécies minúsculas. Porém, eles bravamente empurram obstáculo após obstáculo e se esquivam de predador após predador para finalmente encontrar seu lar.</p>
<p style="text-align: justify;">Em uma incrível pincelada da capacidade da natureza de pintar maravilhas sem fim no oceano, filhotes de tartarugas marinhas nascem com o que parece ser uma sensação inata e inabalável de que, se não desistirem, se continuarem empurrando um pouco mais, se eles lutam pelo tesouro que sabem que os espera na linha de chegada, qualquer dificuldade ou obstáculo que encontrem no caminho vale a pena.</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, a lição mais simples que podemos aprender com esses filhotes é: nunca, jamais desista!</p>
<h6 id="3-o-verdadeiro-amor-existe-realmente" style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000080;">3. O verdadeiro amor EXISTE realmente</span></strong></h6>
<p style="text-align: justify;">Embora possa ser fácil ver o amor verdadeiro como uma fantasia, muitas espécies de vida selvagem marinha são evidências de que o romance genuíno realmente existe em nosso mundo hoje. Por exemplo, embora os <a href="https://blogdaengenharia.com/cavalo-marinho-o-peixinho-mais-fofo-do-oceano/">cavalos-marinhos</a> não sejam <em>exatamente</em> parceiros para &#8220;toda a vida&#8221;, eles são monogâmicos sérios. Ou seja, eles permanecem comprometidos com um único parceiro por longos períodos, garantindo que possam trazer de forma consistente e bem-sucedida a próxima geração de cavalos-marinhos bebês.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-72757 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/3-1.gif" alt="lições para aprender com a vida marinha" width="250" height="154" /></p>
<p style="text-align: justify;">A parte do romance vem com o que alguns chamam de processo de “namoro” . Todas as manhãs, um cavalheiro e uma dama de cavalos marinhos irão dançar fielmente um com o outro, reforçando seu vínculo.</p>
<p style="text-align: justify;">Então esses peixinhos sempre reservam tempo um para o outro e expressam-se rotineiramente o amor pelos parceiros. Isso é, sem dúvida, apenas um ingrediente-chave para um relacionamento romântico duradouro.</p>
<h6 id="4-voce-pode-ser-pequeno-e-importante" style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000080;">4. Você pode ser pequeno e importante</span></strong></h6>
<p style="text-align: justify;">Se você acha que uma criatura marinha tem que ser do tamanho de um grande tubarão branco ou de uma baleia jubarte para ser poderosa, pense novamente! Por exemplo, embora os copépodes não sejam necessariamente as criaturas mais fofas ou carismáticas de nosso oceano, essas criaturas minúsculas são essenciais para os ecossistemas. Não importa onde vaguem, eles são conhecidos por prosperar em praticamente qualquer água que desejam chamar de lar.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-72758 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/4.jpg" alt="lições para aprender com a vida marinha" width="500" height="331" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/4.jpg 500w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/4-300x199.jpg 300w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<p style="text-align: justify;">Esses pequenos organismos estão na base da cadeia alimentar e garantem que toda a vida em níveis tróficos mais elevados seja sustentada. Sem os copépodes, outras criaturas icônicas provavelmente não existiriam.</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, a lição aqui é: nunca deixe ninguém lhe dizer que você é pequeno demais para fazer a diferença. Como disse o Dalai Lama: “Se você acha que é pequeno demais para fazer a diferença, é porque não passou a noite com um mosquito”.</p>
<h6 id="5-nao-importa-o-que-aconteca-apenas-continue-nadando" style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000080;">5. Não importa o que aconteça, &#8220;<em>apenas continue nadando!&#8221;</em></span></strong></h6>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-72759 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/5.gif" alt="lições para aprender com a vida marinha" width="500" height="278" /></p>
<p style="text-align: justify;">Não só Dory, no filme &#8220;Procurando Nemo&#8221;, mas todas as espécies marinhas trazem uma grande lições de vida. As tartarugas marinhas não desistem quando enfrentam obstáculos no caminho para sua casa no oceano. As mães polvo não desistem de proteger seus bebês quando um predador espreita por perto. Os cavalos-marinhos não desistem completamente do amor se um de seus companheiros não aparece para o baile matinal na hora certa. Os copépodes não deixam de ser copépodes só porque são uma das menores espécies em sua casa.</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, as lições para aprender com a vida marinha são incríveis, pois, o oceano como um todo, nunca desiste e mantém suas correntes movendo-se mesmo em meio a ameaças que ficam mais fortes a cada dia. Se nosso oceano e suas criaturas magníficas de todas as formas, tamanhos e espécies podem se lembrar de apenas continuar nadando, confie em nosso oceano: você também pode!</p>
<hr />
<p style="text-align: center;"><span style="color: #ff6600;"><em>Siga o Instagram <a style="color: #ff6600;" href="https://www.instagram.com/ivanilsonsnts/">@ivanilsonsnts</a> para mais conteúdo e conheça mais sobre a Engenharia de Pesca <a style="color: #ff6600;" href="https://blogdaengenharia.com/author/ivanilson-de-lima/">aqui</a></em></span></p>
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		<title>Cultura oceânica: a relação Ser Humano e Oceano</title>
		<link>https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-de-pesca/cultura-oceanica-a-relacao-ser-humano-e-oceano/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=cultura-oceanica-a-relacao-ser-humano-e-oceano</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ivanilson Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Jul 2021 11:00:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia Oceanográfica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você lembra de ter uma disciplina na escola só para os oceanos? Ou mesmo aulas só com esse&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">Você lembra de ter uma disciplina na escola só para os oceanos? Ou mesmo aulas só com esse tema? Você sabe o que é Cultura Oceânica? Com base em sua experiência, acha que um aluno sai do ensino médio com conhecimento básico sobre os oceanos?</p>
<p style="text-align: justify">Se suas respostas foram &#8220;não&#8221;, relaxa, você não está sozinho! Foi exatamente por isso, que em 2002, educadores iniciaram movimentos nos Estados Unidos para incentivar que alunos dos ensinos fundamental e médio tivessem mais aulas sobre o oceano.</p>
<p style="text-align: justify">Nos anos seguintes, essa discussão ganhou apoio de várias conferências, reconhecendo a necessidade de aproximar as novas gerações de cientistas, agricultores, pescadores, empresários e líderes políticos do Oceano.</p>
<p style="text-align: justify">Foi assim que surgiu a <span style="color: #000080">Cultura Oceânica (<em>Ocean Literacy</em>)</span>. E foram definidos princípios e conceitos essenciais, que passaram a ser tratados em conferências a cada 2 anos nos Estados Unidos.</p>
<h5 id="mas-essa-discussao-acontece-apenas-nos-eua" style="text-align: justify"><span style="color: #000080">Mas essa discussão acontece apenas nos EUA?</span></h5>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #000080">Não</span>, alguns anos depois a Cultura Oceânica chegou na Europa, onde a discussão entrou na agenda de planejamento da educação e divulgação científica.</p>
<p style="text-align: justify">E de 2011 para cá, projetos, eventos e acordos de cooperação internacional passaram a considerar a Cultura Oceânica como um assunto crucial a ser tratado.</p>
<p style="text-align: justify">Por isso, a <a class="notranslate" href="https://www.instagram.com/unesco/">@unesco</a> e a <a class="notranslate" href="https://www.instagram.com/ioc_unesco/">@ioc_unesco</a> abraçaram a responsabilidade de tratar esse assunto em âmbito global e desenvolver ferramentas para a implementação do <a href="http://www.fao.org/sustainable-development-goals/goals/goal-14/en/">ODS14 (Vida na Água)</a> e do <a href="http://www.fao.org/sustainable-development-goals/goals/goal-4/en/">ODS4 (Educação de Qualidade)</a> para <a href="https://blogdaengenharia.com/a-decada-do-oceano-comeca-com-voce/">a Década do Oceano (2021-2030)</a>.</p>
<p><iframe title="International Ocean Literacy Conference" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/PEeVTTV8Noc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<hr />
<h5 id="mas-afinal-o-que-e-cultura-oceanica" style="text-align: justify"><span style="color: #000080">Mas afinal, o que é cultura oceânica?</span></h5>
<p style="text-align: justify">A Cultura Oceânica surge para cativar as pessoas, para que se sintam perto do oceano, estando distante ou ao lado.</p>
<p style="text-align: justify">Ela também trata do conhecimento a respeito da influência do efeito de nossas ações no <a href="https://blogdaengenharia.com/dia-mundial-dos-oceanos-por-que-preservar/">Oceano</a> e o quanto a saúde do oceano afeta as nossas vidas.</p>
<p style="text-align: justify">Você já parou para pensar: Como nossas ações cotidianas afetam os oceanos? Como a saúde dos oceanos afetas nosso dia a dia?</p>
<p style="text-align: justify">Provavelmente sua resposta foi &#8220;não&#8221; novamente! Não se assuste! A maioria de nós não está consciente sobre como nossas ações cotidianas afetam a saúde e sustentabilidade do Oceano e seus muitos recursos dos quais dependemos. Tampouco, a maioria de nós, reconhece como a saúde do Oceano afeta nosso dia a dia.</p>
<p style="text-align: justify">É muito fácil pensar no Oceano quando estamos de frente para ele, mas um dos maiores desafios da educação oceânica e do engajamento público é penetrar e entender essa vastidão, tanto em tamanho como em influência para a nossa vida.</p>
<p style="text-align: justify">Por isso, a Cultura Oceânica surge para mudar essas respostas e as percepções sobre o Oceano, e mostrar o quanto é importante, cada vez mais, incluir o fascinante azul na nossa cultura!</p>
<p><iframe title="O que é cultura oceânica?" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/DRO0tXGVs1I?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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<h5 id="principios-essenciais-da-cultura-oceanica"><span style="color: #000080">Princípios essenciais da Cultura Oceânica</span></h5>
<p style="text-align: justify">A Cultura Oceânica possui <span style="color: #000080">7 princípios essenciais</span>, são eles:</p>
<ol>
<li style="text-align: justify">A terra tem um oceano global e muito diverso;</li>
<li style="text-align: justify">A vida marinha e o oceano têm uma forte ação na dinâmica da terra;</li>
<li style="text-align: justify">O oceano exerce uma influência importante no clima;</li>
<li style="text-align: justify">A Terra só é habitável devido ao oceano;</li>
<li style="text-align: justify">O oceano suporta uma imensa diversidade de vida e de ecossistemas;</li>
<li style="text-align: justify">A humanidade e oceano estão fortemente interligados;</li>
<li style="text-align: justify">Há muito por descobrir e explorar no Oceano.</li>
</ol>
<p style="text-align: justify">Esses 7 princípios são resultados do que a ciência oceânica se dedicou a estudar nas últimas décadas e sentiu vontade de comunicar e conectar mais com a vida cotidiana.</p>
<p style="text-align: justify">Contudo, não só de ciência que se faz um cardume. A cultura, a educação, o conhecimento local e as experiências da relação de pessoas com bens e serviços relacionados ao oceano também fazem parte da assimilação desses assuntos.</p>
<p style="text-align: justify">Assim, esses princípios existem para <a href="https://blogdaengenharia.com/storytelling-a-arte-de-vender-seu-peixe/">disseminar conhecimento</a> através de diferentes formas de ensino, formais ou não formais, para que alcancem diversas pessoas de diversas realidades no mundo todo.</p>
<p><iframe title="G7-Ocean Literacy- Why should we learn about the Ocean?" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/2J7c3q8OfhM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<hr />
<p style="text-align: justify">Aliás, hoje é<span style="color: #000080"> Dia Nacional da Ciência (8 de julho)</span> e um belo dia para celebrar e disseminar conhecimentos sobre a Cultura Oceânica.</p>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #000080"><em>E agora você sabe o que é Cultura Oceânica? Quais ações do seu cotidiano influenciam o Oceano? Qual a influência do Oceano na sua vida?</em></span></p>
<hr />
<p style="text-align: center"><span style="color: #ff6600"><em>Siga o Instagram <a style="color: #ff6600" href="https://www.instagram.com/ivanilsonsnts/">@ivanilsonsnts</a> para mais conteúdo e conheça mais sobre a Engenharia de Pesca <a style="color: #ff6600" href="https://blogdaengenharia.com/author/ivanilson-de-lima/">aqui</a>.</em></span></p>
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